051 - EMBOSCADA SEXUAL 4 – O FALSO ALUNO DE REFORÇO



             Oito dias se passaram após a transa deliciosa com Celso.

Na segunda-feira, o oitavo dia, após um final de semana tranquilo sem o corno, e sem trepadas porque Celso estava muito ocupado e Cássio não podia pular a cerca por causa da namorada, lá estava eu, na sala dos professores, após um surpreendente dia de trabalho ameno. Aleluia! Um dia sem ter que ingerir Anador ou Neosaldina para dor de cabeça, e isso era surreal e inacreditável, porém, meus pezinhos... tadinhos, tão doloridos. Ah... uma massagem...

                O corno me ligou no intervalo avisando que estenderia mais 20 dias de sua viagem profissional, e a ira em seu tom de voz era tão explícita, que dessa vez foi perceptível que ele não mentia, e quase explodi numa gargalhada. Vai pensando que patrão é amigo de empregado seu trouxa, sua folguinha para estragar meu aniversário jamais sairia de graça. Bem feito...

                No dia seguinte, a entrada dos discentes começou daquele jeito, “calminha” e para mais uma surpresa, essa bem chatinha... Valdo não estava lá, e sim o velho antipático mais uma vez. Será que o vigia titular havia “pifado” de novo?  Ariovaldo andava bem estressado ultimamente. Passei pelo carrancudo sem sequer dar bom dia, e sequer ouvi o cumprimento do mesmo.

Já saindo da sala dos professores, vi o melhor aluno da escola, Levi, o qual até mencionei na minissérie “MOTIVAÇÕES”, (que conta a história de Ricardo e Lidiane), vindo até mim, com seu sorriso simpático de sempre. Levi era da minha altura, tinha 18 anos. Branco, cabelos pretos lisos, curtos e com franjas, óculos quadrado e olhos amendoados e estreitos sob os mesmos, nariz meio largo, lábios médios e boca média. Seu corpo era robusto, não gordinho, mas cheio.

—Bom dia professora, tudo bem? Cumprimentou Levi, sorrindo lindamente.

—Bom dia meu amorzinho, estou ótima, e você? Respondi e o cumprimentei, e pela primeira vez estranhei o olhar de Levi para mim. Não era o olhar bobinho e despretensioso de sempre, ele me olhou como um macho olha uma fêmea, com desejo, e sorriu...

—Er... professora, será que... a senhora poderia me dar umas aulas de reforço? Indagou Levi, e sem brincadeira, arregalei os olhos, porque a nota mais baixa dele comigo foi um nove...

—Como é que é Levi? Aulas de reforço? Querido... em que parte da matemática você está enrolado pelo amor de Deus? Você só tira 10 comigo, você até me mostrou um macete bem criativo para fazer um cálculo uma vez, como assim reforço? Retruquei, realmente estarrecida.

—Ah professora, eu não sei tudo não, só aprendi o que a senhora passou nas aulas e... desenrolei, mas me inscrevi num concurso esse ano, e... é diferente o esquema né, eu fui tentar umas questões da apostila, peguei umas provas antigas, tentei e não me saí muito bem! Justificou-se Levi, todo acabrunhado. É... concurso é outra pegada, porém...

—Entendo... é... Levi... eu passei algumas questões de concursos nas provas, e você deu show, mas tudo bem, como você mesmo disse, não sabe de tudo, e eu não vou negar ajuda ao meu melhor aluno; se você tem dificuldades, vamos trabalhar isso! Repliquei, topando.

—S-Sério professora? Puxa, que legal, muito obrigado, pode dizer quanto é que eu falo com a minha mãe e ela paga! Disse meu aluno, radiante, eufórico. Fiquei contagiada.

—Não vou cobrar nada! Eu sinto orgulho de ter um aluno decente e esforçado como você, ao contrário da maioria dos seus colegas, que são uns vagabundos e não querem nada com a vida! Esteja em minha casa hoje às 14h, sem falta! Repliquei e Levi me abraçou, nos desvencilhamos, e mais uma vez, o moleque me fitou com tesão. Fiquei arrepiada...

No intervalo, após pedir meu suco de abacaxi com hortelã, Raimunda chegou.

—E aí Luciana, como vão as... “Picaduras de Pênislongos”? Indagou a coroa, e ri alto.

