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O ritmo era lento e cuidadoso; cuidadoso até demais. Sim, percebi que Diogo estava cruzando a tênue linha entre o orgasmo e o autocontrole. Ele parou de meter, alisou meu rabo com suas mãos suadas e o apertou, em seguida deu um tapinha. Ok, quando um macho de verdade me fode de jeito, adoro mesmo é um tapão bem estralado. Rebolei e ele recuou, tirando quase toda sua picona.
O momento de mais um desastre sexual na vida de quem havia sido desastroso anteriormente se achegava, e ria sarcasticamente atrás do ouvido dele, que, sinceramente, ainda era um virgem, e ofegava desesperado. Rebolei novamente e gemi.
—O que está acontecendo? Vai,
não pare, quero pau, quero rola! Indaguei e ordenei.
Diogo pareceu ter se enturmado consigo novamente. Suas mãos ainda
suadas seguraram minhas ancas e o ritmo aumentou, mas sinceramente, insatisfatório
para mim, e pelo andar da carruagem, cujo um dos cavalos era manco, sobraria
para Cássio ou Ariovaldo a tarefa de me darem um sexo digno, entretanto, senti
um sopro de esperança esvoaçar meus cabelos quando o jovem embalou um gingado
gostoso, e passou a segurar com mais força minha cintura e fazer o “plaft,
plaft” que eu amo, retomando as estocadas seguras e deliciosas. Agradeci aos
deuses do sexo, pois ainda havia salvação para aquele frango. Não tinha jeito, eu precisava acreditar nele, senão tudo ia desandar de vez...
Gemi alto com as estocadas. Diogo percebeu a hora certa de ser mais incisivo e isso me deixou bem mais tarada, daquele jeitinho bem sapequinha. Eu ofegava e gemia aflita, sentindo o poder daquele cacetão moreno e grosso de 20 centímetros percorrendo minha xoxota. Apoiei a cabeça no encosto do sofá e abri minhas nádegas para sentir melhor as investidas, e dei outro gemido alto, contraindo os dedos dos pés e balançando as pernas.
Senti o polegar melado de
Diogo visitando meu cu, e grunhi manhosa, e a vontade de interromper aquela
foda vaginal, tirar o pauzão dele de dentro e o conduzir ao meu rabo foi
enorme, mas demovi, ainda era cedo, eu queria ver até onde o mancebo
conseguiria aguentar, pois soltei as nádegas e imprimi meu ritmo alucinante,
rebolando freneticamente e dando empurrões nele com meu rabo.
—Porra, você aguenta mesmo hein! Comentou Diogo, impressionado.
—Ah, aguento sim, mas você é que parece não estar aguentando! Bora,
mete que nem macho rapaz! Retruquei, o provocando. Diogo obedeceu e socou sem
pena, deu aquele tranco delicioso, me fazendo sentir de uma forma indescritível
seu poder sexual e me fazendo gritar, mas não de dor, não de uma estocada de
mal jeito, e sim de tesão. Isso, você aprende...
—M-Machuquei? Indagou Diogo, parando abruptamente. Me enfurecei e
bradei:
—VAI CARALHO, NÃO PARA DE METER, PORRA! METE, METE!
Percebi nitidamente Diogo se assustar com meu berro raivoso, mas retomar as estocadas em seguida. Sexo é sintonia, harmonia entre as partes. Quando estamos no ápice do tesão, imersos e conectados mutuamente na transa, nossa capacidade total de raciocínio e discernimento cai drasticamente, pois o cérebro despeja doses violentas de adrenalina e serotonina pelo nosso corpo, nos deixando concentrados, dispostos e receptivos a tudo no ato sexual, então qualquer oscilação ou quebra abrupta desse ritmo, nos causa uma irritação extrema e pode comprometer o tesão severamente.
Minha bronca não foi cena, não
foi fingimento, eu realmente fiquei possessa, eu sou temperamental, braba e meio intolerante, puxei isso de meu pai, mas ainda com resquícios de
lucidez, não parei a transa de uma vez e expulsei ele dali, porém, se aquilo
acontecesse de novo...
