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Raimunda me fitava com descrença no olhar. Eu tive mesmo um acesso de riso diante de toda aquela situação bizarra. O pobre garçom também ficou com cara de bunda, então a coroa aterrissou, e começou a rir também. Minha vida sexual era mesmo inacreditável...
—Er... duas... águas né? Indagou
o garçom, todo sem graça.
—S-Sim... por favor! Respondi.
Eu e a coroa continuávamos rindo feito loucas.
—Ai Luciana... somos... duas doidas! Disse Raimunda, sem parar de rir.
Os demais clientes nos fitavam com certo espanto no olhar, e constatavam nossa
loucura de fato...
Após nos controlarmos razoavelmente, tomamos a água trazida pelo
garçom, pagamos e voltamos à escola, pois era hora de voltar para casa.
Faltavam 15 minutos para as 22h. Uma doida amparando a outra, subindo uma
ladeira feita de calçamento, ambas rindo da maluquice que fizemos por conta de
um dotado. Entramos no carro e partimos, com dores na barriga e chorando de
rir. Aquele emprego no EJA tinha se saído melhor do que esperávamos.
—Meu Deus do céu Raimunda! Você já imaginou uma situação dessas na sua
vida? Comentei e indaguei, em seguida ri de novo. Eu tinha de controlar até
chegar em casa.
—E o Afonso correndo e vestindo as calças? É os “home”, fudeu”!
Retrucou Raimunda, imitando a fala do pirocudo no final e gargalhando. Rimos
mais ainda.
—É mas nossos cuzinhos estavam bem trancadinhos viu? A gente está rindo
agora porque se safou, mas já pensou hein? Rebati, formulando a hipótese, e
paramos de rir.
—Lembre-se do meu cunhado da Civil Luciana! Era só dar um telefonema!
Disse Raimunda sorridente e mostrando muita tranquilidade.
Chegamos em casa às 22h15. Eu estava esbaforida de rir, e também tensa,
pois após o sangue esfriar, é que analisei de fato a loucura em que minha
intimidade tinha se transformado. Eu não podia deixar as coisas saírem do
controle dessa forma, mas foi realmente imprevisível, e me questionei se alguém
tinha ouvido a trepada e chamado a polícia, ou se era apenas uma ronda noturna
rotineira, já que onde estávamos era um lugar escuro. Tomei um banho para tirar
toda aquela sandice do meu corpo e me deitei com o corno, então transamos.
Claro, para que eu me excitasse, tive de pensar em Marcos e Afonso, pauzudos de
verdade.
Quando o galhudo tirou sua piroca de gato de minha xoxota, as cenas de toda
aquela insanidade sexual que vivenciamos na barraca de praia, aliada ao barraco
promovido pela gorda chifruda com seu marido negão, me fizeram rir
descontroladamente de novo, mas talvez tenha sido o fato de eu ver o chifrudo
punhetando aquela coisa medonha que ele chama de pau.
—O que foi Luciana, tá rindo de que? Indagou o corno, rindo também.
—Nada não... só uma piada que me lembrei! Respondi, e continuei
rindo...
O VISLUMBRE 5
Sonhei com o amigo de Ariovaldo. Estávamos na mesma praia onde quase fui
flagrada pela polícia na transa com Afonso. Era uma linda alvorada. Ele estava
sem camisa, trajando apenas sua calça social preta, e me tomava em seus braços
fortes. Que peitoral tesudo o dele. Nos beijamos, e declarei meu amor àquele
homem, mas ele carregava uma profunda melancolia em seu olhar, e eu o
confortava com um abraço. Acordei de manhã com a xoxota ensopada...
No dia seguinte, revendo em minha mente as cenas daquele enigmático e
gostoso sonho que tive, e o resultado dele, o qual me deixou ainda mais
excitada e com a buceta trêmula, fui trabalhar e encontrei Raimunda conversando
com Valdo no portão da escola.
—Bom dia safadinhos! Cumprimentei, ao chegar. Ambos deram risada.
—Bom dia safadona! Rebateu Raimunda, e rimos alto.
—Safadona? Eu? Perto de você sou uma carola meu amor! Rebati, e rimos
mais.
—Não acredito que vocês duas estejam se comportando naquele EJA!
