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AGOSTO DE 2018
– RETORNO ÀS AULAS
A desolação era visível em nossos rostos na sala dos professores. Praticamente
mais seis meses aguentando as mesmas caras, os mesmos comportamentos
deploráveis, o mesmo desrespeito e o mesmo desinteresse. Não existe emprego
perfeito, o funcionalismo público também tem suas dores, eu nunca fui o
estereótipo do servidor que “ganha sem fazer nada”. Ser professor é padecer no
inferno, é cansar as cordas vocais, as pernas e os pés, mas... é a profissão
que amo, porque nem tudo é só decepção no magistério.
A sede de vingança me consumia a cada segundo, eu iria sim me esbaldar
numa rolona assim que terminasse meu expediente, e parece que alguém adivinhou
meu pensamento, pois a ligação de Cássio no intervalo, soou como o alento que
meu ser precisava, meu corpo precisava. Sim... um pauzudo, o melhor analgésico
e calmante para uma mulher estressada...
—Oi meu amor... senti saudades dessa terceira perna deliciosa! Falei,
sequer esperando tocar duas vezes, com a xoxota chorando desesperada. Como era
bom sentir aquilo...
—Oi minha tesuda gostosa do caralho! Como foram suas férias? Respondeu
Cássio, mostrando seu tesão e carinho por mim. Eu sou sim uma tesuda gostosa do
caralho...
—Foram maravilhosas, minha filha e meus pais vieram me visitar, mas
eles já se foram, e estou daquele jeitinho, subindo pelas paredes, doida por
uma rola de macho me fodendo! Respondi, sem pudor algum, sem vergonha alguma.
Corno desgraçado, você vai me pagar...
—Que maravilha, eu viajei pro interior onde meus avós moram, fiquei uma
semana lá com o papai e foi muito legal, mas... será que a gente poderia trocar
uma ideia depois do seu expediente? Contou e propôs Cássio, me deixando
encucada e muito curiosa...
—Er... e o que seria? Não pode adiantar por telefone? Questionei,
curiosíssima.
—Melhor não né, você tá na escola, de repente alguém passa e ouve!
Segura sua ansiedade mulher, é algo que talvez te interesse! Retrucou Cássio.
Dei risada e assenti.
—Já sei... uma surubinha né seu safado? Questionei. Cássio riu alto do
outro lado.
—Não, não é uma suruba, porém, tem uma marcada pra daqui a alguns dias,
e pensei sim em te convidar, mas sobre isso a gente fala depois, o assunto de
hoje é mais importante! Respondeu Cássio, aumentando ainda mais minha
curiosidade. Assenti rindo, marcamos o encontro na padaria, depois nos
despedimos e desligamos.
Bem, era óbvio que o assunto a ser tratado pelo filho do vigia comigo
era sexual, disso não havia dúvidas, mas a questão era: que nível sexual seria
o abordado no assunto? Eu tinha confiança em Cássio e Ariovaldo, e não estava tão
encanada com essa de “se espalhar para os amigos, vai se dar mal”, porque se o
tal Miguel era amigo de Cássio, era dotado, então nosso segredo estava sim protegido,
e passei o segundo tempo de minhas aulas fomentando essa possibilidade, de
talvez dar de cara com esse amigo dele... Miguel... um homem instigante...
Eu ainda não tinha visto Ariovaldo desde a saída para as férias e nem
quando as aulas recomeçaram. Pelo visto o cansaço do vigia era maior do que se
imaginava, e ainda no lugar dele, o senhor carrancudo e de mal com a vida
seguia trabalhando. Que velho chato da porra. Antes mesmo de chegar à padaria,
de longe vi um jovem junto com Cássio, e nem precisaria perguntar do que se
tratava. Era sim sacanagem, porém, da mesma forma que percebi o teor lascivo
daquele chamado, também percebi que aquele rapaz não era o tal Miguel.
Nem sei porque esse cidadão começou a visitar minha mente, sério.
