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O gingado suave dele, sabendo que minha xoxota estava se adaptando ao seu calibre me enlouquecia e eu já arfava, totalmente entregue e confiante.
—Q-Que... delícia... meu Deus...
que delícia de pica! Sussurrei, inebriada.
—Isso, bem relaxadinha, não precisa ter medo minha consagrada, eu disse
que sabia fazer, e sua buceta é uma delícia, uma das mais gostosas que já tive
a honra de provar! Vai malvadinha, morde... morde o pau do teu comedor!
Retrucou Rodrigo, falando com a propriedade e segurança de um autêntico...
comedor de responsa, supremo, e ele sabia que era.
—M-Meu... c-comedor? Indaguei, gaga, porque aquela tora me pirava. Doía
um pouco, mas o tesão inexplicável que aquela grossura causava dentro de mim
era muito maior.
—Desculpe... se soou vulgar, perdão! Disse Rodrigo, meio acanhado, mas
sem parar de meter ao ver meu sorriso. Ele... se intitulou meu comedor, então é
porque estava gostando...
—N-Não... não... adorei... adorei, meu comedor! Mete, mete bem gostoso meu comedor, vai... meu comedor!
Falei, e contive um choro emocionado, e de tanta emoção... fiz a “bezerra” na
pirocona do macho, e vi e ouvi ele pirar ainda mais num gemido alto.
“Mordi” com gosto seu pauzão grosso.
—PUTA QUE PARIU, Senhor Jesus! Mordeu mesmo! Caralho! Exclamou Rodrigo,
que arfou e se arrepiou todo. Arregalei os olhos e ri ao ouvi-lo chamar pelo
filho do Criador. Uau... um pastor evangélico falando palavrão? Segurei o riso, mas por dentro me orgulhei de ter pirado aquele macho...
—Gostou da mordida comedor? Hum? Fala, fala para mim meu safado... ela
morde sim viu? E morde gostoso, porque está com fome! Rebati, e mais uma vez,
consegui fazer a bezerra.
Essa segunda bezerra apertou a rolona grossa de Rodrigo por longos
segundos, ele gemia surtado e se contorcia, alisando meu corpo e a ponto de
perder o controle, então soltei e ele se debruçou sobre mim, respirando como um
leão faminto, deu aquela engatada malvada e seguiu socando, ainda prudente, mas
um pouco mais forte, e delirei, gemi alto e gritei.
—Que sorte a minha... achar uma mulher que sabe fazer a bezerra! Você é
fantástica, é única! Exclamou Rodrigo, que deu aquele beijo delicioso em minha
boca e me currou com gosto.
—É... involuntário... acontece... sem querer! Falei, sincera e fiz
aquela carinha aflita, porque o comedor finalmente socou sua tora todinha
dentro de mim, deu aquela paradinha marota, e o tranco veio em seguida, ele
apenas inclinou seu cacetão um pouco e seguiu.
—Involuntário ou não... foi delicioso demais! Replicou o macho, que
engatou de jeito seu tronco de carne e bombou devagar, só que estimulou um ponto crucial, aí não deu outra...
—V-Vou gozar, vou gozar, ahhhh... estou gozando, não para, não para
Rodrigo pelo amor de Deus, soca, soca, aaahhhh... AAHHHH, AAAHHHIAAHHHH,
AAAAAA... MEU DEUS DO CÉU... SOCAAA! Anunciei e berrei, urrei ensandecida meu
segundo clímax, toda trêmula, sentindo mais um choque violento sobre mim,
porque aquele orgasmo foi diferente... e me destrambelhou toda...
Minhas pernas tremiam e o comedor seguia socando num ritmo delicioso.
Sua boca beijava meu pescoço enquanto eu quase chorava de prazer, me
contorcendo toda e gemendo com aquele gozo diferenciado, provavelmente causado
pelo calibre bem grosso de sua rola. Não sei que tipo de gozo foi aquele,
porque estimulou TODA a minha vagina de um jeito diferente.