Comentou Ariovaldo, e aí é que gargalhamos mesmo, porque relembramos o dia
anterior.
—Comportadas nós sempre fomos meu querido, e você sabe disso! Retruquei.
—Por falar em EJA Luciana, hoje não vou poder ir, tenho de levar o
Djair ao médico novamente, e talvez não chegue à tempo! Disse a coroa, e fiquei
desolada.
—Tudo bem, eu vou de ônibus e peço ao meu marido para me buscar! Falei,
tristonha.
—Quer que eu peça ao meu filho Cássio pra te levar e trazer? Ofereceu
Ariovaldo, e tanto eu, quanto Raimunda, arregalamos os olhos diante daquela
oferta.
—I-Imagina Valdo, seu filho trabalha, não, que é isso! Comentei, acanhada.
—O Cássio tá de chamego com uma mulher que mora por aquelas bandas. Quase
todo dia ele dá uma passadinha lá na casa dela! Revelou o vigia, e arregalamos
os olhos de novo.
—Sério Valdo? Indagou Raimunda, incrédula. Valdo retrucou:
—Ué, só o meu irmão que não soube aproveitar a vida tendo um pau maior
que o meu no meio das pernas! Se não fosse a Luciana, coitado! O Cássio não
dorme não, moleque é foda, com 16 anos ele já comia a mãe de um amigo dele, na
praia só anda de sunga apertada, já pra atrair a mulherada, porque a terceira
perna do menino chama a atenção!
—E que terceira perna! Humm... já deu saudade! Comentou Raimunda, e
rimos.
—Olha só a safada! Vá se aquietar mulher! Brincou Valdo, e gargalhamos.
—Manda ele passar lá em casa então, já que você está “oferecendo” essa
gentileza né! Comentei, e o vigia me fitou com aquela cara de cafajeste, como
quem já sabia o que rolaria.
—Humm... depois diz que não é safadona né! Replicou Raimunda, que deu
um tapa na minha bunda em seguida. Olhei para ela admirada e depois dei risada.
Ariovaldo riu alto.
Tivemos de encerrar a conversa porque os alunos começaram a chegar,
juntamente com nossos colegas docentes, mas se o vigia ofereceu seu filho
pauzudo para ser meu chofer... é porque o mesmo revelou ao pai seu desejo de me
foder. Aquele novinho era muito lindinho e fofo, adorei o jeitinho dele, era
meigo, educado, mas ao mesmo tempo exalava virilidade, o ar de comedor safado,
que te pega de jeito e arranca gritos orgásticos de você. 20 aninhos, carinha
de bebê, mas uma mamadeira de respeito que devia dar muito mingau.
Passei o expediente excitada, subindo pelas paredes porque mal transei
com o pescador, a polícia fodeu nossa foda, e eu não gosto de deixar as coisas
inconclusivas. Essa conexão sexual era sim meio assustadora, começou com o
vigia, depois seu irmão e agora o filho, e nesse caso, certamente Valdo contou
a ele sobre meus dotes sexuais, e não me importei, caso fosse isso.
Já após mais um turno matutino de aulas estressante, me preparei para
ir para casa, almoçar e descansar um pouco. Era sexta-feira, a primeira e
intensa semana de aulas no EJA estava acabando. Muitas coisas, muita putaria
rolou durante esse tempo, e pelo visto não pararia tão cedo. Saí da sala dos
professores e vi Ariovaldo organizando a saída dos alunos, Raimunda já tinha
ido embora para cuidar de seu esposo, então me aproximei dele, que ao me vir
deu um sorriso cordial e malicioso, depois falei discretamente:
—Mande o Cássio passar lá em casa às 17h40! O vigia disse, sereno:
—É... ele sai 17h do trabalho, dá tempo de ele te pegar nesse horário!
Assenti e me despedi dele, indo para casa em seguida. Bem, eu tinha de trocar
uma ideia com o rapaz antes...
Após almoçar e tirar aquele sono dos justos, levantei às 16h e tomei um
banho rápido, pus um vestido de alças, ombros parcialmente nus e mangas curtas
com babados, de comprimento até o joelho e godê. Tinha uma linda estampa de
rosas e cor preta no fundo. Uma roupa comportada e sem intenção de seduzir, mas
vestidos... facilitam certas coisas né...
