055 - 17/11/2018 - PARTE 2 (P.E)

               


                    Quando o comedor tem experiência, ele sabe relaxar uma mulher, só que Rodrigo se mostrava um mestre, não só um comedor experiente. Gente do céu, aquela tora deliciosa e absurdamente grossa me preenchia de uma maneira indescritível, e ele me estimulava por quase todo o corpo afim de me deixar relaxada, e me deixava. 

             O gingado suave dele, sabendo que minha xoxota estava se adaptando ao seu calibre me enlouquecia e eu já arfava, totalmente entregue e confiante.

                —Q-Que... delícia... meu Deus... que delícia de pica! Sussurrei, inebriada.

—Isso, bem relaxadinha, não precisa ter medo minha consagrada, eu disse que sabia fazer, e sua buceta é uma delícia, uma das mais gostosas que já tive a honra de provar! Vai malvadinha, morde... morde o pau do teu comedor! Retrucou Rodrigo, falando com a propriedade e segurança de um autêntico... comedor de responsa, supremo, e ele sabia que era.

—M-Meu... c-comedor? Indaguei, gaga, porque aquela tora me pirava. Doía um pouco, mas o tesão inexplicável que aquela grossura causava dentro de mim era muito maior.

—Desculpe... se soou vulgar, perdão! Disse Rodrigo, meio acanhado, mas sem parar de meter ao ver meu sorriso. Ele... se intitulou meu comedor, então é porque estava gostando...

—N-Não... não... adorei... adorei, meu comedor! Mete, mete bem gostoso meu comedor, vai... meu comedor! Falei, e contive um choro emocionado, e de tanta emoção... fiz a “bezerra” na pirocona do macho, e vi e ouvi ele pirar ainda mais num gemido alto. “Mordi” com gosto seu pauzão grosso.

PUTA QUE PARIU, Senhor Jesus! Mordeu mesmo! Caralho! Exclamou Rodrigo, que arfou e se arrepiou todo. Arregalei os olhos e ri ao ouvi-lo chamar pelo filho do Criador. Uau... um pastor evangélico falando palavrão? Segurei o riso, mas por dentro me orgulhei de ter pirado aquele macho...

—Gostou da mordida comedor? Hum? Fala, fala para mim meu safado... ela morde sim viu? E morde gostoso, porque está com fome! Rebati, e mais uma vez, consegui fazer a bezerra.

Essa segunda bezerra apertou a rolona grossa de Rodrigo por longos segundos, ele gemia surtado e se contorcia, alisando meu corpo e a ponto de perder o controle, então soltei e ele se debruçou sobre mim, respirando como um leão faminto, deu aquela engatada malvada e seguiu socando, ainda prudente, mas um pouco mais forte, e delirei, gemi alto e gritei.

—Que sorte a minha... achar uma mulher que sabe fazer a bezerra! Você é fantástica, é única! Exclamou Rodrigo, que deu aquele beijo delicioso em minha boca e me currou com gosto.

—É... involuntário... acontece... sem querer! Falei, sincera e fiz aquela carinha aflita, porque o comedor finalmente socou sua tora todinha dentro de mim, deu aquela paradinha marota, e o tranco veio em seguida, ele apenas inclinou seu cacetão um pouco e seguiu.

—Involuntário ou não... foi delicioso demais! Replicou o macho, que engatou de jeito seu tronco de carne e bombou devagar, só que estimulou um ponto crucial, aí não deu outra...

—V-Vou gozar, vou gozar, ahhhh... estou gozando, não para, não para Rodrigo pelo amor de Deus, soca, soca, aaahhhh... AAHHHH, AAAHHHIAAHHHH, AAAAAA... MEU DEUS DO CÉU... SOCAAA! Anunciei e berrei, urrei ensandecida meu segundo clímax, toda trêmula, sentindo mais um choque violento sobre mim, porque aquele orgasmo foi diferente... e me destrambelhou toda...

