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Era difícil explicar, difícil acreditar. Eu não conseguia ME explicar. A transformação de minha vida sexual era cada vez mais assustadora, mesmo já tendo adquirido uma bagagem respeitável e me acostumado com isso, mas eu sempre olhava para mim com descrença dos meus atos, descrença de estar brincando de gangorra anal em um pênis grande e grosso como o de Ariovaldo, sentindo minhas pregas serem destroçadas a cada sobe e desce, e gritar pedindo mais, gemendo louca, alucinada, assim como Anita e Sandra gemiam e gritavam.
Era uma orquestra de gemidos e grunhidos, os machos também gemiam alto, palavras lascivas eram proferidas, e seus membros, os quais poucos homens são agraciados em nascer com calibres como aqueles, eram nossa razão de sucumbir a toda aquela loucura, a toda aquela devassidão sem limites.
Quanto mais eu
sentia o cacetão de Valdo alargar meu cu conforme quicava, mais tarada eu
ficava, abri minhas nádegas para sentir aquela grossura excrescente deflorar
ainda mais meu ânus, e berrei rindo, porque era delicioso dar o cu para um
roludo, e o poder de um homem não está em sua conta bancária, e sim no calibre
do que tem entre as pernas, e isso é irrefutável e imutável, mesmo as que não aguentam
picas como as daqueles três, mesmo as que e têm medo, falam de dotados com
profundo respeito... e desejo...
—AAAIII QUE ESSE CARALHÃO GROSSO E CABEÇUDO ME PÕE DOIDA! Berrei,
surtada ao sentir as metralhadas de Ariovaldo, que segurava minhas nádegas e
socava sem dó no meu cu.
—AAAIII CLÉCIOO, CACETÃO UNGIDO, CACETÃO DE MACHO, ME ARREGAÇA SEU
VARÃO!!! OH GLÓRIA, ALELUIA! Berrou Sandra, que quicava mais feroz do que eu, e
rimos alto.
—Pra que tu foi inventar de ser crente Sandra? Tu não mudou nada! Disse
Ariovaldo.
—Porque ser chamada de senhora pelos outros é legal! Disse a devassa, e
senti uma dor lancinante ao sentar de uma vez no pauzão de Valdo, porque não
aguentei o riso e explodi.
—De hoje não passa, teu marido vai estranhar o rombo no teu cu e vai
perguntar! Atiçou Batista, e mais risos irromperam. Me recuperei e retomei o
ritmo da foda anal.
—Ah, eu sempre tenho uma desculpinha pronta meu bem, e o trouxa sempre
acredita, quando ele tenta desconfiar eu faço aquela ceninha e pronto, o corno
se ajoelha pedindo perdão! Rebateu Sandra. Pior que eu fiz exatamente isso
quando meu galhudo desconfiou...
Após um tempo, revezamos. A posição era a mesma, de cócoras, de frente e com o cu preso ao caralhão eleito, e o da vez foi Clécio, o qual eu já domava gostoso, mas sempre o sentia alargar ainda mais meu ânus quando seu cabeção comprido entrava.
Eu sempre ouvia um “plof” melado quando aquele “abajur”
entrava todo. Parei, quiquei suavemente, sentindo aquela largura deliciosa de
glande, em seguida sentei até o talo e rebolei, gemendo e trêmula.
—Puta que pariu, morena deliciosa da porra! Disse Clécio, pirando com
meu gingado.
Olhei para Anita e ela estava muito bem acocorada, com seu tronco quase deitado, e o rabão bem empinado, quicando ensandecida na tora de Ariovaldo, Sandra estava do mesmo jeito, e também massacrava o pauzão de Batista com seu cu, e não o contrário.
Aquilo me inspirava, e passei a castigar a rolona
cabeçuda do moreno com meus pulos, gemendo e gritando loucamente, pirando ao
sentir o “plaft, plaft” frenético de meu rabo sobre as coxas dele. Um exercício
delicioso para fortalecer as pernas e deixa-las ainda mais grossas e firmes.
Nova troca, agora fiz o mesmo no
pauzão de Batista, e já sentia meu cu muito bem arrombado. Meu corpo suava
profusamente, os dos machos também, e ofegávamos, mas sem vontade de parar,
querendo levar nossos corpos ao limite extremo do tesão e prazer.
