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Olá queridos alunos.
Finalmente a repostagem da minissérie que me consagrou como autora no falecido contoerotico. Não vou dar muitos detalhes por conta dos leitores novos, e deixarei minhas considerações para depois da postagem do desfecho. Apenas tenham em mente, que essa minissérie não foca muito no sexo avassalador que me é inerente; na verdade o sexo aqui é um mero coadjuvante, um tempero.
Como eu disse anteriormente no contoerotico, MOTIVAÇÕES separou os homens dos meninos, me fez arrebatar mais seguidores e admiradores e conquistou o feito inédito de bater recorde de votação na época, e isso porque algumas partes da minissérie NÃO TÊM SEXO, e realizar esse feito em um território literário onde os leitores estão lá com o intuito de ler pornografia, é para poucos.
Uma história para apreciadores de boas histórias, e farei minhas considerações sobre essa saga após a conclusão da mesma. Até lá, leiam com o coração aberto, e entendam nossas... motivações...
Beijos a todos e tenham uma boa (re) leitura. Se o engajamento for bacana, se vocês comentarem, posto uma foto minha com Lidiane na última parte.
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SÁBADO, 01 DE SETEMBRO DE 2018.
O esputo escorria, minha boca
não parava de subir e descer. Parei um pouco depois da glande e fiquei mamando,
chupando e sentindo aquele prepúcio gostoso entre meus lábios, recuei, abri a
boca e fiz o vai e vem suave, com a mesma aberta, escorrendo mais saliva, o
macho gemia, então abocanhei novamente, meneando a cabeça e cheguei à metade,
engasguei um pouco, mas não arredei, travei gostoso ali, e abri a boca,
vertendo a baba, melando ainda mais aquele pau enorme e grosso, recuei, tirei e
o passei pelo meu rosto, ofegante, masturbei a rolona bem besuntada e mais uma
vez caí de boca, chupando faminta, com tesão renovado.
—Puta que pariu Luciana, isso...
engole bem gostoso! Disse a voz... de Breno. Sim, eram 9h30 de sábado, e o
mancebo apareceu em minha casa pedindo uma despedida, pois iria voltar ao
meio-dia para a Zona Portuária, onde trabalha junto com Ismael.
Claro que eu não neguei, assim
que o macho adentrou meu jardim, já foi logo pondo seu pirocão para fora, aí
não resisti, atendi ao desejo do meu amante juvenil sem questionar, porque
quando eu vejo um cacetão daquele tamanho e grossura, simplesmente aceito tudo.
—Quer voltar bem abastecido é? É
seu safadinho? Indaguei, lambendo o caralhão da base até a cabeça, onde
abocanhei e dei chupadas rápidas e lambidas. Ele se contorceu.
Meu cu ainda doía um pouco da
surra que levei na sexta, menos de 24 horas após a transa com Breno, mas ele
pediu essa despedida com olhinhos tão penosos, e eu tinha dito que seria só um
boquete justamente para dar um descanso ao meu rabo, e o pobrezinho aceitou sem
reclamar, por isso ele merecia voltar feliz, com uma lembrança gostosa em seu
íntimo, então me levantei, virei de costas, abaixei a calcinha, salivei dois
dedos e os meti no meu cu, sentindo aquela ardência, mas foda-se, recuei um
pouco, masturbei o pauzão já profusamente besuntado e lubrifiquei mais meu
buraquinho guloso, aloquei, e dei aquela sentada gostosa.
—Caralho... não acredito, a
senhora disse que só ia chupar! Disse Breno, radiante.
—Quero que você volte alegre
para a sua cidade meu gostoso! Falei, já quicando suavemente, sentindo dor e ardência,
mas isso não era maior que meu tesão, jamais.
Breno apenas segurou minhas
ancas e eu conduzi o passeio, devagar, gemendo e grunhindo manhosa, rebolando
suavemente sentindo aquele caralhão grosso esfolando ainda mais o meu cu; que
delícia, meu sobe e desce era tarado, sentei até o talo e rebolei mais, o macho
pirou e estapeou minhas nádegas, então retomei a gangorra, no mesmo ritmo,
empinando bem meus 102 centímetros de rabo, para aquela picona passear bem
gostoso, e chorar de saudade depois. Abri minhas nádegas e gemi mais alto,
sentindo minhas pregas sendo destroçadas novamente, então aumentei o ritmo,
soltei a bunda e fui daquele jeitinho...