Rodrigo empertigou-se um pouco, com seus cabelos lisos e pretos caindo sobre o rosto, mas eu podia ver seu semblante tomado de tesão fitar o meu, o qual era aflito e meio assustado, porque foi um prazer diferente sim, uma sensação inédita no sexo, foi o orgasmo mais gostoso que tive, então funguei, fechei os olhos e as lágrimas caíram pelas laterais do meu rosto, porque foi MUITO delicioso.
Ele seguiu bombando bem devagar, acompanhando os tremores do
meu corpo, agora leves, e pôs sua mão sobre meu esterno, como se me acalmasse, e foi incrível, eu fui me restabelecendo, ficando pronta para seguir deliciosamente aquela transa épica com o macho que sempre desejei.
—Qualquer elogio a você é chover no molhado! Eu não tenho vergonha alguma
de dizer... que adoraria um segundo momento com você no futuro, porque você é
uma mulher avassaladora, linda, meiga, e tem uma entrega no sexo como poucas!
Desabafou Rodrigo, que fez menção de sair, mas segurei com força seu braço, o
fitei com ternura e retruquei:
—E quem disse... que eu quero apenas esse momento? Eu... sou uma
mulher... de momentos! Não tira, não tira essa rola agora... por favor,
continua metendo bem devagarinho!
Rodrigo debruçou-se sobre mim e beijou minha boca. Suas bombadas eram exatamente da maneira que pedi, na intensidade perfeita. A experiência daquele homem era assustadora, ele enlaçava sua boca na minha e me acariciava toda enquanto socava suavemente, cessando os tremores em meu corpo.
O segundo
orgasmo ainda não tinha me cansado, mesmo tendo sido bem brabo mesmo, mas eu
queria mais, queria aproveitar cada segundo com ele. Queria que aquele momento fosse eterno...
—De quatro... agora! Ordenou o macho, me fitando com tesão. Ele sabia
que eu queria.
Quando vi sua tora literalmente coberta do nosso creme de tesão, pirei. Havia uma gota profusa a ponto de cair da glande, e não perdi tempo, abocanhei gostoso antes de atender ao pedido dele, e o macho delirou.
Segurei pela base e
caprichei na chupada, puxando para cima o excesso de nosso “requeijão” sexual e
fui sorvendo conforme mamava, avancei em um movimento só e emperrei, com o
maxilar já meio dolorido, mas sem me importar; recuei um pouco e segui mamando,
imersa e tarada, torturando o macho e ouvindo ele gemer aflito. Eu chupava e babava, deixando a saliva cair.
Fiquei de quatro e Rodrigo caiu de boca em minha xoxota, sorvendo
também nosso creme, e pirei, gemi e rebolei bem gostoso, ele deu dois tapas na
minha bunda e apertou as nádegas, em seguida se preparou, alisou minha bunda,
posicionou sua rolona bem grossa na entrada de minha buceta ensopada e apenas
deixou deslizar boa parte.
Quase vi estrelas ali, fiquei um pouco zonza, fechei minhas mãos
segurando com força a colcha da cama e as torci, gemendo alto e grunhindo, e
uma hora quase perdi a voz quando o macho começou a bombar, ainda suave, quase
tirando e metendo até onde meteu, sem pressa; ofeguei, buscando o ar e dei um
soco na cama, pirando de tesão conforme ele seguia socando e segurando firme
minhas ancas, mas... as massageando deliciosamente. Caralho, que pegada.
—Aaaiiii, aaahhh... que delícia, isso, assim! Estou totalmente preenchida...
meu Deus do céu... é gostoso demais, demais, soca, mete tudo meu comedor
tesudo, mete, mete, mete pelo amor de Deus que eu te quero todinho dentro de
mim! Supliquei, quase chorando de tesão.
Rodrigo socou o resto suavemente, e quando senti o talo de sua rolona, tive outra tontura. De quatro era diferente né, me arrepiei inteira e balancei as pernas, contraindo os dedos dos pés e os esticando, e sem exagero... o macho me fez chorar de prazer, e minhas pernas tremiam.
Não pensem que é uma rola da
grossura de uma garrafa pet, mas era sim muito grossa e ela ocupava um espaço
além da conta dentro de mim, e eu estava amando aquilo.
