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Olha, sendo
bem sincera com vocês, eu não iria escrever este conto, e por uma razão
simples: já adianto logo que a história narrada aqui é mais uma transa minha
com Cássio, e repetir de forma escrita outra trepada com o mesmo cara, só
mudando a situação, a meu ver, soaria maçante, mais do mesmo, e obviamente
geraria críticas negativas, e com razão, porque a vida da gente é uma constante
variação de eventos, temos de buscar coisas novas, entretanto... uma personagem
inusitada surgiu nessa, que seria sim uma transa deliciosa, porém desnecessária
de ser narrada, e fez eu me sentir na OBRIGAÇÃO de reconsiderar...
15 DIAS APÓS A TRANSA COM
JUAREZ. SEXTA-FEIRA, 11h20.
Após mais um expediente
exasperante, o qual só não me matou do coração pelo fato de as férias de julho
estarem bem pertinho, saí da escola disposta a pelo menos dar uma rapidinha com
Cássio ou Amadeu para desopilar, porém, o moreno tesudo era o mais disponível
para realizar meu desejo, já que o filho pauzudo de Ariovaldo, que ainda estava
de licença, trabalhava em período integral no INSS, sendo assim, só estaria em
casa no final da tarde, mas, contudo, porém, todavia... quem eu avistei
escorado em seu carro, na rua da padaria onde tomo meu desjejum matinal? Isso
mesmo... Cássio. Achei aquilo estranho e fui até ele.
—Não me diga que está me
esperando para uma tarde bem gostosa? Indaguei, me aproximando do comedor
roludo lindinho e delicioso. Ele estava mexendo no celular e rapidamente
levantou a cabeça, já com um lindo e amável sorriso no rosto.
—Tenho medo de parecer grosseiro
se disser que não! Respondeu Cássio, acanhado e ergui a sobrancelha, surpresa.
Claro... um pirocudo sempre tem várias mulheres à disposição...
—Tudo bem meu amor, não soou grosseiro
de forma alguma, mas... fiquei surpresa de te ver aqui, achei que estivesse na
repartição! Comentei, louca para dar um beijo nele, mas estávamos no meio da
rua, e o fluxo de gente era intenso. Alunos, pais de alunos, muitas pessoas que
me conheciam e alguns conheciam meu corno, então tive de me conter.
—Inventei uma história e saí
mais cedo! Disse o comedor, e arregalei os olhos.
—Aconteceu alguma coisa séria?
Indaguei, preocupada.
—Não... é... só... uma... transa
que... não posso perder! Disse o filho de Valdo, com certo receio de explicar o
motivo, e achei aquilo muito estranho. Arregalei os olhos de novo.
—Nossa... e você literalmente
enforcou um dia de trabalho por causa de uma mulher? Ela deve valer muito a
pena hein! Questionei e comentei, realmente bestificada.
—É... eu queria muito... ficar
com ela, e... só deu certo hoje! Disse Cássio, ruborizado. Ele relutava em dar
mais detalhes, estava retraído em falar sobre a mulher e sua transa.
—Você está muito envergonhado
falando comigo sobre isso! Eu não vou ficar com ciúmes ou pensar que estou
sendo desprezada porque você quer transar com essa moça, não somos namorados, e
nossas vidas são individuais, então relaxe! Retruquei, alisando seu rosto bem enrubescido.
Cássio segurou minha mão e sorriu, já ficando branquinho de novo, rsrsrs.
De repente um carro chegou.
Modelo popular, mas muito bonito. O veículo estacionou à frente do carro de
Cássio, e o jovem deu um longo suspiro. Parecia ansioso, mas ao mesmo tempo
receoso, como se eu não devesse ter ido conversar com ele naquele momento. A
porta traseira se abriu, e a tão esperada mulher saiu, e confesso que fiquei
bem impactada ao ver a fêmea; era um toco de gente, devia ter no máximo 1,50 de
altura. Meu Deus, era nanica...
Nanica, mas um espetáculo de mulher. De cara já se via que ela tinha atitude, carisma, identidade e isso se fez notar pelo corte de seu cabelo; o famoso “Joãozinho”. Era curtinho, liso e penteado para o lado esquerdo, pintado de rosa, com mechas roxas. Sua pele era branquinha, delicada e seu rosto era lindo, tinha olhos médios e amendoados, nariz afilado, como o de uma boneca, lábios médios e boca média, a qual parecia um coração.
