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Oito dias se
passaram após o acontecido com Diogo e a transa com Cássio, a qual salvou meu
final de tarde de uma frustração profunda. Foi uma experiência boa no final das
contas, pois aprendi a não ceder mais a esse tipo de bizarrice.
Minha vida sexual estava realmente uma delícia apesar de tudo, mais intensa que antes, e pela primeira vez, as dores anais provocadas pelo filho roludo e gostoso do vigia não incomodaram tanto, sinal de que meu corpo estava praticamente em simbiose com pirocudos, e olha que Cássio “botou para moer” no meu cu, porém, meu ser pedia mais, mais sexo mais chifres na cabeça do corno desgraçado, que ainda estava em lua de mel com sua vagabunda, mas tudo bem, a vida era maravilhosa...
No nono dia, uma segunda-feira,
após mais um expediente exasperante, mas com um cio desgraçado e com meu alvo
já pronto, no caso, Ariovaldo, saí da sala dos professores disposta a marcar
uma foda bem gostosa com ele, pois senti saudades daquela rolona grossa e
grande, e se vocês estão lendo isso, é porque nem tudo saiu como planejei, e
foi a partir do evento deste relato, que o destino começava a esboçar minha
verdadeira vida sexual... muita atenção leitores.
Assim que o vigia pôs os olhos
em mim, gesticulou duas vezes: uma para que eu esperasse, e outra denotando que
queria falar comigo. Claro que fiquei curiosa e esperei, esperei que todos os
alunos saíssem, e Valdo fez isso com maestria, sempre me fitando como quem
dizia “vale a pena esperar, tenha paciência”. Após despachar todos os discentes
matutinos e Raimunda e parte de alguns professores irem embora, ele veio até
mim e disse:
—Desculpe te fazer esperar, mas tenho uma coisa pra falar contigo!
—Espero que não seja outro amigo virgem seu ou do Cássio, porque não
estou disposta a ensinar mais nenhum marmanjo a trepar, me poupe disso! Falei,
enfática e bem séria.
—Como é que é Luciana? Mas... que história é essa de amigo virgem do
Cássio? Questionou Ariovaldo, atônito. Suspirei aliviada, mas surpresa por ele
não saber de nada.
—Achei que já soubesse, afinal, você e o Cássio são parceiros de
putaria! Falei.
—Não, não, negativo! Que merda foi essa que o Cássio fez? Ele espalhou
pra um amigo que transou com você e te pediu pra tirar a virgindade dele?
Perguntou o vigia, estupefato.
—Não espalhou, mas me ofereceu a ele para isso! Foi a mesma coisa que
você fez quando pediu para que eu ficasse com o seu irmão, a diferença é que o
Edvaldo sabia transar, já esse fedelho, aff, foi bom, mas também foi
estressante e não quero mais repetir! Desabafei.
—Meu Deus, o Cássio não devia ter feito isso! Esse moleque me dá muita
alegria, mas quando resolve me dar raiva, faz isso como ninguém! Disse o vigia,
passando a mão no rosto.
—Relaxa Valdo, eu quis fazer e está tudo bem, já passou, não adianta
discutir com seu filho por algo que já foi, só não conte comigo para outra,
isso não! Retruquei.
—Olha... tudo bem, depois eu me entendo com aquele merda, eu queria te
fazer um convite, e tô falando com você antes de comunicar aos outros! Disse
Ariovaldo, cuidadoso.
—Outros? Então é uma suruba? Indaguei, e o coroa safado riu
maliciosamente.
—Sim, uma suruba! Eu sei que você e a Raimunda andaram aprontando lá no
EJA, e inclusive fizeram um bacanalzinho com a participação do Cássio! Pegou
gosto por uma putaria da boa né? Comentou o vigia, rindo sapeca. Dei risada e
assenti, porque não havia porque negar, eu fiz e adorei aquela suruba, e se ele
estava me convidando para outra, eu não recusaria...
—E... quando vai ser essa suruba? Quem serão os participantes?
Questionei, excitada.
—Esse final de semana, é uma suruba pesadinha viu! Você não conhece
nenhum dos participantes, mas são amigos meus de absoluta confiança, discretos
e não vão indicar punheteiros pra você desvirginar, como o safado do Cássio
fez! Explicou Ariovaldo, puto.
—Só eu de mulher? Perguntei.
