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—Que foi Luciana? Indagou
Sandra, sem entender.
—Não posso! Diga ao seu pastor
que outro dia a gente conversa. Anote aí meu número e peça para ele me ligar,
aí a gente vê e marca um encontro! Falei, desistindo, porque não queria correr
o risco de furar com o pessoal da suruba, que já contava com minha presença.
—Luciana, pelo amor de Deus, eu não tô te chamando pra transar com o
homem não, é só conhecer ele. Eu prometi que não vou atrapalhar seu
compromisso, e ele também não vai atrapalhar, já tamo quase chegando e você vai
desistir? Bora mulher, por favor! Replicou Sandra.
—Tudo bem vai, mas espere um pouco! Falei, em seguida saquei meu
celular do bolso, entrei nos dados móveis, no WhatsApp e enviei uma mensagem a
Raimunda dizendo: “talvez não dê para eu ir, aconteceu um imprevisto”. Eu
sentia... Rodrigo era ele, aquela voz, aquele tom de voz calmo, sereno e
sedutor. —Vamos! Completei. Sandra assentiu e então seguimos.
Nem sei quanto tempo passei andando com Sandra, pois eu estava nervosa
e ansiosa, mas andei bastante, então finalmente chegamos a uma casa grande, de
muro alto, com cercas elétricas, revestido com uma cerâmica cor creme, uma
calçada alta e também revestida de porcelanato, um portão enorme de alumínio do
lado esquerdo e uma rampa para a entrada do possível carro do pastor. Sandra
sacou a chave do bolso e abriu o portão, em seguida disse:
—Entre e não se preocupe, não vai demorar! Assenti e entrei na frente
dela.
Uma compacta área de serviço, um belo jardim com samambaias e outras plantas lindas e bem cuidadas, um portão preto e gradeado, o qual Sandra abriu e entramos, acessando a garagem, a qual havia um lindo carro importado na cor preta, modelo sedã. Um Corolla.
A garagem em si era linda, toda limpa, a porta
da sala estava aberta, uma porta de madeira bem envernizada e ali vi que havia
sim harmonia na decoração e um certo luxo também. Um enorme jogo de sofás na
cor cinza, TV de LED, estante de mogno bem envernizada, com um videogame já
aparentando estar em total desuso e um quarto à direita, o qual estava fechado.
Sandra deixou seus chinelos do lado de fora, fiz o mesmo e tirei minha
sapatilha, depois entramos.
Pastor né? Claro, como ter um carrão na garagem, móveis belíssimos e
revestimento cerâmico de primeira linha no chão? ROUBANDO e iludindo pessoas pobres,
sem esclarecimento, que se metem em igrejas em busca de alento e acabam dando
tudo para enriquecer pessoas como Rodrigo, que de quebra, ainda comiam a mulher
dos outros e mantinham uma devassa como Sandra ao seu dispor. Bairros pobres
como o que eu moro são o local preferido não só de traficantes, mas também de
pastores evangélicos pilantras e safados.
—Bela casa hein! Assim é mole esse ladrão vencer na vida! Comentei, já
sentindo ranço.
—O pastor Rodrigo não é ladrão, nunca foi desonesto. Ele é uma pessoa
muito boa e que ajuda muita gente! Essa casa bonita, o carro... não foi tirando
dinheiro dos pobres e enganando as pessoas, então... não julgue sem saber, por
favor! Retrucou Sandra, sentida.
—Sandra? O que houve? Tem alguém com você? Questionou a voz de Rodrigo,
vindo de algum lugar, e não havia dúvidas, a voz era IGUAL à do amigo de
Ariovaldo, igualzinha.
—Sim pastor, estou com uma surpresa! Disse a mulher, radiante, já eu...
descorada, tensa, ansiosa, temerosa e excitada, mas ao mesmo tempo... abobada e
um pouco assustada.
—Surpresa? Pois então traga essa adorável surpresa por favor! Replicou
a voz do macho, serena. Sandra me fitou e gesticulou com a cabeça para
seguirmos. Assenti.
