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—Essa você se superou hein
coroa? Retruquei. Raimunda riu mais ainda e nem se ofendeu ao ser chamada de
coroa. Ri também, porque não tinha porque se chatear na verdade.
—Qual a nota do aluninho hein
Luciana? Indagou Raimunda, chorando de rir.
—Ah, ele foi bem sim, ficou afobado, sem acreditar, mas soube se
controlar! Eu daria um nove para ele, só porque gozou pouco no final! Respondi,
sincera. Raimunda gargalhou.
—Ah Lulu, faz muito tempo que eu queria te falar dele, mas ali na
escola sabe como é né, o demônio do fuxico está em todo lugar! Revelou
Raimunda, já controlando seus risos.
—Só quero saber como isso aconteceu! Você é louca, é muito louca de se
envolver com um aluno dessa maneira! Retruquei. Ora... como se eu não tivesse
me envolvido também...
—Estamos no mesmo hospício meu amor, porque você acabou de fazer a
mesma loucura! Rebateu a coroa, que gargalhou de novo. Pior que era verdade, ri
alto também.
—Mas como você descobriu que o Levi era pirocudo? Indaguei, curiosa.
—Foi na aula de reprodução humana Lulu. Ali as vadias da sala e da
escola espalharam sem o menor pudor com quem transaram, falaram quem tinha pau
grande, pequeno, e todas chamaram o Levi de “Jumento Inteligente”, e o
safadinho não negou, depois só fiz chamá-lo em um cantinho... e o resto... você
já sabe! Revelou Raimunda, e sequer fiquei estarrecida.
Não fiquei estarrecida porque o triste retrato da falência na educação
brasileira vai muito além dos baixos e vergonhosos índices de aprendizagem e
aproveitamento estudantil, é um apodrecimento moral resultante de um plano que
começa na mesa daqueles que têm interesse em formar uma geração de imbecis, de
derrotados, de pessoas que banalizam sua própria dignidade, e esse plano é
aplicado PRIMEIRO... fora do ambiente escolar, para DEPOIS, ser refletido com
sucesso, DENTRO do ambiente escolar. É complexo, queridos leitores...
—E... quem são os outros pirocudos da escola fora o Levi? Indaguei,
porque havia mais de um com certeza, nem que fosse apenas mais um. Raimunda deu
um longo suspiro e disse:
—Só Levi vale a pena meu amor, os outros dois são o Alex e o Samuel!
—Urgh! Que nojo, Deus me defenda, não faço questão! Repliquei,
sinceríssima.
—Eu muito menos né querida, não achamos nossas bucetas no lixo! Disse
Raimunda.
Alex e Samuel pertenciam ao grupo dos piores alunos da escola, e se
misturavam com bandidos, além de terem aproximação com os irmãos meliantes de
Lidiane. Sem mais...
—Vem aqui em casa amanhã para a gente conversar melhor sobre isso!
Convidei.
—Eu já planejava fazer isso, porque tenho um convite para fazer! Disse
a coroa.
—Ah, fala logo então, vai me deixar curiosa! Repliquei. Raimunda
gargalhou.
—Amanhã Lulu, amanhã! Retrucou Raimunda. Assenti, nos despedimos e
desligamos.
Convite né coroa safada? Onde seria a suruba? Com quem seria? Levi
estaria entre os machos? Esses foram os questionamentos que fiz em minha mente...
Me encarei diante do espelho do banheiro e senti um arrepio. Meu Deus, será que havia outras professoras como eu, que se envolviam sexualmente com seus alunos? Talvez sim, mas tudo isso não deixava de ser assustador, mas ao mesmo tempo... excitante, porque jamais me imaginei fazendo isso...
No dia seguinte, ao chegar à escola, mais uma vez dei de cara com o
vigia chato e de mal com a vida. O que aconteceu com Ariovaldo? Outro pico de
estresse? Outra angina? A verdade é que estávamos cada dia mais estressados com
nosso trabalho, e o pai de Cássio já estava praticamente na terceira idade,
então já se sentia enfadado de tudo isso.
