022 - PUTARIAS NO EJA – PARTE 6 – A ORGIA DOS PROFESSORES

 


—AAAIIII... tá bom Cássio... tá bom, tá bom... não aguento mais... tá doendo... tá doendo... AAAIII! Gritou e pediu Gleice, chorando, prestes a derreter de suor, com seus cabelos negros e compridos ensopados, mas gemendo alucinada. Tá bom? Ah, tá bom...

                Por outro lado, eu, também gritava meu orgasmo, toda trêmula, com a buceta convulsionando na rola bem grossa do professor de Química. O comparativo era injusto. Os 17 centímetros de Marcos, os 20 de Afonso e os 22 de Cássio eram paus deliciosos que me deram prazeres diferentes, mas no fim, deram prazer, me satisfizeram, me deram tesão, mas o docente e o novinho, esses souberam ser machos, comedores safados, gostosos e me levaram ao delírio.

                —Que delícia, continua metendo... bem gostoso! Comentei, recebendo os beijos do professor de Química em meu pescoço e orelha enquanto meu clímax se esvaía e ele me currava em movimentos suaves e deliciosos. Senti seu abraço gostoso e terno me aquecer.

                A DP anal acabara, Cássio saiu do cu de Gleice, suado, com sua cabeleira cobrindo o rosto inteiro, depois ele separou os cabelos e vi como ele ofegava. Ela saiu de cima de Afonso, esbaforida, fungando, procurando controlar suas funções corporais, e em seguida se deitou, olhando para o teto e levou as mãos à boca, chorando.

—Tudo bem Gleice? Gozou gostoso né? Indagou o filho do vigia, batendo em sua coxa. Ela o fitou apaixonada, assentiu, e arregalei os olhos quando ouvi ela confessar:

—G-Gozei sim... gozei meu tesudo! Gozei, gozei, sim! Eu e Marcos nos entreolhamos.

—Realmente... isso vai ser inesquecível! Comentou o professor de Química.

—O mundo sexual dos seres humanos é muito mais vasto do que você imagina professor! Hoje você perdeu seu cabaço de verdade! Retrucou Cássio, e não segurei o riso.

—Você é bem altivo hein! Rebateu Marcos. Cássio sorriu e ajeitou seus cabelos, ruborizado. Ele estendeu a mão para cumprimentar o docente, que o fez sorrindo e admirado.

—Gleiciane, fez a chuca? Indagou Cássio.

—N-Não... não sabia... que a gente ia transar, e seria essa suruba doida! Disse a mulher.

—O que é chuca? Indagou Afonso.

—É... uma coisa que algumas mulheres e  os baitolas fazem... pra não passar um cheque quando estão dando o cu, entendeu? Deu pra sacar mais ou menos? Explicou o filho do vigia, e claro, uma gargalhada ecoou na alcova, o pobre pescador riu todo sem jeito. Tadinho.

—Uau... e a chuca é usada para fins sexuais? Indaguei, curiosa. Cássio assentiu.

—Bora finalizar né? Propôs Cássio, esfregando as mãos e sorrindo.

—Professora, não leve a mal não... mas eu quero a porra dos três só pra mim! Pediu Gleiciane, e Cássio riu alto. Eu e Marcos nos entreolhamos, e rimos também, mas não gostei.

—Isso é injusto, eu também transei e com os três! Falei, entrando na putaria.

—É... não seja gulosa demais! Repreendeu Cássio, e ela sorriu. Rimos depois.

—Tá bom, vem professora, fica aqui do meu lado! Chamou Gleice, e fui.

Eu e Gleiciane cercadas por três caralhudos se masturbando freneticamente. Essa era a cena. Eu estava abismada com aquela mulher; se eu era emancipada sexualmente, ela era o que? Sério, eu não teria coragem de fazer uma DP anal assim, tão no improviso como ela fez, e fez bonito, sem reclamar, não que estivesse acostumada, não sei, mas... eu estava confusa... 

Prendi meus cabelos, porque não podia chegar com eles melados em casa, então o trio de pauzudos explodiu seu clímax brutal em nossas faces. Eu fiquei de olhos fechados para não levar um jato nos mesmos, porque arderia demais, então só senti o calor daqueles leites, uns densos, outros mais finos, mas profusos, minha boca foi bem abastecida de porra. 