Fomos por um corredor e vimos uma porta de quatro entreaberta. Era outra
porta de madeira, mas mais simples, porém, bem envernizada, com uma fechadura
de qualidade.
—Pronta? Indagou Sandra. Assenti, tentando controlar o tremor nas
pernas.
Quando Sandra abriu a porta do quarto e eu vi de fato Rodrigo...
arregalei os olhos, a sacola de compras que eu carregava despencou de minha mão
e uma tontura me sobreveio. Sim... diante de mim, trajando apenas uma camisa
branca de mangas curtas e uma calça social preta e sentado à beira da cama
folheando a bíblia, estava ele... o amigo de Ariovaldo. Rodrigo e ele... eram a
mesma pessoa, como eu sempre suspeitei. Por que o vigia mentiu para mim?
Meu coração disparou, ele me fitou e ergueu as sobrancelhas,
discretamente admirado, pôs sua bíblia sobre a cama e se levantou, com um lindo
sorriso, cordial, mas carregando um desejo brutal nos olhos, um olhar
diferente, interessadíssimo, me desejando sim. O olhar de um comedor, mas não
um comedor qualquer, e sim aquele que me faria morrer de tanto gozar, e o
melhor... o melhor de tudo... ele era dotado. Lindo, charmoso e pirocudo... obrigada
meu Deus...
Fiquei imóvel, estática e atônita ao vê-lo se aproximando. Ele ficou a
centímetros de mim, exalando seu delicioso e inebriante perfume lascivo, se
abaixou e pegou minha sacola de compras, a pôs sobre uma maca que havia no
canto da parede e me fitou com um olhar cordial, dando um lindo sorriso em
seguida, um sorriso de boas-vindas, sem sedução, mas me seduzindo.
—Me chamo Rodrigo... amigo de Ariovaldo e seu filho Cássio. É um dos maiores prazeres da minha vida conhecer você, e saber que é amiga deles... me deixou mais interessado ainda! Permita-me por gentileza! Disse Rodrigo, que tomou minha mão direita, e a beijou. Pirei...
—L-Luciana... o prazer... é meu! Respondi, já arfando, arrepiada. Minha
xoxota chorava.
—Não se descuidou mais com seu troco do pão? Indagou Rodrigo, sereno e
sorrindo.
—Er... n-não, não! Respondi, quase sem conseguir falar. Eu estava
aturdida.
—Seus pezinhos... são lindos! Elogiou Rodrigo, olhando para os mesmos,
fascinado.
O macho se abaixou e ficou naquela posição de pedido de casamento,
quase ajoelhado, em seguida pegou gentilmente meu pé esquerdo e o pôs sobre sua
coxa direita e o acarinhou deliciosamente, o massageou tão gostoso, que
suspirei e gemi baixinho, mais arrepiada ainda. Que homem... ele mal me reparou
direito na vida e já estava ajoelhado diante de mim.
—Er... v-você... acha é? Indaguei, atônita e toda acanhada.
—Sim! Posso... beijá-los? Pediu Rodrigo. Arregalei os olhos, o olharzinho
dele praticamente suplicava por isso, mas como negar se ele me arrepiava toda o
massageando, tocando em pontos cruciais onde eu sentia dores e as aliviava? Eu
não acreditava naquilo...
—P-Pode... pode sim... pode! Permiti, toda bobona e ainda incrédula. Ele
sorriu.
Dispneica, ofegante e com a buceta a ponto de trespassar o tecido de
minha bermuda, de tão melada que estava. Os lábios tesudos de Rodrigo beijavam
suavemente meus pés, depois davam longos cheiros e mais beijos. Puta que pariu,
eu sabia, sabia que ele era comedor, e iria me comer gostoso sem o mínimo
esforço, porque só aquele gesto já me deixou prontinha.
—O Rodrigo é tarado por pés de mulheres! Comentou Sandra. Ele a fitou
sorrindo.