—ISSO, SOCA FORTE, SOCA SEM DÓ! Gritei, tarada e sentindo as estocadas
de Batista no meu rabo. Minha xoxota parecia uma torneira aberta, de tanto suco
que vertia.
Uma hora cansei de ficar acocorada e sentei ajoelhada, as demais
fizeram o mesmo, e a gangorra seguiu frenética. Me debrucei sobre Batista e ele
conduziu magistralmente a trepada, socando com força, dando leves trancos e
paradinhas, mantendo minhas nádegas abertas.
Após um tempo descemos da cama, os machos propuseram novamente a
brincadeira da fila, então eu, Anita e Sandra apoiamos nossas pernas esquerdas
sobre a cama, deixando nossos rabões bem empinados. Ariovaldo então anunciou
que aquilo seria saideira da suruba:
—É pra finalizar galera, porque a dá pra ver o cansaço em todo mundo!
—Quem vai levar nossas porras no cu e dar pras outras duas beber?
Indagou Clécio.
—Tem que ser a convidada né! Disse Anita, pondo pilha e os demais
riram.
—E eu vou ficar sem engolir porra? Ah, não gostei não! Falei, meio
chateada.
—Quando eu for te deixar em casa, você chupa e toma meu leitinho! Disse
o vigia, alisando minha bunda e dedilhando meu cu arregaçado. Sorri e assenti.
O desfecho da suruba começou com Sandra, que levou a tora de Valdo no
cu por cerca de quase 10 minutos, berrando e chorando de tesão. O vigia
dedilhou a xoxota encharcada dela e a fez gozar como louca, urrando e dando
socos no colchão.
Depois foi a vez de Batista, e este também ficou pouco tempo enrabando
a crente, que após o segundo orgasmo, apenas grunhia e se tremia toda.
Ariovaldo socou seu rolão grosso no meu cu e agilizou o processo, me fodendo
com fome, apesar de ofegar brutalmente e grunhir, lutando para se manter firme,
mas o vigia sequer oscilou, mostrou que era macho aos quase 60.
Valdo saiu de mim e foi para o cu de Anita, e Batista assumiu o lugar do vigia, Clécio varou o cu de Sandra novamente, e a mulher berrou com o cabeção invadindo seu ânus e recebendo o resto depois, em metidas fortes e ferozes, raivosas.
Eu rebolava e remexia a bunda, devorando os 23 centímetros
grossos de Batista, e o macho veio com seus dedos na minha xoxota encharcada, e
não demorou muito para que eu gozasse gostoso, ao mesmo tempo que Anita também
berrava desesperada e se tremia brutalmente sob a tora de Ariovaldo, gozando.
—AAAIIII, AAAHHHH QUE DELÍCIAAAA, SOCA, SOCA, ESTOU GOZANDO, NÃO PARA!
Berrei, ensandecida com meu orgasmo. Batista obedeceu e continuou trucidando
meu cu.
Por fim, Clécio. O caralhudo cabeçudo não perdeu tempo e tratou de
fechar o arrombamento anal com classe, metendo deliciosamente sua tora e
aproveitando o efeito ainda ativo do meu clímax delicioso. Batista fazia Anita
continuar chorando de prazer, e vi o rombo avassalador em seu ânus faminto. O
moreno foi o que ficou menos tempo, era o que demonstrava mais cansaço dos
três, então ele saiu e foi para a mulata, Ariovaldo se achegou e varou meu
rabo, mas meteu só a cabeçorra de sua tora e começou a punhetar, Sandra se
aproximou e abaixou-se, dando lambidas no cacetão enquanto o macho o
masturbava.
—Caralho, caralho, AAAHHH! Disse Valdo, gozando gostoso no meu cu,
então ele meteu rapidamente sua tora todinha e me levou ao céu quando a senti
pulsar violentamente, despejando sua porra cálida lá no fundo do meu cu. Pirei
mesmo. Ah, vigia tesudo do caralho...
—Cadê? Acabou de gozar? Me dá, me dá pra chupar! Pediu Sandra, tarada.
Valdo tirou sua tora do meu cu, ainda melada de porra e a evangélica abocanhou
com fúria, e ele gemeu.
—Segura a porra, não expulsa agora! Pediu Batista, que socou no meu
rabo parte de seu cacetão. Anita também veio e se abaixou ao lado de Sandra, e
ambas lambiam o picão.
