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Valdo subiu na cama e deitou-se,
com sua virilha próxima a minha boca, e abocanhei seu pauzão grosso, gemendo e
grunhindo enquanto Celso já enterrava seus 22 centímetros grossos e deliciosos
em minha buceta e bombava sem pressa. Cássio também subiu e ficou paralelo ao
pai, mas notei... ele masturbando seu picão meia vida, quase mole.
Tirei a rolona de Valdo da boca
na hora e peguei a de Cássio, a abocanhando em seguida, e a fiz reviver com meu
boquete tarado. Eu não queria pau bêbado ou caído na minha celebração, queria
troncos firmes e dispostos a me deixarem sem andar e sentar direito por dias, e
ao invés de reclamar das dores e desconfortos, gargalhar da cara do chifrudo.
Caprichei na mamada de reanimação da tora de Cássio. Deixei a boca aberta e fiz o vai e vem suave, vertendo saliva e engasgando. O novinho segurou minha cabeça e gemeu gostoso, fodendo minha boca em movimentos sutis, empurrando até emperrar e recuando até quase tirar, enquanto as estocadas de Celso, na hora certinha, aumentaram de ritmo e me faziam grunhir cada vez mais tarada.
O “plaft, plaft” do rebento de
Valdo era carinhoso, com trancos leves; era outra pegada sim, um estilo
diferente de foder, e que me fazia pirar mais.
—Caralho... que buceta gostosa meu Deus! Disse Celso, socando gostoso.
Deixando o pauzão de Cássio em
riste de novo, retomei o boquete no pai dele, mamando tarada e o caçula desceu
da cama, indo para onde o irmão estava. Sem segurar o picão de Valdo, fiz o vai
e vem com a cabeça, tentando avançar naquele tronco e deixando a saliva
escorrer, e o velho gemia aflito. Também gemi aflita com as bombadas de Celso,
as quais eram moderadas, pois na suruba de uma mulher e vários homens, o
exagero precisa ser proporcional...
Celso saiu de minha racha, dando
a vez a Cássio, e senti a rolona dele entrar meia vida em minha buceta. O que
estava acontecendo com ele? Que foi meu amorzinho? Senti vontade de perguntar,
mas eu sabia que o jovem ia ficar desconcertado e certamente sofreria chacota do
pai e do irmão, o qual eu percebi ser mais extrovertido, e aí tudo poderia
desandar.
—Vai Cássio... me fode daquele
jeitinho bem safadinho e gostoso! Vai meu tesudo, soca essa rolona gostosa sem
pena, soca, soca! Incentivei, tentando levantar o moral do novinho, e graças a
Deus funcionou, a tora petrificou-se dentro de mim, e o comedor socou daquele
jeito.
Cássio foi com fome. Sacudi a tora de Valdo com força na minha boca, grunhindo manhosa e com tremores nas pernas e arrepios, porque o novinho castigava minha vagina sem clemência, tirei a picona do vigia da boca para dar um grito de tesão, pois Cássio engatou sua metida de jeito, segurando firme minhas ancas e com a perna apoiada sobre a cama; o moleque se inspirou com minhas palavras.
Celso me pôs para mamar sua
tora grossa, e a vi besuntada de nosso requeijão, e eu AMO sorver aquele creme.
Trouxe com o indicador até a boca, a qual passava um pouco da glande e sorvi
nosso néctar, agarrei o picão e segui mamando e pirando.
Tirei a boca do picão de Celso e me sintonizei com Cássio, que estava me levando à loucura com suas bombadas. Eu quase emudeci, de tanto tesão com o ritmo dele, e acompanhei, grunhindo, arfando e ofegando, então rebolei gostoso e dei bundadas no comedor, que parou de meter e me deixou conduzir.
Olhei para Celso e vi seu semblante bestificado com meu
gingado, e com meu rabão de 102 centímetros fazendo miséria com um pau de 22. A
Raimunda não rebola assim não meu querido? Indaguei em pensamento. Sorri e
continuei.
—Caralho Luciana... tu é demais!
Mulher gostosa da porra! Disse Cássio.
—Vai comedor, acompanha meu
reboladinho, vai meu safado, vai, vai, vai, soca, soca a rolona bem gostoso meu
tesudo! Falei e sussurrei, rebolando suavemente.