—Tarado não Sandra! Esse é um termo muito forte e pode assustar a Luciana, eu apenas tenho uma admiração especial por essa parte do corpo feminino! Rebateu Rodrigo, visivelmente corado.
—T-Tudo bem, eu... entendi o contexto da palavra... "tarado", e... não me assustei! Comentei, tentando conter minha respiração ansiosa e muito, mas muito excitada com aquela carícia em meus pés.
Sempre tive um pouco de vergonha dos meus pés, pois são grandes, os dedinhos possuem uma assimetria notável, o dedão é bem comprido, enfim, puxei isso de meu pai, mas vendo e sentindo como aquele homem venerava, acariciava e os massageava, me fazendo bem... perdi a vergonha na hora...
—Adorei... suadinhos, marcados do sapato! Fantásticos, como você toda!
Disse o macho, que antes de se levantar deu mais uma fungada deliciosa e beijou
os dedinhos. Quase dei um gemido alto e meu coração disparou ainda mais. Ele se
levantou, sorrindo e me encarando. Macho lindo da porra...
—P-Por que? Por que só agora? A gente... se cruzou algumas vezes... você...
me olhava sem interesse, então... por que ficou tão interessado de repente?
Questionei, curiosa.
—Com licença por favor! Disse Rodrigo, que pegou minha mão esquerda e destacou
meu dedo anelar esquerdo. Sim... a aliança de casada. —Aqui está a resposta da
primeira pergunta, e da segunda... foi aquela suruba sem graça na casa do
Batista! Completou.
—Ah... e... foi o Ariovaldo... que falou de mim para você? Indaguei,
sabendo que não.
—Não... foi a Sandra, o Ariovaldo é muito reservado com sua vida íntima,
não costuma falar das mulheres com quem se envolve, assim como eu também não falo!
Explicou...
Fitei Sandra, e ela sorria maliciosamente, e por um instante... achei que ambos estavam mentindo, mas logo passou, na verdade eu mal podia especular nada... eu estava incrédula, bestificada daquele momento, com a cabeça à mil, mas certa de uma única coisa: eu iria dar bem gostoso para ele...
—Mulheres... você... se envolve com muitas? Indaguei, curiosa e com
mais tesão.
—Digamos que... o suficiente, mas... sempre com uma vaguinha! Respondeu
Rodrigo, que piscou rapidamente, e notei claramente que era uma indireta bem
direta para mim. Corei.
—Pastor, a Luciana tem um compromisso, só trouxe ela pra vocês se
conhecerem mesmo e... quem sabe marcar alguma coisa depois, então é coisa
rápida! Avisou Sandra.
—Ah... tudo bem! Não quero atrapalhar seu compromisso, mas... só de
vê-la por esse breve instante, já valeu demais a pena, fiquei muito feliz,
então... deixo aqui um convite para que possamos conversar um dia, um dia em
que seus olhinhos tão lindos não estiverem espantados, e sua tez delicada e
bonita estiver em sua cor natural, mas que mesmo nessa palidez... consegue ser
fascinante! Disse Rodrigo. E eu seria louca de ir embora? Que homem...
Meu celular tocou, mas nem consegui ouvir, eu não conseguia tirar meus
olhos do olhar de Rodrigo, que parecia ORDENAR que eu furasse com todos da
suruba. Ele me fitava como se dissecasse todo meu ser, me convidando a realizar
aquilo que sempre quis: estar em seus braços. Valeria a pena sacrificar o
momento que sempre desejei desde que o vi pela primeira vez, a segunda,
terceira, enfim, em troca de uma suruba? Só se eu fosse retardada né?
—É o seu, pastor? Indagou Sandra, porque meu telefone continuava
tocando.
—Não, o meu não tem esse toque, talvez seja o da adorável Luciana!
Disse Rodrigo.
—Ah... perdão gente, é o meu! Falei e tirei o telefone do bolso.
Raimunda. —O-Oi Raimunda! Completei, atendendo e fitando Rodrigo, que me
tragava para ele com seu olhar.