Subindo até quase tirar,
sentando até o talo, castigando a virilha e as coxas de Breno, que dessa vez
não ousou reclamar. Meu requebrado era alucinante, “plaft, plaft” surtado,
parei um pouco, rebolei, quiquei devagarinho e retomei o embalo, depois me
aprumei, subi no sofá, apoiei as pernas nas coxas do comedor, recuei as mãos as
apoiando em seu tórax e continuei a cavalgada anal, gemendo louca, sentindo
minha xoxota convulsionar, inchada de tesão e vertendo seu suco sem parar. Três
quicadas, sentada até o talo, rebolada e retomada, assim era minha condução da
foda, assim eu controlava o sexo, e Breno grunhia seu prazer.
—Puta que pariu... nem dá
vontade de voltar mais, que delícia! Disse o mancebo, já lamentando ter que
regressar a sua nova vida. Realmente uma pena, mas o consolei dizendo:
—Pode vir sempre que quiser, eu
estarei aqui meu gostoso!
—Gostosa, gostosa, gostosa
demais! Disse Breno, que me tirou de cima dele e me pôs de quatro sobre o sofá.
O macho estapeou com força minha bunda e varou meu cu de novo.
—AAAIIII! ISSO, SOCA ESSA ROLA
TODINHA! Gritei, de dor e tesão.
Os 23 centímetros do macho
passeavam sem pena pelo meu cu, deitei a parte superior de meu corpo sobre as
almofadas, arrebitei e abri bem meu rabo para o macho o esfolar mais; doía e
ardia, pois não tive recuperação, minhas pernas tremiam e os dedos dos pés se
encolhiam, eu grunhia e quase chorava, mas tudo aquilo era o combustível para
que eu continuasse, porque eu sabia que iria passar, e sentiria vontade de
fazer tudo outra vez.
Breno atolou gostoso, senti o
talo de seu caralhão e ele deu um tranco feroz, gritei chorosa, o macho deu
outro solavanco e grunhi, trêmula, então ele segurou minhas ancas e seguiu,
sempre dando trancos rápidos, sem recuar muito e indo bem fundo no meu rabo.
Uma hora ele tirou, pisquei meu cu, ofegante, ele meteu tudo, tirou tudo e
socou até o talo, repetindo isso várias vezes, depois atolou de uma vez e se
debruçou sobre mim, caçou e achou minha buceta ensopada e começou a me
masturbar enquanto alimentava meu ânus esfomeado.
—Delícia, vou me acabar nesse
rabão gostoso! Toma pica, toma gostosa do caralho! Sussurrou Breno, surtado de
tesão e chupando minha orelha e pescoço.
—V-Vamos para... o b-banheiro! Pedi, gaguejando, porque o moleque
socava sem dó.
Com minha perna apoiada sobre o vaso sanitário e a bunda bem arrebitada, Breno continuava trucidando meu cu, me levando ao delírio. Ele dedilhou gostoso minha buceta enquanto me enrabava, e não pude conter um gozo alucinado, berrei e quase chorei de prazer levando aquele cacetão no cu, o qual ia mais feroz conforme eu rebolava e gemia até quase ficar rouca, sob efeito do orgasmo.
O macho ofegava e seguia me fodendo, até perceber pelos meus grunhidos
manhosos, que meu corpo já dava adeus ao clímax, mas pedia aquele finalzinho...
Breno abriu o chuveiro, lavou seu caralhão e me pôs de joelhos, caí de
boca, ofegante e mamei, fui em um movimento só até mais da metade e quase
vomitei, mas não me rendi, recuei um pouco e segui o boquete, rápido e fazendo
o macho gemer.
—Vai, abre a boca pra tomar leitinho sua safada! Pediu Breno, tirando
seu cacetão de minha boca. Abri bem e ele socou aquela punheta gostosa,
mantendo a glande dentro de minha boca, dei lambidas rápidas, e logo ele também
deu seu grito de prazer, esporrando gostoso.
