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Se era putaria que Stefhany queria, era putaria que ela iria ter. Ainda de joelhos, me acheguei e comecei a lamber e chupar as bolas de Cássio enquanto ela quicava e gemia ensandecida. O macho gemeu aflito, passei a língua nos testículos e abocanhei ferozmente, vendo a gangorra a todo vapor, e a seiva da baixinha escorrendo e espirrando levemente em meu rosto, tamanho o tesão dela. Aquela ali estava no nível de Gleiciane, ou até maior.
A baixinha diminuiu o ritmo, já
subia e descia suavemente, mas do mesmo jeito, quase tirando e sentando até o
talo. Nossa, aquela grossura arrombava de jeito o cu dela conforme o sobe e
desce seguia. Uma hora ela quase tirou, deixando metade da cabeçorra dentro,
então retomou as quicadas suaves, passando pouco da glande, aumentou o ritmo e
empertigou-se mais, então desceu de uma vez e rebolou gostoso sentindo o talo
do pauzão arrombar mais seu rabo, parei de chupar as bolas e subi na cama, ela
desceu, debruçando-se paralela a ele, e pude ver o pirocão sem nenhuma sujeira
de fato, ela sorriu e abocanhou faminta. Cássio gemeu alto.
—Puta que pariu... que delícia!
Disse o comedor, extasiado.
A Pequena Notável engasgava e
atolava mais, tossindo saliva e lacrimejando, depois recuou um pouco e mamou mais,
então tirou a rolona besuntada de sua boca e disse:
—Vem Luciana, sua vez! Assenti,
e se ela tinha começado pelo cu, eu faria o mesmo.
Deitei Cássio na cama, montei de
frente, acocorada, aloquei a glande na entrada do meu rabo, a Pequena Notável
deu uma cusparada em seus dedos e melou meu cu. Encolhi a bunda na hora com o
susto. Uma mulher dedilhando meu cu? Nem a Raimunda que era minha parceira de
putaria fez isso, por que uma nanica sabe-se lá de onde iria fazer? Claro que
protestei:
—E-Ei... que porra é essa? Tire seus dedos daí!
—Relaxa meu amor, só tô ajudando pro pauzão não te machucar, calma, eu
não vou me aproveitar de você! Pronto, já tá bem lubrificado! Disse Stefhany,
se justificando.
—É sem maldade Lulu, confia, é do momento! Disse Cássio, tentando me
tranquilizar.
—T-Tudo bem, desculpe! Falei. Cássio sorriu e alisou meu rosto
ternamente.
—Mas que você me deu um puta tesão... isso eu não vou negar meu amor;
que corpo lindo o seu, sinto uma inveja do bem de tanta fartura! Comentou a
Pequena Notável, e ri.
Ergui um pouco o corpo, ainda acocorada, Stefhany segurou o pauzão pela
base, abri bem minhas nádegas e senti o esputo pingar do meu cu sobre a tora de
Cássio, então sentei de leve, sentindo a pontinha da cabeçorra tocar meu ânus,
forcei um pouco e ela entrou, causando um arrepio brutal no meu corpo, pois
desceu todinha e mais um tanto da rolona. Parei, respirei fundo e comecei a
quicar suavemente, sem deixar passar mais do que tinha entrado a princípio,
subindo e descendo devagar, sentindo aquela deliciosa grossura maravilhosa
alargar meu anelzinho e o preencher além da conta. Segurei minhas nádegas
abertas e desci mais um pouco, gemendo manhosa e chorosa, amando sentir aquele
pauzão grosso me deflorar aos poucos.
—Aaaaiii... d-delícia... hmmm, bomba gostoso Cássio, devagarinho!
Falei, tarada.
Cássio empertigou-se e me abraçou, então me fez sentar de vez em seu
pintão largo, e senti aquela dorzinha que me causa tremores nas pernas. Dei
aquele grito choroso, e as lágrimas caíram, o beijei na boca e então quiquei
com vontade, grunhindo e fungando. Choro de tesão, de prazer, o prazer que
comedores fodas como aquele mancebo proporcionavam.
—Quando a mulher chora na pica do macho, é porque a metida foi
perfeita! Comentou Stefhany, se masturbando ao nosso lado, com dois dedos
atochados na buceta e mais três no cu. A baixinha gemia gostoso, e vertia sua
seiva abundante de tesão.
—Então minha metida não foi perfeita, porque você ainda não chorou!
Comentou Cássio, e ri alto. A Pequena Notável também deu uma risada gostosa.