Talvez fosse pelo fato de eu estar associando o nome dele ao amigo tesudo de
Valdo, mas enfim, o mancebo moreno, alto, de cabelos crespos e pretos, olhos
estreitos, nariz largo, lábios carnudos, boca média e corpo atlético, trajando
uma camiseta preta e com um herói desenhado e uma bermuda azul-marinho frouxa,
mal tinha pinta de comedor para falar a verdade. Fiquei cabreira.
—Bom dia Cássio! Cumprimentei, ao chegar. Acenei com a cabeça para o
jovem, que retribuiu assentindo timidamente, mas me devorando com seu olhar.
—É... ainda não são meio-dia, então... bom dia! Disse o novinho safado,
e sorri.
—Então o assunto importante era esse? Indaguei, fitando o amigo dele,
que corou.
—Podemos conversar ali só nós dois? Propôs Cássio. Assenti e ele
sorriu. —Espera um pouquinho aí viu parceiro, vou só trocar uma ideia rápida
com minha amiga! Completou o comedor, avisando ao jovem, que assentiu e deu uma
bela secada em meu corpo, mas visivelmente acanhado, depois fomos para detrás
do carro do filho de Ariovaldo.
—Contou para o seu amigo que transamos? Indaguei, meio ressabiada, mas
tranquila.
—Não, não contei! Eu não ajo assim, já disse! Não contei ao Miguel
sobre meu encontro com a Stefhany e nem de minhas transas com você, porém!
Respondeu Cássio, deixando no ar.
—Porém o que Cassio, até já sei o que é! Perguntei e afirmei, curiosa.
—Preciso saber se você... topa me fazer um favor! Disse Cássio,
ressabiado. Fofo...
—E o favor é... transar com seu amigo! Primeiro foi o seu pai que me
pediu para ficar com seu tio, agora vem você e me pede para ficar com aquele
frangote! Olha, vamos um pouco devagar com o andor, porque assim você está me
expondo! Repliquei, sendo bem sincera.
—Opa, não conclua as coisas assim! Eu não disse que iria arrumar uma
mulher pro meu amigo transar, não garanti nada, só prometi falar com uma amiga
pra ele ter uma chance, por isso te chamei, pra saber se você topa! Falou
Cássio, então assenti e indaguei, provocando:
—E se eu te disser que não fui com a cara do seu amigo?
—É... nesse caso... o assunto morre agora! Replicou Cássio, que abaixou
a cabeça.
—Aquele rapaz tem jeito de virgem! Comentei e fitei o jovem, que me
olhava.
—Mas ele é virgem! Nunca transou na vida! Confirmou o macho, e
arregalei os olhos.
—Sério? Coitado! Falei, e fitei de novo o macho, que sorria para mim,
mas acanhado.
—Bem, vou indo, ainda tenho umas coisas pra resolver. Você não quer,
então nem adianta eu ficar dando mais detalhes e insistindo! Replicou o
comedor, encerrando o assunto.
—Espera! Ele... é pirocudo? Avisei e indaguei, fitando o mancebo.
Cássio sorriu sapeca.
—É sim, por isso te fiz essa proposta, porque eu sei que você adora uma
rola grande, e o moleque ali não decepciona, só não sei se vai saber usar né!
Respondeu Cássio, sincero.
—Ok! Dê meu endereço a ele, diga que esteja em minha casa às 14h, e...
não precisa nos apresentar agora, lá a gente desenrola isso! Avisei. O
safadinho assentiu e replicou:
—É o mesmo esquema do tio Edvaldo, se você quiser, bem, se não, dispense!
Assenti.
Era como eu tinha dito anteriormente. O que fiz no Laboratório de
Ciências e depois no EJA, abriu prerrogativas a família de Ariovaldo para me
abordarem com esse tipo de proposta maluca. Ok, ok, eu não era obrigada a fazer
nada, tinha total liberdade de recusar, e Cássio entenderia, mas... confesso
que fiquei excitada com mais essa experiência inusitada, e isso só atestava de
vez, minha sede por desbravar novas sensações relacionadas ao sexo.
