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O céu já começava a se avermelhar. Os pássaros passavam em revoada, alinhados perfeitamente. A brisa já não era mais cálida, mas nossos corpos sim, e muito. Cássio estava se rendendo ao esgotamento físico, isso era evidente, mas foda-se, aloquei a tora do macho no meu cu e comecei a quicar alucinada, inspirada por Stefhany, que estava sentada e via tudo, também ofegante, profusamente suada e ajeitando seus cabelos estilo Joãozinho, com aquela pintura excêntrica, mas que de fato, era condizente com sua personalidade. Que mulher...
—Isso, isso... isso meu gostoso, fode! Falei, rebolando com aqueles 22
centímetros enterrados no meu cu, sentindo cada prega minha ser destroçada.
—Você faz miséria numa rola grande hein! Comentou Stefhany, me
observando.
—Não mais que você! Rebati, e rimos alto.
—Ah meu amor... pau grande é vida, é prazer, é tudo de bom que nós
merecemos, tamanho não importa é o caralho, o macho tem que ter uma chibata
como a desse bebezinho lindo aqui pra ser respeitado, né meu tesudinho?
“Gande”, “gosso”, e que faz a gente berrar e chorar, mas é de PRAZEER!
Desabafou a Pequena Notável, e gargalhamos. Ela era uma figura.
—Do que é que vocês gostam hein suas safadas? Indagou Cássio.
—ROLA GRANDEEE E GROSAAA! Respondemos, em uníssono, e rimos.
O sangue evaporava. Fiquei acocorada, e meus pulos naquela tora enorme
e larga aumentaram de intensidade. Eu chocava com gosto minha bunda na virilha
de Cássio, e ele gemia, arfava e suava ainda mais. Quando a fêmea tem tesão
anal, ninguém segura. Minha cavalgada quase tirava o pauzão e a sentada ia até
o talo, até eu sentir aquela pontadinha malvada dentro de mim, que me fazia
gemer alucinada. Eu me sentia muito poderosa domando aquele caralhão grosso, e
por uns instantes não me reconheci, mas sim, era eu... euzinha...
Cássio me pôs debruçada sobre um travesseiro, abriu bem minhas pernas e
varou meu cu mais uma vez, banhando mais ainda meu corpo suado com seu suor, o
qual era mais abundante por causa de sua cabeleira enorme. Eu grunhia tarada,
gemia cada vez mais faminta, e o macho ofegava, socando sem parar. Ele segurou
minhas ancas e seguiu me enrabando, Stefhany ficou de frente para mim, se
masturbando, pirada de tesão. Que fogo ela tinha.
—Aaaiii... malvadinho... está castigando meu cuzinho! Sussurrei,
manhosa.
—Quer que eu castigue sua xoxotinha? Indagou o comedor, sussurrando.
—Castiga... daquele jeitinho bem gostoso! Falei, rebolando.
Cássio me pôs de ladinho, mas deu aquela chupada deliciosa na minha
buceta, caprichada, que me fez gemer chorosa, beijando minha vagina como se ela
fosse a minha boca, fitei Stefhany, que ofegava de tesão e também acarinhava
sua xoxota. Ela me fitava com tara.
—Deixa eu te chupar também Luciana? Pediu Stefhany e arregalei os
olhos.
—Acho que você está pedindo demais garota! Eu não sou lésbica!
Respondi.
—Não é lesbianismo, é carinho! Por favor, eu te achei tão linda...
alta, grande, deixa, só uma lambidinha, deixa eu sentir seu tesão! Implorou
Stefhany. Cássio então interveio:
—Stefhany, ela não curte mulher, não insiste, respeita pô!
—Tá! Desculpa Luciana, desculpa! Disse a baixinha.
—Tudo bem! Falei, sorrindo. Stefhany beijou minha testa.