—Calma meu bebê... nós apenas começamos! Disse a nanica, alisando o
peito dele.
Sentei sobre meus joelhos, apoiei minhas mãos no tórax do filho de Valdo e segui a gangorra, rebolando e fazendo aqueles 22 centímetros passearem gostoso no meu cu faminto, Stefhany tirou seus dois dedos besuntados de tesão da racha e socou na boca do novinho, que os chupou, em seguida ela fez de novo, mas com os dedos que estavam em seu cu, e o rapaz não teve frescura, chupou que babou, ela sorriu e então montou nele, atochando sua buceta na cara do macho, que segurou minhas nádegas e acompanhou meu ritmo.
Fitei bem o semblante tarado
da pequenina devassa, e a abracei buscando apoio; ela retribuiu, afastou meus
cabelos com seu rosto e começou a beijar meu pescoço. Minha vontade foi de dar
na cara dela, mas ela tirou rapidamente sua cabeça e me encarou sorrindo e
mordendo o lábio inferior.
Aumentei o ritmo da gangorra, Stefhany gemia alto ao receber a língua
de Cássio em sua xoxota e os dedos no cu, ainda abraçada comigo. Grunhíamos
taradas, gemíamos manhosas, em uma espécie de coral de gemidos. Eu sentia os
tremores no corpo da fêmea tão fortes quanto os meus, então quem beijou o
delicado pescoço dela fui eu, beijei com gosto, chupando, e aquilo foi uma
espécie de gatilho para fazer a Pequena Notável anunciar seu orgasmo. Não
considerei uma atitude lésbica de minha parte... foi do momento, do tesão...
—Goza baixinha, goza gostoso! Falei, segurando o rosto aflito dela.
—S-Sim... tô gozando, tô gozando... beija meu pescoço de novo, por
favor, beija, beija pra eu gozar bem gostoso! Disse e suplicou a tarada, chorosa
e o fiz, dei aquela chupada no pescoço da mulher e ela urrou ensandecida, quase
me deixando surda com seu berro de prazer. —AAAIII... AAAHHH... CÁSSIOOO...
FILHO DA PUTA GOSTOSOOO! Completou a Pequena Notável, berrando seu prazer e
quase sufocando o macho com seu rebolado.
Saí de cima do pauzão, e o vi sem sujeira alguma. Senti vontade de chupar, mas demovi, fiquei sim com um pouco de nojo, mas Stefhany não, a baixinha caiu de boca na rolona, posicionando-se no 69, e abocanhou tarada, atolando até a metade de uma vez e tossindo esputo.
Bem, ela estava limpando o
pauzão né, então alisei as bolas e as chupei, sentindo sua saliva melar um
pouco meus cabelos, ouvi uma tossida pesada, e ela tirou, vi espessas pontes de
saliva formadas, e abocanhei a tora em seguida, mamando com fome, atolando até
onde dava e engasgando. Vi Stefhany pegar dois travesseiros e os jogar no chão,
um enfileirado no outro, em seguida ela desceu da cama, continuei mamando,
chupando e engasgando, depois parei, pois entendi que ela queria mais rola. A
fêmea sorriu como se agradecesse.
—Vai mamar de joelhos? Indagou Cássio.
—Não meu bem, vou dar o cu de cabeça pra baixo, anda, sai do meio!
Disse a baixinha, dando um leve empurrão em Cássio, em seguida ela se deitou de
pernas para cima, com as costas apoiadas nos travesseiros, e apoiou seus
membros inferiores e bem abertos sobre a cama, ficando mesmo de cabeça para
baixo. Olhei aquilo impressionada.
—Caralho, igual nos filmes, você é foda Stefhany! Comentou Cássio, ela
sorriu. Essa eu tinha que ver. Cássio posicionou sua tora no cu da baixinha e
meteu tudo em um movimento só, segurando os tornozelos da fêmea, e ela berrou,
em seguida o macho começou a bombar.
Ali eu vi as lágrimas dela escorrerem. Cássio adiantou seu tronco e
castigou o cu da baixinha, que gemia alto e chorosa, recebendo os 22
centímetros largos do comedor de forma voraz. Meti dois dedos na xoxota, de
tanto tesão que senti ao ver aquele cu sendo deflorado.
—AAAIIII... CARALHOO, PAU GROSSO DA PORRA! VAI, FODE, SOCA SEM PENA
CÁSSIO! Berrou a Pequena Notável, possuída de tesão e castigando sua racha
ensopada.