—Nããão, caso você aceite, será a terceira mulher. São três mulheres e
três homens, eu entre os três, pra deixar você mais enturmada e segura, era pra
Raimunda participar, mas no dia ela vai viajar com o marido, então... a vaga
pode ser sua, se você quiser, é claro! Disse Valdo.
—E... dentre esses homens, estará o Miguel? Indaguei, pensando nele na
hora, e a cara que Ariovaldo fez ao ouvir o nome desse cara, me deixou
assustada, sério.
—Conhece o Miguel de onde? Já transou com ele? Questionou o vigia,
estupefato.
—Não, não o conheço e nunca transei com ele, mas... teve uma transa do
Cássio a qual fui convidada, e foi com uma moça chamada Stefhany, ou... Pequena
Notável; e o curioso é que ele a chamou por esse apelido assim que a viu. Me
lembro que ele ficou bem desconcertado comigo, e a Stefnahy tem ódio desse tal
Miguel, porque ele passou de carro antes de irmos para sua casa e tirou uma
brincadeira que a deixou possessa! Relatei, e Valdo descorou...
—Puta que pariu, quanto mais se mexe na vida do Cássio, mais a catinga
sobe, esse menino tá ficando abestalhado, tá precisando levar umas cintadas!
Comentou o vigia, raivoso.
—Ariovaldo, por que você está tão estressado com as atitudes do seu
filho? Poxa, ele não me obrigou a fazer nada, na verdade quem me convidou para
essa transa foi a Stefhany, o Cássio mesmo, PENSOU em me convidar, mas
desistiu, e eu não iria participar porque era um encontro só deles, mas a moça
insistiu e ele só pegou corda, afinal, qual homem não quer comer duas? Pelo
amor de Deus, você está fazendo um alarde por besteira! Repliquei, séria.
—Lulu, o problema é que o Cássio tá te expondo, e isso é perigoso!
Olha, eu sempre tratei o acontecimento no Laboratório de Ciências como uma
coisa isolada, de momento, de tesão, e te propus o encontro com meu irmão,
porque temos essa confiança, porém, quando eu soube da suruba que vocês fizeram
lá no tempo do EJA, aí sim eu pensei em te convidar pra essa, mas com
uma semana de antecedência; eu tô te falando como vai ser e pedindo sua
permissão pra comunicar aos outros, porque essas coisas são feitas com cuidado!
Disse o vigia.
—Não Valdo, o Cássio não está me expondo, não tire conclusões
precipitadas; eu caí de paraquedas nessa transa dele com a tal Stefhany, e ela
não parecia muito interessada no seu filho não, na minha opinião ela usou essa
trepada para chegar em um amigo dele, que se chama... Abençoado! Isso, ela está
pirada por esse homem, que, segundo o Cássio, é amicíssimo do tal Miguel, por
isso eu te perguntei sobre ele! Falei, e o vigia quase enfartou. Contive o
riso.
—O Cássio é foda, é foda viu, mas enfim, nem o Miguel e nem o Abençoado
vão estar na nossa suruba, porque eles já não fazem mais orgias como antes, é
muito difícil eles participarem de surubas porque são homens ocupados,
trabalham muito e também ficaram mais quietos depois que arrumaram suas fixas!
Explicou Ariovaldo, já suado de estresse.
—Ok, ok! Vamos encerrar esse assunto de Miguel e Abençoado! Você está
muito alterado por causa disso. Eu não sei até onde vai essa vida sexual de
vocês, parece meio misteriosa, diferente, mas tudo bem, não é da minha conta e eu não vou
ficar perguntando, é a intimidade de vocês! Falei, preocupada com o estado do
vigia, porque ele estava quase surtando. Ariovaldo assentiu, deu um longo
suspiro, secou o suor do rosto com um lenço, e depois desabafou:
—Desculpe Luciana, é que... eu
mantive o que rolou entre a gente no sigilo, porque sei de nossa amizade, tenho
o maior respeito por você e a Raimunda, e não quero que isso seja perdido por
conta da burrice do Cássio! Eu gosto muito de você, como mulher e como amiga!
—Eu sei meu querido, mas está
tudo bem, nosso segredo está protegido, o Cássio não é irresponsável como você
está pensando, ele é um sujeito homem, por isso, por favor, não brigue com ele,
é um menino tão doce, tão adorável! Retruquei e intercedi pelo jovem gostoso.