Por uns instantes achei que minha rispidez oscilaria o ritmo de Diogo,
mas não, nada foi alterado, ele seguia me fodendo gostoso, me trazendo de volta
ao momento de prazer que sua tora proporcionava. Estava sim mais seguro, mas
eu, apesar de estar gostando, me estranhei...
Um bom tempo delicioso se passou. Diogo e eu estávamos novamente sintonizados. Carícias, apertos e tapinhas suaves em minha bunda, ok, os tapinhas eu detestei, mas tudo bem, ele já estava fazendo o suficiente, e fazendo gostoso.
Gemi tarada, Diogo apoiou a perna direita sobre o sofá, debruçou-se sobre mim e
fez um gingadinho delicioso com sua pirocona enterrada em minha xoxota, em
seguida começou a beijar e chupar minha orelha e pescoço, me levando ao
delírio, a gemidos manhosos e tremores pelo corpo. Diogo oscilava, mas sabia se
realinhar...
—Você é a mulher mais gostosa que já vi na vida! Elogiou Diogo. Sorri,
calada.
O encaixe estava perfeito, o ritmo estava perfeito, eu sentia aquele
pauzão grosso me alargar a buceta e fazê-la espernear, e meus gemidos se
tornaram chorosos, as mãos do mancebo envolveram meus seios pequenos e bicudos
e os estimularam, e então... mais uma vez, alguém foi convocado... sim, o
segundo orgasmo, brutal como o primeiro...
—AI DIOGO! Isso, isso, mete, estou gozando, estou gozando, mete, mete,
não para, não para, caralhooo! Gritei e falei, em tom baixinho e manhoso, e em
seguida urrei meu clímax, então comecei a me contorcer e rebolar, e isso...
também chamou o orgasmo de Diogo...
—N-Não vou aguentar... não consigo... s-segurar! Disse Diogo,
anunciando seu inevitável e irrefreável gozo enquanto eu ainda desfrutava do
meu.
—NÃO TIRA, NÃO TIRA, CONTINUA METENDO, EU TOMO COMPRIMIDO, GOZA, GOZA GOSTOSO
CARALHO! Gritei, o impedindo de cometer um crime, e me impedindo de cometer
outro, porque se ele tirasse o pauzão de minha xoxota enquanto eu ainda
estivesse gozando...
O acidente de percurso causado por Diogo seria facilmente resolvido com
a pílula do dia seguinte, pois eu não tomava anticoncepcionais e tampouco usava
DIU. Meu corno não gozava dentro de mim quando transávamos, ele sempre gostou
de gozar em meus seios e bunda, apesar de seu maior desejo fosse o de gozar em
meu rosto ou me fazer engolir sua porra. Que patético, se nem um pau de homem
aquele traste tinha, quiçá uma quantidade de esperma respeitável.
Fomos parando aos poucos, ofegantes, gementes, mas o arfar de Diogo
denotava o desespero, a frustração, pois ele sabia que ainda não acabou para
mim. Gozou antes da hora mais uma vez, porém, me fez gozar DUAS vezes, além
disso fez gostoso, me deu prazer; ok, um prazer abaixo do que comedores como
Breno, Cássio e Ismael, na mesma faixa de idade dele me deram, mas eu
compreendia o rapaz, e não o desabonava por isso, ele se saiu bem sim.
—V-Você... gostou? Indagou Diogo, visivelmente inseguro.
—S-Sim... foi gostoso! Respondi, sincera e olhando bem em seus olhos.
—Que bom... acho que... devo ter feito gostoso sim, mesmo... gozando
antes da hora, mas tudo bem... se você gostou! Desculpe! Disse Diogo, que
abaixou a cabeça em seguida.
—Aprenda uma coisa meu jovem: sexo não é achar, não é supor coisas, e
sim, perceber, estar atento aos sinais, a linguagem corporal, pois não só nossa
boca fala, mas o resto de nosso corpo também! Talvez você aprenda isso um dia,
ou não! Retruquei. Diogo assentiu.
—Ok... então... vou me lavar, e... ir embora! Avisou Diogo, já indo
para o banheiro.