Abri os olhos e vi a cara da mulata bem coberta, em seguida ela passou os dedos e sorveu tudo, agarrou a rolona de Cássio e mamou faminta, fiz o mesmo com a de Afonso, chupei até engasgar e tirei, deixando-a limpinha, em seguida Marcos deu a nossa aluna a tarefa de deixar sua pica grossa limpa também, passei os dedos pelo meu rosto e sorvi a porra gostosa dos machos.

Cinco pessoas num banheiro meio apertado daria em que? Banho mesmo. Eu estava exausta, fiz DP e cansei, aguentei revezamentos, três calibres de pica diferentes no cu, enfim... não foi moleza, mas brincamos, fizemos boquetes rápidos nos machos e nos divertimos, foi algo inusitado, bem inusitado, porque Cássio e a DP anal eram a surpresa da noite. 

Felizmente Gleiciane tinha toalhas para todos, e não precisamos compartilhar a mesma. Era uma mulher simples, sem muito luxo em casa, fazendo o acabamento de seu lar aos poucos, trabalhava como camareira num hotel próximo à praia e fazia faxina nos dias de folga para completar seus ganhos.

Me vesti no quarto de Gleiciane. Estávamos à sós, a mulata pôs um vestido preto frouxo e não vestiu calcinha, depois tirou da gaveta de seu guarda-roupa, uma pomada, e me entregou.

—Ó professora, passe no seu cu pra não sentir muita dor e incômodos! Disse a mulher.

—Obrigada! É pomada anestésica? Agradeci e indaguei.

—Sim, passe senão a senhora não vai conseguir andar direito e seu marido vai acabar desconfiando! Respondeu a mulata, penteando seus longos cabelos negros e sorrindo.

—Er... você... é uma mulher bem fogosa, fiquei impressionada! Comentei, já passando a pomada no meu cu, que ardeu em brasa ao mínimo toque de meus dedos. Nossa...

—Qual mulher não fica fogosa depois de experimentar uma rola grande? A senhora sabe, nem preciso explicar! Retrucou a mulata. Assenti sorrindo, e corroborando, claro.

—É... é verdade! Um pau grande e grosso nos transforma, muda tudo! Respondi. Gleice me deu sua mão e nos abraçamos. No fim das contas, somos regidos pelo tesão...

21h30. É... surubas são extensas, apesar de essa ter durado menos que a do Laboratório de Ciências. Nos despedimos de nossa aluna, fui no carro com Cássio, já que ele me deixaria em casa. Marcos e o pescador vieram nos seguindo, e desembocamos na escola para deixar Afonso perto de sua casa. Ele era “amancebado” com uma jovem, e não queria levantar suspeitas.

—Eu tinha que ver isso pra acreditar! Comentou o filho de Valdo, me fitando pelo retrovisor. Saquei o que ele insinuou e apenas dei um sorriso maroto e cínico.

—Acreditar em que? Que faço uma suruba de vez em quando? Questionei, rindo.

—Queria aproveitar um dia só com você! Esse bacanal não me deixou muito à vontade, eu... não sei se você gostou de transar comigo! Comentou Cássio, mostrando... insegurança.

—Está comentando isso por causa de Marcos? Perguntei, e Cássio sorriu marotamente.

—Não, nada a ver, mas... eu planejei um momento só nosso! Foi tudo inesperado hoje! Disse o jovem, virando-se para olhar bem dentro dos meus olhos, e me deixar arrepiada.

—O pouco que tive com você... foi o suficiente... para termos MUITOS momentos, e aproveitar bastante! Rebati, e claro, avancei na boca do tesudinho. Que macho gostoso...

Marcos saiu de seu carro e veio até nós, e Cássio baixou o vidro para dar-lhe atenção.

—Opa... beleza? Vocês já vão agora? Indagou o docente.

—Quer estender no motel, professor? Indagou o jovem, e arregalei os olhos.

—Se meu marido não estivesse em casa, até poderíamos ir! Respondi e eles riram.

—Não... só queria falar com a Luciana um instante! Disse o professor de Química, rindo.

—Na hora, sem problemas! Disse Cássio, destravando a porta traseira.

Saí e Marcos me levou para a entrada da escola, um pouco afastado do novinho safadão, que nem deu bola para nossa conversa, parecia estar jogando no celular.