Ela quase não tinha seios, mas o quadril era bem largo, pernas que
pareciam dois troncos de tão grossas, e uma bunda bem redondinha e farta.
Trajava um top branco com um personagem de desenho animado estampado e um
legging laranja bem coladinho, realçando e valorizando suas belíssimas curvas. Já vi baixinhas bem-feitas, mas aquela ali foi esculpida, tanto que alguns caras repararam nela.
Aquilo não estava normal. Cássio
demonstrava uma enorme ansiedade no gestual conforme a mulher, que parecia ter
uns 25 anos se aproximava, exibindo um lindo sorriso carregado de luxúria e
tesão, porém, quando ela me viu ao lado do jovem, mudou um pouco o semblante;
não é que tenha achado ruim, mas ficou meio que alerta, ressabiada.
—Tudo bem com você Cássio?
Indaguei, preocupada.
—Er... t-tudo, tudo sim! Suave
mesmo! Respondeu o filho de Valdo, bem tenso.
—Bom dia! Disse a mulher, com
uma voz meio pueril, mas sensual cumprimentando Cássio. —Oi, tudo bem?
Completou, me saudando, simpática, mas de olho em mim. Apenas assenti com a
cabeça e sorri. Ela me olhou de baixo para cima e deu uma piscadinha.
—B-Bom dia... Pequena Notável...
quer dizer... Stefhany! Perdão! Respondeu Cássio, nervoso. Pequena Notável? Era
um apelido? E parecia um apelido proibido, pois ele a chamou pelo nome em
seguida, e foi esse “deslize” dele, que a fez me encarar profundamente.
—Humm... vejo que você convidou
uma linda participante! Isso não tava no combinado, mas... tudo bem, não é a
primeira e nem a última vez que acontece! Disse Stefhany, me fitando.
—Er... ele... não me convidou,
só estávamos conversando! Expliquei. Cássio corou mais.
—Vocês têm algum lance? Ou...
são só colegas mesmo? Indagou a baixinha. Ela exalava um erotismo brutal,
denotava ser uma fera no sexo, e me devorava com seu olhar.
—A gente... fica de vez em
quando! Confessei, e nem sei porque confessei...
—Quer se juntar a nós? Propôs
Cássio, meio inseguro, ou melhor, inseguro demais.
—N-Não... imagina... é... um
momento só de vocês, não quero ser a penetra de algo que foi combinado somente entre
dois. Deixa, depois a gente se vê! Respondi, agindo com sensatez, mas me
corroendo de curiosidade e vontade de estar no meio da foda deles.
—Eu não ligo se você quiser vir
com a gente, na verdade eu adoro quando são duas mulheres e um homem, e também
adoro o inesperado! Eu fui com a sua cara, gostei do seu jeitinho, e se transa
com o Cássio, deve ter um nível sexual bem interessante, confesso que esse é o
meu primeiro encontro com ele, e quero ver se o rapazinho é bom mesmo, mas
sendo duas, aí é que eu fico ainda mais excitada pra saber se realmente ele dá
conta! Desabafou Stefhany.
—É... eu ia te convidar, mas a
Stefhany podia achar ruim, então, já que a própria tá te convidando... a
palavra final é sua! Relatou Cássio, menos nervoso que antes.
De repente passou um lindo carro
preto pela avenida, e uma voz masculina bradou:
—EI PEQUENA NOTÁVEL, FICA EMBAIXO
DA MESA QUE TU CRESCE! Olhamos rapidamente para o veículo que seguia devagar,
atônitos. Stefhany não gostou nadinha da piada.
—Até aqui esse traste tá? Não
acredito! VAI TOMAR NO SEU CU MIGUEL! FILHO DA PUTAAA! Disse e gritou Stefhany,
furiosa. Não pude ver o motorista, mas ele deu duas curtas buzinadas e
arrancou. Miguel? Aquilo era muito enigmático mesmo, onde eu estava afinal?
