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Oito dias se
passaram desde a excêntrica e divertida transa “gamer” com Cássio, a qual foi
uma experiência deliciosa. Transar com dotados tinha efeitos colaterais severos
em meu corpo, e alguns deles eram a dificuldade de sentar e andar, e isso
acabou por chamar a atenção do corno, que insistia em marcar médico para
investigar isso, mas eu, sempre esperta, me evadia de suas investidas. O sexo
entre nós estava cada vez mais raro e irritante para mim...
Porém, eu precisava sim ir ao
médico, mas não ao ginecologista, e sim à fonoaudióloga, pois o instrumento de
trabalho de todo professor é a voz, e esta precisa estar incólume —ou quase. Toda
vez que vou me consultar na especialista, solicito os serviços do seu
Anastácio, um taxista amigo nosso de muitos anos. Era um senhor de 70 anos, o qual
só usava seu táxi para clientes fiéis, eu incluída, pois ele já não aguentava
mais uma jornada de trabalho nas ruas. Após um estressante expediente, no qual
me deixou com vontade de trepar para relaxar, liguei para ele afim de marcar a
corrida até o consultório, mas quem atendeu foi sua filha:
Resumindo a história: a filha de seu Anastácio relatou que ele estava
internado com uma pneumonia, e todos nós sabemos que essa é uma doença
perigosíssima até mesmo para jovens saudáveis, quiçá um idoso. Vendo minha
aflição por não conhecer outro taxista, a moça indicou os serviços de seu irmão
mais velho, o qual não só trabalhava com táxi, mas também como motorista de
aplicativo. Aceitei a oferta da jovem e combinamos o horário, depois fui para
casa, e lá compartilhei a má notícia com meu corno, que ficou consternado.
Tomei um banho e almocei, em seguida pus um vestido de ombros nus no lado direito e de manga curta no lado esquerdo, tamanho médio, branco em cima e rosa embaixo, com detalhes de flores e babados na barra. Algo bem sóbrio e nada erótico, porém, ao me ver no espelho, percebi o quão bem desenhadas minhas curvas estavam, mas o caimento era perfeito, e qualquer roupa que eu vestisse deixaria meu corpo delineado; pus uma tiara de pano, brincos de argolas, passei um perfume adocicado e fiquei na sala esperando o taxista.
A consulta estava
marcada para às 15h, ele teria que chegar às 13h30, para que não houvesse
pressa no trajeto. Sentada no sofá, de pernas cruzadas, fiquei absorta,
imaginando as cenas deliciosas de todas as transas que tive até agora,
principalmente a suruba do EJA, a qual Cássio participou, e claro, a última
transa minha com ele. As lembranças daquele pauzão grosso e delicioso, que me
fodeu do jeito que eu adoro, fizeram minha buceta tremer e encharcar, então decidi
procurar Cássio novamente após a consulta. Era o amante mais próximo de mim. Pontualmente
às 13h30, ouvi uma buzina do lado de fora, cortando meu devaneio erótico. O
taxista havia chegado...
Fui ao portão recebe-lo e lá estava o carro de seu Anastácio, um Fiat Siena prateado, lindo, espaçoso e impecavelmente limpo. A porta do motorista se abriu e dela saiu um homem com cerca de 45 anos, moreno claro, mais alto que eu pouca coisa, forte, cabelos crespos, grisalhos e baixos, olhos amendoados e médios, sob um óculos de armação retangular, com nariz largo e meio achatado, lábios finos e boca média, rosto arredondado e sem barba.
Seus braços eram
definidos, tinha uma barriguinha negativa e as pernas grossas. Trajava uma
camisa de manga curta branca e uma calça social preta. Era até charmoso. Após
observar esses detalhes, meus olhos foram diretamente para sua virilha, a qual
a princípio, parecia normal, mas o homem ao me vir, lançou aquele olhar...
aquele olhar discreto, mas carregado de desejo.