—Tá bom, mas ele precisa de uns
conselhos! Rebateu Valdo, se alterando de novo.
—Por favor, estou te pedindo,
ele não fez nada de errado, é seu filho, ele não me expôs e nem me enganou, eu
fiz tudo espontaneamente! Por favor, pela nossa amizade! Supliquei, segurando
as mãos de Ariovaldo e olhando dentro dos olhos dele. O vigia assentiu
sorrindo.
—Tá certo, prometo que não vou falar nada, prometo! E... você topa
participar da suruba? Não precisa responder agora, pense direitinho, mas me avise
antes caso queira ou não, porque se você recusar, preciso correr atrás de
outra! Prometeu o vigia, e ratificou o convite.
—Pode contar com minha presença! Falei, topando mesmo, porque eu queria
sexo.
—Posso falar de você pro pessoal? Indagou Ariovaldo, ressabiado. Cabra
macho...
—Se eu acabei de aceitar, estou lhe autorizando a isso né! Retruquei, e
ele riu.
—Beleza então, será sábado, às 14h, na casa de um dos meus amigos, mas relaxe,
eu venho te buscar e deixar em casa, não se preocupe com condução! Disse Valdo.
—Seus dois amigos são pirocudos que nem você? Indaguei, eriçada. O
vigia atiçou:
—Ah, meus amigos de putaria são bem equipados hein, você vai gostar!
Assenti sorrindo, depois me despedi dele com beijos formais no rosto e fui para
casa, excitadíssima...
SÁBADO, O DIA DA SURUBA
Não vi Cássio durante os dias
que se seguiram até o dia do bacanal. Ariovaldo também não tocou no assunto da
suruba nesse interim, pois já sabia que eu estaria lá, mas o deixei ciente de
que qualquer imprevisto seria comunicado antes. Minha excitação estava a mil.
Meu almoço foi leve, pois não
podia estar com o estômago cheio e nem correr risco de ter alguma indisposição,
mas me alimentei bem, depois tomei um banho caprichado, em seguida fiz todo o
ritual de hidratação do meu corpo, e por fim, escolhi uma roupa discreta para a
ocasião: um vestido com manga só do lado esquerdo, justo e de comprimento até
quase o joelho, com estampas de flores, cor de rosa em cima e branco embaixo.
Uma roupa comportada, porém, não pus calcinha, e ninguém perceberia que eu
estaria sem uma.
Valdo me ligou às 13h, e avisou que viria me apanhar às 13h45. Ok, eu já estava pronta, linda, charmosa, gostosa e plena, sentindo a xoxota espasmar só de imaginar como seriam os caralhões que me aguardavam para essa suruba pesadinha.
Se eu fui convidada, é
porque me garantia no final das contas, e certamente as outras mulheres também.
Seriam elas do nível da Gleiciane ou da Stefhany? É, para aguentar pauzudos,
tem que ser boa, tem que ter sangue no olho, então algo me dizia que aquele
bacanal seria surpreendente.
Ariovaldo aportou em meu lar
exatamente no horário marcado. Levantei do sofá de um salto, tranquei toda a
casa, conferi minha bolsa e então adentrei o Ford Del Rey do vigia.
—Tá uma gata hoje hein, mas gata
que o de costume! Galanteou Valdo. Assenti sorrindo.
Curiosamente a casa do amigo de
Valdo ficava perto da dele; um pouco antes para falar a verdade, então não
demoramos nada para chegar. Ainda bem, porque se um dos comedores fosse
gostoso, poderia receber umas visitinhas minhas de vez em quando.
—Você não brigou com o Cássio não né? Indaguei, ao estacionarmos de
frente à casa do homem, a qual era simples, mas bonita; toda revestida de
cerâmica branca por fora e com um enorme portão de madeira envernizada.
Ariovaldo puxou o freio de mão, me fitou e desabafou:
—Não, não comentei nada com ele! Pensei muito no que você disse, e... é
engraçado, a mulher é o ponto de equilíbrio em uma família, é emotiva, mas mais
racional! A mãe do Cássio sempre foi mais flexível com ele, mas quando nos
separamos... ele quis ficar comigo!
—Você é um bom pai, e um bom pai também é flexível! Vamos! Retruquei.
Valdo sorriu e então saímos do veículo, subimos um pequeno aclive e o vigia
tocou a campainha.
