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SEGUNDA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2018
Trajando uma blusa preta, com caimento no ombro direito e uma calça jeans justa, finalizando com uma sandália de salto médio, eu esperava meu atendimento na fila da padaria, impressionada com a “filiação sexual” de Rodrigo com Cássio.
O filho do vigia tinha o estilo
sexual do pastor pirocudo, e não restava dúvidas de que o modo de viver do comedor
da calça preta influenciou drasticamente a personalidade daquele jovem.
Peguei meu café e dois pães,
sentei onde costumo sentar sempre, e comecei a refletir sobre essa conexão
sexual assustadora. Será que o tal Miguel transava como seu grande amigo.
Aquilo foi outra coisa que me deixou encucada. Rodrigo falou do advogado com um
carinho tão grande na voz, como se ele fosse um parente muito próximo, bem mais
que um amigo.
—O café bem feito tem um aroma
quase afrodisíaco, mas o seu perfume é totalmente afrodisíaco! Disse uma voz
masculina familiar. Meu copo de café foi retirado da mesa, olhei para cima
rapidamente e vi ele... Rodrigo, o comedor supremo da minha vida, bebericando
meu café.
—Bom dia... uma pena que você
não pode sentir meu perfume mais de pertinho! Repliquei, meio desolada. Rodrigo
devolveu meu café e sentou-se de frente para mim. Elegância era o estilo dele;
trajava uma camisa gola polo amarela com gola preta e detalhes pretos nas
mangas, e claro... sua tradicionalíssima calça social preta. Estava um tesão de
tão tesudo...
—Nesse momento não, mas depois
poderei sentir outro perfume seu tão delicioso quanto este! Cochichou o pastor,
e arregalei os olhos. Ele deu um sorriso sapeca e piscou.
—Adorei a surpresa, era o que eu
precisava para que o meu dia começasse melhor! Comentei, tocando a mão do meu
comedor supremo, sorrindo e Rodrigo sorriu lindamente.
—Imaginei que iria gostar,
também vim porque senti saudade de você e desse sorriso tão lindo! Hoje você
está mais linda! Rebateu e comentou Rodrigo. Minha xoxota chorou...
—Obrigada meu amor... te adoro
sabia? Estou com tanta saudade de você! Falei, toda derretida e doida de tesão,
com a cabeça inclinada, sorrindo e mordendo o lábio inferior.
—Dia 15, sábado... tudo bem para
você? Propôs Rodrigo, em tom baixo de voz.
—S-Sim... combinado, a hora que você quiser! Respondi, no mesmo tom.
—Olha... não quero parecer que estou pressionando, porque sei do
malabarismo que você vai ter de fazer com seu cônjuge, mas... dê um jeito de
ir, por favor! Pediu Rodrigo.
—Não se preocupe... eu irei sim, e vou levar a rede!
Ratifiquei.
—Até lá a gente vê um horário, porém... meu desejo era que fosse de
manhã, e aí sim... e eu até peço perdão por abusar de sua boa vontade... mas
gostaria que fizesse o nosso almoço, mas... só se você não se importar é claro!
Avisou e pediu o pastor, todo ruborizado. Lindo...
—Já disse... será no horário em que você quiser, e se deseja almoçar
comigo, eu farei um almoço bem caprichado para você! Qual seu prato favorito?
Retruquei e indaguei, tesa.
—Não tenho frescura com comida, mas... gosto de um assado de panela com
maionese e um risoto, um feijãozinho maduro bem cozido e com bastante caldo!
Disse o comedor.
—Pode deixar meu amor... farei com todo o prazer e carinho! Respondi,
sorrindo.
—Quero aproveitar o dia todo com
você, cada minuto ao seu lado! Entendeu minha consagrada? Disse Rodrigo, com um
olhar tão carregado de tesão, que me arrepiei todinha.
—Será que vou sobreviver? Indaguei, sussurrando e brincando. Rodrigo
deu uma espécie de “espirro” para não explodir em uma risada alta, enrubesceu e
riu discreto...
—Eu só mato as mulheres de prazer! Replicou Rodrigo, e sorri
maliciosamente.
—Ah... sobre isso, não tenha a menor dúvida! Rebati, fazendo cócegas na
palma de sua mão. Na minha terra, quando fazemos isso, estamos dizendo ao outro
que queremos sexo.