Batista urrou gostoso e também injetou seu esperma quente e profuso no meu rabo, bombando gostoso e devagar, em seguida tirou a rolona e as duas caíram de boca, quase disputando qual das bocas chuparia mais a tora melada.
Fiquei abismada, nunca vi tanta tara por pica daquele jeito, mesmo após horas
de sexo anal extremo, o cio delas não passava, era simplesmente surreal e
inacreditável o que estava acontecendo ali, e foram essas coisas que me
deixaram receosa de publicar, porque era um sexo extremo e sem limites.
Clécio apenas meteu parte do cabeção de sua rola no meu cu, mas o
ajudei a meter tudo, e ele bombou um pouco. Segurei o cacetão largo e punhetei.
Não deu outra, o moreno urrou de prazer e gozou gostoso, soltando jatos fortes
e razoavelmente profusos. Foi o pauzão que pulsou mais intensamente dos três, e
fiquei impressionada, parecia que ia explodir de tantos espasmos orgásticos.
Ele urrava e gemia aflito, e eu já não aguentava prender tanta porra.
—Prontas pra tomar bastante leite minhas safadas? Indagou Valdo.
—Manda, morena, despeja o leite! Autorizou Anita.
Batista me pôs acocorada, quase em cima da cara de Anita, que esperava
com sua boca aberta receber o néctar, sem se importar com alguma sujeira, pois
não fiz a chuca, mas não vi nenhum dos caralhões sair sujo do meu cu, e olha
que eles foram bem fundo mesmo, estocaram com violência, e mesmo assim, nenhum
resíduo foi detectado, sequer odor fétido, pois eu sabia qual o tipo de nutrição
adequada para prender o intestino e não ter surpresas desagradáveis...
Relaxei meu cu arregaçado e comecei a despejar a porra na boca de
Anita, mas como meu cu estava bem arregaçado e demorando retornar ao estado de
repouso, fui controlando para não deixar Sandra sem leite, e a mulata sorveu
sorrindo, gemendo e grunhindo tarada.
Em seguida fiz o mesmo, e como não sabia precisamente quanta porra
havia em meu ânus, a evangélica acabou sorvendo mais porra que a mulata, mas
não houve reclamações, ambas sorriam satisfeitas, e eu também, apesar de quase
ter caído sentada sobre a cabeça da mulher, de tanto que minhas pernas tremiam.
Valdo percebeu e me ajudou a levantar.
—Tudo bem Luciana? Tá sentindo alguma coisa? Indagou o vigia, bem
preocupado.
—Só cansaço meu querido, não se preocupe! Respondi, e ele me abraçou.
—É isso aí! Foi muito show viu, vocês tão de parabéns! Disse Batista.
—É, a novata é das nossas, precisa participar de outras brincadeiras
como essa, a gente gostou muito de você! É raro achar uma mulher braba assim!
Disse Clécio, e rimos.
—Agora não estou em condições de topar nada, mas quem sabe um dia!
Retruquei, e mais risos irromperam. Fui abraçada por quase todos, e foi muito
legal. Eram de fato pessoas boas, como Ariovaldo disse, porém... a cereja do
bolo estava por vir...
—Luciana, você pode tomar banho à vontade no banheiro desse quarto, eu
e os outros nos viramos, tem mais dois banheiros aqui, então, fique à vontade, sinta-se em casa,
tem uma pomada anestésica no armário, toalha limpa, xampu e sabonete! Avisou
Batista, e assenti sorrindo.
Claro que tomei um banho bem demorado. Em casa eu só queria saber de
dormir até sei lá que horas. Quando a gélida água do chuveiro caiu sobre mim, e
o sangue começou a esfriar, é que o resultado de mais essa extravagância sexual
começou a se revelar... e bem doloroso...
Saí do banheiro e vi que estava sozinha. Meu cu estava besuntado de
pomada, e mesmo assim eu ainda sentia incômodos. Respirei fundo, relembrando
cada cena, cada gesto dessa que foi a suruba mais pesada que participei até o
momento. Peguei meu vestido, mas o soltei de uma vez e senti meu coração
disparar com um susto violento que levei, causado por um grito, o grito de um
homem, e pelo que ele afirmou... um homem o qual, presumi a princípio... ter descoberto a traição da esposa...
