050 - DISTÂNCIA NÃO É PROBLEMA QUANDO A MULHER QUER ROLA

             


            —S-Sério? Você... mora perto do Iguatemi? Indaguei a Celso, atônita.

—Perto assim... uns 20 minutos depois do shopping! Respondeu Celso. Estarreci.

De minha casa até o Shopping Iguatemi, de ônibus, eram mais de DUAS HORAS. De carro, um pouco mais da metade desse tempo. Era longe demais, área nobre da capital, mas com um fétido e asqueroso parque ecológico nas proximidades. Fétido por causa do rio poluído.

Eu ainda estava na casa de Ariovaldo. Eram cerca de 19h20. Estávamos conversando na sala, não como amantes, mas como pessoas normais, com vidas normais, e isso era o gostoso em nossa relação, porque eles não me tratavam como uma mera mulher que aguenta suas rolas enormes e grossas sem reclamar, eles me tratavam como gente, como um ser humano. 

Ok, quem quer transar mais de uma vez com uma gostosa e continuar transando age assim, mas aqueles três não precisavam desse artifício barato e manjado. Cássio, Celso e Valdo deram provas irrefutáveis de que tinham carinho e uma estima além-cama por mim.

Celso contou que trabalhava como Analista de Sistemas em uma empresa de grande porte. Isso explicava seu visual despojado e descolado, porém, a relação com seu pai era diferente da relação de seu irmão com o mesmo. 

Havia um excesso de formalidade gritante só na maneira como um se dirigia ao outro. Cássio chamava Valdo de papai, com um entusiasmo na voz, e Celso, apenas de pai, com um tom vocal que carregava uma tentativa de perdão.

—E... valeu a pena percorrer toda essa distância hoje? Indaguei, instigando.

—Apesar de eu saber se não ia dar certo... valeu sim, e muito! Respondeu Celso, rindo.

—Aqueles que têm coragem de arriscar, nem sempre se dão mal! Retruquei. Sorrimos.

—Quando você vai trazer a Larissa aqui? Indagou Valdo, saudoso. Larissa?

—É... não depende só de mim pai! A mãe dela fica “botando queixo” pra menina sair comigo, mesmo eu dando tudo e mais um pouco, mas eu... vou trazer ela nas férias do fim de ano, não se preocupe! Respondeu Celso, meio desolado. Ah... Larissa era NETA de Ariovaldo.

—Não deixa correr frouxo rapaz, tua filha não nasceu de chocadeira não. Ela precisa conviver com sua família também! Ela tem avô e avó, que amam ela e sentem saudades! Retrucou Ariovaldo, aconselhando o filho, e vi Celso marejar os olhos enquanto assentia.

—Valdo, nunca te perguntei, mas... quantos filhos você tem? Indaguei, tentando quebrar um pouco o clima de consternação que caiu sobre Celso e seu pai.

—Ah, eu tenho cinco! Três homens e duas mulheres, todos bem criados, formados e bem sucedidos na vida! O mais velho dos homens mora em Brasília e a mais velha das mulheres mora em São Paulo, a mais nova mora com a mãe, o cara de chibata do Cássio mora comigo e o Celso, lá no cu do Judas! Disse Valdo, orgulhoso. Celso o fitou, depois sorriu, assim como Cássio.

—E... quantos netos? Perguntei. O clima tinha ficado gostoso de novo.

—Quatro! Dois do mais velho, um da mais nova e uma do Celso! Respondeu o vigia.

—A Claudiane (mais velha) não quis saber de filho né papai! Comentou Cássio.

—É... as pessoas têm seus motivos e a gente tem que respeitar! É escolha dela meu filho, tomara que ela mude essa mentalidade um dia, porque ter filhos é muito bom! Replicou Valdo...

—Er... bem meus queridos, muito obrigada pelo dia de hoje, amei mesmo, tanto nosso sexo safadinho, quanto a surpresa que vocês fizeram, mas estou cansadinha e quero dormir na minha caminha! Avisei, me levantando e muito cansada mesmo, querendo ir para casa.

—Eu vou deixar você em casa Lulu! Prontificou-se Cássio, levantando do sofá.

—Não Cássio, eu deixo ela, já vou pra casa também! Interveio Celso. Humm...

—Pô Celso, achei que você ia dormir aqui! Disse Valdo, desolado. Tadinho.