Cássio chegou às 17h45. Deu duas buzinadas curtas e saltei do sofá,
tranquei tudo e entrei em seu belo carro prateado, um sedã popular cheiroso e
confortável.
—Oi Cássio, tudo bem? Desculpe o incômodo, mas o Valdo falou que você
poderia me dar essa carona, então... obrigada! Cumprimentei e comentei,
acanhada.
—Imagina Luciana, é um prazer pra mim poder te levar, você é amiga do
papai, e é uma pessoa que ele gosta muito! Não se preocupe! Disse o jovem, tão
amável. O filho do vigia trajava uma camisa preta com detalhes brancos e uma
calça jeans azul-marinho, meio justa, e que deixava um pacote bem atrativo
delineado. Olhei discretamente e depois demos beijos formais.
—O... Valdo disse que você tem uma namorada por aquelas bandas! Comentei,
enquanto já saíamos do bairro, após conversamos outras coisas. Ele ruborizou.
Ai que fofo. Cássio sabia conversar bem, era culto, e mesmo sabendo do lance
que tive com seu pai e tio, me respeitou e não tocou nesse assunto, mostrando maturidade,
mesmo com só 20 anos.
—Namorada não... um esquema mesmo, e ela é sua aluna do EJA! Retrucou o
jovem comedor, e arregalei os olhos diante daquela revelação. Cássio deu um
sorriso marotíssimo.
—M-Minha aluna? C-Como assim? Quem é? Questionei, realmente
bestificada.
—Gleiciane, inclusive o papai ainda não sabe que é ela, mas a conhece,
e vai ficar bem surpreso quando souber! Respondeu Cássio, dando a entender algo
bem profundo.
Gravem o nome dessa mulher leitores... a absurda coincidência terá
explicação um dia...
—Espere... estou me lembrando dela! É uma morena, quase negra, do
quadril bem largo e pernas grossas, e cuja bochecha esquerda é maior que a
direita? Comentei e indaguei.
—Brilhante, professora de Matemática! Na mosca! Disse Cássio, me
fitando com um tesão avassalador no olhar. Nossa, cheguei a me arrepiar, sério.
Que novinho safadinho e lindo.
—Humm... então você e o seu pai deram uns amassos nela né? Indaguei,
provocando.
—É... ensanduichamos ela! Confessou Cássio, e o fitei abismada. —A
Gleice gosta de uma boa sacanagem, e tem a mesma exigência sua e da Raimunda:
um cara bem dotado! Completou o safadinho, dando seu lindo sorriso angelical e
ajeitando seus cabelos compridos.
—Ela sabe o que realmente importa! Respondi, e apalpei mesmo a tora dele.
Humm...
O sinal fechou, e nos beijamos. Nossa, o novinho pauzudo beijava muito
gostoso, me fez gemer tarada com seu ósculo. Que era aquilo gente? 20 aninhos e
uma pegada de macho experiente. Ele segurou meu rosto e depois meu cangote, e
viajei... nossa, o menino mal precisou de mão boba para me deixar doidinha, e
só no beijo, fez o pai e o tio o comerem poeira (que eles nunca leiam isso,
pelo amor de Deus, kkk), mas é sério, foi uma pegada deliciosa.
—Que boca deliciosa você tem! Elogiou Cássio, fitando profundamente
meus olhos.
—Você ainda não viu o que essa boca é capaz de fazer! Comentei,
atiçando mesmo.
—Adoraria saber, estou muito curioso! Retrucou o safadinho, e nos
beijamos de novo, mas as fortes buzinadas atrás de nós cortaram o barato, pois
o sinal tinha aberto.
Chegamos à escola 18h. Cássio voou, mas mostrou ser um exímio
motorista. Dirigia desde moleque, e me contou um pouco de como foi criado por
Valdo. Ele sofreu a rigidez de um pai responsável, mas também recebeu um
carinho e amor tremendos. Se referia ao pai sempre como “papai”, e ainda
preservava certos costumes como tomar a bênção antes de sair e quando chegava.