—MENTIRA, É MENTIRA PORRA! A DAIANE NÃO FEZ ISSO, NÃO É POSSÍVEL! A voz
que deu esse berro desesperado, choroso e incrédulo era a de Clécio, e tive de
me sentar, com medo.
—Calma Clécio, calma cara! Pedia a voz de Ariovaldo.
—CALMA O QUE PORRA? A DAIANE TÁ ME TRAINDO COM O MIGUEL, COM O MIGUEL!
PUTA QUE PARIU... O MIGUEL CARA! Retrucou Clécio, chorando com desespero na
voz, e eu, que já me tremia do susto, fiquei dispneica, suei frio e me encolhi.
Miguel? Ele era amigo de Clécio? Por que fez isso? Miguel... Valdo, Batista...
Stefhany... tudo parecia estar interligado...
—Se acalma macho! Procura saber o que aconteceu antes de pensar em
fazer merda, pensa nos teus filhos, esfria essa cabeça! Aconselhou Batista.
Clécio berrava, com ódio.
—COMO É QUE EU VOU ME ACALMAR BATISTA? ESSE SAFADO TÁ COMENDO A MINHA
MULHER, MANDOU UM ÁUDIO AQUI E ELA TAMBÉM, ELES TÃO TREPANDO AGORA, OS DOIS
CONFESSARAM! MIGUEL FILHO DE UMA PUTA, DESGRAÇADO! Retrucou Clécio gritando e
chorando.
Eu só acreditei que era possível um pirocudo ser corno por causa do
caso de Edvaldo, porém, se um pauzudo como Clécio, que tinha sim uma baita rola
tesuda, gostosa e de respeito foi corneado pela esposa com o tal Miguel, então
era porque a piroca daquele homem era, ou bem maior, mais cabeçuda, ou mais
grossa, não sei, mas algo de muito mais atrativo tinha de haver no cacete dele,
ou nele, porque aquilo que eu ouvia era simplesmente inacreditável.
—AAAIII! Gritei, assustada novamente, ao ouvir a porta do quarto sendo
aberta, e ver Ariovaldo, já vestido entrando e a fechando em seguida, com a
face vermelha de rir.
—Calma Luciana, não vai acontecer nada de ruim, eu tô aqui! Avisou o vigia.
—Pelo amor de Deus, o que está acontecendo? O que esse tal de Miguel
fez com a esposa do Clécio? O homem está descontrolado! Questionei e desabafei,
com medo mesmo.
—Calma, fica calma por favor! Por isso eu vim, pra te explicar! Olha, o
Miguel é advogado, ganhou uma causa trabalhista pro Clécio no valor de 20 mil
reais e cobrou dois mil pelo serviço, o Clécio pagou só mil e se fez de besta
com o resto, ou seja, deu um calote no Miguel, então... o comedor só executou a
dívida! Explicou Ariovaldo, e esbugalhei os olhos...
—Minha nossa, é sério? O Miguel... pegou a mulher do Clécio como
pagamento? Questionei, embasbacada, porque aquilo era sim difícil de acreditar,
mas não impossível.
—Na hora que o Miguel veio deixar a Sandra e a Anita, a mulher do Clécio
tava dentro do carro dele, por isso ele não saiu pra falar com a gente! Quem
armou essa suruba foi o Miguel, justamente porque a trepada dele com a mulher
do Clécio tava marcada pra hoje, só ia dar certo hoje, então o corno tinha que
ser despistado, só que quem saiu convidando o pessoal fui eu, porque se o Clécio
soubesse que o Miguel tava por trás do esquema, ia recusar, justamente por causa
da dívida, entendeu? Explicou Ariovaldo, e entendi, mas continuei atônita.
—PIRANHA, VAGABUNDA, VAGABUNDA, É ISSO QUE TU É, UMA PUTA SAFADA! ME
TRAIR COM UM VAGABUNDO, “FI DI RAPARIGA” DO CARALHO COMO O MIGUEL! Gritou
Clécio, transtornado de ódio. Ariovaldo começou a rir, aquilo acabou me
contagiando, e ri também.
—Nossa, que amigos do peito vocês são hein! Comentei, irônica, e rindo.