—Não dá pai, amanhã tenho que trabalhar, preciso ajeitar e atualizar o novo sistema da empresa, e ele tem que estar funcionando já na segunda-feira! Outro dia eu venho e durmo aqui! Disse Celso, que abaixou a cabeça depois. Ariovaldo assentiu e se levantou.

—Tudo bem meu filho... aqui será sempre a sua casa, venha sem avisar, a hora que quiser, e... quando der... traga a Larissa, eu tô morrendo de saudade dela! Desabafou o coroa.

—Pode deixar pai, eu prometo que trago ela num feriadão ou nas férias de janeiro! Respondeu Celso. Valdo assentiu e pai e filho se abraçaram, dando tapinhas mútuos nas costas.

Me despedi de Ariovaldo e Cássio, que não objetou a gentileza do irmão em me levar de volta até minha casa, mas ficou sim um pouco chateado, ou talvez enciumado, não sei. 

Celso se escondia nos cafundós, e eu não dispensaria uma carona, já Cássio era praticamente meu vizinho, então poderia me visitar a hora em que quisesse e matar nossa saudade; foi isso que eu disse a ele indiretamente, e o mancebo se animou mais antes de minha partida...

Eram quase 21h quando aportamos em meu lar. Durante o percurso conversamos trivialidades, nada sexual e Celso tinha sim um papo gostoso e agradável.

—Obrigada pela gentileza Celso! Adorei te conhecer! Agradeci e comentei, sorrindo.

—Eu também! Ainda tô besta que exista uma mulher que faça o que você fez, mas não tô dizendo isso te ofendendo por tabela, pelo amor de Deus, eu não tô fazendo nenhum juízo de valor sobre o seu caráter por conta do que aconteceu! Replicou e justificou-se Celso.

—Eu sei meu querido, não me preocupo com isso! Só... acho que... se você me acha uma vadia, ou uma puta pelo que fiz, deve guardar essa opinião apenas para você! Não sabemos o que os outros pensam, mas é através das palavras que passamos a saber! Retruquei, séria.

—Claro que não Luciana... eu não tô pensando isso de você, juro. Esqueceu que sou amante de sua amiga Raimunda? Ela já fez o que você fez, só que não comigo junto, e não foi porque eu tenha recusado, foi porque nunca coincidiu de dar certo eu estar livre na ocasião; eu trabalho muito e estudo, sem contar que moro bem longe, então tem uma logística que precisa estar bem programada! Replicou e explicou Celso, sincero e sorrindo lindamente.

—Eu sei... a correria não para né, ainda mais você que é pai! Comentei, tocando sua coxa. Celso pôs a mão dele sobre a minha e sorriu, depois pegou um papel, caneta e anotou seu número de celular, fitou a anotação por uns segundos, me entregou e disse:

—Isso não é um convite direto pra transarmos de novo, embora eu queira muito, mas é só... pra caso de você querer sair, ou só conversar mesmo! Acho que podemos ser amigos!

—Sem eufemismos comedor. O que eu fiz te dá essa prerrogativa, então eu vou aceitar seu número, porque quero transar com você de novo! Repliquei, sincera e pisquei o olho direito.

—Fico muito feliz em saber disso! Disse Celso, alisando meu rosto...

O calendário correu precisamente 14 dias. Na metade desse período, marquei uma transa com Cássio, mas assim como o corno havia frustrado minha orgia no dia do meu aniversário, sua namorada fez o mesmo e frustrou nosso chamego, aparecendo de surpresa justamente no dia marcado, o que deixou o filho caçula do vigia muito fulo da vida. 

Comendo pelas beiradas estava seu irmão Celso, que em nenhum momento das conversas que teve comigo pelo WhatsApp ou em raras e rápidas ligações, falou de um novo encontro sexual.

Eu poderia ter abordado Raimunda e comentado sobre a suruba que fiz com a participação de seu amante fixo, mas se a própria nunca me revelou ter um caso com Celso, eu é que não iria comentar, porque pela terceira vez eu estava cruzando o caminho sexual de minha amiga, e tive medo sim de isso gerar interpretações equivocadas por parte dela. Ela só me falava de seu caso com Marcos, o professor de Química lá do EJA, e comentava com entusiasmo.