Eita golfada deliciosa que aquele caralhão deu em minha boca, pulsava
gostoso e despejava o leite. Breno se contorcia e gemia aflito, e a porra
desceu gostoso pela minha garganta, segurei o pauzão abaixo da glande e apertei
para sair mais, e saiu outra gota profusa, sorvi e abocanhei, fitando o macho
enquanto mamava, mamei como uma bezerrinha, depois tirei o pauzão limpinho, dei
beijos e outra mamada rápida, o sentindo amolecer de vez...
SEGUNDA-FEIRA, 03 DE SETEMBRO DE 2018.
Breno se foi, e tornou-se
novamente a lembrança de mais um momento delicioso em minha vida sexual. O
pobrezinho quase chorou antes de partir, mas partiu feliz. Tirei o resto do
sábado e domingo para dormir e descansar, e na segunda, lá estava eu, tomando
meu desjejum matinal na padaria, com o rabo dolorido sim, mas devidamente
alimentado, pronta para mais uma semana intensa de aulas, porém felicíssima por
ter trepado gostoso no final de semana.
—Bom dia professora! Saudou uma
voz feminina e juvenil atrás de mim.
Me virei rapidamente para ver quem era, e vi Lidiane, minha ex-aluna. Uma linda morena escura, mais alta que a Pequena Notável cerca de cinco ou sete centímetros, de cabelos lisos, pretos e compridos, olhos meio puxados, nariz estreito, lábios carnudos e boca média.
Seu rosto era meio arredondado, tinha seios médios, quadril largo, pernas
grossas e uma bunda média, mas empinadinha e bem redondinha, proporcional ao
seu conjunto corporal. Era uma falsa magra, como costuma-se dizer por aí. Tinha
18 aninhos, lindíssima, e foi minha discente do primeiro ao terceiro ano do
Ensino Médio em uma das turmas que leciono, até maio desse ano, depois foi
transferida para uma renomada escola particular da capital, renomada MESMO.
Na época a transferência de Lidiane
para essa instituição privada caríssima, gerou um bafafá enorme entre nós
docentes, porque ela era uma garota muito pobre; era não, é. Filha de mãe
solteira, a qual trabalhava informalmente, Lidiane morava em um cubículo sem
reboco com mais três irmãos, dos quais dois, são bandidos barra pesadíssima,
algo extremamente comum em bairros pobres como o que eu moro, porém, minha
ex-aluna nunca foi dada a condutas ilícitas, e embora não fosse aquela estudante
exemplar, com notas azuis como um céu de brigadeiro, tinha um comportamento
probo em sala de aula. Sempre na dela e discreta.
—Lidiane meu amor! Tudo bem?
Falei e cumprimentei, me levantando e a abraçando.
—Tudo ótimo professora!
Respondeu a jovem. Ela trajava uma blusinha de alça vermelha e um short médio e
frouxo. Roupa de jovem, nada indecente.
—Veio matar a saudade da escola
e dos colegas? Sente-se meu amor! Indaguei e a convidei a sentar-se. Ela sorriu
lindamente e sentou de frente para mim, ajeitando seus cabelos.
—Não exatamente... na verdade...
eu vim falar com a senhora! Respondeu Lidiane.
—Comigo? E o que seria meu amor?
Questionei, curiosa, é claro.
—Quero tentar o ENEM esse ano, e
preciso de aulas particulares de matemática, então só pensei na senhora, porque
é a melhor professora do mundo! Desabafou Lidiane.
—Oh meu amor, que lindo ouvir
isso logo cedinho! Muito obrigada! Falei, emocionada mesmo, e quase chorei.
Segurei as mãos da jovem, que assentia sorrindo.
—Além do Enem, eu não tô conseguindo acompanhar o ritmo da escola onde
estudo, consegui uma bolsa integral e corro o risco de perder se não atingir
notas boas, então... preciso de ajuda, por favor professora, eu prometo me
esforçar! Desabafou Lidiane, meio chorosa.
—Claro meu amorzinho, eu vou te ajudar sim, vejo o interesse nos seus
olhinhos lindos! Pode contar comigo, eu vou te ensinar e você não vai perder
sua bolsa, tudo bem meu amor? Falei, profundamente mexida e segurando as
delicadas mãozinhas de Lidiane, que sorriu.
—Pode cobrar o preço que a senhora quiser, meu namorado é que vai pagar
as aulas! Disse Lidiane, e fiquei de orelhas em pé. Humm... namorado hein...
