048 - EMBOSCADA SEXUAL 3: O CONVIDADO SURPRESA DA FESTINHA – PARTE 1


 SEXTA-FEIRA, 21 DE SETEMBRO DE 2018, 8H.

                A dupla penetração que combinei com Valdo e Cássio no dia do meu aniversário foi frustrada pelo corno, o qual voltou de sua viagem “profissional” no dia 18 (terça-feira) e que sem me avisar, tirou uma “folga surpresa” na data em que completei mais um ano de vida, o que me deixou arrasada, furiosa e triste. Eu havia planejado esse evento especial desde o final da suruba anal na casa de Batista, a qual tinha ocorrido no mês de agosto, fiz o vigia e seu filho caçula faltarem em seus empregos no dia do meu aniversário, e ao ver, impotente, meu fetiche sexual pulverizado por um miserável daquele, minha fúria e gana para e trai-lo mais, aumentou...

                Além da tristeza e ódio pelo que o corno fez, fiquei profundamente envergonhada de ter dado o bolo nos dois comedores, porque eles alteraram suas rotinas para realizarem meu desejo sexual em meu aniversário, e ficaram entusiasmados com isso. Ok, servidor público pode faltar e justificar a falta até verbalmente que não pega nada, isso no caso de Ariovaldo, que já era estável, mas Cássio estava no probatório, e isso me deixou muito nervosa, porque eu havia dado minha palavra e tive medo de prejudicar o jovem, mesmo ele dando um atestado médico.

                Entretanto, a atitude do filho de Valdo ao ouvir minha explicação para o furo, me deixou ainda mais encantada com ele. O jovem comedor demonstrou uma maturidade impressionante, e ainda sugeriu que eu curtisse meu aniversário com o corno, me convencendo de que aquela data era a minha data, e que eu deveria comemorar por estar viva mais um ano, e foi o que fiz; fomos jantar no Barbosa, e como o aniversário era meu... a velinha que o chifrudo tinha para eu assoprar me deu nojo, e inventei logo uma enxaqueca antes de acabar o jantar...

                Cheguei à escola e vi o vigia organizando a entrada dos alunos. Mesmo tendo recebido o perdão de Cássio, que realmente não se chateou, faltava Ariovaldo, mas este me recebeu com um lindo sorriso indulgente, e meu semblante antes acanhado, se encheu de brilho.

                —Bom dia Lulu! Feliz aniversário! Cumprimentou Ariovaldo, que veio e me abraçou.

                —Oh Valdo, me perdoe, desculpe ter furado com vocês! Respondi, meio consternada.

                —Não Lulu, que é isso, relaxa! Acontece, não se preocupa, não precisa ficar se explicando e pedindo desculpas! Eu te adoro menina, você sabe disso! Replicou Valdo, sorrindo.

                —Obrigada Valdo, eu também adoro vocês, são homens de verdade! Falei, emocionada.

                —Sabe Luciana, todo relacionamento extraconjugal tem que seguir uma regra que vale pro homem e pra mulher: não é quando a gente quer, é quando dá! Você agiu certo, porque não quer arriscar, não quer dar margem pro seu marido desconfiar, quer ter certeza de que o chão que tá pisando é firme, e tanto eu como o Cássio entendemos isso, então desencana, já passou, o importante é que somos amigos, temos uma relação legal fora do sexo, uma relação que ficou mais legal por causa do sexo, e a gente não vai jogar isso fora por causa de cobranças que não temos o direito de fazer! Explicou o vigia. A voz da experiência, da sensatez...

                —Sujeito homem é outra história! Comentei, e dei um beijo formal no rosto de Valdo.

                —Você tem a gente sempre que quiser, e se não der certo de novo na próxima, não tem problema, a gente espera até dar certo! Disse Ariovaldo. Assenti sorrindo e nos abraçamos.

                Quando cheguei na sala dos professores, recebi o carinho de todos os colegas, mesmo sendo parabenizada por eles ontem pelo WhatsApp. Copeiros e faxineiros também demonstraram seu carinho por mim, e foi muito legal, então o calendário correu até...

                SÁBADO, 06 DE OUTUBRO DE 2018.

