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Estava a caminho da padaria para
tomar meu tradicional desjejum matinal, quando vi o carro de Cássio passando
por mim e dando uma buzinada curta, parando mais à frente e estacionando perto
da panificadora. Fiquei radiante e feliz de ver meu tesudinho logo cedo. Nada
como começar o dia vendo um pauzudo delicioso, porém... ele não saiu do carro
sozinho, da porta do passageiro saiu Gleiciane, e meus olhos arregalaram.
Não tive dúvidas: um convite para uma
sacanagem cabulosa estava prontinho para mim, pois a dupla sorria
maliciosamente conforme eu caminhava até eles. Gleiciane trajava uma camiseta
roxa com desenhos abstratos e tamanho médio, seguida de um legging xadrez bem
colado e uma sandália havaianas decorada. Mulatona gostosa aquela viu, jamais
esqueci daquela fera aguentando duas rolas grandes e grossas no cu e as domando
com maestria.
—Bom dia Cássio, bom dia
Gleiciane, que surpresa vê-la aqui! Cumprimentei, ao chegar a ambos. Troquei
beijos formais com o casal, e minha ex-aluna sorriu cordialmente.
—Bom dia professora! Disse a
mulata. Ela estava uma gata sensualíssima.
—Bom dia Lulu! Desculpa não ter
te dado atenção, mas é que a Tatiana só voltou pro interior hoje de manhãzinha,
até fui deixar ela na rodoviária há pouco e trouxe a Gleciane pra dar uma geral
lá em casa! Cumprimentou e explicou Cássio. Notícia boa...
—Tudo bem querido, mas... dar
uma geral? Você... faz faxina? Questionei, a Gleice.
—É sim, e das boas viu, se
precisar! Disse a devassa. Assenti.
—Ah, pode deixar que vou lhe
chamar sim; às vezes estou tão cansada para limpar minha casa, que daria meu
reino por uma boa profissional! Comentei, e rimos descontraídos.
—Só pra te deixar atiçada Luciana, mas... a Gleiciane faz a faxina da
casa do Miguel, né mulatinha devassa? “Roleira” safada! Revelou Cássio, e quase
caí dura, bestificada.
—Mentira Cássio, não inventa que eu nunca fiz faxina na casa do Miguel,
até porque é muito longe! É putaria dele viu professora! Rebateu Gleice, e
Cássio gargalhava. Safadinho...
—Mas... você e o Miguel... já rolou? Indaguei, curiosa e instigada.
—E eu lá sou mulher de dispensar rola grande? Principalmente a do
Miguel que é bem grande e grossa (pausa para gargalhar, separando bem as mãos),
só que faz muitos anos mulher, o Miguel era novinho, tinha o que... 23 anos, eu
tinha uns 30, ele ainda era cabeludo, mas o macho já sabia meter gostoso
naquela época... ai Jesus! Revelou Gleice, toda eriçada. Estarreci.
—Uau... e... só foi uma vez? Indaguei, achando estranho, mas ficando
tesa, excitada.
—Nããão... que é isso, a gente curtiu um tempo bem gostoso, mas quando
ele entrou na faculdade pra ser advogado, aí... mudou muita coisa né, eu comecei
a trabalhar no hotel, desencontrou tudo e... enfim, sinto saudade daquele
cafajeste tesudo! Desabafou Gleiciane, que me deixou bestificada ao relatar
isso e marejar seus olhos e contrair os lábios.
—A gente pode passar na tua casa na hora do almoço? Indagou Cássio.
—Pode sim, se quiserem a gente almoça juntos! Respondi, animada. Ambos
assentiram, depois entraram no carro se foram. Não estavam me esperando ali à
toa...
Já na chegada, vi Ariovaldo, graças a Deus de volta ao seu posto
titular, mas carrancudo com a algazarra dos alunos ao praticamente atropelá-lo
ao entrarem na escola. Risadas, gritos, meu Deus, eu tinha pena do pobre vigia,
mas comigo e meus colegas era bem pior viu...