Minhas pernas tremiam e o comedor seguia socando num ritmo delicioso. Sua boca beijava meu pescoço enquanto eu quase chorava de prazer, me contorcendo toda e gemendo com aquele gozo diferenciado, provavelmente causado pelo calibre bem grosso de sua rola. Não sei que tipo de gozo foi aquele, porque estimulou TODA a minha vagina de um jeito diferente. 

Rodrigo empertigou-se um pouco, com seus cabelos lisos e pretos caindo sobre o rosto, mas eu podia ver seu semblante tomado de tesão fitar o meu, o qual era aflito e meio assustado, porque foi um prazer diferente sim, uma sensação inédita no sexo, foi o orgasmo mais gostoso que tive, então funguei, fechei os olhos e as lágrimas caíram pelas laterais do meu rosto, porque foi MUITO delicioso. 

Ele seguiu bombando bem devagar, acompanhando os tremores do meu corpo, agora leves, e pôs sua mão sobre meu esterno, como se me acalmasse, e foi incrível, eu fui me restabelecendo, ficando pronta para seguir deliciosamente aquela transa épica com o macho que sempre desejei.

—Qualquer elogio a você é chover no molhado! Eu não tenho vergonha alguma de dizer... que adoraria um segundo momento com você no futuro, porque você é uma mulher avassaladora, linda, meiga, e tem uma entrega no sexo como poucas! Desabafou Rodrigo, que fez menção de sair, mas segurei com força seu braço, o fitei com ternura e retruquei:

—E quem disse... que eu quero apenas esse momento? Eu... sou uma mulher... de momentos! Não tira, não tira essa rola agora... por favor, continua metendo bem devagarinho!

Rodrigo debruçou-se sobre mim e beijou minha boca. Suas bombadas eram exatamente da maneira que pedi, na intensidade perfeita. A experiência daquele homem era assustadora, ele enlaçava sua boca na minha e me acariciava toda enquanto socava suavemente, cessando os tremores em meu corpo. 

O segundo orgasmo ainda não tinha me cansado, mesmo tendo sido bem brabo mesmo, mas eu queria mais, queria aproveitar cada segundo com ele. Queria que aquele momento fosse eterno...

—De quatro... agora! Ordenou o macho, me fitando com tesão. Ele sabia que eu queria.

Quando vi sua tora literalmente coberta do nosso creme de tesão, pirei. Havia uma gota profusa a ponto de cair da glande, e não perdi tempo, abocanhei gostoso antes de atender ao pedido dele, e o macho delirou. 

Segurei pela base e caprichei na chupada, puxando para cima o excesso de nosso “requeijão” sexual e fui sorvendo conforme mamava, avancei em um movimento só e emperrei, com o maxilar já meio dolorido, mas sem me importar; recuei um pouco e segui mamando, imersa e tarada, torturando o macho e ouvindo ele gemer aflito. Eu chupava e babava, deixando a saliva cair.

Fiquei de quatro e Rodrigo caiu de boca em minha xoxota, sorvendo também nosso creme, e pirei, gemi e rebolei bem gostoso, ele deu dois tapas na minha bunda e apertou as nádegas, em seguida se preparou, alisou minha bunda, posicionou sua rolona bem grossa na entrada de minha buceta ensopada e apenas deixou deslizar boa parte.

Quase vi estrelas ali, fiquei um pouco zonza, fechei minhas mãos segurando com força a colcha da cama e as torci, gemendo alto e grunhindo, e uma hora quase perdi a voz quando o macho começou a bombar, ainda suave, quase tirando e metendo até onde meteu, sem pressa; ofeguei, buscando o ar e dei um soco na cama, pirando de tesão conforme ele seguia socando e segurando firme minhas ancas, mas... as massageando deliciosamente. Caralho, que pegada.

—Aaaiiii, aaahhh... que delícia, isso, assim! Estou totalmente preenchida... meu Deus do céu... é gostoso demais, demais, soca, mete tudo meu comedor tesudo, mete, mete, mete pelo amor de Deus que eu te quero todinho dentro de mim! Supliquei, quase chorando de tesão.

Rodrigo socou o resto suavemente, e quando senti o talo de sua rolona, tive outra tontura. De quatro era diferente né, me arrepiei inteira e balancei as pernas, contraindo os dedos dos pés e os esticando, e sem exagero... o macho me fez chorar de prazer, e minhas pernas tremiam. 

