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—Er... nossa... que nível sexual você tem! Comentou Ricardo, esbaforido.
—Obrigada! Pode tomar um banho
se quiser, fique à vontade! Falei, me levantando e pondo um restinho de porra que
ficou no lábio dentro da boca e engolindo. Leitada gostosa...
—É... eu... ia te pedir mesmo uma ducha! Disse o macho, meio acanhado.
Dei uma toalha limpa a ele, que tomou um célere banho. O meu eu tomei
no quintal, e também foi rápido. Pus um vestido frouxo e médio, e quando voltei
à sala, Ricardo estava terminando de afivelar seu cinto, já devidamente
vestido. O sujeito estava meio apreensivo. O que aquela ligação tinha que o
deixou tão tenso? Por que ele se retratou duas vezes com o significado da mesma
palavra? O mistério permeava aquele homem novamente.
—Espero que dê tudo certo com sua... ocorrência! Falei, meio irônica.
—S-Sim... é só... um problema lá na construtora, algo inesperado e
que... demanda uma atenção urgente! Disse o macho, dando um sorriso meio embotado.
O escoltei até o portão, e vi a rua bem movimentada, mas reagi
tranquilamente.
—Sinta-se convocado a um novo encontro... senhor engenheiro! Falei,
baixo.
—Isso me deixa muito entusiasmado, será mais um prazer indescritível,
adorável docente! Até sexta-feira! Respondeu o coroa, que entrou em seu carro e
partiu em segundos...
Tranquei o portão e me deitei no sofá, já com saudade de mais um médio
acima da média. Ricardo fez gostoso sim, só não beijei aquela boca tesuda em
consideração a Lidiane, e ele tinha uma pegada fenomenal, igual a de Marcos, ou
até melhor. Coroa tesudo do caralho, ele sim tinha um nível sexual excepcional.
O orgasmo delicioso que tive me deixou molinha após o sangue esfriar, então
adormeci. Era início da noite...
Ainda à noite, após acordar do rápido cochilo, jantar e antes de dormir de fato em minha cama, por volta das 22h45, recebi uma mensagem de Lidiane pelo WhatsApp, indagando se precisaria vir à aula da sexta-feira, mesmo sendo o feriado da Independência. Respondi que não, é claro.
O curioso é que minha
aluna não indagou nada sobre minha transa com Ricardo, sequer tocou no assunto.
Teria ficado chateada? Arrependida de ter compartilhado seu macho pirocudo
comigo? Tarde demais, o que foi feito, foi feito... e deliciosamente bem
feito...
QUINTA-FEIRA, 06 DE SETEMBRO DE 2018, 6h40.
Sentada numa mesa recuada, eu mexia meu café com uma fina colherinha de
plástico, o adoçando, pronta para tomar meu desjejum matinal na padaria, quando
de repente:
—Dá dois pão aí vá lá! Disse uma voz masculina no balcão. A entonação
vocal era igual a de um bandido, e bandidos, além de adorarem matar pessoas,
adoram matar o português.
Quase derrubei o café, tamanho meu susto ao olhar para trás, arregalando os olhos em seguida e ver os dois irmãos bandidos de Lidiane. Não vou descrever esses seres podres, mas um era alto, e o outro mais baixo pouca coisa. O mais alto se chamava Mardônio, era pardo como minha aluna, mais escuro um pouquinho, o mais baixo se chamava Marlon, no mesmo tom de pele do outro, e eram casca grossa mesmo, daqueles que te matam só com o olhar.
Pessoas que
estavam na fila aguardando atendimento saíram com medo, me levantei e sequer comecei
meu desjejum, e quando estava cruzando a saída, dois policiais militares entraram.
Já bem fora da padaria, prestei atenção ao movimento do quarteto e
fiquei tensa, mas os dois meliantes saíram rapidamente, indo apressados pelo
lado oposto ao que eu estava, a dupla de policiais saiu segundos depois, e os
acompanhou de longe, apenas com o olhar. Aquilo soou para mim como o prenúncio
de uma grande desgraça...