Minha primeira aula do dia seria na turma onde Alex e Levi são alunos. Entrei na sala como sempre faço, sem sequer olhar para eles e dando aquele bom dia seco. Alguns pararam a bagunça que estavam fazendo, outros nem ligaram e continuaram.
Aquilo também estava me dando nos nervos, então fitei o
desprezível Alex, e já senti ojeriza. Se ele era pirocudo, que continuasse
sendo, mas bem longe de mim; em contrapartida, Levi, meu melhor aluno, seguia discreto,
me cumprimentando com um aceno e sorrindo cordialmente, se comportando
exatamente como sempre se comportou. Achei até que haveria algum olhar
malicioso, mas não.
No intervalo, após pedir meu suco de abacaxi com hortelã, fiquei
mexendo no celular, absorta, meio ansiosa para essa suruba iminente. Raimunda
chegou e se sentou ao meu lado.
—Estou com vontade de chupar rola hoje! Sussurrou a coroa. Esbugalhei
os olhos.
—Seu vigia está sumido minha querida, e agora? Comentei e instiguei,
após rir alto.
—Vamos chamar o Levi e aprontar uma com ele? Botar o novinho para
cansar? Propôs Raimunda num cochicho, após olhar para os lados e se certificar
de que não haviam fuxiqueiros.
—Acordou no cio hoje foi? Essa reposição hormonal é da boa mesmo hein!
Trocei.
—“Aí dentro”, sua quenga, nunca precisei dessa porra sua baitola! Rebateu
Raimunda, após gargalhar, e não aguentei, gargalhei também e chamamos a atenção
de quem passava.
—Aí ó, você está chamando o demônio do fuxico sua doida! Comentei,
rindo.
—Ninguém ouviu nada, mas e aí? Bora? Comentou e instigou a coroa,
cochichando.
—Acho que não, fiz atrás ontem... ainda está dolorido! Relatei, sem
empolgação.
—E é obrigada a fazer atrás? Bora Lulu, faz tempo que a gente não
apronta uma juntas, às vezes sinto saudade sabe! Replicou Raimunda, toda
manhosa e alisando meu ombro. Meu Deus, que tara...
—Ah... está bem, só porque você fez essa carinha de pidona! Comentei, e
ela me abraçou, radiante. Meu suco chegou, tomei e depois voltamos para o
segundo tempo.
Não era pelo sexo em si, era pela parceria que tínhamos, a redescoberta
da sexualidade de Raimunda, a qual aconteceu graças a mim naquele dia, o
memorável dia de nossa primeira suruba, no Laboratório de Ciências. Acho que
nenhuma suruba futura feita por mim, ou por mim e Raimunda de novo, teria o
impacto transformador que a do Laboratório de Ciências teve...
—S-Sério professoras? Indagou Levi, incrédulo, após ser abordado por
mim e Raimunda já no final da aula, e em seguida irmos para a quadra de
esportes da escola falar sobre isso.
—Ei... controle sua empolgação, moleque, senão não vai rolar mais!
Advertiu Raimunda.
—Tá bom, tá bom, 14h! Beleza! Disse Levi, com olhos mais que
brilhantes...
Como Raimunda combinou de me visitar, fomos para minha casa. Lá ela
tomou banho e vestiu uma camiseta média e estampada emprestada por mim, e como
já estava com essa putaria em mente, trocou a calcinha e ficou apenas com essas
duas peças. Eu, pus uma baby look roxa e uma minissaia, SEM calcinha, para dar
descanso ao meu cu, sem saber se o daria...
—Então era esse o convite que você queria fazer? Treparmos com o Levi?
Indaguei, sentada no sofá com ela, à vontade, após almoçarmos.
—É... senti saudades de fazer uma putaria legal com você! Revelou
Raimunda.
