035 - EMBOSCADA SEXUAL 2: O DIA EM QUE UM CORNO CHOROU – PARTE 2

 

Quem aguentou um Ariovaldo no cu, aguentaria Clécio. E foi essa linha de raciocínio adotada por mim, que me fez perder um pouco o receio e mamar mais tarada aquele caralhão cabeçudo, e eu tinha confiança no morenão. Batista pôs Sandra deitada em posição dorsal e com a cabeça para fora da cama, em seguida a fez abocanhar seu pauzão, e a mesma mamou faminta, mas nunca conseguia ir muito longe por ter a boca pequena.

                AAAIIII ARIOVALDOOO! PAUZÃO GROSSO DO CARALHOOO! Berrou Anita, e vi nitidamente as pernas da mulata tremerem ao receber o trabuco do vigia no cu. —METE TUDO, METE TUDO, METE ATÉ O TALO PORRAAA! Completou a mulher, taradíssima.

                —Segura a pancada agora negona! Disse Valdo, que deu um tranco feroz na bunda da mulata, e a fez berrar chorosa e chorar, em seguida o macho segurou suas ancas com firmeza e socou sem piedade, sem tempinho para amaciar, já fazendo seu “plaft, plaft” alucinado.

                A...AAA...AAAIIIIEEEE! CARALHUDO SAFADO! SOCA ESSE PAUZÃO GROSSO NO MEU CU, SOCA SEU PUTO! Berrou Anita, ofegante e chorosa. Me senti uma amadora de novo (risos).

                —Alguém cala a boca dessa negona que ela tá muito escandalosa! Pediu Valdo, e rimos.

               —Nossas bocas já estão bem caladinhas querido! Falei, me enturmando, em seguida continuei adaptando a minha boca ao calibre do moreno. Eita pauzão delicioso de chupar.

                —Vai Sandrinha, engole, engole gostoso minha cadelinha! Disse Batista, tentando atolar sua tora na boca da evangélica. O rosto dela estava vermelho, o nariz escorrendo e a saliva parecia uma torneira aberta, não parava de cair no chão.

Batista a virou rapidamente, ergueu e abriu bem suas pernas, chupou seu cu e o salivou, meteu dois dedos e bombou, em seguida fez o mesmo que Valdo, socou seus 23 centímetros inteiros no rabo da crente, que berrou e tremeu as pernas também. Aquelas duas pareciam gostar de um sexo mais violento, porque não reclamavam das estocadas dos machos, talvez fossem amantes deles há muito tempo e já estivessem bem acostumadas.

AAIII, “POMBONA” DE JUMENTO GOSTOSA DA PORRA! Berrou Sandra, abrindo bem suas nádegas para Batista a enrabar sem pena, e assim ele o fez.

—E aí, vamos? Convidou Clécio, enquanto eu ainda o chupava.

—Vamos sim! Respondi, tirando o pirocão cabeçudo e bem salivado de minha boca, em seguida me levantei e subi na cama, ficando de quatro à beira da mesma, empinando meu rabo.

—Ei Clécio, disse o que pra tua mulher quando veio pra cá? Indagou Ariovaldo.

—Disse que ia levar a moto pra revisão na oficina! Respondeu o moreno, abaixado. Ele começou a chupar deliciosamente minha buceta, e o riso coletivo ecoou.

—E a tua Batista? Seguiu Valdo. Batista era casado? Não vi aliança em seu dedo...

—A minha tá na casa da cascavel (sogra)! Disse o comedor, e gargalhamos.

—Homem não presta mesmo né? Ô raça ruim! Comentou Anita, e rimos mais.

—É, mas quando a mulher resolve não prestar também, viu? Retrucou Ariovaldo.

—Faz bem pior! Arrematei, e gemi gostoso em seguida. Mais risadas irromperam.

          Após quase me fazer gozar no oral, Clécio me deixou bem temperada, com o rabo bem lubrificado e relaxado. Chegara a hora de levar aquele picão cabeçudo no cu. 

            Valdo veio com Anita, e ela também ficou de quatro na cama, ao meu lado e deu um sorriso maroto, em seguida o vigia trocou com Batista, que pegou a mulata de jeito e varou o rabo dela com seus 23 centímetros grossos, fazendo-a berrar escandalosa, enquanto Sandra também gritava e ria com o trabuco do coroa no rabo. Achei que ia ficar surda com aqueles gritos...

                Senti uma leve tontura, seguida de fortes tremores nas pernas. Sim, o cabeção do pirocão de Clécio estava me causando essas sensações ao penetrar suavemente meu cu. Dei um gemido alto e procurei relaxar ao passo que meu ânus ia se alargando para acomodar aquela cabeçorra. 