—Ir embora? Por que? Não quer mais? Questionei, e ele se virou, com
olhar atônito.
—Você disse que se eu gozasse antes da hora de novo, iria embora!
Respondeu.
—Eu te mandei ir embora? Indaguei. Diogo negou com a cabeça. —Responda!
Completei.
—Não! Respondeu, com semblante ávido, então retruquei:
—Se for macho para aguentar mais uma, vá se lavar, do contrário, pode tomar
um banho e ir para casa! Diogo Assentiu com um lindo sorriso sapeca e foi
rapidamente ao banheiro.
Eu, fiz um rápido asseio no quintal. Preferi ali porque a água era mais
refrescante. Expulsei a porra de Diogo de minha buceta e a lavei bem, em
seguida voltei para a sala, e o macho estava nu, sentado ao sofá, à vontade e
expondo sua picona, a qual mesmo em repouso, tinha um belo calibre, então sem
perda de tempo, me ajoelhei entre suas pernas, peguei seu picão bem lavado e
cheiroso, beijei, expus a glande, dei um selinho nela e por fim, abocanhei.
Mantive apenas a cabeça larga e comprida sob minha boca, trabalhando com os lábios e língua, e ouvindo Diogo delirar, empurrei o prepúcio para baixo com os dedos e o chupei, como se sugasse, dei lambidas suaves e rápidas na lateral da glande e despejei saliva, em seguida chupei as bolas, e senti a rolona ficar meia vida, então abocanhei, indo até a metade facilmente, e a senti endurecer mais.
Jovens saudáveis como Cássio e Diogo possuem uma
recuperação rápida pós-orgasmo, mas rápida não significa instantânea, então
continuei chupando, dando meu melhor para reanimar aquele membro gostoso, e
preparando um presente para ele...
Como eu disse, jovens têm uma recuperação rápida, e não demorei muito
para despertar a picona de Diogo. Claro, o tesão dele ainda era o mesmo do
início, mas não notei mais ansiedade ou euforia nele; parecia ter aprendido
como lidar com seus instintos.
—Caralho... você chupa perfeito, é a melhor mulher com quem já transei
na vida! Exclamou Diogo, estupefato e em estado de graça. Não perdi a oportunidade:
—Como se você tivesse transado com outras né! Me poupe! O pobre abaixou
a cabeça.
—M-Mesmo que eu transe com outras mulheres... elas não serão melhores
que você, nunca! Rebateu Diogo, com um semblante meio emocionado. Dei um
sorriso e assenti.
Subi no sofá e fiquei de quatro
de novo, melei bem meus dedos anelar e médio, e meti no meu cu. Sim, ele
merecia me enrabar, me fez gozar duas vezes, e minha decisão de fazer o anal,
foi, é claro, primeiramente, porque amo uma rola grande e grossa no rabo, e depois,
porque analisei sua performance como um todo, desde a primeira vez, e seu saldo
era positivo.
—Anda, mete no meu cu! Ordenei, o fitando seriamente. Diogo arregalou
os olhos.
—S-Sério? Indagou Diogo, incrédulo. Passei a mão no rosto e dei um
longo suspiro.
—Sim... venha, e seja cuidadoso! Respondi, sendo paciente.
—Pode deixar, vou fazer com carinho! Disse o macho, melando meu cu com
saliva.
—É o mínimo né, porque se você me machucar, vai sair daqui numa
ambulância! Retruquei, séria, e Diogo assentiu, sério. —Vem, mete gostoso,
igual você meteu na buceta! Completei, quebrando um pouco a rispidez e
rebolando safada, empinando mais a bunda.
Diogo pegou rápido o macete de como preparar uma mulher para o sexo
anal. Certamente ouviu dicas de Cássio ou aprendeu nos filmes pornôs que todo
virgem assiste. Primeiro ele chupou gostoso minha buceta, sem afobação, em
seguida salivou bastante meu cu, o qual eu já tinha lubrificado, meteu sua
língua quente lá dentro e despejou mais esputo, isso de maneira bem sutil e
carinhosa, me fazendo suspirar e aumentar meu tesão, então ele posicionou a
glande de sua tora grande e grossa na entrada, pincelou e deixou deslizar
suavemente, alargando meu rabo e passando pouca coisa da cabeça, e dei um
gemido choroso.
