RELATOS DOS LEITORES - CARMEN E YARA - PARTE 1

Finalmente, após muita promessa, chegou o grande dia. O dia de postar os relatos dos leitores no blog, e confesso a vocês que esse é um momento emocionante para mim, mas antes de falar sobre o texto, gostaria de agradecer ao leitor Vitor, escritor do site contoerotico.com e autor dessa aventura. Ele é meu seguidor desde a Casa dos Contos, e temos uma linda amizade e cumplicidade, posso dizer que ele é o meu aluno mais fiel e presente, uma pessoa maravilhosa.

Este relato que estou postando hoje é uma história especial para mim, muito tocante porque sei os bastidores dela, tive a honra de merecer a confiança de Vitor a ponto de saber detalhes da relação dele com essas moças, e digo a vocês... é um relato profundo e cheio de sentimentos crescentes conforme eles se envolvem. Minha intervenção no relato é mínima, só fiz uns ajustes na ortografia e reformatei o texto para a leitura ficar mais fluída, além de dar uma leve incrementada na narrativa para torna-la mais excitante ainda.

Bem, sem mais delongas, leiam a primeira parte de “Carmen e Yara”, relato real, isso eu assino embaixo sem medo, e se você tem uma aventura legal para contar e deseja vê-la publicada aqui, mande em arquivo de Word para: lucycontistasexy@gmail.com, que vou postá-la com o maior prazer e darei todos os créditos ao autor. As imagens no texto são ilustrativas, não são dos envolvidos na narrativa, é só para aflorar o imaginário de vocês. Boa leitura.

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O relato que segue se iniciou nesta terça 06/07/2021. Eu estava trabalhando normalmente na drogaria, e para quem leu os contos anteriores, não trabalho mais no setor de compras, voltei a trabalhar no balcão agora como farmacêutico.

Pois bem, eis que entra Carmem, já a tinha visto na loja algumas vezes mas, não tinha lhe reparado muito, até porque ela sempre fez questão de ser atendida pela minha outra colega, mas dessa vez estava acompanhada de uma jovem e já de cara me chamou atenção por estar usando uma calça de couro! As cumprimentei com um cordial boa tarde. Ambas responderam, mas Carmem já apontou que ia falar com a colega. Normal, sem problemas.

Ainda bem que a colega estava com um cliente que ia iniciar uma série de tratamentos, e estava muito confuso como iria tomar aquele coquetel de medicamentos, então elas começaram a passear pela loja, enquanto a colega seguia ocupada.

Então comecei a olhar melhor a mais nova, branca, cabelos pretos compridos até a altura do quadril, calça de couro, bumbum grande, não era arrebitado, mas volumoso e redondo, seios proporcionais, sobrancelha feita e um par de brincos maiores que suas orelhas (risos). Muito gostosa. Foi então que notei Carmem, trajando legging vermelho bem socado, uma bunda um pouco maior que a da jovem que a acompanhava, seios grandes, cabelos compridos também até o quadril, um pouco mais bronzeada, e usava brincos enormes também.

Não tinha como não olhar para elas, eu realmente secava as duas, qdo a mais nova notou e para minha surpresa, não vi cara de reprovação da sua parte, então continuei secando mesmo, qdo as duas começaram a olhar na minha direção e cochichar.

Logo pensei, eita vou me ferrar!

Mas o cliente da minha colega era muito confuso e o atendimento a ele demorava, quando a mais nova, chegou até mim e disse: 

—Não vou esperar minha mãe não, você pode me atender?

—Mas é claro! Respondi, bem animado.

—Quero tomar Mesygina! Disse ela. Mesygina é uma injeção anticoncepcional.

Nossa, nessa hora sorri por dentro. Bem, nos dirigimos à sala de aplicação, perguntei seu nome, e prontamente ela me respondeu: chamava-se Yara, e era FILHA de Carmen.

—Nossa, então você é filha da Carmen? Nunca te vi por aqui! Comentei, surpreso.

—Realmente eu sou bicho solto, só estou fazendo um pouco de companhia pra minha mãe, meu pai a deixou recentemente! Respondeu Yara.

Na hora de fazer a aplicação, algumas mulheres abaixam somente um pouquinho das vestes, e temos que pedir, e foi o que fiz a Yara, mas ela já abaixou praticamente metade daquela calça, revelando junto com aquela bunda deliciosa, somente um fiozinho dental.

Puta que pariu, que mina gostosa! Pensei, fitando com tesão aquela bunda linda...

Fiz a aplicação e Yara me elogiou dizendo que eu tinha mão de anjo, pois ela não havia sentindo nada, diferente de outras aplicações que já havia tomado, e agradeci.

—Você é muito atencioso! Disse Yara, enquanto voltávamos para a frente da loja.

—Imagina é o mínimo que eu devo fazer! Repliquei, eriçado. Que gostosa...