—Clécio não é meu amigo e nem de Batista, o Miguel sim é nosso amigo, é
nosso irmão, amigo do meu filho Cássio, e eu digo a você Luciana, aquele cara
tem um coração maior que o pau, e ele se ofereceu pra representar o Clécio de graça
na justiça, mas o chifrudo quis dar uma de fodão e dispensou o favor, disse que
ia pagar o que ele cobrasse porque não se mistura amizade com trabalho, só que o
dinheiro mostra quem são os canalhas, o Miguel ganhou a causa, o Clécio
embolsou 20 mil pila, pagou só metade do combinado e quis dar um “xexo” no cara
com o resto, aí ele cobrou a dívida da forma que achou justa! Retrucou
Ariovaldo, enfático.
—Entendo, então o Miguel comeu a mulher do Clécio por vingança! No
mínimo ela deve ser um tribufu, mas o Clécio mereceu por ter sido sacana!
Retruquei, sincera. Valdo rebateu:
—Aí é que você se engana! A Daiane é lindíssima e gostosona como você, mais
ou menos o teu corpo, toda grande, rabuda, coxonas grossas; é paraense né,
descendente de índios, e o Miguel não comeu ela por vingança, foi pra ensinar
ao velhaco do Clécio, que o homem deve honrar sua palavra, deve sustentar o que
diz! Concordei plenamente com ele.
—EU NUNCA TE TRAÍ NÃO DAIANE, NUNCA! ATÉ ISSO ESSE VAGABUNDO DO MIGUEL INVENTOU
DE MIM PRA TE COMER? EU SEMPRE FUI FIEL, AGORA VOCÊ É QUE É UMA PUTA SAFADA,
PORQUE ME TRAIU, E MULHER QUE PRESTA NÃO TRAI, MULHER QUE TRAI É VAGABUNDA!
Gritou Clécio, e fitei Ariovaldo com os olhos mais que arregalados. Ele riu
alto.
—É sério isso que acabei de ouvir? Além de velhaco e corno, esse safado
ainda é um cínico machista de merda? Quer dizer que ele pode trair à vontade, e
a esposa dele tem que aguentar as mentiras que ele conta caladinha? Ah
Ariovaldo, tomara que o Miguel dê umas boas porradas na fuça desse cretino chifrudo
viu! Desabafei, incrédula e com nojo de Clécio, nojo.
—Clécio, se controla que você tá na minha casa, chega de chilique!
Repreendeu Batista.
—Eu quero ir embora, mas estou com medo! Falei, realmente apreensiva.
—Calma, eu tô aqui, o Clécio tá transtornado, mas não vai fazer mal a
ninguém, relaxa! Se veste, a gente já vai pra casa, não se preocupe, tá tudo
bem! Disse Valdo, me abraçando.
—Ah, tava faltando o amiguinho do Miguel vir né! Ele já espalhou pra ti
foi? Indagou Clécio, com tom de voz baixo, mas ainda assim, alterado. Quem
havia chegado?
—Quem está aí? Quem é esse amiguinho? Perguntei, ficando apreensiva de
novo.
—Não sei, o Miguel tem tantos amiguinhos! Replicou Valdo, brincando.
—Calma meu jovem! Que ódio é esse? Indagou a voz do homem, sereníssima,
e achei aquele timbre vocal calmo bem familiar, mas a tensão da situação me
deixou meio aturdida.
—O FILHO DA PUTA DO TEU AMIGÃO, O MIGUEL! ELE COMEU, ALIÁS... TÁ COMENDO A MINHA MULHER, AQUELE
SAFADO! Gritou Clécio novamente, e ouvi seu choro de ódio e indignação, e ri
junto com Valdo.
—Calma rapaz, tenha educação na casa alheia, não precisa gritar, eu não
sou surdo! Eu só vim buscar Sandra e Anita, mas parece que alguém já as
levou! Disse o homem, firme. Ele falava muito bem o português, e eu estava
reconhecendo aquela voz, mas não sabia de onde.
—Ué... mas as duas já foram embora? Perguntei, surpresa. Valdo
assentiu.
—O que tu quer? Veio tripudiar foi? Veio “frescar” com a minha cara? O
Miguel já te falou da trairagem que ele fez comigo? Tu acha certo o que ele
fez? Indagou Clécio, chorando.