No final das contas, eu tinha de aceitar que era uma nova mulher, ávida
por novos prazeres, mesmo estando um pouco apreensiva, pois nunca tirei a
virgindade de homem algum; meus poucos ex-namorados e meu corno, não eram
virgens quando transamos a primeira vez, então eu sentia sim um misto de ansiedade
e tesão, mas confiava no meu taco...
Após um almoço leve e nutritivo, tomei um banho e me preparei. Passei
um óleo de maracujá delicioso pelo corpo todo, exceto nas partes íntimas,
depois um hidratante. Afim de extrair ao máximo o tesão do rapaz e conferir seu
dote, pus um conjuntinho de academia que tenho, do tempo que malhava. Era cinza
com detalhes em rosa e branco. O short era apertado e sensual, valorizando bem
minha gostosura e quase mostrando a polpinha de meu rabo guloso por pauzões, em
seguida sentei no sofá, e esperei o virgem... torcendo para ele ser dotado...
Às 13h55, um bater de palmas meio afobado irrompeu lá fora, me dando um
susto, pois eu estava absorta olhando minha rede social no celular. Após me
recompor rapidamente, respirei fundo e fui atender o visitante, já reconhecendo
o jovem pela grade do portão. Destranquei e abri, e minha roupa surtiu o efeito
imediato no olhar do virgem, que devorou meu corpo dos pés à cabeça,
maravilhado, mas soube disfarçar, olhando para mim em seguida.
Ele trajava uma indumentária diferente da que vi de manhã. Talvez
orientado por Cássio, vestia uma camiseta média e cinza, com detalhes pretos, e
um short médio e meio justo na cor vermelha, e o que vi se remexendo sob o
mesmo ao passo que seus olhos sedentos percorriam minhas curvas, realmente não
parecia nada abaixo do que ele disse ao amigo.
—B-Boa... tarde! Me chamo Diogo, m-muito prazer! Apresentou-se o jovem,
estendendo a mão para me cumprimentar, meio nervoso. Tive vontade de rir, mas
me contive.
—Boa tarde querido, o prazer é meu, me chamo Luciana, amiga de Cássio!
Vamos meu amor, entre! Respondi, em seguida o cumprimentei, ele tomou a
iniciativa e trocou beijos formais no rosto comigo, depois abri passagem para
ele entrar, e por fim, tranquei o portão.
—Puxa... você é linda, linda mesmo! Elogiou Diogo, evitando olhar muito
para o meu corpo, mas era inevitável, minha gostosura deixou o mancebo feito
barata tonta. Não me fiz de rogada, dei aquela olhada para baixo, e vi o
convidativo pacotão crescendo, e era sim grande...
—Obrigada, vamos! Respondi, em seguida tranquei o portão e caminhei na
frente, olhando de soslaio e percebendo seu olhar se perder em meu corpão
tesudo. Rebolei enquanto caminhava, sentindo o tecido de meu shortinho subir, e
para atiçar, o desci, cobrindo a bunda.
Nos sentamos no sofá, fiquei pertinho dele quase colada, com as pernas
bem cruzadas e evidenciando minhas coxas grossas, balançando suavemente as
pernas, e em seguida começamos a conversar. Ele estava bem nervoso. Diogo tinha
19 anos, trabalhava como repositor em um supermercado que fica no centro
comercial do município onde moro, queria ser professor de História, e isso o
fez ganhar pontos comigo. Bem, não sei se foi instrução de Cássio afim de me sensibilizar,
ou um desejo intrínseco de Diogo, porém, foi dito, e soou bacana.
O jovem conversava bem, mesmo não mostrando muita sintonia com o que eu
abordava; até aí beleza, aquilo era só um meio de deixa-lo mais à vontade, mas
não estava funcionando muito, ele gaguejava, às vezes se calava, evitava fitar
muito meu corpo e suava frio.
