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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim. Bem, dando continuidade ao cronograma de postagens semanais, hoje, sabadão, é dia de postar o relato de uma leitora, o nome dela é Roseane, uma dama simpática e MUITO DEVASSA, que descobriu meus relatos no site contosadultos.club, entrou em contato comigo através do e-mail e tivemos uma interação muito bacana.
Ela me revelou bastante coisa sacana em nossas conversas, então perguntei se ela gostaria de relatar suas aventuras sexuais em texto e me enviar, pois antes de ter minha conta ceifada no contoerotico.com, eu pretendia criar outro perfil lá, para postar tudo que colhi de amigas e leitores nesse pouco mais de 1 ano nos sites de contos, mas... como todos sabem, aconteceu o que aconteceu, então farei isso no blog.
Após ler e reler os 10 relatos que Roseane me enviou, vi que a narrativa dela é bem crível, pois ela imprimiu detalhes bem pontuais e específicos em alguns momentos, coisa que escritor charlatão não consegue fazer. Apesar de ter somente o Ensino Médio, ela escreve bem e consegue se expressar sem oscilar, e quase não intervi na dissertação, só ajustei algumas coisinhas e deixei o estilo dela intacto, isso eu garanto, então, talvez vocês encontrem alguns erros gramaticais.
Bem, eu, Luciana, não sei se teria coragem de fazer o que Roseane fez nessa aventura, e olha que já fiz muita doideira por conta de um pirocudo, mas enfim, leiam, espero que gostem e tirem suas conclusões, pois tanto nos meus relatos, quanto nos dos leitores, acreditar ou não fica a critério de cada um.
As imagens que pus no relato são ilustrativas para temperar a leitura, MAS... se vocês curtirem a história e comentarem... posto os demais relatos de Roseane, COM AS FOTOS REAIS DELA e atualizo este com a imagem dela com o parceiro, pois como eu disse, o material é farto... boa leitura.
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Me chamo
Roseane Oliveira, atualmente tenho 37 anos, e o fato que vou narrar aqui
aconteceu quando eu tinha 23 anos, ou seja, aconteceu no ano de 2008, quando eu
ainda namorava meu futuro marido, o qual sempre foi um homem bom e apaixonado
por mim, porém... eu sempre fui uma safada, nunca quis ser de um só, então
chifre é o que não falta na cabeça do pobrezinho, eu já curtia com outros e
jamais quis abrir mão disso.
Meço 1,67, tenho pele branca,
cabelos cacheados pretos até os ombros, rosto arredondado, olhos amendoados,
nariz largo, boca grande e lábios carnudos, perfeita pra chupar rola. Meus
seios são pequenos, quadril largo, bunda redondinha e pernas grossas, uma
barriguinha negativa sim, mas nunca fui criticada, sei que sou gostosa, os
homens me olham e veem a safadeza no meu olhar, sabem que adoro uma boa
putaria.
Contudo, isso é perfeitamente
disfarçado pela vida social que levo. Não tem quem diga que sou uma trepadeira,
uma devassa, porque na época em que isso aconteceu, eu fazia parte do grupo de
jovens da igreja católica, sempre fui religiosa e sempre passei a imagem de
menina decente, ingênua e perfeita pra casar; a moça exemplar pra família e
vizinhos, que se fazia de tímida, de bobinha, dada com todo mundo... e que dava
pra quase todo mundo nas construções, atrás da escola, nos becos, enfim...
minha buceta sempre vivia e vive em chamas.
Entretanto, Leandro, meu
namorado na época e hoje meu marido, me despertou sentimentos, fez eu gostar
dele mais que os anteriores, me fez ter um pouquinho de respeito, porque sempre
foi apaixonado por mim desde que éramos crianças, era meu namoradinho, e o que
toda mulher safada como eu sonha no casamento? Um marido otário é claro, e meu
esposinho é o perfeito otário, sempre me presenteou, declarou seu amor a mim, e
como eu sempre fui um pitelzinho, ouvia seu desejo ardente de me comer, porém,
eu dizia o que?
