065 - CASTIGO ANAL DELICIOSO

            


             Uma semana voou desde minha última transa com Rodrigo. E durante esses sete dias... a saudade veio violenta e cruel. Pela primeira vez na minha vida, um comedor virou meu juízo de forma assustadora, e isso era bom de certa forma, pois me vi menos estressada. Podem dizer que uma pirocada bem dada deixa a mulher feliz, que eu assino embaixo sem contestar, porque era isso mesmo, Rodrigo era o melhor remédio para qualquer estresse...

Nos falamos pouco pelo WhatsApp, e Rodrigo só ligou duas vezes, mas tanto por mensagens, quanto por telefone, mostrou sua amabilidade e empatia comigo, me deixando cada vez mais tesa e louca por ele com suas palavras gostosas. Reiteramos nossa transa na rede para a próxima semana, e ele não poupou entusiasmo para isso, mas estava muito assoberbado com seu serviço de contador, chegava a entrar pela madrugada trabalhando e dormia pouco.

Me ofereci algumas vezes para fazer seu almoço ou cuidar de outras coisas, mas ele havia me relatado que sua cunhada estava lhe ajudando, e fiquei mais tranquila. Curioso... ele era viúvo, porém, não se referia a cunhada como “ex”, mas enfim, não dei muita trela para isso, o pastor mencionou que queria estar com a cabeça despreocupada no dia de nossa transa, desejava realizar meu fetiche de forma a me deixar plenamente satisfeita, e pirei de tesão...

Sábado de manhã acordei daquele jeitinho... pensando putaria, pensando sacanagem, doidinha para me esbaldar em um cacetão, mas com meu pastorzinho da rolona obesa não rolaria, pois ele me avisou na sexta-feira que visitaria seu filho mais novo durante o final de semana. Tudo bem, fiquei triste, mas ao mesmo tempo muito feliz porque ele era um homem que prezava por sua família, e sabia muito bem separar as coisas. História similar a minha...

O corno estava ausente, mas não viajando. Trabalhava no sábado, e escapou por pouco de ser desmascarado com sua “meia verdade” contada ao me avisar que visitaria minha filha...

De repente palmas irromperam lá fora e ouvi uma tentativa de abrir o portão. Fiquei alerta, e pelas venezianas da porta da sala, a qual estava fechada para o vento não espalhar a poeira enquanto eu varria, me surpreendi ao ver... Cássio... de bicicleta. 

Abri a porta e fui atende-lo, e após destrancar o portão, o comedor abriu um sorriso lindo, mas bem acanhado. Eu? Desprezar um comedor delicioso e que me deu tanto prazer como Cássio, só porque Rodrigo não estava a mão? Jamais, eu adorava MUITO o filho do vigia e adorava o sexo que ele fazia.

—Bom dia meu amorzinho, que surpresa gostosa te ver cedinho assim! Comentei.

—Er... nem vou te abraçar porque tô suado! Replicou o jovem, que trajava uma camiseta cavada e um short, e realmente estava bem suado. Não quis nem saber, o abracei mesmo assim.

—Tome um banho aqui meu gostoso! Não tem problema! Repliquei, e o beijei.

—Tá bom, obrigado! Respondeu Cássio, que entrou com sua bike e a deixou encostada na parede, próxima a janela da sala. Ele passou o dedo na testa e o suor caiu profuso.

—Por que não veio de carro meu amorzinho? Indaguei, trancando o portão.

—O papai precisou do carro pra comprar umas peças do carro dele que deu o prego, e... só vende essas peças na capital, então... vim de bike mesmo! Explicou o comedor, ruborizado.

—E... o seu pai está bem? Indaguei, pensando na mãe doente do pobre vigia.

—Tá sim, ele... passou um tempo no interior com a vó, parece que ela tá doente, mas já voltou, só que... ele continua de licença, tá descansando! Respondeu Cássio, sorrindo.

—E... o que o trouxe até aqui? Saudade de mim? Indaguei, apalpando sua tora sob o short. Cássio deu aquele suspiro de tesão e apertou gostoso minha bunda, e respondeu:

—Er... também, mas... eu queria saber se... ah! Tentou falar, mas ficou envergonhado.

—Fala meu amorzinho, alguma fantasia erótica safadinha? Instiguei, o beijando.