—Diga prezado colega! Falei, sorrindo para ele. Era um gato gostoso também.

—Er... foi algo... surreal, muito gostoso! Você é surpreendente! Elogiou Marcos.

—É... não se acha uma mulher como eu e a Gleiciane todo dia! É sua primeira suruba né? Respondi, provocando e indaguei. Marcos abaixou a cabeça e assentiu, meio acanhado.

—É... nunca tive uma experiência assim! Achava que isso era coisa só de filme pornô! Desabafou o docente. Seu espanto era compreensível, porque eu me senti assim também.

—Quer fazer de novo? Propus, e ele me fitou surpreso.

—Er... com... essas mesmas pessoas? Indagou, receoso, mas tentado.

—Não... eu, minha amiga Raimunda e você, e ... se quiser chamar a Camila, eu convido o Cássio, aí fica equilibrado, mas se ela não quiser, só nós três está ótimo! Respondi e ele sorriu.

—A Camila não vai aceitar, ela não tem a mente tão aberta para o sexo assim! Disse.

—Como sabe? De repente ela curte a ideia, a não ser que você sinta ciúmes de ver outro cara enrabando sua amante, e nesse caso, pode falar por ela! Repliquei, e Marcos me fitou.

—Não... não é ciúmes não! Eu... não tenho apego pela Camila, é só sexo, ela é gostosa, faz gostoso, e é isso, mas... ah, não sei, vou tentar! Disse Marcos, com a mente aturdida.

PORRA! FILHA DA PUTA! Gritou Cássio, de seu carro e nos assustamos. Quando vimos, ele estava sacudindo a cabeça, indignado e olhando para o celular. Estava realmente jogando.

—É um meninão no final das contas né! Ainda joga videogame! Comentou Marcos.

—Você disse bem... um meninão! Repliquei, separando bem as mãos, e ele riu.

—Olha... não vou garantir nada sobre a Camila, isso precisa ser conversado com calma, então... vamos ver como se desenrola a coisa, mas já aviso de antemão, que talvez não role! Disse e avisou o docente. Assenti e ele me deu um gostoso beijo rápido na boca.

—Relaxe, se ela não quiser, nós três nos divertiremos! Falei, e ele sorriu lindamente.

—Então você convidou a amante do Marcos pra uma suruba? Indagou Cássio, enquanto eu, com a boca ocupada, chupava com paixão sua tora enorme e grossa.

Estávamos em um outro distrito praiano, vizinho, escondidos perto de uma duna. Estava escuro, mas a luz interna do carro estava acesa, assim como eu, que arqueada, meneava meus lábios e descia a boca até onde podia naquela grossura, grunhindo, então respondi:

—Hun run! Não tirei a tora da boca para falar, e cometi essa gafe de falar com a boca cheia. Que pauzão delicioso, o esputo escorria como uma torneira aberta, eu engasgava e seguia chupando, recuando pouco, depois, ao ver a saliva quase melando o banco, tirei.

—Por que tirou? Vai, chupa, mama gostoso, mama, mama! Disse Cássio, alucinado e conduzindo minha cabeça de novo para retomar o boquete, e retomei sim, abocanhei faminta.

Os bancos estavam reclinados, Cássio se espalhou, e eu mamava, mamava e mamava, pirada, surtada, lambendo a glande e a expondo com meus lábios, os quais eu remexia, puxei o prepúcio para baixo, segurando e sem conseguir fechar a mão naquela grossura, e avancei, grunhindo manhosa, recebi uma dedada no cu, dando outro grunhidinho safadinho. Parei quase na metade e torturei o pauzão com o gingado dos meus lábios. 

Cássio gemeu gostoso e empurrou minha cabeça para atolar, engasguei, e a saliva escorreu, tirei, com várias linhas de esputo formadas, densas, fortes, uma seiva de tesão. Passei o pauzão grosso em meu rosto, masturbando em movimentos suaves e circulares, roçando a cabeça larga em minha língua salivante, tão salivante quanto minha buceta, que chorava e chorava. Isso, chora meu amor...

—Ai que delícia de rola! Amei seu pauzão grosso, amei! Humm! Comentei, ofegante, e abocanhei de novo, chupando rápido, depois tirei. —Anda, come meu cu bem rapidinho, vai, enche ele de porra bem gostoso Cássio! Completei, pedindo, taradíssima.