—Às vezes eu sinto falta também, a gente se tornou meio que parceiras
né, quer dizer, mais ou menos! Repliquei, segurando a mão de minha amiga.
—Aquilo que aconteceu no Laboratório de Ciências... não sai da minha
cabeça até hoje. Não acredito que fui capaz de fazer uma coisa daquelas!
Comentou Raimunda. Fiquei surpresa.
—E eu? Você acha que eu tinha experiência em bacanais? Rebati, e rimos
alto.
—Ah não sei né Luciana, minha relação com você não era próxima, como
ficou depois do ocorrido ali, a gente tinha só um coleguismo de professores!
Contou Raimunda, e concordei.
—Eu lembro... era tudo formal demais, só bom dia, assuntos aleatórios
sobre nossa rotina, tchau e até amanhã! Eu sei, nossas vidas mudaram muito, a
minha mudou bem antes de aquela suruba maluca acontecer, e... eu só me vi
compelida a experimentar aquela possibilidade, então... tentei te levar junto!
Desabafei, e sorrimos uma para a outra.
—Sabe Luciana, eu... sempre fui uma mulher fogosa. Quando o Djair...
“funcionava”, a gente vivia se pegando; eu chegava da escola, tomava meu banho,
e fazia ele parar o que estivesse fazendo para apagar o meu fogo. Tinha um pau
gostoso, nem grande e nem pequeno, satisfatório para mim, eu me sentia
satisfeita, e ele me dava um prazer avassalador, mas por outro lado... era um
irresponsável com sua saúde, sedentário, sem regras, então a vida mandou a
fatura... uma diabetes severa, e aí o homem acabou, vieram problemas cardíacos,
a hipertensão... e só as lembranças restaram! Desabafou Raimunda, com os olhos
marejados.
—Você... se arrepende de... enfim, ter se redescoberto? Indaguei,
consternada.
—No começo sim, quando o traí pela primeira vez com o Ariovaldo! Eu
estava carente, necessitada, e Valdo sabia disso, e olha Lulu... eu vou te
confessar, mas sinto uma fagulha de paixão por aquele vigia safado, porque...
ele me... ah! Começou a dizer a coroa, mas se deteve.
—Lhe fez reviver o prazer que... um dia você teve com seu marido!
Comentei, e nessa hora, Raimunda assentiu já chorando. Abracei minha amiga e
ela desabafou:
—Eu sei que a vida do Valdo não é compatível com a minha, porque eu não
tenho coragem de sacrificar o meu casamento, não tenho coragem de sacrificar o
que vivi de bom com o Djair, e o Ariovaldo não tem coragem de sacrificar sua
liberdade, sendo assim, um dia eu confessei tudo para o meu marido... e entramos
em um acordo... ele me deixou transar com quem eu quisesse, mas só não poderia
trazer meus amantes para casa, e assim vamos vivendo!
—E vocês vivem em paz desse jeito? Indaguei, afagando os cabelos dela.
—Sim... porque o amor nos mantém unidos! O Djair me compreendeu, ele
viu que não poderia fazer nada, e até poderia, mas ele me ama demais, é um
comigo, então não se sentiu humilhado, e por um tempo a atitude dele me fez
ficar com a consciência ainda mais pesada pelo que fiz, mas depois... depois do
que aconteceu naquele Laboratório de Ciências Luciana... eu vi que o meu
verdadeiro eu... nunca mudaria, eu sempre fui essa Raimunda fogosa, louca por
sexo, ansiosa para trepar e trepar, então me eximi de qualquer auto piedade, e hoje sou feliz assim! Disse
Raimunda.
Ouvimos palmas irrompendo lá fora. Nos desvencilhamos e deixamos as
lembranças de lado, porque não adiantava mais reviver o que fomos, tínhamos que
viver o que somos...
—O Levi chegou, e o moleque está ansioso, porque ó... 13h50! Completei,
mostrando a hora na tela do meu celular a Raimunda, que sorriu maliciosamente e
assentiu.
