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—Acalme-se! Eu sei... eu senti sua angústia, eu senti a sua dor
quando lhe devolvi o troco do pão que você deixou cair naquele dia, senti a sua
dor quando você entrou aqui, mas... perdoe... perdoe... senão você vai adoecer,
senão não vai desfrutar tudo o que a vida ainda tem para lhe oferecer, senão...
você não vai poder amar sua filha como ela precisa, e ver... como ela também a
ama! Replicou o macho, quer dizer... Rodrigo, porque ali não era mais meu
amante, e sim um homem, que assim como teve empatia por Clécio, também tinha
por mim.
Como ele sabia que eu tinha uma filha? Enfim... na hora nem pensei nessa questão, porque as palavras dele atingiam de forma certeira minha alma...
—É difícil Rodrigo... n-não consigo! Me ajude! Pedi, sem parar de
chorar.
—Eu sei minha consagrada, eu sei, então comece assim: parando de odiar,
parando de nutrir sentimentos negativos pelo seu marido, parando de desejar o
mal a ele, de traí-lo movida pelo sentimento de vingança e imaginando o
sofrimento que ele lhe causou, sendo despejado sobre ele... porque agora você
tem algo muito mais valioso para preservar do que um casamento falido... e esse
algo... é o fruto dele! Retrucou o homem, e me arrepiei de novo.
—V-Você... valoriza a família né... isso... é tão lindo! Comentei,
soluçando e chorando.
—Eu sempre valorizei, só não valorizei meu casamento, mas enfim, casamentos
vêm e vão, porém, o que eles deixam, e quando deixam, no caso os filhos... esses
nunca se vão, e o amor entre um casal pode sim acabar, ou nunca ter existido de
fato, mas... são os filhos que nos ensinam a amar de verdade, mas para
aprendermos realmente a amar, primeiro precisamos aprender a não odiar! Explanou
Rodrigo. Meu Deus... que homem extraordinário aquele...
—E... seus filhos... eles... não vivem com você? Perguntei, porque não
os vi.
—A mais velha... mora nos Estados Unidos, e o mais novo... com meus
sogros, porque fiquei muito arrasado quando minha mulher... morreu! Olha... não
gostaria de falar sobre isso, eu... me preocupo mais com você, quero que você
seja feliz, viva feliz, superando as dificuldades com amor... e dando amor a
sua filha, mas sem cultivar rancor e ressentimento! Respondeu e desconversou Rodrigo.
A dor era visível no olhar daquele homem, um remorso que o arrebentava por dentro, mas ao passo que ele expressava esse sentimento olhando para mim, também expressava um desejo de me ver bem, e aquilo me deixou muito impactada. Vi em Rodrigo um refúgio, mesmo errada, mesmo errando.
—Tudo bem... eu... agradeço muito pelas suas palavras, muito mesmo!
Você é um homem maravilhoso, e... sei que também sofre... mas... se preocupa
mais em aliviar a dor dos outros, consegue ver valor nas pessoas... mesmo em um
traste como meu marido, e... eu vou sim seguir seu conselho, vou parar de
odiar, parar de me vingar... eu prometo! Repliquei.
—Só... não me deixe muito tempo com saudade! Rebateu Rodrigo, sorrindo
sapeca.
—Ah... seu bobo... isso nunca, eu te quero, quero muito, já estou
sentindo saudades, porque foi muito gostoso! Retruquei, ruborizada e sorrindo,
em seguida abaixei a cabeça.
—Ei... sorria de novo para mim! Pediu o pastor, levantando minha cabeça
pelo queixo. O fitei e sorri, meio envergonhada, mas sorri sincera. —Isso, dê um
lindo sorriso, agora sim, você absorveu bem o que eu disse! Completou,
contente.
—Você... gosta do meu sorriso? Indaguei, toda bobona.
—Sim... ele é lindo e me transmite paz! Respondeu, e segui sorrindo.
—Posso... te perguntar uma coisa? Indaguei. Ele replicou, troçando.
—Você já perguntou, e perguntou errado, então a resposta é não!
