039 - O IMPACTO SENTIMENTAL DE UM REENCONTRO – FINAL

Eu ofegava, aflita, mas sentindo uma indescritível plenitude. Nonato socava suavemente, acompanhando atento os remelexos de meu corpo, o qual ia dando adeus a mais um gozo arrebatador, mais um provocado por um pirocudo delicioso. Meu colega de faculdade dava beijos curtos no meu pescoço, enquanto suas bombadas iam parando, acompanhando a preparação do meu corpo para o descanso, mas quem disse que eu queria descanso?

                Claro, eu queria mais, porém... senti algo diferente ao terminar de gozar, não foi um sentimento ruim, mas estranho, então não tive vontade de continuar, pelo menos por enquanto. Nonato ofegava, meio empertigado e me encarando, com ternura no olhar, e eu fazia o mesmo, porém, meio aturdida, com uma sensação atípica, a mesma que senti quando traí meu marido pela primeira vez com Ismael. Dei um sorriso embotado, e ele beijou minha testa.               

                —Você é maravilhosa Luciana! Eu te desejei por muito tempo, desde que passamos a ser colegas de curso, mesmo sabendo que você... era casada, ou melhor, ainda é! Desabafou Nonato, saindo de cima de mim e recostando-se na cabeceira da confortável cama.

            —Só sou casada no papel e... aos olhos da minha família e da família do meu marido! Retruquei, me empertigando e sentindo uma leve dor de cabeça.

                —Tô te achando estranha... é a primeira vez que trai seu marido? Indagou Nonato.

                —Não... não é, eu... tenho um amante! Respondi, me referindo a Cássio como o único.

                —Você não gostou? Parece meio... sei lá! Comentou Nonato, notando minha confusão.

                —Adorei, foi delicioso! Vou ao banheiro, volto já! Respondi, alisando seu rosto. Me levantei e saí em seguida. Minha face tremeu imediatamente, entrei no lavabo, e chorei.

                MAIO DE 2007 

                26 anos de idade, último ano do curso de matemática. Foi sofrido passar naquele ENEM, não por causa da Matemática, mas pelas outras matérias, e aquilo teve um sabor especial, e só não foi mais especial que a vinda de minha filha, um lindo pingo de gente na época, e que foi o combustível para que eu desenvolvesse uma garra sobre-humana para vencer.

Eu era Cuidadora de Idosos, e assistia uma adorável senhora em sua casa. Vejam só que contraste surreal e inacreditável de minha vida profissional; sair da área da saúde e pular para o Magistério, mas meu sonho sempre foi ser professora, sempre, tanto que fiz a primeira faculdade, Pedagogia, porque eu venerava o ofício de professor, apesar de ter apenas mais um irmão e uma irmã que já eram professores na época, e viviam me desestimulando, dizendo que era uma profissão indigna porque não se tinha o merecido respeito.

Não quis nem saber, o dom de ensinar tinha nascido comigo. A dona Virgínia, que era a idosa de quem eu cuidava, tinha um casal de netos adoráveis, e eu era a professora particular de reforço deles. Ali eu já sabia que meu destino era lecionar, porque os ensinava com amor, queria torná-los pessoas capacitadas para enfrentar a vida, e eles passaram no ENEM daquele ano, e acertaram 95% das questões de matemática. Aquilo me encheu de orgulho.

Essa lembrança me veio à mente, para que vocês saibam um pouco mais sobre mim, e como era mais ou menos minha vida, e era uma vida comum. Eu era fiel, e amava meu marido.

—Ai gente, nem acredito que já vamos colar grau no mês que vem! Comentei, radiante com minhas colegas e Nonato! Lembro perfeitamente desse dia e de tudo o que conversamos.

—Vamos sair pra tomar aquela cervejada e dançar forró a noite toda! Comentou o macho, e rimos alto. Nonato era diferente naquela época, tinha cabelos lisos e penteados para trás, se vestia todo na pinta, elegante e usava perfumes deliciosos, e isso atraía as mulheres.

—A Luciana não pode porque é casada! Comentou Adriele, uma de nossas colegas, e era amante assumida de Nonato, mas ela nunca me falou abertamente sobre seu caso com ele... porque também era casada, e também porque não me interessava...