—Bom dia! Ia pifando de novo cabra bom? Cumprimentei e indaguei. Ele
sorriu.
—Bom dia Lulu! Não, foi a minha mãezinha que adoeceu e tive que visitar
ela no interior! Respondeu o vigia, com um semblante desolado. Tadinho meu
Deus.
—Oh Valdo... sinto muito! O que ela tem? Comentei e indaguei, o
abraçando.
—Um tumor no pâncreas! Disse o vigia, com os olhos marejados.
—Oh meu amigo, vai dar tudo certo, tenha fé! Falei, o consolando.
—Difícil viu Luciana, ela já tem 90 anos, o médico disse que não vai
dar pra operar! Retrucou Ariovaldo, engolindo pesadamente a saliva... e a
triste realidade inevitável.
—Tenha fé... não perca a esperança, acredite que tudo vai dar certo!
Incentivei, segurando o rosto do vigia e olhando profundamente em seus olhos
angustiados.
—Obrigado Luciana, e... não comenta nada com o Cássio por favor! Ele
ainda não sabe, e é muito apegado com a avó! Por favor! Disse e pediu Valdo. Assenti
e comentei:
—Claro, ele vai lá em casa na hora do almoço. Pode deixar, não vou
dizer nada!
—Tô sem cabeça pra putarias, ele disse que ia te chamar pra uma lá na
praia, inclusive a Gleiciane até me chamou, mas... tô sem saco, não quero saber
de nada enquanto não resolver essa situação da minha mãe, vou pedir uma licença
e ficar lá com ela, pode ser os últimos momentos da minha mãezinha nesse mundo
e... eu não quero tá longe! Replicou Ariovaldo.
—Claro meu amorzinho, você está certo, mas... não alimente pessimismo,
esteja ao lado de sua mãe transmitindo fé e positividade, não tristeza, porque
é disso que ela precisa, do amor e da alegria de vocês! Retruquei e procurei
dar-lhe ânimo, e o vigia deu seu melhor sorriso...
A morte é a única coisa garantida que temos na vida, mas sempre nos
recusaremos a aceitar que um dia morreremos, sendo assim... viver cada momento com
prazer... é... vital...
Encarar Levi depois do que aconteceu não foi traumático, mas senti sim uma certa consternação, em contrapartida, o comportamento dele seguia o mesmo, e até me surpreendi com a discrição e sapiência dele em separar o íntimo do social/escolar.
Foi um golpe de azar mesmo o que aconteceu com o pobrezinho,
porque ele tinha ido muito bem comigo e Raimunda, mas... situações novas exigem
adaptações rápidas, e eu sabia que ele iria dar conta de duas no futuro, ele
tinha potencial para vencer não só no campo profissional, mas no sexual
também...
Quem disse que consegui dar meu primeiro tempo de aulas? Apesar da consternação pela situação do vigia, a revelação de que Gleiciane havia transado com o tal Miguel no passado me deixou com os hormônios em ebulição.
A
maneira como ela relembrou esse fato, quase chorando de emoção e saudade, me
deu a dimensão de quão avassalador esse homem era na cama. Gente do céu, isso com
quase a idade de Cássio, imagine agora com o que? 30 anos talvez.
Ai... eu quero, eu quero, eu quero você Miguel. Pensei, com a xoxota
convulsionando...
No intervalo, vi Raimunda e Valdo conversando próximos a sala dos
professores. Não me aproximei, talvez fosse assunto deles e não quis ser
indiscreta, então fui até a cantina tomar meu tradicional suco de abacaxi com
hortelã... pensando na suruba. Miguel estaria nela?
Ao término do expediente, fui para casa apressada, pois precisava
preparar o almoço, uma vez que Cássio e Gleiciane não recusaram o mesmo.
Encarar Cássio e omitir a informação de que sua avó morreria era doloroso para
mim, porque ele saberia mais cedo ou mais tarde, mas enfim, foi um pedido
angustiado de seu pai, e ele confiou esse segredo a mim...