O comedor segurou meus pés e os massageou enquanto bombava bem gostoso e eu gemi pedindo mais.
O choro era de tesão, de paixão sim, porque eu não
deixaria aquele macho escapar, ele seria meu amante fixo, o primeiro, talvez o único,
não sei, mas seria MEU.
—Isso minha consagrada... chora, chora de prazer na rola do teu macho!
Disse Rodrigo, que após dizer isso, apoiou a perna sobre a cama, segurou meus
cabelos e os puxou para trás junto com minha cabeça. Me preparei, então ele deu
aquele tranco, e...
Meu macho? Claro que sim, meu macho delicioso... aquele sim era meu
macho...
—AAAIIII, AAAHHHH... CA-CA-CARA-CARALHOOO! AAAHHH! D-DELÍCIAAAA!
Gritei, gaga, me tremendo ainda mais, isso após longos segundos muda, me
recobrando do leve apagão que tive, porque o comedor me fez pirar com sua
estocada, mas não me machucou.
“Plaft, plaft”. Isso, desse jeito mesmo. A tora obesa de Rodrigo fazia isso dentro de mim, chocando sua virilha contra meu rabão. Sua rolona já era amiga íntima de minha xoxota ensopada, e eu sentia a seiva dela escorrer pelas minhas pernas conforme ele metia sem piedade, e que impiedade deliciosa a dele.
O macho me dominou como eu sempre sonhei, segurando e puxando meus cabelos,
estocando bem fundo, tão imerso na trepada como eu. Ai Sandra... muito obrigada
mesmo por ter insistido em me trazer, obrigada minha devassa...
—Está gostoso Luciana? Está gostando? Indagou Rodrigo, provocando e
socando.
—S-Sim, sim, sim... muito, muito mesmo, aaahhh... não para, continua,
soca com força, acaba comigo, te quero, me fode, me fode como você quiser,
porra... caralho... que delícia! Respondi, já profusamente suada, morta de um
calor sexual violento, e transtornada por ele.
Rodrigo soltou meus cabelos, debruçou-se sobre mim e envolveu meus
seios com suas mãos, deu aquela encaixadinha marota, ainda com a perna apoiada
na cama, e ali mostrou porque tinha várias mulheres, e teria mais uma, porque
eu nunca vi um macho para saber trepar tão gostoso como aquele, sem
brincadeira, ele me fazia gemer alto e gritar a cada vai e vem, e olha que esse
estrago todo era só na buceta, no anal então... ih... será que eu teria
coragem?
O comedor saiu de minha xoxota, me virei e vi mais uma vez seu caralhão
melado de nosso creme. Rodrigo mal havia suado ainda, sequer se abanava, e eu,
derretia, ofegante. Aquele cara tinha um autocontrole assustador, ia me dar uma
canseira e me fazer arregar, porque me fez gozar violentamente duas vezes, e os
resquícios do clímax ainda percorriam meu corpo, mas enquanto eu visse o tesão
brutal estampado em seu olhar... jamais arregaria...
Caí de boca no caralhão mais uma vez, sorvendo nosso creme, chupando
com devoção, mesmo com dores no maxilar por causa daquela espessura deliciosa,
mas o sangue fervia, evaporava, aquela era a trepada que sempre quis, com um
macho exalando potência. Trouxe novamente o creme com os dedos, e os chupei,
depois peguei mais um pouquinho e enfeitei a glande, e lambi, depois dei
lambidas e abocanhei, babando e grunhindo.
—Vem minha gostosa... vem passear bem gostoso agora! Pediu o macho,
subindo na cama e encostando-se na parede. Fui até ele, mas abocanhei o pauzão
de novo.
—Quero mamar mais, quero mamar! Falei, alucinada, e inclinei a cabeça,
remexendo meus lábios e torturando o comedor. Eu queria ver se ele aguentava
meu boquete caprichado.
Apertei bem a tora, pirando ainda mais ao sentir aquela grossura animal
e desci, estufando cada vez mais a boca, engasgando e engulhando, derramando
esputo e lacrimejando, fungando, com a face ruborizada, então recuei e tirei,
com várias pontes de saliva, encarei o macho e masturbei, passei o pauzão em
meu rosto, de olhos fechados, em seguida abocanhei de novo, indo até onde pude
em um movimento só, meneando os lábios e asfixiando.