Não pensem que é uma rola da grossura de uma garrafa pet, mas era sim muito grossa e ela ocupava um espaço além da conta dentro de mim, e eu estava amando aquilo.

O comedor segurou meus pés e os massageou enquanto bombava bem gostoso e eu gemi pedindo mais. 

O choro era de tesão, de paixão sim, porque eu não deixaria aquele macho escapar, ele seria meu amante fixo, o primeiro, talvez o único, não sei, mas seria MEU.

—Isso minha consagrada... chora, chora de prazer na rola do teu macho! Disse Rodrigo, que após dizer isso, apoiou a perna sobre a cama, segurou meus cabelos e os puxou para trás junto com minha cabeça. Me preparei, então ele deu aquele tranco, e...

Meu macho? Claro que sim, meu macho delicioso... aquele sim era meu macho...

AAAIIII, AAAHHHH... CA-CA-CARA-CARALHOOO! AAAHHH! D-DELÍCIAAAA! Gritei, gaga, me tremendo ainda mais, isso após longos segundos muda, me recobrando do leve apagão que tive, porque o comedor me fez pirar com sua estocada, mas não me machucou.

“Plaft, plaft”. Isso, desse jeito mesmo. A tora obesa de Rodrigo fazia isso dentro de mim, chocando sua virilha contra meu rabão. Sua rolona já era amiga íntima de minha xoxota ensopada, e eu sentia a seiva dela escorrer pelas minhas pernas conforme ele metia sem piedade, e que impiedade deliciosa a dele.

 O macho me dominou como eu sempre sonhei, segurando e puxando meus cabelos, estocando bem fundo, tão imerso na trepada como eu. Ai Sandra... muito obrigada mesmo por ter insistido em me trazer, obrigada minha devassa...

—Está gostoso Luciana? Está gostando? Indagou Rodrigo, provocando e socando.

—S-Sim, sim, sim... muito, muito mesmo, aaahhh... não para, continua, soca com força, acaba comigo, te quero, me fode, me fode como você quiser, porra... caralho... que delícia! Respondi, já profusamente suada, morta de um calor sexual violento, e transtornada por ele.

Rodrigo soltou meus cabelos, debruçou-se sobre mim e envolveu meus seios com suas mãos, deu aquela encaixadinha marota, ainda com a perna apoiada na cama, e ali mostrou porque tinha várias mulheres, e teria mais uma, porque eu nunca vi um macho para saber trepar tão gostoso como aquele, sem brincadeira, ele me fazia gemer alto e gritar a cada vai e vem, e olha que esse estrago todo era só na buceta, no anal então... ih... será que eu teria coragem?

O comedor saiu de minha xoxota, me virei e vi mais uma vez seu caralhão melado de nosso creme. Rodrigo mal havia suado ainda, sequer se abanava, e eu, derretia, ofegante. Aquele cara tinha um autocontrole assustador, ia me dar uma canseira e me fazer arregar, porque me fez gozar violentamente duas vezes, e os resquícios do clímax ainda percorriam meu corpo, mas enquanto eu visse o tesão brutal estampado em seu olhar... jamais arregaria...

Caí de boca no caralhão mais uma vez, sorvendo nosso creme, chupando com devoção, mesmo com dores no maxilar por causa daquela espessura deliciosa, mas o sangue fervia, evaporava, aquela era a trepada que sempre quis, com um macho exalando potência. Trouxe novamente o creme com os dedos, e os chupei, depois peguei mais um pouquinho e enfeitei a glande, e lambi, depois dei lambidas e abocanhei, babando e grunhindo.

—Vem minha gostosa... vem passear bem gostoso agora! Pediu o macho, subindo na cama e encostando-se na parede. Fui até ele, mas abocanhei o pauzão de novo.

—Quero mamar mais, quero mamar! Falei, alucinada, e inclinei a cabeça, remexendo meus lábios e torturando o comedor. Eu queria ver se ele aguentava meu boquete caprichado.