“Sou virgem meu amor, então só
vou fazer sexo depois do casamento, foi assim que fui criada, é assim que
aprendi na igreja”. Leandro ficava cada vez mais apaixonado por mim, e quando
ele ia embora, jurando amor eterno e prometendo se casar comigo, eu corria pra
casa do Luizão, e lá dava gostoso pra ele. Luizão era um moreno da pomba grossa
(não era grande) que arregaçava meu priquito e meu rabo bem gostoso, e dávamos
risada do corno que acreditava na minha virgindade e pureza, porque eu sempre
dissimulei muito bem, sabia fingir.
Namorei dois anos com Leandro e
fui noiva por um ano, depois casamos. Meu corno é filho de um comerciante
razoavelmente bem financeiramente, e isso fez eu “aceitar o amor” que ele tinha
por mim, pois minha irmã, outra safada como eu, me aconselhou a aproveitar que
o homem me bancava e nem precisei trabalhar, aliás, nunca quis trabalhar, só
estudei até o Ensino Médio e pronto, esse negócio de faculdade nunca foi minha
praia.
Não tenho vergonha de admitir
essas coisas, essa é a minha natureza, e se Leandro um dia descobrir tudo, nego
e ele vai continuar comigo, vai perdoar, porque ele tem cara de corno, nasceu
pra ser corno, principalmente porque tem um pau pequeno, e alguns dos outros
caras com quem me envolvi tinham paus maiores, mas como o negão desse relato e
mais alguns com quem trepei... humm... inclusive tenho dois fixos bem pauzudos
e adoro foder com eles...
Pois bem, nasci no Nordeste,
numa cidadezinha do interior, e vivi lá com meus pais até os 14 anos (comecei a
dar nessa idade), depois vim morar na periferia da capital com minha irmã mais
velha, que já era casada, mas sempre foi fiel e fazia o papel de minha mãe. Eu
chamei ela de safada, porque ela SABIA de tudo que eu fazia e guardava segredo
do marido e do resto da minha família, só que ela nunca teve coragem de fazer
as coisas que fiz e continuo fazendo.
Pois bem, vamos ao que
interessa, o dia em que conheci o Robério, meu novo vizinho...
Era uma sexta-feira, o mês não
lembro. Como disse antes, eu morava na periferia da capital, mas não era
favela, tinham muitas casas humildes, pequenas, problemas como falta de
pavimentação e saneamento incompleto, enfim, apesar do preconceito que muita
gente tinha dizendo que o bairro era perigoso, na verdade era um lugar
tranquilo, não tinha isso de assalto direto, de roubo, arrombamento de casa,
traficante, o bairro só era feio, mas tinha gente da paz.
Tinha uma casa na rua que eu
morava, em frente à minha, e ela vivia sendo alugada. Eu tava ajudando minha
irmã fazendo as coisas, porque eu não trabalhava, mas não era preguiçosa; fazia
almoço, varria, passava pano e lavava minhas roupas, não era tão dondoca assim,
eu sabia ser dona de casa e queria viver como dona de casa, ter um marido pra
me sustentar, porém, cuidar dele como esposa, e dá pra arrumar tempo pra isso e
ainda dar umas escapadinhas...
Eu tava varrendo a sala, quando
ouvi a zoada de uma Kombi chegando, daquelas que parece caminhão, e curiosa,
fui pra janela olhar. Ela estacionou em frente à casa que mencionei acima, com
pouca mudança. Mais uma família vindo morar no bairro por causa do aluguel
barato, pensei, mas não vi uma família e sim um cara saindo do lado do
passageiro, um negão.