Tudo era a forma como nossos pais nos criavam. Cássio, apenas um ano
mais velho que Diogo, mostrou muito mais desenvoltura e autoconfiança no trato
comigo, resultado da criação meio linha dura de Ariovaldo, que o preparou não
só para ser um comedor, mas um homem, então procurei saber sobre os pais de
Diogo, e logo tive a resposta para o contraste: o virgem era filho único de mãe
solteira, daquelas superprotetoras, que pareciam criar meninos como meninas,
querendo poupá-los de toda a feiura do mundo, mas o mundo também tinha beleza.
Entabulei um assunto mais picante. Já sabia o suficiente sobre Diogo e
era hora de agir, fazer o macho eclodir, e tomei essa atitude ao ver, mesmo em
estado de ansiedade e nervosismo, um volume grande gritando por liberdade sob o
short. Diogo tinha charme, então alisei sua coxa, ele suspirou, tocou timidamente
meus cabelos, subi a mão desviando de seu pau aparentemente grande e alisei sua
barriga, e ele a contraiu de uma vez. Estava tenso, mas procurava corresponder
e alisou minha coxa, sentiu a maciez de minha pele hidratada e a apertou, ele ofegava;
alisei seu peito por cima da camiseta, sentindo que o mesmo não era tão cheio,
ele recuou e resvalou sua mão sem querer em minha xoxota, tirando-a em seguida.
Vi seu volume maior, e ele pulsou, me acheguei mais, já tarada, louca
para trepar. Após 30 dias sem uma rola de verdade, com a vida normal novamente,
meu ser pedia sexo, pedia aquele possível pauzão embrulhado, então avancei e beijei
sua boca, ele correspondeu, meio trêmulo, desajeitado, mas segurou meu rosto e
o acariciou, peguei sua mão direita e a conduzi ao meu seio esquerdo, o qual os
bicos estavam eriçados, e senti o suor naqueles dedos juvenis; ele apertou o
mamilo, me fazendo gemer, mordisquei sua orelha e a lambi, causando-lhe arrepios,
apoiei a coxa sobre seu pau bem avolumado e esfreguei suavemente, e ele se
soltou...
O mancebo me puxou para seu colo, sentei com minha buceta bem
encaixadinha em sua tora, sentindo sua dureza e gemendo manhosa, ele lascou um
beijo tesudo em minha boca, e correspondi, sentindo firmeza naquela pegada. Ele
beijava bem, já estava se desinibindo, segurou minhas nádegas com força e as
ergueu, sussurrando em seguida, tarado:
—Gostosa, você é gostosa demais! Sorri e o beijei de novo, pus a mão em
sua rola duríssima, apertei e senti o calibre, percorri e senti o tamanho, então
dei uma de inocente:
—Nossa... o que é essa coisa tão grande? É seu pau?
—É sim... meu pau durão pra você sua gostosa! Respondeu Diogo, surtado
de tesão.
—E é grande assim? Vai, fica de pé e me mostra, quero ver! Indaguei e
ordenei, saindo de seu colo e me sentando no sofá. Diogo se levantou de um
salto, e vi a barraca armada, bem protuberante, a ponto de arrebentar o velcro
do short. Minha buceta tremeu e melou.
Diogo desabotoou e abaixou seu short de uma vez junto com a cueca, e
libertou seu cacetão moreno e depilado de 20 centímetros, curvados para cima,
com poucas veias, prepúcio cobrindo um pouco uma glande marrom-clara, comprida
e larga, proporcional a uma deliciosa grossura e com bolas pequenas.
Recomeçando minhas aventuras da maneira que mais amo, com um pau de verdade,
grande e grosso, só restava saber... se seria gostoso...