—Eu... posso usar seu wifi? A internet lá de casa caiu desde ontem à noite e ainda não voltou! Você deixa? É importante! Pediu Cássio, mais vermelho que nem um tomate. Tadinho.

—Oh meu “totoso”, claro que sim meu lindinho! Vem, mas só se você tomar um banho antes, e eu até lavo suas roupas suadas, o sol está forte e elas secam rapidinho! Respondi, toda abobada de tesão pelo macho, e claro, sem problema algum de fazer o que propus.

—Poxa Luciana... não precisa lavar minha roupa, a... Tatiana lava! Disse o comedor, que ruborizou ainda mais. Eu adorava ver aquele macho voraz... expor seu lado pueril.

—E ela sabe que você veio visitar sua amante? Indaguei, instigando.

—Não... eu... disse que ia na casa de um amigo! Respondeu o jovem, cabisbaixo.

—Ok... e... o que você precisa fazer usando minha internet? Perguntei, e aí foi que Cássio, de vermelho, ficou quase roxo e mais envergonhado. —Fala meu tesudinho, o que foi? Você disse que é algo importante. É do seu trabalho? Completei, indagando.

—É... uma coisa do meu jogo, uma campanha nova que começou! Disse Cássio, cabisbaixo e a ponto de explodir de vergonha. Não acreditei no que ouvi, e segurei o riso.

—D-Do... seu jogo? Ah... tudo bem, se é importante, sem problemas! Vem! Falei, e achei que o comedor ia “desruborizar”, mas continuou em sua forma de tomate, contudo, sorriu.

—Obrigado Luciana, valeu mesmo! Ó... é coisa rápida, prometo, só pegar a recompensa diária e começar a campanha, jogo bala mesmo! Já liguei na empresa da internet e eles disseram que volta hoje de tarde! Disse Cássio, tirando o celular e o fone de ouvido do bolso, me explicando radiante. 

Sorri e alisei seu rosto. Um novo fetiche brotou e me deixou eriçada...

—Tudo bem meu amorzinho, fique à vontade, mas tome seu banho antes! Falei. 

Cássio assentiu felicíssimo e entramos. Na sala, ele tratou de tirar sua roupa, sem vergonha alguma, e quando vi aquela jeba grossa e branca meia vida, humm... me controlei. O plano era outro.

Entreguei uma toalha limpa a Cássio, e ele deixou seu celular e fone sobre o sofá e depois entrou no banheiro. Curiosa como sou, apenas acendi o display de seu telefone, e vi a foto dele com Tatiana no papel de parede. Dei um sorriso e fiquei meio consternada, porque ela era tão lindinha e formosa, e pelo que Cássio me falou, perdidamente apaixonada por ele, ou...seria apaixonada pelo pauzão grosso e delicioso que ele tinha? Ou pelo emprego público dele no INSS? Brincadeira, Cássio era um amor...

A ansiedade de Cássio por esse jogo infame era tão grande, que se seu banho tiver durado ao menos cinco minutos, foi muito. O comedor saiu do banheiro enrolado na toalha, enxuto e procurou suas roupas. Observei aquilo e dei aquele sorriso maquiavélico para ele.

—Cadê minhas roupas Lulu? Indagou o novinho, com uma linda carinha de confuso.

—Já estão no varal secando! Respondi, e ele arregalou os olhos.

—Er... não precisava desse trabalho, eu disse que a Tatiana ia lavar e o negócio do jogo ia ser rápido, agora... vai demorar! Replicou o jovem, enrubescido e aflito.

—Eu perdi a importância para você e agora só o seu jogo interessa? Você... só veio me ver por causa do jogo? Retruquei, dando uma de ofendida e abaixando a cabeça, até funguei.

—N-Não Lulu, claro que não, imagina, eu... nunca ia te trocar por um jogo, não pensa besteira não! Disse Cássio, aflito e correndo para me abraçar. Assenti, sorrindo malvada.

—Tudo bem meu querido, então... ponha aí a senha do meu wifi e... aproveite seu joguinho, eu vou cuidar nas coisas de casa, fique à vontade! Repliquei, sorridente.

—Prometo que dou outra escapada mais tarde... e venho pra gente curtir bem gostoso! Disse Cássio, mordendo o lábio inferior. Fitei sua tora sob a toalha, ele e assenti sorrindo...