Ele era alto, meio magro,
cabelos crespos bem baixos, olhos médios, orelhas médias, nariz bem largo e o
beição. Tinha um bigodinho e o corpo, mesmo magro, definido. Razoável, tava
vestido com uma camiseta preta e uma bermuda branca frouxa, e aquele look
deixava o cara charmoso, ele tinha porte e pelo visto... iria morar de aluguel
sozinho naquela casa simples, mas bem ajeitadinha, cujo dono era o seu Itamar,
que tinha várias casas alugadas no bairro.
—Olha Rosineide, chegou morador novo!
Comentei e minha irmã veio curiar.
—É mesmo? Cadê? Questionou minha
mana, que se achegou na janela. —Vixe, é aquele negão ali é? Completou
Rosineide, que deu uma risadinha sapeca ao ver ele. Também ri sapeca.
O negão nos notou e olhou pra
nós duas, e vi melhor o rosto dele, não era lindo, mas também não era feio de
doer, ele tinha presença, um certo charme, então o cara abriu um sorriso amigável
e acenou pra gente, em seguida cumprimentou, todo educado:
—Bom dia, tudo bem senhoritas?
—Bom dia, tudo ótimo! Veio morar
aqui? Respondi e perguntei, já me eriçando.
—É sim, vou ser o novo vizinho
de vocês! Disse o negão, que deu uma encarada daquela em mim, e já fiquei
ligada no olhar sapeca dele. humm... dei um sorriso e Rosineide me cutucou.
—Seja bem-vindo, aqui é muito
tranquilo e legal, tu vai gostar! Repliquei e ouvi minha irmã dizendo “Te
aquieta Roseane” em tom de cochicho. Olhei pra ela sorrindo e ri mais.
—Obrigado, agora vou cuidar
aqui, com licença! Disse o macho, que acenou. Acenei de volta e mais uma vez ele
deu aquele sorriso de homem safado e sorri de volta, depois entrei.
—Mulher... sossega, tu não
conhece esse homem e já vai abrindo os dentes assim! Comentou minha irmã, toda
cabreira, e dei risada. Ela sempre foi mais reservada, na dela.
Eu não tava paquerando ele como ela pensava, quer dizer, me abri um
pouco com a simpatia do negão sim, mas sou uma pessoa comunicativa e simpática
com todos, por isso liderava o grupo de jovens da igreja, justamente por não
ter timidez, ser pra frente e animada.
—Aff, Rosineide, deixa de ser maldosa, eu só tava sendo gentil com o
homem, vai que ele é um bandido e veio pra cá se esconder, a gente tem que se
dar com todo mundo! Retruquei, sendo sincera, porque ali não era perigoso, mas
tinha uns caras barra pesada sim.
—Justamente por isso, se o cara
for meliante e tu ficar de sorrisinho desse jeito, aí vai dar brecha, se liga
Roseane! Replicou Rosineide. Ela sempre foi cabreira com tudo. Rebati:
—Nada a ver, tu sabe que a gente
tem que se dar com as pessoas, se for bandido então, aí é que tem que se dar bem
mesmo, porque senão eles pegam marcação com a gente, mas... esse homem aí não
tem jeito de meliante não, acho que tu tá sendo preconceituosa só porque ele é
preto; deixa disso mulher, é feio, e outra... o Seu Itamar não aluga casa pra meliante!
—Ah, isso é verdade, Seu Itamar
é muito decente com as coisas dele! Disse Rosineide.
Encerramos o papo e continuei
cuidando nos afazeres, aí uma hora tive que ir na bodega comprar os temperos que
tavam faltando pra fazer o almoço, então pus uma blusinha de alcinha e um short
quase curto e apertado e fui, minha mana ficou adiantando o arroz e limpando a
cozinha, aí passei em frente à casa do negão e olhei pra dentro, vi ele
arrumando as coisas e segui, começando a sentir aquela coceirinha lá embaixo, a
coceirinha de quem quer aprontar.