—Boa tarde! A senhorita é a dona Luciana? Indagou, simpático.
—Boa tarde! Sim, sou eu! Respondi, devolvendo a cordialidade.
—Me chamo Juarez, sou filho do seu Anastácio, irmão da Juliana! Tudo
bem? Apresentou-se, estendendo a mão para me cumprimentar, sem qualquer
malícia, apesar de seus olhos rapidamente percorrerem minhas pernas. Notei algo
se mover sob a calça, bem rápido.
—Muito prazer, e... estou orando pelo seu pai! Tenho certeza que ele
vai sair dessa! Não perca a fé! Respondi. Juarez assentiu agradecido, com os
olhos levemente marejados, então abriu a porta traseira para eu entrar,
acomodei-me no banco e afivelei o cinto enquanto ele contornava o carro e
assumia seu lugar. Após rápidas instruções, partimos...
Durante o percurso, falamos um pouco sobre seu pai, como está sendo a recuperação, uma vez que seu Anastácio já era bem idoso, justamente por isso, a esperança de quase toda a família em sua sobrevivência era algo bem frágil. Juarez parecia conformado com a possível perda do pai; estava resignado, usando do bom humor para anestesiar sua angústia.
Vez ou outra ele contava eventos de sua
infância, os bons momentos e a formação de caráter que teve graças a Seu
Anastácio. Após algumas palavras de conforto e otimismo de minha parte, mudamos
de assunto para tentar descontrair. Mas mesmo o clima de consternação que
pairava ali, não impedia o taxista de lançar olhares devoradores sobre meu
corpo pelo retrovisor... Olhares característicos de quem tem... pau grandeeee
(risos).
Chegamos ao consultório em tempo hábil. Juarez se prontificou a me
esperar, assim como seu pai fazia. Ao sair do carro, olhei de soslaio e percebi
o olhar cheio de tesão do homem, acompanhando o leve rebolado de minha bunda
gulosa. Dei um sorriso. A consulta foi rápida, tudo estava bem com minha
garganta, a profissional me receitou um remédio para manter as cordas vocais
conservadas e passou exercícios para prevenir possíveis fendas.
Após cerca de 40 minutos, era hora de voltar para casa, já estava
próximo do fim da tarde e o trânsito estava começando a complicar. Em
determinado momento, o taxista mudou o rumo da conversa informal e iniciou um
assunto que me deixou bem cabreira:
—Na escola que a senhora trabalha tem uma amiga minha! Ela é professora
também!
—Ah é? Será que eu conheço? Indaguei curiosa. Bem amigos, abro um
parêntese aqui; para mim, só existem duas situações em que um homem e uma
mulher são amigos: a primeira é quando esse homem é gay, e a segunda, é quando
esse homem é seu amante. Prossigamos.
—O nome dela é Raimunda! Ensina Biologia se não me engano! De vez em
quando ela faz umas corridas comigo! Respondeu, quase me fazendo engasgar com a
saliva e tossir profusamente, preocupando-o. Esperei aí, corridas? Mas Raimunda
tinha carro...
—Eu conheço a Raimunda, gente finíssima! Somos grandes amigas!
Respondi, camuflando meu espanto e curiosidade. Então desconfiei que Juarez
pudesse ser dotado, uma vez que Valdo comentou que Raimunda só se envolvia com
pauzudos após conhece-lo...
—É sim, eu adoro a Mundinha! Respondeu. Olha só que intimidade ele
tinha...
Após enfrentar um congestionamento chato, chegamos em casa, e paguei a
Juarez um preço até mais barato do que costumava pagar ao seu pai. Despedi-me
dele desejando melhoras para seu Anastácio e muita fé para sua família. Ele
agradeceu a solidariedade e partiu, mas não sem antes devorar meu corpo
novamente com seu olhar. Ele estava em observação...