—C-Calma... o sábado será só nosso! Disse o pastor, rindo ruborizado e
tirando a mão.
—Espero que sim... estou muito, muito carente! Cochichei, e ele riu
lindamente.
—Er... bem minha consagrada, preciso ir, não quero lhe atrasar, e se
quisermos ter um sábado sossegado, tenho de deixar tudo bem resolvido no meu
trabalho!! Disse Rodrigo.
—Espere... vou com você, já está na minha hora! Falei, me levantando
também, e saímos da padaria, um ao lado do outro. Eu estava louca para pegar na
mão dele, mas não podia...
—Tenha um dia abençoado minha consagrada! Disse Rodrigo, despedindo-se
de mim com um abraço de ladinho, bem rápido, discreto e formal, mas delicioso.
Assenti e ele foi até seu carro, entrou e arrancou, buzinando. Acenei, sentindo
violentos tremores na xoxota.
SÁBADO, 15 DE DEZEMBRO DE 2018, 7H.
Meu Deus, 2018 já estava prestes a findar. Que ano avassalador, quantas coisas surpreendentes e chocantes aconteceram em minha vida, e principalmente na minha sexualidade. Surreal e inacreditável, essa foi a conclusão a que cheguei após fazer esse balanço, essa avaliação.
De Ismael a Rodrigo, o caminho
sexual o qual eu percorria, se dissolvia atrás de mim e me impossibilitava de
voltar. Mas quem disse que eu queria voltar? Era delicioso, e eu sentia que
2019 traria muito mais surpresas eróticas em minha vida. Não haviam dúvidas...
Desde que falei com Rodrigo na padaria segunda-feira, não nos falamos mais. Eu poderia tê-lo procurado, pois o vi online várias vezes no WhatsApp, mas tive medo de parecer pegajosa, porém... só eu sei como sofri de saudade, vontade de ouvir a voz dele, vê-lo.
Sim... eu estava apaixonada por aquele
homem, porque ao lembrar dele, meus olhos brilhavam e meu coração batia
acelerado, eu sorria espontaneamente e cantarolava, e meus alunos de merda nem
me estressavam tanto como antes, porque era só pensar nele... que eu me
acalmava...
Comecei a arrumar uma sacola grande. Nela continha a rede que seria
usada na transa, bem lavada e cheirosa, e umas roupas provocantes para seduzir
o macho enquanto eu fazia nosso almoço. Ele queria me comer o dia todo, e eu
não negaria isso, daria meu corpo para que meu amante gostoso usasse e abusasse,
porque eu também queria usar e abusar dele.
Quando pus a última peça de roupa na sacola, meu celular tocou. Era meu
tesudo...
—Bom dia meu amor... senti tanta saudade de você meu gostoso! Atendi,
após mal esperar tocar a primeira vez, tamanha minha ansiedade. Rodrigo me
cumprimentou e explicou:
—Bom dia minha consagrada! Desculpe não ter ligado ou mandado mensagens
para você durante esses dias, mas é que eu estive sem tempo para nada, me
estressei e não queria falar com você de cabeça quente, mas... pensei em você a
cada minuto, e hoje... estou calmo e pleno de expectativa pelo nosso dia,
espero que também esteja!
—Eu sei meu amor, imaginei que estivesse bem assoberbado, e... já estou
preparando as coisas para levar! Vou só tomar um café aqui e já estarei indo,
não demoro! Respondi.
—Tudo bem, estarei esperando, até mais minha gostosa, tesuda! Disse o
pastor, rindo.
—Até daqui a pouco meu gostoso, meu macho! Te adoro muito meu amor! Já,
já eu chego aí! Repliquei, manhosa, com a mão em minha buceta bem melada,
ensopada.
O corno viajava a trabalho, mas voltaria no domingo, então não haveria problemas. Após tomar um café da manhã leve, tranquei a casa e fui ao encontro do meu gostosão supremo, trajando um vestido médio e frouxo, estampado com flores e de mangas curtas, bem discreto, e felizmente a sacola com a rede não estava pesada.
Andei um pouco mais de cinco minutos, o dia estava nublado, com
previsão de chuva, e apesar de estarmos no verão, não era incomum, na verdade
as chuvas em dezembro eram o prenúncio de uma quadra chuvosa satisfatória para
o início do próximo ano e boa parte do mesmo, era a esperança dos que sofriam com
a seca...