—Não chore Clécio! A vida é assim, um dia traímos, noutro somos
traídos. Um dia gozamos, noutro o pau nem levanta, mas ouça uma verdade: a sua
esposa também tem o direito de ser feliz, e não merece passar a vida inteira
sendo enganada por você e sofrendo com o seu machismo e hipocrisia! As pessoas
têm um cenário ao redor, não são indivíduos isolados, então... veja o cenário
dela, porque é na desgraça que nós crescemos, e dependendo de como você encara,
às vezes nem é uma desgraça! Disse o homem, e me arrepiei.
—Ah não macho, tu quer que eu seja um corno manso? Corno manso de um chifre que a Daiane
me pôs... com o Miguel? Ah cara... tu tá me tirando né? Retrucou Clécio, e eu e
Valdo gargalhamos.
—Ainda tem gente aí? Indagou o homem a Batista. Eita, ele ouviu nossa
gargalhada.
—É o Ariovaldo e uma amiga que ele trouxe! Respondeu Batista, calmo. Ouvíamos
tudo perfeitamente porque estávamos no quarto, e toda aquela agitação era na
sala, ao lado...
—Ele vai vir aqui? Indaguei, me levantando e tentando me vestir,
aflita. Valdo riu e negou com a cabeça.
—Ah sim! Bem... vou indo! Er... Clécio, vamos ali comigo, vamos
conversar um pouco, tentar esfriar a cabeça, não quero que você seja um corno
manso, mas sim um homem prudente e equilibrado! Venha, por favor, eu quero te ajudar! Propôs o homem, e me arrepiei de novo.
—Não tô afim de ouvir baboseiras de bíblia não cara! Se Deus existisse,
não deixava um cidadão como eu ser humilhado desse jeito! Retrucou Clécio,
choroso. Era muita cara de pau...
—Não Clécio, não vou falar de bíblia e nem de Deus com você, só vamos
conversar sobre a vida, sobre a sua vida! Venha por favor, estou te pedindo de
coração, porque também sou pai como você, e sei muito bem que o adultério destrói uma
família. Você tem filhos lindos que o amam, e não merecem ver o pai e a mãe deles
caírem em desgraça! Pense nos seus filhos! Retrucou o homem, calmo, e Clécio
chorou, em seguida ouvi algo que pareceu ser um abraço. Uau! Que argumento...
Tudo pareceu se acalmar de vez, não ouvimos mais Clécio estrebuchar e
berrar, tampouco o misterioso homem que conseguiu amansar o boi raivoso. Ainda
ouvi vozes, mas não pude captar o que diziam, talvez já estivessem fora da
casa, então me vesti, serena, Ariovaldo ficou mexendo no celular, absorto,
parecia meio consternado também, pois não riu mais.
—Tudo bem aí Ariovaldo? Luciana? Indagou Batista, batendo à porta, após
alguns minutos de calmaria permanente. Eu e Valdo nos aprontamos, era hora de
partir.
—Sim, pode entrar! Respondi, e Batista entrou pedindo licença.
—O corno ficou mais calmo? Indagou Valdo, e Batista riu, depois
comentou:
—Olha Ariovaldo, eu não sei quem é o mais safado dos dois: o Rodrigo ou
o Miguel viu! Rodrigo? Humm... então o misterioso homem de fala rebuscada e
serena se chamava Rodrigo...
—Como assim? Indagou Valdo, meio confuso. Batista sacou o celular do
bolso, abriu o WhatsApp, se aproximou de nós e deu play em um áudio de Miguel que
me deixou estarrecida...
“Batista, o Rodrigo está indo aí para dar uma amansada no corno, mas se
faz de besta, vou levar a Daiane até a casa dele, porque... (risos), ele também
quer foder o rabão dela né, então vou dar esse presente ao meu “abiguinho”... e
Batistinha do céu, meu amooorrrr, pense numa potranca gostosa do caralho, a
“muié” faz um anal brabo viu... mas fica ligado aí no movimento, que o caloteiro
chifrudo vai pagar os juros da dívida daqui a pouco! Beijoca na piroca!”.
—Meu Deus do céu... esse Miguel é louco! comentei, bestificada e os dois machos riram.