No dia seguinte, mais precisamente no final da aula, encontrei Raimunda
na sala dos professores, ela estava sozinha e se aprontando para ir embora
quando a abordei indagando:
—Mundinha, você por acaso conhece um taxista chamado Juarez? A mulher me
fitou surpresa, depois deu um sorriso BEM safado ao pegar uma régua de 30
centímetros em cima da mesa, e tapar com seus dedos do 24º ao 30º centímetro, deixando
à mostra, 23 centímetros. Uma bela, didática e criativa maneira de dizer que
conhece um homem. Ri alto. Ah coroa safada.
—É meu grande (adjetivo com ênfase) amigo Lulu! Por que? Respondeu e
indagou.
—Por nada, é que ele me levou na consulta da fonoaudióloga, e comentou
que era muito amigo seu, e que também fez umas corridas com você! Respondi. Ela
deu um sorriso maroto.
—É verdade! Foi algumas vezes em que meu carro deu defeito e eu
precisava resolver umas coisas, além de trepar, claro! Comentou. —Mas e aí, não
me diga que rolou alguma coisa? Indagou a mulher, terminando de ajeitar sua
bolsa, mostrando muita curiosidade.
—Não sua safadinha, não rolou nada! Respondi, rindo.
—Vai fundo amiga, aquele moreno não é tão bonito, mas sabe foder!
Incentivou.
—É... quem sabe né! Vamos ver se dá certo! Respondi.
15 dias se passaram, mas minha vontade de trepar não, ainda mais depois que soube que Juarez era pauzudo. O primeiro semestre letivo chegava ao fim, e todos os anos, no meio e no fim do ano letivo, a Secretaria de Educação promovia um almoço comemorativo apenas para professores, coordenadores e diretores, além de alguns funcionários das escolas, e nesse evento, seu Anastácio também me levava, e como eu nunca faltei a um desses almoços.
Combinei com Juarez, já que
Raimunda avisou que não iria devido a problemas em seu carro, o que me deixou
sem a possibilidade de uma carona. Mas até achei melhor assim. Saber que um
roludo me serviria de “chofer” deixou minha xoxota bem agitada... eu não
perderia a chance...
Combinei com Juarez um dia antes, no horário das 10h, e no dia da festa, pus uma camisa xadrez vermelha, de mangas médias, tamanho médio, e uma bermuda jeans azul-claro, bem justa e que deixava minha bunda ainda mais linda e vistosa.
Prendi os cabelos, pus um brinco de argolas e passei meu melhor
perfume. Juarez chegou na hora marcada e não pôde disfarçar um olhar
transbordante de tesão ao me vir tão provocante. Entrei em seu carro, dessa vez
no banco da frente e partimos rumo ao local do evento. Durante a ida, apenas
conversas banais, seu pai estava cada vez mais com poucas chances de
sobrevivência.
Chegamos ao local e Juarez novamente se prontificou a me esperar. Eu
estava ansiosa para terminar logo aquele almoço e voltar para casa, mas não sem
antes dar uma bela trepada com o “amigo” de Raimunda. Novamente percebi seu
olhar cheio de tesão sobre meu corpo quando saí de seu carro, ao caminhar rebolando
meus glúteos famintos por seu pauzão.
O evento foi maravilhoso, conversas, brincadeiras, reencontro de colegas, enfim, muita descontração e comida boa, mas como eu tinha compromisso, não cheguei no começo e nem fiquei até o final, pois seria abusar muito da boa vontade de Juarez, então me despedi do pessoal e saí do recinto, levando um pratinho feito para que o taxista forrasse o estômago e tivesse energia para me currar bem gostoso.
Ele agradeceu e comeu rapidamente enquanto eu estava no carro,
no banco da frente, mexendo no celular e conversando bobagens. A cada
colherada, o safado aproveitava para me devorar com seu olhar característico de
roludos. Após terminar de comer, Juarez aprontou-se para me levar de volta a
minha casa, e comentou, bem-humorado:
—Depois de um banquete desses, o melhor é aproveitar um belo sono à
tarde não é dona Luciana? Sorri e então lancei a isca, sem pudor algum:
—Eu não, para mim é tão chato ficar em casa olhando para as paredes!