—Oh Rodrigo... não me tire de tempo! Repliquei, manhosa. Ele riu alto e
falou:
—Pode perguntar, só não pergunte sobre minha esposa, isso ainda me dói
muito!
—Você... ficou com a Daiane? Transou com ela? Indaguei, e o macho me
fitou surpreso.
—Ah... então você esteve na casa do Batista até a minha chegada, não é? Questionou.
—Fiquei trancada no quarto
porque o Clécio se descontrolou quando soube do que o tal Miguel fez com a
Daiane e... eu tive medo! Falei, mencionando o advogado de propósito.
—Entendo... é... olha... o
Miguel é um homem controverso em algumas de suas atitudes, eu... discordei e
discordo do que ele fez, não aprovo, mas... por outro lado... o Clécio mereceu,
porque ele sempre foi um machista safado que vivia podando os sonhos da
Daiane, dando uma de maridão exemplar na frente dela e dos outros, e não honrou
sua palavra com o Miguel, e a palavra de um homem é muito importante; o Miguel,
na amizade, abriu mão dos honorários, só que o Clécio fez questão de pagar, mas
não pagou! O Batista gravou toda a reação hipócrita dele e espalhou entre nós, e
o Clécio estava realmente a ponto de fazer uma besteira grande, aí eu não tive
outra alternativa a não ser intervir! Explicou Rodrigo. Humm... espertinho.
—E a Daiane? Comeu ou não comeu? Questionei e o pastor riu alto, me fitando depois.
—Não! Respondeu Rodrigo, enrubescido e contendo um riso cínico.
Gargalhei.
—Mentiroso! Comeu sim... não precisa mentir para mim meu tesudo!
Rebati.
—Saber se transei ou não com ela... afeta seu interesse por mim?
Rebateu o macho.
—Nem um pouco... eu sei que você é um cafajeste! Devolvi. Ele ergueu as
sobrancelhas.
—Já fui... agora estou quieto, quero sossego! Respondeu Rodrigo. Ri da
cara de pau dele.
—Comeu mulher casada é cafajeste meu querido! Retruquei, e ele
gargalhou, tentou ficar sério, contraiu os lábios, enrubesceu, me fitou e riu
de novo, e acabei rindo. Nos abraçamos.
—Você tem um carisma impressionante, foi uma honra lhe conhecer! Disse
o pastor.
—É? E eu te homenageei com duas siriricas sabia? Repliquei, e ele me
fitou surpreso.
—Nossa... o que dizer diante disso? Obrigado né! falou, enrubescido.
Lindo, gostoso...
—Se eu tivesse mais um pouquinho de energia... transaria de novo, mas
você foi tão malvadinho comigo... me deixou toda molinha! Instiguei, apalpando
sua rolona, e ela reviveu...
—Então... você continua aqui... vestida desse jeito, descalça, e eu...
posso acabar ignorando seu cansaço... e lhe tomando de novo, então... sugiro
que descanse para a próxima vez! Rebateu Rodrigo, alisando minha coxa e a
apertando, olhando para os meus pés.
—P-Próxima vez? Você... me quer de novo? Questionei, insegura e sem acreditar.
—De minha parte... desejo sim uma próxima vez! Disse o macho, e sorri, toda derretida.
—Sabe o que eu vou te dar na próxima vez? Instiguei, e o macho sorriu
sapeca.
—Adoraria saber! Replicou, se abaixando e tomando meu pé esquerdo, o
beijando.
—Vem cá que eu quero dizer no seu ouvido! Rebati, o erguendo. Ele se
aproximou, beijei sua boca, seu pescoço e lambi sua orelha, o arrepiando. —Vou
te dar o meu cu, só o cu! Você quer? Completei, Sussurrando. Rodrigo me fitou
com um sorriso bem devasso e assentiu.
—Depois eu é que sou o malvadinho? Rebateu o macho, e ri alto. Não
imaginei que teríamos essa intimidade assim tão rápido. Aquilo só provava que
ele era mesmo supremo...
—Quem faz o que você fez em uma mulher meu querido... merece esse
prêmio! Rebati, e o levantei, então enlaçamos nossas bocas de novo, em um
ósculo carregado de tesão.