Foi o único filho que não se voltou contra o pai quando seu adultério foi
descoberto por sua mãe. E tomou essa atitude não por ser um machista e apoiar a
traição por parte dos homens, mas porque toda história que passamos na vida...
tem dois lados; ele viu que o pai ficaria sozinho, sem ninguém, e constatou que
aquilo era uma punição muito dura e cruel para algo que estamos sujeitos a
passar em nossa jornada, então pesou tudo e resolveu ser seu companheiro, seu
cuidador. E o mais surpreendente e emocionante desse relato, foi que Cássio
teve essa consciência ainda pequeno. Ele bateu o pé e disse que não abandonaria
aquele que também lhe deu a vida, implorou pela reconciliação, mas sofreu o
desprezo de sua mãe, que o renegou como filho. O rebento dotado do vigia chorou
ao me contar essa história, e o consolei...
Afim de quebrar um pouco o clima de consternação, avistei Gleiciane
conversando com outras mulheres, inclusive a branquela barraqueira que não
deixou o negão chifrá-la de novo.
—Vai lá dar uns amassos na sua mulatinha, e não fique triste! Agora
você tem uma nova amiga para aquelas horas em que se sentir sozinho e carente!
Falei, alisando o rosto do jovem.
—Puxa... você é uma pessoa muito bacana mesmo! Disse Cássio. Sorri e o
beijei.
Saímos do carro, e o filho pauzudo do vigia foi ao encontro de minha
aluna. Gleiciane tinha 40 anos. Mulata, voluptuosa, quadril maior que o meu
pouca coisa, pernas mais grossas que a minha, mas uma bunda menor. Seios
grandes e uma barriga negativa, mas que não afetava sua gostosura. Olhos médios
e amendoados, nariz médio e curvado para dentro, lábios carnudos e boca
pequena. Uma doença de pele fazia com que sua bochecha esquerda fosse maior que
a direita, mas isso não era problema algum. Mãe solteira de três filhos, tinha
longos cabelos negros e ondulados, e claro, exalava devassidão. Aquela ali com
certeza sabia domar e fazer miséria com uma rola grande, e se continuava
rendida a machos como Cássio e Ariovaldo, é porque sem dúvida, eles eram
comedores de um nível maior do que eu imaginava. O mundo é grande, mas sabe se
apequenar em certas ocasiões queridos leitores. O que pode soar uma absurda
coincidência para vocês... fará um brutal sentido mais à frente... apenas
aguardem...
—P-Professora! Disse uma voz masculina atrás de mim. Me virei, e vi
Afonso.
—Oi Afonso, boa noite! Cumprimentei. Ele estava todo acabrunhado.
Coitado.
—É... eu queria pedir desculpa pra senhora por ter saído daquele jeito,
mas fiquei com medo dos home pegar a gente, sabe! Eles anda ali direto atrás
dos traficante! Cochichou Afonso, com pesar no tom de voz, realmente constrangido
por sua atitude. Sorri e respondi, atiçando:
—Não se preocupe querido, deu tudo certo e já passou! A gente precisa
terminar nosso assunto, mas em um local menos perigoso! O macho me fitou com um
sorriso malicioso.
De repente Marcos apareceu, e ia entrar no seu carro, mas ao me
avistar, veio em minha direção, sorrindo maliciosamente, cumprimentou Afonso e
deu uma notícia “ruim”:
—O Jarbas disse que não vai haver aula hoje!
—Poxa, ele devia ter avisado né! Fiz o maior malabarismo para chegar
aqui, a Raimunda não veio de novo! É foda viu! Retruquei e comentei, já
estressada. O docente de Química me chamou em reservado, pedi licença a Afonso
e o acompanhei, então ele deu a sugesta:
—A Camila também não veio, sendo assim... o que acha de a gente... curtir
um happy hour! Estou com saudades de você, e adorei nossos momentos!
—Eu tenho uma ideia bem melhor, caro colega! Retruquei, e vi Cássio
ainda conversando com sua amante quarentona. —Cássio! Cássio! Vem aqui rápido!
Completei, chamando o filho pauzudo do vigia. Sim meus amores: um bacanal bem
gostoso...
—Oi Luciana! Disse o jovem, que cumprimentou Marcos em seguida.
—Acha que... sua amiga Gleiciane... topa fazer uma brincadeirinha?