A porta pequena, a qual fazia parte do portão grande se abriu, e fomos recebidos por um homem. Da altura de Valdo, pele branca, cabelos pretos, curtos e ondulados, penteados para cima, olhos médios e pretos, nariz médio, boca média e lábios finos num rosto meio quadrado e sem barba.
Aparentava ter uns 35
anos ou menos, com um corpo robusto, trajando uma camisa amarela de mangas
curtas e uma bermuda social preta. Humm, era bonito, lembrava um pouco o
professor Marcos, de Química. Ele abriu um belo sorriso ao nos vir.
—Olá Ariovaldo, que satisfação em rever você! Disse o homem, o
cumprimentando.
—Opa meu querido, igualmente! Esta é a Luciana, a grande amiga que te
falei, Luciana, este é o Batista, um amigão do peito de longa data! Disse o
vigia, nos apresentando.
—Muito prazer, Batista! Disse o macho, trocando beijos formais comigo
no rosto. Seu perfume era delicioso. —Com todo o respeito, você é linda, realmente
deslumbrante! Completou o comedor, me olhando e sorrindo com simpatia, mas
também de forma sedutora.
—O prazer é meu, Luciana! Obrigada pela sua cordialidade! Respondi e
nos encaramos.
—E o restante do pessoal, já chegou? Indagou Ariovaldo. Batista
respondeu:
—Tão chegando! O Clécio vem
sozinho, já a Anita e a Sandra não disseram com quem vem, mas... ei Valdo, olha
ali aquele carro! Respondeu e alertou Batista, olhamos.
—Vixe... aquele
carro... é o do Miguel! Disse o vigia, e descorei, fiquei atônita.
O veículo era um modelo sedã na
cor preta, parecia importado, com quatro portas, todos os vidros fumê quase
100%, e levantados. Parou no meio da via e as portas traseiras se abriram, e
vimos as duas mulheres saindo e batendo as mesmas em seguida. O automóvel deu
duas buzinadas curtas e partiu em disparada. Por que Miguel não saiu para nos
cumprimentar?
As duas mulheres eram uma branca e outra mulata. A branca, era mais baixa que eu, tinha cabelos castanho-escuros ondulados e enormes, passando da bunda, olhos estreitos, nariz meio largo, lábios médios e boca pequena, seios grandes, quadril grande, pernas grossas e um rabão redondo. A indumentária dela chamou minha atenção: era uma blusa azul com gola cobrindo o pescoço, de mangas compridas e uma saia justa amarela, passando do joelho. Uma roupa típica de evangélicas.
A mulata era da minha
altura. Cabelos crespos e presos, olhos médios, nariz curvado para dentro e
meio largo, lábios carnudos e boca grande, seios médios, uma barriguinha meio
saliente, mas um quadril maior que o meu, pernas bem grossas e a bunda maior
que a minha e bem redonda. Ela trajava um vestido rosa, longo e meio comprido,
realçando suas curvas. Ambas pareciam estar na casa dos 20 anos, e eram muito
bonitas.
—Oi meninos, tudo bem?
Cumprimentou a branca, simpática e sorrindo ao me notar.
—Oi meus tesudos! Cumprimentou a
mulata. Valdo e Batista acenaram. —Mas olha só, que morena linda você arrumou, Ariovaldo!
Corpão hein! Completou a mulher, me fitando.
—Luciana, esta é a Anita
(mulata), e esta é a Sandra! Apresentou Valdo. Nos cumprimentamos e trocamos
beijos formais no rosto. Elas eram bem amistosas.
—Por que o Miguel não veio falar
com a gente? Indagou Batista, meio sentido.
—Tá atrasado pra outra suruba lá
na praia! Disse Sandra, e arregalei os olhos. Os machos assentiram. Meu Deus,
será que eu conseguiria me concentrar? Esse Miguel estava mexendo comigo. Seria
ele o amigo tesudo de Valdo? Minha língua coçou para perguntar, mas me detive.
—Chegou quem faltava! Alertou
Ariovaldo, cortando o papo. Olhamos e vimos uma moto chegando, e sobre ela, o
terceiro e último comedor, o qual estava de capacete.