Caminhei até a escola, nervosa, pois quando a polícia começa a
“cortejar” bandidos assim, é certo que haverá confronto, confronto esse que pode
acontecer a qualquer momento, e é ferrenho e brutal. Os irmãos de Lidiane
pertenciam a uma das facções criminosas mais perigosas e cruéis do estado onde
moro, e nem sou doida de citar aqui o nome dela. Para se ter uma ideia da perversidade
desses malditos, eles expulsam moradores de suas casas, esquartejam pessoas em
terrenos baldios, incendeiam carros e ônibus, entre outras atrocidades.
Prestes a atravessar a avenida e chegar à escola, vi o carro de Cássio
se aproximando. Ele veio diminuindo a velocidade e parou alinhado comigo, a porta
do motorista se abriu e o jovem saiu, mostrando seu lindo sorriso ao me vir, e
rapidamente me deu um abraço caloroso.
—Oi Lulu, tava morrendo de saudade de você! Disse Cássio, abraçado
comigo.
—Oh meu amorzinho, eu também! Respondi, aninhando minha cabeça em sua
clavícula e beijando seu pescoço. Ele fez o mesmo e deu aquela fungada gostosa.
—Desculpa não te dar muita atenção, mas minha namorada veio do interior
e tá passando uns dias comigo, e... ela não sabe que eu me envolvo com outras
mulheres! Disse Cássio, se explicando enquanto nos desvencilhávamos. Ah...
safadinho, mas eu adorava ele...
—Tudo bem meu lindinho, não se preocupe! Você sabe que me tem quando
quiser, não sabe? Retruquei, alisando o rostinho dele. Cássio assentiu sorrindo
e beijou minhas mãos.
—Você parece um pouco tensa... aconteceu alguma coisa? Indagou Cássio.
—Sabe aqueles dois meliantes, o Mardônio e o Marlon? Indaguei.
—Sim, sim, sei quem são! O que tem? Confirmou e indagou Cássio, meio
apreensivo.
—Então, eles entraram na padaria na hora em que eu ia tomar meu café da
manhã; ai Cássio, fiquei tão nervosa que nem comi, saí logo, e dois policiais
chegaram depois e ficaram observando, aí eles saíram de fininho pela outra rua!
Completei, relatando o ocorrido.
—Você sabia que aqueles dois safados mataram um policial e estupraram a
mulher dele antes de matar ela? Revelou Cássio indagando, e arregalei os olhos.
Então era verdade...
—Meu Deus... se é assim... eles já estão mortos então! Comentei,
estarrecida.
—Pode ter certeza, e se a polícia tá vigiando, é porque a qualquer
momento eles vão morrer, e a essa altura já deve ter alguns “reservados” aqui,
então... toma cuidado, não fica muito tempo na rua! Respondeu e aconselhou o
comedor. Tão lindinho preocupado comigo...
—Eu sei meu amorzinho! E... como está seu pai? Respondi e indaguei,
alisando seu rosto.
—Tá bem, graças a Deus foi só um susto; o médico deu uma licença pra
ele e passou uns exames! O papai tá estressado, cansado desse trabalho de
vigia, porque ele também corre risco né, então ele quer se aposentar e ir morar
no interior! Explicou Cássio, e assenti.
—Tem alguém cuidando dele ou ajudando em alguma coisa? Perguntei.
—A Tatiana! Disse Cássio. Assenti. Tatiana era a namorada de Cássio.
—Er... meu aniversário é dia 20, então... eu gostaria de... ter um
momento bem gostoso com você e o seu pai. Será que... ele vai estar bem, e...
sua namorada ainda vai estar aqui? Indaguei, revelando meu desejo de fazer a DP
com pai e filho, e Cássio sorriu maliciosamente.
—A gente dá um jeito, não se preocupe! Disse o comedor, alisando meu
rosto, e sorri.
Cássio foi o alívio que eu precisava para toda aquela tensão que tive
na padaria. Raimunda havia faltado para levar seu esposo ao médico, e lamentei,
pois queria conversar. Dei minhas aulas normalmente, pensando em Lidiane e
principalmente em Ricardo, louca para meu bis com ele, que tinha sim me dado muito
prazer. Humm... que piroca grossa deliciosa a dele, passei boa parte do meu
expediente com a xoxota meladinha, só rememorando aquela trepada.