O mancebo segurou minhas ancas e parou de meter um pouco. Manteve só
que tinha metido, em seguida retomou em bombadas suaves, sem avançar. Contraí
os dedos dos pés e balancei as pernas, sentindo-as trêmulas. A rola era grossa,
e seu vai e vem calmo a fazia adentrar mais meu buraco guloso, Diogo recuava
até quase tirar e metia até onde tinha metido, sem pressa, carinhoso, e estava
mandando bem, me passando confiança, percebendo meus gemidos aflitos e
gritinhos curtos e agudos, os quais eram sinais de adoração a tudo aquilo.
—Porra, que cuzinho gostoso e apertadinho! Meu Deus, você é muito
gostosa! Exclamou Diogo, metendo apaixonado no meu rabo, avançando cada vez
mais e me fazendo delirar.
—Hmm... que delícia, você está indo bem, mete um pouquinho mais forte,
só um pouquinho, assim, isso, isso, desse jeitinho, mete, aaahhh... que rola
gostosa! Orientei, e Diogo obedeceu perfeitamente enquanto eu falava, achando o
ritmo com maestria. Sorte? Não sei...
Não demorou muito e os 20 centímetros grossos de Diogo já estavam escondidos
no meu cu. Ele foi impecável, não oscilou nadinha, seguiu metendo gostoso, me
roubando gemidos ora altos, ora manhosos, manteve minhas ancas sob suas mãos e,
percebendo que eu já estava adaptada ao seu calibre, começou a ser mais
incisivo nas estocadas, e gritei aflita, rebolando em seguida, então, imersa na
foda, mostrei meu poder de devassa, requebrei ensandecida, castigando aquele
pauzão gostoso, e Diogo descompassou...
Descompassou, mas logo se realinhou novamente, porém, continuava dando
tapas de bichinha em minha bunda, o que ME DESCOMPASSOU, mas tudo bem, eu
queria deixar essa lembrança gostosa no âmago daquele jovem. Bradei palavras de
ordem, de safadeza, gemi e grunhi, gritei chorosa, e ele seguiu, produzindo o
“plaft, plaft” anal delicioso, trucidando meu cu faminto por pauzões, então apoiei
minha cabeça no encosto do sofá e abri bem meu rabo, gritando de tesão em
seguida, e... mais uma vez, Diogo anunciou seu orgasmo:
—C-Caralho... a-acho que... não... v-vou s-segurar!
—S-Segura, m-morde os dedos, faz qualquer coisa, mas pelo amor de Deus
não goza agora! Supliquei, fazendo o vai e vem com meu quadril, inebriada no
clima da foda.
—N-Não consigo! Disse o mancebo. Filho da puta.
—Mexe na minha buceta e me faz gozar vai, vai! Ordenei, e ele o fez
enquanto fracassava mais uma vez, despejando porra dentro do meu cu enquanto
bombava. Diogo não aguentava pressão, não conseguia se adaptar a uma mudança de
ritmo. Lamentável.
Óbvio que ele não conseguiu me fazer gozar enquanto gozava, uma hora
esfregou com uma força desnecessária minha xoxota e tirei sua mão rapidamente
para não ser machucada mais uma vez. Ele ofegou e debruçou-se sobre mim,
visivelmente exausto, e me desvencilhei, o empurrando. Sim, eu estava com
raiva, porque minha cabeça doía da quebra abrupta do clima mais uma vez, e não
era obrigada a compreender porra nenhuma.
—F-Foi mal... não consegui segurar quando você fe...! Tentou se
justificar Diogo, mas o interrompi erguendo a mão, zonza e muito, muito
estressada, mas retruquei, calma:
—Olha Diogo... não atribua a mim e ao meu corpo e comportamento, sua
incapacidade de se controlar! Não seja desonesto, apenas admita que não sabe realmente
se dominar no final das contas, mas apesar de tudo... foi sim muito gostoso,
você melhorou bastante, me deu prazer sim, mas não nos veremos mais, então,
tome um banho e vá para sua casa!