—Gostaria de ir a algum outro lugar? Tenho a tarde toda livre! Indagou
e anunciou, me olhando de cima a baixo. Ele sacou o que eu quis dizer.
—Faz tempo que não me divirto... acho que estou muito carente, me
sentindo só e entediada! Você tem alguma sugestão? Respondi e indaguei, cruzando
bem minhas pernas e brincando com meus cachos, sorrindo, mordendo o lábio
inferior e olhando para meus pés.
—Pode ser minha casa, ou outro lugar mais reservado! Onde você quiser
querida! Respondeu, alisando meus cabelos, rosto e em seguida apertando minha
coxa.
—Onde você costuma ir com a Raimunda? Indaguei, alisando seu enorme volume. Ele sorriu e então deu partida no carro, sem dizer nada, apenas deu um sorriso lascivo. Fizemos o percurso de volta ao bairro onde moro, e chegamos a um pequeno prédio de quatro andares, com apartamentos pequenos, as famosas quitinetes.
O apê de Juarez era simples, porém bonito e limpo, com poucos
móveis; apenas um conjunto de sofás, uma mesa compacta, um frigobar e um fogão
de duas bocas. Havia um banheiro e um quarto, o qual fui levada pelo taxista.
Lá havia uma cômoda e uma grande cama de casal. Era óbvio que eu não estava em
seu verdadeiro lar...
—Seja bem-vinda e fique à vontade morena linda! Disse Juarez, me pegando por trás e me encoxando gostoso, roçando seu pauzão em minha bunda.
Virei-me de frente para ele e nos beijamos rapidamente, minha mão foi em cheio
em sua picona avolumada enquanto sua língua percorria meu pescoço e suas mãos
apertavam minha bunda, mostrando que o macho tinha pegada. Ele desabotoou minha
bermuda e eu a abaixei, tirando-a, em seguida tirei a calcinha e ele abriu
minha camisa, e caiu de boca nos meus seios de bicos petrificados de tesão.
Juarez me deitou em sua cama com as pernas abertas e começou a
masturbar minha xoxota melada, arrancando gemidos altos de mim, em seguida caiu
de boca na mesma, fazendo eu gemer bem alto e sentir todo meu corpo tremer ao
sentir sua língua torturando meu clitóris, depois penetrando e indo fundo, em
seguida seus lábios puxaram os de minha buceta enquanto os mesmos eram
chupados. Nossa, que oral delicioso, em menos de 15 minutos, não pude segurar um
orgasmo ensandecido; gemi e gritei a plenos pulmões.
Levantei da cama e fiquei sentada, Juarez levantou-se, entre minhas
pernas, então desabotoei sua calça e a abaixei, vendo sua picona embrulhada sob
uma cueca box branca, a qual tirei, sem perda de tempo, abrindo um largo
sorriso ao ver quase bater em meu rosto, 23 centímetros de carne morena,
depilada, curvada para baixo, com uma calibrosa veia saliente passando pelo
meio e outras menores ao lado, pouco prepúcio, uma linda glande rosada e
comprida, com bolas grandes e uma grossura mediana, a qual aumentava levemente
na base.
—Humm, será que posso ser sua amiga? Indaguei, segurando firme e
fechando toda minha mão em volta daquele belo pauzão rijo pela base e
balançando-o, de olhos vidrados e suspirando de tesão. E lá estava eu... trepando
com outro macho de Raimunda...
—Mas é claro que sim meu amor! Seremos ótimos amigos! Respondeu Juarez. Sorri e beijei a cabeça da picona, depois passei a língua da base até a mesma, sempre beijando as laterais e dando chupadas rápidas. Ainda na glande, dei uma longa lambida, seguida de outras rápidas, sorvendo a seiva de tesão do macho e causando arrepios em seu corpo, até finalmente abocanhá-la, acomodando-a sem problemas.