Cássio se preparou, me manteve ainda de ladinho, veio por trás e varou
minha xoxota, me fazendo gemer, então... a danadinha da Pequena Notável,
deitou-se e veio de bunda para a minha frente, ficando de conchinha comigo e me
fazendo sentir a maciez de suas nádegas cálidas e grandes para aquela mirrada
estatura. Ela começou a rebolar, esfregando seu traseiro em minha virilha, afim
de também sentir os movimentos sexuais de Cássio. Resumindo: era um trenzinho
sexual. Cássio atrás de mim, eu atrás de Stefhany.
Ok, eu não deixei aquela nanica me chupar, mas ela não ligaria de ser
chupada ou acarinhada, sendo assim, dei um beijo no pescoço dela e envolvi seu
seio esquerdo quase inexistente com a mão esquerda, gemendo, e aí a baixinha
grunhiu gostoso. Cássio continuava mandando ferro em mim, socando
deliciosamente em minha xoxota encharcada enquanto eu brincava com o mamilo
dela, ouvindo seu risinho tesudo, mesclado com gemidos de tesão.
—Ai que delícia... ai como você é gostosa... queria tanto te chupar um
pouco! Deixa vai... quero te dar carinho, deixa eu mamar nos seus peitinhos
bicudinhos, deixa! Sussurrou Stefhany.
—V-Vem! Falei, aturdida, porque Cássio me fodia deliciosamente.
Stefhany se virou de uma vez, sorrindo e mordendo o lábio inferior, em seguida deu uma lambida deliciosa no meu mamilo; grunhi e gemi, o macho socava sem parar, “plaft, plaft” feroz que me fazia tremer em dobro, arfei e a baixinha abocanhou meu seio, e gemi alto.
Puta que pariu, que boca de veludo gostosa aquela
pequenina tinha, ela remexia seus lábios e língua ao mesmo tempo no meu seio,
ao passo que colava seu corpo ao meu e alisava minhas costas, em seguida ela
foi descendo sua boca, beijando meu abdome, desceu até meu ventre, onde me
causou mais arrepios, então logo saquei a dela, a fêmea cessou os beijos e estava
com seu rosto a milímetros da minha buceta, a qual recebia as bombadas
frenéticas de Cássio, e não deu outra:
—Cássio, deixa eu chupar sua rola um pouco vai! Pediu Stefhany. Fiquei
tensa...
—É a rola mesmo né Stefhany? Indagou Cássio, atento a tudo. Ela
assentiu.
O comedor tirou sua tora besuntada de nossa seiva da minha buceta, e a
Pequena Notável abocanhou faminta, e suspirei de alívio, pois achei que aquilo
era um blefe para ela me chupar. Vi ela atolando até engasgar, meneando
ferozmente seus lábios, em seguida ela recuou até tirar, com pontes finas de
saliva formadas, abocanhou de novo até o meio e bombou a cabeça com força,
engasgou e tirou, arfando, então deitou Cássio e montou de um salto, de costas
em seu pauzão, o alocou no cu e sentou, deitou-se dorsalmente sobre ele e
começou a cavalgar, gangorreando apenas seu quadril, grunhindo chorosa, mas com
mais tesão e fúria sexual que antes, me sentei sobre meus joelhos e vi a xoxota
inchada da pequenina vertendo seu suco sem parar, como um manancial, então a
fitei, e a mulher, mostrando uma experiência assustadora no sexo, apenas
assentiu e eu meti dois dedos em sua racha, e ela urrou...
—ISSO, ISSO, SOCA ESSES DEDOS NA MINHA BUCETA QUE EU VOU GOZAR, NÃO
PARA, NÃO PARA PELO AMOR DE DEUS LUCIANA, ISSO, METE, METE CÁSSIO, ESFOLA MEU
CU, VAI, METEEEAAAAHHHH, AAAIIIHHAAAAAAIIIII, TÔ GOZANDO, TÔ GOZANDO, TÔ
G-GOZANDOOO! Berrou a Pequena Notável, e não parei de friccionar meus dedos
naquela xoxota então algo espantoso aconteceu, algo que nunca vi na vida, e me
fez arregalar os olhos...
Stefhany deu uma espécie de “esguichada”, ou uma mijada longa, não sei,
era urina, ou não, mas foi um longo jato. Parei a masturbação, porém, ela me
fez continuar, e continuei...