11h50, ouvi as buzinadas de Cássio lá fora. O almoço estava quase
pronto. Eu trajava uma blusa azul de alcinhas e um short jeans médio, mas meio
frouxo. Corri para atende-lo e a mulata devassa o acompanhava, trocamos beijos
formais e os convidei para entrar.
—Sua casa é linda Luciana! Elogiou Gleiciane, que estava de banho
tomado, trajando um vestido preto curtinho, o qual realçava suas curvas de
mulher devoradora de caralhudos.
—Obrigada querida, não repare a bagunça! Respondi. Cássio me pegou por
trás e deu aquela encoxada deliciosa, me erguendo um pouco do chão. Saudades
daquela pegada.
—Ah... seu eu tivesse tempo, matava minha saudade! Disse o novinho.
—Humm... vamos matar essa danada rapidinho então! Rebati, provocando.
Mesmo com o cu ardendo e dolorido, eu não negaria uma boa safadeza com Cássio e
Gleice.
—Não dá, hoje tô lotado de serviço, qualquer atraso me lasca todinho!
Disse o filho do vigia, me soltando. Gleice deu risada e logo o novinho
levantou o vestido dela, mostrando sua minúscula calcinha branca. A mulher
corou de vergonha o abaixou rapidamente. Gargalhei.
—Esse menino tá gaiato demais hoje! Comentou a mulata. Rimos alto...
Almoçamos, Gleiciane elogiou minha comida e quase brigamos porque ela
quis lavar a louça do almoço e não deixei, mas acabei cedendo após muita
insistência. A mulata o fez muito mais rápido que eu e deixou minha pia limpa
de uma forma que nem eu, que sou uma dona de casa experiente pensei que
conseguiria deixar. Parecia que tinha saído da loja, sem brincadeira.
—Valdo me adiantou o assunto de vocês. Querem me convidar para uma
suruba né? comentei e indaguei. Cássio e Gleice se entreolharam e riram.
Estávamos sentados no sofá.
—É Luciana, vai ser uma suruba, só que o Ariovaldo recusou, disse que
não tava afim! Respondeu e comentou minha ex-aluna, alisando as coxas do
novinho, que alisava as minhas.
—Eu também não vou participar! Disse Cássio, e o fitei admirada.
—Por que? Indaguei, curiosa. O filho do vigia respondeu:
—Por que no dia dessa suruba, que não sei se você vai aceitar ir, vou
estar em outra!
—Ah... e... onde vai ser essa suruba que você está me convidando?
Indaguei, apalpando a tora do comedor, e ela endureceu sob sua calça social
preta. Gleice sorriu e fez o mesmo.
—Ei meninas, peraí, é sério, agora não dá, se a Gleice quiser ficar e
me esperar, eu venho depois do expediente e fodo vocês duas, que tal? Disse e
propôs Cássio, nos fitando...
—Ele se apaixonou pela Tatiana e agora quer ser fiel, um safado desse!
Troçou Gleice.
—Só pra desmontar sua falácia, agora você vai chupar até engasgar!
Rebateu Cássio, que tirou sua rolona para fora. Ai... pirei ao ver aqueles 22
centímetros grossos em riste, pirei.
—Seu doido, a gente acabou de almoçar, faz mal! Eu só tava “frescando”!
Replicou Gleice. Gargalhamos, Cássio sacudiu a cabeça e guardou seu pauzão de
volta na calça. Rimos.
—Adianta o papo que a gente só tem 15 minutos! Alertou o comedor,
olhando o relógio.
—Quer ficar aqui Gleice? Aí a gente conversa melhor sobre isso, mais
tarde o Cássio vem, nos fode como prometeu e te leva para casa! Propus,
querendo saber mais sobre Miguel.
—Obrigada mulher, mas preciso voltar cedo! Respondeu a mulata. Assenti.
—E por que você optou por participar de outra suruba? Indaguei a
Cássio, que explicou:
—Porque antes de a Gleice armar essa, eu já tinha confirmado presença
na outra!
—Entendo... e... Gleice, quem serão os participantes dessa sua suruba?
Indaguei.