Apertei bem a tora, pirando ainda mais ao sentir aquela grossura animal e desci, estufando cada vez mais a boca, engasgando e engulhando, derramando esputo e lacrimejando, fungando, com a face ruborizada, então recuei e tirei, com várias pontes de saliva, encarei o macho e masturbei, passei o pauzão em meu rosto, de olhos fechados, em seguida abocanhei de novo, indo até onde pude em um movimento só, meneando os lábios e asfixiando.

—Agora sim... agora eu vou cavalgar bem gostoso! Falei, e montei nele, acocorada.

—Que lição deliciosa hein professora! Comentou Rodrigo, e sorri admirada.

—Como sabe que sou professora? Quer ser meu aluninho quer? Indaguei e instiguei, alisando seu pauzão e roçando na entrada de minha xoxota.

—Eu te via entrar na escola todos os dias! Respondeu o macho. Arregalei os olhos.

—E por que não veio falar comigo? Rebati, indagando. Rodrigo pegou novamente minha mão esquerda e destacou meu dedo anelar esquerdo, sorrindo em seguida. Assenti e o beijei.

É... as pessoas não podem adivinhar que vivemos um casamento de merda...

—Morde... morde meu pau mais uma vez! Pediu o comedor, chupando meu pescoço.

—V-Vou tentar... acontece sem querer! Falei, suspirando de tesão, então sentei, e dei aquele gemido alto, aflito. Cada nova posição, era uma sensação nova, sentar numa rola tão grossa como aquela era diferente, minhas pernas tremiam e eu ofegava.

De olhos fechados, lábios contraídos e as mãos envolvendo o pescoço de Rodrigo, comecei a cavalgada, suave, subindo até quase tirar e descendo até o talo, mas devagar, sentindo aquele preenchimento vaginal além da conta. Senti nosso creme escorrendo sem parar, e ele se formava cada vez mais conforme eu passeava, então sentei ajoelhada. 

Rodrigo apoiou meus pés sobre suas coxas, alinhou seu ritmo ao meu, e mais uma vez gritei e gemi feito louca, ele me abraçou, com seu rosto entre meus seios, e finalmente senti seus cabelos suados e sua respiração ruidosa; beijei sua cabeça e passeei deliciosamente.

ISSO, ISSO... morde, morde bem gostoso... meu Deus, que mulher! Gritou e disse Rodrigo, ao sentir mais uma bezerra feita por mim, a qual apertou furiosa seu caralhão.

—Isso comedor... geme, geme gostoso na buceta da tua fêmea seu safado! GEME! Retruquei e gritei, soltando e mais uma vez, num acesso milagroso, repeti a bezerra, mas um pouco depois da glande, e ali vi... o poderoso comedor da calça preta ofegar aflito.

Troquei olhares com Rodrigo, a ponto de sangrar meu lábio inferior com uma mordida, dilatando as narinas e respirando furiosa de tesão, cavalgando e rebolando, domando aquele cacetão obeso dentro de mim, ofegante, suada, com parte dos meus cabelos molhados cobrindo o rosto. 

Em nenhum momento Rodrigo tocou meu cu, sequer o chupou, e achei aquilo estranho, porém, entendi... ele queria provar que primeiro me faria pirar só na buceta, ou então teve receio do meu receio de fazer anal, mas tudo bem... ele iria sim foder meu cu, é claro...

—Pula, pula bem gostoso sua safada! Pediu Rodrigo, estapeando minha bunda. Sorri e comecei a quicar, quicar com força, quase tirando e sentando até o talo, rebolando em seguida, da mesma forma que fiz com Levi, só que eu estava quicando na rola de um comedor de verdade, absurdamente experiente, MUITO mais experiente que Valdo e Cássio. Que era aquilo gente?

Aninhei minha cabeça no pescoço de Rodrigo, ainda abraçada a ele, e comecei a beijar e lamber, arrebitei bem meu rabão e segui quicando surtada, grunhindo e gemendo chorosa, ele massageou meus pés apoiados sobre suas coxas e eu cavalgava rebolando, quando aquele calor já brutal, aumentou, minha respiração disparou, ele envolveu minhas costas e me abraçou, e engatou sua tora malvadamente, então o terceiro... ou melhor... um orgasmo múltiplo veio...

