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—Puxa, não acredito! Que pena! Disse Cássio, do outro lado do telefone, expressando sua frustração com o acontecido entre mim e Diogo. Ele me atendeu rapidamente quando liguei.
—Pois é meu amor, infelizmente
não foi muito legal! Respondi, sincera e frustrada.
—Olha, me espere aí que eu chego
daqui a pouco e a gente conversa melhor sobre isso, tá bom minha linda?
Retrucou Cássio, visivelmente preocupado comigo. Assenti, e desligamos.
Realmente eu estava mal com tudo
o que aconteceu. Pela primeira vez, uma transa minha com um dotado foi ruim,
mas eu não crucificaria Diogo, na verdade eu estava com dó dele, pois o
ex-virgem não soube lidar com a libido avassaladora que irradiava, ficou
ansioso, descrente com o que acontecia e acabou caindo na armadilha de seus
próprios instintos.
Eram quase 17h30. Resolvi
adiantar a produção do jantar para dormir cedo. Minha xoxota estava um pouco
dolorida do mau jeito empregado por Diogo, tanto ao me chupar quanto ao me
penetrar. Ele havia saído de minha casa desolado, triste, mas eu não podia
fazer mais nada, seu segundo orgasmo prematuro me deixou irritada e matou todo
meu tesão.
Quando terminei de cortar os
últimos cubinhos da batata que poria para cozinhar junto com cenoura e chuchu
para fazer uma maionese, ouvi a buzina do carro de Cássio lá fora. Soltei tudo e
fui atendê-lo. Eram 17h55. Abri o portão e vi o jovem comedor, com um semblante
meio consternado, trajando uma camisa de algodão na cor azul-marinho e uma
calça jeans. Seus longos cabelos estavam presos num rabo de cavalo. Ele me deu
um abraço gostoso quando abri passagem para que entrasse, em seguida o macho
fechou o portão, e nos beijamos.
—Tudo bem com você Lulu? Indagou Cássio, afagando meus cabelos e
olhando bem dentro dos meus olhos. 20 aninhos, mas uma experiência assustadora
com as mulheres.
—Sim meu amorzinho, tudo ótimo! Entre, vamos conversar! Respondi e o
convidei, segurando sua mão e o conduzindo. Senti a mão do macho alisar minha
bunda por baixo do vestido e me assustei, olhei para trás e sorri, sapeca, me
virei e nos beijamos de novo.
—Que casa legal a sua! Elogiou Cássio ao adentrar a sala.
—Obrigada meu tesudinho, venha até a cozinha, estou preparando o
jantar! Agradeci e peguei em sua mão, o levando comigo até o compartimento.
—Sente-se, fique à vontade! Completei, enquanto fui até a pia, coloquei água
numa cuscuzeira, em seguida joguei os legumes na parte de cima, tampei e levei
ao fogo brando, para cozinharem mais rápido no vapor.
—O que aconteceu no encontro de vocês? Indagou Cássio. Me sentei de
frente para o comedor, segurei suas mãos com ternura, depois respondi:
—Digamos que seu amigo... não estabeleceu uma conexão muito
satisfatória comigo!
—Então não era pirocudo? Foi isso que te frustrou? Questionou Cássio, e
dei risada.
—Ah meu querido, sobre o pau dele, realmente é grande e grosso, porém,
ele ainda não sabe usar, aliás, não foi só o pau que ele não soube usar, mas
enfim, o coitado se deixou consumir pela euforia e ansiedade, se alvoroçou e
gozou duas vezes antes da hora; uma no meu boquete, outra quando estava
metendo! Expliquei, e Cássio assentiu, sério.
—Putz, que merda hein! Bem, sinto muito, eu já previa que ele ia se
travar um pouco, mas pensei que por ter uma quase transa com algumas moças, seria
razoável! Disse Cássio.
—Tudo bem meu amor, e não estou fazendo a caveira do seu amigo, apenas
relatando como foi, e não vou dizer que foi uma tragédia, um trauma, não, houveram
momentos gostosos sim, ele tem uma pegadinha boa, mas... oscilou muito e não
conseguiu se dominar! Retruquei.
—Entendo, e até agradeço pela confiança em expor sua intimidade assim,
porém, eu lamento, por você e principalmente pelo Diogo... o coitado deve estar
arrasado, tava tão animado, mesmo eu tendo dito que não tinha nada garantido!
Argumentou Cássio, e assenti.