—Vai, atende logo! Disse Raimunda, radiante. Assenti e levantei de um
salto, indo com celeridade. Eu nem estava muito afim, mas o desejo sincero de
Raimunda, de sermos as parceiras de putaria que éramos, me deixou acesa, porque
era isso o que éramos... parceiras.
Abri o portão e Levi entrou. O novinho irradiava alegria, trajava uma
camiseta branca e um short DE MOLETOM, cinza, meio justo e que já denunciava
seu tesão, porque seu pirocão despertou em segundos quando seus olhos avistaram
meu corpo sob a roupa que escolhi.
—Nossa, mal chegou e já se animou hein! Comentei, apalpando a tora
avolumada.
—EI SAFADONA, TRAGA O MOLEQUE PARA CÁ VIU SUA GAIATA! Gritou Raimunda, lá
da sala. Gargalhei e Levi corou, mas riu também. Moleque de sorte, não
concordam?
Fomos até o sofá, e Levi pirou ao vir minha amiga quase nua. Ela
agarrou o novinho pelo cós do short, e sem perda de tempo o abaixou. O
devassinho estava sem cueca e seu caralhão grosso de 20 centímetros saltou
radiante, com uma fina e longa linha de sua seiva formada.
—Hoje é a sua verdadeira prova Levi, você vai ter que saciar suas duas
professoras, e se falhar... nunca mais a gente transa com você, entendido?
Adverti. O moleque gelou, sério.
—Peraí Luciana, não radicaliza! Interveio Raimunda, punhetando Levi.
—Raimunda... para dar conta da gente... tem que ser MACHO! Retruquei.
—É... tem razão! Ouviu né Levi? A gente não vai dar moleza, porque hoje
eu estou daquele jeitinho: com fome de rola, então seja macho! Endossou
Raimunda. Levi assentiu, mas não foi aquela assentida muito segura não hein...
o moleque tremeu na base...
Empurrei Levi e ele caiu sentado no sofá, eu e Raimunda subimos, e nos
posicionamos de quatro, paralelas a ele, e a primeira a cair de boca na tora
grossa de nosso aluno... foi a coroa, e em uma bocada só, ela emperrou ao
passar da glande e mais um bom tanto, pois a boca dela era menor que a minha, e
a picona do macho era grossa; segurei a cabeça de minha amiga e empurrei, ela
tossiu e o esputo escorreu profuso, forcei mais e ela não arredou, meneou seus
lábios e desceu mais um pouco, porém, tossiu e lacrimejou, soltei e ela tirou,
ofegante.
—Caralho... minhas duas professoras fazendo boquete em mim! Disse Levi,
extasiado.
—Cala a boca menino, nunca transou com duas não? Repliquei e Raimunda
riu alto.
—N-Não... é a primeira vez! Respondeu o mancebo, feliz. Eu e a coroa
nos entreolhamos, depois demos um sorriso bem malicioso, então caí de boca na
tora babada do macho.
Raimunda também empurrou minha cabeça para atolar ao máximo a picona
larga de Levi, que se contorcia e gemia aflito. Meneei os lábios e passei um
pouco da metade, e deixei minha amiga conduzir o vai e vem oral, subi até quase
tirar, abri a boca e a saliva escorreu, banhando mais o pauzão, desci de uma
vez suavemente e emperrei pouco depois da metade, onde bombei e a coroa quase
me fez vomitar ao forçar mais, tirei sua mão e saí, ofegante e fungando, também
lacrimejando e com três enormes e densas pontes de saliva formadas.
—Bora Raimunda, vamos ver quanto tempo você aguenta atolar a rola do
Levi! Desafiei.
A coroa pegou o embalo, e abocanhou a tora de Levi. O novinho arfava e
fazia caretas ao sentir a boca da mulher mamando seu pauzão grosso, e ela
mamava faminta.