O filho de Valdo já suava profusamente, com seus longos cabelos quase
loiros cobrindo seu rosto. Ele ofegava como uma fera, fodendo a baixinha com
paixão. Ela dava gemidos curtos e aflitos, grunhia e choramingava, o comedor
tirava quase tudo e enfiava até o talo, fez isso várias vezes, e o cu da mulher
se alargava ainda mais. Uma hora ele quase juntou as pernas dela e as empurrou
um pouco para a frente, deixando aquela bunda grande e larga bem mais aberta.
Ela abriu as nádegas e o novinho seguiu socando, uma hora ele tirou e vi a cratera
provocada por sua espessura. Consegui ver seu sorriso de prazer mesmo ocluído
pela longa cabeleira.
Bem, aquela posição era acrobática demais para mim, então fui no
convencional mesmo. Deitei na cama em posição dorsal, abri e elevei minhas
pernas, depois afastei minhas nádegas, Cássio veio, aplicou aquela chupada
malvada em minha buceta encharcada, sorveu minha seiva como quem sorvia o
néctar da vida para não morrer, me fez gritar de tesão, a baixinha deitou-se ao
meu lado, na mesma posição e não parava de se masturbar, então Cássio se
levantou, pincelou sua tora na entrada do meu cu e o varou deliciosamente,
metendo até o talo de uma vez e causando tremores em minhas pernas. Quase
fiquei sem ar.
O macho elevou mais um pouco minhas pernas e seguiu me enrabando, a
Pequena Notável montou em mim, quase pondo sua xoxota e cu na minha cara, e
abraçou Cássio, lhe dando um beijo apaixonado de língua em seguida. Ela não
fazia muito peso, pois era pequenininha, então começou a rebolar, esfregando
sua xoxota em meu ventre e o melando, em seguida ela mesma manteve minhas
pernas erguidas e abertas. Vi Cássio negando com a cabeça e fitando a mulher,
provavelmente ela queria me masturbar enquanto eu era enrabada.
Após um tempo, Cássio saiu do meu cu. Estava esbaforido, afastou suas longas madeixas já molhadas de suor, e a nanica não perdeu tempo, pulou em seu colo, ficando suspensa. Ele a aparou rapidamente, e logo a fez sentar com o cu em seu pau enorme e grosso. Me empertiguei, impressionada em ver como ela era pequena comparada a mim e claro, ao macho.
Parecia uma boneca nos braços dele,
rebolava e quicava ensandecida. Gleiciane ficou para trás no quesito “dominar
um dotado”, pois a Pequena Notável, pintava e bordava com aquele caralhão
atolado no cu, berrando e gargalhando de prazer. Cássio já dava sinais de
cansaço. Demais para ele duas?
Se o cara se propõe a trepar com duas, precisa ser homem e dar conta,
então, quando Stefhany desceu do colo de Cássio, quem pulou fui eu, e vi o
comedor dar seu gemido, mas me manteve firme sob seus braços. Encaixei a tora
no meu cu e sentei, então provoquei:
—Se arregar, nunca mais você me come! Seja macho, não quis duas? Agora
aguente!
—Eita que essa morena é das minhas! Pau grande não é problema, é
solução né meu amor? Comentou e indagou a baixinha, e dei risada. Pior que era
a mais pura verdade.
—Nunca arreguei pra mulher nenhuma! Sussurrou o comedor, que socou com
mais vontade no meu rabo, me fazendo gemer alto e gritar. O abracei com força e
seguimos.
Cássio abriu bem minhas nádegas e me fez quicar num impulso
impressionante. Senti seu cacetão passear todinho no meu rabo guloso. Arfei e
berrei chorosa sentindo aquela grossura deliciosa me arrombando ainda mais,
beijei a boca dele, então, a fricção entre minha xoxota e sua virilha, foi
grito de megafone para o orgasmo, e ele veio violento...
—AAIII... ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDO... SOCA, METE, METE, METEEE,
AAAHHH! Berrei, alucinada de tesão e mais um orgasmo anal delicioso. Gritei meu
choro de prazer sob os braços do comedor, que ofegava, mas não se rendia,
seguia me fodendo. Meu corpo parecia colapsar, minhas pernas tremiam como se
tivessem recebido uma descarga elétrica.
—Minha vez, minha vez, minha vez, anda, quero pica no cu! Disse e pediu
a Pequena Notável, empolgadíssima. Achei tão lindinho esse jeitinho moleca
dela. A baixinha ficou de quatro na cama, rebolou e arrebitou bem sua bundona,
Cássio me pôs cuidadosamente na cama, e me deitei, tendo contorções corporais
ainda sob efeito daquele orgasmo brutal.