—Que aconteceu Luciana? Pelo amor de Deus! Indagou Raimunda. A pergunta
crucial...
Eu simplesmente não conseguia falar, só ofegava e sentia arrepios olhando o corpo de Rodrigo, que me seduzia mortalmente com seu olhar, mas ele não faria nada, porque a decisão de honrar meu compromisso ou realizar meu maior desejo... estava em minhas mãos.
Ele não queria interferir em meu livre
arbítrio, não queria arruinar meus planos já traçados. Ele continuava exalando
sua indiferença, mas de uma forma ainda mais cruel... de uma forma que me fazia
sentir obrigada a abrir mão de qualquer plano... para me entregar a ele.
—P-Passei mal mulher... acordei vomitando e sentindo muita dor,
desculpe, me perdoe, mas não vou poder ir mais! Falei, e em seguida encerrei a
ligação, com os olhos marejados.
—Por que você fez isso? Indagou Rodrigo, atônito. Sandra também estava
bestificada.
—Porque... eu quis fazer! Respondi, em seguida avancei no macho,
avancei mesmo, avancei naquela boca tesuda, ouvi o “UAU” de Sandra, o comedor
me aparou, e correspondeu o ósculo que recebia, e me deu a certeza de que tomei
a decisão certa.
Rodrigo envolveu minhas costas com suas mãos, e ali o arrepio veio violento sobre mim, porque o toque daquele macho era destruidor. Mão esquerda prendendo minha cintura, e direita segurando meu pescoço por trás, numa carícia simultânea deliciosa, sutil e que me arrepiava inteira.
Segurei sua cabeça e o beijei com mais tesão, grunhindo e respirando como uma leoa feroz e faminta, sim... faminta por ele, sedenta por ele, TARADA por ele, porque eu sim, tinha tara nele, tara no sentido real da palavra mesmo, sentido de ser uma pervertida, destrambelhada por aquele macho.
Eu não faria joguinhos, não faria cu doce só porque ele me desejava, isso é coisa de mulher vulgar, sem caráter. Eu DESEJEI aquele homem com todas as minhas forças e jamais iria desperdiçar a chance por conta de valores amorais, eu ia dar para ele e pronto, ponto final e foda-se o resto...
Que beijo, meu Deus, ele segurou minha cabeça sutilmente pela nuca e me
fez gemer alto, já chorando de emoção; agarrei aqueles cabelos lisos e ofeguei,
seguindo o embate entre nossas bocas, sem mão boba mútua, só nas carícias, e
ali eu tive a certeza que teria a melhor foda de minha vida, porque ele me fez
pirar sem sequer tocar minha bunda grande e gulosa.
—Sandra! Disse o macho, sem me soltar, a fitando sério. Me arrepiei com
o olhar dele.
—Tô indo pastor, a paz do Senhor, tchau Luciana... boa transa! Disse a
mulher, rindo maliciosamente e saindo do quarto em seguida. Olhei bem para ele
e indaguei, trêmula:
—Você... me quer? Quer mesmo? Rodrigo deu dois beijos curtos na minha
boca, em seguida nos beijamos mais um pouco. Meu Deus... aquilo era um sonho.
Obrigada Sandra...
—Me perdoe... por fazer você cancelar seu compromisso, mas eu não achei
ruim sua decisão, não mesmo, e acho que isso responde sua pergunta se eu a
quero! Respondeu Rodrigo.
—O único compromisso que assumi, foi quando disse a mim mesma que não o
deixaria escapar quando o visse novamente! Você não faz ideia de como esperei
por esse dia Rodrigo, você não imagina como eu te quero meu gostoso! Sou louca
por você, louca! Retruquei e desabafei, segurando a cabeça dele e o fitando,
com nossas testas juntas. Ele sorriu e replicou:
—Sua sinceridade me deixa cada vez mais encantado! Você é linda, linda!