                16 dias se passaram desde meu aniversário. Nada de sexo durante esse tempo, nem com meus amantes e principalmente com o corno, que ficou inconformado. Discutimos, brigamos, mas permaneci “dormindo de calça jeans”, e ele não tentaria me comer à força porque não era doido. Com o ódio que eu estava, deixaria a cara dele toda amassada de porrada. Não tinha sua puta? Então que desse um jeito de despejar o queijo acumulado nela seu vagabundo.

                Eu não tinha provas concretas de que ele me traía mais uma vez, mas não precisava, era evidente. A mulher percebe o embuste no esposo quando este é infiel, e conseguir as evidências seria questão de tempo; eu já planejava um meio de constatar isso e registrar, só tinha de organizar direitinho minha estratégia. Eu não queria continuar nessa vida de infidelidade, queria ser livre para viver da maneira que me apetece, sem medos e sem malabarismos.

E foi para esse sábado, que finalmente, após o boizão anunciar na sexta, mais uma viagem profissional, e pelo semblante indignado dele, dessa vez era realmente uma viagem a trabalho, foi que ratifiquei com Cássio de receber meu presente de aniversário atrasado, e o comedor se encheu de entusiasmo. Marcamos para às 14h em sua casa. Ele viria me buscar.

Às 13h tomei um belo banho, passei um delicioso óleo de maracujá no meu corpo, hidratante e me perfumei. Arrumei os cabelos e me enrolei na toalha, fui até o quarto e peguei a roupa que usaria, e escolhi um vestido justo e médio, na cor azul, com babados na cintura e corte transversal na barra. Achei que nem caberia mais, porque a última vez que usei foi na confraternização dos professores no final do ano passado, mas coube sim, e ficou lindo.

Maquiagem sóbria, batom vermelho com brilho labial, e minha boca feita para chupar pauzões exalava sensualidade, e claro, salivava ansiosa para ser estufada nas rolonas de Valdo e Cássio. Tarada, no cio, era assim que eu estava, e principalmente, sedenta de vontade de deixar a cabeça daquele corno miserável cada vez mais cheia de chifres.

Pedi a Cássio que viesse me buscar às 13h30. Eram 13h15, então, maquiada e só enrolada na toalha, sentei no sofá e fiquei mexendo no celular, vendo baboseiras para passar o tempo. Se eu não estava pronta e pedi que o comedor viesse me buscar com meia hora de antecedência... é porque eu queria dar uma aquecida, ou melhor, uma incendiada mesmo antes.

13h25. Esse foi o horário em que ouvi o portão de minha casa sendo aberto. Sim, orientei Cássio que ele entrasse direto e trancasse o portão em seguida, e assim ele o fez. Humm... estava um tesão, vestindo uma camiseta cavada branca e um short de surfista meio justo. Seus longos cabelos estavam molhados e soltos, e o perfume do macho tesudo me deixou toda PIRADA quando o mesmo adentrou a sala e me viu sentada com as pernas bem cruzadas.

—Oi Lulu! Disse Cássio, se aproximando e já alisando minha coxa.

—Põe essa rolona para fora vai, quero mamar, estou subindo pelas paredes menino, vai, vai! Retruquei, afoita e tentando abaixar o short dele. Cássio riu lindamente.

—Eita que a mulher tá braba hoje! Brincou Cássio, desabotoando o short. Mal esperei ele abaixar e abaixei de uma vez com cueca e tudo, liberando sua tora ainda mole, mas grande.

—Quase um mês sem uma rola de verdade meu querido, pensa que é fácil? Fiquei muito carente, e você já sabe, o corno fodeu minha foda no meu aniversário, então se prepara moleque, que hoje eu estou braba MESMO! Rebati, sentindo o pauzão endurecer ao meu toque.

—Por isso você mandou eu vir meia hora antes né? Chupa safada! Disse Cássio, já teso. Sorri e abocanhei com gosto a rolona do macho, e em um movimento só fui quase até a metade.

Recuei um pouco para não engasgar e segui o vai e vem meneando os lábios e remexendo minha língua, grunhindo ao sentir a boca bem preenchida e os dedos de Cássio estimulando meus mamilos. Peguei a outra mão dele e pus sobre minha buceta encharcada, e gemi alto com a boca cheia quando seus dedos malvadinhos me bolinavam.