—Bem...fica combinado assim então, aqui está meu número, e quando
quiser um novo encontro, é só ligar ou mandar mensagem, agora tenho que ver
algo para comer, porque a Sandra se foi e daqui a pouco vou receber uns fiéis para
a oração da tarde! Explicou o pastor.
—Você tem um equilíbrio bem firme de sua vida! Comentei, admirada...
—É minha consagrada, eu não sou um promíscuo, esse título de pastor que
tenho não é uma máscara para encobrir minha vida sexual; eu levo uma vida
normal, cumpro meus deveres de cidadão e pratico minha fé, mas... também vivo
minha sexualidade sem culpa, sem essa... autopenitencia, mesmo... tendo sido
infiel como fui, mas... convicto de que o sexo não é algo diabólico, e... ao
mesmo tempo convicto de minha fé e obrigação como servo de Deus, que é...
mostrar um caminho menos doloroso para as pessoas! Explicou. Assenti, atenta...
—É meio contraditório, mas... tudo bem, quem sou eu para julgar?
Comentei.
—Eu entendo perfeitamente sua confusão! Você viu uma mulher casada
transando comigo, você é casada e transou comigo, e isso fere um dos
mandamentos de Deus, então é natural que veja uma certa hipocrisia nas minhas
atitudes como pastor quando digo que vou orar com meus fiéis, mas eu sei
separar bem as coisas, nunca assediei e nem abusei de nenhuma mulher de minha
igreja, então... eu não posso simplesmente viver uma vida plena de luxúria em
detrimento daqueles que vêm até a minha porta pedindo socorro espiritual, e
muitos deles estão tão imersos em suas angústias, que acabam perdendo a fé, e é
nessa hora que eu... apenas mostro o quão importantes eles são para Deus, e
para aqueles que os amam! Revelou. Assenti.
—Mas... e a Sandra? Ela não é uma fiel de sua igreja? Indaguei, e Rodrigo sorriu sapeca.
—Conheci Sandra ANTES de ela se converter a minha igreja, e... ela acabou se convertendo para ver se acabava com a fama de... mulher "mal falada" que tinha, o que não adiantou muito no início, mas... conforme ela ia se engajando... começou a mudar algumas coisas em seus hábitos e maneira de ver o mundo; casou-se, claro, é infiel, mas o ponto em questão é: Sandra agora consegue equilibrar sua vida, não é mais refém da libertinagem sem freio como era antes! Explicou Rodrigo, meio sem jeito.
—É... eu percebi quando chegamos aqui... que ela o respeita e admira muito! Comentei.
—Sandra é uma pessoa muito boa, me ajuda dentro de suas possibilidades, e foi no momento mais doloroso de minha vida que... eu percebi que ela de fato se converteu porque queria mudar, queria ser uma pessoa diferente, queria ser respeitada e queria se respeitar! Replicou, e me arrepiei.
—Entendo, mas... você mencionou que tinha de ver algo para comer antes da oração! Não tem comida pronta? Você não almoçou? Comentei e indaguei, preocupada.
—Ah... é só... um lanche né, já está tarde; eu... faço uns ovos
mexidos, como com pão e está tudo certo, mais tarde vou ao Barbosa e janto, não
se preocupe! Disse o pastor, acanhado.
—Quer... que eu faça alguma coisa rápida? Propus. Rodrigo arregalou os
olhos.
—N-Não, não, imagine... não precisa, eu... nem estou com tanta fome
assim, acho que nem vou lanchar, só jantar mesmo no Barbosa! Disse o macho, em
forma de tomate humano.
—Eu posso fazer, você vive sozinho, não deve saber cozinhar, talvez nem
um ovo saiba fritar, mas enfim... você que sabe! Repliquei e me levantei.
Rodrigo sorriu acanhado.
—Só não acho justo, você está cansada, teve uma descarga de energia
maior que a minha, precisa descansar, e outra... deve estar com mais fome que
eu! Retrucou o pastor.