Minha colega ainda estava com o senhor complicado, então Yara falou para Carmen:

—Mãe toma com ele, ele é muito bom aplicou direitinho em mim! Carmen Retrucou:

—Não! vou esperar ela dessa vez, já esperei até agora, quem sabe da próxima! Dito isso, as duas voltaram a cochichar e me encarar, e eu não disfarçava mais encarar aquelas bundas.

A colega conseguiu terminar e foram as 3 para a salinha, de lá ouvia muitas risadas, saíram as três muito alegres, meu olhar cruzou diretamente com o olhar de Yara. As três conversaram mais algumas banalidades e ao sair, Carmem disse:

—Então vê pra Yara e você me manda mensagem!

—Tá bom! respondeu a colega.

—tchau moço, até! Disse Carmen, se despedindo de mim.

—Tchau mão de anjo, até! Endossou Yara, acompanhando a mãe.

—Tchau, tchau! Respondi, eriçado.

Percebi que a colega queria falar comigo, mas o movimento da loja não permitia, toda vez que ela ia começar a falar chegava alguém, e me consumi de curiosidade.

Quando o movimento deu uma asserenada, ela me disse, atiçando:

—Eita Vitor, tá com a bola toda hein!

—Hummm como assim? Indaguei, animado e presumindo o que se tratava.

A Carmem e a filha dela estão a fim de você, me fizeram várias perguntas, como você era no dia a dia, se era casado e me autorizaram a passar o número dela pra você.

—Lógico que quero! Repliquei, radiante. Uau, que maravilha.

Logo a chamei no WhatsApp e começamos a conversar. Começamos a trocar mensagens, querendo saber um sobre o outro. Ela perguntou meu estado civil, e respondi várias vezes que estava separado. Carmem tinha 36 anos, divorciada há pouco tempo, mas não entrou em detalhes, já Yara, tinha completado 18 anos recentemente. Trocamos mensagem todos os dias até que finalmente chamei Carmem para tomar um vinho na sexta à noite.

Ela me deu um bom tempo pra responder, e quando respondeu, perguntou se Yara podia ir também, já que por estar divorciada há pouco, não queria sair sozinha, e a filha a acompanhava desde então, e não queria sair e deixar a filha só. Lógico que concordei!

Tudo acertado, mas antes perguntei se tinha direito a um pedido.

Aí pela primeira vez a resposta veio através de um áudio de Yara!

“Pede mão de anjo, que analiso se podemos conceder!”. Dizia o áudio, então pedi se podiam ir vestidas iguais ou semelhante ao dia da farmácia.

Novamente houve um hiato na resposta, até que horas depois, Yara respondeu em áudio que simmmmmm. Vibrei empolgado com a assertiva, e transbordando tesão...

Na sexta à noite, tomei um belo banho, pus um bom perfume e me admirei; nunca tinha saído com duas mulheres. Não sabia como ia ser a noite, então por receio acabei tomando um azulzinho, tive receio se rolasse alguma coisa, não conseguir dar conta das duas. Após me ajeitar, avisei por mensagem que estava indo buscá-las. Não era muito longe da minha casa. A casa delas e o lugar em que íamos nos conhecer melhor ficava razoavelmente perto.

Chegando ao local, dei aquela buzinadinha e fui aguarda-las fora do carro, claro!

Não podiam estar melhor; ao vê las o pau endureceu na hora, Yara tinha cerca de 1.70m, dessa vez estava sem máscara, diferente do nosso primeiro contato. Bem maquiada, um batom vermelho, realçando muito bem a sua boca, calça de couro preta, conforme eu pedi, uma blusinha de manga branca, que valorizava os seus seios. Tesuda demais, muito gostosa.

—Olá, mão de anjo, que prazer revê-lo! Respondi e indaguei, bem-humorado:

—Olá Yara, o prazer e todo meu! Você não esqueceu esse negócio de mão de anjo?

—Claro que não! Respondeu ela, então nos cumprimentamos formalmente com beijinhos no rosto, e deu pra sentir o cheiro gostoso do perfume que ela usava.

Após isso foi a vez de Carmem.

Ela era um pouco mais baixa que a filha em torno de 1.60m, mas sua bunda era maior, estava um arraso, de legging branca, ressaltando muito a bunda grande dela, uma blusinha de manga vermelha, brincos enormes, muito perfumada. Linda.

—Oi Vitor?

—Nossa, você está perfeita! Falei, elogiando e dando dois beijinhos no seu rosto.

—Vamos então? Falei.

—Claro! Responderam!