—Obrigado Luciana, me perdoe se não consegui ir até onde você esperava,
mas... eu fiz o meu melhor, e me sinto muito feliz, de verdade! Desabafou
Diogo, que me abraçou.
Aquele abraço me desmontou, senti as lágrimas querendo vir, como se rasgassem minha alma, mas me segurei. A atitude daquele rapaz me comoveu, mas... de fato foi a última vez.
—Ok, agora vá, meu marido está chegando! Falei, mentindo e contendo o
choro. Diogo me fitou e assentiu, em seguida foi para o banheiro rapidamente.
Claro que o corno não estava chegando, mas eu queria me ver livre de toda aquela situação o mais rápido possível. Minha cabeça doía, então fiz outro asseio no quintal, depois pus um vestido frouxo e comprido, e quando fui até a sala, vi Diogo, de pé e consternado.
Fui até ele e o conduzi até o portão. Era o
final, e eu poderia sim ter tido mais paciência e tentado a terceira vez, mas
optei por terminar tudo, para que Diogo visse o quanto precisaria refletir e amadurecer
para ter uma vida sexual decente, ser um homem de verdade. Sem dúvida ele jamais esqueceria esse dia, assim como eu, e levaria para as próximas experiências o que aprendeu comigo.
—Obrigado mais uma vez! Disse Diogo.
—Vá em paz, e boa sorte! Respondi. Trocamos beijos formais no rosto e
ele partiu. Mais uma vez consegui frear as lágrimas ao respirar bem fundo, olhei para o céu... e sorri, grata.
Após entrar, peguei meu celular e vi três chamadas de Cássio, então
retornei, e após quatro toques, ele atendeu, e percebi que o mesmo estava
dirigindo pelo barulho externo:
—Oi minha linda! E aí? O menino deslanchou? Indagou Cássio, em voz alta.
—É... digamos que sim, foi bom! Respondi. O comedor avisou:
—Passo já aí pra deixar as coisas que o papai mandou, tô chegando!
Assenti e desligamos, depois me sentei no sofá, sentindo algumas dores anais,
mas eram suportáveis.
É meus amores, se vocês esperavam uma história de superação sexual,
lamento, mas aqui é a realidade da vida, e na realidade nem sempre as coisas
saem como se espera. Diogo foi moldado por uma mãe irresponsável, que não o
preparou para o mundo, o manteve o tempo todo sob suas asas e não deixou que
ele voasse, o transformando em uma pessoa insegura, sem qualquer percepção das
coisas ao seu redor, sem tino algum para lidar com situações inusitadas, e
principalmente com as mulheres, só que não seria eu a reverter esse processo, porém, como eu disse antes, suas próximas experiências seriam diferentes, nesse segundo encontro ele se saiu bem, e com outras mulheres se sairia melhor.
Eu fiz meu papel de professora no final das contas, apliquei uma prova
rígida sim, e minhas palavras ríspidas foram a de uma mestra, a mestra que
desejou ver seu aluno deslanchar na vida, porém, os melhores professores que
uma pessoa pode ter na vida, são os pais...
Já era noite quando ouvi duas buzinadas curtas lá fora. Cássio chegara,
então me levantei rapidamente e fui atendê-lo. Abri o portão e o vi saindo de
seu carro, apenas de bermuda e chinelo, com seus longos cabelos molhados, notei
mais à frente outro carro parado; era todo preto, estilo importado e com os
vidros levantados. Certamente estavam juntos.
—Esteve na praia meu amorzinho? Indaguei, enquanto ele me entregava o
presente que seu pai mandou. Goma para tapioca, farinha, mariola e pé de
moleque. Humm, delíciaaa...
—É... digamos que sim, estive numa suruba em uma casa de praia!
Respondeu Cássio.
—Ai que chique, e você fala assim com essa naturalidade toda? Comentei,
indagando.
—Já fizemos duas juntos, esqueceu? Retrucou Cássio, e rimos alto.