A mesma foda que tive com seu pai no carro, estava tendo com o filho. Só o cenário era diferente, e era à noite; silenciosa, charmosa e também meio tenebrosa. De quatro, com metade de meu corpo para dentro do veículo e meu rabão bem empinado para fora, o filho delicioso do vigia socava seu pauzão espesso no meu cu e me fazia gemer chorosa. Tapas estralados seguidos de carícias, apertos, e minhas nádegas abertas sob suas mãos firmes. 

O pauzão grosso ia e vinha, e eu sentia o alargamento anal delicioso, gemia chorosa, manhosa e rebolava, ouvindo o arfar tarado do comedor, que socava gostoso, até o talo, dava uma paradinha e bombava suavemente, e claro, a taradinha aqui chorava de dor... mas aquela dor de prazer, de tesão, de desejo de sentir aquele caralhão grosso de 22 centímetros e cabeçudo me deixando arregaçada, sem andar e sentar direito, mas feliz. Rebolei mais, e o novinho devasso seguiu me fodendo.

—Caralho, meu Deus... você é muito gostosa, porra! Disse Cássio, maravilhado.

—Soca meu bebê, prepara o mingau nessa mamadeira grossa, fode meu cuzinho, fode, fode, fode Cássio, mete com força meu menininho taradinho! Mete... mete... isso, isso, assim, aaaii, aaiii, AAAIII, FILHO DA PUTA, SOCA, SOCA SEM PENA! Falei indo do manhoso ao grito, possuída de tesão, louca, surtada. O macho segurou minhas ancas e me fez berrar.

—Isso, grita, grita safada! Gosta de uma rola grande no cu né? Disse o comedor, surtado.

—Amo, amo pau grande, vai, fode, fode, fode, ai Cássio vou gozar, soca com força, me fode, castiga meu amor, vou gozar, vou gozar, AAAAHHHHH! Respondi, e explodi... orgasmo anal, violento, brutal, devastador, urrei naquele lugarejo, e ouvi o clímax do comedor, enchendo meu cu de porra, pulsando como um puro sangue dentro de mim e injetando seu néctar.

Essa família do Ariovaldo... vou te contar viu... obrigada Raimunda... te amo...

Cheguei exatamente no mesmo horário que costumava chegar se tivesse vindo com Raimunda. O corno nem estava me esperando do lado de fora. Me despedi formalmente do filho pauzudo, delicioso, macho de responsa do vigia e ele arrancou levantando poeira. Eu queria criar aquele menininho, mas quem iria tomar a mamadeira, seria eu é claro. Um dos melhores anais que tive na vida, foi com aquele fedelho de 20 anos. O macho sabia trepar, sabia muito.

Tranquilo e favorável. Beijei a boca do chifrudo, com a boca que tinha acabado de chupar uma rola de verdade, e ele se entregou apaixonado. Apalpei seu palitinho e apenas instiguei, afim de evitar perguntas imbecis, depois tomei um banho gostoso, e adormeci como uma princesa, extasiada, feliz por realizar aquela suruba memorável, e mesmo com o cu todo estropiado, ainda ter feito mais sexo. Minha tara me fascinava, ser mulher é bom demais...

UMA SEMANA DEPOIS

Descanso. Essa foi a ordem dada pelo meu corpo. Contei a Raimunda sobre a memorável orgia pesada que fizemos na casa de Gleiciane, e a impressionante DP anal dela. Claro, a coroa lamentou profundamente não ter participado, mas entendi seus motivos, e entendi, que mesmo ela sendo infiel, tinha carinho e um certo amor pelo marido ao falar dele, mas sempre deixando as coisas no ar em relação ao seu casamento, o que me levou a desconfiança de que o corno sabia das traições dela e aceitava. Demos nossas aulas no EJA tranquilamente, até recusamos os convites lascivos de Afonso e Mauro para “voltinhas”, por motivos óbvios.

O primeiro: não queríamos confusão com a balofa branca, esposa do negão, e o segundo e principal deles: não faríamos sexo na praia de novo após aquele susto, quando fomos surpreendidas pela polícia e saímos correndo como se fôssemos ladras. Rimos depois, mas a tensão que sentimos não foi cômica, então com eles já era, até porque tínhamos de nos preparar para o final de semana, e seria nele a nossa suruba. Todavia, a má notícia, foi a mais ou menos esperada recusa de Camila. Pois é... a docente de História se sentiu profundamente ofendida com a proposta de seu amante. É... nem todas as mulheres são como Gleiciane, eu e Raimunda...