—Sua doida, cuidado com a língua! Respondi, ainda rindo. Ela também deu risada.

—Cássio agora está bancando o fiel, vê se pode; o moleque me dispensou! Disse a coroa.

—É não Raimunda, é que aquela namorada dele não desgruda, eu também estou na geladeira se você quer saber! Retruquei, e Raimunda me olhou fazendo biquinho.

—Ah coitada, se ela soubesse que comedores não são fiéis, tadinha! Troçou a coroa e ri.

—Mudando de assunto Raimunda, você acredita que o Levi veio me pedir aulas de reforço? Comentei. A coroa ergueu a sobrancelha surpresa e indagou bem jocosa:

—Ai que judiação, ele tirou 9,9 em sua última prova e está se achando burro?

—Não mulher, não seja maldosa, é porque ele se inscreveu em um concurso público e quando foi estudar, se enrolou. Acho que ele não soube interpretar direito as questões, ou tem assuntos os quais ele não dominou direito, enfim, isso é normal! Retruquei, e meu suco chegou.

—Eu sei, mas... ele participou da Olimpíada de Matemática e se destacou né? Então acho estranho se embananar em questões de concursos, mas eu entendo, são conceitos diferentes, concurso público tem suas manhas, não é aquela coisa automática, é um raciocínio mais atento, então... ajude-o, ele merece, é um aluno exemplar! Opinou Raimunda. Assenti...

Ok, não encarei as olhadas maliciosas de Levi como um assédio ou paquera. Ele era um homem formado; bem jovem, mas um homem, então talvez tenha finalmente reparado minha gostosura e ficou impactado, ou sempre reparou, mas só agora resolveu transparecer, normal. 

Já recebi vários olhares tarados dos colegas safados e preguiçosos de Levi e foda-se, não liguei. Eu não podia ficar de neura e maldar as pessoas, se ele tinha ou tem tesão em mim, beleza, legal, agora se eu deixaria ele despejar esse tesão sobre mim era outra história, então desencanei, terminei meu suco e voltei ao segundo tempo...

E coincidentemente, o restante de minhas aulas do dia foi na turma a qual Levi fazia parte, e passei a reparar bem naquele rapaz, de forma discreta, olhando sem olhar, e ele se comportou exatamente da mesma forma: com discrição e quietude. Quando eu explicava a matéria na lousa, seu olhar era o mesmo; atento, compenetrado e sem malícia...

Ao final da aula, quando todos estavam saindo, chamei Levi discretamente e inventei um assunto qualquer para despistar os demais, lhe dei meu endereço anotado num papel sem que ninguém percebesse e o jovem assentiu, naquele momento, com um sorriso maroto...

Em casa, almocei, depois tomei um banho relaxante, me arrumei com um vestido florido, decote arqueado e discreto, mangas compridas e de comprimento até quase o joelho, frouxo, sem intenção de seduzir ninguém, até pus calcinha, e fui esperar Levi...

Pontualmente às 14h, ouvi palmas lá fora. Levi havia chegado. Levantei do sofá calmamente e, descalça, porque adoro ficar descalça em casa, fui atender meu aluno. Abri o portão e ele sorriu como sempre, despretensioso e afável. 

De banho tomado, cabelos bem penteados, trajando uma camiseta cinza média com palmeiras desenhadas e uma calça de moletom cinza com listras azuis nas laterais, meio justa, e um chinelo. Porra, moletom em uma fornalha como o estado onde nasci e vivo? Ele portava uma mochila com seus livros e caderno.

—Boa tarde meu querido, chegou na hora hein! Comentei, o recepcionando.

—Boa tarde professora, é... a senhora marcou duas da tarde, tô aqui! Replicou, e rimos. O sol estava forte, o tempo bem abafado e aquele mancebo de moletom... Assenti sorrindo.

Convidei Levi a entrar, e enquanto caminhava até a cozinha, lugar onde seria nossa sala de aula, olhei de soslaio e percebi o safadinho fitando o sobe e desce de minhas nádegas sob o vestido frouxo, mas que não deixava de evidenciar meu rabão guloso, e foi instintivo, dei uma rebolada marota, mas logo parei. Foi só para deixar o moleque meio virado do juízo...