—Imagino o que ele deve estar pensando e sentindo. Tadinho, mas... vida
que segue... gostaria de jantar comigo? Comentei e ofereci, encerrando o
assunto.
—Adoraria, mas preciso voltar pra casa, não posso deixar ali muito
tempo sozinho, o papai ainda não voltou do interior! Respondeu Cássio, que soltou
seus cabelos longos.
—Tudo bem meu amor, se sentir saudades, venha sem avisar, o corno está
viajando e vai demorar a voltar, então...! Respondi, já sentando no colo dele e
o beijando.
—Olha que eu venho hein! Atiçou o safadinho, erguendo meu vestido.
—Pode vir... estou me sentindo meio carente! Rebati, instigando e
tocando seu pauzão.
—Quer curar a carência agora? Sussurrou o novinho safado, chupando meu
pescoço.
—Ah, você já me dispensou, disse que não pode deixar sua casa só!
Repliquei, saindo de seu colo e fazendo aquela pose de menininha triste, só
charminho, só cena, e sorri sapeca.
—Dispensei não minha gostosa, eu nunca te dispensaria! Vem... não gosto
de te ver carente! Retrucou Cássio, levantando-se imediatamente e me pegando
por trás.
—Hmm... queria muito trepar com você, mas o Diogo...! Falei, sentindo a
xoxota doer.
—Fez anal com ele? Indagou Cássio, já dedilhando meu cuzinho. Ah,
safado.
—Eu ia fazer né, mas... ele se afobou! Respondi, e gemi gostoso em
seguida.
—Dá outra chance pra ele Lulu! Pediu o filho do vigia, e olhei para
trás, surpresa.
—Como é? Por que está me pedindo isso? Indaguei, me virando de frente.
—Como ele vai ter experiência no sexo, sem transar? Rebateu Cássio,
sério.
—E eu tenho que ser a cobaia dele? O cara machucou minha vagina, estou
até com medo de ter uma inflamação ou raladura porque ele meteu a rolona de uma
vez, de mal jeito, sem cuidado e estou sentindo ardências! Retruquei, meio
aborrecida e falando a verdade.
—Opa, nesse caso muda tudo,
achei que o fiasco tinha sido só o descontrole emocional que o fez gozar duas
vezes antes da hora, mas... se ele não te tratou com carinho e te machucou,
então já era, tem mais é que se foder na punheta! Arrematou Cássio, enfático e
chateado.
—Calma Cássio, não seja radical assim! Ok, o Diogo me machucou, mas não
foi intencional, ele não me destratou, apenas se afobou, estava eufórico demais
com sua primeira vez e não mediu as consequências de sua empolgação, também não
vou demonizar o rapaz desse jeito, não estou com ódio dele, só não sei se quero
de novo! Repliquei, me justificando.
—Entendi. Bem... então, fica a seu critério, eu não me envolvo mais, e...
sendo sincero, tô me sentindo meio mal com isso sabe! Falou Cássio, que abaixou
a cabeça. Tadinho.
—Tudo bem meu querido, relaxe, você não tem culpa e não sabia que seria
assim! Eu quis, eu topei, e assumi os riscos, também fiquei meio nervosa, poxa,
nunca tirei virgindade de homem nenhum, então houve uma certa trava da minha
parte também! Retruquei, o beijando.
—Bem... preciso ir, se cuida e... caso precise de um ginecologista pra
ver sua amiguinha, pode me ligar que a gente vai, faço questão de te dar esse
suporte! Avisou o comedor.
—Oh meu amorzinho! Tão lindinho, preocupado comigo! Obrigada meu
tesudo, mas eu tenho umas pomadas aqui e vou dar um jeito, se não melhorar, uso
meu plano de saúde e me consulto, fique sossegado! Respondi, e o beijei em
seguida. Ele assentiu, se despediu e partiu...
Por isso algumas pessoas traem? Por não ver mais em seus cônjuges, uma empatia como a que Cássio, um amante, tinha por mim? Me lembrei uma vez, que tive uma inflamação vaginal (acontece às vezes, não tem nada a ver com falta de higiene ou descuido) e recusei sexo com o corno, porque estava desconfortável, e o miserável sequer teve a atitude que o filho do vigia teve; só disse: “procura logo o médico e se cuida”.
Na época nem me afetei, e como era problema
de mulher, que fosse resolvido por uma mulher; porém hoje, vendo e sentindo a
diferença de tratamento entre Cássio e meu marido... meu Deus, o amante, um
fedelho de 20 anos, ciente que eu posso pagar qualquer clínica particular ou
usufruir do meu convênio, se prontificou mesmo assim a me indicar um médico,
mostrando preocupação comigo. Ariovaldo soube criar seu filho, fez dele um verdadeiro homem de caráter, sem mais...