Acarinhei as bolas enquanto ele bolinava minha xoxota ensopada e
Raimunda travava antes da metade, fazendo o vai e vem devagar, meneando os
lábios e escorrendo esputo, já melando meu sofá, ela desceu mais e deu um forte
engasgo, mas não se rendeu, mamou devagar e vi a picona pulsar, Levi gemeu
choroso. Raimunda estava taradíssima, sacudia a cabeça com boa parte da tora do
macho atolada na boca e escorria saliva, quase engasgando, recuou, em seguida
tirou, ofegante, punhetando com força o pirocão.
—AAAHHH... vai Luciana... tua vez! Disse Raimunda, que ficou um tempo
legalzinho com a pirocona na boca, e vi aquele membro revestido de esputo,
melando mais meu sofá.
Dei lambidinhas rápidas na pontinha da cabeçorra, abocanhei rapidamente e mamei um pouco, três bombadas e uma descida até quase o meio, mais três, recuei e tirei, com a boca aberta e bati o cacetão em minha língua.
A seiva do
macho veio profusa e cheguei a pensar que ele estava gozando, porque a tora
pulsou forte, mas não, era o pico extremo de tesão dele, então abocanhei de uma
vez até onde pude e tirei, com a boca aberta, fiz de novo e quando atolei,
bombei, tirei e fiz de novo, mas na última fui com vontade, dei aquela bocada
malvada, torturei deliciosamente o falo, Levi se contorceu todo, gemeu choroso
e o que aconteceu?
—P-Porra... caralho... não vou segurar! Disse Levi, aflito. Sim... ele
estava gozando, sua rolona pulsou brutalmente e despejou a porra densa em minha
garganta. Engoli tudo.
—Já? Não tem nem 20 minutos que começamos! Comentou Raimunda, desolada.
—Não acredito Levi... macho... você não aguenta um boquete? Indaguei,
incrédula.
—Calma Lulu, ele é nosso melhor aluno, merece outra chance. O bichinho
ficou emocionado de transar com duas mulheres! Ele vai se garantir! Intercedeu
Raimunda, confiante.
—Tudo bem, mas só porque você é bom aluno hein! Repliquei. Ele
assentiu, grato.
Apesar do orgasmo antecipado, a tora de Levi ficou meia vida, então eu e Raimunda chupamos bem gostoso, e não demorou muito para que ela renascesse. 18 aninhos né?
Juventude a todo vapor, sem vícios, esbanjando saúde e muito
tesão, então a coroa não perdeu tempo, montou de frente no macho, acocorada,
alocou o pauzão na entrada de sua xoxota e deu aquela sentada que a fez gemer
alto, sentou até o talo, rebolou, depois subiu até quase tirar, sentou até o
talo de novo, rebolou e em seguida arrebitou a bunda e cavalgou feito louca.
—AAAHHH... pauzão grosso gostoso do CARALHOOO! Disse Raimunda, surtada
e quicando com força. Vi as coxas de Levi avermelhadas das sentadas fortes da
coroa, o creme de tesão extremo da mulher já escorria pela rolona do comedor,
que segurava suas nádegas e seguia estocando, acompanhando seus movimentos
enquanto me bolinava deliciosamente.
Raimunda parou e saiu do picão, entendi que ela queria que eu chupasse,
e caí de boca sem frescura, sorvendo o queijinho de ambos, chupei tarada, afim
de testar se Levi gozaria antes da hora de novo, mas não, dessa vez ele mostrou
equilíbrio, tirei a boca e Raimunda sentou, retomando seu passeio delicioso,
rebolando e quicando, “plaft, plaft” nervoso mesmo.