—Entendo. Então... já que é o seu namorado quem vai pagar, eu trato
direto com ele, e como sua situação é periclitante, sugiro que comecemos o mais
rápido possível, de preferência hoje à tarde, porque tenho tempo livre,
então... é com você agora! Repliquei, realista.
Lidiane aceitou sem questionar, passei meu número de celular e endereço
a ela, e marquei o horário das 14h para começarmos nossa primeira aula de
reforço. Quase me atrasei só nessa surpreendente conversa com minha ex-aluna, e
a língua estava coçando para fofocar, então passei pelo vigia antipático, corri
para a sala dos professores, e vi Raimunda, já saindo para iniciar seu dia de
labuta, e ao me vir, a coroa me cumprimentou:
—Oi Lulu, atrasadinha né!
—Entra de volta na sala dos professores que eu tenho um babado forte
para lhe contar! Respondi, puxando a mulher pelo braço e a mesma se deixando
conduzir.
—O que foi Luciana? Indagou Raimunda, apreensiva. Nos sentamos, então
despejei:
—Acabei de encontrar a Lidiane na padaria, e ela quer umas aulas
particulares de matemática para não perder a bolsa da escola particular, e a
novinha disse que quem vai pagar essas aulas é o namorado! Revelei, e Raimunda
me fitou, depois deu um sorriso jocoso.
—Luciana, a Lidiane namora um coroa rico. Bolsa porra nenhuma, ele PAGA
as mensalidades para ela estudar naquele colégio de barão! Revelou a coroa, e
arregalei os olhos.
—Como é? Então você sabia? Indaguei, estupefata. Raimunda replicou, sentida:
—A própria mãe da Lidiane disse isso no dia em que veio assinar os
papéis da transferência, falou de peito cheio, para quem quisesse ouvir, destilando
arrogância, desdenhando nossa escola e os professores de sua filhinha!
Precisava ver o nojo que eu e a Sueli sentimos. Ah Lulu, esse é só mais um caso
de mãe que prostitui a filha com um velho babão!
—Nossa, por que ela mentiu
então? Indaguei, e Raimunda deu de ombros.
—Faz alguma diferença? Ganhe seu
dinheiro e pronto! Disse Raimunda, e assenti.
Raimunda tinha razão. A vida
pessoal de Lidiane não me interessava, e sim a grana que eu receberia de seu
namorado rico; só que analisando friamente, discordei de minha amiga e não vi a
atitude da mãe da garota como a de “prostituir” a filha, e sim garantir um
futuro para a mesma, pois além da pobreza, aquela senhora sofria com dois
filhos marginais, então ela queria salvar sua cria de um destino nefasto, e
pelo visto o tal “velho babão” gostava da jovem e desejava dar esse futuro a
ela, fazer dela alguém, entretanto, como quase todo coroa pira por uma novinha
exalando juventude e beleza como Lidiane, não faria essa gentileza de graça...
Após almoçar, tomei um banho e
pus um vestido estampado, meio comprido e frouxo, sem calcinha, para que a
recuperação de meu cu fosse mais rápida, e claro, sem intenção alguma de
seduzir o tal “velho babão” de Lidiane. Esperei na sala, eram 13h45, então mexi
no celular, respondi mensagens de Cássio, as quais sempre eram carinhosas e
amáveis, e o tempo passou...
Pontualmente às 14h, uma buzina
irrompeu lá fora. Levantei calmamente do sofá e fui atender. O carro
estacionado lá fora era um modelo hatch prateado, importado e lindíssimo. Da
porta do carona saiu Lidiane, trajando um vestidinho médio e apertado ao seu
corpo de ninfeta sedutora. A jovem portava uma mochila jeans e abriu um lindo sorriso
sincero ao me vir.
E claro, da porta do motorista, saiu o “velho babão”. Creio que Raimunda nunca viu o sujeito para dar-lhe essa alcunha, porque o cara nem era velho, e tampouco parecia babão; era um puta morenão lindo e charmoso. Alto, cabelos lisos curtos e espetados, olhos médios, estreitos e castanho-escuros, nariz médio, lábios carnudos e boca média, rosto quadrado.
O corpo era robusto, tinha
uma leve barriga saliente, o que denotava ao macho ter uma idade já na casa dos
40 anos, porém, exalando uma jovialidade impressionante. Trajava uma camisa
branca com gola aberta e mangas dobradas até os cotovelos, seguida de uma calça
jeans preta e frouxa, com um sapato social. Lidiane tinha bom gosto para
homens, que ga-to...