Revezei o boquete entre Valdo e
Celso, e Cássio seguia me currando deliciosamente, indo lá no fundo, juntei os
dois picões e mamei tarada, o novinho engatou a metida de jeito e tive de tirar
para berrar meu primeiro orgasmo, e berrei ensandecida, trêmula e ofegante,
punhetando ferozmente pai e filho enquanto o macho seguia me fodendo sem parar.
Cansada? Jamais. Cássio saiu de
minha racha e me presenteou com o néctar de nosso creme enquanto seu pai se
preparava para me currar, mas como comedor vivido que era, esperou que meu
corpo se restabelecesse do orgasmo para a segunda rodada, me acariciando e
dando beijos em minhas nádegas e rápidas chupadas em minha buceta. Mamei o
novinho com devoção, deixando aquele cacetão limpinho, depois servi seu irmão, com
o mesmo empenho.
Ao perceber que eu já estava pronta, Ariovaldo alocou a cabeçorra de sua rolona grossa na entrada de minha buceta e meteu. Dei aquele gemido aflito, masturbando Celso, que já estava deitado na mesma posição que seu pai esteve.
Ofeguei, sentindo a mais espessa
das três piroconas invadindo minha xoxota, a alargando e preenchendo mais além
da conta, mas sem dificuldade para seguir. O coroa parou um pouco, começou a
bombar suavemente o que tinha metido, e me arrepiei toda, contraindo os dedos
dos pés e balançando as pernas.
Cássio ocupou minha boca com seu caralhão enquanto eu punhetava Celso, fazendo suaves movimentos de torção com a mão, arregaçando bem o prepúcio e subindo até cobrir a glande, gemendo tarada com as estocadas do vigia, que já havia enterrado sua tora larga em minha xoxota.
Valdo deu aquela paradinha,
bombou bem devagar, alisando e apertando minhas ancas, e vendo o quão
encharcada minha fenda estava, deu aquele solavanco malvado que eu adoro e me
fez gritar aflita, quase chorando e balançando as pernas.
—Vai safada, rebola! Disse Valdo, dando um tapa estralado na minha
bunda.
Rebolei gostoso, abocanhei a tora de Celso e punhetei Cássio. Valdo acelerou as metidas igualmente na hora certa em que seu filho o fez, e pirei de tesão.
O vigia abriu e manteve minhas nádegas abertas, seguiu alimentando minha
xoxota faminta, e certamente viu o caminho aberto pelo seu filho no meu cu, o
qual pisquei, e não deu outra, o coroa entendeu o chamado e tirou sua tora de
minha xoxota, depois aplicou aquela chupada matadora no meu rabo, o salivando
bastante, fui até a metade do pauzão de Celso e engasguei, recuei e tirei, com
duas pontes bem densas de saliva, as quais Cássio aparou e levou para besuntar
meu cu.
O novinho meteu dois dedos no meu rabo, meteu bem fundo, Valdo posicionou sua tora na entrada, e só deixou deslizar, me fazendo berrar de dor e tesão. O vigia parou um pouco, e senti o alargamento anal acontecendo conforme ele pulsava seu rolão grosso.
Ele recuou até quase tirar e começou a
bombar, encolhi a bunda só de charminho e o macho a arrebitou de novo, minhas
pernas tremiam e os dedos dos meus pés contraíam e esticavam. Rola bem grossa
no cu causa isso, e eu amo, Cássio manteve minhas nádegas abertas para seu pai
me enrabar, e gritei mais ao sentir meu cu sendo mais alargado ainda, e logo os
20 centímetros gordos do coroa passeavam deliciosamente nele, em metidas
safadamente carinhosas.
—Isso Valdo... arromba meu cu bem gostoso seu puto! Falei, tarada e
rebolando.
—O que um rabão desse merece hein safada? Indagou o vigia, tarado.
—ROLA GRANDE E GROSSAA! METE, METE PORRA, ME ARREGAÇAAA! Falei,
gritando.
—A mulher tá braba hoje hein papai! Comentou Cássio, e rimos alto.
—Eu gosto é as... COF, COF, COF! Começou a retrucar Valdo, mas uma
tosse forte e carregada o fez desandar as metidas, e claro, paramos a foda,
apreensivos.
—Que foi papai? O senhor tá bem? Indagou Cássio, aflito.