                O macho controlava para não deslizar, mostrando habilidade em usar seu brinquedo, mas uma hora escapou, respirei fundo, ouvindo os gemidos ensandecidos de Anita e Sandra sendo enrabadas, o moreno veio novamente, e meteu mais uma vez, gemi e rebolei, e boa parte da glande largona e comprida passou, dilatando além do normal meu rabo, mas escapou mais uma vez quando ele foi começar a bombar. Apesar desse probleminha, não fiquei tensa.

Paciente, Clécio beijou e alisou minha bunda, chupou minha xoxota mais uma vez e tentou novamente; pincelou e deslizou suavemente o cabeção no meu cu e gritei, encolhendo a bunda, ele a empinou de novo e finalmente o cogumelo adentrou, me dando um leve choque, o moreno deu uma paradinha e em seguida começou a bombar devagar, avançando pouco enquanto minhas pernas balançavam e os dedos dos meus pés contraíam e esticavam.

Não conseguia prestar atenção nas mulheres ao meu lado, eu apenas gemia e tentava suportar a dor gostosa daquele cacetão arrombador me currando e dilatando cada vez mais meu cu com sua grossura. Clécio foi metendo devagar, até a metade e então fez o vai e vem até quase tirar e meter até onde meteu, então, após um tempo nesse ritmo, relaxei de vez e rebolei, sentindo mais tesão e imergi totalmente na orgia. 

Clécio era muito bom de foda mesmo, como Sandra havia dito; ele segurou minhas ancas e seguiu socando devagar, metendo mais a cada vai e vem, sem pressa, vi Valdo sair de Sandra e ficar ao lado de Batista, que enrabava Anita e a fazia rebolar como só as mulatas rebolam, pirei e rebolei mais, e Clécio finalmente enterrou seu cacetão cabeçudo no meu cu, dando uma paradinha e um leve tranco. 

AAAIIII, AAAHHH... CARALHÃO GOSTOSO DA PORRA! VAI, METE, SOCA! Gritei, ensandecida com a pegada do morenão, que já aumentava um pouco o ritmo.

—Rabão gostoso da porra, cuzinho apertadinho! Disse Clécio.

Rebolei e o macho foi socando, suave, querendo destroçar ainda mais cada prega do meu cu com seu trabucão grosso e cabeçudo. Que delícia sentir aqueles 20 centímetros me rasgando, então pedi que ele fosse um pouco mais forte, e assim foi, delicioso, gritei, gemi e me tremi, ensandecida de tesão e pedindo mais, amando toda aquela luxúria, o comedor segurou firme minhas ancas e castigou, as duas mulheres me fitaram e sorriram, inebriadas de tesão...

                Após um tempo gostoso, chegou a vez de provar o caralhão de Batista. Clécio foi para Anita e Valdo continuou em Sandra, que com sua bundona, fazia o vai e vem, fazendo a tora bem grossa do vigia passear livre e frenética em seu cu. Que desenvoltura ela tinha.

Prestei bem atenção na rolona cabeçuda do moreno adentrando o cu arregaçado da mulata, e me impressionei ao ver o rombo cada vez mais crescente conforme o picão entrava, ao mesmo tempo que sentia o cacetão de Batista invadir o meu rabo. Humm... delirei gostoso e rebolei também, ajudando aquele pauzão a se acomodar cada vez mais fundo.

AAAIIII, CARALHO, PAUZÃO CABEÇUDO DA PORRA! VAI CLÉCIO, SOCA, SOCA TUDO ATÉ O TALO SEU PUTÃO! Berrou Anita, que foi obedecida pelo moreno.

—Já imaginou a mulher do Clécio mandando o comedor socar assim hein? Cochichou Ariovaldo para Batista, baixinho, mas eu ouvi e olhei para trás na mesma hora. Os dois me fitaram e tentaram em vão disfarçar. O que eles quiseram dizer com aquilo?

—Vem Sandrinha, mama teu comedor sua cadela safada! Disse Valdo, saindo do cu dela. A evangélica caiu de boca na tora do vigia sem pestanejar, e fiquei bestificada.

Foco na transa. O caralhão grosso e delicioso de Batista me fazia delirar e rebolar cada vez mais conforme avançava no meu cu. O macho apoiou a perna sobre a cama, segurou minhas ancas e mandou brasa. Meu tesão se intensificou mais ao ver Clécio arregaçando o cu de Anita, que berrava chorosa, rebolava dizendo obscenidades e levava tapas estrelados nas nádegas.