Urrei até ficar rouca, abraçada ao comedor enquanto meu corpo parecia que ia se despedaçar, e o apertei com toda a minha força. Como descrever? Era como se eu estivesse dando à luz; isso, a sensação foi similar a de quando tive minha filha, ou passear de montanha russa, não sei, só sei que meu corpo tremia mais que o normal, e eu buscava o ar desesperada.

A...A...A...AAIII... hmmm... s-soc-socor... me... a-aju...aaahhh! foi o que consegui TENTAR proferir, porque eu estava assustada, aquilo era inédito, meu coração parecia que ia explodir e eu arfava, minha vagina pulsava violentamente. Rodrigo me abraçava e ria.

—Calma... calma, você está bem, só está gozando várias vezes; é raro acontecer, mas acontece! Replicou Rodrigo, mas eu só grunhia e gemia, aflita, cada vez mais ofegante e trêmula, então ele fez menção de me tirar de cima dele, me virando de ladinho, e ali tive forças para falar:

NÃÃÃÕOO, não tira... não tira... não tira por favor, não tira, não tira... não tira!

Não sei se consegui traduzir o que senti, me perdoem, mas foi avassalador, brutal e delicioso. Sim... o comedor poderoso da calça preta acabou comigo, eu não tinha mais forças para nada, nem para engolir a porra dele, só tremia e ofegava, mas ia recuperando o ritmo respiratório aos poucos.

 Permaneci ali, zonza, revendo o filme de minha vida abraçada ao homem a quem dediquei duas masturbações intensas, e cheguei até a escrever um poema, desejando mais que tudo, tê-lo em meus braços, desejando aquele momento, e que momento. Surreal e inacreditável...

—Tudo bem? Indagou Rodrigo, dando um beijo curto em meu pescoço.

—S-Sim... es...tá! Respondi, mas... desfaleci, vi tudo escurecer... mas antes de sucumbir ao sono, senti a cabeça do comedor se aninhando a minha, então sorri.

Acordei de um susto, ofegante, e com uma ressaca violenta, aturdida, olhando ao redor, sem reconhecer o lugar, e vi um homem sentado ao meu lado, apenas trajando uma calça social preta. Semicerrei os olhos e fitei bem o sujeito, então reconheci: era Rodrigo, e eu ainda estava em sua casa. Não sei quanto tempo se passou, quanto tempo dormi, ou se foi só um cochilo.

—Tudo bem com você? Indagou o comedor. O fitei, incrédula, atinando aos poucos.

—Q-Que... horas são? Indaguei, meio atordoada. Rodrigo respondeu:

—15h! Uma moça chamada Raimunda ligou várias vezes, mas claro, não atendi!

Olhei bem para Rodrigo, sem dizer nada, ele me encarou, então avancei nele e o abracei, abracei com força, e ele retribuiu, o apertei e indaguei, ainda duvidosa:

—Isso não é um sonho? É verdade? Isso aconteceu mesmo?

—Não, você não está sonhando, isso é real! Disse Rodrigo. Me desvencilhei dele, segurei seu rosto com ternura, meus olhos marejados, então perguntei, assustada:

—O que você fez comigo? Por que gozei tanto daquele jeito? Achei que ia morrer!

—As sensações sexuais, o que acontece com a gente... é complicado explicar, principalmente das mulheres. Eu... fiz o sexo que sempre faço, com tesão, desejo, e te desejei muito, acredite, mas é como eu disse... é raro acontecer de uma mulher ter múltiplos orgasmos, e são fatores que vão além da penetração, não foi só o meu pênis que causou isso... você estava totalmente imersa, desejosa desse momento, relaxou, se entregou, confiou em mim, e... a consequência veio... é o que eu chamo de causalidade! Explicou o comedor, sereno.

—Você... gostou? Gostou de mim? Indaguei, pela primeira vez... insegura.

—Demais... e gostaria muito... de uma segunda vez, claro... isso... se tiver sido bom para você também, e espero que tenha sido! Respondeu Rodrigo, sincero e mostrando humildade.