Agora sim seu corno desgraçado, agora sim. A VERDADEIRA traição que você merecia estava acontecendo, e ela seria bem caprichada. A dedicação que você dava a sua piranha, eu daria àquele macho, mas JAMAIS iria menosprezar minha filha. Essa era a diferença.
Rodrigo beijou meu pescoço e o chupou
suavemente, o lambeu e me arrepiei toda, gemi alto e ofeguei, pois conforme me
beijava, suas mãos tocavam meu corpo em pontos estratégicos, e minha xoxota berrava
desesperada, chorando como nunca havia chorado antes. Puxei sua camisa para
cima pelo cós da calça e comecei a desabotoá-la, ele ajudou e em segundos se
livrou dela.
Minha nossa... que peitoral lindo ele tinha; robusto, cheio, o tórax de
um macho brutalmente viril, de um comedor supremo, os braços, fortes, com
músculos divididos e uma veia saltada em cada bíceps, a barriga não muito
sarada, dava a constatação de que aquele comedor já começava a percorrer a
estrada dos 40 anos. A idade perfeita para um amante fixo.
—Deixe-me... ir ao banheiro, é só um asseio rápido! Pedi, pois ia lavar
a xoxota.
—Se não tiver urinado ou com vontade de urinar, por favor não vá! Pediu
Rodrigo.
—Seria só um asseio! Falei e ele negou com a cabeça. —Por que?
Completei, indagando.
—Quero seu cheiro natural, o cheiro da fêmea com tesão, quero sorver
seu mel, sua seiva, seu néctar, seu manjar... seu SER! Disse o macho, que
desabotoou minha bermuda e a abaixou junto com a calcinha, SEM tirar seus olhos
dos meus. É supremo ou não é? Hein?
Deitada sobre a cama e nua, aquele homem, ainda sem estar nu, beijava e
chupava meus pés, os cheirava e massageava, me deixando totalmente relaxada. O
macho acarinhou a cava do meu pé esquerdo com seu rosto, o beijou e lambeu,
subiu com a língua até o peito do mesmo, deu uma mordiscada gostosa enquanto
seguia massageando o meio com os polegares, depois subiu sua boca e chupou os
dedinhos. Fez isso nos dois pés, e gemi alto, me contorcendo.
Dos pés, Rodrigo veio para minha boca, e a beijou deliciosamente,
alisando meu corpo, e ainda sem tocar minhas partes íntimas, só para mostrar
que sabia pirar uma mulher sem ir direto a sua genitália, em seguida ele desceu
para meu pescoço, o lambeu, beijou e chupou, chupou o lóbulo de minha orelha e
me contorci mais, encolhendo os dedos dos pés, toda trêmula e gemendo aflita,
em seguida apalpou meus seios e dedilhou os mamilos tesos, e trocamos olhares,
eu arfava, então ele lambeu o mamilo esquerdo e o chupou delicadamente.
—AAAHHHH, AAHH, HMMM, QUE DELÍCIAA! Gritei, porque fui à loucura.
Rodrigo foi descendo, beijando meu abdome e parou em meu ventre, onde
deu uma fungada matadora, alisando e massageando minhas ancas. Ele queria me
matar é? Senti minha buceta pulsar, e o mel escorreu mais, os arrepios vieram fortes
e finalmente, Rodrigo elevou minhas pernas abertas e caiu de boca em minha
vagina... vi estrelas por uns instantes, sério.
—Isso... que gosto maravilhoso, é esse o cheiro que eu amo! Sussurrou o
macho. O fitei e vi nitidamente seus lábios, um pouco distantes de minha
xoxota, com fininhas pontes da minha seiva. Não é exagero gente, juro por Deus,
meu nível de excitação ali estava altíssimo MESMO.
Rodrigo lambia e beijava ao mesmo tempo a parte externa de minha buceta
já inchada de tesão. Ele passou a língua por dentro dela e extraiu mais de meu
mel quente, a abarcou com seus lábios e aplicou seu oral assassino, tive um
choque, seguido de uma leve cãibra nas pernas, arfei e apertei meus seios, me
contorcendo e fazendo o vai e vem com meu quadril, a língua do macho me
penetrou e seu lábio superior roçou deliciosamente em meu clitóris, então ele
fez o vai e vem, sugando meu vigor, e alisando meu ventre e cintura... não deu
outra...
