037 - EMBOSCADA SEXUAL 2: O DIA EM QUE UM CORNO CHOROU - EPÍLOGO

          


Eu não perguntaria a Ariovaldo ou Batista coisas sobre Miguel ou o tal Rodrigo. Eu tinha certeza de que eles desconversariam ou mentiram para mim. 

            E cheguei a essa conclusão porque o vigia tinha medo de me expor aos mesmos mais do que já me expôs ao me convidar para aquela suruba alucinante e tensa, mas memorável, tinha receio de isso virar uma coisa desrespeitosa, tipo, “olha essa gostosa que eu estou comendo, querem comer também?”, mais ou menos assim, então eu entendia a prudência com que ambos relatavam toda aquela bizarrice sexual envolvendo Clécio, Daiane, Miguel e Rodrigo, o qual tive uma ligeira impressão de ser aquele amigo tesudo de Valdo, para quem me masturbei e fiquei perdidamente louca por ele...

                Uma das coisas que me fez demover essa curiosidade de saber mais sobre ambos, era porque eu também não tinha intenção de formar um cardápio de comedores tão vasto assim; isso era perigoso, e poderia me deixar meio que desmoralizada também, afinal, quando uma mulher roda muito de mão em mão como Anita e Sandra rodavam, dá uma certa margem para ser depreciada, mesmo sob garantia absoluta de sigilo, e eu creio que as coisas precisam ter um equilíbrio; eu tinha quatro pirocudos deliciosos ao meu dispor, e não é toda mulher que tem essa sorte, isso não se vê todo dia, então eu não precisava de toda essa ganância sexual, ou será que precisava? 

                    Bem, dos quatro, os dois “quase fixos” eram Valdo e Cássio...

                —V-Valdo... podemos ir? Estou cansada e com fome! Pedi, realmente exausta e faminta.

            —Claro Luciana, vamos, eu te levo lá no Barbosa pra gente jantar, pode ser? Aí você não precisa se preocupar em fazer comida quando chegar em casa! Propôs Ariovaldo. Que fofo.

                —Se é assim, aceito com o maior prazer! Respondi, e nos abraçamos.

—Bem Luciana, foi um imenso prazer lhe conhecer, realmente você é uma mulher fantástica, não só no sexo, mas como pessoa também, eu te admiro! Elogiou Batista.

—Obrigada Batista, também foi um prazer lhe conhecer! Respondi, e trocamos beijos formais no rosto. Ele era sim um homem bacana, talvez rolaria um bis hein...

—E... eu peço desculpas por toda essa confusão do Clécio com o Miguel, acredito que você deve ter se assustado com o chilique dele, então... me perdoe! Disse Batista, se retratando.

—Nem todo homem está preparado para ser corno, mas já nasce preparado para cornear! Tudo bem, o Valdo me protegeu de levar umas chifradas acidentais! Retruquei, e rimos.

Batista me deu seu número de celular. De forma acanhada, polida, sem demonstrar que queria um novo encontro apenas sexual; falou em amizade, e claro que aceitei e anotei. 

Era notável a maneira como ele e Valdo se portavam comigo, uma maneira diferente de como se portavam com Anita e Sandra; sempre cuidadosos, sem instigar novas possibilidades, e claro, sem sequer mencionar Miguel e o tal Rodrigo como possíveis pretendentes sexuais, mas beleza, também não me interessei, entendi aquilo como uma atitude de respeito para comigo.

Assim que chegamos ao restaurante do Barbosa, tive de ir rapidamente ao banheiro para renovar a dose de pomada anestésica, pois o efeito estava passando e eu já sentia meu cu latejar violentamente e arder muito. Só de passar o dedo eu percebia o inchaço feroz que estava no mesmo, mas não me arrependi um milímetro sequer do que fiz...

Ao sair do toalete, me sentei à mesa. Estávamos recuados e meio escondidos, pois tive medo de dar de cara com algum conhecido. Pedimos Baião de Dois com Picanha Assada na Brasa, Vinagrete e Batata Frita. Valdo pediu uma cerveja e eu optei por um delicioso suco de caju natural, mas acabamos dividindo a loira gelada enquanto aguardávamos a refeição...

Se eu beber, já sabe... é ficar meio altinha e meio taradinha, porém, ficar meio taradinha, não significava desejar dar o cu novamente, pois mesmo com os sentidos um pouco bagunçados por conta do álcool (rachamos três cervejas), eu sabia que tinha de poupar meu pobre cuzinho se não quisesse ter complicações, porque eu estava consciente do meu exagero, entretanto, havia alguém que chorava desesperada por ter ficado de fora da festinha, e se ela chorava, é porque a festinha ainda não tinha acabado. Vocês sabem de quem estou falando, não sabem?