—Ei Roseane, Roseane! Chamou uma
voz feminina, e quando me virei pra ver quem era, vi Daniele, minha amiga... e ela
era tão safada quanto eu, mas aquela ali não escondia de ninguém sua safadeza,
ao contrário de mim, que por ser da igreja, tinha que “ser toda certinha”.
—Oi mulher, aconteceu alguma
coisa? Perguntei, após parar de andar. Daniele era da minha altura, branca,
cabelos cacheados e meio loiros, olhos médios, nariz afilado, lábios finos e
boca média. Seus seios eram médios, um pouco maiores que os meus, quadril menor
que o meu, mas uma bundinha maior e mais empinada, além de pernas grossas, era gostosa
e devassa.
—Tem um morador novo aqui na
rua, tu já viu? Comentou Daniele. Ih... já virou fuxico.
—O negão? Vi sim, vi na hora que
ele chegou! Respondi e ela riu toda safada.
—Achei ele um gatinho, será que
é solteiro? Disse a sem-vergonha, toda acesinha.
—Sei lá mulher, pergunta pra
ele! Respondi, e demos uma risada alta. Ela não sabia nada sobre minha vida
íntima devassa como a dela, ou se sabia, pois trepei com alguns machos dela,
fingia que não sabia pra não dar alarde, pois como eu era da igreja e conhecida
de todos né...
—Eu não, tenho medo! Disse
Daniele, e olhei pra ela com os olhos arregalados.
—Tu? Medo de homem? Ah, vá,
conta outra sua safada! Retruquei, e ela riu mais.
—Mulher... ele é negro... e todo
negro tem a chibata grande, eu peguei meu irmão assistindo filme de putaria uma
vez... e tinha um negão que parecia um cavalo, bicho da chibatona grande viu? É
mulher... todo negão é “aloprado”! Disse Daniele, e aquilo me acendeu.
Aloprado na minha terra
significa homem da pomba grande.
—Ai mulher, para de falar essas
indecências, tu é doida! Comentei, dando risada e claro, fingindo, só que por
dentro... sentindo aquele calor, aquela vontade de comprovar o que ouvi...
Tive de mudar o assunto com
Daniele pra não dar bandeira, mas fiquei sim muito curiosa, e lembrei da famosa
história de que todo negão é pauzudo e senti desejo de atestar isso, mas o cara
morava de frente pra minha casa, e a vizinhança era muito fuxiqueira, se vissem
eu, uma mulher religiosa, daquelas que vai em procissão e reza o terço nas
casas, faz novena e tudo, entrando sozinha na casa de um cara desconhecido...
ia dar um bafafá da porra... mas... eu tava na seca né...
Ao voltar da bodega, vi o negão
varrendo a frente de sua casa, e quando ele me notou, parou de varrer e abriu
um sorriso de homem safado, percorrendo meu corpo com o olhar...
Leandro não tinha aquele olhar,
era um pateta, era certinho demais, safado no básico só, não sabia mostrar
muito charme, mas como sempre foi afim de mim, fez bem seu papel de
conquistador e me ganhou, só que aquele negão... sabia instigar só com o
gestual, e a possibilidade de ele ser pirocudo fazia eu facilitar um pouco as investidas
dele...
—Opa, tudo bem vizinha?
Cumprimentou o cara.
—Tudo... qual o seu nome?
Perguntei, me aproximando dele.
—Robério, muito prazer!
Respondeu o negro, estendendo a mão pra me cumprimentar.
—Roseane, o prazer é meu! E aí?
Tá gostando do bairro? Repliquei e perguntei.
—Ah sim, eu tenho uns amigos que
moram aqui e sempre curti muito quando vinha visitar eles, aqui é tranquilo,
tem gente boa e simpática, é massa! Respondeu Robério, flertando.
Trocamos uma ideia bacana.
Robério veio da cidade de Redenção, a primeira a libertar os escravos no Brasil
(estudei isso na escola e lembrei). Trabalhava como eletricista residencial e
predial, e conversava bem, era muito educado e atencioso, e vez ou outra fazia
elogios pontuais a mim, aqueles elogios que não eram cantadas, mas faziam bem ouvir e instigavam.