Envolvi a base com as duas mãos e segui chupando, atolando até
conseguir, quase engasgando, chegar à metade, mas controlei o engulho e
continuei gemendo e chupando. A rolona pulsava na minha boca, até que a tirei,
bem salivada, após quase vomitar ao passar um pouco da metade.
Juarez sentou-se na beira da cama e me pôs de joelhos entre suas pernas
para continuar mamando seu cacetão, e o fiz com muito gosto; abocanhei de uma
vez só, com a boca aberta, atolando e engasgando, extraindo lágrimas, e fechei
meus lábios em pouco mais da metade de novo, então subi e desci suavemente,
tossindo e deixando a saliva escorrer pelos cantos da boca, até tirar
novamente, ofegante e jorrando esputo. Era hora de meter...
Levantei-me e rapidamente montei no pauzão de Juarez com minha xoxota
molhada, sentindo aquele tamanho entrar todinho, deslizando deliciosamente e me
arrancando um gemido manhoso. 23 centímetros atolados dentro de mim. Como não
pirar de tesão?
Deitei o dorso do macho na cama e comecei a cavalgar, rebolando gostoso
e delirando ao sentir seu caralhão bombar fundo dentro de mim, apoiei minhas
mãos em seu peito e segui o passeio, ele segurou minhas nádegas e acompanhou
meu ritmo.
Após um tempo, acocorei-me para sentir melhor sua tora me arregaçar,
ele continuou segurando minha bunda por baixo e segui quicando gostoso, ouvindo
o barulho de sua virilha se chocando com minha xoxota, o sobe e desce era
delicioso, eu tirava quase toda sua rolona e sentava de uma vez, rapidamente,
rebolando ensandecida. Depois sentei de costas, ainda de cócoras e continuei a
cavalgada, sentindo meu tesão escorrer profusamente ao ouvir o “pof, pof, pof”,
que nossas genitálias faziam. Que delícia...
Juarez me puxou pelo dorso, segurou e elevou minhas pernas para
continuar socando sua picona em minha buceta, faminto, voraz, do jeito que eu
gosto, depois saí de seu colo e fui com fome chupar seu pauzão, o qual parecia
ter sido besuntado com requeijão, tamanha a excitação que emanou de nós. Aquele
cheirinho azedo me excitou ainda mais, então abocanhei gostoso, limpando com
meus lábios e língua aquele queijinho, aproveitando para engasgar e tossir
saliva, e ver o macho tremer seu corpo e gemer alto.
Fiquei de quatro na cama, e dei um tapa em minha bunda, fitando-o e sorrindo, o coroa veio e aplicou mais uma deliciosa chupada em minha xoxota, causando arrepios e tremores em meu corpo, depois a varou deliciosamente, segurou minhas ancas e recomeçou a bombar fundo seus 23 centímetros, elevando o tom dos meus gemidos, rebolei tarada, ele soltou minhas nádegas, deu um bofete estralado, me fazendo rebolar mais, depois segurou e puxou meus cabelos para trás e aumentou o ritmo das estocadas.
Dei um grito de tesão com essa atitude,
eu adorava ser dominada assim, bradei palavrões, xinguei, ri alto e remexi
minha bunda, subindo e descendo, rebolando, alucinada de desejo, enquanto o
macho socava sem pena sua tora.
O taxista tirou sua picona de minha buceta e me pôs para mamar mais um
pouco, ainda de quatro. Vi nosso tesão literalmente pingando pela glande e
abocanhei com mais fome, sentindo o gosto amargo, mas delicioso de nossa
luxúria, besuntei bem seu pauzão, pois naquele momento eu queria era ele no meu
cu, então ordenei, sussurrando:
—Mete essa pirocona no meu cuzinho, mete Juarez! Hummm, me enraba
gostoso!