Sentados à mesa, pus minha cadeira bem ao lado de Levi e cruzei minhas pernas, deixando minha coxa grossa bem evidente, mas com mais da metade coberta pelo vestido, sem intenção de seduzir, até porque eu não estava provocante e tampouco viraria uma estátua com medo de ser atacada por um fedelho, que olhou sim por alguns segundos, mas retomou o foco.

—Aqui professora, é nesse assunto aqui que me enrolei! Disse Levi, abrindo a apostila no tema “Matemática Financeira”. É... realmente é um assunto chatinho, mas nada escabroso, e confesso que dei esse assunto de forma bem superficial, mas muito competente, e mesmo assim, Levi safou na prova, porém... lembrei, foi nessa avaliação que ele tirou nota nove.

—Ah... a única questão daquela prova que passei no primeiro semestre e você errou... foi de Juros Compostos e Simples né? Indaguei, e Levi assentiu sem titubear.

—Er... Probabilidade eu confesso que também não sou bom, acertei aquelas duas questões da outra prova na cagada professora, achei que ia tirar oito! Revelou Levi, e dei risada.

—E você se acharia burro se tirasse oito? Indaguei, lembrando da piada de Raimunda.

—Ah... não né, mas...! Tentou argumentar Levi, mas acabou rindo, desconcertado.

—Vou te dar a primeira aula sobre como fazer uma prova de concurso público: estude para passar! Se o certame tem 10 vagas e você passou em nono lugar, comemore como se tivesse passado em primeiro, porque o sabor da vitória é igual! Ok? Aconselhei. Levi assentiu.

Olhos ávidos, ouvidos atentos. Levi imergiu em minhas explicações e aplicou de forma satisfatória o que absorveu. Tentou cinco questões de Juros Compostos e acertou todas. Nada surpreendente vindo dele, pois o moleque era crânio. 

Na Probabilidade fiz o mesmo; expliquei, e vi que realmente ali era o ponto fraco dele, mas também safou sem problemas; de cinco questões, acertou quatro e trabalhamos onde ele errou, porém... desconfiei que esse erro dele, o qual se deu pela segunda vez após minha explicação... foi proposital...

Ok, expliquei novamente e Levi se mostrou atento, mas... quando acabei a explicação e toquei despretensiosamente sua coxa e perguntei se ele havia entendido, vi nitidamente algo despertar sob aquele moletom, e não parecia nadinha pequeno... fiquei alerta, pois eu já sabia mais ou menos reconhecer um dotado, mas mantive a compostura e foquei na aula, pois pau grande eu tinha de sobra.

Mais uma vez, Levi tentou resolver a questão que havia errado, e mais uma vez... errou de propósito. Fiquei sem entender aquilo, porque eu havia explicado duas vezes e fiz a questão.

—Caramba professora, diabo é isso? Indagou o jovem, coçando a cabeça, frustrado.

—Não consegue se concentrar querido? O que aconteceu? Questionei, pondo a mão mais uma vez sobre sua coxa e dando um leve aperto depois, e ali vi algo crescer mais. Levi fitou minha mão e me fitou em seguida, deu um sorriso malicioso e pediu:

—Posso ir no banheiro professora? Assenti com a cabeça, sentindo um frio na barriga, pois notei sim algo grande dançando sob aquele moletom, e o veria ainda maior quando ele levantasse, porém, Levi levantou-se de ladinho e saiu de costas, e não pude ver nada.

Levi demorou uns 10 minutos no banheiro. Suei frio e comecei a ficar meio tensa. Será que ele estava se masturbando? Não, não era possível, Levi era um rapaz educado, de boa criação, com comportamento probo na escola, mas... era um macho, e fiquei alerta. Segundos depois a água cessou, em seguida ele saiu do banheiro e fitei sua virilha, vendo algo razoavelmente grande sob o moletom, mas nele não havia nada melado ou molhado.

—Está se sentindo bem Levi? Indaguei, ressabiada. Ele me fitou meio sem graça.

—Er... tô sim professora! Tô bem sim! Disse o rapaz, sentando-se em seguida.

—Por que demorou tanto no banheiro? Indaguei, e ele enrubesceu.

—É... eu tava... aliviando um pouco! Respondeu, e o fitei com olhos arregalados.

—Aliviando... como assim? Questionei, incrédula. Ele foi se masturbar, não acredito.