—AAHHH... CARALHO... VOU GOZAR, VOU GOZAR, vou gozar, vou gozar...
porra... estou gozando, me chupa, não para, não para... aaAAAHHHH... caralho...
meu Deus...! Urrei e literalmente chorei ao ter um orgasmo brutal, que quase
colapsou meu ser por inteiro.
Atochei a cabeça do comedor em minha xoxota e me contorci, ainda
gozando como uma louca, e ali senti o drama, porque Rodrigo não parava de me
chupar, seguia o mesmo ritmo. Eu ofegava, segurando e apertando a colcha da
cama box daquele quarto, em seguida dei um soco com força sobre o colchão,
louca, surtada de tesão, quer dizer, mais louca e surtada de tesão...
Rodrigo saiu de minha xoxota, me fitando, e vi boa parte de seu rosto
lambuzado. Ele lambeu em volta dos lábios, respirando normalmente, o fitei com
sangue nos olhos, quando finalmente reparei em seu pacotão, e era um PUTA pacotão,
me empertiguei e avancei em sua calça, apertei e senti a dureza do provável
maior pau que eu veria na vida, então comecei a desafivelar seu cinto, porém...
ele me impediu. O fitei, sem entender e o macho disse:
—Eu não vou tirar essa calça, meu membro passa tranquilamente pela
braguilha!
—Uau... um comedor com estilo próprio! Você só transa de calça? Comentei,
admirada.
—Sim... não gosto de ficar totalmente nu! É uma mania minha! Replicou.
—Er... tudo bem, espero que aguente o calor! Falei, rindo. Rodrigo
sorriu lindamente.
—São mais de 20 anos transando assim, às vezes sinto frio! Brincou o
comedor, e ri alto.
—Adorei seu estilo sabia? Você é diferente, e eu gosto disso! comentei,
apalpando seu caralhão embrulhado. —Humm... parece que o brinquedo aqui não é
para qualquer uma! Completei, porque o calibre que senti ali, só no toque, era
brabo hein...
Baixei o zíper, meti a mão por dentro e senti a dureza na cueca, cacei
o cós da mesma, mas senti dificuldade em liberar o pau, então Rodrigo tirou
gentilmente minha mão e disse:
—Eu tenho mais prática, depois te ensino o jeitinho! Dito isso ele
puxou seu pauzão em segundos e o pôs para fora. Meu Deus do céu... eu queria
ver no espelho a cara que fiz...
20 centímetros depilados, levemente curvados para cima, veias finas e
salientes, uma mais grossa da base até abaixo de um prepúcio que cobria
parcialmente uma glande rosadinha, menor que o resto, a qual ele expôs e achei
linda, e com bolas médias e firmes, mas o que me deixou em estado de choque e
total descrença... foi a grossura daquele pênis. Usando uma analogia meio
tosca, mas didática e funcional, aquele membro tinha uma circunferência próxima
a de uma lata de refrigerante de 350ml. Era MUITO grosso mesmo. Gente... aquilo
tudo no cu...
—Meu... Deus... é muito... grosso! Suas mulheres... aguentam tudo isso?
Comentei e indaguei, bestificada, amedrontada, porém... minha buceta IMPLORAVA
por aquele pauzão. Rodrigo assentiu, e achei tão fofo... ele corou, enrubesceu
lindamente ao ouvir minha pergunta.
—Calma, não tenha medo... eu não vou te machucar, jamais! Disse o
macho.
—Um pau grande e dessa grossura... vai sim machucar um pouco, mas... eu
me acostumo com ele, vou me acostumar sim! Comentei, porque aquele desafio me
deixou ainda mais tarada, segurei e vi minha mão sequer fechar metade daquela
espessura, espessura essa que era quase o DOBRO da do pirocão de Cássio.