Após um tempo, minha vez. Montei na mesma posição que Raimunda, e a
safada deu um tabefe em minha bunda, rebolei e esfreguei o cabeção da rolona espessa
por toda a parte externa de minha xoxota, só instigando e punhetando de leve,
gemendo e me arrepiando toda ao estimular meu clitóris. Penetrei um pouquinho e
fiz o vai e vem suave, só com um pouco da cabeçorra dentro, e Levi gemeu
aflito, então sentei gostoso, alargando e preenchendo bem minha xoxota, sentei
até quase o talo e quiquei suavemente, a coroa segurou minhas nádegas e alisou,
depois as abriu, e assumiu o comando do meu sobe e desce gostoso.
Envolvi o pescoço de Levi em um abraço, empinei minha bunda e reassumi o comando, com quicadas fortes, sentindo minha xoxota chorar cada vez mais a cada sobe e desce.
O cu latejou bastante com meus movimentos, mas suportei,
continuei me deliciando naquela picona grossa juvenil, Raimunda dava tapinhas
em minhas nádegas e ria, dizendo safadezas gostosas e Levi vibrava, desci até o
talo e rebolei gostoso, remexendo e torturando aquele trabuco grosso dentro de
mim, gemendo alto, subi um pouco e quiquei suave, sentindo o atrito delicioso,
subi até quase tirar, sentei de uma vez e retomei as estocadas ferozes. Pirei
deliciosamente.
Raimunda ficou de quatro no sofá, me pus ao lado e abri a bunda da
coroa.
—Vai Levi, arregaça o cu dessa safada que ela quer rola! Ordenei,
Raimunda riu alto.
—Já no cu? Você também vai dar viu safadona? Retrucou a coroa, e rimos
alto.
Mamei gostoso a rolona de Levi antes de ele meter, deixei bem babadinha, atolei até engasgar, e com o esputo acumulado, dei uma cuspida pesada no cu da coroa, o jovem espalhou a saliva pelo ânus dela com o cabeção de sua picona e deixou deslizar.
Pirei ao ver aquele cu sendo alargado sem
parar conforme era invadido pela glande larga do novinho, Raimunda gritou seu
tesão e dei tapas no rabão dela, apertei e massageei. A cabeçorra e mais um
pouco passou, segurei o resto do pauzão e masturbei rapidamente, em seguida
conduzi, enfiando mais e alargando mais o brioco de minha colega, que recuou
sua bunda e fez a tora entrar todinha.
Levi segurou as ancas de Raimunda e deu aquela paradinha marota, a
coroa balançava suas pernas e contraía os dedos dos pés, grunhindo e gemendo
chorosa, então o macho começou a bombar, com a maior cara de bobão, de tão
feliz que estava, entretanto, ele suava mais que nós e ofegava bastante
conforme metia, fiquei ao lado da coroa, me masturbando suavemente vendo o
entra e sai daquele cacetão grosso no cu de minha amiga, que ficava cada vez
mais arregaçado conforme ambos gingavam. Levi tirou o pauzão e me mostrou um
rombo anal lindo nela, ofereceu seu cacetão para eu chupar e neguei, é claro,
ele sorriu sapeca.
Após um tempo, e vários gritos de dor e tesão por parte de Raimunda, decidi fazer anal, mesmo sentindo meu cu dolorido e latejante, mas eu me pouparia de exageros, então fiquei de quatro, Levi lavou rapidamente sua tora e Raimunda mamou até engasgar e produzir bastante esputo, em seguida besuntou meu anel com cuidado, e senti dores ao toque dela, mas aguentei.
O macho posicionou
sua tora na entrada, e penetrou, encolhi a bunda ante a dor e o cabeção
escapou, respirei fundo, pois ainda ardia e doía e me aprumei de novo, minha
amiga abriu bem minhas nádegas e Levi meteu, deixou a cabeçorra deslizar
todinha e gritei, balançando as pernas e esticando os dedos dos pés, mas não
reclamei, e o macho foi metendo o resto devagar.
—Isso Levi, devagarinho, assim está delicioso! Falei, imergindo no
ritmo dele, mas Levi ofegava além do normal, puxava muito o ar e suava
bastante, incessantemente.