—Ah Lulu, o maridão vai abrir essa exceção né? Indagou Nonato, troçando e vindo com sua mãozinha boba por cima do meu ombro. Ele sempre foi atirado e gaiato.

—Pode até abrir, mas eu não me sinto à vontade, não bebo! Repliquei, tirando a mão dele do meu ombro e me afastando. Eu estava esperando meu marido chegar para me buscar.

—Mas um forrozinho pé de serra vai né? Instigou Nonato, dançando sozinho e rimos.

—Seu besta, não, só danço com meu amor! Retruquei, e mais risadas irromperam.

—Falar em amor, acho que teu marido chegou! Disse Flaviane, outra colega nossa.

—Que cara de sorte hein... casou com um baita mulherão! Instigou Nonato.

—Fala isso na cara dele! Devolvi, e o moreno corou e negou com a cabeça. O carro do meu esposo estava acabando de estacionar na calçada, em seguida deu duas buzinadas curtas.

—Se um dia teu marido te trair, tô à disposição pra uma vingança! Comentou Nonato, brincando e oferecendo-se para tal. Ele sempre foi ousado demais, mas as cantadas dele não me afetavam, eu sabia me sair de suas investidas e nem me ofendia com isso, só ria e ria.

—Espera sentado meu amor, porque eu não dou motivos para ele me trair, e mesmo que ele me traia, eu não farei o mesmo! Tchau seu gaiato, tchau meninas! Rebati, rindo.

AGOSTO DE 2018, EU ME ENCARAVA DIANTE DO ESPELHO, APÓS TRAIR MAIS UMA VEZ...

Meu choro era baixinho, com leves grunhidos, e eu chorava porque as palavras de Nonato reverberaram em minha mente quando ele disse que naquela época em que estudávamos, eu só tinha olhos para meu corno. Por que, por que você me traiu seu desgraçado? Que motivos eu lhe dei para ser e continuar sendo enganada? Que motivos eu lhe dei para que você tratasse nossa filha com tanto desdém? É porque ela se parece mais comigo do que com você, e isso te causa repulsa e o impulsiona a continuar me traindo? Filho da puta.

Sim, as lembranças das férias de julho de 2018, as lágrimas de minha filha, triste por não ter a atenção do pai, que se ausentou para TRAÍ-LA, sim, trair minha filha também. Foram essas lágrimas dela que secaram as minhas, e eu via meu semblante furioso diante do espelho, já sem choro algum.

 Ah... como eu queria me apaixonar de novo, mas por um homem de verdade, não um pústula como você, que não mede as consequências do que faz, põe uma vagabunda qualquer acima de sua família, e não se sensibiliza ao ver a menina que pusemos no mundo, chorar de saudade alisando seu retrato. Desgraçado, eu gerei essa garota como prova do meu amor, porque tinha certeza de que tu serias o pai que idealizei quando disse SIM no altar, e isso doía demais.

Sim, Nonato estava à disposição... e me vinguei, mas era pouco, eu queria mais, mais, queria mais prazer, mais gozo. Tudo acontece na hora certa, nem cedo e nem tarde...

Tomei um rápido banho, e ao sair do banheiro, vi Nonato, vestido com a mesma roupa de antes, me fitando com um semblante meio preocupado, tanto que veio até mim e indagou:

—Tudo bem Luciana? Tá sentindo alguma coisa?

—Tudo ótimo, só estou sentindo fome! Respondi, sincera e sorrindo.

—Eu também, bora almoçar então! Disse o comedor. O abracei e nos beijamos.

—Não precisa pagar o meu, eu tenho dinheiro! Avisei, e ele riu.

—Deixa eu fazer essa gentileza? Propôs Nonato.

—Mais essa gentileza né? Repliquei, e rimos alto. Em nossa época de faculdade, às vezes eu não tinha dinheiro para o lanche, e Nonato... pagava para mim, mesmo eu relutando, mesmo eu sabendo que toda sua gentileza para comigo tinha segundas intenções.

Almoçamos, e deixei Nonato fazer a gentileza de pagar minha refeição. Aquilo foi bacana, entendi como uma demonstração de carinho e respeito. Meu colega me fez experimentar novamente o que era um programa de namorados. Enquanto fazíamos a digestão e meu ser se preparava para a segunda rodada de sexo, passeamos pelo SESC, contemplando aquela linda área verde, ora de mãos dadas, ora com um de seus braços em meu ombro.