—Agora sim... agora eu vou cavalgar bem gostoso! Falei, e montei nele,
acocorada.
—Que lição deliciosa hein professora! Comentou Rodrigo, e sorri
admirada.
—Como sabe que sou professora? Quer ser meu aluninho quer? Indaguei e
instiguei, alisando seu pauzão e roçando na entrada de minha xoxota.
—Eu te via entrar na escola todos os dias! Respondeu o macho. Arregalei
os olhos.
—E por que não veio falar comigo? Rebati, indagando. Rodrigo pegou
novamente minha mão esquerda e destacou meu dedo anelar esquerdo, sorrindo em
seguida. Assenti e o beijei.
É... as pessoas não podem adivinhar que vivemos um casamento de
merda...
—Morde... morde meu pau mais uma vez! Pediu o comedor, chupando meu
pescoço.
—V-Vou tentar... acontece sem querer! Falei, suspirando de tesão, então
sentei, e dei aquele gemido alto, aflito. Cada nova posição, era uma sensação
nova, sentar numa rola tão grossa como aquela era diferente, minhas pernas
tremiam e eu ofegava.
De olhos fechados, lábios contraídos e as mãos envolvendo o pescoço de Rodrigo, comecei a cavalgada, suave, subindo até quase tirar e descendo até o talo, mas devagar, sentindo aquele preenchimento vaginal além da conta. Senti nosso creme escorrendo sem parar, e ele se formava cada vez mais conforme eu passeava, então sentei ajoelhada.
Rodrigo apoiou meus pés sobre suas
coxas, alinhou seu ritmo ao meu, e mais uma vez gritei e gemi feito louca, ele
me abraçou, com seu rosto entre meus seios, e finalmente senti seus cabelos
suados e sua respiração ruidosa; beijei sua cabeça e passeei deliciosamente.
—ISSO, ISSO... morde, morde bem gostoso... meu Deus, que mulher! Gritou
e disse Rodrigo, ao sentir mais uma bezerra feita por mim, a qual apertou
furiosa seu caralhão.
—Isso comedor... geme, geme gostoso na buceta da tua fêmea seu safado!
GEME! Retruquei e gritei, soltando e mais uma vez, num acesso milagroso, repeti
a bezerra, mas um pouco depois da glande, e ali vi... o poderoso comedor da
calça preta ofegar aflito.
Troquei olhares com Rodrigo, a ponto de sangrar meu lábio inferior com uma mordida, dilatando as narinas e respirando furiosa de tesão, cavalgando e rebolando, domando aquele cacetão obeso dentro de mim, ofegante, suada, com parte dos meus cabelos molhados cobrindo o rosto.
Em nenhum momento Rodrigo
tocou meu cu, sequer o chupou, e achei aquilo estranho, porém, entendi... ele
queria provar que primeiro me faria pirar só na buceta, ou então teve receio do
meu receio de fazer anal, mas tudo bem... ele iria sim foder meu cu, é claro...
—Pula, pula bem gostoso sua safada! Pediu Rodrigo, estapeando minha
bunda. Sorri e comecei a quicar, quicar com força, quase tirando e sentando até
o talo, rebolando em seguida, da mesma forma que fiz com Levi, só que eu estava
quicando na rola de um comedor de verdade, absurdamente experiente, MUITO mais
experiente que Valdo e Cássio. Que era aquilo gente?
Aninhei minha cabeça no pescoço de Rodrigo, ainda abraçada a ele, e
comecei a beijar e lamber, arrebitei bem meu rabão e segui quicando surtada,
grunhindo e gemendo chorosa, ele massageou meus pés apoiados sobre suas coxas e
eu cavalgava rebolando, quando aquele calor já brutal, aumentou, minha
respiração disparou, ele envolveu minhas costas e me abraçou, e engatou sua
tora malvadamente, então o terceiro... ou melhor... um orgasmo múltiplo veio...