Falar era perda de tempo. Agarrei aquela rolona grossa, a qual minha
mão quase não fechou na circunferência e caí de boca, chupando a glande e
masturbando, e Diogo gemeu aflito, tendo um tremelique pelo corpo. Dei beijos
curtos e molhados, salivando e chupei, empurrando o prepúcio com meus lábios, o
jovem arfava, tirei e dei lambidas rápidas na pontinha, arrancando mais gemidos
e causando arrepios naquele corpo meio magro, em seguida abocanhei, alargando
minha boca com a espessura, mas sem problemas para tentar atolar, ele soltou
minha mão e bombou, então, de repente... senti os jatos, senti... o orgasmo
prematuro do virgem inundar minha garganta. Meus olhos estavam fechados, e os
abri para fitar Diogo...
—F-Foi mal... não deu pra s-segurar! Disse Diogo, visivelmente
envergonhado.
—Nossa, mas eu mal comecei e você já gozou! Respondi, após engolir sua
porra, a qual não foi muito profusa, tampouco tão saborosa com a dos machos que
engoli, mas tudo bem.
—Desculpe, ele vai endurecer rápido, prometo! Disse Diogo. Tadinho
gente.
—Ok, venha me chupar então, me chupe bem gostoso! Respondi e ordenei,
na esperança de pelo menos no oral, ele mostrar algum talento. Tirei meu short
e me deitei no sofá, abrindo as pernas em seguida, mostrando minha xoxota
melada e faminta para ele.
Deslumbrado e afoito, Diogo obedeceu e caiu de boca em minha vagina,
mas me machucou um pouco com a pressão de seus lábios e dentes, os quais se
chocaram com minha xotinha, e me encolhi, gemendo. Meu Deus, roguei para que
aquilo não acabasse em desastre. Ajeitei gentilmente sua cabeça de modo a acomodar
melhor minha vagina em sua boca e deu certo, ele pegou um embalo gostoso, mas
sem muita sutileza, sem aquele toque de pluma que nos deixa loucas, e que
novinhos experientes como Cássio dominavam de forma magistral.
Havia uma diferença gritante entre o sexo feito com o tesão à flor da
pele, e o feito com afobação. Diogo conseguia me deixar lubrificada com sua
boca, mas me chupava como se eu fosse me desintegrar em cinco minutos; não
conseguia manter a alternância entre uma carícia mais incisiva e a sutil de
forma constante, vez ou outra puxava fortemente meu clitóris com seus lábios e
me causava um pouco de dor, ou fazia o vai e vem com sua língua e chocava seus
dentes contra a parte externa de minha amiguinha, e aquilo passou a me
incomodar.
—T-Tá gostoso? Indagou Diogo, preocupado e lambendo minha xoxota.
—S-Seu pau já endureceu? Indaguei. Sim, o oral dele havia desandado.
Coitado, ele se esforçava para me agradar, mas estou sendo sincera. Uma pegada
mais selvagem me apetece, mas é preciso saber, que nós mulheres, somos
sensíveis; eu gosto de sentir uma dorzinha, porém, até chegar o momento dessa
dorzinha, o macho precisa ser carinhoso e prudente antes.
—Tá mais ou menos, chupa que ele endurece mais rápido! Respondeu Diogo.
Assenti e me posicionei sentada, em seguida caí de boca em seu pauzão meia vida
novamente, buscando salvar o que restava daquela primeira vez não só dele, mas
minha também...
De fato sua rolona renasceu em minha boca. Bem dura e pulsante. Pelo
menos outra gozada rápida não seria mais fator de preocupação, então procurei
me sintonizar novamente, como no início, dando mais uma chance a nós. Mamei com
fome, babando bastante aquela tora ansiosa e gostosa, tirei e passei a língua
por baixo, da glande até as bolas, as quais lambi e chupei, em seguida voltei e
abocanhei, em movimentos suaves, ele segurou minha cabeça e bombou gostoso, sem
tentar atolar, e acompanhei o ritmo. A cabeça larga e comprida daquela picona
era deliciosa de se chupar, cabia gostoso, assim como o resto, e passei a mamar
com mais afinco, liberando meu tesão. Segurei pela base e atolei, engasgando na
grossura e quase cheguei à metade, tirei, com finas pontes de saliva e cuspi no
pênis, espalhei com a mão e mamei novamente, Diogo se empolgou e tentou
enterrar seu pauzão, e quase vomitei.