—Vai Batista, soca forte, soca gostoso! Falei, ensandecida, inspirada.

—Putz, que morena espetacular! Que rabo delicioso! Disse Batista, maravilhado.

Senti o talo do cacetão grosso de Batista e grunhi, rebolei e comecei a fazer o vai e vem, ensandecida, quase tirando e chocando minha bunda em sua virilha, alucinada e mostrando a todos que sexo anal com pauzudos se tornou minha paixão. 

Eu rebolava e sacudia minhas nádegas, balançando o picão preso no meu cu e o sentindo arregaçar cada vez mais, em seguida diminuí o ritmo, ouvindo os gemidos aflitos de Batista e ele assumiu novamente, socando com força, estocou cinco vezes, parou, rebolei, ele bombou devagar e castigou de novo. Pirei.

FILA PRA COMER MEU CU, AGORA! Pediu Sandra, de quatro. Clécio saiu do rabo de Anita e Batista do meu. Não pude deixar de ver o rombo causado pela rolona cabeçuda do moreno no ânus da mulata. Bem, boa parte daquele rombo foi causado por Ariovaldo né...

—Tá no cio hoje né crentinha cadela? Indagou Clécio, ficando ao lado de Valdo, que esfolava o cu da evangélica sem pena. Ele tirou sua tora e vi a cratera formada.

—Eu tô no cio é todo dia meu filho! Mostrou uma rola grande pra mim eu já mando socar no cu logo! Respondeu Sandra, e todos riram. Fiquei embasbacada.

—Pior que é desse jeito mesmo... essa menina tem o fogo do inferno no meio das pernas! Disse Ariovaldo, pondo pilha na brincadeira e mais risos altos seguiram.

—Tá amarrado, repreendido! Tesão é de Deus! Replicou a evangélica devassa.

—Foi a Sandrinha que tirou a virgindade do Cássio, sabia Luciana? Revelou o coroa.

—Sério? E por que o Cássio não chamou a Sandra para tirar a virgindade do amigo dele? Questionei, meio indignada, e claro, mais risos irromperam. Era um clima gostoso, bacana.

—Porque eu não faço mais isso, o Cássio foi o primeiro e último cara que tirei o cabaço, ele me pediu pra tirar o do tal de Diogo, mas nem fui com a cara daquele menino, e olha que ele me mostrou o pau e tudo, era grande sim, mas sabe quando não rola? Explicou Sandra. Assenti.

—Bora, quem é o primeiro? Indagou Valdo. Sandra escolheu:

—Clécio! Disse a crente safada. Aquela pausa era boa para recuperar um pouco o fôlego.

—Fez a chuca Sandrinha? Indagou Valdo. A jovem assentiu e o vigia varou sua boca com seu pauzão grosso, Clécio veio e socou sua tora cabeçuda sem pena, e ela encolheu a bunda.

—Você fez Luciana? Indagou Anita. Neguei com a cabeça, e ela assentiu. Eu achava aquilo meio nojento, chupar o pau que fode seu cu, mas a picona de Valdo não estava suja...

AAAA...MMHHHGG... AAAIIII! Gritou Sandra, com a tora de Valdo alargando sua boca.

Era impressionante e lindo de se ver. Aquele pauzão grosso e cabeçudo de Clécio esfolando o cu da evangélica enquanto ela chorava chupando o rolão do vigia e tremia suas pernas, causou espasmos em minha xoxota, e não a poupei de uma masturbação suave. Anita também dedilhava sua buceta vendo aquilo. O rombo no ânus daquela mulher só aumentava.

Clécio tirava o picão e nos mostrava, dava para ver quase todo o interior daquele cu, o qual estava vermelho, inchado e deformado de tanta rola grossa que o fodeu.

—Vou meter na bucetinha viu Sandra? Avisou Clécio.

NÃO! É NO CU! A buceta é do corno, só ele come! Revelou Sandra, e arregalei os olhos.

—Certíssima meu bem, o meu chifrudo nem encosta no meu cu! Disse Anita, e rimos.

Clécio varou novamente o rabo de Sandra. Nunca vi uma mulher com tanta tara no cu assim, ela rebolava, berrava e ria enquanto mamava Ariovaldo, o moreno parecia não ter pique para alimentar o monstro anal daquela fêmea, quanto mais socava com força, mais ela berrava e ria. 

O rombo era impressionante, ele tirava e metia, tirava e metia, fez isso várias vezes, e o ânus dela não voltava ao estado normal um milímetro sequer, então o moreno deu a vez a Batista, e este a deitou em posição dorsal, à beira da cama, ergueu suas pernas, a mulher abriu bem seu cu, nos mostrando-o cada vez mais destroçado, e Batista meteu.