Para minha felicidade plena, o corno viajou na sexta-feira, véspera da suruba. Disse que visitaria os pais. Claro que era mentira, nós sempre visitávamos, tanto os meus, quanto os pais dele, na época das minhas férias do trabalho, ou seja, em julho. Sem crise, apesar de eu ter ficado bem irritada com isso, pagaria com deliciosos juros no dia seguinte...

Sábado, 10h da manhã.

Chegamos a uma pousada, localizada perto da escola onde lecionamos o EJA. Era um lugar agradável, feito de tijolos brancos e que davam um tom chique, apesar de simples. Era um prédio estreito e comprido, e foi sugestão de nossa aluna Gleiciane, que por conta do emprego, não pôde comparecer a suruba, mas conseguiu desenrolar com o proprietário uma “tarde entre amigos” por algumas horinhas. Combinamos de rachar a despesa —a qual ficou baratinha, entre eu, Marcos, Raimunda... e... Cássio. Sim, a conta tinha de fechar dois e duas, então o filho pauzudo delicioso e safadinho do vigia foi INTIMADO a ir conosco.

Vim com Raimunda. Eu trajava um vestido longo, florido e justo, de alcinhas e babados nas barras. Sedutor. Minha amiga estava mais safadinha, também usava um vestido; curto, coladinho ao corpo, na cor azul com listras brancas e de mangas curtas. Estava gostosa demais.

Marcos e Cássio estavam esportivos. O docente de Química com uma camisa gola polo branca e bermuda jeans, e o novinho cabeludo com uma camiseta cavada verde e uma bermuda preta com detalhes brancos e azuis. Estavam gatos, lindos. Entramos e conversamos com o gerente, pagamos 50% do combinado pelo quarto e depois saímos para dar uma volta, ciceroneados por Cássio, que nos mostrou lugares interessantes como o centro de artesanato.

Nossa chegada tão cedo teve um motivo. Queríamos curtir um pouco o que aquele lugar lindo tinha para nos oferecer, pois como só vínhamos à trabalho, não dava tempo aproveitar praticamente nada. Passeamos pelas dunas, e de longe, eu e Raimunda vimos a soturna guarita onde apenas escutamos a transa de Marcos e Camila. Rimos entre nós, sapecas. 

Mesmo de manhã, aquele estacionamento repleto de mato alto, chão rachado e bancos quebrados exalava seu ar sombrio e tenebroso. Depois descemos para a vila, caminhamos pela praia, tomamos uma água de coco, jogamos conversa fora, e enfim, fomos comer alguma coisa em um dos restaurantes que haviam na praça. Comida popular mesmo, o famoso e delicioso Baião de Dois com nata, acompanhado de frango assado, vinagrete e um suco natural de caju (para mim).

Quinto e último andar da pousada. Um belo terraço com vista para quase toda aquela linda praia e algumas dunas. Havia uma cozinha externa com churrasqueira, mesa, cadeiras de madeira e vime. Claro que não ficamos ali, pois haviam casas duplex no entorno, e alguns moradores poderiam ver nosso bacanal de suas janelas.

O banheiro daquela suíte se apequenou para quatro pessoas sob a brutal água corrente do chuveiro. Beijos, carícias, abraços, minhas mãos e as de Raimunda percorrendo os dois falos grandes e grossos. Ela, o de Marcos, e eu, o de Cássio. Corpos molhados, vaginas trêmulas e meladas, bocas em embates acalorados, respirações ruidosas e gemidos... mordiscadas, chupadas e lambidas nossos mamilos eriçados... gemidos, grunhidos, palavras safadas, tesão... sim, a pequena orgia dos professores havia começado.

Cássio me prensou na parede e avançou em minha boca enquanto dedilhava minha xoxota. Que delícia, o novinho me masturbava com paixão, estimulava meu clitóris com o indicador e me penetrava com o médio, em movimentos suaves, e eu sentia meu suco sexual vertendo sem parar, melando seus dedos e minhas pernas. 