Depois descemos um lance de escadas, por trás da piscina, e desembocamos na praia, a qual estava linda, com a maré baixa, quebrando as ondas suavemente. Nos sentamos quase à beira da mesma, contemplando aquela obra de arte feita por Deus, e então Nonato indagou:

—O que aconteceu com seu casamento Luciana? Dei um longo suspiro e indaguei:

—Que importância tem isso Nonato? Está me achando uma vadia por ser infiel?

—Não tô insinuando nada disso, eu me envolvo com mulheres casadas, e não considero elas vadias porque traem, mas... você sempre foi tão...! Replicou Nonato, mas o interrompi:

—Apaixonada pelo meu marido! Você conjugou o verbo corretamente, eu FUI, fui sim apaixonada por ele, mas... o casamento, é como aquele prato especial que preparamos com carinho e precisamos conservar bem para que não azede, só que é uma tarefa mútua, e quando uma das partes esquece de guardar na geladeira e não guarda a tempo depois, ele azeda e fede! Nonato me fitou e assentiu, dando um longo suspiro, depois afagou meus cabelos.

—Sabe Luciana, eu... desejo que você seja feliz, de verdade, seja lá como for, ou com quem for, ou mesmo que seja sozinha, mas seja feliz! Sabe, às vezes as pessoas costumam pagar injustamente o que damos de graça, e isso é revoltante, mas... já que você adotou essa nova postura e se sente bem com isso, não fique pensando no que poderia ter dado certo e não deu, porque você deu certo; sempre seremos individuais, mesmo atrelados a alguém por relações estáveis, e às vezes o que queremos, não converge com o que o outro quer, mas... é a vida, é foda, então... é isso... seja feliz, feliz de qualquer jeito, do seu jeito! Desabafou Nonato.

—Obrigada Nonato! Você é um grande amigo! Obrigada! Repliquei, emocionada, mas apenas com os olhos marejados. Ele sorriu, então me abraçou e nos beijamos.

O reinício da confirmação de nossa amizade. Deitada sobre a cama mais uma vez, nua, Nonato me chupava todinha, com o mesmo tesão, a mesma vontade de outrora, me fazendo gemer com as mesmas sensações deliciosas, ou até mais deliciosas. Eu estava tarada, também ouvindo suas palavras positivas e carinhosas reverberarem em minha mente.

A boca do macho envolveu minha buceta mais uma vez e a chupou, com mais desejo, e pirei, me contorci na cama e gemi alto, puxando e repuxando a colcha, toda arrepiada.

A língua cálida de Nonato penetrava gostoso minha xoxota, e se movimentava circularmente, depois vinha pelos lábios e subia até o clitóris, onde o pincelava, em seguida os lábios dele o chuparam delicadamente ao passo que seu órgão do paladar o torturava. Depois ele ergueu mais um pouco minhas pernas, e pôs um travesseiro sob minha bunda, então passou a chupar o meu cu, cu esse que seria sim fodido pelo seu cacetão nessa segunda etapa de nossa foda, e ele me fez suspirar e gemer manhosa com sua língua e dedos.

Após um tempo de oral delicioso, Nonato desceu da cama e me pôs de quatro, à beira da mesma, então abocanhei seu pau grosso, mamando tarada, percorrendo aquele comprimento de 18 centímetros com minha mão e sentindo a espessura percorrer minha boca. 

Fui até onde pude em um movimento só e recuei com a boca aberta, até quase tirar e rocei gostoso, fitando o comedor e vendo seu semblante tarado, continuei roçando, deixando o esputo acumular e cair, em seguida abocanhei e mamei, e mesmo com aquela grossura igual a de Valdo, tentei ousar e chegar à metade, mas engasguei, recuei e tirei, ainda com a boca aberta e finas pontes de saliva, e cuspi no membro, o punhetando depois e lambendo.

—Porra, que delícia, engole bem gostoso! Pediu Nonato.

—Não dá, teu pau é grande e bem grosso! Falei, masturbando.

—Gosta de pau grande hein safada? Indagou meu colega. É... era grande...

