056 - 17/11/2018 - FINAL (S.S. - P.E)

             


                —C-Como? C-Como vou perdoar... aquele... desgraçado? Ele... ele... judiou... da minha filha, desprezou a minha filha! Rebati, chorando desesperada sob os braços do pastor.

—Acalme-se! Eu sei... eu senti sua angústia, eu senti a sua dor quando lhe devolvi o troco do pão que você deixou cair naquele dia, senti a sua dor quando você entrou aqui, mas... perdoe... perdoe... senão você vai adoecer, senão não vai desfrutar tudo o que a vida ainda tem para lhe oferecer, senão... você não vai poder amar sua filha como ela precisa, e ver... como ela também a ama! Replicou o macho, quer dizer... Rodrigo, porque ali não era mais meu amante, e sim um homem, que assim como teve empatia por Clécio, também tinha por mim.

Como ele sabia que eu tinha uma filha? Enfim... na hora nem pensei nessa questão, porque as palavras dele atingiam de forma certeira minha alma... 

—É difícil Rodrigo... n-não consigo! Me ajude! Pedi, sem parar de chorar.

—Eu sei minha consagrada, eu sei, então comece assim: parando de odiar, parando de nutrir sentimentos negativos pelo seu marido, parando de desejar o mal a ele, de traí-lo movida pelo sentimento de vingança e imaginando o sofrimento que ele lhe causou, sendo despejado sobre ele... porque agora você tem algo muito mais valioso para preservar do que um casamento falido... e esse algo... é o fruto dele! Retrucou o homem, e me arrepiei de novo.

—V-Você... valoriza a família né... isso... é tão lindo! Comentei, soluçando e chorando.

—Eu sempre valorizei, só não valorizei meu casamento, mas enfim, casamentos vêm e vão, porém, o que eles deixam, e quando deixam, no caso os filhos... esses nunca se vão, e o amor entre um casal pode sim acabar, ou nunca ter existido de fato, mas... são os filhos que nos ensinam a amar de verdade, mas para aprendermos realmente a amar, primeiro precisamos aprender a não odiar! Explanou Rodrigo. Meu Deus... que homem extraordinário aquele...

—E... seus filhos... eles... não vivem com você? Perguntei, porque não os vi.

—A mais velha... mora nos Estados Unidos, e o mais novo... com meus sogros, porque fiquei muito arrasado quando minha mulher... morreu! Olha... não gostaria de falar sobre isso, eu... me preocupo mais com você, quero que você seja feliz, viva feliz, superando as dificuldades com amor... e dando amor a sua filha, mas sem cultivar rancor e ressentimento! Respondeu e desconversou Rodrigo.

A dor era visível no olhar daquele homem, um remorso que o arrebentava por dentro, mas ao passo que ele expressava esse sentimento olhando para mim, também expressava um desejo de me ver bem, e aquilo me deixou muito impactada. Vi em Rodrigo um refúgio, mesmo errada, mesmo errando.

—Tudo bem... eu... agradeço muito pelas suas palavras, muito mesmo! Você é um homem maravilhoso, e... sei que também sofre... mas... se preocupa mais em aliviar a dor dos outros, consegue ver valor nas pessoas... mesmo em um traste como meu marido, e... eu vou sim seguir seu conselho, vou parar de odiar, parar de me vingar... eu prometo! Repliquei.

—Só... não me deixe muito tempo com saudade! Rebateu Rodrigo, sorrindo sapeca.

—Ah... seu bobo... isso nunca, eu te quero, quero muito, já estou sentindo saudades, porque foi muito gostoso! Retruquei, ruborizada e sorrindo, em seguida abaixei a cabeça.

—Ei... sorria de novo para mim! Pediu o pastor, levantando minha cabeça pelo queixo. O fitei e sorri, meio envergonhada, mas sorri sincera. —Isso, dê um lindo sorriso, agora sim, você absorveu bem o que eu disse! Completou, contente.

—Você... gosta do meu sorriso? Indaguei, toda bobona.

—Sim... ele é lindo e me transmite paz! Respondeu, e segui sorrindo.