—Agora? Não vai ter aula? Questionou o jovem, surpreso. Neguei com a cabeça.
—Tá falando sério Luciana? Indagou Marcos, bestificado.
—Sim... vamos fazer uma putaria bem gostosa! Topa? Retruquei, e Marcos
riu.
—Gleice! Vem cá! Chamou Cássio. Nossa, esse entendia de putaria. A
mulata veio.
—Luciana, ela é nossa aluna, isso é perigoso! Alertou Marcos,
apreensivo.
—Fica suave amigão, ela é das minhas! Rebateu Cássio, e o docente o
fitou surpreso.
—Oi meu tudo! Oi professores! Disse e cumprimentou Gleiciane. Ela
trajava um vestido preto, curto e justo, realçando bem suas curvas generosas.
Marcos a fitou excitado.
—A Luciana acabou de me dizer que não vai ter aula hoje, então... vamos
curtir um pouco? Respondeu e propôs o filho do vigia. Naquela hora vi que seus
20 anos não significavam nada, eram um detalhe irrelevante. O macho era MUITO
mais safado que o pai.
—Curtir que você diz... é curtir? Indagou Gleice, com olhar sapeca.
—É... curtir... do jeito que você está pensando! Nós quatro! Disse
Cássio, e Gleice nos fitou com espanto no olhar, mas logo deu aquele sorriso de
devassa, e riu alto depois.
—Você é muito safadinho sabia? Provocou a mulata, que o abraçou em
seguida.
—E aí Marcos, tem o ingresso da festa né? Indagou Cássio, separando bem
as mãos, denotando em sua pergunta, se o docente era dotado. Minha nossa, que
moleque devasso.
—Talvez não seja como o seu, mas nossa aluninha vai adorar! Respondi,
defendendo meu colega. Marcos corou de vergonha com minha declaração, ficou
todo sem jeito mesmo.
—Rapaz... nunca fui barrado não viu! Rebateu o docente de Química, se
entrosando na nossa sacanagem. Gleiciane mordeu o lábio inferior. Cássio
assentiu, o cumprimentando depois.
A casa era simples, porém grande, bonita e bem ajeitada. O quarto
também era espaçoso, e cabiam eu, Marcos, Cássio, Gleiciane e... Afonso. Sim,
uma suruba com dotados não poderia deixar o pescador de fora. Três machos e
duas mulheres. Meu aluno veio a convite da própria mulata safada, que já havia
se envolvido com ele várias vezes. Claro, quando o pauzudo nos fode gostoso, o
bis é garantido. A hora de conferir a ferramenta do filho de Valdo havia
chegado, Marcos, só de cueca, já erguia meu vestido e o tirava, Cássio e Afonso
subiam o de Gleice e abaixavam seu decote, expondo seus seios, e ela se
entregava às carícias de ambos. Nossa aluna fitou com tesão o pacote do
professor de Química enquanto apalpava os pacotes do novinho e de seu macho
pescador. Luxúria total, também dei uns apertos no de Marcos.
—Não sabia que eu tinha professores tão safadinhos! Comentou Gleiciane,
que apalpava a tora avolumada de Cássio, que já estava só com uma cueca box
branca, e o que havia guardado ali... era enorme, certamente o maior dos três
paus presentes.
—Faltou uma, a de Português, aí sim a conta fecharia! Comentei, e puxei
a cueca de Marcos para baixo, liberando seus 17 centímetros bem grossos e
deliciosos.
—Uau professor! Que pauzão grosso hein! Amo pau grosso! Disse
Gleiciane, vindo até ele e sentindo a espessura em suas mãos. Ambos se
beijaram, Afonso e Cássio me cercaram, então abaixei suas cuecas, e quando vi o
pau do filho do vigia... minha buceta chorou e tremeu.