—Calma Stefhany, não dá trela
pras besteiras do Miguel! Ser baixinha não é defeito e nem vergonha pra
ninguém, você é linda do jeito que é! Disse Cássio, abraçando a mulher. Então ele
também conhecia o tal Miguel. Ela fez cara de choro mesmo, ficou vermelha de
raiva.
—Ele é um grosso, um mal
educado, isso sim! Odeio o Miguel, odeio! Ai gente... perdão, mas eu detesto
esse cara, ele não respeita ninguém! Desabafou e se retratou a mulher.
—Você... mora nesse bairro?
Indaguei, pois se o tal Miguel a conhecia...
—Não, moro na capital! Disse a
Pequena Notável, que abaixou a cabeça e fungou.
—Tudo bem, então... vou indo!
Foi um prazer conhecer você Stefhany, tchau Cássio, depois eu te ligo! Falei,
me despedindo, porém... a Pequena Notável...
—Puxa, achei que você ia
participar da nossa brincadeira! Fica vai! Disse a baixinha.
—Er... não sei, melhor não!
Falei, meio envergonhada, e com medo de estar sendo intrometida, mesmo
curiosíssima para saber mais sobre aqueles dois e tudo que os permeava.
—Nunca participou de um
grupalzinho de leve? indagou Stefhany.
—Ah, você não conhece a Luciana!
Comentou Cássio, já se soltando. Ruborizei.
—E por que não me falou sobre
ela antes? Retrucou Stefhany. Ele corou.
—Ah... pensei em falar, mas não
sabia se você ia topar! Justificou-se o macho. Tadinho.
—Muito prazer então! Fica, vai
ser gostoso! Disse Stefhany, estendendo sua mão.
—Er... tudo bem, mas... não
curto mulher, nada contra, só não curto! Falei, sincera e apertando sua mão.
Ela sorriu e me deu um abraço, depois trocamos beijos formais no rosto.
—Tudo bem, eu respeito sua
opção! Sou bissexual, aliás, faço de tudo, já transei com mulher, travesti, já
comi cu de macho usando um cintaralho, fiz orgias pesadas, enfim, o que importa
pra mim é sentir prazer, gozar gostoso, e eu não tenho limites pra isso!
Revelou a Pequena Notável, e não duvidei, pois ela era assustadoramente devassa.
A fitei embasbacada.
—Nossa... é... admirável! Você
tem uma sexualidade bem resolvida! Comentei.
—Beleza, então... bora né? Disse
e chamou Cássio. Assenti, excitada, então fomos.
Agora vocês entendem porque
resolvi escrever o relato? Aquele encontro deles tinha muito mistério, e apesar
de Cássio e Stefhany estarem se vendo pela primeira vez, pareciam sim manter
uma certa relação. O tal de Miguel, que deixou a moça transtornada com sua
piada realmente besta, também merecia atenção e curiosidade, e tudo isso me atraía
suavemente a um lugar desconhecido. Surreal, como eu bem avisei lá no início
dos meus contos né?
Chegamos à casa de Cássio
rapidamente. Conversamos várias safadezas durante o curto trajeto, e a baixinha
conheceu um pouco sobre mim e se animou bastante, mas... os dois, sempre
deixavam algo no ar em sua conversa, como seu eu só pudesse saber sobre eles
até certo ponto, o que me deixou muito ressabiada. Era como se Cássio tivesse
outro lado sexual, mais profundo e o que eu tivesse vivido com ele até agora,
fosse apenas um aperitivo...
—Ai que casa linda você tem
Cássio! Elogiou Stefhany, ao entrarmos.
—Er... obrigado, mas... vamos
comer alguma coisa! Disse e convidou o jovem.
—Eu tô com fome, mas é de rola,
por mim, lancho depois! Disse a Pequena Notável, apalpando com força a tora do
filho de Valdo, que sorriu e apalpou a bundona dela.
—Er... eu... também como depois!
Comentei, e ambos assentiram sorrindo.
—Eu tomei banho antes de vir e
não urinei, mas se quiser, tomo outro! Avisou Stefhany.
—Não, não... quero sentir seu
cheiro natural e suadinho mesmo! Disse Cássio, já abaixando o legging da nanica
junto com a calcinha. Uau... esse era devasso mesmo.