Passei o cacetão babado no meu rosto, melando-o, dei beijos e lambidas, lambi as bolas e beijei, respirando como uma leoa faminta, bati o pauzão em minha face com força, masturbei e abocanhei, chupando rápido, recuando até tirar e avançando até engasgar, parar e deixar a saliva verter e cair sobre minhas coxas. 

Segurei firme pela base e forcei, chegando à metade, tossindo, lacrimejando, mas sem desistir. Engasguei e não arreguei, passei do meio, bombando devagar e escorrendo mais esputo, recuei, abrindo a boca e punhetei com a rola ainda dentro, fechei meus lábios e avancei de novo, Cássio gemia e se arrepiava todo.

—E aí moleque? Aguenta, aguenta que hoje eu estou no cio! Falei, surtada e punhetando a pirocona com força, roçando a glande em meus lábios e dando lambidas rápidas.

—Opa... assim eu piro! Mulher no cio é bom demais! Rebateu o comedor, provocando.

—Pois tente acalmar meu cio... tesudo do caralho! Retruquei, me levantando e depois tascando aquele beijo na boca do novinho. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e subiu com as mesmas pelas costas, deu um tranco chocando meu corpo contra o dele e pirei.

—Não exagere, você tem mais de um pra dar conta hoje! Instigou Cássio. Apenas sorri, depois fiquei de quatro no sofá, abri as pernas e empinei bem meu rabão.

—Eu sei... só quero matar a saudade de você, vem, mete! Provoquei, rebolando.

—Onde você quer que eu meta? Replicou Cássio, instigando e já me encoxando gostoso, roçando seus 22 centímetros grossos de macho tesudo entre minhas nádegas.

—Deixe eu responder para você meu amorzinho! Rebati, então pus a mão para trás, segurei delicadamente a tora do macho e a encostei na entrada do meu cu. —Aqui... mete bem aqui, e mete gostoso, daquele jeitinho que você sabe! Completei, rebolando tarada e roçando a glande no meu rabo. Cássio deu uma cuspida pesada e espalhou com a cabeça do pauzão.

—Abre bem esse rabo Luciana, abre pro teu comedor meter daquele jeitinho que você merece! Disse Cássio. Cabra macho da porra, aquele sabia o que um rabo como o meu merecia.

Abri bem as nádegas e pisquei meu cu, Cássio deu aquela chupada deliciosa em minha buceta ensopada, gemi alto e me tremi toda, ele a beijava como se beijasse minha boca, lambendo suavemente e chupando com carinho, depois subiu sua boca e salivou bem meu ânus, meteu a língua lá dentro e a girou, tirou e salivou mais, então roçou a glande de sua rolona, roçou gostoso ameaçando meter, meteu um pouquinho e tirou, arfei e me arrepiei, ele encostou, fez o vai e vem sem meter, só me torturando deliciosamente, depois socou...

AAAHHHH, CARALHOOOO! DELÍCIAAAA! AAAIII, AAAHHH, HMMM! Gritei e gemi, sentindo a pirocona de Cássio deslizar INTEIRINHA no meu cu, em um movimento só, mas suave.

—Que saudade desse cuzinho meu Deus, puta que pariu! Disse Cássio, extasiado.

—O... d-da namoradinha... não é gostoso como o meu? Indaguei, gaga, mas provocando.

—Comedor não tem namoradinha Luciana! Rebateu Cássio, que segurou minhas ancas com paixão, me fez sentir o talo de sua tora suavemente, depois começou a bombar sem pressa, devagarinho, sempre me fazendo sentir sua virilha e gemer alto, com as pernas tremendo.

—A-Ainda bem... que v-você... se deu conta... disso! Um pauzão gostoso desse... é um desperdício com uma mulher só! Retruquei, gaguejando e Cássio riu alto.

O filho do vigia apoiou a perna direita no sofá, alisou minha cintura e costas, desceu para minhas ancas e as firmou sob suas mãos, respirou tarado e então começou a socar, já no “plaft, plaft” alucinado, e gritei de tesão, trêmula e sentindo o choro desesperado de minha buceta. Mantive meu rabo bem aberto, e Cássio acelerou o ritmo das estocadas, mas ainda sem muita força, na intensidade certinha, me levando ao delírio.