—Bora pro banheiro! Pediu Cássio... esbaforido.
O pedido para finalizarmos aquela pequena orgia no banheiro não foi à
toa. Cássio mal se aguentava em pé, e tentou disfarçar seus passos trocados ao
irmos para o lavabo, foi quando percebi que Stefhany era mesmo uma mulher
brabíssima no sexo, e uma ducha aliviaria um pouco a visível estafa em seu
corpo de 20 anos. Aquela fêmea era surreal, literalmente uma máquina de foder.
A baixinha já estava de costas, com as mãos na parede, levando ferro no cu mais
uma vez sob a água do chuveiro, isso após quase morrer num orgasmo brutal.
—Aaaiii... hmmm... tô viciando nesse pauzão sabia? Disse a safada
insaciável.
—Bom saber disso! Respondeu o comedor, que segurou as ancas da
pequenina e socou com brutalidade, fazendo a mulher berrar e quase chorar de
novo.
—AAAAIIII....CÁSSIOO! CARALHO! PAUZÃO GOSTOSO, SOCA, ISSO, ASSIM!
Bradou Stefhany, chorosa e rebolando mais com as estocadas ferozes do comedor, então
me enganei, o comedor só precisava da ducha para renascer, e ele renasceu,
furioso de tesão...
—Caralho Pequena Notável... você não é desse mundo! Comentou Cássio, e
ri concordando, porque realmente aquela mulher fugia a minha compreensão, e enquanto
a rolona de Cássio estivesse dura, ela aproveitaria o que pudesse, até exaurir
as forças do macho.
—Vai arregar Cássio? Vai? VAI ARREGAR PORRA? Questionou Stefhany, indo
do manso ao berro, instigando, provocando, puxando o comedor para que o mesmo a
beijasse no pescoço.
—Eu lá arrego pra mulher... ME RESPEITA SUA CADELA! Respondeu o filho
de Valdo, que segurou as ancas da Pequena Notável de jeito, e deu um tranco que
a fez urrar chorosa.
—AAAAIIIII, AAAIIII... doeu... doeu... MAS É ASSIM QUE EU GOSTO! É
ASSIM QUE UM MACHO TEM QUE ME FODER! Retrucou a fêmea, berrando, e arregalei os
olhos ao ver o semblante tomado de fúria sexual daquela nanica, que ofegava e
babava. Talvez eu jamais veria na vida outra mulher como Stefhany, a Pequena Notável,
ou melhor... uma Gigante Notável.
Ele tirou seu picão do rabo dela, e como estava sob a água corrente,
caí de boca, mamando faminta, Stefhany se abaixou também e deu lambidas e
chupadas na lateral da rolona, minutos depois, Cássio me levantou, me prensou
contra a parede, ergueu minha perna direita, pincelou sua tora grossa e
deliciosa na entrada da minha xoxota, e a varou deliciosamente.
A pirocona entrou todinha, até o
talo, e me arrepiei, gemi chorosa e também quase chorei. Ele deu aquela paradinha
malvada, bombando só o talo e me cutucando gostoso, só para me ouvir gemer e
ficar com as pernas bambas, em seguida avançou na minha boca e a beijou, então
começou a estocar, num gingado delicioso, me deixando dispneica de tesão, quando
de repente... de repente... Stefhany caiu de boca no meu seio e mamou, aí eu
pirei.
A respiração daquela mulher era como a de uma leoa faminta, porém, seu
toque, seus lábios, sua língua... eram sutileza, delicadeza e suavidade pura.
Ela dava beijos curtos nos mamilos de cada seio e em seguida os abocanhava,
como num beijo na boca, e aquilo me fez gritar ainda mais de tesão conforme
Cássio metia em minha xoxota.