O homem estacionou à frente do carro de Valdo e desceu da moto, tirando o capacete em seguida. O macho era moreno-escuro, alto, cabelos encaracolados e curtos, olhos médios e castanhos, nariz meio largo, lábios finos e boca média, corpo esbelto, mas com um pouco de barriga, o que lhe dava uma idade em torno de uns 30 e poucos anos.
Razoável,
nem bonito e nem feio, porém, não era o tipo do cara o qual eu beijaria a boca,
como Batista, que tinha charme. Ele trajava uma camisa de time de futebol e uma
calça jeans frouxa, com um sapatênis. Talvez isso o tenha deixado atraente, pois ele sabia se vestir bem.
Notei uma graúda aliança em seu
dedo anelar esquerdo, assim como também vi em Sandra e Anita, além de mim, é
claro. Meu Deus, quatro casados numa suruba... realmente a insatisfação conjugal
das pessoas era alta. Percebi Valdo e Batista cochichando algo e o amigo do
vigia o fitou com olhos arregalados, em seguida ambos riram maliciosamente,
depois também notei Anita e Sandra rindo malandramente enquanto o cara se
aproximava, sorrindo.
—Boa tarde pessoal! Cumprimentou
o moreno, simpático. Ao me notar, claro, ele deu aquela olhada tesuda, lasciva
e devoradora para o meu corpo e assentiu com a cabeça.
—Lulu, este é o Clécio, nosso
grande amigo! Clécio, esta é a Luciana! Apresentou Ariovaldo. Nos
cumprimentamos e trocamos beijos formais no rosto.
—Você é linda, e muito elegante!
Elogiou Clécio, amável.
—Obrigada meu querido! Respondi.
Anita e Sandra cochichavam e riam não sei de que.
—Bem meus amigos, todo mundo
aqui, então vamos entrar! Convocou Batista.
A casa de Batista era espaçosa e aconchegante. Procurei não reparar
muito e acabar sendo indelicada, mas tudo ali, apesar de simples, era harmonioso
e sóbrio. Gostei bastante.
—Er... perdão, mas... posso usar seu banheiro? Pedi, a Batista.
—Mas é claro minha querida, venha, vou te mostrar onde fica! Disse o
macho, tocando meu ombro e me conduzindo gentilmente até o lavabo. Homem
experiente era outra coisa...
Já no lavatório, procurei respirar fundo e controlar o frio na minha barriga. O jeito de Batista se portar denotava um certo refinamento no trato com as pessoas e as mulheres. Ele exalava serenidade, e mesmo sabendo que era um encontro sexual, não se aproveitou para passar a mão em mim ou vir com vulgaridades. Uma polidez notável, um equilíbrio emocional raro de se ver, e fiquei sim instigada.
A ansiedade daquele momento inusitado fez
com que eu urinasse muito, mas tudo bem, quando a coisa começasse a esquentar,
esse descompasso de meu organismo iria passar. Porém... o tal Miguel...
Procurei tirar esse homem da
cabeça. Fiz um rápido asseio, deixei minha xoxota úmida e em seguida me olhei
no espelho e vi que estava bem. Dei uma retocada na maquiagem e ajeitei os
cabelos, em seguida fui para a sala e vi o restante do pessoal conversando e
rindo bastante.
—Tudo bem Luciana? Indagou Valdo, vindo até mim e mostrando
preocupação.
—Sim, tudo ótimo, vamos começar! Respondi, sorrindo e excitada. Ele
assentiu...
O quarto de Batista era grande. Havia uma enorme poltrona revestida de camurça, e uma cama box king size, bem arrumada. Eu e Anita estávamos nuas, Sandra, apenas com sua blusa erguida e sem saia. Ambas tinham belos corpos, mas estavam um pouquinho relaxadas no tocante a suas barrigas.
Eu, com quase 40
anos e mãe, não tinha aqueles “pneuzinhos”, mas tudo bem, eu tinha (e ainda tenho) celulites e convivia de boa com isso, éramos tocadas com
tesão pelos machos. Eu, por Batista, Sandra, por Ariovaldo e Anita por Clécio.
Os três estavam apenas de cuecas, e era difícil eleger o maior volume dentre os
três. Claro que eram caralhudos, mas o do moreno chamava mais atenção.
—Porra, você tem um corpo divino! Elogiou Batista, me apalpando
enquanto eu apalpava seu pacotão e sentia a dureza de uma rolona de verdade.
Que delícia.
—Realmente, é muito gostosa, mulherão mesmo! Disse Clécio.