—Calma professora, não é nada disso que a senhora tá pensando, eu só fui mijar! Disse Levi, visivelmente constrangido e tentando se explicar, mais vermelho que um tomate.

—Nossa, 10 minutos mijando? Que bexigona hein, dá para encher uma caixa d’água! Retruquei, irônica e Levi fez uma cara que me deu vontade de gargalhar.

—É que... eu tive que esperar amolecer né! Disse o mancebo. Ergui as sobrancelhas.

—E ficou de pau duro durante a aula por que? Pensou na namorada? Questionei, e só para saber se ele estava mentindo, pus a mão de novo sobre a coxa dele, e o pau despertou em segundos, elevando o tecido do moletom. Se tivesse gozado, não teria uma ereção tão rápida...

—É a senhora que me deixa de pau duro professora! Disse o safado, já se soltando. Não tirei a mão da coxa dele, e vi a barraca já totalmente armada. Meu melhor aluno... era pirocudo...

—E isso tudo aí... é o seu pau? Indaguei. Não tinha como ignorar aquilo, era grande...

—É sim professora! Achou grande foi? Indagou Levi, apalpando sua tora e a delineando.

—Se for mesmo seu pau... é sim, mas só acredito se você mostrar! Falei, porque eu não era mais a Luciana que se envolveu com Ismael, eu já tinha minha sexualidade resolvida e bem definida, e não havia o que temer, pois Levi não seria louco de me prejudicar, eu tinha certeza...

Levi deu apenas um sorriso malicioso, afastou sua cadeira um pouco, arriou razoavelmente a calça e meus olhos se abriram bem e brilharam. 20 centímetros depilados, meio curvados para cima, quase sem veias, pouco prepúcio, revelando um cabeção rosado, arredondado, com uma grossura gostosa de se chupar, caberia bem gostoso na boca. As bolas eram médias e firmes. Pude ver a seiva de excitação do macho vertendo, e minha xoxota chorou.

—E aí professora? É grande? Questionou o devasso. Era outro Levi diante de mim...

Antes de dar minha resposta, tive um “insight”. E o tive porque tudo ali estava fazendo um sentido surreal e inacreditável. Levi criou toda essa situação porque soube que eu gostava de pirocudos e uma boa sacanagem. 

O moleque mal titubeou ao aproveitar de forma brilhante a brecha criada por ele mesmo para atacar, então ele não me procurou às cegas, havia alguém por trás disso, alguém que falou sobre mim, alguém que sabia de minha vida sexual secreta, e na lista de suspeitos haviam dois nomes: Ariovaldo (pouco provável, mas possível) e Raimunda... e ela era o nome mais forte, porque aquela coroa era tão safada quanto eu, ou melhor, mais safada que eu, e principalmente: é professora de Biologia.

—Do tamanho que eu adoro! Respondi, indo até ele e me ajoelhando entre suas pernas.

—Eu sempre tive um tesão do caralho na senhora, a senhora é a professora mais bonita e gostosa da escola, é sério, tenho tesão na sua bunda e na sua boca! Declarou-se Levi, com os olhos mais flamejantes de tesão que já vi até hoje. Aquilo me deixou bem mexida.

—É Levi? Imaginou minha boca chupando seu pau grande e grosso? Fala para mim! Repliquei, segurando o picão e vendo minha mão quase fechar na circunferência. Beijei o cabeção, em seguida lambi aquela lágrima tesuda e a sorvi. Levi respondeu, eufórico e incrédulo:

—Sim, sim professora, todo dia eu imaginava! É um sonho se realizando!

—Você sabe que deve manter segredo né? Se ousar espalhar... você nem faz sua prova de concurso este ano, e estou falando sério! Adverti, e Levi assentiu igual a um calango.

Preenchi bem minha boca com aquela cabeçorra gostosa e mamei suavemente, ouvindo o gemido aflito de Levi, massageei suavemente enquanto mamava, remexendo meus lábios e língua, avançando e sentindo a grossura daquele pauzão de 18 anos; tirei, já com fininhas pontes de saliva e lambi da base até a glande, beijei e abocanhei. 

Chupei e tirei, repetindo isso algumas vezes, em seguida caí de boca e fui até onde deu, a metade, pois minha boca é grande e a espessura da pica era deliciosa de se tentar ir mais fundo; nada exagerada como a do vigia, mas era sim um calibre de muito respeito, então avancei mais um pouco e engasguei, recuei até quase tirar e segui chupando, estimulando o pouco prepúcio com meus lábios. Levi pirou.