—Por isso me ofereci para fazer a comida seu bobo, porque você acabou
com minhas forças e me deixou faminta! Retruquei. Rodrigo sorriu, olhou seu
graúdo relógio e comentou:
—Tudo bem, desculpe! A oração é às 17h, são 16h10, então... acho que dá
tempo!
—O que você gosta de comer? Indaguei, mordendo o lábio inferior.
—Fora você? Bem... o que tiver! Replicou o pastor, e dei risada, depois
nos beijamos.
Preparei uma maionese, um arroz com ervilhas, fritei um peito de frango
que havia na geladeira dele e por fim, fiz uma salada. Após uma oração de
agradecimento, almoçamos às 16h40, e Rodrigo comia com uma satisfação indizível
no olhar. Tadinho... seja lá o que tiver causado a trágica ruptura de seu
casamento... aquele almoço trouxe lembranças boas a ele.
—E aí? Espero que você tenha gostado! Indaguei e comentei, após
terminarmos.
—Faz tempo que eu não comia uma comida tão gostosa assim, muito tempo
mesmo! Parabéns! Respondeu e comentou Rodrigo, meio consternado. Pobrezinho...
—Obrigada, fiz o que pude com o que tinha, fico feliz que tenha
gostado! Repliquei.
—E fez milagre, porque não tinha quase nada, você até usou as coisas
que comprou. Eu... como fora todos os dias, mas às vezes minha cunhada vem e...
deixa comida pronta para uns três dias, então eu só esquento no micro-ondas, e
assim vamos levando, vivendo cada dia, agradecendo a Deus pela vida, e por mais
um dia de vida! Comentou Rodrigo, resignado.
—Bem... eu... adorei de verdade esse dia, ainda não caiu a ficha sabe,
é difícil os desejos das pessoas se realizarem, mas... agradeço a Deus até por
isso, porque eu quis muito me encontrar com você, desejei muito te tocar e te
sentir! Desabafei, segurando a mão de Rodrigo.
—Desejos sempre se realizam minha consagrada, sejam bons ou ruins. Não
sei se foi Deus que me pôs em seu caminho, ou você no meu, acredito mais... na
causalidade, mas enfim... para mim, também foi um dia mais que especial, porque
você é uma mulher surpreendente, tem uma aura boa, uma simplicidade sincera e...
um lindo sorriso! Replicou o pastor, sorrindo lindamente...
—Causalidade? Isso soou meio cético vindo de um religioso! Comentei, e Rodrigo deu risada.
—A causalidade é a consequência do livre arbítrio que Deus nos deu, eu... prego isso aos meus fiéis, eu os ensino a entenderem sua fé e não terem fé simplesmente por ter! Replicou o pastor, e sorri...
Me despedi de Rodrigo e fui para casa. Eram 16h55, e vi várias pessoas,
com indumentárias típicas de evangélicos passando por mim. Idosas e idosos,
alguns jovens e adultos também. Contei umas 10 pessoas de faixas etárias
distintas. Olhei para trás e vi o grupo sendo recepcionado pelo pastor, que
cumprimentou um por um, sorrindo com amabilidade e ouvindo atentamente o que
cada rosto, na maioria, carregado de dor e sofrimento contava, e o dele, com igual dor... os acolhia...
Senti vontade de voltar e ouvir o que ele diria àquelas pessoas, mas
segui meu caminho, sentindo os efeitos daquela transa alucinante e que quase
arrancou minha alma do meu corpo, de tão avassaladora que foi. Minha xoxota
estava dolorida, mas iria se adaptar àquele calibre de pica, estava adaptada ao
de Ariovaldo e Cássio, mas uma coisa me deixou assustada e encucada: se Rodrigo
não era o tal Abençoado, quem era então? Ah, não interessava, nem o tal Miguel
me interessava mais, pois eu finalmente tinha o meu vislumbre gostoso, e o
melhor: ele era REAL.
Causalidade... conhecida como causa e efeito. Ao pensar nisso me assustei um pouco, porque naquele momento eu estava no ciclo vicioso de infidelidade, igual ao meu marido, e assim como ele, também estava sujeita às consequências disso. Parei de andar em determinado momento e fitei o céu, pedindo cinicamente a Deus... que nada de ruim me acontecesse, mesmo eu também estando errada.