—Só... engas...guei, com... a saliva! Tô bem, tô bem! Disse o vigia, se
recompondo.
—Tem certeza pai? Indagou Celso, também aflito.
—É Valdo, não tenta bancar o durão escondendo problema! Arrematei.
—Já disse que tô bem, só engasguei com a saliva, não tô com problema
nenhum, fiz os exames e deu tudo certo, o “véio” aqui tá um poudo, minha filha!
Replicou o vigia, e rimos.
—É... você já é um manga-larga né... e seus meninos também, dois
puros-sangues! Anda, já que está trotando... vem me foder junto com o Celso!
Rebati e ordenei. Os machos vibraram.
Como Valdo já tinha começado o anal, montei de frente em Celso com a xoxota, sentei até o talo e cavalguei gostoso. Cássio veio e encheu minha boca com sua rolona, e Valdo se preparou para continuar comendo meu cu.
O vigia
posicionou sua jeba na entrada do meu rabo, deu aquelas pinceladas enquanto seu
filho socava gostoso em minha racha, e indagou:
—Pronta Lulu? Sem tirar a tora de Cássio da boca, só fiz o sinal de
positivo.
Quando o pauzão grosso de Valdo entrou no meu cu, tirei a rola de Cássio da boca para berrar minha dor, mas a dor de quem AMA uma putaria pesada, e sentia falta de uma assim de vez em quando. Cássio havia aberto o caminho para o irmão e o pai lá em casa, e como o coroa sabia disso, embalou gostoso as metidas, e Celso o acompanhou.
As lágrimas desceram, e grunhi chorosa,
ofegante, mas tarada, abocanhando o picão largo do caçula e mamando
ensandecida, fazendo Cássio gemer aflito e se contorcer em acessos de arrepios
violentos.
Cássio segurou minha cabeça e bombou gostoso, tentando atolar seu caralhão enquanto os dois machos me curravam sem piedade, do jeito que eu queria. O esputo vazava e caía sobre o peito de Celso, que nem ligava, apenas segurava minhas nádegas e socava sem parar, compassado com o pai e comigo.
Tirei o pauzão da boca e Cássio bateu em meu rosto com ele, espalhando a baba densa que produzi, ouvi a respiração bem ruidosa e ofegante do vigia, e o novinho foi para onde ele estava.
Desconfiei que Valdo estivesse mentindo sobre
sua saúde, mas logo desencanei, aproveitei os dois caralhões me arregaçando juntos
e gritei tarada...
Valdo saiu do meu cu e foi ao banheiro limpar seu pauzão, Cássio
assumiu o lugar dele, e acarinhou meu rabo, o beijou e deu uma cuspida, em
seguida pincelou sua tora e a deixou deslizar até quase o talo, e dei aquele
grito desesperado de tesão.
—AAAIIIII... AAAHHH... AAAIII... HMMM... DELÍCIAAAA! CARALHOO! Ai, ai,
ai... gostoso, gostoso! Mete, mete, não para! Bradei e sussurrei, surtada,
sentindo dor, mas querendo mais.
Ariovaldo retornou, com seu caralhão largo limpo e o socou em minha boca. Mamei tarada, com a boca bem estufada, assim como as duas bocas de baixo também estavam. Grunhi e o vigia segurou minha nuca para bombar suave e gostoso.
Cássio e Celso seguiam alinhados na DP, me fazendo gemer cada vez mais
manhosa e louca de tesão, rebolando e sorrindo.
—Q-Quero... um pouco de anal... só com o Celso! Pedi, porque ele ainda
não havia me enrabado. Cássio saiu do meu cu e Valdo da boca, então saí de cima
de Celso, ofegante.
Celso me pôs deitada à beira da cama, com as pernas elevadas e abertas, e como todo bom comedor que se preze, deu aquela chupada deliciosa em minha buceta, para me deixar mais relaxada dos efeitos da DP.
Chupou deliciosamente, no nível de seu irmão caçula, que me pôs para mamar seu cacetão já lavado enquanto eu punhetava o pai.
O macho quase me fez gozar no oral, e após também
ter lavado seu pintão largo, meteu um pouquinho na xoxota, e gemi gostoso; três
bombadas fortes, uma paradinha e bombadas suaves, só remexendo seu quadril, aí
eu pirei, meu cio triplicou e berrei de tesão com o gingado do cara.