—Senta na cadeira professora! Pediu Levi. Levantei e tirei meu vestido, e o macho pirou ao me vir só de calcinha, arregalou os olhos diante de minha gostosura, embasbacou-se.

Mal sentei, ele caiu de boca em meus seios e mamou deliciosamente, maravilhado e mostrando que tinha sim pegada aos 18 anos, e me dando a irrefutável certeza de que era um comedor enviado por uma daquelas duas pessoas, em seguida meteu sua mão dentro de minha calcinha e acessou minha xoxota melada, a penetrou com seu dedo médio, com maestria e me fez dar um grito de tesão, me contorcer e pirar. Que delícia de aluno, nota 10 na escola, no calibre da rola e na pegada, e na metida também seria aprovado, sem dúvidas...

Sentei na cadeira, ofegante, puxei o macho para perto de mim, agarrei o picão e caí de boca, tarada, com a buceta trêmula, chorosa e os bicos dos seios petrificados. Fui até a metade em um movimento só e emperrei, forcei fazendo um vai e vem rápido, engasguei e passei mais um pouco, e não arredei, o esputo vazou e caiu, engasguei e fui mais, os olhos verteram lágrimas e engulhei, recuei e tirei, arfando, com três pontes de saliva bem densas e firmes, as quais brinquei com os dedos, espalhei pela rolona grossa, punhetei e abocanhei, mamando rápido.

—Anda moleque, me chupa bem gostoso! Ordenei, subindo na mesa, ficando à beira da mesma e abrindo minhas pernas, dando tapas na minha xoxota melada e alisando meus seios.

Levi sentou na cadeira, segurou minhas pernas abertas e elevadas, e me fez dar um gemido alto ao cobrir minha vagina com sua boca quente. Ai que beijo gostoso o moleque deu, estimulou magistralmente a xotinha com sua língua e lábios e chupou apaixonado, e delirei.

Após quase me fazer gozar no oral, Levi se preparou para meter. O macho deu batidas com sua tora em minha racha ensopada, roçou a glande no meu clitóris, ameaçando meter e me arrepiei. A trepada seria sobre a mesa mesmo, refeição sexual deliciosa, então Levi penetrou suavemente, me invadindo com seu cabeção, alargando e depois ocupando bem minha xoxota gulosa com sua grossura.

 Gemi e arfei, ele foi até quase a metade e começou a bombar sem pressa, só gingando seu quadril, recuou até quase tirar e seguiu o vai e vem suave só com um pouco mais da cabeçorra dentro. Pirei e gemi gostoso, me excitando mais ainda, e logo minha buceta engoliu os 20 centímetros grossos do aluninho devasso.

—Caralho... que buceta deliciosa, muito gostosa, muito gostosa, não acredito, tô transando com a minha professora! Disse Levi, emocionado mesmo e extasiado.

—Guarde essa alegria só para você rapazinho, lembre-se! Adverti, e ele assentiu.

O moleque sabia meter e muito. Ele atolou seu caralhão em minha racha, deu aquela paradinha marota, bombou bem devagarinho, para me fazer sentir todo seu comprimento dentro de mim, recuou pouquíssima coisa e deu um leve tranco, que quase me fez quebrar o vidro da mesa com um tapão de tesão extremo que dei e soltar um curto berro em seguida. 

Me contorci, rebolando e então o embalo começou, o macho segurou bem minhas pernas e socou sem piedade, alinhando instantaneamente seu ritmo sexual ao meu. Puta que pariu, como é que aquele merda chamado Diogo, mais velho que Levi não aprendeu a foder em DUAS aulas?

—Vai gostosa, segura essas pernas bem abertas! Gostosa, gostosa, tesuda, caralho professora, isso é um sonho, um sonho! Pediu e desabafou Levi. Obedeci e ali o exemplo prático da diferença entre afobação, euforia, ansiedade e pico de tesão extremo aconteceu.

Levi não continha sua emoção em transar comigo, quase chorou, estava surtado de tesão em cada estocada, em cada movimento respiratório, mas controlava perfeitamente a intensidade de suas investidas para não me machucar ou gozar antes da hora. Ele debruçou-se sobre mim e caiu de boca em meus seios, engatando de jeito sua pica dentro de mim, e sabendo disso, começou a dar trancos mais fortes, me fazendo gritar e prendê-lo com minhas pernas.