22 centímetros, meio tortos para a esquerda, com veias finas e
salientes, uma saindo da base e indo até o prepúcio, o qual cobria uma glande
larga e arredondada, bolas médias, com poucos pelos na base, e uma grossura que
perdia para a do pai por pouco, mas MUITO longe de ser fino. Olhei bem nos
olhos do novinho e dei aquele sorriso, mordi o lábio inferior e disse:
—Humm... quem sai aos seus... não degenera! Cássio riu e me abaixou,
Afonso ficou ao meu lado, e segurei os dois caralhões, os punhetando enquanto
Gleice já engasgava na tora do professor de Química, mamando tarada. Beijei as
glandes de ambos e expus a do pauzão de Cássio, vendo uma rosadinha cabeça
larga. Minha mão não fechava na grossura daquela pica.
O primeiro pauzão que comecei a mamar, claro, foi o de Cássio, a rolona
que me deixou mais doidinha das três. Abocanhei suavemente, num movimento só
até quase a metade, com a boca estufada e engasguei, o moleque gemeu alto,
Gleiciane continuava engasgando na tora de Marcos, mas não se rendia, seguia mamando,
recuei um pouco, lambi e beijei aquele comprimento todo, depois abocanhei
novamente, em movimentos rápidos, remexendo meus lábios e vertendo saliva,
tirei, e deixei meu esputo cair sobre o caralhão, como se jogasse uma cobertura
sobre um sorvete, passei a língua em movimentos circulares e caí de boca de
novo, fazendo um vai e vem tarado e gemendo enquanto sentia o também grosso
picão de Afonso sendo bombado em minha mão direita, mamei até quase o meio,
depois avancei, meneei a cabeça e os lábios, e quase cheguei à metade, onde
parei e forcei mais, em seguida tirei.
Cássio foi dar de mamar a Gleice, que já besuntava a rolona de Marcos
inteira de saliva. A descrença com tudo aquilo era visível no olhar do docente.
Abocanhei a tora do pescador e também mamei faminta, com a mesma atenção que
mamei a de Cássio. Comecei torturando a glande e empurrando o prepúcio com os
lábios, avancei e fiz o vai e vem, segurando pela base, mas Afonso tirou minha
mão, segurou minha nuca e bombou, tarado, querendo atolar sua tora grossa, e
engasguei, mas não arredei, recuei um pouco e segui chupando, passando pouco da
glande, deixando bem babadinho, depois tirei e cuspi, espalhei com a língua e
abocanhei.
Gleiciane era gulosa, revezava entre as rolonas de Cássio e Marcos, chupava
até atolar e engasgar uma de cada vez. Uma hora o filho do vigia segurou a
cabeça da mulher e socou até onde pôde, fazendo a mulata engulhar, então
bombou, forçando mais ainda e o esputo dela verteu como uma torneira aberta,
aliás, o chão estava todo salivado...
—Vai Gleice, engole essa rola! Disse Cássio, tentando atolar a todo
custo seu pauzão grosso na garganta da mulata, que tossia e engasgava, mas não
se rendia. Seus olhos jorravam lágrimas, e quase a metade da tora do novinho já
estava socada na boca pequena dela.
Gleice não aguentou, tirou o cacetão de sua boca, deixando mais uma
profusa quantidade de saliva cair sobre seu corpo e o chão. A mulata fungava e
ofegava, fitando Cássio como se pedisse socorro. Marcos não deu tempo para ela
se recompor, pois, como comedor experiente que é, viu que a safada não queria
descanso, então encheu a boca dela com sua grossura, e fez o mesmo que o filho
do vigia. Tudo isso eu testemunhei, chupando a rolona de Afonso, que delirava
no meu boquete melado como o de nossa aluna.
Também tentei engolir a tora de Afonso, mas não pude, era grossa com as
demais, mas não fiz feio, adoro um boquete melado, e melei aquela picona
gostosa. Cássio veio e pincelou sua tora no meu rosto, então larguei a do
pescador e abocanhei a do novinho devasso, mas mantive a do coroa sob uma
gostosa punheta melada, sacudindo com força e apertando à medida que o filho de
Valdo fodia minha boca com paixão.
—Nossa... que rola grossa professor! Comentou Gleice, esbaforida e toda
melada de sua própria saliva. Marcos socou novamente na boca dela e bombou. Era
lindo ver a boca da mulata estufada naquela grossura excrescente, isso me fez
tentar engolir a picona de Cássio.