—Bom? Bom? Cara... foi a melhor transa da minha vida! Desabafei, radiante.

—Puxa... obrigado! Fico feliz em ouvir isso! Disse o comedor, meio ruborizado. Fofo.

—Você... não gozou né? Desculpe, acabei apagando! Comentei, acanhada.

—O seu prazer... é o meu prazer, o seu gozo é a minha prioridade, e acho que consegui manter isso, até hoje venho seguindo essa linha! Retrucou o comedor, e me arrepiei.

—Quer... me dar leitinho? Propus, apalpando sua tora, e ela endureceu rapidamente.  

—Você quer? Atiçou o macho, reexibindo aquele caralhão obeso e delicioso. Assenti, mordendo o lábio inferior. —Então peça, peça! Completou Rodrigo. Pirei...

—Dá... me dá leitinho, por favor! Quero leitinho! Rodrigo negou e se levantou.

—Ajoelhe-se... e peça! Exigiu o macho.

Claro que obedeci, desci da cama e ajoelhei, porque ele merecia sim, me deu a melhor transa da minha vida, e diante dele... eu me ajoelharia sim. Mordi o lábio inferior, ergui a cabeça, com a boca aberta e apontei para dentro dela. O safado sorriu e me pôs para mamar, e mamei com veneração aquela rolona deliciosa, estufando a boca e engasgando, com o maxilar doído, mas de forças renovadas, claro, não para mais uma foda, mas para receber meu manjar.

—Ainda não acredito que aguentei uma rola dessa grossura... meu Deus! Comentei, bestificada ao sentir minha mão sequer fechar metade. Rodrigo riu e abocanhei novamente.

—Abre... abre a boca! Pediu o comedor. Abri e ele sacudiu gostoso seu pirocão largo, e gemeu aflito ao despejar muita porra dentro de minha boca.

Caralho... o cara gozava demais, golfadas violentas, as quais algumas atingiram meu rosto, e era um esperma denso, como um mingau. Até nisso ele foi uma delícia, cada pulsada do caralhão era uma leva de porra, e quase não consegui engolir tudo, mas engoli aquele néctar adocicado e quente, passei o dedo tirando o restinho que ficou em meu rosto e sorvi, engulhando um pouco, mas sem vomitar. Puta que pariu... ufa.

—Gente do céu... há quantos dias você não transa? Comentei, abismada.

—Uns sete talvez! Respondeu Rodrigo, estendendo a mão para me levantar.

—Uau... tudo isso? Para quem tem muitas mulheres... é uma eternidade! Ironizei.

—Ter muitas mulheres, e eu não tenho muitas, não significa transar com cada uma por dia, a gente tem uma vida fora das quatro paredes; trabalhamos, estudamos, resolvemos pepinos, enfim! Retrucou Rodrigo, me abraçando e apalpando minha bundona gulosa.

—Eu sei... só estava brincando, mas... quantas amantes você tem? Rebati e indaguei, e dei um beijo de esquimó nele. Rodrigo sorriu maliciosamente e repetiu a resposta anterior:

—O suficiente, nunca fui ganancioso, não tenho planos de montar um harém!

—Não... falta nenhuma assim... sei lá... para fechar um número cabalístico, ou arredondar um número específico, seja par ou ímpar? Aticei, me oferecendo, e o comedor riu deliciosamente.

—É... podemos considerar a possibilidade! Rebateu, ruborizado. Que fofo, lindo.

—Aahh... achei que tivesse lhe agradado! Rebati, manhosa e com carinha dengosa.

—Adorei conhecer você, de verdade! Estou encantado até agora! Disse o macho.

—Por favor, não me olhe desse jeito, não... diga nada que possa me iludir, vamos... tentar manter nossa relação só aqui, nesse quarto! Falei, já relutando em deixar uma sementinha de paixão que passou a existir em meu coração, crescer ainda mais do que crescia.

—Puxa, eu não posso ter uma estima além-cama por você? Indagou. Arregalei os olhos, porque aquela réplica do comedor me deixou totalmente desarmada.