—Vão lá dar as boas-vindas a novata, a gente brinca um pouco com o
Valdão! Disse Anita, se desvencilhando de Clécio e indo para onde estava o
Vigia, que já abaixava Sandra, e a mesma já arriava sua cueca, liberando seu
pauzão bem grosso, cabeçudo e pulsante de tesão.
Clécio tentou beijar minha boca, mas me esquivei, oferecendo meu
pescoço, e ele o beijou, apalpei sua tora e senti o calibre da mesma enquanto
fazia o mesmo com Batista, então me abaixei entre ambos, apertando seus
cacetões e duvidosa sobre qual era o maior.
—Seja bem-vinda morena gostosa! Disse Batista, que arriou a cueca e
liberou sua tora...
23 centímetros depilados, meio tortos para a esquerda, com duas veias
finas e salientes formando um “V”, da base até o meio, prepúcio cobrindo
parcialmente uma glande rosadinha, arredondada e um pouco menor que o resto, o
qual era bem grosso; um pouco menos grosso que o de Valdo, mas que preencheria
sim além da conta minha boca e meus dois buracos. As bolas eram médias e
firmes. Um belo caralhão. Agarrei e masturbei gostoso.
—É isso aí, bem-vinda também! Disse Clécio, que quando abaixou sua
cueca...
20 centímetros também depilados, em um tom mais escuro que o resto de sua pele, com uma veia saliente e grossa da base até abaixo do prepúcio, com outras mais finas adjacentes e uma lapa de cabeçorra comprida e larga, maior que o resto, o qual era da mesma grossura de Batista, com bolas pequenas.
Não
pude deixar de olhar com espanto para aquele cogumelo, realmente só a entrada
dele já arrombaria minha xoxota e cu facilmente. Era um cabeção maior que o do
pauzão de Ariovaldo, que já era cabeçudo, só que de grossura proporcional ao
mesmo.
—Nossa, esse aqui acaba com o brinquedo do papai hein, igual ao do
Valdo ali! Comentei, sentindo o calibre do pirocão moreno em minha mão enquanto
punhetava Batista. Ambas as grossuras me impediam de fechá-las na
circunferência. Todos riram alto.
—Não se preocupe que eu não vou te machucar, ele é carinhoso! Replicou
Clécio.
—É o mínimo que você deve fazer né meu querido, porque tem mais dois
para eu brincar! Rebati, e o moreno ficou envergonhado quando foi zoado pelos
demais, chega deu pena, mas quem sofreu na pica incompetente e desajeitada de
Diogo, tinha de estar precavida...
—Ouviu a mulher né Clécio? Ela tá comigo viu! Disse o vigia, que não sei
porque, ria tanto do pobre moreno. Vi Sandra padecer em abarcar a grossura do
coroa enquanto Anita chupava suas bolas e lambia da base até quase onde a
suposta evangélica mamava.
—Eu sei pô, nunca machuquei mulher nenhuma, “cês” sabem! Replicou
Clécio, acanhado. Pobrezinho. Valdo estava um tomate de tanto rir, chegava a
chorar, e não entendi.
—É isso aí minha querida, tem que dizer mesmo, tem homem que quer sair
socando a rola de qualquer jeito, e não somos máquinas não, mas o Clécio se garante, ele sabe
usar o picão dele, sabe usar bem gostoso sim, nem se preocupe! Disse Sandra, e
o moreno ficou mais relaxado, rsrsrs.
—Er... Sandra, me tira uma dúvida: você é evangélica? Indaguei,
aproveitando o ensejo.
—Para honra e glória do Senhor Jesus, sim, sou uma varoa serva de Deus
com muito orgulho! Respondeu a devassa, e arregalei os olhos, as gargalhadas
soaram mais fortes.
—Dá um beijinho aqui na minha boca sua serva safada! Pediu Anita,
brincando.
—Tá repreendida em nome de Jesus, Deus me defenda, isso é abominação
diante do Senhor, eu gosto é de “POMBA” grande e grossa que nem essa aqui! Disse
Sandra, enfática, balançando o caralhão de Ariovaldo e não deu outra, mais
risadas ensandecidas. Quer dizer que trair o marido não era abominação segundo
as leis de Deus, mas beijar outra mulher era?
—Deixem de putaria... bora trepar que o tempo tá correndo! Disse Valdo,
rindo.