—E-Eu... vou só me assear, urinei
na escola! Avisei, e o casal assentiu.
—Já venha pelada por favor,
estaremos no quarto, é só chegar chegando e pronto! Avisou Cássio, que já
estava sem calça, e a baixinha, ao vir seu cacetão, já começou falando:
—Ai Cássio... que lapa de rola
grossa hein! Nossa, é o tipo de pauzão que eu adoro, tortinho e da cabeça
rombuda! Humm, deixa eu mamar logo um pouquinho aqui!
—Bom, eu vou indo, é rápido! Falei, sem querer perder tempo.
No banheiro, tirei toda minha roupa; a camiseta da escola, a qual eu visto de vez em quando, e uma calça jeans preta coladinha. Fiz um rápido asseio, e quando passei os dedos em minha amiguinha, ela já estava bem lacrimejante, ansiosa para mais um pequenino bacanal em minha vida, e com uma tal Pequena Notável, que de fato parecia ser a fêmea mais devassa que conheci até então. Não enxuguei minha xoxota, a deixei apenas molhada.
Ouvi risos altos e gemidos, o negócio já tinha começado bem
acalorado, então saí do banheiro e fui em passos apressados até o quarto de
Cássio, e vi a baixinha com mais da metade daquele pau enorme e grosso atolado
na boca, vertendo saliva como uma torneira aberta. Arregalei os olhos.
—AAAHHH... n-não... d-dá... é
muito grande... e grosso! Não consigo! Disse Stefhany, esbaforida, segurando o
cacetão largo todo besuntado de esputo.
—Vai... atola, quero ver você
engasgar sua safada! Disse Cássio, varando a boca da mulher pequenina de novo,
e ela acolheu a investida. —Oi Lulu, vem, vem que já começou! Completou o
comedor safado ao me vir parada, olhando a mulher engasgar novamente com mais
da metade da tora na boca, uma boca menor que a minha diga-se de passagem...
—Uau Cássio... que potranca
hein! Nossa, que gostosona, olha o quadril dela como é largão, ai... amei!
Comentou a Pequena Notável, estupefata com meu corpo. Enrubesci.
Stefhany estava ajoelhada entre
as pernas de Cássio, que estava sentado à beira da cama. Não me fiz de rogada,
pedi licença e também me ajoelhei, e a baixinha parou de chupar, conduziu o
pauzão até minha boca, a abri e abocanhei com gosto, ela masturbava o cacetão e
eu fazia o vai e vem suave, passando pouco da glande e remexendo os lábios a
princípio.
—Vai Lulu, engole bem gostoso,
atola! Pediu Cássio.
Desci meneando a cabeça, avançando e alargando mais minha boca com a
grossura, engasguei, mas segui, remexi os lábios, forcei mais um pouco, outro
engulho, parei um pouco, recuei um pouco e avancei, chegando à metade, onde quase
vomitei e tirei, arfando com a boca aberta, já com espessas pontes de saliva
formadas, Stefhany punhetou a rolona esfregando a glande em meus lábios, depois
segurou minha nuca e me fez abocanhar de novo.
—Isso, vai, vai gostosa, mama... o pauzudo não pode esperar muito não
meu amor, controla a respiração e cai de boca! Orientou Stefhany, empurrando
minha cabeça para atolar.
Soltei delicadamente a mão da devassa de minha nuca e segui no meu
ritmo, ela se aprumou e começou a lamber e beijar a base da rolona, foi
subindo, mas não me beijou. empurrei mais, atolando mais e engasgando, até não
aguentar e tirar, em seguida cuspi no pauzão, e a Pequena Notável sorveu toda a
minha saliva, me deixando impressionada, em seguida ela conduziu apenas com as
pontas de seus dedos a tora para sua boca, e num movimento só, foi até a
metade, engasgou, bombou e seguiu, deu uma tossida, verteu lágrimas, corou seu
rosto e deu um forte engasgo, tirando de uma vez, arfando, com literalmente uma
capa de saliva formada, a qual escorreu pela rola e caiu no chão.
—Vai Lulu, vamos ver quem vai mais fundo! Pediu Cássio, brincando.
—Claro que vai ser a Stefhany né! Falei, entrando na sacanagem.