Urrei até ficar rouca, abraçada ao comedor enquanto meu corpo parecia
que ia se despedaçar, e o apertei com toda a minha força. Como descrever? Era
como se eu estivesse dando à luz; isso, a sensação foi similar a de quando tive
minha filha, ou passear de montanha russa, não sei, só sei que meu corpo tremia
mais que o normal, e eu buscava o ar desesperada.
—A...A...A...AAIII... hmmm... s-soc-socor... me... a-aju...aaahhh! foi
o que consegui TENTAR proferir, porque eu estava assustada, aquilo era inédito,
meu coração parecia que ia explodir e eu arfava, minha vagina pulsava
violentamente. Rodrigo me abraçava e ria.
—Calma... calma, você está bem, só está gozando várias vezes; é raro
acontecer, mas acontece! Replicou Rodrigo, mas eu só grunhia e gemia, aflita,
cada vez mais ofegante e trêmula, então ele fez menção de me tirar de cima
dele, me virando de ladinho, e ali tive forças para falar:
—NÃÃÃÕOO, não tira... não tira... não tira por favor, não tira, não
tira... não tira!
Não sei se consegui traduzir o que senti, me perdoem, mas foi avassalador, brutal e delicioso. Sim... o comedor poderoso da calça preta acabou comigo, eu não tinha mais forças para nada, nem para engolir a porra dele, só tremia e ofegava, mas ia recuperando o ritmo respiratório aos poucos.
Permaneci ali, zonza, revendo o filme de minha vida abraçada ao homem a quem dediquei duas masturbações intensas, e cheguei até a escrever um poema, desejando mais que tudo, tê-lo em meus braços, desejando aquele momento, e que momento. Surreal e inacreditável...
—Tudo bem? Indagou Rodrigo, dando um beijo curto em meu pescoço.
—S-Sim... es...tá! Respondi, mas... desfaleci, vi tudo escurecer... mas
antes de sucumbir ao sono, senti a cabeça do comedor se aninhando a minha,
então sorri.
Acordei de um susto, ofegante, e com uma ressaca violenta, aturdida,
olhando ao redor, sem reconhecer o lugar, e vi um homem sentado ao meu lado, apenas
trajando uma calça social preta. Semicerrei os olhos e fitei bem o sujeito,
então reconheci: era Rodrigo, e eu ainda estava em sua casa. Não sei quanto
tempo se passou, quanto tempo dormi, ou se foi só um cochilo.
—Tudo bem com você? Indagou o comedor. O fitei, incrédula, atinando aos
poucos.
—Q-Que... horas são? Indaguei, meio atordoada. Rodrigo respondeu:
—15h! Uma moça chamada Raimunda ligou várias vezes, mas claro, não
atendi!
Olhei bem para Rodrigo, sem dizer nada, ele me encarou, então avancei
nele e o abracei, abracei com força, e ele retribuiu, o apertei e indaguei,
ainda duvidosa:
—Isso não é um sonho? É verdade? Isso aconteceu mesmo?
—Não, você não está sonhando, isso é real! Disse Rodrigo. Me
desvencilhei dele, segurei seu rosto com ternura, meus olhos marejados, então
perguntei, assustada:
—O que você fez comigo? Por que gozei tanto daquele jeito? Achei que ia
morrer!
—As sensações sexuais, o que acontece com a gente... é complicado
explicar, principalmente das mulheres. Eu... fiz o sexo que sempre faço, com
tesão, desejo, e te desejei muito, acredite, mas é como eu disse... é raro
acontecer de uma mulher ter múltiplos orgasmos, e são fatores que vão além da
penetração, não foi só o meu pênis que causou isso... você estava totalmente
imersa, desejosa desse momento, relaxou, se entregou, confiou em mim, e... a
consequência veio... é o que eu chamo de causalidade! Explicou o comedor,
sereno.
—Você... gostou? Gostou de mim? Indaguei, pela primeira vez...
insegura.
—Demais... e gostaria muito... de uma segunda vez, claro... isso... se
tiver sido bom para você também, e espero que tenha sido! Respondeu Rodrigo,
sincero e mostrando humildade.