O uso da pomada surtiu efeito e não senti mais nada em minha amiguinha,
mas procurei um ginecologista mesmo assim após três dias de tratamento com o
creme vaginal. Fiz os exames e minha xoxota estava linda e plena, sem qualquer
inflamação ou raladura, pronta para dar outra chance a Diogo, mas seria a
última. Sim, acabei me compadecendo do jovem, que não foi uma desgraça total na
transa, e resolvi dar mais esse voto de confiança, mesmo temerosa...
Todo esse preparo e cuidado com meu corpo durou 10 dias. Também foi um
período necessário para que eu ponderasse mais os prós e os contras de dar essa
nova oportunidade a Diogo. Nesse interim, Cássio me mandou recados dele, os
quais eram pedidos de desculpas, uma nova chance e promessas de fazer
diferente. O rebento de Valdo disse que não se envolveria nesse assunto, mas
acabou se envolvendo por pena do amigo, que parecia realmente triste.
No 11º dia, uma quinta-feira. Liguei para Cássio no intervalo de minhas
aulas, e ratifiquei com o comedor a nova chance para Diogo ser um homem de
verdade. O tesudo ficou feliz com minha atitude, então marquei o encontro para
o sábado; isso após me certificar com o galhudo sobre o dia de seu regresso, o
qual ainda estava longe. Isso seu corno safado, curta bastante suas férias com a
puta enquanto sua esposinha curte machos de verdade...
Já na saída da sala dos professores, no final de mais um expediente, me
assustei ao dar de cara com Valdo, que ao me vir abriu um sorriso amável e
amistoso, e fui até ele. Trocamos um abraço caloroso e beijos formais no rosto,
nada que denotasse chamego ou algo do tipo.
—Pensei que iria morar de vez no interior, rapaz! Comentei, brincando.
—Vontade não me falta Luciana, eu sou um homem do campo, criado no
sossego da roça; adoro mexer na terra, plantar e cuidar de animais! A gente vem
pra capital por necessidade, mas não esquece as raízes sertanejas, e sente
falta delas! Explicou o vigia. Assenti.
—Entendo... e... as farinhadas? Ainda faz? Indaguei, me lembrando dos
meus pais.
—Opa, isso não falta né! Rapadura, broa de milho, mariola e farinha ali
na minha terra é sagrado, trouxe pra você e a Raimunda, depois mando o Cássio
te entregar! Disse Valdo.
—Ai, amo, amo muito broa de milho e mariola! Obrigada Valdo! Falei, e o
abracei, feliz.
O sábado chegara. Marquei para às 14h o reencontro com Diogo. Não vou negar que estava um pouco tensa, e por uns instantes pensei em ligar para Cássio e desmarcar, mas achei injusto. No fim das contas, eu queria ser a professora do sexo daquele rapaz, orientá-lo sobre como adentrar o mundo do prazer como um verdadeiro homem adentra, porém, eu não seria a professora condescendente que sou com meus alunos da vida real.
O teste final de Diogo
seria severo, rígido e qualquer erro, por mais banal que fosse, não seria
perdoado. Ou ele aprendia a ser um homem, um comedor, ou iria viver na seca, mesmo sendo dotado...
Após um banho demorado e hidratação do meu corpo, mais uma vez, me
vesti de forma provocante, aliás, matadora. A indumentária era uma lingerie
branca, com o bojo rendado,
acompanhado de uma calcinha média, fio dental, toda socadinha no meu rabo grande. Usei só duas vezes com o galhudo. Me enrolei numa toalha
para surpreender o ex-virgem quando fosse atendê-lo.
13h50. Foi o horário que as mesmas palmas descompassadas e
inconfundíveis de Diogo irromperam lá fora. Palmas ainda ansiosas, mas tudo
bem, o lado positivo disso é que se ele falhasse novamente, me daria tempo para
descansar e chamar Cássio ou Valdo para me foderem mais tarde. Eu não passaria
o sábado frustrada, me esbaldaria num pauzão a qualquer custo, então me levantei
calmamente do sofá e fui atender o mancebo, em passos serenos.
Abri o portão, e o olhar de Diogo para meu corpo procurava camuflar seu
tesão ainda maior que anteriormente. Dei passagem e ele entrou, em seguida
fechei e tranquei o portão.