—Boa tarde Lidiane! Cumprimentei, e trocamos beijos formais no rosto. O
namorado dela se aproximou, com um sorriso simpático e amistoso, exalando uma
aura agradável, e não poupou um discreto olhar devorador para mim. Humm...
safadinho tesudo.
—Boa tarde professora, esse é o Ricardo! Disse Lidiane apresentando o homem
a mim.
—Boa tarde Ricardo, Luciana, é um prazer! Falei, o cumprimentando.
—O prazer é todo meu! Você é uma dama muito graciosa! Disse Ricardo,
galante.
—Obrigada, mas... vamos entrar por gentileza! Agradeci e convidei, meio
ruborizada.
Ele tinha porte, postura, e de soslaio, não notei nenhum olhar
malicioso para meu corpo, que mesmo sob um vestido frouxo, chamava a atenção. O
casal entrou de mãos dadas, Ricardo elogiou minha casa, mostrando-se muito
atencioso. Na mosca, 43 anos e não era fraco não, em uma rápida conversa, ele
me disse ser Engenheiro Civil, e trabalhava em uma renomada construtora. Cá
para nós, mas aquele homem não tinha jeito de engenheiro não viu...
—A Lidiane me falou muito bem a seu respeito, disse que é a melhor
professora que ela já teve, então sequer pesquisei outros profissionais, sendo
assim, pode dar seu preço pelas aulas que eu pagarei sem qualquer
questionamento! Disse Ricardo, sereno.
—Puxa... fico até sem jeito, obrigada, mas... na escola onde ela estuda
nenhum professor quis dar aulas particulares? Comentei e indaguei. Ricardo
respondeu, meio desolado:
—Não... os docentes dali têm o ego muito inflado, se acham
celebridades; natural, para uma escola que tem propagandas na TV em horário
nobre e vive de resultados!
—Entendo... bem... nem sei como cobrar para falar a verdade! Vamos
fechar um valor mensal, fica mais cômodo para você, pois eu creio que a Lidiane
vai precisar de muito tempo para ficar afiada, e não digo isso menosprezando a
capacidade dela, mas porque fui professora dessa garota por quase três anos,
então a conheço bem, e acredito que ela tem potencial sim para deslanchar e corresponder
suas expectativas! Falei, sendo bem sincera. Ricardo assentiu.
—Muito bem, então vou pagar adiantado! Disse o macho, puxando a
carteira.
—Opa, negativo, não estou desesperada por dinheiro! Vamos fazer assim:
se em três dias de aulas, a Lidiane não render o que EU ESPERO, cancelo o
trabalho e lhe comunico! Retruquei, em seguida fitei Lidiane, Ricardo também a
fitou, e a jovem tremeu na base.
—Totalmente de acordo! Bem, preciso ir, foi um enorme prazer conhece-la
professora Luciana, e... Lidiane, conto com você! Disse Ricardo, me
cumprimentando e advertindo sua namorada. A jovem assentiu, com um misto de fé
e descrença no olhar, depois o casal trocou um selinho rápido, então escoltei o
gato até o portão, trocamos acenos, e ele partiu.
Voltei rapidamente e Lidiane já estava sentada à mesa, com seu caderno
e apostilas da escola onde estuda abertas, fora outro bloquinho de rascunhos e
vários lápis e canetas.
—Ok Lidiane, não preciso te dizer como procedo, aqui será como na
escola; a diferença é que vou explicar só para você e bem de pertinho; então,
preste bastante atenção, e se tiver dúvidas, pergunte quantas vezes forem
necessárias, estou aqui para lhe ensinar, estamos entendidas? Expliquei e
adverti, bem serena. Lidiane assentiu, com olhar ávido...
—Sim professora, pode deixar, eu vou me esforçar! Disse Lidiane.
Assenti e me sentei.
Minha metodologia de ensino no caso de alunos de reforço não tem
fórmula mágica, é buscar a raiz do problema, aquilo que deixa o discente
empacado, porém, antes, sempre faço uma revisão da matemática básica para saber
até onde a memória do aluno está vívida, pois a tabuada e as quatro operações
fundamentais precisam estar tatuadas na mente do aluno.