—Vai Levi, não para, me faz gozar bem gostoso que eu te dou o cu, vai, vai moleque, vai meu aluninho, soca gostoso, assim, desse jeito, aaaahhh, aaAAAHHHH, AAAAHHHH, ESTOU GOZANDO PORRA, AAAIIIHHHAAAAHHH, ISSO, METE, SOCA, SOCA, soca! Ordenei e explodi num orgasmo ensandecido, brutal, apertando o comedor com força, e ele seguiu metendo gostoso.

O primeiro orgasmo não me deixou molinha, eu queria mais, e Levi percebeu, então continuou metendo suavemente, tirando e socando até o talo, dando aquele tranco leve e bombando só a virilha, depois ele saiu de vez, me posicionou de ladinho, com meu rabão para fora da mesa e varou minha racha ainda faminta de novo, segurando minhas ancas e socando gostoso, naquele ritmo de macho mesmo, fazendo seus 20 centímetros darem aquele passeio delicioso dentro de mim. 

Olhei para ele e vi seu olhar tomado de tesão, sorri, ele segurou meus cabelos e mandou brasa, sacolejei minha bunda e ele castigou bem gostoso, depois saiu.

—Agora vou meter nesse cuzinho lindo! Anunciou o macho.

—Ai... será que eu vou aguentar um pau desse tamanho no cu? É muito grande e grosso, estou com medo! Instiguei, fazendo carinha de amedrontada, e o macho foi ao delírio.

—Não se preocupe professora, eu faço bem gostoso, a senhora vai amar! Replicou Levi, e apenas dei aquele sorrisinho bem safado, com o indicador entre os dentes e empinei a bunda.

Levi deu aquela chupada gostosa, temperou bem meu cuzinho guloso e se preparou...

O mancebo afastou minha nádega direita, pincelou meu cu e Dei aquele gemido aflito, contraí e estiquei os dedos dos pés ao sentir a glande larga do pauzão invadindo meu ânus, o alargando conforme avançava. Tive um leve tremor pelo corpo e dei um grito curto, ele parou um pouco e bombou devagar, a cabeçorra passou e gemi alto de novo, então ele alisou minha bundona e começou a bombar suavemente só a glande e mais um pouquinho, mordi o lábio inferior para controlar a dor, mas era uma dor deliciosa, inevitável e essencial.

—Ai...cabeção gostoso no meu cu! Isso, assim seu safadinho! Falei, louca de tesão. Levi foi só socando a glande larga de sua tora de leve, saboreando gostoso. O moleque manjava...

Ele seguiu, avançou mais um pouco, alargou mais meu rabo e foi num ritmo carinhoso, bombadas suaves, eu gemia e continuava com os dedos dos pés encolhidos, arfando com aquele calibre arregaçando meu cu deliciosamente. 

Vendo que eu estava bem propensa, Levi avançou até passar da metade e parou um pouco, depois quase tirou e fez o vai e vem até onde tinha metido, me fazendo delirar naquela habilidade deliciosa em enrabar uma mulher.

—Delícia de cuzinho! Gostosa, gostosa! Disse Levi, sempre maravilhado.

—Vai... soca tudo Levi, até o talo! Sussurrei, pedindo, e claro, ele obedeceu, foi na maciota até encostar sua virilha, deu três estocadinhas marotas e então começou de fato.

O moleque metia com a alma, e eu gritava e gemia, tarada, pedindo mais, totalmente sintonizada com ele. Quando percebi já estava com a perna direita apoiada no ombro do comedor e a esquerda aberta, quase de frente, e o passeio anal seguiu delicioso, Levi já socava sem pena, quando encostava a virilha em minha bunda, dava dois trancos fortes, ouvia meu grito, gingava o quadril, recuava até quase tirar e retomava as estocadas, agora frenéticas.

Após um tempo, sentei Levi na cadeira, montei de frente, aloquei a tora na entrada do meu cu e sentei com gosto no colo dele, rebolando e gemendo alto, então comecei a cavalgada, rezando para aquela cadeira não arrebentar com nosso peso, mas não estava nem aí, eu queria pica grande e grossa me arrombando, e quiquei alucinada, quase tirando e sentando até o talo, e Levi sorria com cara de retardado, ainda sem crer que estava comendo o cu de sua professora.