Assenti sorrindo.
—E aquele carrão está com você? Perguntei, olhando para o veículo.
Cássio respondeu:
—É... estivemos juntos, é um amigo, ele tá indo visitar os pais que
moram aqui!
—Bora Cássio, tô com fome porra! disse uma voz masculina, a qual saiu
do lado do motorista. Não pude ver nitidamente o rosto, pois o vidro do carro
abaixou muito pouco; notei apenas cabelos pretos e lisos, e uma pele branca, em
seguida o vidro levantou de novo.
—Vai na frente, vou conversar com minha amiga aqui e daqui a pouco
passo lá! Disse o filho do vigia, alto, então o carro deu uma curta buzinada e
arrancou. Aquele carro era familiar...
—Não se preocupe, pode ir com seu amigo, depois a gente conversa!
Falei.
—Ah, ele é um desesperado, depois me entendo com ele! Disse Cássio, e
ri.
—Diga ao seu pai que eu agradeço muito pelo presente! Falei, meio
tristonha, mas segurando carinhosamente o pesado saco, sem curiosidade sobre o
amigo afoito de Cássio.
—Puxa, pela sua carinha o negócio com o Diogo deu ruim de novo né?
Indagou Cássio, percebendo minha consternação no olhar. Abaixei a cabeça e
assenti.
—Não quer entrar e me consolar um pouco? Ou seu combustível acabou na suruba? Questionei, sorrindo sapeca, mordendo o lábio inferior e fitando sua tora, a qual avolumou-se.
—Eu tenho uma reserva! Quem tá acostumado com surubas como eu, sempre
anda preparado pra uma eventualidade! Disse o safadinho, então abri passagem e
ele entrou.
Diogo era passado. Sentado à vontade no sofá, e comigo ajoelhada entre
suas pernas, o caralhão rijo e teso de Cássio, um macho, um homem, um comedor
de verdade, recebia meu boquete faminto, um boquete babado, o qual minha boca
quase não conseguia ir muito longe, pois era maior, mais grosso e mais gostoso
que o do ex-virgem, mas meus engasgos não me intimidavam, a saliva escorria,
melando suas bolas, meu sofá e meus olhos vertiam lágrimas conforme eu tossia,
ofegava e o macho tentava atolar empurrando minha cabeça.
Tirei o pauzão da boca com várias linhas espessas de saliva, masturbei
e Cássio me fez subir no sofá, me posicionei paralela a ele, que melou seus
dedos e os socou no meu cu enquanto eu abocanhava desesperada sua tora de
comedor tesudo e a deixava no ponto para me enrabar de verdade. Eu disse que
delegaria a Cássio ou Ariovaldo a tarefa de salvar meu dia.
—Aaahhh... isso Cássio, tempera meu cuzinho bem gostoso que eu vou te
dar ele, quero que você me enrabe bem gostoso, bem gostoso, bem gostoso! Falei,
surtada de tesão.
—Vai, cospe na minha mão! Pediu Cássio. Tirei sua rolona da boca e dei
aquela cusparada profusa na palma da mesma, e ele besuntou meu cu
deliciosamente.
Depois ele desceu com seus dedos até minha xoxota já ensopada e a
masturbou, me fazendo tirar sua pica da boca e gemer alto. Meu Deus, a
diferença era abissal, e a comparação era absolutamente válida, porque Cássio
tinha só um ano a mais que Diogo, e Diogo teve sua segunda chance, e poderia
sim ter feito tudo gostoso, mas quis fazer certo, e fracassou.
Segui o boquete melado, tarada como nunca estive antes, grunhindo
enquanto Cássio me masturbava, alternando as investidas entre minha xoxota e
cu, e a cada movimento de seus dedos, eu tentava engolir seu cacetão largo,
tossindo e quase vomitando, então tirei, me empertiguei e montei de costas,
desci até pegar aqueles 22 centímetros espessos e alocar na entrada do meu cu,
onde dei uma esfregadinha gostosa, e então sentei de uma vez, mas devagar,
gemendo alto e dando gritos curtos, rindo depois, feliz por sentir um caralhão
de macho arregaçando minhas pregas do jeito que eu mereço. Sentei até o talo e
rebolei.