—Adoro, e é por isso que você tinha tanta mulher no seu pé na faculdade né, e fazia a Adriele trair o marido! Cafajeste! Respondi e comentei, nostálgica. Nonato riu alto.

—Não era tanta assim não, deixa de ser exagerada; na nossa sala era só a Adriele, e mais umas três do curso de Filosofia, lembra?  Replicou Nonato, enquanto eu chupava seu pauzão.

—Olha só! Acha pouco? Quatro mulheres? E ainda queria que eu fosse a quinta! Safado! Rebati, e dei um tapa em sua coxa direita. Nonato riu e rimos, nos encarando.

—Não é só um pau como o meu que faz um homem ter sucesso com a mulherada, é antes de tudo, ter um bom papo, uma boa lábia, saber chegar, ter charme, e elas não tinham como saber o tamanho do meu pau, mas depois que viam e experimentavam, faziam a propaganda né, mulher também sai falando do homem pras amigas! Explicou Nonato e assenti.

—Mas você queria sim me comer, confessa, queria sim! Instiguei, lambendo sua tora.

—Claro que queria, não vou negar, mas não dá pra corromper uma mulher apaixonada e segura no casamento; a traição precisa de um motivo pra acontecer, e você não tinha motivo pra trair seu marido, a felicidade com ele tava estampada na sua cara, então eu só dava em cima de você na base do se colar colou! Confessou Nonato, e gargalhei, mas por dentro, chorei...

Focamos na transa. Apesar de minha boca ser grande, não consegui chegar à metade, mas segui mamando faminta e deixando o esputo vazar e vazar, massageando as bolas. 

Tentei avançar mais, mas engasguei e recuei, sem tirar e segui, meneando os lábios e remexendo a língua, depois tirei, passei o picão besuntado em meu rosto e dei batidas nele, bati na língua e rocei a glande na mesma, abocanhando novamente em seguida e indo em um movimento só até onde consegui de novo, forcei mais um tantinho e passei, mas quase vomitei, e tirei, ofegante, com uma densa ponte de saliva formada, aparei, passei no meu cu e virei de costas.

—Vai Nonato, me enraba bem gostoso seu safado! Pedi, abrindo meu rabo.

—Nossa, pode deixar, que eu vou foder seu cuzinho bem gostoso mesmo, mas quero mais dessa sua buceta deliciosa, mais um pouquinho! Respondeu Nonato, e assenti rebolando.

A atitude de Nonato só mostrou que ele tinha uma notável maturidade sexual, e aquilo me cativou. O macho pincelou sua rolona morena por toda minha xoxota, deu batidinhas no meu clitóris e ameaçou meter, depois meteu um pouquinho, só a cabeça e bombou, e pirei, rebolando mais e gemendo toda manhosa, então ele meteu mais, e a grossura daquele cacetão alargando minha buceta me fez gritar de tesão e pedir mais, e o comedor obedeceu.

Nonato segurou minhas ancas e seguiu bombando gostoso, com uma intensidade média, mas sempre chocando sua virilha contra minha bunda, depois acelerou um pouco, vendo que minha lubrificação extrema deu a ele essa possibilidade; o macho socou com vontade, e eu gritava meu tesão, ensandecida, rebolando e sentindo aquele cacetão grosso passeando dentro de mim, então deitei meu tronco sobre o travesseiro, empinei mais meu rabo, abri as nádegas e o comedor apoiou sua perna direita sobre o colchão e mandou brasa, segurando no meio de minha bundona faminta, ofegando e grunhindo enquanto alimentava minha racha gulosa.

—Isso, assim, enfia gostoso, enfia tudo Nonato, soca até o talo, ATÉ O TALOO! Falei e gritei, surtada com o gingado do morenão tesudo, e claro que ele me obedeceu, me fez berrar e encolher os dedos dos pés e balançar as pernas com sua metida feroz, do jeito que eu amo.

“Plaft, plaft”, uma paradinha, bombadas leves, retomada das estocadas e três solavancos. Rebolei e empinei a bunda, e o macho seguiu, grunhindo e gemendo ao me currar vorazmente, então tirou sua rolona de minha buceta, e aplicou outra chupada no meu cu, o deixou bem salivadinho, meteu um dedo, depois outro e em seguida encostou a glande de sua tora, a qual estava bem ensopada de nosso tesão, e apenas penetrou, deixou boa parte deslizar e invadir meu ânus, o alargando deliciosamente, e dei aquele gemido aflito, mas tesudo.