Mas Celso sabia que eu queria rola no cu, e não passou muito tempo na xoxota. Comecei a mamar seu pai enquanto ele pincelava meu ânus com sua pirocona, então ele apenas deixou que meu rabo sugasse seus 22 centímetros espessos e me fizesse gemer alto.
Valdo segurou meu tornozelo direito e Cássio
o esquerdo, e o comedor se esbaldou em metidas ferozes, trucidando meu cu sem
piedade, acarinhando minha xoxota, então tirei sua mão, porque aquilo chamaria
mais um orgasmo, e eu não queria gozar naquele momento, eu queria rola.
O comedor quase debruçou-se sobre mim e imprimiu um embalo matador no sexo, me contorci e acompanhei os movimentos dele, revezando o boquete entre Valdo e Cássio, mas uma hora parei para não cansar o maxilar, e fiquei masturbando os comedores enquanto o fumo entrava sem descanso no meu cu guloso, e a cada estocada de Celso, meu buraco ficava mais faminto.
O irmão de Cássio
caiu de boca no meu seio direito e gritei de prazer, abracei o macho e segui me
contorcendo, rebolando e subindo e descendo meu quadril, cada vez mais tarada.
—M-Mulher... gostosa da porra! Disse Celso, gago e ofegante. O
empurrei, fazendo-o sair do meu cu, Valdo e Cássio soltaram meus tornozelos e
me posicionei de quatro, agarrei a tora do vigia e abocanhei ensandecida,
estufando a boca e dei duas palmadas na minha bunda.
Celso entendeu e varou meu cu. Grunhi alto e cacei o pauzão de Cássio para punhetar enquanto mamava seu pai. Loucura total, surubinha braba e deliciosa.
O comedor mantinha minhas ancas sob suas mãos gostosas e chocava sua
virilha contra minha bunda, segui servindo pai e irmão com meu boquete, melando
a colcha da cama de esputo conforme chupava e deixava o mesmo escorrer. Tirei a
rolona de Cássio da boca e segurei ambas para berrar.
—TORA GOSTOSA DO CARALHOOO! VAI CELSO, SOCA, CASTIGA! Gritei, alucinada
com as bombadas do macho. Senti os pingos de suor dele caírem em minhas costas,
abocanhei a tora de Cássio e punhetei Valdo, grunhindo aflita e gemendo
manhosa, já suada também.
—Não deixa o sangue esfriar, bora Lulu! Eu e o papai! Disse Cássio.
Assenti, taradíssima.
Cássio deitou-se, sentei de costas com o cu em seu picão teso e melado, sentei de uma vez, acocorada e comecei a quicar, três quicadas fortes, uma rebolada e um gemido alto.
O vigia veio e elevou minhas pernas, pincelou seu trabuco rapidamente em minha xoxota e a varou deliciosamente, me fazendo ver estrelas coloridas de prazer, um céu com nuvens de algodão e urrar minha tara extrema, Celso veio com seu pauzão já lavado e calou gostoso minha boca, fazendo-a despejar saliva sobre meus seios conforme tentava atolar.
Valdo e
Cássio sintonizaram as bombadas e me causaram calafrios e tremores nas pernas,
de tão deliciosa que as metidas dos machos eram. Cogitei tentar a DP anal, mas
demovi... ainda não estava pronta.
Ainda com Cássio e Valdo, mudamos a posição. Montei de frente sentando com a xoxota no picão do coroa, e Cássio veio no meu cu. Gritei tarada, e agarrei a rolona de Celso para chupar ensandecida.
O caçula castigou gostoso meu cu com metidas ferozes, e Valdo não ficou atrás, tanto que tive de tirar a rola de Celso da boca para berrar e controlar a falta de ar que senti com aqueles dois caralhões me currando freneticamente.
Celso pediu meu rabo a
Cássio, e este cedeu, e pirei ao sentir aquele pauzão grosso me invadir a
traseira em um movimento só e ir até o talo. O macho estapeou minhas nádegas e
rebolei, então retomamos.
—Eu acho que... no sofá da sala a gente aproveita mais! Sugeriu Valdo.
—É... v-vamos... v-variar... um p-pouq-quinho! Falei, gaga, porque
falar normalmente levando um caralhão na buceta e outro no cu era meio
complicado, mas delicioso...