—Só se for agora minha gostosa! Respondeu e tascou um beijo em minha
boca, me deixando mais excitada ao saber que ali estava um macho raro, sem
frescuras, sem nojo de sentir o gosto de sua pica e o da minha buceta. Bem que
Raimunda disse que ele sabia foder...
Senti a língua quente e molhada do moreno pincelando meu anelzinho, depois seu órgão do paladar penetrou um pouco e lá girou gostoso, me causando um arrepio, em seguida dois dedos entraram, melados de saliva, então ele posicionou a cabeça de seu pauzão e nem precisou de muito esforço, ela deslizou gostoso, me fazendo gemer alto.
Juarez fazia o vai e vem apenas com a glande a
princípio, alternando a velocidade, depois foi avançando aos poucos, sem pressa,
pois sabia que enterraria aquela pirocona grossa todinha no meu cu. Rebolei
ajudando a atolar mais, rindo e gemendo alto, abri uma das minhas nádegas e ele
avançou mais.
—Humm, isso, fode meu cuzinho seu puto! Me arregaça gostoso! Sussurrei,
manhosa.
—Tá gostando rabuda gostosa? Pode deixar que eu vou te deixar bem
arrombadinha! Respondeu Juarez, com sua tora quase toda engatada no meu ânus.
Ele enfiou mais fundo e gingou,
depois tirou e meteu de novo, deixando deslizar de uma vez, suavemente,
balancei as canelas e contraí dos dedos dos pés, sentindo suas bolas baterem em
minha bunda. Que delícia, dei aquele gemido manhoso de dor e prazer, e rebolei.
Deitei meu dorso, deixando minha bunda bem empinada e abri bem as
nádegas, o taxista começou a socar mais forte, senti minhas pregas estufadas, gemi
alto e chorosa, sentindo a dor gostosa que só pauzudos proporcionam. Juarez fez
como todos os machos fazem quando enterram suas piconas em meu cu, bombou
devagar, tirando e pondo pouca coisa e encostando sua virilha em minha raba,
bombando sem tirar nada, apenas um vai e vem vagaroso, se certificando de que
seu pênis enorme estava todo atolado. Fui ao delírio.
Após um tempo que eu nem me preocupei em calcular, Juarez me pôs
deitada com as pernas bem elevadas; abri minhas nádegas e o taxista pincelou
meu cu arregaçado com a cabeça de sua picona, em seguida meteu, me fazendo
gritar de tesão:
—AIIII CARALHOO, FODE MEU CU, ME ARROMBA PAUZUDO GOSTOSO!
—Gosta de um pauzão no cu? Gosta, sua safada? Indagou o homem socando forte.
—ADOROOO! VAI, FODE, FODE PORRA! Bradei, alucinada e abrindo mais ainda
meu rabo, então Juarez aumentou o ritmo, tirando e botando todo seu rolão no
meu cu, e começou a dedilhar minha buceta encharcada, esfregando meu clitóris,
até que não aguentei, comecei a sentir meu corpo tremer, se arrepiar, o ar
tornou-se rarefeito, o coração disparou, então comecei a gritar e gemer,
testando minhas cordas vocais, as quais estavam perfeitas, puxei Juarez pelo
braço, fazendo-o literalmente se fundir comigo, e sentir sua virilha
friccionar-se com a minha e incendiar seu corpo com a explosão de meu orgasmo
ensandecido...
Fomos ao banheiro, e como de praxe, fui colocada com uma perna apoiada
no vaso, arrebitei minha bunda e Juarez varou meu cu de novo, enquanto o chuveiro
era ligado. Ele aproveitou o efeito do meu orgasmo ainda ativo e fez a saideira
gostosa, terminando de me arregaçar, depois me pôs de joelhos sob a água
corrente, lavou seu pauzão e segurou minha cabeça pelo queixo, abri bem minha
boca e antes que pudesse punhetar para gozar, tomei o pauzão de sua mão e
abocanhei, masturbando rapidamente, até ouvir seu urro ensandecido e sentir
minha garganta receber o melhor tratamento contra fendas: porra abundante. O
macho esporrava grunhindo, se contorcendo e me dando seu néctar adocicado e não
muito denso, mas delicioso. Engoli tudo e depois mamei mais, deixando o pauzão
limpinho.