—D-Deixa... eu abrir seu rabo... para ele meter! Falei, me levantando,
com as forças se renovando para mais. A baixinha vibrou e sorriu, radiante.
Segurei aquelas nádegas macias e lindas, sem celulite alguma e as abri,
em seguida dei uma cuspida no cu dela e espalhei suavemente com os dedos.
—Ai... que delícia, mete o dedo no meu cu, mete Luciana, não é
lesbianismo, vai, fode gostoso meu cu com seus dedinhos antes do Cássio meter,
fode com força! Pediu Stefhany, surtada de tesão com o meu toque. Ela parecia
gostar mais de mulheres que de homens...
Como o filho de Valdo já tinha aberto o caminho, meti logo três dedos
no ânus dela, e a fêmea gargalhou de tesão, gemendo e rebolando. Bombei gostoso,
com força, então vi o comedor fazer o número dois com os dedos e gesticular com
seu pauzão. Arregalei os olhos ao entender, ele queria meter sua tora no cu
dela... com meus dedos dentro. Sorri e assenti, em seguida o macho meteu
gostoso, e a baixinha urrou.
—Aguenta dois dedos e uma rola no cu, Stefhany? Indagou Cássio,
provocando.
—Se tivesse outro macho roludo que nem você aqui, eu aguentaria as duas
rolas no cu, que dirá dois dedos e uma rola! Soca seu safado, tu vai ser meu
fixo seu filho da puta! Retrucou a Pequena Notável, e arregalei os olhos. Bem,
quase não consegui mobilidade realizando essa tara dos dois, porque a rola de
Cássio era bem grossa, e não pude fazer muita coisa.
—Queria ver essa marra toda com a minha rola e a do Abençoado nesse
cuzinho! Replicou Cássio, e a baixinha virou seu rosto para trás, com os olhos
bem abertos. Abençoado? Quem era esse cara? Pelo que Cássio denotou... ele
devia ser MUITO pauzudo, porque o semblante da tampinha realmente mostrou que
ela tinha ficado sim impactada, e temerosa.
—É verdade Cássio? O pau dele é aquilo tudo mesmo? Indagou Stefhany, abobada.
—Bora baixinha, deixa de papo! Disse o comedor, cortando o assunto e dando
um tapão na bunda dela. Tirei meus dedos, estavam doloridos da pressão que
aquela rolona fez.
Um cara mais dotado que Cássio. Aquilo me deixou muito mexida. Quem
seria esse homem? Era dotadão no
comprimento ou largura? Ou nos dois? Nossa... minha buceta encharcou só de
imaginar como seria esse pênis, um pênis que chegou a amedrontar aquela mulher
tão ávida por rolas grandes, pois isso foi nítido em seus olhos.
Só de ouvir falar naquele cara, a baixinha se soltou ainda mais na
trepada, começou a rebolar ensandecida, gemendo e bradando palavrões. Cássio
segurou firme suas ancas, e botou para moer no cu da mulher, fazendo-a rir e
gritar de tesão. Ela começou a dar bundadas no macho, chocando a mesma contra a
virilha dele, que derramava seu suor sobre as costas dela.
Depois foi a minha vez. Fiquei de quatro também, e Stefhany abriu meu
rabo para o comedor meter, cuspiu no meu cu e o dedilhou de novo, em seguida
meteu dois dedos nele.
O pior é que o toque dela foi gostoso sim, e como viu que eu não
reclamei, seguiu fodendo meu cu com seus dedos, mas de forma suave, sempre os
melando e metendo. Ela tirou e chupou seu indicador e médio, em seguida melou
mais e disse:
—Vai Cássio, mete bem gostoso! Olhei para trás e ela estava conduzindo
a rolona do macho para o meu cu, e a mesma meteu, masturbando em seguida.
Stefhany manteve minhas nádegas abertas e as apertava, olhei para trás e ela beijava e lambia a tora do comedor, a qual percorria meu rabo sem piedade. A entrega sexual daquela baixinha era impressionante, ela tirou a rolona do meu cu e abocanhou ferozmente, parou antes da metade, tomou um impulso e avançou, engasgando e vertendo saliva.