O passeio anal que o pauzão de Batista fazia era impressionante e lindo de se ver. Sandra grunhia, com suas pernas trêmulas e a buceta inchada, como se tivesse levado vários golpes de palmatória, escorrendo seiva sem parar, como uma ferida aberta. Vendo aquilo, Ariovaldo passou suavemente a língua e sorveu o suco de excitação da fêmea, e ela urrou de prazer...

AAAAHHHH! TÔ GOZANDO, TÔ GOZANDO, NÃO PARA, CHUPA SEU VALDO, METE BATISTAAAAAAAHHH! Berrou Sandra, quase chorando. Valdo caprichou na chupada vaginal e Batista socou sem piedade, a mulher parecia ter levado uma descarga elétrica, de tanto tremer.

O amigo de Valdo continuou metendo enquanto o coroa chupava a xoxota de Sandra. Ele tirava, mostrava o estrago feito e metia até o talo, então uma hora saiu, o vigia veio e varou o rabo da crente de novo, o alargando ainda mais a cada estocada feroz que dava com o mais grosso dos três cacetões e fazia a safada berrar. O comedor segurou, manteve as pernas dela bem abertas e seguiu metendo, já bem suado e ofegante, mas sem vontade de parar.

Finalizando a fila, Clécio. O moreno do pauzão cabeçudo socou sem piedade no rabo de Sandra, e ela berrou. Aquele cabeção alargou o ânus dela mais que o pirocão de Valdo, que também era cabeçudo, mas a volúpia da “mulher virtuosa” era irrefreável, o moreno socava com força, repuxando o ânus dela conforme bombava e Sandra gritava e ria alto, pedindo mais, eu me masturbava deliciosamente vendo aquilo bem de perto; o entra e sai alucinado do falo enorme, o remelexo, o gingado, o defloramento anal, o prazer estampado nos rostos de todos...

—Agora é minha vez, vem Valdão, soca daquele jeitinho no cu da negona aqui! Clécio, me bota pra engasgar meu filho, soca esse pauzão bem fundo na minha garganta! Pediu Anita, ficando de quatro e rebolando seu rabo enorme. Vibramos com o furor daquela fêmea.

O vigia pincelou sua tora na xoxota da mulata e varou o cu dela em seguida, fazendo-a berrar, rebolar e ser calada pelo cacetão de Clécio, e a boca na mulher acomodou sem muita dificuldade aquele cogumelo. Valdo segurou as ancas de Anita, apoiou a perna esquerda na cama e trucidou, castigou sem pena, ela grunhia e engasgava, vertendo esputo, já com metade daquela tora cabeçuda e larga na boca, recuou um pouco e bombou feroz sua cabeça.

Anita abriu um pouco mais a boca, e Clécio bombou, metendo um pouco mais fundo. A fêmea rebolava e gritava chorosa, e chorava com as cutucadas fortes de Ariovaldo em seu cu. Sandra já chupava a tora de Batista e eu, apenas tocava aquela siririca nervosa, então o amigo do vigia, ao me vir sobrando, saiu da boca da crente e me fez mamar seu caralhão babado pela evangélica, e mamei sem frescura, indo até a metade numa bocada só e engasgando.

—Ainda não matei a saudade do cuzinho da Luciana! Disse Valdo. Era mesmo, eu ainda não tinha transado com o vigia desde que a suruba começou, então tirei o pauzão de Batista da boca e apenas fiquei de quatro na cama, o macho saiu do cu da mulata e veio até mim.

—Meu cu não pode ficar sem rola, não podeee! Disse Anita, meio brava, e gargalhamos.

—Calma negona, já vou matar a fome desse danadinho! Disse Batista. Eu estava bem ao lado de Anita, sendo assim, Batista e Ariovaldo também estavam bem vizinhos, então antes de começar a me enrabar, o vigia inclinou seu tronco para a esquerda e cochichou algo no ouvido do amigo; segundos depois, ambos suprimiram um riso alto. Sandra percebeu e também riu.

AAAAIIII, AAAHHH! Agora sim vou ficar bem arrombada! Isso Valdo, soca gostoso! Gritei e falei, sentindo o pauzão também cabeçudo e bem grosso do vigia adentrar meu cu.