—Posso... te perguntar uma coisa? Indaguei. Ele replicou, troçando.

—Você já perguntou, e perguntou errado, então a resposta é não!

—Oh Rodrigo... não me tire de tempo! Repliquei, manhosa. Ele riu alto e falou:

—Pode perguntar, só não pergunte sobre minha esposa, isso ainda me dói muito!

—Você... ficou com a Daiane? Transou com ela? Indaguei, e o macho me fitou surpreso.

—Ah... então você esteve na casa do Batista até a minha chegada, não é? Questionou.

            —Fiquei trancada no quarto porque o Clécio se descontrolou quando soube do que o tal Miguel fez com a Daiane e... eu tive medo! Falei, mencionando o advogado de propósito.

                —Entendo... é... olha... o Miguel é um homem controverso em algumas de suas atitudes, eu... discordei e discordo do que ele fez, não aprovo, mas... por outro lado... o Clécio mereceu, porque ele sempre foi um machista safado que vivia podando os sonhos da Daiane, dando uma de maridão exemplar na frente dela e dos outros, e não honrou sua palavra com o Miguel, e a palavra de um homem é muito importante; o Miguel, na amizade, abriu mão dos honorários, só que o Clécio fez questão de pagar, mas não pagou! O Batista gravou toda a reação hipócrita dele e espalhou entre nós, e o Clécio estava realmente a ponto de fazer uma besteira grande, aí eu não tive outra alternativa a não ser intervir! Explicou Rodrigo. Humm... espertinho.

             —E a Daiane? Comeu ou não comeu? Questionei e o pastor riu alto, me fitando depois.

—Não! Respondeu Rodrigo, enrubescido e contendo um riso cínico. Gargalhei.

—Mentiroso! Comeu sim... não precisa mentir para mim meu tesudo! Rebati.

—Saber se transei ou não com ela... afeta seu interesse por mim? Rebateu o macho.

—Nem um pouco... eu sei que você é um cafajeste! Devolvi. Ele ergueu as sobrancelhas.

—Já fui... agora estou quieto, quero sossego! Respondeu Rodrigo. Ri da cara de pau dele.

—Comeu mulher casada é cafajeste meu querido! Retruquei, e ele gargalhou, tentou ficar sério, contraiu os lábios, enrubesceu, me fitou e riu de novo, e acabei rindo. Nos abraçamos.

—Você tem um carisma impressionante, foi uma honra lhe conhecer! Disse o pastor.

—É? E eu te homenageei com duas siriricas sabia? Repliquei, e ele me fitou surpreso.

—Nossa... o que dizer diante disso? Obrigado né! falou, enrubescido. Lindo, gostoso...

—Se eu tivesse mais um pouquinho de energia... transaria de novo, mas você foi tão malvadinho comigo... me deixou toda molinha! Instiguei, apalpando sua rolona, e ela reviveu...

—Então... você continua aqui... vestida desse jeito, descalça, e eu... posso acabar ignorando seu cansaço... e lhe tomando de novo, então... sugiro que descanse para a próxima vez! Rebateu Rodrigo, alisando minha coxa e a apertando, olhando para os meus pés.

—P-Próxima vez? Você... me quer de novo? Questionei, insegura e sem acreditar.

—De minha parte... desejo sim uma próxima vez! Disse o macho, e sorri, toda derretida.

—Sabe o que eu vou te dar na próxima vez? Instiguei, e o macho sorriu sapeca.

—Adoraria saber! Replicou, se abaixando e tomando meu pé esquerdo, o beijando.

—Vem cá que eu quero dizer no seu ouvido! Rebati, o erguendo. Ele se aproximou, beijei sua boca, seu pescoço e lambi sua orelha, o arrepiando. —Vou te dar o meu cu, só o cu! Você quer? Completei, Sussurrando. Rodrigo me fitou com um sorriso bem devasso e assentiu.

—Depois eu é que sou o malvadinho? Rebateu o macho, e ri alto. Não imaginei que teríamos essa intimidade assim tão rápido. Aquilo só provava que ele era mesmo supremo...