Celso era diferente do pai e do irmão. Tinha um tom de voz mais objetivo, sempre com frases que definiam uma convicção imutável, demonstrando muita maturidade e sapiência naquilo que nos propúnhamos, e isso me deixou bem mais excitada e instigada, ansiosa pelo bis, e não deu outra: no 13º dia, uma sexta-feira à noite, com o corno ainda ausente, mostrei meu interesse, sem embromação e marquei uma trepada com o novo pirocudo para o sábado.

O lugar? Tanto faz, podia ser em minha casa ou no motel, e o macho mostrou ser um homem precavido, e optou pelo motel, mas ofereceu o pagamento de minha locomoção até o local escolhido por ele e recusei; não precisava disso, eu tinha como bancar minhas brincadeiras sem problemas, e ele já era cavalheiro o suficiente comigo, demostrou isso no dia da suruba e nos dias que se seguiram. Valdo soube ensinar seus filhos a serem homens de verdade.

Viver minha sexualidade sem culpa e sem dilemas, e devolver com juros exorbitantes as traições do meu corno. Esse passou a ser meu mantra, sendo assim, no sábado, às 13h55, eu estava em frente a entrada de um shopping famoso da capital, situado em uma das principais avenidas que dava acesso ao centro da cidade. 

Era um shopping mediano e bonito, tinha de tudo e às vezes eu fazia algumas compras nele; mais sapatos. O empreendimento se esforçava para ser chique e atrair o mesmo público do Iguatemi, mas só atraía favelados e gente sem educação.

Cheguei em 25 minutos vindo de ônibus. Trajeto tranquilo, uma reta só. Minha indumentária era discreta e sóbria; um vestido longo e frouxo na cor azul com estampas floridas, sem mangas e com decote médio, um bolero cobrindo meus ombros e uma sandália sem salto. 

Nossa, eu estava chamando a atenção, e olha que o vestido nem era colado, e muitos homens passavam e flertavam, do mais gato até o mais horrível, foi quando minha mente me pregou uma peça: imaginei que quem viria me buscar era o amigo de Ariovaldo, e minha xoxota convulsionou a ponto de eu juntar as pernas. Onde você estava? Por que sumiu assim?

Às 14h05. Vi o lindo Fiat Palio Attractive prateado de Celso parando na calçada do shopping. O vidro do carona abaixou e ele gesticulou me chamando. Olhei bem dos lados para me certificar de que não veria nenhum conhecido ou aluno, e após ver tudo ok, fui em passos razoavelmente apressados, porque ele não poderia ficar muito tempo parado ali.

—Boa tarde Celso! Cumprimentei, após adentrar o veículo. Trocamos beijos no rosto.

—Boa tarde! Nossa, você está um arraso! Elegância pura! Elogiou Celso. O macho trajava uma camiseta branca com uma prancha de surfe desenhada e um bermudão preto.

—Obrigada! Que bom que gostou! Respondi, mordendo o lábio inferior. Nos encaramos por alguns segundos, e o comedor alisou meu queixo. Ele tinha um olhar penetrante e sedutor.

—Er... aceita ir pra minha casa? Propôs Celso, acarinhando minha nuca. Que toque...

—Achei que preferisse o motel! Respondi, já me rendendo à carícia dele, suspirando. Cássio... você tinha um concorrente, e um concorrente dos bons mesmo...

—Cheguei à conclusão de que seria desperdício de tempo. Apesar de eu ter proposto o motel, detesto motéis justamente por conta de suas regras... o prazer precisa durar o suficiente, e não apenas duas horas! Retrucou Celso, e me arrepiei, então instiguei, provocando:

—Em duas horas se faz muita coisa sabia?

—Com qualquer uma sim e às vezes ainda sobra, mas com você... 50% desse tempo são só as preliminares! Replicou o irmão de Cássio, e aí... apenas tasquei um beijo em sua boca...

—Safado... confessa que essa era a sua intenção o tempo todo! Sussurrei, dando beijos curtos em sua boca tesuda. Celso sorriu e atiçou, alisando minha coxa e comentou:

—Se você não se importar com a distância daqui até minha casa!

—O longe se torna perto quando se está com tesão meu querido! Retruquei.

E o longe também se torna perto quando a companhia é agradável e o papo é saudável e gostoso. Nem vi o tempo passar durante o percurso que levamos para chegar ao pequeno, modesto, mas belo condomínio de cinco andares onde Celso morava. Segundo andar era onde ficava o compacto apartamento para solteiro ou casal em que o comedor residia.