—P-Pode... eu... gostei... da maneira como você me tratou! Falei, e naquele momento, meus olhos marejaram e abaixei minha cabeça, mas felizmente não chorei.

—É você quem determina como vão ser as coisas daqui para a frente, a única coisa que quero é manter esse laço... dentro do possível, claro! Explicou, alisando minha aliança. Assenti.

Tomamos banho juntos, e nos beijamos ardentemente durante a ducha, como se fôssemos namorados. Não rolou sexo, apenas trocas de carícias, embora seu pauzão, mesmo estimulado pelas minhas mãos, desse sinais de querer um bis. 

Depois nos enxugamos, Rodrigo foi se vestir em outro quarto enquanto eu me vestia na alcova onde tive a mais deliciosa transa da minha vida. Realmente aquele macho me deixou maluquinha, desde o primeiro contato até aquele combo orgástico avassalador, mas ele era um comedor, não havia esperança de levar uma relação extraconjugal séria; dotados não são fiéis, eles querem mais mulheres sob suas rolonas, e eu era só mais uma, mas foda-se... contanto que não faltasse aquele homem, aquele pauzão absurdamente grosso e delicioso para mim... eu aceitaria QUALQUER condição.

Sentei-me à beira da cama, e logo Rodrigo entrou, trajando uma camisa azul com listras finas e douradas, com mangas dobradas até os cotovelos e uma calça social cinza, e quando me viu vestida e comportada, sorriu e veio até mim, tocou meu queixo e o alisou, segurei sua mão e a passei pelo meu rosto, depois a beijei, ele acariciou minha face e passou o polegar em meus lábios, e o mordisquei, depois dei um beijo, então nos encaramos por um bom tempo, mudos.

—V-Você... já foi casado? Indaguei, me fazendo de besta. Rodrigo assentiu.

—Já... atualmente sou viúvo... minha esposa... faleceu há dois anos! Respondeu.

—Sinto muito... pela sua perda! Falei. Ele assentiu com um arremedo de sorriso.

—São... as fatalidades da vida, ninguém está imune a isso! Replicou Rodrigo.

—Você... a traía? Indaguei, e ele deu um longo suspiro e me fitou sério. —Perdão... me desculpe por ser indiscreta! Desculpe! Completei, meio envergonhada e abaixei a cabeça.

—Sim... eu fui um marido infiel, e... colhi as consequências disso! Respondeu Rodrigo, erguendo minha cabeça pelo queixo e dando um sorriso carregado de angústia e remorso.

—Se um dia... você quiser... desabafar... se sentir sufocado, pode se abrir comigo, eu... gostaria de poder aliviar um pouco a sua dor, nem que seja um pouquinho! Falei, penalizada.

—Obrigado, mas primeiro... deixe eu lhe mostrar como aliviar a dor do seu coração, pois é nítido que ele sangra de mágoa e rancor, assim como seu olhar! Replicou o pastor, e o fitei surpresa.

—Eu...er... ah! Tentei falar, mas não consegui, então comecei a chorar como criança. O pastor roludo me deu um abraço fraterno e caloroso, e desnudou toda a minha alma:

—Ódio... rancor, ressentimentos! Livre-se disso, viva sua vida da forma que desejar, mas sem alimentar tanta cólera pelo seu marido infiel. Permita-se ser feliz de verdade, e tome a atitude que precisar tomar, porém... de alma limpa, porque o ódio só nos destrói, nos cega, e não nos deixa ver... que sempre podemos perdoar, nos perdoar, e recomeçar!      

Abracei Rodrigo com força, e chorei ainda mais...       

CONTINUA

============================================================

Olá queridos alunos, amanhã, excepcionalmente, o final dessa história, assim como minhas considerações sobre ela e um recado muito importante. Fiquem atentos.

Beijos e tenham uma noite maravilhosa.

Comentários

  1. Mais um conto maravilhoso da nossa professorinha…prá quem acompanha ela a muito tempo, a partir de agora seus relatos e contos serão ainda mais recheados de tara…ela é incrível…

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Por favor, mantenha o respeito com os coleguinhas de sala e a professora. Comentários com ofensas serão excluídos.