—Aaahh... que cuzinho delicioso, nossa, apertadinho! Disse Nonato, maravilhado.

O macho seguiu com metidas suaves, quase tirando e metendo até onde meteu, sem pressa, degustando meu cu como um manjar dos deuses, como um verdadeiro comedor faz, temperando para depois devorar sem piedade, e estava delicioso, o gingado daquele moreno me deixava louca e eu gemia pedindo mais, e mais do caralhão foi entrando, e alargando, então ele recuou e manteve só a glande dentro, fazendo o vai e vem rápido, mas suave, tirou e deu batidinhas em seguida enfiou em um movimento só e sutil, mais da metade, e foi bombando.

Mantive minhas nádegas bem abertas e Nonato logo enterrou seus 18 centímetros no meu cu, e enterrou deliciosamente, o deixando bem alargado, e gemi manhosa, em seguida me empertiguei e apoiei as mãos no colchão, o macho seguiu metendo gostoso, ainda sem pressa, fazendo um vai e vem suave, chocando sua virilha contra minha bunda, que rebolava.

—Ai que delícia, isso, soca desse jeito, aaahhh... pauzão tesudo do caralho, hmmm... fode meu cuzinho bem gostoso Nonato, fode, fode, assim! Sussurrei, tarada, alucinada.

Após um tempo, Nonato me deitou de ladinho, e varou meu cu novamente, metendo de forma mais incisiva, e me fazendo delirar. Era sim um comedor experiente, claro, mas um pouco diferenciado, tinha uma ginga marota nas bombadas, alisava e dava tapas na minha bunda, me fazendo rebolar e arrebitá-la mais. 

Nos encaramos, meu olhar era sedento de tesão, e o dele também, então nos beijamos, e sua mão direita estimulou meu seio direito, depois ele ergueu minha perna direita e seguiu alimentando meu cu deliciosamente, socando até o talo e dando um leve solavanco, parando e ouvindo meu gemido aflito e sentindo meus tremores.

Uma das coisas que mais amo no sexo anal, é cavalgar na tora do macho, então, após mais um período, deitei Nonato e vim por cima, acocorada, aloquei seu pauzão grosso na entrada do meu cu e dei aquela sentada malvada, até o talo, e quando o senti, rebolei gostoso, gemendo e ofegando, e o “plaft, plaft” seguiu, ainda suave, mas delicioso. Nonato pirou.

—Puta que pariu Luciana, tu é gostosa demais, demais! Disse Nonato, pirado. Apenas sorri maliciosamente para ele, mordendo o lábio inferior e segui cavalgando.

Segurei meus cabelos os erguendo, fechei os olhos e viajei, viajei quicando no pau grosso daquele meu colega de curso, mas não amante. Nonato flexionou suas pernas para me dar apoio e o passeio seguiu maravilhoso, eu gemia e grunhia sentindo as pregas do meu cu sendo destruídas, soltei os cabelos e abri minhas nádegas, para sentir ainda mais meu rabo sendo arrombado, e senti sim, ri e rebolei, estapeei minha bunda e a mantive aberta, então acelerei as quicadas e Nonato acompanhou, me fazendo gritar de luxúria e ordenar mais e mais.

Continuei a cavalgada, mas sentei de costas com o cu, sentei até o talo e não perdi tempo, brinquei de gangorra, subindo e descendo, ofegante e suada, fazendo um dueto de gemidos com Nonato, que estava perfeitamente alinhado no meu ritmo, e socava com vontade, então sentei sobre meus joelhos, atolando mais ainda aquele pauzão no meu cu, e fiz o sobe e desce rebolando, frenética, tarada, surtada, imersa naquela trepada deliciosa, amando dar o rabo daquele jeito, mesmo ele não tendo aquele comprimento de pica que amo. Delícia, delícia.