Toquei a campainha da casa de Rodrigo, fitando as unhas dos meus pés,
as quais a manicure do salão de Priscila pintou de branco na sexta-feira, assim
como a das mãos. Aproveitei para dar uma turbinada nos meus cachos e nas luzes,
ficando bem mais graciosa para ele.
—Bom dia de novo minha consagrada! Como você está linda, mais linda que
na segunda! Cumprimentou Rodrigo, ao abrir o portão e me ver. Claro que ele
iria reparar, era um gentleman.
—Obrigada meu amor... fiquei linda para você! Repliquei, sorrindo
radiante, e entrei.
—Mais linda, porque linda você já é... e quando sorri desse jeito... aí
eu piro! Rebateu o macho, fechando o portão em seguida e me tomando em seus
braços, num beijo daqueles...
—Posso tomar um banho aqui e ficar bem cheirosinha? Posso meu macho?
Instiguei, beijando seu peito nu e lambendo o mamilo, depois mordisquei. Claro
que ele deixou.
A primeira coisa que fiz antes de tomar banho foi a chuca, e só
precisei fazer uma vez para ficar em perfeitas condições de chupar aquele
pauzão obeso e delicioso quando estivesse dando meu cu como louca. Ouvi um
trovão estridente, e pela janela do banheiro, o qual era diferente, mais
espaçoso e bonito que o do outro quarto, vi o céu bem cinzento, e roguei pela
chuva, pois essa possibilidade me deixou mais tarada, em seguida tomei um banho
rápido, passei meu óleo de maracujá, sequei mais ou menos meus cabelos e pus só
uma camiseta amarela, um pouco comprida, mas que expunha metade de meu rabão
guloso, e saí do banheiro.
O banheiro de Rodrigo era como o de minha casa, perto da sala, então ao sair, o vi sentado na rede, com sua tradicional calça social preta, de banho tomado, cabelos bem penteados, me encarando com olhos flamejantes de um tesão arrepiante e dando um sorriso brutalmente sedutor.
Apenas joguei a toalha
sabe-se lá aonde, caminhei rebolando até ele, o fitando com a mesma tara,
passei a perna direita para o outro lado da rede, virando de costas, arqueei
meu tronco, fazendo a camiseta subir e mostrar meu rabão faminto, e o comedor
meteu sua cara entre minhas nádegas, dando uma fungada cruel que me fez gemer
manhosa.
—Chora minha bucetinha deliciosa, chora bem gostoso! Disse Rodrigo,
dando longos cheiros e beijos em minha xoxota profusamente chorosa. Meu comedor
poderoso e supremo...
—A gente sempre chora por onde sente saudade! Repliquei, rebolando na
cara dele.
—Hoje eu estou faminto por você Luciana, mas prometo devorá-la sem
pressa, porque temos o dia inteiro só para nós, e oro ao Senhor que me abençoe
com aquela bezerra nervosa e cruel que você faz e me deixa transtornado de
tesão! Retrucou o comedor, e me arrepiei toda.
—Espero conseguir fazer, mas acho que consigo sim... pois minha buceta
também quer devorar esse seu caralhão grosso e delicioso meu amor! Respondi, e
dei um gemido alto.
—Deite-se e abra essas pernas... vou te chupar nessa rede, estou com
saudade do gosto da sua buceta deliciosa! Pediu Rodrigo, levantando-se. Eita
cabra macho. Obedeci, tesa.
Apoiei as mãos segurando a beirada da rede e abri as pernas, Rodrigo sentou-se ao chão na posição de ioga, segurou sob meus joelhos e caiu de boca em minha buceta, dando três beijos curtos, uma lambida de baixo para cima, e um beijaço de língua, me fazendo dar um gemido alto e aflito.
A boca do comedor
abarcou minha xoxota e seu órgão do paladar a penetrou gostoso e fundo, então
ele seguiu sua chupada delirante, me causando arrepios e contorções em meu
corpo. O oral dele estava nitidamente diferente, carregado de um tesão mais
avassalador ainda.
Após quase me fazer gozar, ele se levantou e liberou seu caralhão bem grosso e pulsante, me empertiguei e segurei a tora, mas o macho tirou minha mão e enfiou gentilmente seu cacetão em minha boca, e o acolhi, mantendo a boca aberta, mas com pouco espaço devido a grossura.