—Humm... ai que delícia meu Deus, coisa boa é ter um macho de verdade
para nos foder! Soca Cássio, soca gostoso! Falei e ordenei, com as pernas
bambas.
Claro que Cássio socou, e socou daquele jeitinho que eu amo, segurando
minhas ancas e mandando brasa no meu cu guloso, o qual nem tinha sido comido
para falar a verdade né...
Cássio ergueu minhas pernas e assumiu o comando da foda anal. Enlacei
minha boca na dele enquanto grunhia manhosa, e seu caralhão arregaçava meu cu a
cada estocada, depois apoiei as mãos em seu tórax, as pernas sobre suas coxas e
reassumi o controle, então comecei a quicar alucinada, subindo até tirar e
descendo até o talo, cada vez mais arregaçada, mas feliz.
—Tá taradona hoje hein Lulu! Comentou Cássio, me pondo de quatro após
um tempo.
—Não vai me dizer que isso é demais para você, como seu amigo! Rebati,
provocando.
—É assim que eu gosto, bem tarada! ANDA, REBOLA SAFADA! Retrucou
Cássio, que deu... aquele bofete estralado nas minhas nádegas. Quase gozei com
aquele bofete, sério.
—AAahhh... isso, bate na minha bunda, bate seu safado! Falei,
rebolando. Cássio deu mais dois tapões e apertou minhas nádegas. Que pegada
deliciosa ele tinha, minha nossa...
O macho segurou firme minhas ancas, posicionou sua tora na entrada do
meu cu e o varou suavemente, enterrando seus 22 centímetros grossos em um
movimento só, e claro, sacudi as pernas, contraindo e esticando os dedos dos
pés, sentindo minha buceta espernear e tremer, em seguida berrei e rebolei,
empinando mais a bunda, então ele deu aquela paradinha marota, e retomou em
seguida, bombando devagar e me fazendo sentir o talo de seu caralhão, e ouvir
sua respiração carregada de desejo, em seguida ele acelerou um pouco, e berrei
de novo.
—Delícia de rabo, ah... rabuda safada que me deixa doido! Disse Cássio,
estapeando minha bunda e a apertando. Rebolei e ri, gemendo e grunhindo, quase
dispneica de tesão.
—Isso, me arromba gostoso, assim, soca forte Cássio, forte, me
arregaça! Falei, enlouquecida. Apoiei a cabeça no encosto do sofá e abri ao
máximo meu rabo para ele foder.
O comedor apoiou a perna direita no sofá, e castigou mais meu cu. Ele respirava como um leão faminto, mas sem cansaço, em seguida puxou meus cabelos com a cabeça para trás, e ali sim mostrou porque era um dos meus comedores favoritos, porque sabia a hora certinha de cessar as gentilezas e mostrar seu poder de macho.
Gritei e grunhi chorosa, com a buceta escorrendo seiva e
trêmula, inchada e pulsante, balançando as pernas e ouvindo o ruído das
estocadas meladas do caralhão do jovem, que sempre chocava sua virilha contra
meu rabo.
—Não é qualquer um que dá conta de você né minha safadinha? Instigou
Cássio, sussurrando no meu ouvido, debruçado sobre mim e estimulando meus
seios.
—N-Não... t-tem que ser... m-macho! Isso, isso Cássio... n-não para,
não para, não para que eu vou gozar, ai Cássio, mexe gostoso, mexe, não para,
soca, soca, estou gozando, estou gozando, aaAAAAIIII... AAAHHHHH... AAAAAA...
puta que pariiiuuu... caralho, aaaiiii! Respondi, e em seguida... explodi num
orgasmo avassalador, mais um orgasmo anal, violento e delicioso.