Nonato empertigou-se e me fez ficar de quatro novamente, sem tirar seu cacetão de dentro do meu rabo, e fez aquele encaixe malvadinho que me causou arrepios e tremores pelo corpo, em seguida ele debruçou-se sobre mim e começou a beijar e chupar meu pescoço enquanto socava sem parar, e aquilo me deixou ainda mais sensível e propensa a gozar novamente, pois o macho acariciava meu corpo, alisava meu ventre e subia pelos meus seios, depois ia até as ancas e as apertava, e findava seu passeio tátil em minha xoxota ensopada, e ali, ele chamou mais um gozo ao boliná-la deliciosamente.

—Ai Nonato, soca, soca e me masturba que eu vou gozar, vou gozar, não para, NÃO PARA, NÃO PARA NONATO, METE, METE, ESTOU GOZANDO, GOZANDO, GOZ... AAAHHHH, AAAHHHIIIAAHHH, CARALHOOO... SOCA, SOCA, soca, soca... não para, não para! Anunciei e urrei, surtada, descontrolada, trêmula como se estivesse sendo eletrocutada, gozando mais uma vez naquele picão delicioso, o qual não parava de me foder um só segundo.

—Isso, goza, goza minha gostosa, goza minha tesuda! Disse Nonato me debruçando e debruçando-se sobre mim, até nos deitarmos, e ele ainda me masturbava enquanto o pauzão seguia currando meu cu, e meu gozo seguia arrebatador, avassalador e delicioso.

Nonato percebeu que meu clímax se esvaía e tirou sua mão de minha xoxota, enquanto bombava bem suave, acompanhando minha linguagem corporal, ouvindo minha respiração ofegante, e meu torpor diante de tudo aquilo. 

Ele também ofegava, e pingava seu suor sobre meu ombro, depois saiu de cima de mim, mas ficou me beijando ao passo que eu seguia imóvel, revendo todo o filme de minha vida, desde o casamento até aquele instante. Jamais imaginei que faria tal reflexão de novo depois de tudo o que vivi em matéria de sexo, mas Nonato havia me despertado essas sensações novamente ao nos reencontrarmos... e finalmente transarmos...

—Lava seu pau e goza bem gostoso na minha boca! falei, me virando para ele. O comedor assentiu e foi. Eu não quis tomar banho com ele, faria isso sozinha.

O comedor veio rapidamente e me pôs para mamar sua tora, e assim fiz, mamei ensandecida, engasgando e salivando, tentei atolar, mas não pude, e segui no meu ritmo, sentindo meu corpo todo se eriçar, então o macho se masturbou e gemeu aflito, em seguida gozou gostoso, mas seu esperma era ralinho e de média quantidade. Talvez eu tenha estranhado por me acostumar a tomar os mingaus de Valdo e Cássio, porém, sem crise, o gosto era delicioso, adocicado, e sorvi tudo, mamei até deixar aquele cacetão maravilhoso bem limpinho.

—Foi a melhor transa da minha vida! Juro por Deus Luciana, sem mentira! Disse Nonato.

—Que bom que você gostou, eu também adorei, você se garante muito mesmo! Repliquei, sincera, mas eu não classificaria aquela transa como a melhor da minha vida, porque eu ainda tinha muita vida, e muitos machos para conhecer, mas Nonato foi sim fenomenal.

Nossa vida é um sopro. 11 anos se passaram, muita coisa mudou, mas não as lembranças. Enquanto a água gélida do chuveiro varria mais um ato de vingança e infidelidade do meu corpo, foi inevitável não relembrar o que era meu casamento naquela época de faculdade e agora. 

Meu corno estava em tudo que eu planejava fazer, “nós” era a palavra presente em nossas aspirações, mas por que isso agora? Por que relembrar de forma tão intensa como era meu casamento em mais uma aventura de infidelidade minha?

Porque Nonato foi testemunha de como eu era devota a esse casamento, de como fui motivo de chacota muitas vezes, por parte dele até, porque não era segredo para ninguém o quanto eu era apaixonada pelo meu marido e o amava sem qualquer medida, principalmente depois do nascimento de minha filha, a qual o tinha deixado ainda mais apaixonante. 