—Agora escutem o áudio que o Miguel e a Daiane mandaram pro Clécio revelando tudo! O Miguel é doido cara! Como é que um perturbado desse é advogado? Disse batista, chocado e deu play:
"E aí Clecinho? Beleza? Aqui quem fala é o Miguel, seu advogado. Lembra daquela grana que você ficou me devendo e se fez de esquecido? Pois é... eu tive toda a paciência do mundo e você quis me passar a perna, aí... quem tem com que me pagar não deve nada né? Então peguei sua mulherzinha gostosa como pagamento, vou comer o cuzinho dela bem gostoso e aí estaremos quites, né minha cachorrona? Fala aí para o corno caloteiro!".
Nisso, Daiane respondeu, irada, e me tremi, tamanho meu choque, porque ouvi a esposa traída ratificar o que o advogado disse... com uma impressionante sede de vingança na voz...
"Sim meu advogado gostoso... se deve tem que pagar né? E como eu... sou uma boa esposinha... assumo bem gostoso a dívida do corno e pago, tá ouvindo Clécio? Seu SAFADO, FELA DA PUTA! Fique com as suas piranhas aí seu vagabundo, que eu vou me vingar, vou me acabar no pombão do seu... advogado agora... e depois Clécio... PEDIR O DIVÓRCIO! Seu VELHACO CORNO!".
—É... dever pra advogado... é pior que dever pro diabo! Disse Valdo, e gargalhamos.
FIM
============================================================
Olá queridos alunos. Tudo bem com vocês? Espero que sim. Este é o surpreendente e chocante desfecho dessa história, que fez sucesso no contoerotico e dividiu opiniões, e, como avisei lá na introdução do segundo ato, algumas histórias viriam com parágrafos extras, e essa é uma delas.
Explico novamente aos que talvez não leram: no blog estou postando os MANUSCRITOS ORIGINAIS, pois no contoerotico tive de suprimir alguns trechos, uma vez que meus textos são longos e disso eu tenho consciência. Parágrafos extras nada têm a ver com trechos inventados, que fique bem claro, lá apenas OMITI determinados trechos, sem causar prejuízo no entendimento de todos. No contoerotico isso ocorreu no início do terceiro ato, porque um dos textos tinha 15 PÁGINAS.
Leiam e releiam, tentem gravar em vossas memórias essas últimas falas, porque em meados do segundo e terceiro atos... esse acontecimento será revivido, com suas motivações, justificáveis ou não, bem explicadas, então fiquem atentos, porque esse acontecimento deu MUITO pano para manga...
Dando um leve spoiler, Anita vai reaparecer em minha vida sexual no final do terceiro ato, e Daiane vai surgir em determinada altura dos meus relatos, e digo a vocês: Clécio foi um vacilão em perder essa deusa, uma fêmea linda e gostosa, mas com uma história tocante.
TALVEZ HOJE, eu poste o epílogo, e como falei: se o engajamento for satisfatório, se houver interação e participação dos meus alunos safadinhos, posto uma foto chupando um dos meus pauzudos, mas pelo visto, a interação aqui está mais fraca que "caldo de bila", tanto que quebrei a sequência de postagens propositalmente para observar, e o desânimo é grande, mas enfim... vamos em frente...
Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de vitórias e muito trabalho.
Anal
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Heterossexual
Oral
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Comentários

Professora, você tem conta no sexlog pra gente lhe adicionar?
ResponderExcluirOlá meu querido, obrigada pelo comentário. Não, apesar de conhecer o Sexlog, nunca me cadastrei lá porque nunca tive interesse de ir tão longe assim em minha sexualidade, a ponto de querer conhecer pessoas de outros estados só para transar, até porque, que no estado onde nasci e vivo, tenho parceiros sexuais maravilhosos, e outro detalhe que me tirou meu interesse: eu tenho uma filha, então é bem complicado...
ExcluirBeijos.
Uuiii quero ver essa foto!
ResponderExcluirProfessora você tem alguma página de fotos suas( claro que sem revelar sua identidade) pra gente poder lhe apreciar melhor, beijos no coração minha querida
ResponderExcluirexcelente releitura,e ja que tu deu um spoiler da daiane,esperamos que ela seja tao quente quanto tu e a sandrinha e a anita na cama,beijao gata e ate´ o proximo conto
ResponderExcluirSeus contos são perfeitos. Continua por favor.
ResponderExcluir