Com os fones nos ouvidos e concentrado. Cássio começou a jogatina sentado no sofá. Eu estava na cozinha, cortando legumes e temperando um frango para cozinhar no almoço. 

Só deixei “curtir” o tempero, depois poria no fogo. Minutos depois o comedor se deitou no estofado, todo à vontade, e de longe vi sua pirocona avolumando a toalha, mesmo mole. Para quem estava carente e no cio como eu, aquilo foi uma ORDEM para eu me entregar a putaria...

Cerca de 30 minutos se passaram desde que Cássio começou a jogar, e o moleque estava bem estressado com o game. Falava palavrões, dava broncas, se indignava... então senti que era hora de entrar em ação, e meu plano seria o de atrapalhar a jogatina dele para ser fodida. O rapaz estava tão imerso, que mal percebeu minha aproximação. 

Comecei alisando sua perna acima do joelho, e subi a toalha aos poucos, acarinhando sua coxa, aí ele notou e afastou minha mão, de olho grelado no celular e mordendo o lábio inferior. Insisti, vim com a mão de novo por baixo da toalha e dei aquela segurada em seu pauzão, e o mesmo sequer endureceu.

Cássio me afastou novamente e franziu o cenho, sem piscar, vidrado na tela, abri sua toalha e o deixei nu, então subi no sofá e me posicionei de modo a dar cheiros e beijos em seu picão adormecido, e aí lambi das bolas até a base, o novinho afastou minha cabeça, investi novamente e caí de boca em sua tora, Cássio tentou me tirar, mas impedi, já estava mamando, o macho estrebuchou, acreditam? Tentou me tirar de novo e empurrei seu braço.

—Chega de jogo, quero pica! Sussurrei, e Cássio tentava tirar minha cabeça de seu pau.

—Peraí Lulu, tô na missão aqui, tá me atrapalhando! Retrucou o comedor, meio bravo.

—Missão é o caralho moleque, sua missão é me foder bem gostoso! Dá essa porra aqui, e vem dar conta do meu cio AGORA! Rebati, e rapidamente tomei o celular da mão dele, com fone e tudo. Me segurei para não gargalhar da cara que Cássio fez. Ele ficou bestificado.

—Nãão! Eu tava terminando a campanha de hoje! Ô Luciana, dá aqui, devolve, eu vou morrer! Pediu o mancebo, desesperado. Mesmo com o fone conectado, ouvi um grito no jogo e tiros, e na hora percebi que o fiz “morrer”, porque ele passou a mão no rosto, desolado.

—Você falou que não ia me trocar por um jogo! Repliquei, e pus o celular dele longe.

—Eu falei que ia vir mais tarde! Aí ó, morri Luciana, poxa, sacanagem! Disse Cássio, que sacudiu a cabeça, cabisbaixo. Tadinho. Ele sabia dosar bem as coisas em sua vida, mas...

—Azar o seu meu querido, quem mandou não saber jogar e perder! Provoquei, jocosa.

—Eu tava jogando e ganhando, já tava acabando a missão do dia e ia dar uns amassos com você depois, só que você me atrapalhou de propósito! Retrucou... quase chorando olha...

—Foi sim, foi de propósito sim, e aí? Vai fazer o que? Questionei, o enfrentando.

—Não vou perder a viagem... vou te castigar agora, vou esfolar o seu cu! Você quer rola né? Fala sua safada, quer pica né? Retrucou Cássio, que agarrou e segurou meus cabelos, puxando-os para baixo, elevando minha cabeça e mostrando seu delicioso atrevimento sexual.

—Quero... quero rola sim, quero pica! Vai me dar? Ficou com raivinha porque atrapalhei seu jogo? Ficou foi? Então me castiga vai, castiga bem gostoso! Provoquei, mais atrevida, e o macho apenas respondeu sorrindo e abaixou minha cabeça para mamar sua rolona, já em riste.

Uma abocanhada na glande, sobe e desce com a boca três vezes, avança um pouco, bomba devagar, recua, mama, tira para lamber e despeja esputo, depois bate com a tora na língua espalhando mais saliva. Foi exatamente assim que comecei o boquete naquele pauzão grosso e delicioso. 