Tinha 27 anos.
—Gostei de te conhecer, mas
preciso cuidar nas coisas de casa, outra hora a gente conversa mais! Anunciei,
sendo sincera e o safadinho sorriu me secando. Sequei de volta...
—Beleza, não quero te
atrapalhar, qualquer coisa... tô aqui! Disse o negão. Só fiz “sim” com a cabeça
e saí... rebolando. Antes de entrar em casa, olhei pra trás, e trocamos
sorrisos.
Ajudei Rosineide nas coisas, e
depois de almoçar, a gente assistia o Cidade 190 (programa policial local) e
ela sempre vai dormir à tarde, assim como quase toda a vizinhança fazia naquele
horário, então a rua ficava deserta e sem fofoqueiros. Minha mana foi dormir
e...
Por volta das 14h30, saí de casa... com a mesma roupa que fui na bodega
e fui até a casa de Robério. Rua silenciosa, solzão forte, então... meti a mão pela
grade de seu portão e bati palmas... a porta tava fechada, e após alguns
segundos ela se abriu... e vi o negão de camiseta branca... e enrolado numa
toalha, e de longe vi sim algo avolumado, bem avolumado.
—Ai... desculpa atrapalhar seu banho, venho outra hora! Falei, jogando
a isca.
—Não, que é isso... terminei de banhar agora, entra aí! Disse o macho,
e me arrepiei.
Eu era safada, devassa e não podia ver uma novidade atraente que já
queria curtir, e aquele preto safado soube me deixar instigada. O que tinha
embaixo daquela toalha parecia grande mesmo, então olhei dos lados e ao ver
tudo limpo, percebi que o portão da casa de Robério tava só fechado e não
trancado. Puxei o ferrolho e entrei rapidamente e fechei de novo.
—Eu... espero tu se vestir! Falei, me aproximando, mas parei e fiquei
meio distante.
—Na minha casa eu ando nu, só botei a toalha porque você chegou!
Replicou o safado, e olhei pra ele com os olhos bem surpresos, ele deu uma
risadinha marota e apertou o volume.
Senti um tremor pelo corpo, ele falou aquilo pra provocar, porque sabia
da minha natureza, o homem experiente sabe quando uma mulher é safada e tá afim
só pelo gestual dela, pelo olhar dela, e olhares safados foi só o que troquei
com aquele negão charmoso, e se eu tive a coragem de ir na casa dele sozinha e não
me escandalizei vendo ele daquele jeito e ele SABIA...
Não tem aquele ditado? Quem sai na chuva é pra se molhar, e ele tava
quieto na dele...
—É... tu tá na tua casa... então pode fazer o que quiser, mas sou
visita, então... tu poderia ao menos botar um short né? Retruquei, sem tirar os
olhos daquela tenda armada.
—Num calor desse? Eu não... é só conversar sem olhar pra baixo como tu
tá olhando aí e pronto! Que foi? Nunca viu não? Retrucou Robério, e ali quase
caí, não esperava aquilo...
—É... não tem como não olhar né? Tá chamando muito a atenção!
Repliquei, e ele riu.
O safado abriu passagem e só gesticulou com a cabeça pra eu entrar.
Fiquei parada e sacudi lentamente minha cabeça, rindo incrédula, porque ele
ficou meio de lado, e ali vi o tamanho da encrenca que procurei. Olhei dos
lados tentando disfarçar, já contraindo os lábios e voltando a olhar praquele
caralhão erguendo bem a toalha e ele devorando meu corpo.
—Bora... entra logo... não vou fazer nada que tu não queira, relaxa!
Atiçou Robério e ri, então caminhei... passei por ele e entrei, e o macho
fechou a porta de sua casa. Tremi na base.