A respiração de Rodrigo
denotava o pico de tesão absurdo dele, porém, nada de afobação, o tesão
expelido pelos poros do macho estava em ver meu boquete; o comedor enfiava seu
picão até onde podia, me fazia engasgar, recuava um pouco e bombava suavemente,
segurando meus cabelos, em seguida recuou até quase tirar, fechei a boca e
mamei, remexendo meus lábios e língua, e percebi que ele queria repetir o que
começou, então fiz, ele socou até eu engulhar, recuou um pouco, e ficou em
bombadinhas leves, gemendo e fazendo meu esputo verter e vazar, socou até
emperrar e tirou, com várias pontes de saliva formadas, lambi e cuspi na tora,
ele roçou em meu rosto e me fez chupar de novo.
Rodrigo meteu até emperrar, recuou e repetiu isso várias vezes, e mais
saliva vertia de mim, que já lacrimejava e fungava, então recuou até deixar um
pouco mais que a glande dentro de minha boca, e segui chupando tarada,
segurando a tora pela base e tentando atolar.
—Hmm... aaahhh, vem meu tesudo... mete pica em mim que eu estou com
fome dessa rola, anda... mete bem gostoso, daquele jeitinho! Pedi, manhosa e
surtada de tesão.
—Deita na rede! Orientou Rodrigo. Assenti e deitei, ele também se deitou,
me virou de ladinho, de frente para ele, ergueu e apoiou minha perna direita
sobre a dele, e a fez prendê-lo, depois ajustou sua tora na entrada de minha
xoxota, pincelou e meteu gostoso, em seguida puxou meu corpo junto ao dele,
segurando minhas costas, e o encaixe me fez gemer alto.
—AAAHHH... aaahhh! G-Gost-toso, assim... hmm... aaaaiii, aaahhh! Falei,
gaga, porque a metida foi certeira, lá no fundo, a tora bem grossa alargou
minha xoxota com maestria e com um leve tranco, então Rodrigo lascou um beijo
na minha boca e seguiu.
—Essa rede vai aguentar a gente né? Indagou o comedor, preocupado. Só
consegui assentir com a cabeça, porque a sensação daquela posição e como o
pauzão dele me currava, me deixou meio muda. Apoiei a mão direita em seu ombro
e gingamos gostoso.
O comedor ergueu mais um pouco minha perna direita, a qual o mantinha
preso e comandou a foda, com metidas suaves, mas profundas, me causando
arrepios ao sentir o talo de seu cacetão grosso e delicioso. Meu Deus do céu, e
é porque tínhamos apenas começado e eu já estava pirando. Eu não cansava de me
surpreender com o nível sexual de Rodrigo, não tinha dificuldade para ele,
fosse onde fosse, ele sabia transar com maestria. Era assustador...
—Aahh... d-delícia Ro-Rodrigo, p-puta que pariu! Eu sempre quis fazer
sexo na rede! Falei, gaga e ofegante, arrepiada e com o corpo em chamas de
tanto tesão, porque aquele macho bombava com uma inspiração além do normal, e
aquilo me contagiou muito mais.
—Modéstia à parte, nisso eu sou bom. Eu comia muito as mulheres do
interior na rede, bora fazer outra posição! Disse o comedor, tirando o pauzão
de minha racha. Assenti.
Rodrigo fez com que eu ficasse deitada oposta a ele, então o próprio encaixou sua rola grande e grossa na minha buceta e me fez sentar, com as pernas flexionadas enquanto as dele estavam semiflexionadas, então pirei de novo, o cacetão entrou até o talo novamente, e quem comandou as bombadas fui eu, quicando suavemente e gemendo manhosa, mas o macho acompanhou meu gingado perfeitamente depois.
Era difícil transcrever o que eu sentia, eu só conseguia
gemer e delirar, porque a penetração era diferenciada, e os estímulos vaginais
proporcionados pelo pênis avantajado de Rodrigo me deixavam aturdida de tanto
tesão, então...
—AAAIII, AAAHHHH, VOU GOZAR, ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDO, AI QUE
DELÍCIA... CARALHOOOO, AAAAIIIHHHHAAAA! Berrei e urrei, ensandecida num
orgasmo, porque o macho tinha feito um engate bem malvado nas metidas, aquele
engate que nos deixa loucas...