Segurei bem abaixo do meio, sem conseguir fechar a mão e segui chupando, meneando os lábios e língua com a boca bem preenchida, massageando a tora em movimentos suaves e circulares. Avancei até engasgar, verti saliva, empurrei, engulhei, Cássio segurou minha cabeça e forçou, bombando, tossi e recuei um pouco, abrindo a boca e afrando, e tirei.

O comedor ficou de pé e eu me sentei no sofá, agarrei sua rolona babada e com mais baba pendurada em meus lábios e queixo. Eu só trajava a baby look já erguida, punhetei gostoso, rindo e mordendo o lábio inferior ao sentir aquela grossura maravilhosa entre os dedos. Pus apenas a cabeça larga em minha boca aberta e punhetei, roçando-a em minha língua. Delícia.

Abocanhei a glande e mais um pouco, fechei bem meus lábios e retomei a mamada, faminta, tarada, grunhindo e ouvindo Cássio gemer gostoso. Fiz três movimentos de vai e vem, avancei, meneando a cabeça e os lábios até emperrar, o comedor segurou minha nuca e bombou, engasguei e o esputo caiu sobre minhas coxas, recuei um pouco e segui mamando e masturbando, recuei mais e mantive apenas a cabeça e mais um pouco, aumentando a força da masturbação e avançando, engasgando e engulhando, recuei e tirei, com três espessas pontes de esputo formadas, Cássio as aparou e só gesticulou para que eu ficasse de quatro.

De quatro, com meu rabão bem empinado. Cássio chupou deliciosamente minha xoxota e cu, os deixou bem salivados, mas deu atenção especial a buceta, quase me fez gozar, me tremi toda com a boca nervosa do mancebo, em seguida ele se levantou, apoiou a perna sobre o sofá, posicionou sua tora na entrada do meu cu, estapeou minha bunda e instigou, indagando e rindo:

—Pronta pra receber o castigo por ter me atrapalhado?

—Fazer o que né... eu mereço ser castigada! Repliquei, atiçando e rebolando.

—Quem nasceu pra Tatiana... nunca será uma Luciana! Desabafou Cássio, com uma desolação penosa na voz, olhei para trás, mas quando ia retrucar, gritei ao sentir o macho meter sua pica enorme e grossa no meu cu. Meteu metade e bombou suavemente, gostoso, deu uma paradinha, dois tapões em minha bunda que doeram, mas amei, segurou minhas ancas e foi.

—Aaaiii Cássio... doeu viu! Malvadinho, hmmm... isso, castiga gostoso! Falei, sentindo minhas nádegas arderem dos bofetes. O menino ficou puto mesmo por ter perdido no jogo.

A chateação de Cássio por ter sua jogatina arruinada passara, o macho seguia sendo o Cássio de sempre, me enrabando daquele jeitinho, carinhoso e me acariciando, e como meu cu e sua rolona já eram mais que íntimos, o comedor começou a socar sem piedade, e berrei meu tesão, rebolando ao passo que ele socava mais aos poucos, gemendo tarado.

De repente um celular vibrou. Seria o meu? Não o desliguei porque a visita do comedor foi surpresa, então notei que era o de Cássio, porque a luz do display estava acesa. Foda-se, abri as nádegas e o pauzão entrou mais, gemi alto, o telefone continuava vibrando.

—Ah, vou atender não! Disse o comedor, sem parar de socar. Assenti e seguimos.

Cássio enterrou seus 22 centímetros no meu cu e deu aquela paradinha marota, bombando bem devagarinho e gemendo gostoso com meus gemidos, ele recuou até quase tirar e foi até o talo, deu três trancos leves, gritei e me tremi, balançando as pernas, ele foi tirando suavemente, depois socou na mesma intensidade, deu aquela engatada gostosa, pirei, berrei e o macho seguiu trucidando, fazendo o vai e vem tarado, castigando meu rabo guloso.

O celular de Cássio tocou mais uma vez, aliás, vibrou e o barulho me incomodou.

—Atenda Cássio, deve ser o seu pai! Falei. O comedor bufou, entreguei o aparelho a ele do jeito que deixei, virado, e com isso eu não sabia quem estava ligando. Ele tirou o fone de ouvido, deu um longo suspiro de decepção e atendeu, frio como a Antártida:

—Diz Tatiana, o que é? Arregalei os olhos. —Ah, já voltou a internet? Tá bom, daqui a pouco chego aí! Não sei Tatiana, só sei que chego, tchau! Completou Cássio que desligou e jogou seu celular no canto do sofá e retomou as metidas, mal tive tempo de dizer nada, só gemer.