—Boa tarde Luciana! Disse Diogo, com voz calma, mas explodindo de
desejo, me cumprimentando formalmente com beijos no rosto. Notei ele tentando
conter sua respiração ruidosa e ansiosa, mas o suor frio em seus poros denunciava
sua euforia. Retribuí e depois nos encaramos, ele manteve seu olhar alinhado
como o meu durante um tempo, depois o abaixou.
—Boa tarde querido! Vamos, me acompanhe! Falei, e em seguida caminhei,
rebolando e balançando minhas nádegas, olhando de soslaio e notando o olhar
perdido e cada vez mais inebriado de desejo do mancebo. Após ele adentrar,
fechei e tranquei a porta, e o encarei.
—Puxa Luciana, nem acreditei quando o Cássio falou que você queria de
novo, obrigado! Disse Diogo, sincero, mas seu agradecimento no final foi
totalmente desnecessário. Sorri simpática, e fiz a toalha despencar de meu
corpo, revelando a lingerie provocante, e o rapaz corou, aumentou sua
respiração e arregalou os olhos, maravilhado.
—Esta é a sua última chance comigo! Se gozar fora de hora ou me
machucar, ponho você para fora daqui! Fui clara Diogo? Adverti, olhando dentro
de seus olhos inseguros...
—S-Sim, vou fazer certo dessa vez! Disse Diogo, pouco convincente. Meu
Deus.
—Fazer certo? Você vai fazer como macho, fazer como homem, ou nem uma
puta de cinco reais vai te querer! Sabe por que você esteve virgem até agora,
mesmo tendo um pau grande? Porque não passou confiança para as mulheres, quis
fazer certo e no final só fez errado, porque homem de verdade... não faz certo,
faz gostoso! Retruquei. Diogo marejou os olhos...
Provavelmente a mãe de Diogo nunca lhe disse o que eu tinha acabado de dizer, e a chacoalhada moral que dei surtiu efeito, e positivo; o semblante antes acuado do rapaz, já era de autoconfiança. Ele não replicou, apenas me puxou pela cintura para junto de seu corpo, numa pegada perfeita, na intensidade certinha, e lascou um beijo na minha boca, segurando meu rosto ternamente com a outra mão, e claro que correspondi.
Ele alisou minhas costas de baixo
para cima, depois desceu e apertou meu quadril, em seguida ergueu minha nádega
esquerda. Delirei, ele beijou meu pescoço, chupou e deu uma longa fungada atrás
de minha orelha, me causando arrepios, depois a mordiscou de leve, beijou e
lambeu o lóbulo da mesma, e grunhi alto.
Era outro Diogo. Seu toque ainda tinha uma leve afobação sim, mas não
como antes. O suor de suas mãos não existia, a ansiedade percebida em sua
respiração era quase nula, ele ergueu meu sutiã, expondo meus seios de bicos já
tesos, e lambeu cada um deles enquanto minhas mãos já desabotoavam sua bermuda
estampada e a abaixavam junto com a cueca, liberando seus 20 centímetros rijos
como aço, pulsantes de desejo e chorosos de tesão.
Segurei firme, quase sem conseguir abarcar aquela grossura gostosa, e
masturbei suavemente enquanto gemia recebendo a mamada tesuda dele; passei o
polegar na pontinha da glande e o mesmo foi melado pela seiva que dela vertia,
depois espalhei, puxando o prepúcio para baixo e acelerando a punheta, ofegante
com as chupadas do rapaz em meus seios.
Conduzi Diogo para o sofá e o empurrei, fazendo-o cair sentado, em seguida terminei de tirar sua bermuda e a joguei longe, me ajoelhei entre suas pernas e caí de boca naquela tora morena, grande e grossa, mamando faminta, masturbando-a em movimentos circulares, ouvindo a respiração forte, mas sem afobação do macho. Às vezes uma segunda chance pode sim surpreender...
Tirei o pauzão da boca e deixei a saliva banhá-lo, lambi as
bolas, as chupei e dei outra lambida da base até a glande comprida e larga,
onde a torturei com minha língua, em investidas rápidas, e ele se contorceu, se
arrepiou e gemeu alto, abocanhei de novo, meneando a cabeça e os lábios,
tentando atolar, engasgando, mas sem arredar, e cheguei à metade, parei e
recuei um pouco, em seguida fiz o vai e vem suave, deixando o esputo escorrer,
avancei e dei aquela engasgada deliciosa, e por fim, tirei, com densas pontes
de saliva ligando minha boca ao cacetão, ofegante, mas tarada.