—Três gringos, eu, você, se aceitar é claro... e... uma terceira mulher
que ainda tô vendo se vai aceitar, mas tem duas mulheres na reserva
confirmadas, caso você recuse e a outra também, só pra garantir! Explicou
Gleiciane, e a fitei com surpresa.
—Três... gringos? Perguntei, bem impactada. Gleiciane indagou e
comentou.
—Sim, algum problema? São meus amigos faz tempo, e são pauzudos deliciosos!
—Tu chamou o Hans? indagou Cássio, sorrindo maliciosamente.
—Hans? Indaguei, curiosa. O filho de Valdo explicou:
—É um amigo nosso, alemão radicado no Brasil, mas fala o português
perfeitamente, e como é uma suruba com estrangeiros, achei que ele ia
participar, mas acho difícil!
—É... realmente é difícil porque ele mora muito longe e já não tá mais
participando de surubas também, mas os gringos sabem se comunicar, é super de
boa! Explicou Gleice.
—Vai ser só: yes, yes, fuck, fuck, suck my dick! Replicou Cássio, e
rimos alto.
—Ok, então... quando vai ser a suruba? Perguntei, indo direto ao ponto.
—Próximo mês, dia 17 de novembro, cai num sábado! Disse Gleiciane.
—Nossa, tem um chãozinho ainda hein! Comentei. Cássio explicou bem
didático:
—É... pode parecer absurdo, mas surubas precisam ser bem planejadas; é
putaria, meteção, todo mundo se diverte, mas até chegar nisso tem um processo
sério e às vezes chato por trás. Recrutar os interessados, ver o espaço onde
vai rolar, se esse espaço é de fácil acesso a todos, confortável, exames
médicos e se o dono vai liberar o espaço, mesmo pagando ou na amizade, sem
contar que os convites são feitos com antecedência pra dar tempo dos envolvidos
organizarem suas vidas, suas rotinas, pensarem bem se querem ou não, e no caso
de mulheres casadas, esse tempo é importante pra você pensar numa história pro
seu marido!
—Ah Cássio, enganar corno é a coisa mais fácil do mundo, quando vai ter
casada na suruba a gente já arma a história e ele nem desconfia; pra mim o pior
é conseguir o local, porque suruba em motel eu detesto, é o uó. Por exemplo, a
nossa ia ser no mesmo prédio que vai ser a do Cássio, mas a dona do apartamento
não quis liberar pra nós, então vamos fazer numa casa de praia que fica em
frente ao condomínio! Explicou Gleiciane.
—Claro né mulher, quem vai liberar sua casa, toda arrumadinha e
limpinha, para as pessoas passarem a tarde trepando feito loucos! Retruquei, brincando
e o casal riu.
—O Problema nem é esse, porque a dona do apê também é da putaria! Disse
Cássio.
—É porque ela é enjoada mesmo, mas você falou com o namorado dela? Ele
é teu amigão e do teu pai também Cássio! Acrescentou Gleice, e ergui a
sobrancelhas. Opa... amigão.
—Ele tá muito ocupado, trabalha demais! Disse o filho do vigia. Opa de
novo...
—Quem é? Indaguei, porque sou curiosa mesmo. Ambos se entreolharam e
riram.
—Você não conhece, nem adianta dizer! Falou Gleice. Assenti.
—Bem... tá na hora! Vamos mulatinha safada, e... Lulu, pensa direitinho
e qualquer coisa me avisa, ou melhor, pega o zap da Gleice e já fala com ela
direto! Avisou Cássio. Assenti.
—Nem se preocupe com seu marido, a gente é especialista em contar
história pra boi dormir! Se você quiser participar, a gente esquematiza tudo! Atiçou
Gleiciane, enquanto eu registrava seu número em meu celular. Dei risada. Cássio
levantou-se.
—Nem tem o que pensar, é certeza eu ir! Respondi, porque aquele corno
desgraçado merecia muito chifre, porém, fiquei descompassada ao saber que esse
“amigão” de Cássio e Valdo tinha uma namorada enjoada. Seria ele? Aquele
tesudo?