—Bom? Bom? Cara... foi a melhor transa da minha vida! Desabafei,
radiante.
—Puxa... obrigado! Fico feliz em ouvir isso! Disse o comedor, meio
ruborizado. Fofo.
—Você... não gozou né? Desculpe, acabei apagando! Comentei, acanhada.
—O seu prazer... é o meu prazer, o seu gozo é a minha prioridade, e
acho que consegui manter isso, até hoje venho seguindo essa linha! Retrucou o
comedor, e me arrepiei.
—Quer... me dar leitinho? Propus, apalpando sua tora, e ela endureceu
rapidamente.
—Você quer? Atiçou o macho, reexibindo aquele caralhão obeso e
delicioso. Assenti, mordendo o lábio inferior. —Então peça, peça! Completou
Rodrigo. Pirei...
—Dá... me dá leitinho, por favor! Quero leitinho! Rodrigo negou e se
levantou.
—Ajoelhe-se... e peça! Exigiu o macho.
Claro que obedeci, desci da cama e ajoelhei, porque ele merecia sim, me
deu a melhor transa da minha vida, e diante dele... eu me ajoelharia sim. Mordi
o lábio inferior, ergui a cabeça, com a boca aberta e apontei para dentro dela.
O safado sorriu e me pôs para mamar, e mamei com veneração aquela rolona
deliciosa, estufando a boca e engasgando, com o maxilar doído, mas de forças
renovadas, claro, não para mais uma foda, mas para receber meu manjar.
—Ainda não acredito que aguentei uma rola dessa grossura... meu Deus!
Comentei, bestificada ao sentir minha mão sequer fechar metade. Rodrigo riu e
abocanhei novamente.
—Abre... abre a boca! Pediu o comedor. Abri e ele sacudiu gostoso seu
pirocão largo, e gemeu aflito ao despejar muita porra dentro de minha boca.
Caralho... o cara gozava demais, golfadas violentas, as quais algumas
atingiram meu rosto, e era um esperma denso, como um mingau. Até nisso ele foi
uma delícia, cada pulsada do caralhão era uma leva de porra, e quase não
consegui engolir tudo, mas engoli aquele néctar adocicado e quente, passei o
dedo tirando o restinho que ficou em meu rosto e sorvi, engulhando um pouco,
mas sem vomitar. Puta que pariu... ufa.
—Gente do céu... há quantos dias você não transa? Comentei, abismada.
—Uns sete talvez! Respondeu Rodrigo, estendendo a mão para me levantar.
—Uau... tudo isso? Para quem tem muitas mulheres... é uma eternidade! Ironizei.
—Ter muitas mulheres, e eu não tenho muitas, não significa transar com
cada uma por dia, a gente tem uma vida fora das quatro paredes; trabalhamos, estudamos,
resolvemos pepinos, enfim! Retrucou Rodrigo, me abraçando e apalpando minha
bundona gulosa.
—Eu sei... só estava brincando, mas... quantas amantes você tem? Rebati
e indaguei, e dei um beijo de esquimó nele. Rodrigo sorriu maliciosamente e
repetiu a resposta anterior:
—O suficiente, nunca fui ganancioso, não tenho planos de montar um
harém!
—Não... falta nenhuma assim... sei lá... para fechar um número
cabalístico, ou arredondar um número específico, seja par ou ímpar? Aticei, me oferecendo, e o
comedor riu deliciosamente.
—É... podemos considerar a possibilidade! Rebateu, ruborizado. Que
fofo, lindo.
—Aahh... achei que tivesse lhe agradado! Rebati, manhosa e com carinha
dengosa.
—Adorei conhecer você, de verdade! Estou encantado até agora! Disse o
macho.
—Por favor, não me olhe desse jeito, não... diga nada que possa me
iludir, vamos... tentar manter nossa relação só aqui, nesse quarto! Falei, já
relutando em deixar uma sementinha de paixão que passou a existir em meu
coração, crescer ainda mais do que crescia.
—Puxa, eu não posso ter uma estima além-cama por você? Indagou. Arregalei os olhos, porque aquela réplica do comedor me deixou totalmente desarmada.