Meu corpo todo se arrepiou, segurei a cabeça da baixinha, trêmula,
respirando ruidosamente, recebendo aquela descarga de estímulos de ambos, Stefhany
foi descendo com sua boca até meu ventre, sempre beijando, lambendo e dando
leves mordidas, em seguida ficou ereta e me abraçou, veio com seu dedo médio e
dedilhou suavemente meu clitóris, e depois fez o vai e vem com os dedos eretos
de sua mão esquerda, em sentido contrário ao das bombadas de Cássio, mas estimulando
magistralmente meu clitóris. Não deu outra, tanto que ela anunciou:
—Agora você vai gozar bem gostoso! Goza, goza, goza, isso, goza meu
amor!
Acham que consegui ao menos dizer “A”? Não meus amores, quase
desfaleci, eu só conseguia ofegar, trêmula, arrepiada, sentindo as lágrimas de
prazer escorrerem, e só não caí porque Cássio estava me segurando enquanto
metia sem parar, e Stefhany continuava seu toque de pluma em minha genitália,
rindo sapeca, foi quando uma força celeste me devolveu a voz, e gritei a plenos
pulmões, o orgasmo mais estarrecedor, brutal e delicioso que tive na minha vida
até então. Gritei chorosa e abracei Cássio, que me amparou no mesmo abraço,
tentando controlar os tremores do meu corpo e meus grunhidos chorosos. Stefhany
também me abraçou.
—Meu Deus... ainda estou viva? Indaguei, realmente extasiada. Risos
irromperam.
—As duas, de joelhos! Pediu o comedor, após ver que eu já estava meio recuperada.
Ficamos ajoelhadas sim, com nossas bocas abertas e as línguas para fora
enquanto ele se masturbava gostoso, então, urrou ensandecido, tremendo seu
corpo e esporrou deliciosamente, porém, quem ficou com o prêmio foi a Pequena
Notável, que rapidamente abocanhou a tora de Cássio assim que o primeiro jato
de porra saiu, e a fêmea mamou tudo até não sobrar mais nada, mas que baixinha
bandida viu... ah, tudo bem, foi delicioso...
—Olha... vou ser bem sincera contigo... tô considerando muito querer
você como meu fixo, você mete pra caralho hein moleque, puta que pariu, faz
tempo que não trombo com um macho que me faz esguichar como você fez! Depôs
Stefhany, e me arrepiei.
—Puxa... valeu mesmo! É... eu faço sexo assim, seja com você, com a
Luciana, fico feliz com esse retorno, e... sobre ser seu fixo, não sei, você
deve ter muitos! Replicou Cássio.
—Tenho não meu amor, por incrível que pareça... não tenho nenhum, mas
um deles seria seu amiguinho Miguel, porém, ele se mostrou um tremendo filho da
puta comigo! desabafou a Pequena Notável, ressentida, mas ao mesmo tempo...
desejando o tal Miguel...
—Releva vai, ele não quis te humilhar, não leve as coisas tão à ferro e
fogo assim; o Miguel é brincalhão, tudo bem, se excede um pouco, mas não é uma
má pessoa! Rebateu Cássio.
—Não sei... deixa pra lá, hoje o dia foi maravilhoso, não quero
estragar o momento épico que tive hoje falando daquele lixo, mas... eu descobri
uma coisinha sobre você, e que me deixou molhadinha até agora! Retrucou e
comentou a Pequena Notável, me deixando curiosa.
—Foi mesmo? E o que é? Questionou Cássio, tão curioso quanto eu.
—Você é amigo do Abençoado, então... quero que me apresente a ele! O
macho que eu quero como fixo... é ele, e você também! Disse a baixinha, e
Cássio ergueu a sobrancelha.
—Olha... não é tão simples assim... tô sendo sincero contigo! Não é eu
chegar pra ele e dizer que você tá afim e pronto, depende muito se o cara vai
querer te conhecer, então... não posso garantir nada, mas vou tentar! Revelou
Cássio. Arregalei os olhos, a baixinha também.
—Não é possível que ele nunca tenha ouvido falar de mim! Retrucou
Stefhany. Aquela conversa estava muito braba. Cheia de mistérios. Que fama
aquela nanica tinha? O que esse tal Abençoado tinha para deixar ela tão louca
por ele daquele jeito? Ele era o pauzudo supremo?
—Sabe quem poderia te pôr na cama dele? Indagou Cássio, rindo
maliciosamente.