—Por que fechou a porta? Perguntei, dando uma de inocente, claro, e ele
riu de novo, depois se achegou e alisou meus cabelos, a tora encostou em minha
barriga. —Ei, para com isso, sou dessas não, só vim conversar contigo!
Completei, me afastando... e olhando o pacotão...
—Então converse olhando pra mim, não pro meu pau, sua safada; pensa que
não tô te manjando é? Rebateu Robério, que se livrou da toalha... e esbugalhei
os olhos, tremi mais ainda.
23 centímetros de carne preta, tortos pra esquerda e meio curvados pra
baixo, com veias salientes em forma de “Y”, sem aquela pele, cabeça meio
comprida e arredondada, os ovos médios e meio flácidos, depilados e a pombona
era grossa, contrastava um pouco com o corpo magro dele. Depois provei pombas
mais grossas e até maiores (já encarei outro negro com uma chibata de 26
centímetros e um alemão com 25), mas nesse dia, Robério era o maior de todos.
—Valha meu Deus do céu... que pomba enorme é essa? É de verdade isso
aí? Comentei, abismada, realmente incrédula, porque aquele cacetão destoava do
resto do corpo dele.
—Bota ele nessa bocona gostosa que tu vai saber se é de verdade, eita
bocona linda, perfeita pra chupar uma rola grande, chupa safada! Disse o negão
safado, que segurou minha nuca e fez força pra me ajoelhar, e o que fiz? Me
ajoelhei, é claro. Qual mulher não ajoelharia?
—Afe Maria... tu é muito aloprado macho, olha só... com as duas mãos e
ainda sobra pomba! Comentei, já segurando aquela barra de chocolate,
admirada... e com medo sim, mesmo já tendo provado rolas grandes, mas a daquele
preto, só de olhar, de cara ia me arregaçar.
Adiantaria dizer a Robério que eu era virgem? Claro que não, essa
mentira era exclusiva pro meu namorado, que acabou de ganhar mais um chifre, e
claro que o negão não ia acreditar né? Encarei ele e sorri, aí me soltei, meu
verdadeiro eu explodiu e abocanhei aquele picão preto e grosso, e ele gemeu
gostoso, arrepiado com meus lábios carnudos mamando, e mesmo tendo a bocona
carnuda, ela foi bem ocupada e babei logo aquela tora gostosa e pulsante.
Passei da cabeça larga e emperrei um pouco. Remexi os lábios e fui
avançando, já engasgando um pouco, mas sem arredar. Ai que saudade de uma
pombona, que saudade de trair, de ser quem sempre fui. Me entreguei fácil? Sim,
mas eu sou tarada, safada e pronto.
Ter a bocona tem suas vantagens, mas não passei da metade, só fiquei
remexendo os lábios e deixando a baba cair, aí recuei um pouco até quase tirar
e segui o boquete, punhetando com uma mão todo aquele comprimento grosso e
gostoso, arrepiada e ainda com medo de não aguentar, mas era aquele medinho
gostoso e que nos obrigava a tentar. Robério segurou minha cabeça e empurrou,
fazendo o vai e vem tarado dele e eu gemia, tentando não engulhar.
—Tu se garante hein vizinha? Sabe chupar pomba né safada? Também, com
uma boca de boqueteira dessa né? Vai, engole a pica do negão, isso, chupa,
chupa! Atiçou Robério, tarado. Ele mentiu quando me chamou de boqueteira? Não,
então não tinha porque me escandalizar...
—Aahh... não vou conseguir, essa pomba é de jumento, muito grande!
Falei, ofegante e passando aquela jeba babada no meu rosto, melando ele bem
gostoso, totalmente tarada e rindo. Ele acariciou meu rosto e riu, aí dei
lambidas na cabeça, segurando pela base e beijei.
Dei uma lambida da base até a cabeça, depois chupei os ovos e Robério
pirou, abocanhei de novo e mamei mais tarada, com a buceta bem melada de tesão,
tentando em vão engolir, engasgando e quase vomitei, depois tirei e passei o
pauzão mais babado ainda no rosto de novo, bati nele, bati na língua, lambi e
abufelei de novo, mamando rápido e ele acompanhou. Delicia...