Para a minha surpresa, quem entrou na frente foi Yara. O trajeto era curto, então foi uns minutos de silêncio, e chegando lá, escolhemos um local mais reservado, a forma da mesa, permitia que eu ficasse sentado no meio entre as duas, então pedimos uma jarra de vinho, Yara queria cerveja, mas não tinha, então pediu suco. A conversa fluía bem entre mim e Yara, mas a Carmem estava retraída, então Yara lhe disse:

—Mãe se solta, aproveita, o pai a essa hora deve tá trepando com a fulana!

—Desculpa eu me intrometer, mas... como assim? Ele abandonou esse mulherão? Questionei, embasbacado com aquela afirmação da novinha, pois Carmen era mulherão mesmo.

—Sim! Disse Yara. —Há pouco mais de 1 mês, ele chegou, arrumou as coisas dele, disse que estava indo embora, que a casa iria passar para o meu nome e o carro para o dela, e os demais detalhes um advogado ia nos procurar pra tratar, e que não ia adiantar fazer drama, a decisão já tava tomada e que ele já tinha uma outra mulher!

Olhei para Carmem, e seus olhos estavam marejados.

—Então vamos curtir! Repliquei, já puxando o rosto de Carmem ao encontro do meu, e a beijei, onde prontamente ela correspondeu e arrematou após virar toda a taça de vinho:

—Sim, vamos curtir! Dito isso, ela indicou que eu a enchesse de novo.

—Isso mesmo mãe, vamos curtir! Disse Yara, me puxando e me beijando. Uau... E continuamos nesse ritmo por um bom tempo, ora beijava a Carmem, ora beijava Yara.

—Nossa, nunca pensei em dividir um homem, ainda mais com minha filha! Disse Carmem, admirada com o que acontecia ali, assim como eu, mas eu estava adorando...

—Aproveita mãe! Atiçou Yara.

Ao beija lá novamente, desci minha mão, até a sua boceta, estava muito quente.

—Opa, isso aqui não! Disse Carmem, tirando minha mão, então Yara sugeriu:

—Acho que já estamos a bastante tempo aqui, tá na hora de irmos pra outro lugar!

—Obaaaa! Rebati, visivelmente empolgado, é claro.

—Pra onde? Perguntou Carmem.

—Um motelzinho seria ótimo mãe! Incendiou a novinha safada.

—Com certeza! Completei.

—Nem a pau, não vou pro motel com minha filha! Retrucou Carmen.

—Então vamos pra casa? Sugeriu Yara.

—Onde vcs decidirem tô dentro! Falei, já pronto. Carmem ficou um tempo pensativa, para não esfriar já a peguei iniciando mais um beijo bem molhado.

—Tudo bem, mas tem uma outra condição! Impôs Carmen.

—Qual? Perguntamos ao mesmo tempo.

—Conheço muito bem você Yara, podemos fazer essa loucura, mas não quero nenhum contato com você e nem que você me toque; essa é a minha condição, só vai rolar se for assim! Disse Carmen, com um olhar decidido do que falou. A fitamos atentos e sérios.

—Claro mamãe! Quero só o mão de anjo!

Tudo acertado, paguei a conta e rumei para a casa delas. Pedi que Carmem fosse na frente, queria lhe fazer um carinho especial. O trajeto daria em torno de cinco minutos, e logo que saí com o carro, coloquei a mão em sua coxa esquerda e desci até onde consegui alcançar de sua boceta! Carmem deu uma ajeitada no corpo e disse:

—Aqui eu deixo!

Dava para sentir sua xota pegando fogo. Logo chegamos a residência, Yara foi na frente e eu atrás, encoxando Carmen. Que bunda deliciosa da porra ela tinha...

—Vão se divertindo lá mãe, que eu já me junto a vocês! Avisou Yara, entrando em um cômodo, que depois descobri que era seu quarto.

Pensei comigo: acho que não virá nada com ela não!

—Não tire essa calça ainda! Pedi.

—Tudo bem meu anjo! Respondeu.

No quarto de Carmem, nos beijamos muito. Meu corpo roçava seus seios, minhas mãos agarravam sua bunda, abria e fechava as nádegas, dava palmadas, enfiei a mão por dentro de sua legging, e puxei o fio dental, enterrando dentro da sua boceta, olhei para aquela cena, sua boceta ficou bem definida, tesuda, linda, e pirei mais ainda...

—Vem cá, fica de quatro aqui na cama! Pedi.

A visão daquela bunda grande, dentro daquela legging branca, para mim era incrível, comecei a dar palmadas, e esfregava sua boceta, seus líquidos vaginais já marcavam a calça demonstrando seu grau de excitação. Puxei sua calça para baixo, me revelando sua bucetão, e o fio dental bem enterrado, puxei a minúscula peça e meti minha língua dentro daquela xoxota encharcada, e Carmem se estremeceu toda.

—Ahhhhhh, que delícia ! Hummmmmm !! Ahhhhhh!! Gemia Carmem!