Sendo assim, fiz um aquecimento
com Lidiane, uma arguição da tabuada, perguntando de forma salteada, passei
umas continhas de divisão, e a jovem mostrou sim estar bem afiada; de 10 contas
que passei, ela só errou uma, sendo assim, fomos direto ao que a deixava
insegura e travada, e eram assuntos que foram dados por mim em sala de aula...
As duas horas de nossa primeira aula voaram, e claro, Lidiane ainda
estava meio tensa com as atividades da escola onde estuda, a qual sempre focou
as mesmas em questões de concursos públicos e vestibulares. É... escola de
ponta prepara o aluno para qualquer prova, e o nível dos problemas propostos
pela instituição, realmente exigiam um conhecimento já sólido, mas tudo bem,
era um desafio gostoso para mim, e a jovem de fato mostrou interesse.
Ao término, Lidiane ligou para Ricardo, pois ele pediu que fosse
avisado quando terminasse a aula, e após ela fazê-lo, curiosa como sempre fui,
e por ter uma aproximação íntima razoável com minha ex-aluna, perguntei sobre a
relação de ambos:
—Lidiane... onde você conheceu o Ricardo?
—Ah, foi numa balada! Respondeu a jovem, sorrindo meio acanhada.
Assenti.
—E... você gosta dele? Seja sincera, e não estou perguntando isso com a
intenção de julgar sua vida, mas o que ele está fazendo por você é muito
bonito! Indaguei e comentei.
—Gosto sim professora, porque o Ricardo me deu a oportunidade de ser
alguém de forma honesta, com meu esforço; ele acreditou em mim! Desabafou a
jovem, emocionada.
—Entendo meu amor, mas... e a diferença de idade? Ele é 25 anos mais
velho que você, e... sua juventude está a todo vapor minha querida; acha que a
longo prazo isso vai dar certo? Vai ser bom para você lidar com um homem... que
tem idade para ser seu pai? Questionei.
—Ah professora, e eu vou jogar fora a chance de ser alguém e dar uma
vida digna a minha mãe por conta de 25 anos a mais? A gente tem que ser esperta
e aproveitar a oportunidade que a vida nos deu, porque eu sei o que é passar
fome, e meus irmãos quiseram me prostituir pro traficante que eles trabalham,
quiseram me dar a vida fácil que muitas meninas da minha idade têm, mas eu
nunca quis vender meu corpo pra sobreviver, e o Ricardo me quis sabendo da
minha realidade, foi na minha casa e conversou com a minha mãe e os meus irmãos
bandidos, sem medo, mostrando que é homem, e apostou em mim, tá investindo no
meu futuro porque quer meu bem! Desabafou Lidiane, quase chorando. Fiquei
consternada...
—Oh meu amorzinho! Eu sei o que se passa na sua cabecinha, você só quer
dignidade. Está certíssima, nasceu linda, formosa e inteligente, tem mais é que
aproveitar mesmo, buscar aquilo que vai te fazer feliz, que vai te dar uma vida
decente! Falei, a abraçando.
—O Ricardo arrumou emprego pra mim na firma de um amigo dele e esse mês
eu já começo! Meu primeiro emprego professora! Contou Lidiane, sorrindo
emocionada.
—E... a intimidade de vocês? Como é? Vai de boa? Questionei, e Lidiane
sorriu.
—De boa demais professora... o coroa dá no coro melhor que muito
novinho com quem fiquei! Só... preciso me acostumar mais né! Respondeu e deixou
no ar a novinha, já serelepe.
—Acostumar com o que? Indaguei, atiçando e presumindo mais ou menos o
que seria...
—Ah... o negócio dele né! É... bem grande, e... grosso! Nunca vi um
daquele tamanho na vida, fiquei assustada quando a gente transou a primeira
vez, tive medo, mas... eu gostei, é diferente, dói um pouco, mas... vicia, é
bom demais! Depôs Lidiane, e fiquei excitada...
—É mesmo Lidiane? Grande... quanto mais ou menos? Indaguei, eriçada e
curiosa.
—Ah... assim, não sei bem quanto mede, mas é grande sim e muito grosso!
Nossa, eu quase não dou conta porque é bem grosso! Respondeu a safadinha,
rindo.
—Humm... só pode ser muito gostoso transar com um homem do pau grande!