O negão me levantou, ergueu minha blusa e expôs meus seios pequenos, em
seguida caiu de boca neles e mamou tarado, agarrei sua rolona e punhetei
gostoso, aí ele abaixou meu short, foi quando me arrepiei e o medo voltou.
Ai... será que eu ia aguentar um pau tão grande?
—Humm... a bucetinha tá bem meladinha, prontinha! Disse Robério,
metendo o dedo, pus minha mão pra tirar, fazendo um charminho sim, mas também
preocupada.
—Pera, não vou trepar... não sei se vou aguentar tua pomba não! Falei,
temerosa.
—Relaxa... eu sei fazer, vou te machucar não, tu vai adorar! Replicou
Robério que me puxou bem pra perto dele e continuou dedilhando minha xoxota, me
fazendo gemer...
Robério me deitou no sofá da sala, que era o cenário de nossa foda,
ergueu minhas pernas e pincelou a cabeça de sua pombona preta na minha buceta,
e respirei acelerada, e vendo de cima todo aquele comprimento, o medo
continuou, e quando vi ele botar a camisinha e ela cobrir pouco mais da metade
da pombona, me arrepiei mais, então ele meteu a cabeça e fiz uma careta,
fechando um pouco as pernas, mas ele segurou e abriu elas, fez um “shhh” e
ofeguei, aí foi entrando, fechei os olhos, mesmo bem excitada, doeu um pouco,
senti minhas carnes sendo alargadas pela grossura, mas fazia um tempão que eu
tava sem pomba, e isso contava um pouco pra eu sentir um pouco de incômodo de
início.
—Ai, aii... vai devagar macho... não mete tudo que tua pomba é enorme!
Falei, aflita e fiz outra careta quando o fumo entrou mais um pouco. Robério
dedilhou meu clitóris e gemi.
—Relaxa... tu vai se acostumar e vai adorar, deixa comigo, gostosa!
Retrucou Robério.
O macho manteve minhas pernas bem elevadas e seguiu socando devagar.
Dei um gemido alto com o gingado gostoso dele, que metia até onde meteu (quase
a metade) e quase tirava, dando bombadas leves, depois ia numa metida só,
devagar e fazia entrar mais, e seguia, aí fui relaxando, encarando o comedor, e
o pauzão entrou mais. Olhei praquilo e a pomba dele tava melada de branco, do
meu queijinho sexual, ele tirou, deu umas lapadinhas na minha rachada e depois
socou de novo, bombou e gemi mais, encolhendo os dedos dos pés, arrepiada.
Robério debruçou-se sobre mim e ali engatou, começou a meter um pouco
mais forte e gemi alto, senti dor e tentei tirar ele de cima, mas o jeitinho
gostoso fez eu me render, o remelexo do quadril dele socando mais fundo sua
pombona me levou ao delírio e gemi gostoso.
—Aaahhh... ai que rola grande, porra... pomba grande da porra, mas tá
gostoso, vai, vai! Falei e senti ela entrar mais ainda, até... que senti o
talo, aí ele parou e retomou devagar, gritei.
Minhas pernas tremiam e quase chorei. 23 centímetros grossos enterrados
na minha buceta e uma pontadinha no útero me fizeram quase pedir pra ele sair
de cima, mas o negão mostrava que manjava do sexo, recuou um pouco e continuou
bem devagar, depois recuou até quase tirar e meteu até o talo de novo, e dei
outro gemido alto, e assim foi, até ele pedir:
—Bora safada, fica de quatro aí pra eu continuar te fodendo bem
gostoso!
—Mas vai com calma macho, trata minha buceta com carinho... pra ter
mais! Aticei.