Empurrei ela na cama, terminei de tirar a legging e o fio dental. A ajudei a tirar a blusinha e o sutiã, e levei um susto, seus mamilos estavam enormes, medi discretamente, dava mais de 2 dedos meus, nunca tinha visto um par de bicos grandes assim. Carmen desabafou:

—Nossa olha como vc me deixou excitada! Obrigada Vitor, eu estava desanimada da vida, achava que não era mais desejada por nenhum homem, após meu marido me abandonar, um dia antes de ir na farmácia, a Yara disse que eu tinha de levantar a cabeça e tocar o barco, e me chamou pra comprar umas roupas mais sexy, porque eu era um mulherão! Aí na terça saí com a roupa que você viu, e a Yara veio me cochichar que pegou você me secando!

—Você é muito gostosa Carmem! Repliquei, já beijando e a deitando na cama, em seguida desci minha boca até seus super mamilos, alternando chupadas e mordidinhas bem leves, e enquanto chupava, desci minha mão e voltei a bolinar sua xoxota profusamente melada.

—Hummm! Ahhhhhh! Hummm! Gemia Carmem, aí Yara entrou.

—Vitor não me maltrata mais, penetra em mim! Suplicou Carmem!

—Ainda não deu pra ele mãe? Indagou Yara. Carmen respondeu e pediu, tarada:

—Não ele tá judiando de mim, até agora! Vem Vitor por favor põe na minha buceta!

Com meu pau, bati na buceta de Carmem, e quando ela menos esperou, encaixei na entrada de sua racha e empurrei até o fundo, fazendo Carmem soltar um “ahhhhhh” que delícia. Mesmo Carmem estando muito lubrificada, aguardei um instante ela acostumar com minha estocada. Pouco tempo depois comecei a entrar e sair devagar sem pressa, tinha o tempo todo para foder aquela mulher, eu entrava e saia, parava na portinha, ficava provocando ela, e então enfiava de uma vez, bombando bem gostoso e pirando com aquela xoxota deliciosa.

—Ohhhhhh, ahhhhh, que delícia de pinto, que pinto duro, que pinto gostoso, continua Vitor, me come, me come desse jeito! Gemeu e disse Carmen, surtada de tesão.

Eu continuava sem pressa, metendo devagar minha pica, fazendo Carmem sentir cada sensação, hora me deitava sobre ela, e pronunciava coisas no seu ouvido:

—Gostosa, vou comer você todinha! Passei a ir além de meter, alternei entre apertar levemente seus bicos enormes, e puxar com certa força. Que mulher maravilhosa.

—Ai que delícia! Disse Carmem delirante. Quando eu parava, ela fazia movimento com o quadril, me trazendo, tentando enfiar meu pau na sua buceta, eu percebia e me afastava mais provocando-a. —Não faz isso, me come, mete em mim! Completou, taradíssima.

Quando vi um cadeirão q tinha no quarto, observei Yara, tocando seus seios e sua boceta com a outra mão, com um semblante assustadoramente excitado, então provoquei:

—Logo logo é você gostosa! Nisso, Carmem me prendeu pelas pernas e ordenou:

—Vem, me come, me come, vou gozar, vou gozar!

Voltei minha atenção a ela, entrando e saindo sem pressa e apertando seus bicos, socando meu pau com a mesma tara com que ela recebia. Que mulher...

—Vai, goza bem gostoso, goza! Falei, socando sem parar, alimentando aquela fêmea.

—Vou gozaaarrrrrrr, mete mete mete por favor não para agora! anunciou Carmen. Senti seu corpo tremer, e Carmem moveu seu quadril forte. —Ohhhh, ahhhh tô gozando! Completou.

—Gostosa, você é gostosa demais! Falei, extasiado com aquela fêmea.

—Satisfaz a Yara um pouco agora, preciso me recuperar! Pediu Carmen.

—Hummm mãe! Isso pra mim e muito pouco, precisa muito mais pra me satisfazer, tá senhor mão de anjo? Retrucou e atiçou Yara, com um olhar sedento de tesão.

No meu interior, eu sabia que Yara daria mais trabalho. Saí da cama, fui até ela e disse:

—Levanta sua safada, vou te foder agora!                                                              

CONTINUA

 

Comentários

  1. oi guerreira,parabens pelo incentivo que tu esta dando aos novos escritores,nao sei dizer se a palavra e´ essa,mas a historia e´ muito boa,e com a tua interaçao ficou bem excitante,quem ler teus contos vai saber exatamente aonde tu interagiu,sem alterar a historia,e agora no´s ficamos ansiosos esperando a continuaçao msa que valera a pena.bom final de semana,se cuida

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    1. Obrigada. Fico muito feliz que tenha curtido a história. Ela ainda reserva muitas surpresas. Beijos.

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  2. Hummm que história deliciosa, promete hein!

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    1. Obrigada pelo comentário. Pode aguardar que promete sim e muito.

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