Sortuda! Comentei, instigando e deixando uma intenção sacana no ar. Lidiane me
fitou surpresa.
—Sério professora? O... marido da senhora... é pequeno? Indagou a
jovem, acanhada. Apenas fiz aquele gesto quase juntando polegar e indicador,
aquele gesto do “E o salário ó?”
—Sempre tive curiosidade de experimentar um pau grande, sabe? Eu tenho
uma amiga que é casada com um pirocudo, e ela diz que é a mulher mais feliz do
mundo! Você realmente ganhou na loteria, conheceu um homem rico e pauzudo! Não
o deixe fugir! Desabafei e aconselhei, e Lidiane riu enrubescida, e não disse
mais nada, porém, seu olhar mudou... para aquele olhar bem safadinho...
Ricardo chegou quase 15 minutos depois para buscar Lidiane, e o fitei
de um jeito diferente, tanto que ele percebeu, mas se manteve discreto. Sim, eu
fiquei tesa pelo coroa.
—Como foi a aula professora? A Lidiane se saiu bem? Indagou Ricardo, a
abraçando.
—Sim, ela tem muito potencial, vai deslanchar! Respondi, e ele sorriu e
a beijou.
—Até quarta-feira professora! Despediu-se Lidiane.
—Até quarta Lidiane! Faça o dever de casa que lhe passei! Falei e
adverti. Ela assentiu, Ricardo acenou para mim com um olhar sedutor, ambos
entraram no carro e partiram...
Fiquei excitada, louca de vontade de experimentar aquele gato charmoso
e pauzudo sim, porque ele não parecia fiel a Lidiane, e tampouco ela fiel a
ele, e isso foi atestado pelo rápido flerte que instiguei, o qual ele correspondeu,
e como homem experiente que era, sequer deixou que a novinha percebesse nossa
rápida paquera, só que... minha aluna, ao ouvir meu desabafo proposital e meio mentiroso
sobre o desejo de experimentar um dotado, se encheu de uma malícia absurda, antes
contida e sequer perceptível, mesmo falando de sua intimidade...
Tomei um banho, e vi o quão melada estava minha xoxota só de imaginar o
dote daquele cara, mas não me masturbei. Siririca tinha apenas uma intenção: o
amigo de Ariovaldo, aquele ali, pauzudo ou não, era meu sonho de consumo, era o
tipo do homem para trepar beijando até a boca cair, e eu não o deixaria escapar
da próxima vez que o visse, mas eu tinha a mais absoluta certeza, de que aquele
macho era comedor sim, porque ele exalava uma sedução brutal...
O calor estava absurdo, mesmo após o banho e beirando às 17h, então pus quase a mesma roupa que usei na minha última transa com Breno; uma blusinha de alça azul e a saia de oncinha, sem calcinha por baixo e me deitei na rede.
Um
dos fetiches sexuais que eu sempre tive, mas nunca fiz nesses 15 anos que sou
casada, foi transar na rede; quer dizer, até tentei com o corno, mas ele não
desenrolou muito bem, foi desajeitado e quase caímos no dia.
Quase meia hora depois, duas buzinadas irromperam lá fora. Seria Cássio?
Indaguei em pensamento. Pela hora que era (17h25), talvez fosse ele mesmo, já
que seu expediente no INSS encerrava às cinco da tarde. Saltei da rede e fui
atender, crente que era ele, porém, ao abrir o portão, aturdida de desejo, dei
de cara com Ricardo, e tive aquele impacto. Ele também me fitou surpreso ao
notar minhas vestes tão provocantes, e seu olhar logo se transformou...
—O-Oi Ricardo! Tudo bem? A-Aconteceu alguma coisa? Cumprimentei e indaguei, meio envergonhada. O macho me fitou de baixo para cima e deu um sorriso bem safado.
CONTINUA
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Comentários

Essa parte da sua vida é comovente mesmo. Professora linda demais.
ResponderExcluirEssa história é muito boa!
ResponderExcluirexcelente releitura,e como sempre bem excitante,como diz o ditado popular,o bom aluno a professora volta,e tem que ser um bom aluno mesmo pra agradar uma professora tao especial que e´ tu luciana.o restante da historia eu comentarei no final para mim nao ser muito repetitivo,beijao guerreira
ResponderExcluir