—Vai tesuda, deixa essa raba bem aberta pra eu foder gostoso! Ordenou Cássio, que deu aquele tapão delicioso na minha bunda e depois a apertou. Obedeci, é claro.

—Isso, isso, isso meu comedor safado, aaahhh, aaaiii! Ai que delícia, assim... soca, soca, soca meu tesudo! Repliquei, sussurrando e pirando com o gingado do macho.

Cássio quase debruçou-se sobre mim, envolveu meus seios com suas mãos, começou a beijar e chupar meu pescoço e seguiu socando deliciosamente, sem muita força, pois ele sabia que eu ainda tinha que encarar seu pai e ele juntos, então mantivemos uma cadência gostosa, soltei as nádegas e rebolei, fazendo seu pauzão passear mais gostoso no meu cu faminto, gemi e me tremi com os beijos certeiros do novinho, gemendo chorosa e ofegando de prazer.

—Tá bom né Lulu! Vamos senão fica tarde! Avisou Cássio, após um tempo, me dando beijos na orelha. Gemi manhosa e assenti, então ele saiu do meu rabo.

—É... o Valdo deve estar esperando a gente e meio preocupado né! Ele se preocupa muito com você! Comentei. Cássio ruborizou lindamente e comentou:

—Aqui tá ficando cada vez mais perigoso! Antes não era tanto assim! Corroborei.

Fomos para o banheiro e fizemos um asseio rápido, mas com muitos beijos e amassos. Cássio não queria me cansar, por isso ficamos apenas no chamego, e adorei aquilo, mas quando terminamos de nos enxugar, trocamos olhares, ainda ofegantes, e o filho do vigia me deu outro beijo na boca, mais carregado de desejo ainda. Nos beijamos como namorados.

Pus meu vestido, e Cássio elogiou minha elegância. Bem, não era um vestido de gala, daqueles que as celebridades usam, mas era sim chique para mim, porque a ocasião pedia beleza, pedia capricho, então tranquei a casa e partimos rumo ao lar do comedor, onde o comedor sênior estava nos esperando. Não houve frio na barriga dessa vez, e sim muitos espasmos na xoxota, porque eu queria aquele momento, eu EXIGIA aquele momento.

Nossa brincadeirinha causou um atraso de quase uma hora, mas quem se importava? O compromisso já tinha acontecido às 13h30, então ninguém iria reclamar ou comentar. Eu tinha todo o tempo do mundo para me esbaldar naquele par de pauzões deliciosos. Adentramos a casa do vigia e não o vimos na varanda, seguimos pela lateral da casa e estacionamos sob o cajueiro, ao lado do Ford Del Rey de Ariovaldo, o qual brilhava de tão limpo.

—Cássio... o seu pai... está bem mesmo para fazer sexo? Indaguei, preocupada.

—Tá sim, o “véio” é durão! Aquilo foi só um alarme falso, o coração dele tá igual ao de um menino, mas... o papai tá sim cansado de viver aqui! Respondeu, o jovem, meio desolado.

—Essa bandidagem que não para né! E ele está na linha de frente porque é o guarda escolar, então eu sei o que ele passa, porque tenho alunos bandidos! Comentei.

—Deixa esses merdas pra lá, vamos curtir seu aniversário! Disse Cássio, radiante, e sorri.

Entramos pela cozinha, como sempre, e conforme íamos até a sala, captei outra voz masculina fora a de Ariovaldo, e o frio na barriga que antes não existia, veio violento.

—C-Cássio... v-vocês chamaram outro homem? Indaguei, parando de caminhar.

—Foi ideia do papai, eu juro! Falei pra ele não fazer isso! Justificou-se Cássio. Tadinho.

—Tudo bem meu amorzinho, então vocês queriam fazer uma surpresa? Comentei e indaguei, alisando o rostinho ruborizado do macho. Cássio tinha esses extremos opostos; no sexo, um homenzarrão, fora dele, um menino com resquícios de inocência. Lindo...

—Vocês não... foi o papai, eu fui contra! Disse Cássio, cabisbaixo e mais ruborizado.