Entramos, e a decoração era até harmoniosa, porém, refletia a falta que uma mulher faz na organização da mesma. Não era bagunçado, mas carecia de “menos opacidade”, porém, não era culpa de Celso, o pobrezinho era um “workaholic”. Sobre a mesa da sala a prova: livros de... direito e informática. Humm... ele queria ser advogado (influência de Miguel?).

—Er... desculpe a bagunça, é que eu não tenho muito tempo de arrumar, e... eu não confio em qualquer pessoa pra fazer a limpeza! Desculpou-se Celso, acanhado.

—Não está bagunçado, apenas organizado do seu jeito! Repliquei, e o beijei. Celso riu.

—Bebe alguma coisa? Tem cerveja, licor e vinho! Ofereceu Celso, me alisando.

—Pode ser vinho! Respondi, mordendo o lábio inferior. O comedor sorriu marotamente.

Para mim, o álcool funcionava como uma espécie de impulso extra de minha libido, e após tomar duas taças do brabo, mas delicioso Cabernet Sauvignon, eu gemia alto, tarada e atochava a cara de Celso em minha buceta, tremendo e me contorcendo toda sobre sua confortável cama de casal. 

O calor causado pelo vinho me deixou possessa de tesão e delirando ao receber o beijo de língua do comedor em minha xoxota. Que língua deliciosa, ele dava ósculos rápidos e puxava suavemente meu clitóris com seus lábios, dando sugadinhas malvadas.

—Que buceta deliciosa de se chupar, amo esse gosto e esse cheiro natural! Exclamou Celso, que não me deixou fazer um rápido asseio antes de começarmos.

Eu mal conseguia falar, de tão gostosa que aquela chupada estava, apenas olhei para ele e vi seus lábios melados, com pequenas e finas pontes de minha seiva ligando os mesmos a minha vagina, depois ele abocanhou e chupou, e gritei de tesão, aflita e toda arrepiada. 

O macho era bom de boca, foi subindo, beijando e lambendo meu ventre, subiu mais até chegar aos meus seios, onde mamou com devoção, alisando minha cintura com uma das mãos e segurando a parte posterior do meu pescoço com a outra. Fui ao delírio.

—Aaahhh... você tem razão... no motel... não teria graça! Comentei, e Celso sorriu.

Celso me pôs de quatro à beira da cama, e continuou me chupando deliciosamente, segurando e apertando minhas nádegas, revezando suas chupadas entre minha buceta e cu, e eu chegava a balançar as pernas e esticar os dedos dos pés, de tão gostoso que o oral do macho estava, uma hora ele meteu sua língua bem fundo no meu cuzinho, e dei um soco no colchão, gritando e gemendo, depois ele tirou e deu beijos curtos em minha xoxota chorosa.

—Isso... chora bucetona deliciosa, chora bem gostoso! Sussurrou Celso.

—Aahh... mete essa rola agora senão eu vou pirar, mete, mete, vai! Falei, surtada, porque eu gostava de gozar levando pica. No oral também, mas sendo penetrada era melhor.

A ordem não importava. Chupar antes de meter ou meter antes de chupar. Naquela hora quis o pauzão do comedor dentro de mim por completo. 

Celso alisou minhas nádegas e massageou meu quadril enquanto roçava a glande chorosa de seu cacetão grosso na entrada de minha xoxota, roçou, instigou e meteu deliciosamente, me fazendo gemer alto e manhosa, me preencheu gostoso, socou quase a metade e bombou suavemente, recuou até quase tirar, e sentindo minha vagina ensopada, foi até o talo e deu um leve tranco que me fez gritar de tesão.

—Puta que pariu... você é gostosa demais... caralho! Disse Celso, extasiado.

O comedor mantinha minhas ancas sob suas mãos e as massageava com os dedos enquanto socava gostoso, sacudindo minhas nádegas ao chocar minha bunda com sua virilha. Três estocadas fortes, uma paradinha, bombadinhas bem suaves, um tranco, arrepios e tremores pelo meu corpo e reinício do ritual. Meu corpo já suava, eu gemia chorosa e Celso castigava do jeito que eu adoro. 