Valdo fez questão de pagar a conta do jantar, e deixei, em seguida ele me levou até em casa, e percebeu que eu estava um pouquinho risonha demais...

—Você não devia ter bebido além do que pode aguentar, Luciana! Comentou o vigia, já estacionando em frente ao portão de minha casa. Eu não estava bêbada, só meio zonza, pois se tivesse ficado embriagada, como me lembraria de tudo que aconteceu para escrever depois?

—Não estou de fogo meu querido, apenas um pouco tontinha, e... mais excitada! Venha, entre um pouco e conheça minha casa! Retruquei e o convidei em seguida.

—Qual é a raiz quadrada de sete? Indagou Ariovaldo, e ri alto.

—Sete não tem raiz quadrada seu vigia, volte a estudar! Respondi, e ele riu.

—Não é 3,5? É só multiplicar 3,5 por 2 que dá sete! Insistiu Valdo, e gargalhei.

—Misericórdia. Eu não vou levar isso a sério, vou considerar uma piada, porque acho que quem está bêbado aqui é você! Não vou nem explicar matemática básica para um homem que passou num concurso público há sei lá quantas décadas, me poupe! Ou... espere... você fez alguma maracutaia para passar sem fazer a prova? Retruquei, e Valdo gargalhava.

—Ai Luciana, você é uma figura viu! Na época estudei o que precisava estudar e aprendi o que precisava aprender! Passei, mas claro, era um pouco diferente, no meu tempo, concurso público era difícil ter, hoje em dia toda semana sai um novo! Explicou o vigia, rindo. Ri também.

—Ariovaldo! Falei, mais ou menos séria.

—Diz Lulu! Atendeu o vigia.

—Sabe aquele seu amigo bonitão? Aquele que vi com você quando eu estava chegando para irmos à sua casa e... enfim... no dia do meu encontro com o seu irmão! Falei, relembrando.

—Sim, me lembro! O que tem ele? Indagou o vigia, com um belo sorriso.

—Já faz um tempo, foi antes das férias. Eu... estava atrasada e acabei deixando o troco do meu pão cair e não percebi, então... ele veio e... me devolveu o dinheiro! Relatei, excitada.

—Sério? Que sorte a sua hein? Replicou Valdo, surpreso, mas nem tanto.

—Foi ele que esteve lá na casa do Batista? Foi ele que levou o Clécio para conversar e acalmá-lo? Questionei, fitando o vigia. Eu queria perguntar o nome dele, mas tive vergonha.

—Não... não foi ele! Respondeu Valdo, estranhamente rápido.

—Ah... e ele... é casado? Indaguei, sentindo minha xoxota chorar copiosamente.

—Viúvo! Ele... perdeu a esposa, acho que tá com uns dois anos! Respondeu o vigia.

—Nossa... tadinho! Ela morreu de que? Comentei e questionei. Valdo deu de ombros.

—Pra ser bem sincero... não sei, ele nunca comentou nada, na verdade ele não gosta de falar sobre isso e eu respeito, porque temos nossas dores particulares, dores que os outros não podem aliviar, dores que... precisamos aprender a aliviar sozinhos! Replicou o vigia, e corroborei com a cabeça.

—Eu... percebi mesmo um olhar triste nele, um olhar... de quem carrega um remorso, uma angústia enorme! Ele... tem filhos? Comentei e indaguei, pensando nele, e com dó.

—Dois filhos! Bem... preciso ir, tô preocupado com o Cássio, ele tá praquelas bandas onde você e a Raimunda deram as aulas do EJA, e ali é meio esquisito. Segunda-feira a gente conversa mais! Disse Ariovaldo, e notei claramente que ele não queria falar sobre o amigo.

—O Cássio sabe se virar... é um adulto, e muito adulto! Anda, entra um pouco! Retruquei, tocando a coxa de Ariovaldo, sentindo minha racha implorar por seu picão grosso, em seguida avancei um pouco, e senti aquela rolona larga endurecer sob meu toque. A apertei.

—Deixa eu ligar aqui rapidão, se ele atender, é porque já chegou em casa! Disse o vigia.

Sobe, desce, meneia, recua, avança, emperra, geme, tira, ofega, sussurra, geme de novo, rebola, grunhe, beija, lambe, massageia, sente e vê os dedos lutando para se encontrar, ri, abocanha, sente, sente a boca bem preenchida, quase sem ter como se abrir mais, mas tenta, avança, engasga, verte esputo, geme mais uma vez, geme manhosa, grunhe com fome, grunhe alto ao sentir verter o néctar da flor aberta ao toque dos dedos de quem provoca tesão, tira o falo da boca para quase gritar, trêmula, ofegante e tarada... no sofá de minha sala, eu e Valdo, acomodado, como se estivesse em uma nuvem, sentia meu ser lhe dar mais tesão e prazer com minha boca em seu cacetão grosso e cabeçudo... e retribuía com paixão essas carícias.