—Pode deixar minha safada... relaxa! Disse o negão, então fiquei de
quatro, com a bunda bem empinada, ele alisou meu rabo e deu uma tapa estralada,
dei risada e rebolei.
Encolhi a bunda quando senti aquele pombão preto e grosso entrando de
novo, fiz outra careta, porque a rola dele era torta e aquilo incomodou um
pouco, mas relaxei, ele empinou meu rabo novamente e seguiu metendo, mais
incisivo, me alargando toda, gemi com aquela dorzinha gostosa, e o embalo foi
que foi gostoso, mesmo com as pernas tremendo, encolhendo e esticando os dedos
dos pés e sentindo umas pontadas. Robério segurou minhas ancas e seguiu.
—AAAIIII, aaaiiii caralho... porra... devagar macho! Gritei e pedi,
após sentir o talo de novo. Minha cabeça rodou um pouco, mas o negão tava
concentrado e continuou, e gritei mais.
—Bora vizinha... deixa de frescura que eu sei que tu tá gostando, vai safada,
rebola! Retrucou Robério, que castigou meu priquito socando mais forte, e dei
outro berro... e rebolei...
O comedor me abraçou por trás, envolvendo meus seios e socou sem pena,
encolhi a bunda de novo e gemi alto, quase sem ar, fazendo caretas, banhada de
suor e sentindo o suor dele na minha pele, o macho arrebitou meu rabo de novo e
ali pirei, porque o pombão dele encaixou de um jeitinho que me arrepiou toda, e
não demorou muito pra eu gozar bem gostoso, e só não gritei mais com medo de
chamar atenção dos demais vizinhos, se é que não tinha chamado antes quando dei
os gritos e gemidos altos, mas foda-se, foi gostoso demais, demais.
—Aaahhh... porra hein negão! Pombona gostosa do caralho! Falei,
esbaforida, trêmula, porque fazia um tempão que eu não gozava gostoso daquele
jeito. Doeu um pouco, mas adorei...
—Gostou Roseane? Replicou Robério, atiçando e saindo detrás de mim. Me
virei e sentei no sofá, ele tirou a camisinha e punhetou gostoso seu cacetão
preto delicioso e veio pra perto.
—Oxe, se meu namorado tivesse uma pomba desse tamanho! Comentei, e
Robério me olhou bem admirado e deu risada, em seguida ri também e agarrei a
picona dele e punhetei.
—Então tu vai voltar pra casa com o gosto da minha porra na boca e
depois beijar aquele corno, vai... chupa bem gostoso sua safada! Replicou
Robério, que fez eu cair de boca na picona.
Aprendi a gostar de engolir porra com meu último pauzudo. No começo eu
tinha nojo, às vezes vomitava até, mas de tanto gozarem “sem querer querendo”
na minha boca, e me convencer que todo homem gosta disso, assim como gosta de
anal e eu sempre correria o risco de isso acontecer, porque homem é safado
mesmo, acabei abrindo a mente... me permitindo.
Chupei tarada, e Robério gozou gostoso, uma porra farta, quente, adocicada e deliciosa, engoli tudo e ainda mamei mais, depois nos encaramos, aí vesti a roupa, me despedi e fui pra casa, Rosineide ainda tava dormindo, então tomei um banho e à noite, quando Leandro veio pra gente namorar, antes dele entrar, com o negão na calçada vendo... beijei a boca dele.
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excelente conto professora,muito estimulante,estou ansioso psra ver novos contos,e ver algumas fotos dela.ate´o proximo conto,beijao
ResponderExcluirQue delícia de conto! Que mulher gostosa e safada! Falta agora arrombar o cuzao!
ResponderExcluirQue delícia, adorei, ansioso para o próximo!!!
ResponderExcluirAdorei essa história. Essa Roseane é safada mesmo, tô curioso pra ler as próximas aventuras dela e saber se o corno vai descobrir. Parabéns professora, tô adorando seu blog.
ResponderExcluirQue conto sensacional.
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