Ah vinho safado, me deixou mais tarada do que a cerveja, o macho apoiou a perna direita sobre a cama, pegou e puxou meus cabelos para trás junto com a cabeça e metralhou sem piedade, me fazendo gritar. Ir devagar? Porra nenhuma...

—Ai Celso, vai, soca, soca gostoso que eu vou gozar, vou gozar, não para, não para pelo amor de Deus macho, mete forte, forte... AAAHHHH, AAAAIIIIAAHHHHH, CARALHOOOO... puta que pariuuuu... AAAAAHHHH! Ordenei e urrei meu primeiro orgasmo, trêmula e chorosa.

Celso metia devagar enquanto eu desfrutava meu clímax, ofegante, então rebolei, gemi e dei bundadas no comedor. Descanso? Porra nenhuma, o vinho me pegou de jeito, eu queria mais pica, e a falta dela por dias prolongados já estava me afetando severamente. 

O macho me deitou de bruços, meteu mais um pouco e depois me virou de ladinho, ergueu minha perna esquerda e espancou sem pena, fez seus 22 centímetros grossos passearem deliciosamente dentro de mim, e eu sentia o tesão sendo expelido, sentia minha buceta tremer e espasmar, e foi ali que involuntariamente, fiz uma “bezerra” na tora do comedor.

—Caralho... meu Deus! Disse Celso, gemendo agoniado ao ter seu pau “mordido” pela minha boca sem dentes. Senti a rolona do macho pulsar violentamente, mas ele não gozou.

Celso beijou minha boca, envolveu meu seio direito com sua mão esquerda, deu aquela engatada marota e seguiu me currando. Pegada gostosa do caralho aquele homem tinha, ele dava chupadas em meu pescoço e no lóbulo de minha orelha, e eu gemia ensandecida ao passo que seu caralhão me alargava a xoxota. Fiz o macho mamar meu seio e ele o fez com devoção.

Saí de sua picona e a vi bem coberta de nosso creme. Deitei Celso e fiquei paralela a ele, lambi todo aquele requeijão abundante e sorvi. Humm... salgadinho e quente, delicioso. Dei uma lambida da base até a glande, onde passei a língua suavemente, massageando em movimentos sutis e circulares, sentindo a grossura herdada de seu pai não me deixar fechar a mão totalmente. 

Abarquei a glande com a boca aberta, a língua para fora e fiz o vai e vem, roçando gostoso e babando. Celso gemia e se contorcia, abocanhei e mamei só a cabeça.

Celso me fez montar sobre ele. 69, queria me chupar enquanto era chupado, e cravei minha xoxota na cara do comedor, em seguida abocanhei sua tora, faminta, gemendo e grunhindo ao sentir a boca cálida e a língua hábil do macho chupando a buceta que ele acabara de foder. 

Ai que grossura deliciosa de rola, estufava gostoso minha boca, avancei, mamando e meneando a cabeça e os lábios, punhetando suavemente com uma mão e acarinhando as bolas com a outra, e o macho grunhia aflito, chupando meu cu, então desci mais, como muito custo cheguei à metade e comecei a rebolar e quicar na cara do homem, que estapeou minhas nádegas me fazendo rebolar mais e engasgar, tirei, com pontes densas de saliva formadas, cuspi no caralhão, passei no rosto, bati e abocanhei novamente, indo até o meio de novo em uma só bocada, bombei, engasguei de novo e tirei, com a baba escorrendo, em seguida saí de cima dele.

Me acocorei de frente, aloquei a rolona na entrada da minha buceta e sentei até o talo, rebolando em seguida, então dei início a gangorra sexual deliciosa, pulando feito uma louca, quase saindo do picão e sentando com tudo, “plaft, plaft” frenético, gemidos aflitos e grunhidos manhosos. Celso arfava, apoiei as mãos em seu tórax e segui o sobe e desce malvado, chocando cada vez mais violentamente meu corpo contra o dele, que fazia caretas de dor.

Três quicadas bem fortes, uma paradinha, uma reboladinha bem sensual, sobe e desce suave, requebrando gostoso e retomada da brabeza, era assim que a tia Lulu tratava seus cacetudos, os levando a gemidos agoniados de tesão. As coxas de Celso estavam vermelhas de tanto que eu pulava, então sentei sobre meus joelhos e segui o sobe e desce, rebolando e gemendo feito uma desequilibrada, ele envolveu minhas costas com as mãos e beijei sua boca.