—Quem faz o que você fez em uma mulher meu querido... merece esse prêmio! Rebati, e o levantei, então enlaçamos nossas bocas de novo, em um ósculo carregado de tesão.

—Bem...fica combinado assim então, aqui está meu número, e quando quiser um novo encontro, é só ligar ou mandar mensagem, agora tenho que ver algo para comer, porque a Sandra se foi e daqui a pouco vou receber uns fiéis para a oração da tarde! Explicou o pastor.

—Você tem um equilíbrio bem firme de sua vida! Comentei, admirada...

—É minha consagrada, eu não sou um promíscuo, esse título de pastor que tenho não é uma máscara para encobrir minha vida sexual; eu levo uma vida normal, cumpro meus deveres de cidadão e pratico minha fé, mas... também vivo minha sexualidade sem culpa, sem essa... autopenitencia, mesmo... tendo sido infiel como fui, mas... convicto de que o sexo não é algo diabólico, e... ao mesmo tempo convicto de minha fé e obrigação como servo de Deus, que é... mostrar um caminho menos doloroso para as pessoas! Explicou. Assenti, atenta...

—É meio contraditório, mas... tudo bem, quem sou eu para julgar? Comentei.

—Eu entendo perfeitamente sua confusão! Você viu uma mulher casada transando comigo, você é casada e transou comigo, e isso fere um dos mandamentos de Deus, então é natural que veja uma certa hipocrisia nas minhas atitudes como pastor quando digo que vou orar com meus fiéis, mas eu sei separar bem as coisas, nunca assediei e nem abusei de nenhuma mulher de minha igreja, então... eu não posso simplesmente viver uma vida plena de luxúria em detrimento daqueles que vêm até a minha porta pedindo socorro espiritual, e muitos deles estão tão imersos em suas angústias, que acabam perdendo a fé, e é nessa hora que eu... apenas mostro o quão importantes eles são para Deus, e para aqueles que os amam! Revelou. Assenti.

—Mas... e a Sandra? Ela não é uma fiel de sua igreja? Indaguei, e Rodrigo sorriu sapeca.

—Conheci Sandra ANTES de ela se converter a minha igreja, e... ela acabou se convertendo para ver se acabava com a fama de... mulher "mal falada" que tinha, o que não adiantou muito no início, mas... conforme ela ia se engajando... começou a mudar algumas coisas em seus hábitos e maneira de ver o mundo; casou-se, claro, é infiel, mas o ponto em questão é: Sandra agora consegue equilibrar sua vida, não é mais refém da libertinagem sem freio como era antes! Explicou Rodrigo, meio sem jeito.

—É... eu percebi quando chegamos aqui... que ela o respeita e admira muito! Comentei.

—Sandra é uma pessoa muito boa, me ajuda dentro de suas possibilidades, e foi no momento mais doloroso de minha vida que... eu percebi que ela de fato se converteu porque queria mudar, queria ser uma pessoa diferente, queria ser respeitada e queria se respeitar! Replicou, e me arrepiei.

—Entendo, mas... você mencionou que tinha de ver algo para comer antes da oração! Não tem comida pronta? Você não almoçou? Comentei e indaguei, preocupada.

—Ah... é só... um lanche né, já está tarde; eu... faço uns ovos mexidos, como com pão e está tudo certo, mais tarde vou ao Barbosa e janto, não se preocupe! Disse o pastor, acanhado.

—Quer... que eu faça alguma coisa rápida? Propus. Rodrigo arregalou os olhos.

—N-Não, não, imagine... não precisa, eu... nem estou com tanta fome assim, acho que nem vou lanchar, só jantar mesmo no Barbosa! Disse o macho, em forma de tomate humano.

—Eu posso fazer, você vive sozinho, não deve saber cozinhar, talvez nem um ovo saiba fritar, mas enfim... você que sabe! Repliquei e me levantei. Rodrigo sorriu acanhado.

—Só não acho justo, você está cansada, teve uma descarga de energia maior que a minha, precisa descansar, e outra... deve estar com mais fome que eu! Retrucou o pastor.