Tomamos um banho rápido, e não molhei os cabelos, é óbvio, em seguida saímos
do apartamento, já era comecinho da noite, e ao checar o celular em minha
bolsa, vi um monte de ligações do meu corno. Bem, álibi eu tinha, tenho que
ter, é claro, e aquilo não me fazia mais ficar temerosa, tampouco remorso algum
pairava sobre mim, eu dormiria mais uma vez com a consciência tranquila, feliz
por devolver as traições que meu marido me infligiu e ainda infligia com
certeza, e mais feliz ainda, por ter a chance de fazer sexo com homens de
verdade, com pauzões de verdade. Pensei até em contar tudo para ele e pedir o
divórcio, afinal, não preciso do dinheiro dele para viver, mas não, era mais
divertido deixa-lo pensar que me enganava, que eu era loucamente apaixonada por
ele, e rir até chorar de sua ingenuidade.
Chegamos em casa, e o chifrudo estava como um siri na lata, mas
tínhamos uma historinha. Usamos o álibi de ter visitado o seu Anastácio no
hospital, e logo ele amansou, foi hilário, mas a graça durou pouco; antes de ir
embora, Juarez recebeu a ligação de sua irmã, comunicando a já inevitável e
esperada morte de seu pai. O taxista dotado chorou...
O VISLUMBRE 7
Como éramos próximos a família de Juarez, no dia seguinte fomos ao velório de seu Anastácio, embora eu detestasse velórios, porém, assim que eu e meu corno chegamos, meu mundo pirou, fiquei aflita, trêmula e com a xoxota em polvorosa ao ver ele, o amigo de Ariovaldo, em todo seu charme e gostosura, consolando o taxista dotado e sua mãe.
FIM
===========================================================
Olá queridos alunos, espero que estejam bem e tenham curtido as postagens do final de semana. Deixo aqui o meu feliz dia dos pais atrasado aos leitores que são pais. Ontem curti muito a data com meu paizinho, pois após o perrengue que passei por conta da internação dele, quis aproveitá-lo mais ainda, por isso não postei a poesia que prometi, mas próximo domingo ela será postada.
Essa é a última semana da primeira fase de minhas aventuras eróticas, e juro que gostaria de tê-la finalizado bem antes, mas os imprevistos da vida sempre vão quebrar nossos planos, porém, desafios foram feitos para serem superados, e cá estou eu, firme e forte, atrasada sim, mas comprometida com aquilo a que me dispus, e agradeço imensamente pelos comentários e compreensão de vocês.
Juarez vai dar as caras novamente em meus relatos, mas só no terceiro ato, o qual é o ápice de minha caminhada de redescobertas sexuais maravilhosas, e em um desses momentos, registramos algumas fotos, e elas serão postadas no texto que corresponde a elas, então aguardem meus queridos.
Amanhã, começa um dos momentos mais marcantes de minha trajetória sexual, um evento que tenho profundo carinho e a cada releitura, o tesão se renova e dispara, e isso se deu por causa de uma pequenina gigante fêmea do sexo. Quem me segue fielmente sabe de quem se trata...
Beijos, tenham uma segunda maravilhosa, cheia de paz, muito trabalho e bênçãos.
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Comentários

Delicia de conto! Assim como a escritora!
ResponderExcluirprofessorinha malvada,nos estamos aqui ansiosos pelos contos ineditos,e tu ja vem atiçar nossa imaginaçao dizendo que vai ter fotos tuas mais picantes,e´isso mesmo?tomara que eu esteja certo,mas como eu ja disse,cada foto nova que tu posta,e´muito agradavel e estimulante,e depois faz a gente da´ aquela relaxada no corpo,beijao guerreira e ate´o proximo conto
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