—Anda, não para, vem por cima! Pediu Rodrigo, e claro que fui. Ele
sabia que eu queria mais, sabia tanto que ordenou, pois já me conhecia. Eita
comedor gostoso duma porraaa.
O gozo ainda passeava pelo meu corpo, e montei no macho, com as pernas
ainda flexionadas e a coluna ereta, então ele seguiu socando e me roubando mais
gemidos altos, a rede sacudia, as metidas eram suaves por conta de estarmos
suspensos, mas eram deliciosas, eu estava presa naquele caralhão grosso,
sentindo meu mel escorrer e se misturar a seiva dele, gemendo loucamente e
suando de prazer, ofegante e ouvindo o macho respirar como um leão.
Rodrigo me deitou novamente, mas juntou minhas pernas elevadas,
deixando meus pés pressionando suavemente seu peito e abriu as pernas dele,
isso sem tirar sua tora grossa de dentro, então demos as mãos e mais uma rodada
de metidas vaginais se sucedeu. Ele gingava deliciosamente, sempre me fazendo
sentir o talo de seu pauzão e gemer alto e manhosa.
—Hmmm... que delícia Rodrigo, ai que gostoso, gostoso, gostoso! Mete,
mete, soca gostoso, humm... quero dar o cuzinho nessa rede daqui a pouco! Você
come? Hum? Come meu cu bem gostosinho nessa rede meu macho? Falei e instiguei,
indagando, Rodrigo pirou.
Após um tempo, o comedor saiu da rede e me pôs mais ou menos debruçada,
com minha bunda um pouco para fora do dormitório suspenso, o qual estava em uma
altura relativamente baixa, a cerca de dois palmos do chão, isso estando
ocupado, pois o maravilhoso tecido tinha uma ótima elasticidade. Abracei a rede
e empinei a bunda, Rodrigo pegou uma almofada e apoiou um dos joelhos, alisou
minha bunda, a beijou, posicionou seu caralhão largo e melado na entrada do meu
cu, deu aquela meladinha gostosa, marota, instigou e meteu.
Gemi gostoso e quase chorei, boa parte do pauzão deslizou, alargando
meu cu deliciosamente e me tremi toda, senti falta de ar e fiquei zonza. Meu
Deus... que rola grossa, era muito grossa. Rodrigo parou e bombou apenas o
tanto que tinha metido, segurando minhas ancas com carinho, então seguiu sem
pressa, me alisando e me deixando bem relaxada.
O vai e vem do comedor balançava levemente a rede, fazendo o pauzão
entrar mais e mais. Que delícia, ser embalada enquanto era enrabada.
—Ôôô, aaa! Cantarolou Rodrigo, e não segurei o riso, na verdade
gargalhei.
—S-Seu palhaço, vai me pôr para dormir é? Indaguei, rindo. Rodrigo riu
alto.
—Vamos mudar a posição senão você acaba dormindo! Disse o comedor,
troçando. Ri.
—Qual? Indaguei, curiosa, porque ele mostrou um ótimo domínio das
posições na rede.
—Papai e mamãe mesmo, mas vamos aumentar um pouco a altura da rede,
senão minhas costas não vão aguentar! Respondeu e sugeriu o comedor. Assenti.
Demos os nós nos punhos da rede e ela ficou mais alta. Deitei na
vertical, e Rodrigo ficou com sua virilha na altura perfeita de minhas partes
íntimas. Era como se eu estivesse sobre a mesa, então o comedor chupou
deliciosamente minha buceta e meu cu, o varando novamente em seguida, me
fazendo gritar de tesão. Agora sim ele poderia socar do jeito que eu gosto e
mereço, e assim foi feito, o macho segurou minha cintura e castigou meu
cuzinho.
—AAAIIII, AAHHHH! CARALHOOO! FODE, FODE MEU CU, FODE SEU PUTO, ISSO,
SOCA COM FORÇA PORRA! Gritei, surtada de tesão, e Rodrigo obedeceu.
“Plaft, plaft”. Rodrigo mantinha minhas pernas suspensas e metia sem
piedade, me fazendo berrar e gemer tarada, suada e trêmula. Ele deu uma rápida
pausa, com sua virilha encostada em minha bunda, e começou a bombar o talo de
sua tora suavemente, e deu outro tranco suave e prolongado, como se quisesse
entrar em mim, e gritei, tremendo mais as pernas e encolhendo os dedos dos pés,
em seguida ele recuou até quase tirar e foi até o talo de novo, então foi
repetindo isso várias vezes, respirando como uma fera indomável.