Levi ia até o talo, dava um tranco suave e quase tirava, repetindo isso
várias vezes, e eu pirava de tesão, sentindo minha buceta ensopar mais e mais,
e foi uma preliminar anal deliciosa, então liguei o foda-se e aumentei o ritmo,
dando bundadas no macho, que logo se enturmou e castigou deliciosamente, me
fazendo gritar, Raimunda estapeou minhas nádegas, o jovem puxou meus cabelos e
seguiu metendo. Porra, por que ele não apoiava a perna no sofá para engatar de
vez e me deixar apaixonada pelo anal, como Cássio fazia? Ai, ai, mas tudo bem.
—Rebola gostoso professora, isso! Rabuda safada gostosa! Disse Levi,
socando deliciosamente e estapeando minhas nádegas. Rebolei sim e sorri sapeca.
—Você está derretendo hein moleque? Nem eu que levei essa rolona no rabo
um tempão estou suada assim! Comentou Raimunda. Olhei para trás e vi o novinho
sorrir acanhado.
Troquei com Raimunda. Ela deitou-se no sofá, na posição de frango
assado, com uma almofada sob seu corpo, abriu bem sua bunda arregaçada e piscou
o cu para Levi, que masturbava sua tora, e a vi... meia vida, mas ainda capaz
de nos penetrar, e ele meteu gostoso no cu da coroa, foi até o talo em um
movimento só, segurei as pernas dela, mantendo-as abertas e elevadas, e o
moleque socou sem pena, fazendo a coroa berrar de tesão.
Minha vez de novo. Fiquei na mesma posição da coroa, e Levi varou meu
rabo com parcimônia, sabendo que não podia se empolgar muito; recomeçou
suavemente, indo até o talo e quase tirando, Raimunda segurava minhas pernas e
incentivava o esbaforido e suadíssimo comedor a seguir em frente, e eu também.
As metidas aumentaram o ritmo de novo e gritei, sentindo dor, ardência e muito
tesão, e essa combinação me deixou mais tesa ainda.
—Vai Levi, vai Levi, castiga, soca sem piedade! Ordenei, imersa, em
transe, e o novinho obedeceu e seguiu socando com força, porém, não senti a
dureza de seu cacetão como antes...
Eu acabei suando ao ser “suada” por Levi, porque nem deu tempo
suficiente para que eu suasse tanto, pois o macho me banhava com seu suor a
cada vai e vem, e senti o pau amolecendo mais dentro de mim. Não era possível,
o moleque estava arregando...
—Vai Levi, soca meu filho! Disse Raimunda, que deve ter notado a
oscilação dele.
—N-Não... aguenta mais? Indaguei, incrédula e em menos de um minuto
depois... a rola do moleque foi expulsa do meu cu, mole, rendida. Fitei
Raimunda e ela fez cara de “é né...”.
—D-Desculpa! Disse Levi, que bufou de decepção. Ele não sabia onde
enfiar sua cara, de tanta vergonha que sentiu, sentou-se no cantinho do sofá,
calado e cabisbaixo. Tadinho...
—Tudo bem meu querido... acontece! Falei, tentando animá-lo. Ele
assentiu sem nos fitar, mas aquilo não adiantaria, sua honra de macho, virilidade havia sido ferida, e foi gravemente ferida...
—Você tem muito que aprender sobre sexo amorzinho, mas fez gostoso sim,
se garantiu e nós adoramos né Lulu? Comentou Raimunda, o abraçando. Assenti,
porém, ao cruzar meu olhar com o dela, concordamos... que sua nova chance, não
aconteceria mais...
Levi assoprava seu corpo e se abanava, então ofereci a ele um banho. O jovem recusou a princípio, pois estava muito envergonhado de seu fracasso sexual, mas após muita insistência minha e de Raimunda, ele aceitou.