—Deixar de putaria? Mas a gente veio pra fazer MUITA putaria! Retrucou
Anita, abocanhando a rolona espessa do vigia. Arregalei os olhos, a mulata foi
facilmente até a metade daquele cacetão bem grosso numa bocada só e mamou.
Claro, a boca dela era grande.
—Vem Luciana, mama bem gostoso! Pediu Batista, conduzindo seu pauzão
para minha boca, e claro que ela o aceitou. Segurei firme pela base e dei
lambidas na glande, beijos molhados e mais lambidas rápidas enquanto punhetava
o cacetão cabeçudo de Clécio.
Abocanhei a cabeça e mamei, remexendo meus lábios, o moreno bombava sua tora no meu rosto, melando-o com sua seiva de tesão profusa, em seguida avancei mais, alargando minha boca com a deliciosa grossura, a qual encaixou gostosa.
Movimentei minha cabeça e lábios, ouvindo os machos gemerem e eu, grunhir, já
salivando e deixando escorrer meu esputo, tirei, inclinei minha cabeça e dei
mais lambidinhas na ponta da cabeça da picona, depois abocanhei a mesma e
mamei, avancei e quase cheguei à metade, engasgando e tossindo.
Tirei a de Batista e abocanhei o cabeção da rolona de Clécio, e nossa,
senti minha boca se abrir bem para acomodá-la, mas não me intimidei, Sandra se
aproximou e caiu mamando a tora de Batista, e vi Anita melando o chão de saliva
e com o rosto banhado de lágrimas ao tentar atolar o caralhão de Ariovaldo, o
mais grosso dentre os três, e ela meneava os lábios, atolando.
O vigia segurava bem a cabeça da mulata e empurrava com gosto, fazendo-a engasgar, mas não recuar, passei da cabeçorra da pirocona do moreno e segui mamando, com um pouco de dificuldade para ir mais longe por causa do comprimento expressivo daquele cogumelo, mas me deliciei mesmo assim, engasguei gostoso, recuei um pouco e segui mamando.
Sandra também vertia lágrimas ao tentar
atolar o cacetão de Batista, mas seguia firme. Tirei a rolona morena da boca,
cuspi e bati no meu rosto, masturbei e abocanhei novamente, em movimentos
suaves enquanto minha mão masturbava na mesma suavidade, sentindo a grossura
deliciosa do rolão cabeçudo. Corno safado, você me paga...
—É SÓ ANAL HEIN MULHERADA! Gritou Ariovaldo, posicionando Anita de quatro na poltrona. É... Valdo disse que seria uma suruba pesada. Fitei Clécio, e sorri...
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Sentiram minha falta? Eu senti demais a de vocês. Muito obrigada pelas mensagens me desejando feliz aniversário. Foi uma festa inesquecível, deliciosa e que foi escrita com todo o carinho e tesão que me são inerentes e vocês já conhecem. Claro, vai demorar um pouco para ser postada, mas farei o possível para chegar logo ao quinto ato, e relaxem, uma hora chega.
Conselho da Professorinha Fogosa: LEIAM E RELEIAM sempre que puderem essa história quando ela estiver completamente postada, pois essa aventura vai se conectar com os eventos vindouros não só do segundo ato, mas principalmente do terceiro ato, assim como a trilogia da Pequena Notável.
Ai queridos alunos, que burra eu sou. Vivo pedindo que vocês sigam o blog, mas como vocês poderão seguir se não deixei a opção ativa? Perdão, mas isso é para vocês verem como está minha cabeça com tanta coisa; já adicionei o gadget, e agora sim, quem não segue o blog, por favor, siga.
COMUNICADO IMPORTANTE: As postagens de sábado e domingo estarão SUSPENSAS até o início do terceiro ato, e tomei essa atitude porque no final de semana estou estudando muito para minha especialização, além, claro, de precisar saciar minhas taras com meus roludos maravilhosos.
Novos leitores, sejam bem-vindos, sigam o blog e leiram meus relatos desde o início, ou ficarão perdidos na história, pois minha narrativa é linear, ou seja, segue uma sequência de fatos.
Beijos, tenham uma segunda maravilhosa, amanhã, a continuação...
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Suruba
Traição
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Comentários

Sempre bom relembrar suas histórias. Que venham mais.
ResponderExcluirRetornou na casa do batista depois?
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