Após o expediente, fui a um mercadinho de médio porte que tem no bairro,
comprar alguns legumes, verduras e ver se tinha algum peixe fresco para comer
no feriado, o qual seria na sexta, e apesar de não ser semana santa, costumo
comer mais peixe do que carne vermelha, porque é bem mais saudável. O
estabelecimento estava relativamente cheio, e demorou muito para que eu terminasse
as compras, mas deu certo, levei 1kg de uma suculenta Cavala do dia para fazer
no forno, bem grelhadinha e temperada com tomates e batatas cozidas...
SEXTA-FEIRA, 07 DE SETEMBRO DE 2018.
Lidiane não deu notícias durante o resto da quinta-feira, a qual foi
tranquila. Sequer esteve online no WhatsApp. Claro, devia estar aproveitando
com seu namorado do pau grosso e delicioso, e ela estava certíssima em curtir
seu love. Acordei cedo e dei uma geral rápida na casa, depois fui cuidar de meu
caprichado almoço para uma pessoa, mas foda-se, eu estava bem comigo, não tinha
razões para ficar de fossa por estar sozinha em pleno feriado, e tinha de
aprender a fazer da solidão minha amiga, pois ela seria minha nova realidade
muito em breve...
O feriado estava quente, abafado, e meu quarto não era muito ventilado,
então armei minha rede na sala, o lugar mais fresco de minha casa e que
aproveita perfeitamente a corrente eólica que vem do quintal e da janela da
cozinha. Deitei só de camiseta e calcinha, já com a xoxota melada, ansiando
desesperadamente por um macho para me currar sobre aquele dormitório suspenso,
mas não ansiei por Ricardo, por incrível que pareça, e sim, Valdo ou Cássio.
Cochilei não sei por quanto tempo, e acordei com fortes palmas
irrompendo lá fora. Olhei no celular e eram 15h25. Levantei da rede e olhei a
rua pela sala, reconhecendo o carro de Ricardo e o mesmo no portão, e tive de
abrir bem os olhos para acreditar no que via, então fui ao banheiro e lavei
rapidamente o rosto, depois vesti um short curto, mas frouxo que havia
pendurado em um dos ganchos da parede; ajeitei meus cabelos no espelho e fui
atende-lo, indagando a mim mesma o que havia acontecido e por que ele não
estava com Lidiane.
—Boa tarde Ricardo! Que surpresa vê-lo aqui! Cumprimentei e comentei,
ao abri o portão e ver o macho todo charmoso, com uma camisa branca e uma calça
jeans meio justa.
—Er... perdão vir assim sem comunicar, espero... não ter lhe
incomodado! Disse Ricardo, meio acanhado, mas com um sorriso bem maroto. Também
dei um sorriso sapeca para ele, que não disfarçou aquele olhar devorador para
meu corpo e minhas coxas grossas.
—Imagina, não incomodou nada, só me deixou bem surpresa, achei que
estivesse com a Lidiane! Retruquei, comentando e já notando seu volume estufar
a calça. Abri passagem e ele entrou, tranquei o portão e o macho me agarrou,
beijando minha boca em seguida.
—A Lidiane saiu com a mãe para passar o feriado com a avó no interior!
Disse Ricardo.
—E... ela sabe que você veio atrás da professora dela? Rebati,
indagando e provocando.
—Lidiane não pode me cobrar fidelidade... porque sou casado! Revelou Ricardo.
—É... ela me contou, mas não deixa de ser uma traição se você vem até
minha casa sem ela saber, e no caso é uma dupla traição, porque sua esposa
também entra no bolo! Falei.
—Você realmente se preocupa com quem está sendo traído? Rebateu
Ricardo, segurando minha mão esquerda e alisando minha aliança. Canalha...
sorri maliciosamente...
O moreno estava sentado no sofá, relaxado e com as pernas abertas. Eu,
ajoelhada entre elas, punhetando e lambendo a glande comprida e um pouco menor
daquele cacetão torto para a esquerda e bem grosso de 17 centímetros. É... para
quem acha que eu encontro pirocas de 20 centímetros ou mais facilmente, este
terceiro caso desmistifica isso, porém, Ricardo era pirocudo sim, a grossura deliciosa
como a do vigia contou como fator para isso.
Rocei a glande exposta em minha língua, pirando ao não conseguir fechar minha mão naquela espessura. O esputo já vazava, abocanhei e mamei só ali, estimulando o prepúcio com meus lábios e o empurrando conforme masturbava.