Após meu gozo, Cássio lavou sua tora, e novamente eu estava ajoelhada
chupando seu pauzão, engasgando e atolando, buscando seu néctar delicioso,
sentindo-o se contorcer e gemer aflito conforme minha boca estufava e mamava,
então ele gemeu alto, seu pauzão grosso pulsou como se fosse explodir, atolei
até onde pude, e a porra quente, adocicada e deliciosa veio, não tão profusa,
pois ele vinha de uma suruba, mas mesmo assim, era a porra de um macho, a qual
engoli todinha, sem deixar nada escorrer, e continuei chupando. Cássio indagou,
incrédulo:
—Como é que o Diogo, um cara do pau grande, consegue te perder hein? E duas vezes! Ri
alto.
—Pois é! Faça um favor ao seu amigo: leve-o lá perto do Fórum Municipal, ali têm mulheres feitas para homens como ele! Retruquei, e Cássio riu alto. Diogo foi apenas mais uma experiência inusitada em minha vida, mais uma história surreal e inacreditável para contar...
FIM
=============================================================
Olá queridos alunos, espero que tenham gostado dessa aventura. Diogo certamente teve uma experiência inesquecível, e no contoerotico, as opiniões foram diversas, uns disseram que eu devia ter sido mais paciente e dado outras chances a ele, outros tiraram sarro, e hoje, após reler e revisar, me emocionei em fazer parte da história desse jovem, e espero sinceramente que ele tenha deslanchado na vida sexual e se tornado um comedor exemplar, e acredito que ele teve sim outras oportunidades por aí.
Uma história muito tocante para mim, sensível e que jamais vou esquecer, mas acima de tudo, foi um aprendizado, algo rico para meu crescimento, e após revisitar essas lembranças através da escrita, tive mais uma experiência de "descabaçar" um homem, e essa sim foi deliciosa, o rapaz também estava nervoso, ansioso, mas deslanchou gostoso, e essa história é tão tocante quanto a de Diogo, mas claro, se quiserem que eu poste aqui, precisam interagir, se fazerem presente.
É isso meus queridos. Excepcionalmente amanhã, começa mais uma microssérie surreal e inacreditável, que também causou frisson no contoerotico e muitas reações bem-humoradas. Como presente e uma forma de me desculpar pela falta, postarei DUAS partes da história. Só não digo qual é em consideração aos novos leitores.
Amanhã também tem um artigo interessante e muito importante que escrevi, uma informação relevante que talvez os novos leitores ainda não saibam. Vale a pena.
Beijos, tenham um dia maravilhoso, com muita produtividade e bênçãos.
Anal
Boquete
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Comentários

Excelente dia.
ResponderExcluirDelícia de bunda. Gostosa demais.
ResponderExcluirAcredito que ele merecia uma nova oportunidade!
ResponderExcluirSim, merecia e merece, mas não mais dada por mim. Beijos.
ExcluirMas no caso do Diogo, se você tivesse treinado ele, será que ele não seria um grande comedor, hoje?
ResponderExcluirResumindo basicamente o que debatemos por e-mail, eu não tinha mais interesse em investir em Diogo, tendo comedores como Valdo e Cássio à disposição, então creio que fiz o meu melhor para despertar essa consciência no jovem ex virgem.
ExcluirEspero sim que ele tenha se tornado um parceiro sexual decente e esteja dando prazer às suas novas fêmeas...
Mas então você não tentou melhorar o desempenho do pobre rapaz, por já ter seus comedores?
ResponderExcluirClaro que tentei, você não leu as coisas que eu disse a ele? Agi como professora antes de tudo, ensinei como se faz sexo, e quando usei o contraste entre "fazer certo e fazer gostoso", Diogo deveria ter assimilado isso, e certamente teve algumas dicas de Cássio, disso não tenho dúvidas, pois ele evoluiu sim, contudo, não soube lidar com seu próprio corpo, não soube dominar seus instintos de macho conforme eu imprimia meu ritmo, e isso me deixou estressada. Eu vi que, tendo Valdo e Cássio como comedores, não precisava passar por isso, não era obrigada a esperar Diogo deslanchar ou não, porque o fator que me fez desistir dele foi: não houve a química necessária, e quando não há química meu querido... já era.
ExcluirGostaria da opinião de outros leitores, se ele merecia uma nova oportunidade!
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