Bombei gostoso o que consegui abocanhar, e o esputo vazou, caindo sobre
meus seios. Tirei, bati o caralhão grosso em meu rosto, bati com força mesmo,
porque estava rijo como aço; dei uma lambida da base até a glande arredondada,
em seguida lambidas rápidas na pontinha da mesma, fazendo o mancebo se arrepiar
e gemer tarado, dei aquela cusparada tesuda, espalhei numa punheta rápida,
arregacei bem o prepúcio e abocanhei de novo, indo de uma vez até o tamanho do
pau do meu corno, ou seja... 11 centímetros, metade do caralhão de Cássio.
—Engole, engole, deixa esse pau no ponto pra eu socar todinho no seu
rabo! Pediu o filho do vigia, ensandecido e gemendo como um leão ao me ver
engasgar e chorar com seu pirocão grosso fodendo minha boca. Claro que o
novinho iria foder o meu cu... óbvio...
Gleice levou Marcos para a cama, ficou de quatro, mostrando um rabo
enorme e faminto por pauzões. A rola do professor de Química pingava a saliva
da mulata, ele posicionou sua tora na entrada da florzinha dela, pincelou e
varou, fazendo a mulher dar um gemido alto.
—Ai que rola grossa meu Deus! Disse Gleice, que rebolou em seguida.
—Rebola sua safada! Disse Marcos, que estapeou as nádegas dela. A
mulata rebolou.
—Ai quero uma rola na minha boca! pediu Gleice, Afonso foi, e pôs a
tarada para mamar até engasgar enquanto ela grunhia e se tremia recebendo as
estocadas do docente, que já percorria a xoxota dela com seus 17 centímetros
espessos, socando com fome.
—Vem Cássio... me fode bem gostoso! Pedi, me levantando e indo para a
cama, trazendo o macho pela rolona, em seguida fiquei de quatro, e arreganhei
bem meu rabo.
—Antes, vou te azeitar bem gostoso! Disse o filho do vigia, se
abaixando e caindo de boca na minha buceta. Dei um grito, sério. Gleice e os
machos me fitaram, depois seguiram.
Gritei de tesão, porque o filho do vigia aplicou um oral avassalador em
mim, me arrepiou e fez meu coração acelerar. Ele chupava minha vagina como quem
beijava minha boca, deixando ela bem melada, com movimentos suaves, roçando sua
língua em meu clitóris.
—Caralho, que buceta deliciosa! Disse Cássio, que a abocanhou de novo...
CONTINUA
=========================================================
Queridos alunos, como foi o final de semana de vocês? Espero que tenha sido maravilhoso. Estou numa correria daquelas, com os preparativos para a vinda de minha filhota amada, mas prometo entregar a minissérie do EJA completa quinta-feira, não se preocupem.
Gostou do relato? Por favor comente, seu comentário é muito importante e me motiva a continuar postando, muita sacanagem deliciosa está por vir e o apoio de vocês é fundamental.
Se você gostou do blog e ainda não o segue, por favor siga, vamos aumentar essa comunidade maravilhosa de leitores amantes de uma boa história erótica, aqui tem vaga para todos, é só seguir. Divulgue em seus grupos de literatura, ou outros blogs de contos eróticos que seguem, e por falar em contos eróticos, essa semana tem postagem no contoseroticoscnn, só para divulgar o blog.
Beijos, tenham todos uma segunda-feira vitoriosa, cheia de paz, vida e trabalho. Até amanhã, com um dos momentos mais impactantes dessa minissérie. Quem leu sabe do que estou falando...
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Comentários

ola guerreira,eu ja li a continuaçao de hoje,mas como eu ja disse antes,e´ um prazer reler tuas historias,tu escreve sempre com muito tesao,com muita intensidade,eu diria que ate´da´pra ver tu escrevendo,basta ter uma imaginaçao boa que nem a minha.se cuida,eu ansiosamente esperarei ate´amanha
ResponderExcluirAMO essa minissérie, principalmente a parte seguinte. Parabéns pelo blog Lulu, tenha fé que vai dar tudo certo, e o pessoal precisa comentar, vamos dar uma força pra nossa professora tão linda e safadinha, não custa nada seguir o blog e deixar um comentário. Beijos Lulu.
ResponderExcluirCássio rapaz de sorte!
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirA festinha ja.comecou em 220
(Mike)