Ricardo gemia gostoso e alisava meu rosto, avancei mais um pouco, alargando a
boca e a estufando, mas não me rendi, tentei ir mais e fui, a saliva escorria,
melando o cacetão e o chão, bombei, engasgando um pouco, Ricardo segurou minha
cabeça e fez o vai e vem suave, abri a boca e mais entrou, que delícia, tirei,
arfando, fitei o macho e sorri, masturbei e abocanhei novamente, mamando
faminta e tarada.
Após um tempo, Ricardo ficou de pé e eu sentei no sofá, não perdi tempo e continuei o boquete, segurei firme aquela tora grossa e abarquei até onde pude em um movimento só, e fiz o vai e vem com minha cabeça, remexendo meus lábios e língua. Passei a encarar o macho enquanto chupava, e seu olhar transbordava tesão, abri um pouco a boca, ele soltou minha mão, segurou minha cabeça com as duas mãos e assumiu o comando, socou gostoso, suave, tentando atolar.
Engasguei, ele recuou, mantive a boca aberta e o macho a fodeu
deliciosamente, como se ela fosse uma buceta, quase tirando e metendo até onde
eu aguentava, e o esputo caía gostoso sobre minhas coxas, ele tirou, com pontes
espessas de saliva, meteu de novo até me fazer engasgar e tirou novamente,
então abocanhei e reassumi, chupando com tara e rápido, travando onde travei e
tentando atolar mais, engasgando e tossindo, e bombei suave, babando mais
ainda, depois tirei e dei aquela cusparada profusa no membro espesso e
punhetei.
—Desligou seu celular dessa vez né? Indaguei, subindo no sofá e abrindo
minhas pernas.
—Sim, nada vai nos atrapalhar, a não ser que seu marido chegue de
repente! Disse Ricardo, que se abaixou e deu aquele beijo delicioso em minha
xoxota.
Foda-se o corno, eu só queria era gemer bem gostoso e me arrepiar
todinha sentindo a boca cálida daquele morenão tesudo chupando minha buceta
ensopada. Segurei a cabeça dele e atochei seu rosto na minha racha, bombando e
me contorcendo, e ele a devorou com gosto, me penetrando com a língua e
remexendo seus lábios. Gemi alto e me tremi, arfando aflita, remexendo meu
quadril enquanto ele já descia sua boca malvada para o meu cu e o chupava
deliciosamente, dedilhando meu clitóris com o polegar. Fui ao delírio e quase
gozei.
—Vem... mete essa rola, me fode bem gostoso! Falei, empurrando Ricardo
pela cabeça.
O macho me pôs de quatro no sofá, arreganhei meu rabo e o empinei,
depois ele deu mais uma chupada deliciosa em minha buceta encharcada, pincelou
a glande de sua tora, bateu de leve várias vezes e então meteu, e minha boca de
baixou sugou aquele picão bem grosso, gemi alto e minhas pernas tremeram ao
sentir minha vagina bem preenchida e alargada, ele foi até o talo suavemente e
deu um tranco carinhoso, segurou minhas nádegas e começou a me foder, quase
tirando e metendo até chocar sua virilha em minha bunda, sem pressa.
—Bucetinha gulosa e gostosa! Disse Ricardo, bombando em intensidade
média.
Rebolei gostoso com aquela pica grossa fincada na minha racha, rebolei
malvada, e assumi o controle, dando bundadas na virilha do comedor, “plaft,
plaft” que aumentou de ritmo, fazendo meu gemido ressoar mais alto, ele pegou
meus cabelos e os puxou para trás com minha cabeça e alinhou o gingado das
metidas. Dei um grito de tesão, porque ele deu aquela engatada marota e
arrepiou até a minha alma, o macho sabia meter e muito, Lidiane não estava
aproveitando bem o potencial daquele homem delicioso, mas eu sim, e estava
adorandooo...
—Ai Ricardo, isso, não para, não para que eu vou gozar, não para, não
para, AAAAHHHH, METE, METEEEEAAAHHHH! Pedi, indo do sussurro ao urro, gozando
loucamente naquele trabuco moreno delicioso. Um médio acima da média também faz
cada maravilha viu... humm...