—P-Pode... eu... gostei... da maneira como você me tratou! Falei, e
naquele momento, meus olhos marejaram e abaixei minha cabeça, mas felizmente
não chorei.
—É você quem determina como vão ser as coisas daqui para a frente, a
única coisa que quero é manter esse laço... dentro do possível, claro! Explicou,
alisando minha aliança. Assenti.
Tomamos banho juntos, e nos beijamos ardentemente durante a ducha, como
se fôssemos namorados. Não rolou sexo, apenas trocas de carícias, embora seu
pauzão, mesmo estimulado pelas minhas mãos, desse sinais de querer um bis.
Depois nos enxugamos, Rodrigo foi se vestir em outro quarto enquanto eu
me vestia na alcova onde tive a mais deliciosa transa da minha vida. Realmente
aquele macho me deixou maluquinha, desde o primeiro contato até aquele combo
orgástico avassalador, mas ele era um comedor, não havia esperança de levar uma
relação extraconjugal séria; dotados não são fiéis, eles querem mais mulheres
sob suas rolonas, e eu era só mais uma, mas foda-se... contanto que não
faltasse aquele homem, aquele pauzão absurdamente grosso e delicioso para mim... eu aceitaria QUALQUER condição.
Sentei-me à beira da cama, e logo Rodrigo entrou, trajando uma camisa
azul com listras finas e douradas, com mangas dobradas até os cotovelos e uma
calça social cinza, e quando me viu vestida e comportada, sorriu e veio até
mim, tocou meu queixo e o alisou, segurei sua mão e a passei pelo meu rosto,
depois a beijei, ele acariciou minha face e passou o polegar em meus lábios, e
o mordisquei, depois dei um beijo, então nos encaramos por um bom tempo, mudos.
—V-Você... já foi casado? Indaguei, me fazendo de besta. Rodrigo assentiu.
—Já... atualmente sou viúvo... minha esposa... faleceu há dois anos!
Respondeu.
—Sinto muito... pela sua perda! Falei. Ele assentiu com um arremedo de sorriso.
—São... as fatalidades da vida, ninguém está imune a isso! Replicou
Rodrigo.
—Você... a traía? Indaguei, e ele deu um longo suspiro e me fitou
sério. —Perdão... me desculpe por ser indiscreta! Desculpe! Completei, meio
envergonhada e abaixei a cabeça.
—Sim... eu fui um marido infiel, e... colhi as consequências disso! Respondeu
Rodrigo, erguendo minha cabeça pelo queixo e dando um sorriso carregado de
angústia e remorso.
—Se um dia... você quiser... desabafar... se sentir sufocado, pode se
abrir comigo, eu... gostaria de poder aliviar um pouco a sua dor, nem que seja
um pouquinho! Falei, penalizada.
—Obrigado, mas primeiro... deixe eu lhe mostrar como aliviar a dor
do seu coração, pois é nítido que ele sangra de mágoa e rancor, assim como seu olhar! Replicou o pastor, e
o fitei surpresa.
—Eu...er... ah! Tentei falar, mas não consegui, então comecei a chorar
como criança. O pastor roludo me deu um abraço fraterno e caloroso, e
desnudou toda a minha alma:
—Ódio... rancor, ressentimentos! Livre-se disso, viva sua vida da forma que desejar, mas sem alimentar tanta cólera pelo seu marido infiel. Permita-se ser feliz de verdade, e tome a atitude que precisar tomar, porém... de alma limpa, porque o ódio só nos destrói, nos cega, e não nos deixa ver... que sempre podemos perdoar, nos perdoar, e recomeçar!
Abracei Rodrigo com força, e chorei ainda mais...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, amanhã, excepcionalmente, o final dessa história, assim como minhas considerações sobre ela e um recado muito importante. Fiquem atentos.
Beijos e tenham uma noite maravilhosa.
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Comentários

Que relato maravilhoso.
ResponderExcluirMais um conto maravilhoso da nossa professorinha…prá quem acompanha ela a muito tempo, a partir de agora seus relatos e contos serão ainda mais recheados de tara…ela é incrível…
ResponderExcluir