—Tudo bem meu amor, não estou chateada com vocês, mas... quem é o homem? Indaguei, alisando o rosto de Cássio e depois beijando sua boca e pensando nele... Miguel.

—É... vamos que você vai conhecer! disse o comedor, dando um sorriso maroto. Assenti.

E chegando à sala, vi Ariovaldo, trajando uma camisa gola polo amarela e uma bermuda social cáqui. Estava elegante e muito bonito sim, envelhecendo muito bem e não aparentando ter quase 60 anos.  Ao lado dele, o outro homem. 

Jovem, cabelos lisos, quase loiros como os de Cássio e com altura até os ombros, olhos amendoados e médios, nariz médio e um pouco mais largo embaixo, lábios meio carnudos e boca média distribuídos num rosto meio arredondado. Trajava uma camisa xadrez com mangas dobradas até os cotovelos e uma camiseta branca por baixo, finalizando com uma calça jeans preta e frouxa. Nossa, era um gato, um tesão de homem.

—Oi Lulu! Seja bem-vinda minha querida! Saudou Valdo, sorrindo, se levantando e vindo até mim, o outro rapaz também se levantou, e deu um lindo sorriso, acompanhando o vigia.

—Oi seu vigia safadinho! Falei, o fitando com olhos semicerrados. Ele riu alto.

—Calma que eu explico, calma! Retrucou Valdo, notando que me surpreendi. O outro homem se aproximou de mim com ele e me fitou com sedução, me deixando arrepiada. —Esse aqui é o Celso, meu filho do meio, mora na capital, e... convidei ele pra sua festinha! Completou Ariovaldo, com cara de sapeca, me deixando mais surpresa ainda, e um pouco ruborizada.

Lembrei... ele me disse que seus filhos eram pirocudos no dia em que estávamos almoçando no Barbosa e recebi aquela proposta bizarra de ficar com Edvaldo. Humm...

—Muito prazer Celso! Você é um belo rapaz! Cumprimentei e elogiei.

—O prazer é todo meu! Você é uma mulher linda e muito charmosa, além de bem jovem! Replicou e galanteou Celso, que trocou beijos formais no rosto comigo.

—É... estou à beira dos 40 né, mas me acho sim conservada! Rebati, e todos riram.

—Pois eu achei que tivesse a minha idade, 27 anos! Entendi o pai dizer que você fez 27 anos! Parabéns! Disse Celso, ainda galante. Ariovaldo não criou filhos, criou comedores...

—Obrigada pela gentileza, você também aparenta ser mais jovem! Comentei. Ele riu.

—O Celso é... amante fixo da Raimunda! Revelou Valdo, e o fitei surpresa.

—Sério? Achei que fosse você! Indaguei e comentei, fitando Celso, que ruborizou.

—O pai não aguenta mais a mulherada não! Ia pifando um dia desse! Brincou Celso.

—Respeita as caras seu baitola, dou mais no coro que você e o Cássio juntos! Ó Lulu, não se preocupa não que eu tô bem, tá tudo ok comigo! Retrucou Valdo, e gargalhamos. Pai e filho se abraçaram. Fitei Cássio e ele estava enrubescido, talvez pouco à vontade com aquilo.

—Vê lá hein Valdo, não gosto de homem fraco não, você me conhece! Aticei, e mais risadas soaram. O vigia me abraçou e beijou minha testa. Cássio e Celso também.

—Você também me conhece! Replicou o vigia, e continuamos rindo. Amizade. Antes de sermos amantes, éramos amigos. Valdo e Cássio sabiam como conduzir uma amizade.

—Eu sei meu querido, não duvido de sua virilidade jamais! Comentei, e ateei fogo no parquinho, apalpando a tora do vigia, e seus dois rebentos se ficaram surpresos.

—Então... o Celso... pode participar? A palavra final é sua! Indagou e disse Valdo.

—Depende... o Celso tem o ingresso da festinha? Retruquei, separando bem as mãos e parafraseando Cássio, que gargalhou ao ouvir aquilo. Valdo riu alto e Celso enrubesceu.

—Tá de sacanagem né Lulu? O cara é amante da Raimunda e é meu filho! Preciso dizer mais alguma coisa? Quem sai aos seus não degenera! Rebateu o vigia, e gargalhamos mais...