Variamos a posição. Deitei alinhada com a rede, Rodrigo montou na mesma
e manteve minhas pernas abertas, em seguida varou meu cu novamente, me fodendo
com um tesão maior que das outras vezes. Ele dava estocadas e solavancos
fortes, depois parava um pouco e ia devagar, e eu só gemia e pedia mais,
imersa, inebriada naquele gingado gostoso dele.
—Vem, vem por cima, senta com esse cu bem gostoso na rola do teu macho!
Disse Rodrigo, afastando seus cabelos para trás e com um semblante tesudíssimo.
Desatamos os nós da rede e a deixamos como estava antes, ele sentou-se com as pernas para fora da mesma, então montei em seu colo, sentando gostoso em sua tora grossa, sentei até o talo e rebolei, pus minhas pernas sobre as dele e também para fora da rede, e a cavalgada anal teve início.
Trocávamos olhares, Rodrigo
me fitava como se aquele momento fosse o último de sua vida, e estranhei, mas
segui quicando, alisando seu rosto lindo e ele o meu, ele puxou minha cabeça
pelo cangote e lascou aquele beijo na minha boca, o qual não resisti e
correspondi, gemendo e grunhindo enquanto seguia cavalgando e rebolando com sua
tora deliciosa atolada completamente no meu cu e friccionando minha xoxota em
sua virilha.
—Aaahhh... que delícia, isso... isso, assim Rodrigo, ai, hmmm... pauzão
gostoso da porra, vai meu tesudo, hmmm! Ai Rodrigo, vou gozar, vou gozar! Falei
e anunciei, sentindo o orgasmo.
—Então goza, goza bem gostoso! Disse Rodrigo, chupando meu pescoço.
—AAAIIII... AAAHHH... DELÍCIAAAA... FODE, ME FODE MEU MACHOOOO! Fode,
fode, soca, soca pelo amor de Deus Rodrigo... não para... não para meu amor...
aaaiiii, aaaahhhh! Urrei e supliquei, quase explodindo de prazer em mais um
gozo. Que macho, que comedor meu Deus.
—Isso, grita, chora, goza na rola do seu macho, do seu homem! Gostosa,
você é gostosa demais Luciana! Replicou Rodrigo, segurando meu rosto e me
encarando como... meu homem.
—V-Vai... ter mais né? Você... vai querer mais né? Diz que sim, porque
eu quero mais, eu quero você todinho, eu quero! Indaguei e desabafei, alucinada
e surtada, toda trêmula.
—O dia inteiro minha consagrada... será que você aguenta? Será que é
mulher para aguentar a tara do seu amante fixo? Eu estou explodindo de tesão
por você Luciana, e acredito que você aguenta sim! Desafiou Rodrigo. E um
estridente trovão irrompeu lá fora.
—Você... não me conhece... eu não vou arregar, porque eu vim justamente
para me acabar em cima desse caralhão hoje, então... me foda como você fode
suas amantes, porque eu SOU sua amante, e eu SOU MUITO MULHER para você!
Retruquei, e ele assentiu sorrindo.
Rodrigo me tirou de cima dele, e ficou de pé, então ordenou,
taradíssimo:
—Abre a boquinha e mama! Mama a rola que fodeu o seu cu delicioso!
—Vai gozar agora não né? Quero mais, goza agora não amor! Pedi,
manhosa, ele negou.
Segurei aquele pauzão obeso com as duas mãos pela base, fitei o comedor
enquanto o masturbava, abri a boca e fiz o vai e vem, roçando a única parte
menor daquele colosso peniano: a glande, e aquele contraste me deixava muito
mais excitada. Subi as mãos e apertei abaixo da mesma, e o picão chorou gostoso,
lambi a seiva e abocanhei, arregaçando bem o prepúcio para baixo, ouvi outro
trovão violento irromper, mas não me assustei, então mamei.
O comedor meteu boa parte em minha boca e emperrou, parou e engasguei,
mas não arredei, então ele recuou um pouco e começou a bombar suavemente, abri
a boca ao máximo, vertendo saliva, ele tirou e roçou em meu rosto, depois
enfiou de novo, sem me deixar segurar seu pauzão grosso, fechei a boca e segui
a chupada, ouvindo ele gemer aflito com o remelexo dos meus lábios e língua,
depois ele tirou e iniciou a punheta, mantendo a glande dentro da minha boca
aberta e salivante, em seguida me fez chupar de novo.