—Por isso me ofereci para fazer a comida seu bobo, porque você acabou com minhas forças e me deixou faminta! Retruquei. Rodrigo sorriu, olhou seu graúdo relógio e comentou:

—Tudo bem, desculpe! A oração é às 17h, são 16h10, então... acho que dá tempo!

—O que você gosta de comer? Indaguei, mordendo o lábio inferior.

—Fora você? Bem... o que tiver! Replicou o pastor, e dei risada, depois nos beijamos.

Preparei uma maionese, um arroz com ervilhas, fritei um peito de frango que havia na geladeira dele e por fim, fiz uma salada. Após uma oração de agradecimento, almoçamos às 16h40, e Rodrigo comia com uma satisfação indizível no olhar. Tadinho... seja lá o que tiver causado a trágica ruptura de seu casamento... aquele almoço trouxe lembranças boas a ele.

—E aí? Espero que você tenha gostado! Indaguei e comentei, após terminarmos.

—Faz tempo que eu não comia uma comida tão gostosa assim, muito tempo mesmo! Parabéns! Respondeu e comentou Rodrigo, meio consternado. Pobrezinho...

—Obrigada, fiz o que pude com o que tinha, fico feliz que tenha gostado! Repliquei.

—E fez milagre, porque não tinha quase nada, você até usou as coisas que comprou. Eu... como fora todos os dias, mas às vezes minha cunhada vem e... deixa comida pronta para uns três dias, então eu só esquento no micro-ondas, e assim vamos levando, vivendo cada dia, agradecendo a Deus pela vida, e por mais um dia de vida! Comentou Rodrigo, resignado.

—Bem... eu... adorei de verdade esse dia, ainda não caiu a ficha sabe, é difícil os desejos das pessoas se realizarem, mas... agradeço a Deus até por isso, porque eu quis muito me encontrar com você, desejei muito te tocar e te sentir! Desabafei, segurando a mão de Rodrigo.

—Desejos sempre se realizam minha consagrada, sejam bons ou ruins. Não sei se foi Deus que me pôs em seu caminho, ou você no meu, acredito mais... na causalidade, mas enfim... para mim, também foi um dia mais que especial, porque você é uma mulher surpreendente, tem uma aura boa, uma simplicidade sincera e... um lindo sorriso! Replicou o pastor, sorrindo lindamente...

—Causalidade? Isso soou meio cético vindo de um religioso! Comentei, e Rodrigo deu risada.

—A causalidade é a consequência do livre arbítrio que Deus nos deu, eu... prego isso aos meus fiéis, eu os ensino a entenderem sua fé e não terem fé simplesmente por ter! Replicou o pastor, e sorri...

Me despedi de Rodrigo e fui para casa. Eram 16h55, e vi várias pessoas, com indumentárias típicas de evangélicos passando por mim. Idosas e idosos, alguns jovens e adultos também. Contei umas 10 pessoas de faixas etárias distintas. Olhei para trás e vi o grupo sendo recepcionado pelo pastor, que cumprimentou um por um, sorrindo com amabilidade e ouvindo atentamente o que cada rosto, na maioria, carregado de dor e sofrimento contava, e o dele, com igual dor... os acolhia...

Senti vontade de voltar e ouvir o que ele diria àquelas pessoas, mas segui meu caminho, sentindo os efeitos daquela transa alucinante e que quase arrancou minha alma do meu corpo, de tão avassaladora que foi. Minha xoxota estava dolorida, mas iria se adaptar àquele calibre de pica, estava adaptada ao de Ariovaldo e Cássio, mas uma coisa me deixou assustada e encucada: se Rodrigo não era o tal Abençoado, quem era então? Ah, não interessava, nem o tal Miguel me interessava mais, pois eu finalmente tinha o meu vislumbre gostoso, e o melhor: ele era REAL.

Causalidade... conhecida como causa e efeito. Ao pensar nisso me assustei um pouco, porque naquele momento eu estava no ciclo vicioso de infidelidade, igual ao meu marido, e assim como ele, também estava sujeita às consequências disso. Parei de andar em determinado momento e fitei o céu, pedindo cinicamente a Deus... que nada de ruim me acontecesse, mesmo eu também estando errada.