Espere... o dobro... não... aquele homem, ele...
—Algum problema? Você parece assustada. Não precisa ter medo, eu sei
usar meu pênis! Disse Rodrigo, com uma percepção incrível de minha linguagem
corporal bestificada.
—Abençoado... é você... você... é o Abençoado? Comentei e indaguei,
estarrecida.
—Hã? Não entendi minha consagrada! Disse Rodrigo, realmente sem
entender.
—É... ela estava te procurando, procurando o Abençoado, então... é você,
é você! Falei, aflita, e na hora me deu até um branco e não lembrei o nome da
Pequena Notável, Stefhany.
—Me desculpe, mas não estou compreendendo onde você quer chegar com
essa abordagem; pode por favor ser mais clara? Isso vai acabar quebrando nosso
clima; o que você quer dizer exatamente com “Abençoado”? Se for por causa do
calibre do meu pênis, fico lisonjeado, mas existem homens com pintos até
maiores, não sei, porém, se for no sentido literal da palavra, me considero sim
um homem abençoado, porque recebo a graça de Deus todos os dias, essa graça é a
vida, e você também é uma pessoa abençoada! Retrucou e explicou Rodrigo.
—T-Tudo bem... me perdoe. Não, não quebra o clima, esquece, falei
merda, pensei alto e falei merda! Desculpe, tudo bem? Hein meu gostoso?
Repliquei, voltando a mim e dando um abraço naquele macho delicioso e beijando
seu peitoral, depois o fitei. Porra, que mancada...
—Calma... você não falou merda, só... algo meio sem sentido! Agora...
dê seu lindo sorriso para mim! Disse o comedor, alisando meu rosto. Sorri é
claro, claro que sorri. —Isso, que boca linda, e beijo delicioso ela me
proporcionou! Completou o macho, instigante.
—Ela sabe fazer outra coisa além de beijar! Quer ver? Ou melhor... quer
sentir? Repliquei e aticei. Rodrigo apenas sorriu e me abaixou, me aprumei de
quatro na cama e...
Passar da pequena cabeça foi fácil e delicioso, mas não era tão pequena
assim, e esse fator favoreceu meu boquete, mesmo estufando bem a boca com
aquela grossura absurda. Tirei o pauzão da boca e o masturbei, ainda
impressionada, beijei abaixo da cabecinha, outro beijo na base, passei o membro
em meu rosto e abocanhei a glande rapidamente, chupando só ela, em seguida
avancei, meneei a cabeça e estufei a boca de novo, tossi, cerrei os olhos e
avancei, emperrando bem antes da metade, engasguei e tirei, arfando, fitei o
comedor e sorri, depois abocanhei de novo, ele segurou meus cabelos e bombou
suavemente, meneei meus lábios e consegui avançar mais um pouco, chegando ao
limite... longe da metade, depois tirei, arfante.
—Nossa... não pare, que boca deliciosa! Gostosa! Disse o comedor,
extasiado.
—Humm... ele está chorando, que foi meu gostoso? Aticei, ao apertar
abaixo da glande e ver a seiva profusa de tesão verter. Lambi e encarei
Rodrigo, com a ponte formada, e sorvi.
Pus a cabeça em minha boca aberta e rocei, masturbando e pirando ao ver
minha mão padecendo em fechar ao menos metade daquela espessura animal, dei uma
bocada só e engasguei, abri mais a boca e fui, parei e deixei o esputo
escorrer, já lacrimejando, mas bombando suavemente, Rodrigo gemia e alisava
minha bunda, depois deu um tapa delicioso nela. Ele bateu depois segurou minhas
nádegas e as sacudiu numa massagem deliciosa enquanto eu mamava aquela rolona,
a mais grossa da minha vida até o momento.
Tirei o pauzão da boca, com quatro pontes espessas de saliva formadas, ofegante e punhetando, cuspi na tora e masturbei, segurei com as duas mãos, dei aquele sorriso de mulher realizada com seu comedor supremo e lambi a ponta da glande, beijei, apertei e mais seiva verteu.