—Você vai pegar o jeito, e já chupa muito bem! Disse a jovem.
Tentei fazer como ela, e quase cheguei à metade, bombei rápido e recuei
um pouco, mantendo a glande e mais um tantinho na boca, em seguida avancei,
Stefhany subiu na cama e agarrou de novo a base da rolona, a masturbando rápido
enquanto eu engasgava chupando, ela e Cássio se beijaram, em seguida a baixinha
o pôs para mamar seus quase inexistentes seios, pareciam dois limõezinhos de
tão miúdos, mas de auréolas e bicos grandes e rosadinhos.
—Vem, senta gostoso no colinho do teu comedor! Disse Cássio.
—Com o cuzinho ou com a xoxotinha? Indagou Stefhany, com o dedo na
boca.
—Fez a chuca? Indagou o novinho, lambendo os lábios dela, que foi
rápida e lambeu a língua dele, em seguida ambos se beijaram rapidamente, e ela
respondeu:
—Amo chupar a rola que fode o meu cu, então eu faço sempre meu bem!
—E-Eu... não fiz... não costumo fazer! Comentei, acanhada.
—Sem problemas meu amor, quando o Cássio tirar a rola do seu cuzinho,
eu vou chupar do mesmo jeito, e não precisa fazer o mesmo se não quiser! Disse
a Pequena Notável, tranquila.
Aquela baixinha mostrou o motivo de ter a alcunha de Pequena Notável,
porque realmente era uma notória devoradora de homens pirocudos. Ela apoiou-se
sobre as coxas de Cássio, com a língua entre os dentes e sorrindo, segurou o
pauzão, pincelou em seu cu, e sentou devagar, gemendo e rebolando ao passo que
o caralhão entrava mais e alargava seu buraco, e ela foi assim até atolar todo
o enorme falo, sem qualquer período de adaptação ao calibre do macho. Fiquei
impressionada com aquilo. A mulher mordeu o lábio inferior, gemeu alto, grunhiu
e então começou a quicar, quicar com força, subindo até quase tirar e sentando
até o talo.
—Caralho... eita que sentada fodida, meu Deus! Comentou Cássio.
—Ai que caralhão gostosooo! Que cacetão grosso, muito grosso! Vai
Cássio, soca, soca gostoso no meu cu! Humm... disse Stefhany, ofegante, possuída
de tesão e pulando sem parar.
Era impressionante ver a desenvoltura sexual daquela mulher de 1,50m, sério. Ela passeava no pauzão de Cássio, e não ele no cu dela. O macho já ofegava e suava, segurando os tornozelos da nanica e acompanhando o ritmo frenético da gangorra anal, a fêmea só subia e descia seu quadril, sempre tirando quase tudo e sentando até o talo. Fiquei boquiaberta, ela era um pingo de gente. Meu Deus...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês. Perdão por mais um hiato, mas tive imprevistos bem chatos e inadiáveis, além de que Stefhany pediu que eu trocasse a foto dessa primeira parte, pois ela não gostou; eu ahcei legal, mas... enfim. Esse segundo semestre letivo está com tudo e me deixando doida com tantas reuniões, mas para compensar, HOJE, postarei duas partes e deixarei o desfecho da trilogia para amanhã. Espero que tenham gostado desse início, e aguardem que essa história reserva ainda mais surpresas. Se você gostou do relato, por favor siga o blog e comente, a opinião de vocês é fundamental para continuarmos nossas aulas sacanas.
Beijos, não percam a parte 2 que postei junto.
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Pequena Notável
Primeiro Ato
Professorinha Fogosa
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Comentários

muito bom esse teu primeiro encontro com a pequenina,eu ja li essa tua aventura com a pequenina e com o cassio mas e´ sempre bom reler teus contos e tomara que tu tenha outras fotos bem picantes com ela para nos vermos,beijao guerreira e ate´ o proximo conto
ResponderExcluirO conto que vc transa na rede já foi publicado aqui no blog ?
ResponderExcluirGuarden esse nome essa baixinha vai aparecer bastante hein!
ResponderExcluirSaudação Lu (Mike)
ResponderExcluirA pequeno notável chegou chegando