Meu ânus ia se alargando e alargando conforme a cabeçorra passava, e eu gemia manhosa e rebolava, o vigia sabia que comigo teria de maneirar um pouquinho, pois eu AINDA não era uma máquina de sexo anal como aquelas duas eram; eu aguentava sim estocadas ferozes de diversos calibres, mas depois de bem temperadinha né, então assim ele foi, gradativo, sentindo o prazer de dilatar meu rabo conforme fazia o vai e vem, olhei para Anita e ela já recebia a tora rombuda de Clécio no cu e mamava Batista. Outro nível sexual o daquelas duas, que chupavam as rolonas que saíam de seus cus sem problema algum.

—Eita que a Luciana se garante hein! Comentou Sandra.

—Tu acha que eu ia chamar mulher fraquinha pra nossa festa? Retrucou Ariovaldo.

—É isso aí, ganhou mais dois amiguinhos praquelas horas de carência! Rebateu Sandra.

—É... talvez né! Respondi, e Valdo me enrabando, e eu gemendo gostoso. A pegada do vigia era a melhor dos três, provavelmente porque ele imprimia uma certa paixão por mim em suas metidas, ou analisava nossa relação de coleguismo dentro e fora da escola como um todo.

Não demorou muito para que o vigia atolasse sua tora inteira no meu rabo. Ele deu aquela paradinha marota, bombou devagar, e vendo que meu cu já tinha reconhecido o amigo, bombou mais rápido e forte, me fazendo berrar de tesão, em seguida segurou minhas ancas e castigou gostoso, mas ainda assim, mais brando do que com Anita e Sandra, não que Batista e Clécio não tenham sido cuidadosos, mas Ariovaldo mostrava sim ser o melhor comedor.

Anita mudou de posição. Ela deitou Clécio na cama, montou e sentou com o cu em seu cacetão cabeçudo, sentou quase de uma vez, empinou o rabão e começou a quicar enquanto Batista vinha e cessava o descanso de Sandra, fazendo o mesmo que a mulata, deitando-se e fazendo a evangélica sentar, mas de costas. A brincadeira da fila havia acabado, a ordem era não deixar nenhum buraco desocupado, e assim se seguiu a deliciosa suruba.

Fiz o mesmo que Anita após um tempo. Deitei o vigia na cama e montei de frente, mas sentei de cócoras, e sentei atolando seu picão grosso em um movimento só, e após sentir o talo, comecei a cavalgar, ensandecida, segurando meus cabelos e sentindo meu cu ser ainda mais destroçado. Houve um revezamento, Anita foi para Batista e Sandra para Clécio, e sentaram-se na mesma posição que a minha, e aí sim tudo ficou sexualmente melhor alinhado...   

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Espero que estejam gostando dessa leitura para os novos, e releitura para os veteranos. Como eu disse, é fundamental reler para entender os eventos que estão por vir. Não percam amanhã, o surpreendente e até cômico desfecho dessa história, que VIRÁ COM PARÁGRAFOS EXTRAS e ainda tem um epílogo bem sacana, e, dependendo dos comentários, posso até postar uma foto mamando um desses caralhudos deliciosos. 

Explicando resumidamente: os parágrafos extras não foram parágrafos acrescentados ou postos na história para enfeitar, na verdade, no blog eu estou postando os MANUSCRITOS ORIGINAIS que escrevi após os eventos ocorridos, e nos sites tive de omitir alguns parágrafos para que os textos não ficassem mais longos do que já são, porque cada arquivo de texto que escrevo tem em média de 6 a 7 páginas, mas outros chegam a 15 páginas (como um do início do terceito ato).

Claro, esses parágrafos que suprimi na época, não causaram prejuízo algum na leitura, não ficaram buracos na história e nenhum leitor se queixou alegando não estar entendendo. Quem tiver a memória boa, vai sacar na hora quando estiver lendo o trecho inédito e vai se surpreender.

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz e produtividade, e vamos que vamos...

Comentários

  1. Sempre bom sua histórias.

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  2. Lendo e relendo…sempre é bom recordar estes momentos mágicos da nossa teacher…literalmente ela é muito fogosa e insaciável…BOTO

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  3. excelente releitura gata,como sempre,gata tu pode ate´ ter encontrada duas guerreiras que talvez tenha te impressionada,mas para nos teus alunos e leitores tu e´ insuperavel.agora eu vou convocar meus colegas de leituras para ter bastante comentarios,porque dependendo do comentario comentar nao doi,segundo a lenda,o que doi e´ outra coisa,entao vamos comentar bastante para nos vermos a nossa professora guerreira em açao,ate´ o proximo conto gata,estamos ansiosos pela proxima foto,alias essa foto dessa historia,tu esta exuberante beijao gata

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  4. História boa não se enjoa de ler

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