Cássio segurou sua cabeça e
empurrou mais, as lágrimas verteram, o esputo escorreu, ela tirou e deu uma
cusparada no meu cu, com uma fúria sexual impressionante no olhar, em seguida
aparou a saliva e passou no próprio cu, montou sobre mim, ficando também de
quatro, como se tivéssemos nos tornado uma escadinha humana. Cássio varou meu
cu novamente.
A Pequena Notável apoiou as mãos em meu ventre, acompanhando meus
movimentos conforme Cássio socava. A respiração dele já mostrava o cansaço,
também percebido pelo suor incessante que caía sobre minha bunda e pernas. Ele
não ia aguentar duas mulheres, sendo uma delas, aquela baixinha feroz, porque a
mulher era braba mesmo...
—Deixa eu sentir seus lindos peitinhos, deixa! Só um pouquinho, achei
você tão gostosa, deixa... por favor... só um pouquinho! Sussurrou a Pequena
Notável, no meu ouvido.
Acabei assentindo, e a mulher envolveu meus seios com suas pequenas e
delicadas mãos, mãos lindas, gordinhas e pintadas com um esmalte rosado e
brilhante. Gemi alto e manhosa, ela dedilhava meus mamilos e massageava as
mamas com paixão. Senti seu hálito de luxúria, e então... ela beijou meu
pescoço, lambeu e chupou o lóbulo da minha orelha. Opa, ela já estava se
excedendo, apesar de estar MUITO gostoso, mas... adverti, sussurrando:
—P-Pare... você... falou... que era só um pouquinho! Não sou lésbica!
—Isso não tem nada a ver com lesbianismo... é carinho! Retrucou
Stefhany.
Cássio tirou sua rolona do meu cu e meteu no de Stefhany, puxando-a e a
fazendo soltar meus seios. Talvez ele tenha percebido, por isso deu um solavanco
em seu rabo, que fez a baixinha chorar num berro, chorar como criança, quase
ficando sem ar. Rebolei, com a nanica ainda sobre mim, e Cássio socou
desesperadamente, ofegando aflito, também com dificuldades de respirar. O macho
ia entregar os pontos, arfava ruidosamente, porque a baixinha rebolava
ensandecida, me obrigando a rebolar também, então incentivei:
—REAGE CÁSSIO! O macho teve um estalo, e então tirou a baixinha de cima
de mim, ainda com o cu preso ao seu pauzão e a suspendeu no colo, me virei e
fiquei impressionada.
Stefhany estava com o braço esquerdo envolto no pescoço de Cássio, e
ele mantinha suas pernas curtas abertas e elevadas, socando com força no cu da
nanica.
—Fode, fode, me fode, assim, soca gostoso meu gato tesudo, ai Cássio,
hmmm... arregaça a pequenininha bem gostoso, aaaiii, aaaahhhh! Delícia,
delícia, delícia! Disse a Pequena Notável, indo do grunhido ao choro de prazer,
no colo do comedor.
Cássio se deitou na cama de costas, ainda com sua tora fixada no rabo
de Stefhany, segurando suas pernas bem elevadas, currando sem parar o rabo
dela, o qual já estava bem esfolado pela grossura. Ele a tirou e a suspendeu,
como se oferecesse o pauzão para eu chupar. Vi o mesmo limpinho, então caí de
boca... e mamei, sentindo um gosto bem amargo.
Não chupei muito, apenas passei um pouco da glande e tirei. Tive um
pouco de nojo sim, mas não transpareci isso. O cu de Stefhany estava inchado, disforme,
deflorado, esfolado, e não regredia a posição de repouso, então meti três dedos
nele novamente, e a baixinha berrou, tirei e Cássio a sentou novamente em sua
tora, socando sem piedade depois, com estocadas raivosas, que faziam a baixinha
tremer brutalmente suas pernas, encolher os dedos dos pés e arfar desesperada
pela vida, jorrando lágrimas de dor. Cássio tinha surtado de tesão, virou a
mulher de ladinho, ergueu a perna direita dela e seguiu socando, dando tapas
fortes em seu rabão.
—Vou te deixar bem arregaçada, Pequena Notável! Disse o comedor,
metendo com fúria mesmo, e a mulher gritava e gemia. Vi sua xoxota escorrer
seiva sem parar, pulsando violentamente e bem inchada de um tesão extremo.
—AAAIII... m-mete... na minha buceta Cássio... quero gozar na buceta!
Pediu a baixinha.
Cássio tirou imediatamente sua tora do cu de Stefhany e varou sua
vagina, a qual era até grande para o conjunto corporal compacto dela.