Cássio estava em casa, são e salvo, jogando videogame com os amigos após uma tarde de sexo sabe-se lá com quem. Talvez com Gleiciane ou outra mulher. Incrível a maturidade daquele novinho...

—Aaaahhh... que delícia Valdo, assim...! Falei, pirando com o toque do vigia.

—Sua tara é impressionante! Quantas horas você ficou levando pica, gozou e ainda assim quer mais? Achei que tivesse bem cansada, porque foi pauleira hein! Comentou Ariovaldo.

—É mas a minha xoxotinha ficou fora da festa e reclamou, então... já que eu estava em companhia de um pauzudo gostoso como você... resolvi acalmá-la um pouco! Rebati, em seguida abocanhei novamente aquela tora larga, a qual minha boca padecia em tentar ir longe no boquete, e aquilo me deixava cada vez mais louca, mais tarada.

—É? Então senta bem gostoso e alimenta essa danada, assim ela para de reclamar! Replicou o vigia, me tirando do boquete. Eu estava paralela a ele e debruçada.

Me aprumei e montei de frente, segurei o pauzão besuntado de minha saliva, punhetei gostoso, sentindo aquela grossura deliciosa entre os dedos, encostei na buceta, também encharcada, me empertiguei um pouco, senti o cabeção na entrada, e dei aquele gemido aflito, gostoso, tesudo ao sentir a largura do falo de 20 centímetros me penetrar, e fui descendo, descendo sem bombar, gemendo alto, com calafrios, desci até o talo, preenchida além da conta, deliciosamente bem preenchida; senti o talo do cacetão, rebolei, então abracei o coroa, que era sim bonito, charmoso e tesudo, mesmo com quase 60 anos, mas não o beijei, ao invés disso, ofereci meu pescoço para que ele o beijasse e chupasse, em seguida, comecei a cavalgar.

Sobe, desce, geme, rebola, recua o quadril, sente a grossura, sente o comprimento bem fundo, grunhe, geme mais, geme manhosa, sente o néctar da flor se misturar ao néctar do falo, cavalga, passeia, viaja... prazer, tesão, arrepios, beijos, lábios molhados, palavras sedutoras, lascivas, desejo, sobe, desce, suave, sente, sente o pulsar, as contrações, grita, grita o prazer...

A cavalgada seguia, e virou uma gangorra, acelerada, ruidosa, “splat, splat”, era o ruído da minha sentada feroz, sentindo a carne de minha vagina pulsar e “morder” aquele que a alimentava. Eu ofegava, suava e babava de tesão, com a cabeça bem erguida, de olhos fechados, gemendo e grunhindo ao sentir a boca, os lábios e a língua de Ariovaldo em meus seios. 

Coroa tesudo do caralho, aquele sabia como foder, fodia gostoso como o filho, aliás, enquanto eu quicava em seu caralhão grosso e delicioso, tive uma vontade brutal de sentir o cacetão de Cássio no meu cu, tanto que instiguei o comedor ao perguntar num sussurro:

—Quando o papai e o filhinho vão me foder juntos? Quero DP com vocês!

—É só marcar o dia minha tesuda! Disse Valdo, e sorri, em seguida quiquei mais forte, e mesmo sentindo meu cu dolorido e ardido, não parei, segui cavalgando faminta.

O sangue estava fervendo de novo, fiquei de quatro no sofá, com meu rabão bem empinado, sentindo o latejar cruel do meu cu inchado, mas resistindo bravamente, sem deixar o tesão esmorecer. O vigia veio e socou gostoso e suave seus 20 centímetros em minha racha, socou até o talo em um movimento só, e deu aquele tranco leve e delicioso, que me fez balançar as pernas e encolher os dedos dos pés, em seguida rebolei gostoso e o macho recomeçou a bombar. 

Era óbvio que a cerveja tinha feito meu tesão despertar novamente, somado a isso, estar na companhia de um pirocudo foi o gatilho para eu fazer mais uma sandice sexual como aquela, mesmo ciente de que meu corpo pedia descanso após uma orgia anal como a que fiz.

Com a perna direita apoiada sobre o sofá, Valdo segurou minhas ancas e começou a estocar com força. Momento em que o tesão do casal está na mais perfeita sintonia, como se um lesse a mente do outro. O pauzão grosso seguia o vai e vem delicioso, quase saindo e entrando até o talo, e quando eu sentia o talo, o vigia dava dois trancos fortes, chocando meu corpo contra o dele e arrancando gemidos altos de mim.