Aquele momento com Rodrigo causou um rebuliço brutal em meu psicológico, porque havia mudado tudo, havia mexido com minha percepção e certamente me daria uma nova, ou melhor, uma visão definitiva e seletiva de como conduzir minha vida sexual daqui para frente...
Eu estava exausta, e pensar que teria de aturar o corno mais tarde já
me dava nos nervos, porém, nem mesmo ele me abalaria com suas idiotices. Decidi
realmente sepultar meu marido de minha mente e meu coração, não nutrindo mais
nenhum sentimento por ele, aliás, eu passaria a sentir algo pior que o ódio: a
indiferença, mas tomaria sim uma atitude, daria um rumo a minha vida de uma vez
e enterraria esse cadáver insepulto que era o meu casamento...
A poucos metros de chegar em casa, vi o carro de Raimunda encostado.
Nossa, ela iria me engolir, pois não atendi as demais ligações dela. O que dizer?
Eu não queria falar sobre Rodrigo por enquanto, eu queria curtir ao máximo aquele macho, ele
era só meu, mesmo não sendo só meu...
—Luciana do céu, pelo amor de Deus mulher, onde você esteve? O que
aconteceu? Estou aqui há horas, liguei tanto para você e nada, você não atendia,
o que houve? Questionou Raimunda, ao me vir e se aproximar, aflita. Dei um
sorriso acanhado e disse, infelizmente... mentindo:
—Eu... fui ao hospital, te disse que passei mal mulher, fui sozinha!
—Nem fui para essa suruba Lulu, também desisti em cima das buchas! Revelou
a coroa.
—M-Mas por que? Indaguei, atônita, mas não senti peso algum na
consciência.
—Porque sem você não ia ter graça, fiquei preocupada demais com sua saúde! Miga sua louca, você sabe que somos parceiras, e a putaria só presta se estivermos juntas! Desabafou a coroa, com os olhos marejados. Arregalei meus olhos, então nos abraçamos... 17/11/2018... uma data inesquecível...
FIM
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Olá queridos alunos. Chegamos ao primeiro ápice desse segundo ato, e essa data tem uma importância brutal em minha vida, foi o dia de uma grande transformação em minha intimidade.
Essa data passou a ser comemorada nos anos seguintes, mas em 2022 a comemoração ficou apenas na memória, porque eu estava bem doente, derrubada, e mais triste fiquei, porque o começo dessa microssérie, estava programado para ser postado aqui no blog, EXATAMENTE no dia 17/11/22.
Rodrigo se tornou meu primeiro amante fixo, como a maioria dos que me seguiam no contoerotico e me seguem no blog já sabe. Minha história com ele continua sendo escrita até hoje, já são quatro anos de uma relação não só pautada em transas avassaladoras, mas principalmente com muito companheirismo, empatia e carinho mútuos, e a cada dia que passa, me apaixono mais por ele.
Não vou me aprofundar muito sobre isso agora, mas será no terceiro ato que minha relação com Rodrigo atinge sua solidez definitiva, e espero ter entusiasmo para seguir postando, pois ele foi o primeiro a se opor a minha decisão de revelar a todos minha intimidade, então isso só foi possível após o consentimento dele e de meus outros dois fixos, os quais serão apresentados mais à frente.
O ano letivo de postagens aqui no blog também se aproxima de seu final, pois preciso fazer as mudanças necessárias a fim de começar 2023 com tudo novo, e para isso tenho de dedicar um tempo e atenção especiais aqui, sendo assim, essa semana é a última de postagens antes do recesso, além do mais, essa semana final de trabalho está intensa demais, muito estressante.
Amanhã, o início de mais uma minissérie; a chegada dela... a poderosa, a BRABA. Quem já leu, sabe de quem estou falando... é melanina pura em seu grau mais elevado...
Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz e vida.
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Comentários

Como seu fã a muito tempo, os relatos a seguir são melhores ainda. Ansioso demais para ler novamente.
ResponderExcluirEste conto é o início de uma nova mulher…uma nova Luciana…muitas coisas boas e interessantes estão por vir…
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