—Aaaaiii... que delícia é uma rola grossa, meu DEEEEUS, ai que pauzão grosso
gostoso da porra, me preencheu todinha, todinha! Completou Stefhany, delirando
de tesão. Aquela mulher era fenomenal, uma devoradora...
—Bucetuda gostosa do caralho! Goza gostoso na rola do teu macho! Disse
o filho do vigia. Pronto... daquela transa sairia uma relação fixa de amantes.
Quando o comedor se intitula macho de uma mulher... é porque ele sabe que ela
já pertence a ele... que moleque sensacional.
—Ai meu macho, ai, ai... tô gozando, tô gozando Cássio... não para, não
para, soca, soca pelo amor de Deus, não tira essa rola, não tira, não tira,
mete, mete... AAAHHHHH... CARALHOOO... PUTA QUE PARIU, AAAIIII! Anunciou e
urrou a Pequena Notável, num orgasmo brutalmente delicioso, que quase colapsou
seu corpo inteiro, fazendo-a se encolher e chorar desesperada de prazer, toda
trêmula. Minha nossa... aquilo era deliciosamente perturbador...
—Vem Luciana... é a sua vez! Disse Cássio, e pude ver apenas seus
olhos. Olhos flamejantes de tesão. Era outro homem diante de mim. Vi a pequena
Notável se levantar da cama, ofegante e puxar o comedor de uma vez para si, o deitar
com força e montar sobre ele, alocando a rolona do macho em sua xoxota,
retomando a trepada numa cavalgada violenta.
—VOCÊ É MEU! Gritou Stefhany, pulando e rebolando surtada na picona de
Cássio. Fiquei bestificada, e ele mais ainda. Não tinha nem cinco minutos que
ela gozara como se fosse morrer, achei que iria ficar estatelada na cama se
recuperando um pouco para um eventual bis, mas... o orgasmo a deixou mais
tarada ainda, ou ela ainda estava sob efeito do mesmo?
Fim de transa para mim? Pressenti que sim. A Pequena Notável quicava
desesperada no pauzão de Cássio, suada e esbaforida, grunhindo, e o creme
escorria sem parar de sua buceta, creme mesmo, uma capa branca e viscosa, a
qual escorria pelas bolas do macho e formava uma espécie de “liga” entre suas
coxas e as dele. Uma hora ela diminuiu o ritmo, ficou apenas rebolando gostoso,
com aquele gingadinho maroto, mantendo o caralhão de 22 centímetros enterrados
em sua xoxota, então ela parou, Cássio assumiu as estocadas, e a mulher começou
a dançar uma dança sensual, mordendo o lábio inferior, em transe.
Aquilo era tão impactante quanto a DP anal de Gleiciane. Stefhany cruzou as mãos sobre seu peito e bailou sua melodia imaginária, dando um ar poético à transa. Cássio a fitava embasbacado e me fitava. Ela apenas remexia seu quadril, com um semblante tomado de plenitude, mordendo o lábio inferior e gemendo, respirando fundo, massageando o tórax dele, em seguida ela saiu de cima e me fitou, e claro que pulei naquele caralhão, mas para chupar e sorver aquele creme, o qual tinha me deixado louca de tesão. Mamei gostoso até deixar limpinho, sentindo o gosto salgado do gozo dela e o tesão dele, então montei...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim. Estou postando duas partes da trilogia conforme prometi, e o final fica para amanhã e nele deixarei um recado importante a todos.
Peço desculpas por estar quebrando o ritmo dessa forma, mas minha rotina profissional e pessoal está cada vez mais sufocante e estressante, e me sinto mal por isso, pois sei o quão ansiosos vocês estão para que cheguemos logo ao inédito terceiro ato; peço por favor compreensão, esse resto de semana as postagens seguirão seu cronograma normal, e o primeiro ato vai findar sexta-feira.
Se você gostou do relato, por favor comente. Divulgue o blog para seus amigos, vamos fazer nossa sala de aula da sacanagem crescer ainda mais, aqui tem vaga para todos. Beijos.
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Comentários

excelente conto,luciana como sempre teus contos sao extremamente relaxante,ou vai fazer a gente dar uma relaxada,estou ansioso pela continuaçao desse conto e novas fotos tua e da pequenina,beijao
ResponderExcluirEita dupla de mulheres fogosas!
ResponderExcluirSaudação Lu (Mike)
ResponderExcluirPequena notável dando show no sexo anal. Voce não fixou por baixo e Cássio que desfrutou desse duas monumentos