AAAIIII, ISSO, ISSO COMEDOR! DELÍCIA, HUMM, SOCA VALDO, SOCA COM FORÇA! Gritei, surtada de tesão. Aquele macho era sim um comedor extraordinário, como o filho.

“Plaft, plaft” frenético e minhas nádegas sacolejando com nosso gingado. Esse era o tom da foda, da saideira. Eu percebia o carinho diferenciado e até mesmo uma certa paixão de Ariovaldo por mim nas metidas dele. Era sim bem diferente de como ele currava Anita e Sandra. 

Suas mãos grandes de homem vivido, meio ásperas, mas de toque suave e tesudo, alisavam e apertavam minhas nádegas com veneração, o entra e quase sai de sua rolona me levava ao delírio, minha xoxota encharcava cada vez mais, ele arqueou seu tronco, quase se debruçando sobre minhas costas, pingando seu suor nas mesmas e não parou, socava e mantinha minhas ancas sob suas mãos, depois soltou uma delas, pegou meus cabelos, os puxou para trás junto com minha cabeça, e me fez quase urrar ao engatar de jeito sua rolona grossa em minha racha.

—Delícia... gostosa do caralho! Tu me deixa pirado Luciana! Disse Valdo, que com suas metidas ferozes, com sua grossura deliciosa, chamou meu orgasmo, mais um...

AAAIII, VOU GOZAR VALDO, NÃO PARA, NÃO PARA, SOCA GOSTOSO! Gritei.

Quase vi uma constelação inteira, minha xoxota pulsou deliciosamente na tora do vigia, que seguia metendo gostoso, e percebendo que o clímax brutal e delicioso já se despedia de mim, diminuiu o ritmo, até tirar e vir com seu pauzão grosso besuntado do nosso creme de tesão e me fazer mamar como uma bezerrinha faminta, e mamei gostoso, daquele jeito, causando arrepios no macho, então o cacetão largo pulsou como se fosse explodir, e explodiu seu gozo denso, em menor quantidade, mas delicioso, quente e adocicado, despejou em jatos fortes, e engoli tudo, depois tirei, e tratei de deixar aquele falo limpinho, sorvendo nosso creme salgado, até ele finalmente tombar de cansaço e rubor, como nós, depois Valdo se foi, e dormi como um anjinho, totalmente saciada...     

FIM       

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Olá queridos alunos. Espero que tenham curtido essa aventura surreal e inacreditável, mas muito deliciosa. Perdão pelo sumiço, mas minha rotina está bem atribulada; elaboração e aplicação de provas, correção das mesmas, aplicação de trabalhos para ajudar em notas, estudo para minha especialização, provas da minha especialização, pepinos para resolver, enfim... eu estou assoberbada, mas hoje, sexta, menos atribulada, resolvi postar, e postar DOIS relatos para compensar. Um agora e outro mais tarde.

A foto mamando o pauzudo ficou para outra ocasião, pois não houve muitos comentários, porém, para compensar, postei uma foto minha com Anita, e dando um sutil spoiler, a mulata foi uma das participantes do meu segundo encontro com a Pequena Notável, inclusive foi a baixinha que fez esse registro. Nesse dia, Anita realizou seu maior sonho erótico e chegou a se emocionar. Quem foi o comedor que realizou esse sonho? Só lendo para saberem... e só digo uma coisa: FOI ÉPICO.

 A próxima história vai dar uma leve quebrada no clima de sacanagem, é uma história forte, com um drama acentuado, que comoveu em peso os leitores do agora saudoso contoerotico, e na época recebi uma enxurrada de depoimentos de pessoas tocadas, se identificando com o que leram, e essa reação me deixou emocionada. É uma visita ao meu passado, e que trará intensas reflexões.

Peço que leiam não só com o tesão aflorado, mas também com seus corações abertos. É uma história sensível, como esse segundo ato é; um relato que traz dores e questionamentos contundentes, e sempre choro ao reler, aliás, evito reler para não chorar, e quando escrevi chorei muito, porque é um confronto impactante, mas fundamental para que todos entendam que sou um ser humano comum.

Beijos a todos. Eu posso até demorar, mas NUNCA vou parar, embora sinta vontade às vezes...


Comentários

  1. excelente releitura,como sempre,e relendo esse conto eu nao posso deixar de dar meus parabens ao valdo por dar conta de tu,e da anita,que por sinal e´muita gata assim que nem tu,parabens pela foto voces sao lindas,beijao e ate´ o proximo conto

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  2. Como é bom ler novamente seus contos. Jamais pare de escrever professora linda,maravilhosa e bela.

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