—Vai comedor... vai... soca, soca, soca gostoso, soca todinho! Sussurrei, surtada, parando de quicar, e Celso foi com maestria, assumiu as bombadas e me fez urrar de tesão. —AAAHHH, aaaaiiii... aaahhh, SAFADOOO, VAI CARALHO... PICA GOSTOSA DUMA PORRAAA! Completei, berrando e sintonizando meu ritmo sexual com o dele. Puta que pariu... que macho.

Álcool e tesão. Para mim, a combinação perfeita. Após um tempo, na mesma posição, me empertiguei um pouco, ficando acocorada de novo, e apenas direcionei a rolona grossa e besuntada do filho do vigia para o meu cu, e sentei gostoso, gemendo manhosa, deixando quase a metade invadir meu rabo, então parei só para sentir aquela grossura de macho alargando meu anelzinho e fui sentando mais, devagarinho, gemendo com a dor, depois subi até quase tirar, e desci, suave, com meu rabão arrebitado, Celso quase chorou de tesão e se contorcia sentindo meu ânus guloso devorando sua pirocona aos poucos. Quando senti o talo, rebolei e gemi mais alto, sentindo o alargamento anal delicioso daquele calibre, então fiz o vai e vem na horizontal.

—Meu Deus do céu... o Cássio é um filho da puta de sorte! Comentou Celso, bestificado.

—E você é azarado por que? Não está me comendo agora? Retruquei indagando.

Celso assentiu sorrindo, mas ainda abobado, então desconfiei de que ele tivesse pouca vivência sexual, apesar de ser muito experiente e estar sintonizado comigo o tempo inteiro, sem oscilar, mas e daí? O macho me fodia gostoso, com a alma, e dava conta de mim, ou, pelo menos fazia o possível, porque estava mais suado e ofegante do que eu, então segui quicando, arregaçando mais ainda meu cu, agora na gangorra anal, subindo e descendo deliciosamente, com prudência, na intensidade certa e gostosa, então subi até quase tirar, parei, e quiquei só com um pouco mais que a glande dentro, gemi manhosa, toda derretida, e sentei de uma vez.

—Fica de quatro fica, gostosa do caralho! Você é gostosa demais! Disse Celso, tarado.

Claro que fiquei de quatro. Com minha raba bem empinada e seduzindo o macho com meu rebolado. Celso deu tapas na minha bunda, tapas fortes, a beijou, lambeu, mordeu, estava fascinado com meu rabão guloso, depois o abriu, e apenas deixou seu caralhão deslizar...

 Quando senti o talo dos 22 centímetros de Celso, berrei chorosa e grunhi. Ele deu três bombadas suaves, segurou minhas ancas e começou a foder gostoso meu cu. Balancei as pernas trêmulas e estiquei os dedos dos pés, porque doía, mas doía daquele jeitinho que eu amo.

AAAIIII... AAAHHH... AI MEU CU... ISSO... FODEEE, SOCA CARALHOOO! Berrei, ensandecida e rebolando com aquele tronco enorme me enrabando sem piedade.

Celso ofegava alto, eu ouvia o suor do macho pingando sobre minha bunda e o colchão, olhei para trás e seus cabelos ensopados cobriam seu rosto. Eu também suava e ofegava, mas não como ele. Será que a Raimunda também lhe dava essa canseira? 

O comedor apoiou a perna direita na cama e mandou brasa, sem oscilar nadinha apesar de arfar e transpirar bastante. As metidas eram longas, sempre quase tirando e indo até o talo, “plaft, plaft” nervoso mesmo, num ritmo sincronizado que me deixava cada vez mais louca de tesão.

O macho deu um tabefe estralado na minha nádega esquerda e a massageou em seguida, depois deu outro na direita, então abri bem a bunda, deitando meu tronco sobre o travesseiro, e o comedor castigou, e quase chorei com as estocadas, ele tirou, beijou e lambeu meu cu, depois meteu tudo e tirou, fazendo isso várias vezes, só me arrombando ainda mais, depois socou de novo e seguiu o linchamento anal, me levando ao delírio.

Após um tempo, Celso me deitou em posição dorsal à beira da cama e com as pernas bem abertas e elevadas, chupou minha buceta ensopada e inchada de fome, meteu só a glande no meu rabo e bombou suavemente. 