O sangue fervia, Cássio sentou no sofá, montei de frente, acocorada e o macho roçou sua rolona grossa e petrificada na entrada do meu cu faminto. Sinto muito Tatiana, mas eu não deixaria de desfrutar seu namorado, não era minha culpa se ele era tarado por mim e eu por ele, então sentei gostoso, o macho soltou a picona larga e desci um pouco, deixando só a glande e mais um tanto passarem; parei, rebolei e comecei a gangorra suave, subindo até quase tirar e descendo até onde delimitei, gemendo e me tremendo ao sentir aquela grossura de rola grande e deliciosa me arrombando, desci mais e subi até quase tirar, fui sentando e cavalgando, e o novinho se contorcia e gemia, segurando e puxando meus cabelos, me fitando surtado de tesão.

—Aaaiii... que delícia de rola meu Deus, assim, deixa eu brincar bem gostoso! Sussurrei, me divertindo, já descendo até o talo e rebolando, depois subindo até quase tirar e descendo.

Subi meu quadril até deixar metade da rolona para fora, rebolei e então fiz o vai e vem vertical com a bunda arrebitada, e castiguei meu cu, gemendo surtada e sentindo minha xoxota convulsionar desesperada a ponto de pingar minha seiva. 

Tesão anal brabo, subi até quase tirar e sentei de uma vez, rebolando em seguida e ouvindo o gemido de dor do macho, repeti isso mais algumas vezes e Cássio endoidava, ele segurou meu quadril e me fez quicar ensandecida, arrombando meu rabo cada vez mais, o abracei e encostei minha testa na dele, e as quicadas foram violentas, ele abriu mais suas pernas e me abraçou, acompanhando meu ritmo.

—Vai tesuda, vai safada, pula nessa pica, pula! Disse Cássio, possesso de tesão.

Mudamos a posição. Cássio sentou-se quase caindo do sofá, só com suas costas apoiadas no assento. Fora do sofá, sentei de ladinho, na perna esquerda de Cássio e provoquei, esfregando minha bunda na tora e a massageando, depois abri as nádegas e o comedor manteve o pauzão firme, então só fiz alocar, sentar e deixar o picão invadir meu rabo, gemi gostoso e fui descendo até o talo, em seguida rebolei, gritei minha dor deliciosa, gemi, e a cavalgada anal recomeçou, sobe e desce cadenciado, o comedor acompanhando meus movimentos e me levando ao delírio. Eita castigo gostoso de receber, Cássio fodia com uma raiva sexual gostosa.

—Ai que castigo gostoso... isso, esfola meu cu, esfola, assim, delícia... puta que pariu, vai novinho, vai meu gostoso, castiga, castiga! Sussurrei, pirada com o gingado do comedor.

De repente tive um estalo na mente. Cássio transava de forma semelhante a Rodrigo, aliás, todo o estilo sexual e comportamental do filho de Ariovaldo era semelhante ao do pastor, e fiquei pasma; era como se aquele jovem tivesse aprendido como fazer sexo... com Rodrigo...

Cássio subiu e acomodou-se no canto do sofá, e sem tirar sua tora do meu cu, me fez sentar no móvel, ainda de costas. Ele apoiou minhas pernas sobre suas coxas, apoiei as mãos no encosto e segui cavalgando, subindo e descendo apenas meu quadril, quase tirando e indo até o talo, sentindo meu ânus cada vez mais deflorado com aquelas metidas vorazes, passei a mão em minha xoxota ensopada e vi meus dedos melados, os chupei, sentindo meu gosto de tesão, ele segurou meus tornozelos e seguiu me enrabando, dando trancos fortes.

De posições aquele novinho manjava. Cássio fez eu me deitar de costas sobre ele, elevou bem minhas pernas abertas, as mantendo suspensas e mostrou que meu cu ainda não estava arrombado o bastante, metia sem piedade, talvez se lembrando que atrapalhei seu jogo, pois as estocadas eram malvadas, mas era isso o que eu queria, pico de tesão altíssimo, porém, o mancebo se excedeu em seu esforço, logo percebi que ele arfava desesperado pela vida e foi diminuindo o ritmo, mas ainda assim, conduzindo magistralmente a foda.