Nossa, precisei ir amparada por Cássio e Celso do quarto de Valdo até a
sala, porque minhas pernas estavam bem bambas e o cu ardendo, mas foda-se, eu
já sabia que seria assim, eu QUIS que fosse assim, e mesmo com um elemento
surpresa como o irmão de Cássio, eu já estava preparadíssima para isso, e
outra... só se eu fosse muito burra de dispensar um dotado...
O sofá onde fiz anal com Cássio no dia da transa jogando videogame era
confortável e espaçoso. Os irmãos me puseram de ladinho, quase à beira do
mesmo, ajoelharam-se sobre duas almofadas, então Celso varou meu cu e Cássio a
xoxota. Ambos também de ladinho. Uau, que posição gostosa, os machos socavam
gostoso e o suor de nossos corpos era intenso.
Ainda na mesma posição, Celso deu lugar a Valdo, que arregaçou mais
ainda meu cu guloso. Pai e filho socavam sem pena, e eu tentava conter os
gritos aflitos e gemidos agoniados sentindo duas rolas bem grossas ao mesmo
tempo, mas não, nada era para ser contido, e sim externado. Berrei a plenos
pulmões meu tesão e os machos socaram com mais afinco.
—Agora sim esse cuzinho tá lindo, bem arrombadinho! Comentou o vigia.
—Do jeitinho que ela gosta, né safada? Endossou Cássio. Assenti
piscando para ele.
Valdo deitou-se no cantinho do sofá, sentei de costas com o cu em seu
picão largo, sentei até o talo e cavalguei um pouco, querendo ficar mais
arrombada ainda, depois Celso veio, recuei meu tronco e quase deitei sobre o
vigia, que abraçou meu ventre, seu filho elevou minhas pernas, roçou a glande
de seu pauzão grosso em meu clitóris, me fazendo gemer manhosa, e varou gostoso
minha racha ensopada, e gemi alto, quase rouca, Cássio veio e calou minha boca
com sua pirocona deliciosa, e a DP seguiu alucinante.
O vigia continuou no meu cu, e Celso deu lugar a Cássio, que socou mais tarado ainda em minha buceta. Os cabelos do novinho o deixaram parecidos com a Samara, porque cobriam todo o seu rosto, e de tão molhados de suor que estavam, pingavam sem parar.
Suávamos tanto, que vi o sofá todo molhado, sinal de que o
cansaço já se abatia sobre nós, mas enquanto houvesse tesão, enquanto eu visse
aqueles três caralhões duros e dispostos a matar minha fome, iríamos continuar
sim, porque eu poderia descansar o resto do dia e o domingo.
—Ai que delícia, delícia, delícia! Falei, em transe. Pronto, dali em
diante...
Os machos fariam o que bem quiserem comigo. Mudamos a ordem, sentei com
o cu na rolona de Cássio e Celso veio na minha xoxota. Vi Ariovaldo meio
distante, se abanando, esbaforido e olhando para o nada, então percebi... que
eles não estavam dando conta de mim; fitei Celso, e ele também se perdia
olhando a esmo, metendo no automático, mas gostoso é claro, de soslaio, vi
Cássio de olhos fechados e ofegando, alisando meus seios e ventre.
—Caralho pai... essa mulher é um... furacão! Sussurrou Cássio. Ele
estava tão impressionado com meu fogo, que chamou Valdo de pai ao invés de
papai. Valdo sequer ouviu.
Não sei quanto tempo transcorreu desde que cheguei, mas eu já escutava
a revoada dos pássaros. Olhei na direção da varanda e constatei o ritual de
transição tarde/noite em curso.
—Vem papai... é agora! Convocou Cássio, e me arrepiei toda. Eles iriam
me fazer gozar.
—Bora filhão! Licença Celso! Disse Ariovaldo, e o macho cedeu a vez ao
pai.
Arregalei os olhos. Tadinho, Celso ficou meio ruborizado e não entendeu a atitude do pai e irmão caçula, mas o sangue estava a mil graus, eu não interromperia aquele momento para questionar nada, queria sexo, queria devassidão.
Valdo varou minha buceta deliciosamente, foi devagarinho até o talo
enquanto Cássio bombava suavemente, então o vigia recomeçou.
Sim... comedores experientes sabem fazer uma mulher gozar a hora em que eles quiserem. Eu realmente fiquei assombrada com o nível sexual de Ariovaldo e Cássio.