—Agora sou eu que vou te chupar gostoso! Disse Diogo, me erguendo do
chão e me pondo deitada no sofá. Ele tirou minha calcinha de forma habilidosa e
a deixou ao meu lado.
Diogo ergueu minhas pernas e as abriu, em seguida deu uma lambida suave
e deliciosa de baixo para cima em minha xoxota, dando pinceladas rápidas e
sutis com a língua em meu clitóris, e me arrepiei toda, depois aplicou um
gostoso beijo de língua, e arfei, me tremendo toda. Ainda havia sim uma
pitadinha de euforia e ansiedade, mas não atrapalhou, estava gostoso e imergi de
vez, me contorcendo e atochando a cabeça do macho, que não oscilou seu ritmo.
—Quero foder, vem, me fode bem gostoso! Falei, tirando a cabeça de
Diogo de minha xoxota. A hora do teste final chegara, e eu não daria moleza,
aprumei o comedor sentado e bem relaxado, em seguida montei de frente, aloquei
sua tora grossa e pincelei minha bucetinha chorosa, rebolei gostoso, ameaçando
meter e gemendo tarada, em seguida dei aquela sentada.
Por cima eu tinha o controle, envolvi o pescoço de Diogo num quase abraço e comecei a cavalgar, suave, sem pressa, gemendo gostoso ao sentir a grossura daquele pauzão me preencher todinha. Ele tinha conseguido sim me deixar bem propícia, e não demorou para que minha xoxota engolisse toda sua picona, então parei.
Ele começou a mamar meus seios, em seguida retomei,
rebolando e aumentei o ritmo do passeio, requebrando ensandecida, mostrando ao
macho o poder de uma mulher no sexo, ele grunhiu, mordi o lábio inferior e a cavalgada
seguiu, o “plaft, plaft” era brutal e ele gemia, o mel escorria de minha buceta
sem parar, meu sobe e desce quase tirava e sentava até o talo, me fazendo
sentir todo o comprimento e grossura de seu pênis. Ele resistiu bravamente,
parei e saí de cima, ofegante.
Vi o creme de nosso tesão sobre a rolona e a abocanhei ferozmente, indo
até a metade numa bocada só, tossindo e vertendo saliva. Diogo deu um gemido
alto e aflito, e senti seu picão grosso começar a pulsar. Ah não filho da puta,
você não iria gozar, então tirei e o fitei, séria.
—N-Não vou gozar, não vou gozar! Disse Diogo, amedrontado. Tive vontade
de rir.
—Você só vai gozar quando eu mandar, entendeu? ENTENDEU? Adverti, e
apertei firme sua tora, fazendo-o gemer e assentir, então me aprumei e montei
de novo, mas de costas.
Apoiei as mãos no encosto do sofá e recomecei a quicar, mas mantendo a glande e mais um pouco dentro de minha buceta, a qual torturava o macho. O pênis tem uma região muito sensível entre a curvatura inferior da glande (base da glande) e o prepúcio (se houver), e algumas mulheres conseguem “morder” a piroca com suas vaginas, justamente nessa fronteira; é conhecido como pompoarismo, mas na linguagem coloquial de minha região, chamamos de “bezerra”.
Eu não dominava muito essa técnica, na verdade acontecia de forma involuntária
na maioria das minhas transas, mas naquela ocasião, consegui provocar, e em
pintos grandes e grossos como o de Diogo, a bezerra é muito mais gostosa, e
isso foi sentido quando ouvi o gemido desesperado do jovem, e a rolona pulsou
forte de novo. Eu disse que não ia dar moleza.
Ele deu um soco no encosto do sofá, olhei para trás e ele mordia com
força os dedos de sua mão direita, claramente tentando conter o orgasmo
prematuro, suado, com a face enrubescida, então soltei sua rolona e sentei até
o talo, rebolei e a prendi novamente.
—P-Puta que... pariu... meu Deus! Disse Diogo, aflito. Dei risada e
segui a tortura.
—Seja homem, seja macho! Rebati, provocando, em seguida soltei sua
rolona e continuei cavalgando, remexendo meu quadril e tirando quase tudo e
sentando de uma vez.
Diogo alinhou seu ritmo ao meu, segurou minhas ancas e estocou gostoso, me fazendo gemer alto e tremer meu corpo. Estávamos sintonizados, e o medo de ele fazer merda não pairava, o macho suspendeu minhas pernas e me fez descer um pouco, em seguida assumiu o comando, socando com vontade, na hora certinha de cessar as gentilezas, pois minha xoxota já era amiga de seu pauzão.