Após um tempo, saí de cima de Cássio. Estávamos suados, esbaforidos, ele, bem mais que eu, mas ainda com pique. Deitei no sofá em posição dorsal e diagonal, com a bunda quase para fora, o macho ajoelhou-se sobre uma almofada e varou meu cu mais uma vez. 

Eu o sentia bem esfolado mesmo, como ele prometeu esfolar, só que as metidas eram suaves, Cássio socava até o talo, dava um tranco e tirava, eu piscava bem o cu e ele metia de novo, quando tirou, passei os dedos e o senti muito bem destroçado. O moleque me esfolou MESMO.

—Eu disse que ia te esfolar! Comentou Cássio, com seus cabelos cobrindo o rosto. Apenas sorri maliciosamente, ofegante, ele deu mais um tranco malvado, e quase chorei.

O comedor socou, e começou a estimular minha buceta encharcada enquanto me enrabava, e não deu outra... quase colapsei com um tremor violento e arrepios fortes.

AAAHHH, ESTOU GOZANDO, ESFOLA, CASTIGA CÁSSIOOOO... AAAHHH, CARALHOOO... AAAIHAAAHHHIIII, AAAIIII, AAAHHHH... PUTA QUE PARIUU! Urrei, me tremendo toda e gozando alucinada com as metidas e a masturbação do macho, que não parava.

—N-Não se mexe... fica assim... v-volto... já! Pediu Cássio, esbaforido, quase caindo, após quase me matar de tanto gozar gostoso. Eu grunhia chorosa e trêmula, e assenti.

Nem sei quanto tempo passou, mas Cássio veio logo. Seu pauzão estava lavado, então ele subiu no sofá e começou a se masturbar furioso, com a glande de sua rolona roçando em meus lábios. Abri a boca e o macho urrou seu orgasmo, e pirei ao ver o cacetão grosso pulsando como se fosse explodir, despejando porra dentro de minha boca, porra cremosa, deliciosa, jatos profusos. 

Tomei cuidado para não engasgar e engoli tudo, lambi os lábios, segurei o pirocão e o apertei, extraindo mais uma gota generosa, a qual passei pela boca e parte do rosto, punhetei mais, apertando, e Cássio quase chorou, se contorcendo e tremendo todo, fiquei segurando a rolona e mais uma vez lambi o restinho de esperma que estava em meus lábios.

—Agora você pode voltar a jogar sossegado... eu prometo que não vou mais te atrapalhar! Provoquei, beijando a glande melada de sua pica já rendida. Cássio riu alto.

Tomamos banho juntos, mas não fizemos sacanagens, só demos uns amassos gostosos. A roupa de Cássio estava quase enxuta, sendo assim, ele ficou no sofá esperando... e jogando no celular de novo.

 Pus o almoço no fogo, e da cozinha o vi deitado à vontade, enrolado na toalha, mas sem fazer volume com sua tora, pois a mesma ainda repousava, então fui até ele, que estava concentradíssimo, quase vesgo na tela, alisei sua coxa, o celular caiu de suas mãos sobre seu peito, e o macho me fitou com olhos arregalados, então não contive uma gargalhada.

—Você prometeu que não ia atrapalhar! Disse Cássio, tristonho. Gargalhei mais.    

FIM

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Olá queridos alunos. Como foi o carnaval de vocês? Espero que tenha sido de muita alegria e positividade. O meu foi maravilhoso, surpreendente e deixou saudades, mas felizmente posso matar essa danada lendo e relendo o que foi escrito, contudo, a suruba do carnaval do terceiro ato ainda permanece imbatível e antológica, mesmo com alguns personagens reaparecendo na desse ano.

Amanhã, uma microssérie emocionante, que também fez um grande sucesso no contoerotico, uma das minhas mais inesquecíveis aventuras, escrita com a mesma paixão com que vivenciei cada momento narrado. Se tudo correr bem, posto na íntegra sem falhas, e se não der, paciência, problema pior enfrentei ano passado e estou aqui, firme, decepcionada com a baixa interação, mas firme e forte.

Beijos e tenham um dia maravilhoso, com muita saúde, paz e trabalho.

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