—Quem? Me fala! Indagou a baixinha, radiante, com os olhos brilhantes.
—O Miguel! Respondeu Cássio, e o semblante dela se transformou. Contive
o riso.
—Tá de sacanagem né Cássio? Você também vai tirar com a minha cara? Mal
nos conhecemos e você já quer se queimar comigo? Questionou a baixinha,
furiosa.
—Eu não sou de sacanear com as pessoas, juro que é verdade! O Miguel e
o Abençoado são como irmãos, unha e carne, até compartilham as amantes, tamanha
a parceria que eles têm um com o outro. Se você falar com o Miguel... seu
encontro com o Abençoado é certo! Disse Cássio, com semblante e tom de voz
sérios. A Pequena Notável deu um sorriso jocoso e disse:
—Quero que o Miguel se foda, morra fuzilado! Se você não conseguir, eu
dou meu jeito, agora com licença, vou chamar o motorista, porque ainda tenho
que ir pra faculdade! Retrucou a Pequena Notável, pegando uma toalha, se
enxugando rapidamente e saindo enrolada nela.
—Stefhany! Chamou Cássio. Ela se deteve, olhou para trás, e vi seus
olhos marejados.
—Diz... eu tenho que ir, senão vou me atrasar! Disse a baixinha,
cabisbaixa.
—O Miguel... sempre fala de você quando nos encontramos! Revelou
Cássio.
—E você ri das piadas que ele faz comigo? Retrucou a baixinha, quase
chorando.
—Ele só fala... que vocês vão se entender um dia! Replicou o comedor.
—O Miguel que vá a merda, Cássio! Disse a Pequena Notável, saindo em
seguida.
—O que esse Miguel fez que deixou essa mulher com tanto ódio? Indaguei,
curiosa.
—Apenas usou um tipo de sinceridade que não se deve usar! Disse Cássio,
desligando o chuveiro e torcendo seus longos cabelos, com a cabeça inclinada e
jogando-os para trás.
—Seja mais específico, apesar de eu ser professora de Matemática e
gostar de enigmas, gosto apenas de enigmas matemáticos! Retruquei, e Cássio riu
alto.
—Olha Luciana, na moral, mas as amantes do Miguel dão de 10 a 0 na
Stefhany, tanto em beleza e gostosura, quanto na cama! Pra ele, entenda, ele,
não eu, a Stefhany não tá à altura das mulheres com quem ele transa, o problema
é que o Miguel usou de um humor negro pra dizer isso a ela, e acabou soando
como ofensa! Explicou Cássio, e fiquei embasbacada.
—A vida sexual de vocês... parece diferente da dos outros! Comentei,
encucada.
—Quem tem um círculo fechado de amantes fixas como o Miguel e o
Abençoado, dificilmente se abre pra novas, porque já comeram tantas, tantas
mulheres na vida, que chegaram num patamar onde só mantém as suas melhores, e então
ficam quietos, não se aventuram muito, porque já tão satisfeitos com o que tem!
Explicou Cássio, e arregalei os olhos.
—Então... com o tal de Abençoado ela também não vai ter chance?
Perguntei.
—Com ele é que não tem mesmo. Sabe, tô querendo poupar a Stefhany de
mais um constrangimento, apesar de que o Abençoado é um cara educado e não faz
os tipos de brincadeiras do Miguel, ele apenas vai esnobar ela! Revelou Cássio,
e arregalei mais os olhos.
—Nossa... então esse cara... tem uma rola de mel né! Comentei, troçando
e Cássio riu.
—Se é de mel eu não sei, mas dá quase duas da minha na grossura! Disse
o macho.
—Como é que é Cássio? Quase duas da sua na grossura? Indaguei,
bestificada.
—Ah não vou ficar falando de rola não, tá me estranhando é? Retrucou
Cássio, e ri alto.
—Ok, deixa esse Abençoado e sua piroca ultra grossa para lá, a grossura
da sua está perfeita para mim, vamos sair senão a baixinha vai desconfiar que
estamos falando dela! Falei, rindo, e realmente desinteressada por esses dois
caras. Eu estava bem com o que tinha.