—Bom saber, já que você disse SIM, uma das participantes vai entrar em
contato com você em breve, e é ela que vai armar a história pro seu marido!
Revelou Gleice. Assenti.
Escoltei Cássio e Gleiciane até o portão, ambos agradeceram pelo almoço
e depois partiram. Já sentada no sofá, refleti sobre tudo que ouvi durante o
dia. As peças se encaixavam de uma maneira assustadora, Gleiciane, que morava
longe, sabia como era a vida sexual dos moradores do bairro onde moro, mas eu
não entendia porque fazer mistério sobre certas coisas, como esse amigão de
Cássio e Valdo, que namorava uma mulher rica, sim, porque ter um apartamento na
praia não é para qualquer pobre mortal, e mesmo eu sendo uma servidora pública,
teria que juntar MUITO dinheiro para comprar um, e ainda seria em prestações que me fariam comer apenas farofa de ovo por longos anos...
No dia seguinte, Valdo já não estava mais na escola de novo. Ele havia
conseguido sua licença para ajudar nos cuidados com sua mãe, porém, o vigia era
outro, um senhor também, assim como o chato, mas esse era simpático e
cumprimentava a todos, com discrição e profissionalismo. Vi Raimunda na sala
dos professores, e ela me fitou com um sorriso malicioso.
—Bom dia Lulu! Cumprimentou a coroa.
—Bom dia Mundoca! Respondi, me sentando ao seu lado. Raimunda avisou:
—Bota mais água no feijão que hoje quero almoçar na sua casa! Assenti,
feliz.
—C-Como é? Sério Raimunda? Perguntei, de olhos arregalados, já em casa,
após o expediente e após almoçarmos. Raimunda havia acabado de revelar que era
a terceira participante da suruba de Gleice. Historinha melhor para o meu boi
dormir não existia.
—É sim safadona, professoras e aluna juntas, levando caralhões
estrangeiros, estou tão animada! Ficou feliz ao saber disso, hein sua
cachorrona? Replicou e indagou a coroa.
—Felicíssima minha querida! Retruquei, e gargalhamos...
17 DE NOVEMBRO DE 2018, SÁBADO, O DIA DA SURUBA.
O corno havia voltado de sua viagem profissional, mas viajou na sexta
para o interior, afim de visitar seus pais, entretanto, voltaria no sábado à
noite. Perfeito, eu já estaria em casa na hora em que ele chegasse, e não
precisaria contar a história que combinei com Raimunda...
Após falar com Raimunda pelo WhatsApp e combinar o horário em que ela viria me buscar, que seria às 13H, resolvi ir ao mercado fazer umas compras para um almoço leve, porém nutritivo. Legumes e frutas.
Pus uma blusa de mangas
médias, azul com estampas floridas e duas fendas laterais nos braços, seguida
de uma bermuda jeans bem justa, tranquei a casa e fui, isso, cerca de 9h da
manhã, sem pressa, bem relaxada e com a xoxota fervendo de tesão, pois durante
esse período, não transei com Cássio e nem um dos outros amantes, tampouco com
o galhudo...
Que sábado lindo, esplendoroso, ensolarado e ameno se apresentava diante
de mim. Nossa, eu estava radiante com minha nova sexualidade, cada vez mais
ávida por descobrir novas coisas, e fiz essas reflexões enquanto esperava na
fila para pagar as compras. Haviam quatro pessoas na minha frente, quando de
repente... ouvi uma voz feminina chamar meu nome:
—Luciana? É você né Luciana? Olhei para trás e arregalei os olhos. Era
Sandra, a evangélica devassa que esteve naquela memorável e tensa suruba na
casa de Batista.
—O-Oi S-Sandra, que surpresa vê-la aqui! Comentei, bestificada.
—Glória a Deus, o Senhor seja louvado por ter te botado no meu caminho
hoje, Deus é bom, ouviu minhas preces, porque o pastor Rodrigo tá pra me deixar
doida mulher, ele quer te conhecer! Revelou Sandra, e a princípio ri de seu
cinismo religioso, mas quando soube quem queria desesperadamente me conhecer...
meus olhos quase saltaram e me arrepiei. Rodrigo?