Após mais um tempo e felizmente a cadeira aguentar, fiquei de pé, apoiei a perna direita sobre outra cadeira, arrebitei a bunda e Levi varou meu cu como um macho gostoso vara, segurando minhas ancas e socando sem dó. 

Já suávamos como se fôssemos derreter, eu rebolava e ele me acompanhava, sem oscilar, alimentava meu cu faminto com competência, “plaft, plaft” safado, cafajeste e delicioso, a xoxota pingou a seiva em minha perna e gemi alto, gritei e o macho começou a me bolinar os seios com uma mão e a racha com a outra enquanto socava ensandecido, aí não deu outra... quase fiquei rouca ao urrar meu segundo gozo...

O segundo clímax foi brabo, me deixou bem trêmula e molinha. Levi metia devagar, acompanhando o ritmo lento de meu corpo. Eu gemia manhosa e rebolava, arfando, ele deu um tapa estralado em minha bunda, socou até o talo, deu uma paradinha e retomou, suave, até pararmos, em seguida ele se debruçou sobre mim e beijou meu pescoço, ofegante.

—Vou gozar no teu rabão professora! Avisou Levi, saindo do meu cu.

—Nada disso... quero tomar leitinho, vai lavar essa rolona! Rebati e Levi vibrou.

Levi voltou rapidamente do banheiro, me ajoelhou e punhetou nervoso seu pauzão com a cabeçorra dentro de minha boca aberta, dei beijos, lambi e chupei, fazendo-o delirar, em seguida o aluno gemeu quase chorando ao explodir seu gozo, o qual não foi muito abundante, mas denso, um mingau delicioso. Engoli tudo, depois chupei até deixar o picão limpinho.

Apesar de ter sido uma trepada deliciosa, não tomamos banho juntos, o mancebo fez apenas um asseio rápido enquanto eu me banhava no quintal. Já eram quase 17h quando pus o mesmo vestido que usei para receber o mais novo pauzudo de minha vida, e eu adorei.

E finalmente, pouco antes de ir embora, a confissão: Levi revelou que o reforço foi apenas um pretexto para transar comigo, e que RAIMUNDA havia armado tudo com ele. Ah...bandida, e ela se fez de besta no intervalo e tudo, mas beleza, o jovem prometeu guardar segredo do que fizemos e confiei, pois ele também comeu a coroa devassa. Levi partiu satisfeito, em seguida liguei para a pilantra, e ela, ciente de tudo, me atendeu já dando gargalhadas...     

FIM

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Olá queridos alunos. Perdão pelo sumiço, mas esses dias de minha vida foram agitados e estressantes; provas para elaborar e aplicar, provas para estudar na minha especialização, aulas particulares, problemas pessoais, e para completar: estou me recuperando de uma violenta virose, e senti muito a falta de postar, mas gosto de fazer minhas postagens quando estou com a cabeça ao menos morna, quase fria, mas enfim, vamos em frente, essa semana vou normalizar as postagens.

O final de ano se aproxima, então minha rotina atinge picos altos de estresse, principalmente porque estamos voltando à normalidade em meio aos destroços causados pela pandemia. Ainda estou me recuperando da virose que sofri, e ao mesmo tempo preciso tocar o bonde, mas estejam cientes de que jamais vou parar, mesmo que suma de vez em quando.

O blog vai passar por mudanças, só estou analisando se as implemento ainda esse ano ou em 2023 mesmo, não sei, mas elas já foram testadas e aprovadas, o que me deixa muito empolgada, porém, não vou revelar nada ainda, só adianto que a interação e engajamento será bem melhor.

Amanhã, para deleite de boa parte dos meus queridos alunos, uma imperdível aventura sacana minha com Raimunda, e fico feliz em saber que ela tem uma considerável base de admiradores.

Beijos, tenham uma segunda maravilhosa e um início de semana cheio de positividade.

Comentários

  1. Luciana e Raimundo duas deusas. Tomara que ela aceite postar as aventuras dela também. Senti saudades professora linda e maravilhosa.

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  2. excelente releitura gata,agora estamos ansiosos para ler o que tu e a raimunda vao aprontar,se cuida gata,beijao

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