—Isso, goza bem gostoso, goza sua safada! Disse o comedor, bufando de
tesão e puxando meus cabelos, sem parar de meter, metendo com fúria enquanto eu
arfava e continuava gozando alucinada, pedindo, implorando mais, tremendo de
prazer.
Qual o prêmio para o macho que faz a mulher gozar, como Ricardo fez por
duas vezes?
—Soca essa rola grossa todinha no meu cu seu safado! VAI! Pedi e depois
ordenei.
—Que mulherão você é, poucas tem coragem de fazer anal comigo, e você
ordenou! Isso é... Disse Ricardo, mas olhei para trás, o fitei com olhos ainda
mais tesudos e o interrompi:
—Surreal e inacreditável? O comedor apenas assentiu sorrindo e desabafou:
—Sim, embora raras, existem sim mulheres com uma entrega sexual como a
sua! Isso... é algo que eu jamais vou esquecer, porque há muito tempo não
encontro uma fêmea assim!
—Então incentive Lidiane a ser como você espera... ela ainda está no
começo da vida, está se descobrindo, e essa fase é a melhor para que ela firme
sua sexualidade! Aconselhei, e naquele momento, Ricardo me fitou e deu um
sorriso embotado, meio desolado, e não entendi.
Foco na transa. O comedor chupou meu cu e o preparou para alimentá-lo,
chupou com devoção, lambendo e salivando, o penetrando com a língua, depois
meteu o indicador, médio e bombou suavemente, tirou, cuspiu e espalhou com o
polegar, o introduzindo depois e bombando suavemente, e me arrepiei toda com
aquela temperadinha deliciosa.
Ricardo posicionou a glande de sua tora grossa na entrada do meu cu e
roçou gostoso, ameaçando enfiar, e enfiou, só ela, e gemi manhosa, rebolando, o
macho queria saborear meu rabo, e como saboreamos? Sem pressa. Ele bombou
apenas a cabeça, mantendo minhas nádegas abertas e as massageando, pirando só
pelo ritmo respiratório percebido por mim, então avançou mais um pouco, e
soltei aquele “aaii” manhoso, dengoso, que expressava aquela dor deliciosa de
ser invadida por uma pica bem grossa como a dele, a qual começou a alargar bem
meu ânus; bombadas suaves, o picão adentrava gradativamente, me arregaçando
gostoso.
Tateei e senti metade do cacetão no meu rabo, e também senti o quanto
alargado estava. Humm, dei aquela reboladinha safada, e Ricardo socou mais, e
começou a bombar mais incisivamente ao ver minha receptividade, então logo
atolou seus 17 centímetros bem grossos no meu cu e deu aquele tranco malvado
que me fez dar um grito agudo e rir depois.
—Caralho... que delícia, gostosa! Disse Ricardo, dando um tapão na
minha bunda.
—Agora soca sem pena meu gostoso, me arromba! Respondi, rebolando e
requebrando com aquele picão largo todo dentro do meu rabo. Aquilo é tudo que
um macho quer ouvir...
Gritei ensandecida, rebolei e pedi mais. Ricardo segurou minhas ancas,
com a perna direita apoiada no sofá e castigou deliciosamente meu cu,
respirando como um leão faminto. Minhas pernas balançavam e tremiam, os dedos
dos meus pés assumiam uma forma estranha, meus gemidos eram altos e eu ofegava,
ele estocava com força, me chocando contra seu corpo, dei socos no encosto do
sofá e joguei os cabelos para trás, babando de um tesão avassalador e
acompanhei as bombadas, rebolando tarada, porque estava delicioso demais,
demais.
Após um tempo sentei Ricardo no sofá e montei de frente, acocorada,
punhetei aquele cacete largo e melado de tesão, salivei meus dedos e melei meu
cu já defloradinho, então sentei e enfiei a glande, quiquei um pouco, abracei o
comedor, beijei sua boca tesuda e dei aquela sentada malvada até o talo,
rebolando em seguida, e o macho gemeu mais que eu, tateei e senti as bolas,
então cavalguei gostoso, recuando um pouco o quadril para senti a tora passear
e arrombar mais ainda meu rabo guloso. O comedor beijava e chupava meu pescoço
suado, depois desceu a boca para meus seios e mamou deliciosamente, dei um
gemido escandaloso, rebolei e sentei sobre os joelhos, em seguida mordi o lábio
inferior e continuei a gangorra anal.