—C-Calma... seu pau é grande... n-não vai caber todo! Falei, após me
desvencilhar e tossir, sentindo ânsia de vômito. Diogo se desculpou. —Vem, me
fode gostoso! Completei, sentando-o no sofá, em seguida montei nele, aloquei
sua tora em minha racha, e sentei.
Humm... entrou gostoso, deslizou delicioso, todinho lá no fundo. Dei
aquele gemido manhoso ao sentir a grossura e o tamanho me preencherem daquele
jeitinho e rebolei, em seguida arrebitei meu rabão e comecei a cavalgar
suavemente, grunhindo e ofegando.
Pode se divertir com sua piranha seu corno filho da puta, porque eu
também estava me divertindo, mas me divertindo de verdade, com uma rola de
verdade. Sua prostituta chula suportava seu palito apenas pelos agradinhos que
você dava a ela, e eu, me esbaldava de graça numa pirocona afoita, ansiosa, mas
deliciosa, a qual eu já quicava tarada, sentindo as mãos de Diogo, agora já
devidamente desvirginado segurarem minhas nádegas e mantê-las abertas, ouvindo
sua respiração ofegante e seus risinhos incrédulos com tudo aquilo.
Após um tempo delicioso, onde finalmente Diogo se encontrou e se
garantiu, fiquei de quatro no sofá, empinei bem meu traseirão e mandei o macho
meter. Para que fui elogiar... provavelmente bestificado e empolgadíssimo com o
tamanho do meu rabo naquela posição, ele varou minha racha de uma vez, e quase
me fez chorar e encolher a bunda com a dor. Puta que pariu, o negócio tinha
desandado de novo, quase fiquei sem fôlego, grunhi manhosa, mas mesmo assim
tentei me sintonizar, ele segurou minhas ancas e seguiu socando sem pena.
—Gostosa... gostosa, rabão tesudo da porra, não acredito, tô comendo
uma gostosa! Disse Diogo, ainda incrédulo e maravilhado com tudo aquilo, só que
ele estava me machucando.
—D-Devagar... v-vai d-devagar... s-seu pau... é... grande, está doendo
um pouco! Falei, quase chorando. Ele tinha metido de mal jeito e me causou dor
sim, e a posição de quatro precisa de cuidado, principalmente se o cara tem a
rola grande e grossa. É como eu disse: sexo com pico extremo de tesão, é muito
diferente de sexo feito com afobação, desespero.
—Desculpe, eu vou devagar, desculpe! Disse Diogo. Tadinho meu Deus. Ele
dava suas bolas fora, mas de fato obedecia e procurava me agradar, e isso me
agradava...
Ele controlou seu ritmo e foi se enturmando novamente. Minha xoxota, antes retraída com a metida sem gentileza dele, deu mais um voto de confiança e relaxou. O vai e vem era gostoso, me causava arrepios, Diogo pegou o jeito e socou sua rola todinha, mas com sutileza, entendendo que antes de acelerar, era preciso dar uma amaciada no motor.
Rebolei gostoso, imersa na trepada, já ansiando
levar aquela tora grande, grossa e gostosa, apesar de desajeitada, no cu,
quando de repente... a respiração de Diogo acelerou, ele ofegou, então senti a
rolona sair, e despejar outra leva de porra sobre meu rabo. Na hora em que eu estava
no embalo, surtando de tesão, o filho da puta gozou antes da hora de novo...
quase chorei de ódio...
—N-Não acredito... você já gozou? Indaguei, realmente sem acreditar e puta
da vida.
—Desculpa... mas... você é muito gostosa e não aguentei! Deixa eu te
chupar de novo que ele levanta e a gente continua! Disse Diogo, suplicando com
seus olhos, outra chance.