Aquele momento com Rodrigo causou um rebuliço brutal em meu psicológico, porque havia mudado tudo, havia mexido com minha percepção e certamente me daria uma nova, ou melhor, uma visão definitiva e seletiva de como conduzir minha vida sexual daqui para frente...

Eu estava exausta, e pensar que teria de aturar o corno mais tarde já me dava nos nervos, porém, nem mesmo ele me abalaria com suas idiotices. Decidi realmente sepultar meu marido de minha mente e meu coração, não nutrindo mais nenhum sentimento por ele, aliás, eu passaria a sentir algo pior que o ódio: a indiferença, mas tomaria sim uma atitude, daria um rumo a minha vida de uma vez e enterraria esse cadáver insepulto que era o meu casamento...

A poucos metros de chegar em casa, vi o carro de Raimunda encostado. Nossa, ela iria me engolir, pois não atendi as demais ligações dela. O que dizer? Eu não queria falar sobre Rodrigo por enquanto, eu queria curtir ao máximo aquele macho, ele era só meu, mesmo não sendo só meu...

—Luciana do céu, pelo amor de Deus mulher, onde você esteve? O que aconteceu? Estou aqui há horas, liguei tanto para você e nada, você não atendia, o que houve? Questionou Raimunda, ao me vir e se aproximar, aflita. Dei um sorriso acanhado e disse, infelizmente... mentindo:

—Eu... fui ao hospital, te disse que passei mal mulher, fui sozinha!

—Nem fui para essa suruba Lulu, também desisti em cima das buchas! Revelou a coroa.

—M-Mas por que? Indaguei, atônita, mas não senti peso algum na consciência.

—Porque sem você não ia ter graça, fiquei preocupada demais com sua saúde! Miga sua louca, você sabe que somos parceiras, e a putaria só presta se estivermos juntas! Desabafou a coroa, com os olhos marejados. Arregalei meus olhos, então nos abraçamos...  17/11/2018... uma data inesquecível...                        

FIM

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Olá queridos alunos. Chegamos ao primeiro ápice desse segundo ato, e essa data tem uma importância brutal em minha vida, foi o dia de uma grande transformação em minha intimidade.

Essa data passou a ser comemorada nos anos seguintes, mas em 2022 a comemoração ficou apenas na memória, porque eu estava bem doente, derrubada, e mais triste fiquei, porque o começo dessa microssérie, estava programado para ser postado aqui no blog, EXATAMENTE no dia 17/11/22.

Rodrigo se tornou meu primeiro amante fixo, como a maioria dos que me seguiam no contoerotico e me seguem no blog já sabe. Minha história com ele continua sendo escrita até hoje, já são quatro anos de uma relação não só pautada em transas avassaladoras, mas principalmente com muito companheirismo, empatia e carinho mútuos, e a cada dia que passa, me apaixono mais por ele.

Não vou me aprofundar muito sobre isso agora, mas será no terceiro ato que minha relação com Rodrigo atinge sua solidez definitiva, e espero ter entusiasmo para seguir postando, pois ele foi o primeiro a se opor a minha decisão de revelar a todos minha intimidade, então isso só foi possível após o consentimento dele e de meus outros dois fixos, os quais serão apresentados mais à frente.

O ano letivo de postagens aqui no blog também se aproxima de seu final, pois preciso fazer as mudanças necessárias a fim de começar 2023 com tudo novo, e para isso tenho de dedicar um tempo e atenção especiais aqui, sendo assim, essa semana é a última de postagens antes do recesso, além do mais, essa semana final de trabalho está intensa demais, muito estressante.

Amanhã, o início de mais uma minissérie; a chegada dela... a poderosa, a BRABA. Quem já leu, sabe de quem estou falando... é melanina pura em seu grau mais elevado...

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz e vida. 

Comentários

  1. Como seu fã a muito tempo, os relatos a seguir são melhores ainda. Ansioso demais para ler novamente.

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  2. Este conto é o início de uma nova mulher…uma nova Luciana…muitas coisas boas e interessantes estão por vir…

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