Minhas roupas estavam no banheiro, então as vesti rapidamente enquanto
Cássio ia fazer uma salinha para sua talvez, ou pouco provável amante, e digo
isso porque eu tinha uma desconfiança sobre a real intenção dela ao se
encontrar com o filho do vigia. Cheguei na sala e vi ambos conversando
formalmente enquanto mexiam em seus celulares, já vestidos.
—Oi Luciana! Bem... foi um prazer ter esse momento tão gostoso, juro
que não vou esquecer o espetáculo de mulher que você é! Disse a Pequena
Notável, vindo me cumprimentar.
—Er... igualmente Stefhany, também fiquei muito feliz e impressionada
com sua entrega, você sim é espetacular, e muito! Respondi, segurando sua mão.
Nos abraçamos.
De repente duas curtas buzinadas irromperam lá fora.
—É o motorista né Cássio? Indagou Stefhany, meio apreensiva. Cássio
assentiu.
—Tá parecendo mais a buzina do carro do Miguel! Disse o novinho.
—Como é que é? Indagou e frisou Stefhany, com olhos arregalados e
vermelha de raiva.
—Tô brincando, é o motorista! Disse Cássio, rindo, e não segurei o riso
também.
—Jura? Jura Cássio? Perguntou a Pequena Notável.
—Sim, o Miguel já deve tá na casa dele a essa hora! Explicou Cássio.
—Não conta pra ele que transamos, por favor! Pediu Stefhany. Ela
gostava do Miguel...
—Beleza, não tenho esse costume de comentar sobre minhas transas!
Replicou Cássio.
—Tá legal! Er... a gente vai se falando! Tchau meu gostoso, amei, amei
mesmo nosso encontro, e quero mais! Disse a baixinha, dando um beijo curto, mas
quente no jovem. Ela acenou para mim, acenei de volta e então... a fêmea feroz
se foi, correndo até o carro.
—Por um instante achei que fosse o tal Miguel o motorista! Comentei,
vendo o carro ir.
—Pior que ele se ofereceu pra vir buscar ela! Disse Cássio, e arregalei
os olhos.
—Está de sacanagem né? É Sério? Indaguei, duvidosa e incrédula.
—Sim, é sério... o Miguel gosta de incendiar o parquinho, mas ao mesmo
tempo é um cara humilde, do bem, nunca desrespeitou nenhuma mulher, então...
toda história tem dois lados, e o da Stefhany pode fazer você pensar que ele é
um babaca insensível e machista, mas não é bem assim, eu conheço o caráter do
Miguel, então a baixinha tá de mimimi! Disse Cássio.
—Cássio... me desculpe pelo que vou dizer agora, e não pense que estou
te desmerecendo como homem, porque não tenho interesse nesse tal Abençoado,
mas... a Stefhany usou esse encontro como ponte para chegar até ele, porque ela
sabia da amizade de vocês! É o que eu acho, é o que eu percebi! Desabafei, e
Cássio deu um sorriso sereno.
—Eu sei Luciana, também percebi, e não esquento com essas coisas, e se ela acha que vai ter atenção dele forçando a barra desse jeito, vai tomar um coice, porque se aquele cara quisesse mesmo a Stefhany, ela seria só dele! Retrucou o comedor. Sorri e nos abraçamos.
FIM
=================================================================
Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.
Chegamos ao final dessa trilogia sacana ao extremo, que praticamente encerra o primeiro ato de minhas aventuras sexuais, e reler essa saga da Pequena Notável sempre me dá um tesão enorme, porque foi especial para mim, e não sei se consegui descrever com competência o que vivenciei, porque tudo foi muito intenso, brabo, o ditado "Tamanho não é documento" se aplica perfeitamente a Stefhany, porque ela, com apenas 1,50m faz um puta estrago e o macho que dê conta.
A foto que ilustra esse relato e o anterior foi tirada no meu segundo encontro com ela, em 2020, um pouco antes do estouro da pandemia de Covid-19, e digo sem exagero... foi ÉPICO, inesquecível, o melhor e mais impressionante momento de minha sexualidade, o qual jamais foi superado até hoje. Esse segundo registro com a baixinha é justamente o arco final do terceiro ato.