Era sim
outro Diogo, e passava segurança a cada estocada, correspondia as minhas
expectativas ao me fazer sentir o choque de suas bolas contra minha xoxota.
Metia gostoso, com tesão, com macheza, e claro, conseguiu chamar meu orgasmo, e
ele veio, daquele jeitinho, violento, como um caminhão desgovernado.
—Gostosa, gostosa, gostosa, toma rola, toma sua gostosa! Disse Diogo,
surtado.
—Isso, isso, não para que eu estou gozando, não para, não para, soca,
soca, socaaaAAAHH! Respondi e gritei, louca de tesão, urrei e quase me
despedacei, Diogo não parou, continuou metendo gostoso e gemendo aflito, aflito
até demais. —Se gozar... s-se g-goz-zar, eu... te... dou um... s-soco!
Completei, ainda gozando, chorosa, aflita.
O macho soltou minhas pernas e eu continuei quicando enquanto meu clímax se esvaía, quiquei com força, contraindo os lábios, grunhindo chorosa e ouvindo os grunhidos chorosos dele, que lutava para não explodir, então saí de cima e fiquei de quatro no sofá, com meu rabão bem empinado.
Fitei Diogo e ele
mordia novamente os dedos de sua mão direita, mordia com força e seu pauzão
latejava, então... um pouco de esperma verteu e ele aparou rapidamente com os
dedos mordidos, segurou com força sua tora para impedir o orgasmo e quase
chorou.
—N-Não tô gozando, não tô gozando! Disse o jovem, desesperado e
ofegante.
—Você gozou sim, ou vai me dizer que foi xixi? Rebati, séria, mas rindo
por dentro.
—N-Não, olha... tá duro, tá duro, não gozei! Falou Diogo, soltando o
pau e o mesmo já não pulsava mais como antes. Estava controlado. Que merda de
mãe era a dele, que não o preparou para ser homem, não o preparou para a vida?
Fiquei com muita pena daquele rapaz.
—Então vem, mete gostoso, quero rola, quero rola! Ordenei, o
incentivando.
—Sim, sim! Disse Diogo, ofegante. Ele posicionou-se atrás de mim, esfregou sua rolona e meteu suave, quase até a metade; parou e começou a bombar com calma. Gemi gostoso e rebolei, então ele socou o resto, e foi... porém...
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Primeiramente, peço desculpas por estar em inconstância nas postagens, mas minha semana está cruel e sufocante, muita coisa para resolver, e em virtude disso, as publicações sofrerão uma alteração temporária, então fiquem atentos. Estou postando hoje e a próxima postagem será na SEXTA-FEIRA. Isso porque estou trabalhando em dois turnos, manhã e tarde, além de estar bem ocupada com minha especialização, mas calma que logo voltarei a postar de segunda à sexta.
Estou trabalhando à tarde para substituir um professor que está afastado por motivos de saúde, então revezo com outro docente em dias alternados. É temporário, como eu disse.
Gostou do relato? Por favor comente, siga o blog, vamos aumentar essa sala de aula, tem vaga para todo mundo. Ando meio triste com a baixa interação dos leitores e parada nos novos seguidores. Gente, como vou saber se vale a pena seguir em frente? Já imaginaram em suas vidas ficarem sem os três atos inéditos de minhas aventuras? Reflitam.
Beijos, tenham uma segunda vitoriosa, cheia de paz e muito trabalho. Até amanhã.
Anal
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Dotado
Fetiches
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Relatos Reais
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Traição
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Comentários

A melhor professora
ResponderExcluirgaroto sortudo,ter uma aula sexual contigo e´o que todos no´s alunos queremos,nao fique desanimada nao gata,tu tem muitos alunos,mas talvez nem todos saibam interargir contigo,eu mesmo no antigo site nao sabia como fazer algum comentario,no blog esta mais simples,nao desanime,força guerreira ,ate´o proximo conto,beijao
ResponderExcluir"homem de verdade não faz certo, faz gostoso". Essa frase ecoa na minha mente até hoje, de fato essa nova etapa dos seus relatos começou com a sensibilidade ímpar de sua pessoa. Seus textos encantam nos pequenos detalhes que mostram sua visão de mundo.
ResponderExcluirMais um conto maravilhoso, recheado de muita tara e tesão…saudades de vc Luciana…BOTO.
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