O tesão do macho estava no pico,
massageei mais um pouco e apertei de novo, e o picão chorou mais, então passei
a língua por aquele néctar e sorvi, depois abocanhei a glande e segui o boquete,
empurrando o prepúcio com meus lábios e ouvindo o gemido do macho, inclinei a
cabeça para o lado e fiz o sobe desce com a boca, relaxando e prendendo o
membro, avançando um pouco e parando, remexendo meus lábios, aí o comedor se
arrepiou.
—Puta que pariu... não pare, que delícia meu Deus! Sussurrou Rodrigo,
arfando de tesão. Olhei para ele, que respirava ruidosamente, com um semblante
de prazer genuíno.
Tirei a tora da boca, toda babada e a passei em meu rosto,
acarinhando-o e massageando, já totalmente devota àquele caralhudo, e o pulsar
violento de minha xoxota ensopada era o sinal de que a hora de saber se
aguentaria aquela grossura toda chegara.
—Vem... me fode gostoso! Falei, me deitando em posição dorsal e abrindo
as pernas.
Rodrigo me puxou para a beira da cama, descendo da mesma, deu um beijo
delicioso em minha vagina e a lambeu de baixo para cima, me fazendo gemer
aflita, depois pincelou a glande de sua rolona, esfregou no clitóris, fez um
vai e vem malvado, me fitando com tara e então meteu... mas... fiquei um pouco
tensa, pus a mão e o impedi de meter o resto. Tive medo, mesmo troncha de tesão... tive medo.
—Calma... relaxe, eu não vou te machucar, prometo! Disse Rodrigo,
alisando meu ventre e massageando minha cintura enquanto bombava só a glande.
Pirei com aquele toque.
—S-Sim! Falei, meio com medo daquela espessura. Rodrigo assentiu e
meteu mais um pouco, e não deixou o resto deslizar, gemi alto e me tremi ao
sentir a grossura me alargar, minhas pernas tremeram mais e me arrepiei, estava
preenchida muito além da conta. Gente do céu... era muito grosso.
—Isso... relaxe, relaxe que eu sei usar meu filhote, confie em mim! Disse o comedor, seguro.
Rodrigo começou a estimular suavemente meu clitóris com o polegar direito enquanto alisava meu ventre com a mão esquerda, mantendo o ritmo do pouquinho que tinha me penetrado, sem avançar, sem afobação nenhuma; aí eu pirei, senti o poder de um macho supremo na cama e comecei de fato a relaxar, sentir confiança na promessa dele de não me machucar, remexi meu quadril e fiz o picão entrar mais um pouco, me alargando mais, e me levando ao delírio. Era um estímulo vaginal diferenciado...
Ele parou por um instante, continuou me acariciando e nos encaramos, e o olhar dele me transmitiu uma segurança arrepiante ao passo que suas carícias seguiam me relaxando, depois quase debruçou-se e deu uma gingada DELICIOSA, sem tirar seus olhos dos meus, gingou mais um pouquinho e ofeguei de tesão, entendendo claramente o que ele quis dizer com aquele gestual: que eu poderia entregar meu corpo sem qualquer temor... pois ele seria muito bem tratado... que homem...
Já absolutamente confiante, enlacei o macho com minhas pernas e apenas o trouxe para mais perto, e aquela tora absurdamente grossa me invadiu mais um pouquinho, me arrepiei, e então sorri...
CONTINUA
Boquete
Corno
Dotado
Drama
Fetiches
Heterossexual
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Traição
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Comentários

Postagem do caramba...Faz postagem dupla.., sensacional minha gostosa....
ResponderExcluirMais um conto maravilhoso e recheado de muita tara e tesão…a partir de agora a Lu vai nos proporcionar seus melhores contos…é só esperar prá ver…
ResponderExcluirConto sensacional. Professora linda e bela.
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