Eu e a coroa
tomamos nosso banho no quintal, coisa rápida mesmo, e até cogitamos um boquete
em nosso aluno para que ele não se sentisse tão diminuído assim, até porque o
comedor não foi uma desgraça, me deu prazer no dia anterior, deu prazer a minha
amiga quando transou com ela, ou seja, estava no saldo positivo sim, porém...
Quando chegamos à sala, Levi já tinha ido embora. O moleque foi ágil, estava realmente arrasado por ter falhado com duas mulheres, mas... é a vida, enquanto uns gozam antes da hora e mal sabem meter um pênis em uma vagina, como Diogo...
Levi tinha potencial para ser um comedor de responsa, mas pecou onde o
ex-virgem havia pecado: não ter autocontrole, e deixar uma mulher cheia de
tesão a ver navios durante o sexo por não saber se controlar... é uma falha
imperdoável, a não ser é claro... que essa mulher seja sua namorada ou esposa, aí
sim vai existir compreensão, um diálogo que vai buscar uma solução, mas em sexo
casual e sem compromisso, a perfeição é o mínimo que esperamos. Cruel? Talvez,
mas é assim que funciona.
—Ele vai sobreviver! Ele aprende! Comentei, dando um longo suspiro.
—Quem tem um Cássio na vida... não precisa de Levi! Rebateu Raimunda.
Ri alto.
—Falou tudo amiga! Arrematei, e nos abraçamos, felicíssimas...
FIM
======================================================
Olá queridos alunos. Dia de jogo da Seleção, mas para mim tanto faz, nunca fui fanática por futebol, principalmente em um ano tão conturbado como esse, onde as atenções se voltam mais para o momento político, do que para o esportivo, mas enfim, resolvi postar hoje, mesmo sabendo que talvez não tenha mais visitas justamente por conta desse jogo.
Essa foi uma das aventuras mais loucas, inacreditáveis e engraçadas que eu e Raimunda vivenciamos. Corremos risco sim, mas nessa época buscávamos nos afirmar e viver nossa sexualidade deixando nossos instintos comandarem tudo, e confesso que fomos imprudentes.
Eu e minha amiga somos doentes de tesão por uma rola grande e grossa, e até hoje, de forma mais comedida, é claro, promovemos umas putarias gostosas, mas não mais com alunos, até porque atualmente, não há nenhum discente que valha a pena, quer dizer... um discente masculino, porque mais à frente... uma aluna nossa vai mostrar que também é um furacão do sexo e se juntará a nós.
Amanhã, o início do primeiro ápice desse segundo ato, uma história comovente, sacana, com muita transformação moral e principalmente: paixão, a realização de um desejo ardente, então não percam, é para mim, um momento importante, que dividiu opiniões no contoerotico, e... foi considerada por alguns leitores como minha melhor história.
A foto que ilustra esse relato foi em um dos momentos mais deliciosos que eu e Raimunda vivenciamos. A realização de um fetiche meu, e a melhor trepada da vida de minha parceira, segundo ela, e não duvido nadinha, porque eu vi como ela se acabou de tanto gozar... e quase acabou com o macho, rsrs. 2021, quarto ato e espero poder postar...
Beijos, tenham um dia maravilhoso, com muito trabalho e vitórias.
Aluno
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
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Relatos Reais
Segundo Ato
Suruba
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Comentários

dupla dinamica do tesao,voces acabaram com o menino,excelente releitura,mas agora eu fiquei sobre a aventura de voces sobre essa foto,espero que nao demore muito ate´ o dia que tu for publicar essa tua aventura,se cuida gata,beijao
ResponderExcluirDuas cavalas dessas....com bundas enormes.... claro que o boy ia arregar....duas taradas gostosas do caramba!
ResponderExcluirMais um conto recheado de tara e tesão…até que no início o menino foi bem, mas depois segurar duas safadas no cio não é pra qualquer um…parabéns Lu…saudades de vc…BOTO
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirIsso tambem e maldade com rapaz o levi pega duas maquinas e muita responsabilidade so para ele foi muita pressão.