Eu já os achava comedores diferenciados, com um preparo físico e
emocional impressionante para conduzir uma transa, seja ela de que natureza for,
mas ali, foi surreal e inacreditável...
Atenção na descrição: Cássio desceu um pouco seu corpo e empertigou seu
quadril, e o picão engatou de fato no meu cu, e ali já arfei e o calor
aumentou, gritei e gemi alto de tanto tesão, então ele bombou em velocidade
média e acarinhou meu seio direito suavemente, estimulando o mamilo, Ariovaldo
ergueu um pouco mais minhas pernas e inclinou um pouco para baixo seu pauzão
grosso, ainda dentro de minha xoxota e seguiu bombando, só que a grossura de
sua pica favoreceu um estímulo diferenciado em TODA minha vagina, então pai e
filho sintonizaram as metidas, Cássio deu uma chupada matadora no meu pescoço, e
então...
—AAAHHH, AAAIIII... CARALHOOO... ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDO... MEU
DEUS... AAAIIII... AAHHHHH! DELÍCIA, DELÍCIA, DELÍCIAAAAAHHHHH! Urrei e chorei,
desesperada de prazer, pedindo até ajuda ao criador, porque achei que iria
morrer. Foi o orgasmo mais brutal que tive até o momento. —Aaaiiii... aaahhh...
n-n-não... p-para...! completei, trêmula como se estivesse levando uma descarga
elétrica violenta.
Quase desmaiei, ofeguei como se estivesse morrendo. Valdo metia suavemente e Cássio acompanhava o pai. Era tudo o que eu sentia, porque fiquei literalmente cega. As lágrimas desciam, porque o gozo que tive foi bárbaro.
O
vigia saiu de minha racha, e já recobrando os sentidos, vi sua tora quase toda
coberta de nosso requeijão sexual. Cássio me virou de ladinho, com todo o
cuidado, e saiu do meu cu. Fiquei deitada, respirando fundo e tentando alinhar
as funções do meu corpo, depois me virei e deitei em posição dorsal... e sorri,
plena.
—Tudo bem Luciana? Indagou Cássio, acarinhando meus cabelos. Apenas
assenti.
—Caramba... que doideira! Essa mulher é braba demais! Comentou Celso,
abismado.
—Andem... quero leitinho, quero porra! pedi, me empertigando.
—Aguenta ir até o banheiro? Indagou o vigia. Apenas sorri
maliciosamente.
Fila para ser enrabada, assim foi no banheiro. Apoiada na parede, de costas e com meu rabão bem empinado, os três machos promoveram a saideira de mais uma suruba em minha vida, a melhor até agora, porque eu desejei esse momento mais que tudo, e desejava ainda mais devassidão.
Valdo segurava minhas
ancas e trucidava meu rabo sem pena, e de tanto levar pica grande e grossa no
cu, ele já estava literalmente anestesiado.
Depois foi a vez de Celso, e o macho fez bonito. Se Cássio não tivesse sido impaciente, talvez ele teria sim me feito gozar bem gostoso com o irmão, mas no ápice do tesão, nada pode dar errado, nada pode oscilar, os comedores prezaram meu prazer acima de tudo, e tomaram a atitude que julgaram correta.
Eu
não perderia tempo com argumentos baseados em “se” e “mas”. Foi delicioso, saiu
tudo como planejei, e todos contribuíram para o êxito.
Cássio encerrou a saideira, e socou com gosto no meu rabão. Eu grunhia
tarada e rebolava com aquele salame largo me arrombando cada vez mais. Ele me
abraçou por trás, alisando meu ventre e estocou apaixonado, tarado pela minha
bunda grande e gulosa.
Ajoelhei, e fui cercada pelo trio de dotados, os quais se masturbavam. Abri a boca e o vigia se adiantou, pôs a cabeçorra de sua tora bem grossa dentro e despejou o mingau, gemendo aflito e dando golfadas fortes.
Ele
terminou de gozar e melou meu rosto com o restinho de porra que ainda saía. Não
engoli, fiquei brincando de gargarejar com a boca cheia de esperma, e ri.
O próximo foi Cássio, que se masturbou gostoso, com sua glande larga também quase dentro de minha boca aberta, e o novinho se contorceu todo ao gozar, despejando jatos fortes e pulsando violentamente sua tora.