A euforia com que eu ia ao encontro dele quando o mesmo vinha me buscar, os beijos, abraços, tudo que fazíamos juntos, as noites em que nos amávamos ou cuidávamos de nossa pequenina... o filho da puta jogou tudo isso no lixo e transferiu para outra, então encarar Nonato nessas circunstâncias era doloroso, porque eu via a pena que ele sentia de mim, isso era nítido.

Saí do banheiro, mais uma vez aturdida com tudo aquilo, e vi Nonato vestido com outra roupa, me fitando com um lindo sorriso indulgente, então ele disse:

—Posso te deixar em casa se você quiser, ou... se desejar, pode ficar aqui até amanhã!

—Não posso de dormir fora de casa, sou casada, e... não precisa se preocupar, eu peço um Uber e volto para casa sozinha! Respondi, e Nonato assentiu.

—Tá em paz com sua consciência? Indagou Nonato. Ele percebeu meu jeito meio assim.

—Sim, não me arrependo, nunca me arrependi, mas... com você foi diferente, você foi um pedacinho de minha história, e talvez isso me doa sabe, porque foi uma contradição, parece até que foi uma praga que você rogou em mim quando disse naquele dia, que se meu marido me traísse, estaria à disposição para que eu me vingasse! Retruquei, desabafando.

—Falei aquilo de brincadeira Luciana, eu nunca desejei que seu casamento desandasse, mas já que desandou, eu não ia te rejeitar sabendo que você tá aberta a novas experiências; pra mim isso é completamente normal, acontece todo dia! Rebateu Nonato, e corroborei, claro.

Pedi o Uber e Nonato me acompanhou até a saída do SESC, onde eu iria esperar o carro.

—Adorei essa surpresa de hoje, de verdade! Comentei, alisando o rosto de Nonato.

—Quando se sentir carente, não só de sexo, ou quando quiser conversar, sair pra espairecer, curtir um cinema, pode me ligar a qualquer hora! Venho correndo! Disse Nonato, me entregando seu número de celular anotado em um papel. Peguei e pus na minha bolsa.

—Pode deixar, eu ligo sim! Respondi, e nos beijamos.

O Uber chegou em menos de 10 minutos, me despedi de Nonato e entrei, então arrancamos dali. Permaneci a maior parte da viagem calada, falando só o necessário com o motorista, pensando em tudo o que aconteceu, não só naquela transa, mais uma inusitada em minha vida, mas na pessoa com quem transei. Cheguei em casa, e tudo estava como deixei, então tirei da bolsa o papel com o número de Nonato anotado e rasguei em vários pedacinhos, depois pus no lixo. Ele era passado, assim como a felicidade matrimonial que um dia tive.         

FIM

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Olá queridos alunos. 

Essa aventura foi uma das mais marcantes que vivi, tanto pessoalmente, quanto quando a publiquei no falecido contoerotico. Recebi inúmeras mensagens e comentários de pessoas que se sensibilizaram com o que leram, e isso foi tocante demais para mim, chorei litros de uma emoção indescritível, e foi a partir deste relato, que ganhei mais seguidores e principalmente: admiradores de minha trajetória, e relembrar isso tudo dói, mas ao mesmo tempo me deixa feliz.

Muito de mim fora das quatro paredes foi escrito, mesclado com os momentos de erotismo alucinante a que me entreguei, e isso jamais foi mostrado nem mesmo pelos autores e autoras que retratam suas histórias reais por aí. Muitas vezes esses autores evitam expor suas vidas de forma tão profunda, mas eu... não me privei disso, a escrita sempre foi um desabafo para mim.

Fiquem ligados, pois emoção a palavra que rege o blog nessa semana. Espero que curtam esse desfecho, que essa narrativa toque os corações dos leitores novos e também dos veteranos, pois história boa sempre deve ser relida, sempre renova nossas emoções, e emocionada estou por reler esse relato.

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz e produtividade.



Comentários

  1. Não tem como não se comover, você é maravilhosa.

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  2. excelente releitura gata,tu continua quente e fogosa,e um lindo sorriso,como se ver na foto que tu postou nesse conto,ate´ o proximo conto gata,beijao

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  3. a proposito,parabens pelo dia dos professores,profissao que tu escolheu tao bem,e que tu escolheu ser por ser tao guerreira,parabens professora guerreira,e obrigado,luciana por tanto prazer que tu nos dar,se cuida e ate´ o proximo conto

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