O quarto era o de Valdo. Espaçoso e aconchegante, com uma cama box king size bem arrumada e confortável no meio, um guarda-roupa de madeira maciça à frente e um banheiro no canto direito. Eu, já estava nua e sentada à beira do dormitório, cercada por três machos, em mais um momento surreal e inacreditável da vida de uma mulher comum, uma simples professora. 

Quer dizer... não, a essa altura, após tudo que vivi até agora, tudo que vi, tudo que experimentei, esse momento onde eu daria meu corpo a três homens... não era mais surreal e inacreditável, era a minha sexualidade, aquilo que escolhi como um dos meios para chegar ao prazer extremo, para levar meu corpo e mente ao limite máximo de sensações a qualquer custo, mas principalmente: me vingar...

Valdo e Cássio já masturbavam seus caralhões perto de mim, e eu apalpava e alisava o pauzão bem duro e avolumado de Celso sob uma cueca box branca com detalhes azuis.

—Não tem mais nenhum convidado surpresa não né? Indaguei, prestes a abaixar a cueca de Celso e ver como era o presente que ele tinha. O trio deu risada.

—Não, não, só nós três, e o Celso nem queria aceitar porque ficou com medo de você se sentir ofendida e ficar chateada! Explicou o vigia, com a maior cara cínica. Dei risada.

—Ofendida e chateada eu ia ficar se você tivesse convidado um cara do pau pequeno né, aí sim eu ia dar na cara dos três! Retruquei, delineando bem a tora embrulhada de Celso.

—Não te falei? A Raimunda não mente! Disse Ariovaldo a Celso, que riu ruborizado.

Abaixei a cueca de Celso, e meus olhos brilharam e minha boca salivou. 22 centímetros depilados, retos, mas levemente curvados para baixo, com duas veias salientes circundando abaixo do prepúcio que cobria parcialmente uma glande achatada, rosadinha e proporcional a uma grossura que foi herdada do pai, é claro, mas... o patriarca ainda detinha o título de pênis mais grosso que já experimentei na vida até o momento, e o fedelho Cássio o vencia na grossura também, por milímetros talvez, ENTRETANTO, o picão de Celso era apenas o MENOS GROSSO; fino, jamais, e isso foi atestado ao segurar o falo e ver minha mão não fechar na circunferência.

—Uau... valeu a pena esperar! Obrigada Valdo! Comentei, e o trio caiu na gargalhada.

—Vai Celso, capricha com a Luciana hein! Advertiu Valdo. Celso riu.

—E eu sou doido de não caprichar com uma morena dessa? Replicou Celso, me fitando.

—Nem tenho medo disso meu querido, eu sei que ele vai caprichar! Rebati, e abocanhei a tora do macho, sentindo minha boca ser deliciosamente preenchida pela grossura gostosa.

Cacei uma das duas rolonas para masturbar enquanto beijava e lambia a de Celso, e o vigia se apresentou, Cássio veio e ficou passando seu cacetão em meu rosto, o acarinhando, lambi aquela linda glande achatada e beijei, em seguida abocanhei e mamei só ela, punhetando em movimentos suaves e circulares, Valdo dedilhou minha xoxota ensopada e Cássio brincou com meus seios, os estimulando, eu grunhia e seguia avançando, e como o pauzão coube bem gostoso na minha boca, pude pensar em ousar e tentar ir mais fundo, mas não ainda.

Eu grunhia e me tremia sendo estimulada pelo vigia e o novinho, e segui mamando Celso, passando pouca coisa da glande de seu pauzão e salivando-o. Recuei um pouco e fiz o vai e vem suave, amando aquele calibre de rola. 

Tirei e dei batidas em minha língua, rocei e abocanhei de novo, empurrando o prepúcio com os lábios. Valdo tirou seus dedos de minha buceta e ofereceu meu sumo para que eu sorvesse, e o fiz, chupei os dedos do coroa e retomei o boquete no convidado surpresa, em um movimento só fui quase até a metade e engasguei, retrocedi um pouco e continuei mamando, Cássio se abaixou e começou a mamar em meus seios, Ariovaldo intensificou a siririca e pirei de tesão, avancei e engasguei na rola de Celso.