Mais um tempo se passou, mudamos de posição, já suados e ofegantes.
Ricardo me pôs de ladinho, ergueu minha perna direita, varou gostoso meu cu e
beijou minha boca, alisei as bolas médias da rolona e as massageei, depois subi
e acarinhei o membro que bombava sem parar, mas não estava atolado, agarrei e
masturbei, ajudando a meter e o macho pirou, começou a dedilhar minha buceta e
chupar meu seio direito; aí foi covardia, não deu outra, gozei daquele jeito,
alucinada, tarada, surtada, quase rouca de gritar, e nem precisei mandar,
Ricardo socou sem pena, com força e quase me fez chorar de tanto prazer,
ofegante e aflita...
Fomos para o banheiro, mas Ricardo me carregou nos braços. Meu corpo
ainda tremia do segundo orgasmo, eu ofegava, mas tinha um resto de energia para
sorver meu prêmio. Sentei sobre o vaso sanitário, o macho lavou sua pica e
varou gostoso minha boca, mamei faminta, o macho punhetou o que sobrava de
rola, e sem tirá-la de dentro, a fez pulsar e gozar, jorrando o leite delicioso
e profuso. Gemi gostoso e engoli tudo, mamando enquanto ele se contorcia e
gemia quase chorando. Após ele gozar, continuei chupando, até sua rolona se
render...
Nos encarávamos, ofegantes, e sorrimos, ele se abaixou e beijou a boca
que acabara de engolir sua porra. Nossa, aquele era cabra macho, me arrepiei
toda, mesmo sendo um beijo curto, depois tomamos banho juntos, e nos beijamos
mais. Que homem tesudo da porra.
Já em meu quarto, pus um vestido enquanto Ricardo se vestia. Me vesti
rápido, e não pus calcinha, e quando fui até a sala, vi o macho de costas,
ajeitando o cós de sua calça, sem camisa, e arregalei os olhos... ao vir ele
pondo uma arma de fogo na parte de trás de sua cintura, porém, ele não tinha
percebido minha presença, e a cobriu rapidamente vestindo a camisa e a abotoando
como um ninja. Como não percebi que ele estava armado quando se despiu?
Fiz um barulho propositalmente, e o macho olhou para trás assustado,
depois disfarçou com um sorriso, um lindo sorriso, mas meu olhar era de
espanto. Quem era Ricardo?
—Oi Luciana! Er... foi... uma transa magnífica! Disse Ricardo, se
aproximando e sorrindo, mas ele percebeu meu semblante sério. —O que foi? Algum
problema? Completou, indagando.
—Por que você está armado? Indaguei. O macho abaixou a cabeça e passou
a mão no rosto, olhou para os lados, suspirou e então respondeu, não muito
convincente...
—Ah... é porque... precisamos nos defender dos bandidos né, aqui é
muito perigoso, mas eu tenho porte, tudo legalizado, documentos em dia!
—A... Lidiane... sabe disso? Indaguei, atônita. Ricardo negou com a cabeça.
CONTINUA
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Comentários

Texto instigante e excitante! Você é uma mulher sensacional!Tesuda e inteligente!!!
ResponderExcluirEita mulher boa de cama da peste!
ResponderExcluirProfessorimha linda e maravilhosa.
ResponderExcluirExcelente…sempre muito excitante e com muita tara e tesão envolvidos…ah…e este corpo maravilhoso, este rabo perfeito…é tudo de bom…BOTO.
ResponderExcluirexcitante conto,excelente pra gente da aquela relaxada depois da leitura,entendeu ne´? agora eu vou escrever sobre a foto desse conto, sensacional,mas se tu pusesse a perna esquerda em cima do sofa,e apoiasse os cotovelos em cima do joelho,e desse aquela olhadinha pra tras,nos iriamos adorar,beijao gata,e ate´ o proximo conto
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirQuem somos nos para crítica lidiane ela so está sabendo usar ao seu favor a oportunidade que vida lhe deu. E Ricardo safadinho aproveitou para agradecer a o otimo trabalho da professor.
(Mike)