Aconselho a todos que releiam SEMPRE essa trilogia, pois no início do terceiro ato ela vai se conectar diretamente com as primeiras histórias e muita coisa que não entendi na época desse meu primeiro encontro com Stefhany, será elucidada e vai surpreender a todos.
Acho que pelas fotos postadas nessa trilogia, vocês perceberam que tenho uma relação bem próxima com Stefhany, pois é... a Pequena Notável é minha amante fixa, e como me tornei bissexual será explicado bem mais à frente, então fiquem ligados e muito atentos.
Quero declarar minha admiração e carinho por essa pequenina gigante mulher, uma pessoa adorável, amiga, batalhadora, companheira e muito, muito carinhosa; adoro você demais minha pequerrucha linda, adoro seu jeitinho espoletado, e você sabe disso. A história de Stefhany é muito tocante, e espero poder mostrar a todos como essa mulher conquistou meu respeito... e tesão também...
Não só meus amantes foram meus parceiros nas horas difíceis, mas a Pequena Notável também mostrou uma empatia e sensibilidade comoventes quando precisei de apoio. Stefhany e outra personagem que ainda vai surgir, são as ÚNICAS mulheres com quem transo, e não tenho problema nenhum em assumir isso, afinal, sexo é descoberta e redescoberta, e quando mergulhei nessa doideira sexual surreal, inacreditável e sem frescura alguma, descobri que também posso ter prazer com mulheres, assim como tenho com homens; o importante é se sentir bem, buscar ser feliz.
Amanhã, sexta, finalmente o conto que fecha o primeiro ato de minhas aventuras eróticas surreais e inacreditáveis. Texto curto, mas muito intenso e carregado de luxúria e desejos ardentes.
Beijos, tenham todos uma quinta vitoriosa, cheia de paz e bênçãos.
Anal
Boquete
Corno
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Heterossexual
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Primeiro Ato
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Comentários

História sensacional
ResponderExcluireita conto quente luciana teus contos sao sempre otimos de serem relidos,e pra apimentar mais a leitura tu posta uma foto que deixa qualquer aluno mais entusiasmado,estou ansioso pelo proximo encontro de voces duas.se cuida gata,beijao
ResponderExcluirAguenta a Luciana não e fácil e com essa pequena junto, o cara tem que ser fodastico! Parabéns e que sorte a do Cássio!
ResponderExcluirO que podemos esperar agora de publicações? O que virá pela frente?
ResponderExcluirAmigo, lemos só uma introdução até agora, o melhor ainda tá por vir. A Lulu tem MUITA coisa escrita e o que vem por aí é de arrepiar, só história boa.
ExcluirAnsioso pra reler MOTIVAÇÕES e a suruba do Carnaval. Que venha logo o segundo ato, tô muito ansioso. Beijos professora, você é nota 10, e essa baixinha é tesuda e deliciosa como você.
ResponderExcluirEu sou suspeito em comentar, m nas essa mulher é incrível se tratando de sexo! E essa baixinha é muito saliente e apetitosa! Tem muita história boa por vir!
ResponderExcluirObrigada meu amorzinho. Comente mais, adoro seus comentários. Beijos e tudo de melhor para você e sua linda família.
ExcluirMais um conto maravilhoso Lu…já lí e relí várias vezes e não me canso em ficar excitado…vc é tudo de bom…Boto.
ResponderExcluirObrigada meu querido. Fico muito feliz em saber que a releitura desperta tesão em você. Beijos.
ExcluirQueridos alunos, hoje à tarde tem a postagem do último conto do primeiro ato. Fiquem atentos. Beijos.
ResponderExcluirQueria foder você muito, lamber esse rabo gostoso, gozar na sua bucetinha
ResponderExcluirSaudação Lu (Mike)
ResponderExcluirHistória top o desenvolvimento e desenrolar dela prende mas tudo isso era a Pequena notável com interesse de conhecer o abençoado