Troquei, abocanhei a rolona de Valdo, e na dele eu não podia ir tão longe, mas foda-se, eu amava chupar aquela tora bem grossa. Segui mamando sem segurar e levantei Cássio para punhetar ele e seu irmão, sentindo as grossuras também deliciosas de suas piconas. 

Valdo segurou minha cabeça pela nuca e começou a bombar em minha boca, a qual abri para sentir o calibre a alargando, e que delícia, cada vai e vem do colosso do vigia fazia o esputo verter e cair sobre minhas coxas, e uma hora ele atolou gostoso, alargando e estufando minha boca; apertei as piconas de Cássio e Celso e punhetei mais forte, Valdo fodia minha boca como se fosse uma xoxota, e ao tirar seu pauzão, duas espessas pontes de saliva vieram junto.

Mantive a boca aberta, e Cássio, perspicaz, socou sua pirocona nela, indo até onde podia e bombou gostoso, continuei punhetando Celso, que me masturbava deliciosamente enquanto seu pai chupava meu seio esquerdo com maestria, me fazendo grunhir alto e sentir tremores por conta do duplo estímulo que eu recebia. 

Segurei a tora do fedelho pela base e tentei atolar, passando mais uma vez da metade, mas por pouco não vomitei, então recuei e tirei, com mais duas espessas pontes de esputo formadas, as peguei e passei na tora, masturbei e abocanhei de novo, chupando faminta, peguei a de Celso, tirei a de Cássio e pus a glande de ambas na boca, mamando dois pauzões enquanto seu pai torturava minha racha com os dedos. Quase gozei.

Abocanhei o pauzão de Celso e fui até a metade e engasguei, quase vomitando de novo. Tossi e recuei, tirei e bati em minha língua, em seguida subi na cama e fiquei de quatro.

—Bora Celso, quero ver se você fode gostoso! Instiguei. Valdo e Cássio vibraram.

—E não foda não pra você ver viu? Troçou Cássio, empurrando a cabeça do irmão.

—Pergunta pra Raimunda se ela tem alguma reclamação de mim! Rebateu Celso.

Cássio, com 20 anos, tinha uma experiência notável, Ariovaldo nem se fala, era um mestre, e com seu outro filho a tradição tinha de ser mantida, e só pelo jeito com que ele tocou e segurou minhas ancas, percebi que um bis só com ele depois, era OBRIGATÓRIO para mim, porque o macho massageou deliciosamente meu quadril e em seguida meu rabão, e pirei. 

Após a rápida massagem, ele manteve minhas ancas sob suas mãos e roçou seu pirocão na entrada de minha xoxota, roçou gostoso estimulando meu clitóris, gemi alto, e ele meteu... 

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Postagem dupla hoje, para amenizar um pouco minha ausência durante a semana passada. Como mencionei antes, farei o possível para não falhar nenhum dia, pois o primeiro clímax do segundo ato se aproxima, e pretendo iniciá-lo na próxima segunda. 

Estou tentando implementar mudanças no blog, e em breve farei uma espécie de enquete com vocês, para saber a opinião de todos, isso porque descobri alguns recursos bacanas que, se forem bem implementados, tornarão a experiência de vocês mais divertida.

Criei outro blog, na verdade um blog "cobaia" para testar essas mudanças antes de implementá-las aqui, e não vou divulgá-lo porque é um blog experimental, com textos aleatórios e muitos nada a ver, e fiz isso porque testar essas novas possibilidades neste é arriscado, se de repente eu, que sou leiga nessas coisas, fizer uma besteira, posso acabar prejudicando esse e não quero isso. 

Beijos, e... tenham todos um excelente dia, apesar dos pesares e dos pêsames...

Comentários

  1. Delícia de suruba…a continuação será mais tesão ainda…é só esperar…bjs…BOTO

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  2. oi guerreira,mas que trio sortudo,nao vou comentar muito hoje,vou esperar pelo final,linda foto,na proxima tira de frente com o espelho beijao

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  3. Ótima história! Ainda bem que encontrei vc professora!

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  4. Saudação Lu
    Que trio sortudo que festa foi essa em ! E festinha Promete.

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