—Hã? P-Pastor... Rodrigo? Indaguei, atônita e trêmula. E agora?
Faltavam menos de quatro horas para uma suruba a qual eu havia dito SIM há mais
de 15 dias.
Tudo certo, tudo combinado, as pessoas contavam com minha presença,
ratifiquei o horário com Raimunda, mas aquela mulher, aquela evangélica de
araque estava me chamando para conhecer um homem... que queria me conhecer, um
pastor evangélico... chamado Rodrigo.
—Vem comigo, por favor, não sei porque o Ariovaldo e o Cássio se
negaram a dar teu número de telefone pra mim e pra ele, mas a culpa foi minha
também, eu fui tão burra naquele dia que acabei esquecendo de pegar contigo!
Desabafou Sandra. Eu estava sem chão...
—Er... não posso, tenho um compromisso daqui a pouco; aqui ó, estou
comprando as coisas para almoçar e ir, deixa para outro dia! Retruquei,
preocupada, mas muito instigada...
—Luciana... é só pra eu te apresentar ele, só isso. Sabe... aquele
amigo praquelas horas de carência, onde nenhum amiguinho tá disponível?
Então... coisa rápida mesmo, prometo, eu juro que não vou “empatar” seu
compromisso! Por favor! Argumentou e suplicou Sandra.
—Esse pastor Rodrigo...! Insinuei e separei bem as mãos, porque não
iria perguntar ali, no meio de um monte de gente se o cara era pirocudo, e
Sandra, malandrinha, entendeu.
—E bem grosso meu amor! Sussurrou a devassa. Olhei dos lados, contraí
os lábios e abaixei a cabeça. Meu coração disparou, parecia que ia explodir,
ofeguei, porque eu tinha certeza de que esse Rodrigo era o amigo de Ariovaldo,
e se fosse... a suruba morreria...
—Promete que vai ser rápido? Indaguei, tentando resistir.
—Prometo diante do Senhor, é só pra vocês se conhecerem! Respondeu
Sandra.
—Ele mora aqui perto? Perguntei. Sandra assentiu.
Paguei as compras e acompanhei a crente safada, com a barriga mais gelada que a Antártida, suando frio, pois eu sentia que aquilo não seria uma mera formalidade...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, gostaria de ter postado a primeira parte dessa história ontem, MASSS... acabei vivenciando mais uma aventura sexual deliciosa durante o jogo do Brasil, e quem me acompanhou nessa brincadeira regada a muita putaria, foram duas fêmeas brabas ao extremo: Raimunda e Stefhany, a Pequena Notável, além, é claro, de dois machos dispostos a saciar nossas taras daquele jeitinho que amamos e digo a vocês: foi ÉPICO, aliás, onde tem Raimunda e Stefhany, é garantia de transas memoráveis e com muita entrega a uma putaria onde a regra é gozar sem medida.
Óbvio que vou escrever, pois foi a primeira vez que assisti um jogo da Copa do Mundo fazendo sexo, e nossa brincadeira erótica foi maravilhosa, tanto que marcamos mais uma sacanagem deliciosa para o próximo jogo, e só assim mesmo para que valha a pena assistir a essa seleção medíocre...
Momento mais que especial do quinto ato, que ruma para um desfecho inesperado.
Farei minhas considerações na parte final dessa microssérie; peço a todos que leiam com muita atenção, e se possível, releiam também "EMBOSCADA SEXUAL 2 - O DIA EM QUE UM CORNO CHOROU", pois é nessa microssérie que alguns nós serão desatados.
Beijos, tenham uma terça maravilhosa, cheia de paz, alegrias e muito trabalho.
Drama
Fetiches
Heterossexual
Leitura Importante
Professorinha Fogosa
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Traição
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Comentários

Conto sensacional. Professora mais que linda.
ResponderExcluirUma das suas melhores histórias, vale sempre a releitura. Ansioso pela continuação. Beijos e tudo de melhor pra vc minha professorinha deliciosa.
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