Eu já o sentia bem alargado e disforme, então o comedor socou o resto sem piedade, e berrei nervosa, mas nervosa de tesão, o encarando com os dentes cerrados e babando de fúria sexual, respirando como uma leoa faminta, ele me encarou também e logo debruçou-se sobre mim, dando um beijo tesudo em minha boca, e engatando de jeitinho sua rolona no meu cu, e ao seguir me arrombando mais e bem gostoso, provocou um atrito matador de sua virilha contra minha buceta, e só pelo disparar de meu ritmo respiratório, os arrepios e minhas pernas o prendendo, o macho apenas autorizou o orgasmo a vir:

—Goza, goza bem gostoso agora sua safada, gulosa, gostosa! Dito isso, Celso envolveu minhas costas com as duas mãos, caiu de boca em meu pescoço e me elevou um pouco. Se Celso comia poucas mulheres eu não sabia... mas que ele deu um baile em Cássio e Valdo, isso deu...

AAAAHHHH... ESTOU GOZANDO, AAAIIIHHH... CARALHO... MEU DEUS... AAAHHH... PORRA... NÃO PARA, NÃO PARA, NÃO PARA, SOCA... SOCA, soca... vai, VAI, VAI! Esse foi o urro do meu segundo orgasmo, aflito, ensandecido, desesperado, apertei Celso com toda a minha força e arranhei suas costas com mais força ainda.

Minhas unhas não estavam grandes, mas o macho gemeu de dor, porém, seguiu em frente, me currando até meu corpo começar a relaxar e ele ir parando, então, ao quase parar de gemer e apenas arfando, dei outro gemido alto ao sentir fortes golfadas de esperma dentro do meu cu. 

Celso estava gozando, sua tora pulsava como se fosse explodir, e eu sentia os jatos de porra inundarem meu ânus. Ele gemia quase choroso, abraçado a mim e beijando meu pescoço, estava derretendo de suor, assim como eu nesse segundo clímax. Uma trepada memorável...

                Ficamos quietinhos, apenas ofegando e esperando nossos corpos reorganizarem suas funções. Imóveis, calados, com nossas mentes meio turvas do prazer avassalador que tivemos. Senti perfeitamente o cheiro do vinho em meu suor, misturado ao cheiro do sexo, e também senti a rolona de Celso sendo expulsa do meu cu, já rendida, e parte da porra escorreu.

De repente uma respiração diferente foi captada, olhei meio surpresa, e sim, Celso dormia sobre mim, ressonava tranquilamente, afastei seus quase longos e encharcados cabelos, e vi seu semblante tomado de plenitude, mas ele acordou de um susto, me fitou e sorriu.   

FIM

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Olá queridos alunos. Finalizando a postagem dupla de hoje, uma lição bem crua de que quando uma mulher gosta de uma foda bem dada e sente saudade, cruza o mundo atrás da rola que a fez feliz, e claro que Celso vai reaparecer nos meus relatos, posteriormente, e, assim como Valdo e Cássio moram no meu coração não só pelos dotes deliciosos que têm, mas porque são seres humanos fantásticos, Celso também ganhou meu carinho, apreço e respeito, a ponto de... aguardem, rsrsrs.

Quem leu já sabe, e olha, estou muito surpresa em saber do sucesso que Raimunda está fazendo com os leitores, alguns para ser mais precisa, e vocês não perdem por esperar as putarias que aprontamos juntas, essa semana tem mais um momento gostoso, e de certa forma hilário.

Vocês estão curtindo esse esquema de eu postar dois relatos diários? Comente, opine, participe, sua opinião é importante, e em breve, mudanças no blog.

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de produtividade, e até amanhã.

Comentários

  1. Tesão de conto…vc realmente é tudo de bom na cama…suas fódas são inesquecíveis…não me conformo do corno do teu marido não aproveitar tudo isto…BOTO

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  2. excelente releitura,mas luciana tu acabou com o celso,com certeza ele nao estava preparado pra uma mulher como tu,quanto aos contos,quantas mais publicaçoes tu posta,mais nos gostaremos,beijao gata e ate´o proximo conto

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  3. Saudação Lu
    Quando a mulher que não tem distância, celso cara de forte.

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  4. Saudacao Lu
    Uma Correção e sorte cara de muita sorte. Muitas querem pouco tem.

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