—Fique de pé... apoie-se na rede de costas! Pediu o macho, ofegante de
tesão.
—Quer... mais? Quer me foder mais Rodrigo? O comedor me fitou e o sim
dele foi percebido por sua respiração furiosa de desejo e seu pauzão ainda
duro.
Segurando a rede, de pé no meio dela, com o tronco arqueado para frente
e meu rabão guloso e arregaçado bem empinado, Rodrigo segurou minhas ancas e
varou meu cu mais uma vez, e varou com gosto, me fazendo gemer alto e rir
pedindo mais, o “plaft, plaft” era frenético, e ele sabia que eu gostava
daquela pegada selvagem, me fodia com devoção, respirando ruidosamente ao fazer
seus 20 centímetros absurdamente espessos passearem no meu ânus faminto. Ah...
ver o comedor tão tarado por mim daquele jeito me dava mais forças.
—Rebola, rebola esse rabo delicioso! Ordenou o macho, o estapeando com
força.
—Assim? Assim meu comedor? Humm... olha como eu brinco com seu pauzão
grosso no meu cu, olha! Humm... agora sou eu que vou socar ele bem gostoso!
Instiguei, taradíssima.
E assim fiz, comandei o vai e vem, rebolando e chocando minha bunda na
virilha de Rodrigo, que dava tapões estrelados em minhas nádegas, ele puxou
meus cabelos para trás e apenas deixou que eu conduzisse o ritmo. Tesão anal é
foda, quando ele vem a gente dá mesmo, louca, surtada, sem pena, pede mais e
esquece a dor, porque sabe que ela vai passar.
Rodrigo tirou a rolona do meu cu e varou minha xoxota, e dei um grito
de tesão ao sentir aquela grossura excrescente me alargando novamente. Ele
socou até o talo e parou um pouco, bombando devagar, então deu um tranco e
berrei, rebolando em seguida e aí... a xoxota deu aquela mordida feroz na tora
do macho, apertou com força mesmo. Uma bezerra perfeita.
—MEU DEUS... Senhor Jesus! Puta... que pariu! Exclamou Rodrigo, aflito.
O macho debruçou-se sobre mim e seguiu gemendo gostoso, então soltei seu
cacetão e ele seguiu.
—Humm... fiz o comedor poderoso da calça preta quase chorar de tesão agora! É isso meu amor... assim que eu gosto! Falei, e dei outra mordida na rolona dele...
CONTINUA
=============================================================
Olá queridos alunos. Espero que estejam todos bem. Hoje tem início a repostagem uma das microsséries mais importantes da minha trajetória sexual, escrita com paixão e com informações que cobrarão vossas memórias lá na frente. Essa semana vamos sem interrupções (se Deus permitir) até o final dessa aventura, que diga-se de passagem, me dá o mesmo aperto no peito que senti no dia em que ela acabou, e esse desfecho dividiu opiniões na época em que foi publicado.
Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vitórias e muito trabalho.
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Traição
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Comentários

Que tesão de conto…simplesmente excitante e tesudo…vc é a melhor Luciana…BOTO
ResponderExcluirOh meu amorzinho, muito obrigada pelo seu comentário, senti sua falta, você é um dos pouquíssimos amigos que ainda estão comigo nessa empreitada. Se todos soubessem como um comentário me deixa feliz, eu me sentiria mais motivada a postar regularmente.
ExcluirBeijos.
Mais um conto mais do mesmo! Repetitivo.Você escreve muito bem, porém são sempre as mesmas experiências e isso torna a leitura cansativa e monótona. Você tem muita experiências e diversificadas e já prometeu que ia relatar,mas fica se arrastando em contos mais do mesmo e fica num suspense para experiências mais fortes que nunca são relatadas e enquanto isso fica se alongando em textos repetitivos. Considere que isso também nos afasta do blog e de comentar porque não adianta comentar a mesma coisa toda vez.
ResponderExcluirComo é bom ler novamente seus contos. Você é uma professora maravilhosa e sensacional.
ResponderExcluirSaudação Lu Rodirgo ataca novamente
ResponderExcluir