Porra
cremosa, que caía como uma cobertura, e foi bastante, amei. Será que eu
conseguiria engolir tudo após acumular?
Por fim, Celso. Ele segurou minha cabeça e punhetou ensandecido, dando sua cuspida de prazer rapidamente, e também foram jatos fortes, alguns melaram meu rosto e outros caíram um pouco em meus seios e outro tantinho ficou pendurado em meu lábio inferior.
Engulhei tentando conter tanta porra dentro da
boca, mas respirei fundo e engoli de uma vez, sentindo minha garganta queimar a
ponto de eu me abanar, mas sorri no final, e foi delicioso, épico, o melhor
presente de aniversário que eu poderia receber até agora, mesmo atrasado.
Ariovaldo começou a me aplaudir, e seus filhos o acompanharam.
—Puta que pariu Luciana, você se supera a cada dia! Comentou o vigia.
Ruborizei.
—Eu... só faço o sexo que gosto de fazer, sem frescuras e sem pudores!
Me acostumei a ser assim, e estou feliz em encontrar homens que me satisfazem
como eu quero! Retruquei.
—Agora tome seu banho à vontade, que a gente tá te esperando na
cozinha! Disse Valdo, me ajudando a levantar. Sorri e fui abraçada pelo trio de
comedores. Éramos amigos.
Bastaram cerca de 15 minutos sob a água gélida do chuveiro para os efeitos colaterais de mais uma sandice sexual aparecerem.
Meu cu ardia, como se
tivesse sido rasgado, lacerado, a xoxota também estava ardendo e dolorida, meu
maxilar, dolorido, mas não havia NENHUM arrependimento, nenhum remorso, nenhum
“puxa, acho que exagerei um pouco”, não, nada, foi exatamente como eu desejei,
aliás, foi MELHOR do que desejei, porque ganhei mais um comedor. Sim, Celso, eu
não deixaria de ter meu bis à sós com ele, porque o macho foi fera...
Besuntei meu cu e xoxota de pomada anestésica, me vesti, arrumei meus
cabelos e fui para a cozinha, onde Valdo e seus filhos estavam me esperando, e
quando adentrei a mesma...
—FELIZ ANIVERSÁRIO LUCIANA! Gritou o trio, em uníssono. Os três já
estavam vestidos, e cantaram os parabéns para mim. Me emocionei. Sobre a mesa,
um lindo e grande bolo confeitado, com meu nome escrito e uma rosa de verdade
fincada no centro.
—Ai meninos, vocês só aprontam né! Comentei, chorando.
Cássio tirou a rosa do bolo e veio até mim, em seguida a entregou,
dando seu lindo sorriso. O abracei, e chorei mais de emoção, porque o carinho
dele por mim era emocionante.
—Não chora... dá um sorriso pra mim! Adoro seu sorriso, ele é lindo!
Disse Cássio, alisando com uma ternura brutal meu rosto. Assenti e dei meu
sorriso de alegria.
—Bora torar esse bolo que eu tô com fome hein! Advertiu Ariovaldo.
Rimos alto.
Amizade. Essa palavra tinha um significado além do sexual em meu relacionamento com Valdo e seus filhos.
Jamais tive isso na vida. Eles sabiam separar a amizade do sexo, e isso era lindo. Rimos, contamos histórias engraçadas, sem mãos bobas, sem insinuações, sem falar de nossas intimidades. Nada na vida acontece cedo ou tarde, sempre na hora certa...
FIM
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Dupla Penetração
Fetiches
Fogosa
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Suruba
Traição
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Comentários

Que delícia de conto e que delícia de bunda. Beijos professora.
ResponderExcluirConto sensacional.
ResponderExcluirEita que a mãe mulher tava braba....conto do caramba...trepada sensacional.....raba sem igual.....mulher vulcão
ResponderExcluirexcelente releitura luciana,e muito excitante,quem ler sempre acaba dando aquela relaxada no final do conto,e meus parabens a esse trio sortudo que te deram tanto prazer,linda foto,se cuida gata e ate´ o proximo conto,beijao
ResponderExcluirAguentar 3 toras, não é pra qualquer uma!
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirValdo Cássio e celso que festa de aniversário, aguentar 3 toras não e para qualquer uma, tem que ter muito tesão e principalmente coragem, parabéns pelo nive e que festa top.