—Deixa para outro dia meu amor, quando você estiver menos ansioso, tudo
bem? Eu entendo sua euforia, mas procure se controlar, eu não tenho culpa de
ser gostosa, ou você transa melhor com uma bicha feia e mal-feita? Seja macho! Retruquei,
sendo bem sincera.
—Você não vai querer de novo! Me dá mais uma chance! Rebateu e pediu
Diogo. Meu Deus, tive muita pena dele, porém... prazer é prazer, ele é a dois,
mas também é individual, e se o macho não me dá prazer, outra chance é muito
difícil... a parte feia do mundo é essa...
—Outro dia querido, agora vá se lavar! Retruquei, e beijei rapidamente
sua boca em seguida, depois alisei seu rosto, com ternura no olhar, mas também
compadecida. Diogo abaixou a cabeça, assentiu, e após minha orientação, foi ao
banheiro.
Me asseei no quintal, depois, pus um vestido comportado, Diogo me aguardava na sala, desolado, então conversamos mais um pouco, e, deixei no ar a possibilidade de um bis, talvez para iludi-lo, em seguida ele foi embora, esperançoso, então liguei para Cássio em seguida.
FIM
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Uma das experiências mais inusitadas que vivi, e que topei mais pela vontade de me vingar e também curiosidade em saber como um homem se comporta diante de sua primeira mulher. Esse relato dividiu opiniões no contoerotico, levantou discussões bem interessantes, e espero ter a mesma repercussão aqui. Pois é, aos leitores novos, essa segunda fase começou fervendo, e apesar de ter ficado traumatizada por um bom tempo, hoje vejo com bom-humor esse acontecimento.
Contudo, em 2020, auge da pandemia, onde o isolamento social minou consideravelmente minhas aventuras sexuais, tirei o cabaço de outro rapaz, e este se mostrou totalmente diferente de Diogo. Nervoso? Sim, e ansioso, mas não demorou nada para deslanchar e me proporcionar momentos maravilhosos e uma história bem tocante, e se vocês, meus alunos, interagirem bastante e os seguidores aumentarem, postarei essa deliciosa e surpreendente experiência que ocorreu no quarto ato.
Gostou do relato e do blog? Então comente, siga o blog por favor, o engajamento de vocês é o que me impulsiona a seguir mesmo em meio a uma vida profissional e pessoal tão atribulada.
A foto de capa mostra a roupa que usei para recepcionar Diogo. Tenho ela até hoje e um dos meus amantes fixos pira quando a visto, e eu, piro quando ele bota seu pauzão bem duro para fora e me chama para foder gostoso como sempre. E aí? Fiquei gostosa nesse conjuntinho?
Beijos, até segunda e amanhã, domingo, tem a poesia inédita que prometi, fiquem atentos.
Anal
Boquete
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Comentários

Nossa, tá explicado porque o moleque não deu conta. Olha o tamanho desse rabo. Covardia kkk.
ResponderExcluirCoitado dele! Uma ferramenta na mão e não sabe usar!
ResponderExcluirPodia dar mais aulas pra ele!
garoto de sorte de ser descabaçado por uma professora que nem tu,ou logo por tu,mas eu o entendo,a primeira vez de um homem e´cheio de empolgaçao,me fez lembrar a minha primeira vez,quase machuqei a menina que estava comigo,ainda bem que nao a machuquei,mas ja que tu esta gostando de dar spoillers de teus contos,eu estou ansioso pela proxima aventura tua com a pequenina,e quando tu fara a tua primeira dupla penetraçao anal.se cuida gata,ate´o proximo conto,alias tu esta otima nessa nova foto,show.
ResponderExcluirLuciana, não me canso de ler e reler seus contos,realmente eles são excitantes e recheados de tara e tesão…e claro, com uma narrativa perfeita…saudades de vc menina…BOTO
ResponderExcluirCom essa professora maravilhosa. É ter muita sorte mesmo.
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