Gemi aflita enquanto segurava sua nuca e continuava o beijo, depois chupou meu pescoço, me causando calafrios e dispneia, desceu seus lábios até meus seios pequenos e de bicos eriçados, lambeu com a pontinha da língua, e gemi alto, pois dois de seus dedos já fodiam minha xotinha melada, em seguida abocanhou com sua boca gostosa, fazendo com que eu me contorcesse toda. Delícia.

O filho do vigia se abaixou, ergueu minha perna esquerda, afastou os lábios de minha buceta, e a cobriu com sua boca, atraindo a atenção de Raimunda e Marcos quando gritei de tesão ao sentir a língua dele torturando meu clitóris e o chupando. Abri meus olhos, ofegante, e vi minha amiga engasgando na tora grossa do professor de Química, chupando faminta. É... para quem tinha desdenhado os 17 centímetros do docente a princípio, aquela ali estava bem gamadinha, pois mamava com mais tara do que eu quando transei com ele a primeira vez.

Raimunda tirou o pauzão grosso de Marcos da boca, passou pelo rosto, deu batidas fortes nele, respirando como uma leoa furiosa, lambeu, cuspiu no membro e abocanhou novamente, alargando sua pequena boca, sem poder ir muito longe, mas fazendo nosso colega delirar e gemer tarado com o que conseguiu atolar. A coroa estava num cio feroz, segurava com força o pau grosso pela base e meneava a cabeça e os lábios para ir mais fundo. 

Cássio seguia me enlouquecendo no oral, então, vendo que eu já estava bem temperadinha, levantou-se, ainda mantendo minha perna esquerda suspensa, pincelou sua tora enorme e grossa na entrada da minha vagina, e meteu, me fazendo gemer alto; senti mais da metade do cacetão de 20 anos me invadindo e preenchendo deliciosamente. Ele segurou minha nuca, olhou dentro dos meus olhos, invadiu minha alma e começou a bombar. Pirei, surtei e gritei de tesão.

—S-Soca... soca t-tudo... meu amor! Ai que delícia de rola meu Deus, soca Cássio! Pedi, ensandecida com as estocadas do macho. O filho do vigia obedeceu, e meteu sem pena.

—AAAHH! Que pau grosso gostoso do caralho! Mete Marcos! Disse Raimunda, tarada.

Olhei e vi o casal na mesma posição que eu, mas se beijavam ardentemente, e o gingado de ambos era feroz, ela tinha realmente gamado na rola de Marcos; rebolava e ele socava fundo, fazendo a coroa soltar sua boca para gemer alto e o abraçar com força.

Cássio suspendeu minha perna direita, e fiquei pendurada sob seus braços, aí é que o negócio ferveu, o macho mostrou que tinha força, respirava como um leão faminto e castigava minha xoxota, o abracei e chupei seu pescoço, em seguida o mordi, de tão louca que estava, o pauzão de 22 centímetros ia bem fundo, e eu gemia chorosa, levantando a cabeça e sendo chupada no pescoço.

—Buceta gostosa do caralho, porra! Disse Cássio, metendo com fúria, com seus longos e encharcados cabelos lisos e quase loiros cobrindo seu rosto.

Raimunda mamava Marcos novamente, a água gelada do chuveiro não parava, parecia querer atenuar o calor de nossos corpos, mas era inútil. Cássio me desceu e tirou sua rolona de minha xoxota, me abaixei e abocanhei, tão tarada quanto ele, sentindo o gosto de nosso tesão na forma de um creme branco delicioso impregnado em seu caralhão grosso, lambi as laterais e sorvi aquela delícia, em seguida arregacei o prepúcio, expus e dei chupadas curtas na glande.

—Por que não chamou seu pai, Cássio? Indagou Raimunda, lambendo a rola de Marcos.

—O papai viajou pro interior! Foi comer as dele lá! Disse o jovem.

—Vocês duas gostam de muita sacanagem né? Indagou Marcos. Rimos.

—Feliz de quem pode fazer uma boa sacanagem de vez em quando! Rebateu Cássio.

Engasguei ao chegar à metade do cacetão e tirei, ofegante, com linhas densas de saliva formadas, masturbei com as duas mãos e passei o pauzão no meu rosto, gemendo e grunhindo, depois abocanhei rápido e fiz o vai e vem, tarada, Marcos veio punhetando sua tora grossa, minha amiga abraçou o filho do vigia por trás e segurou a base de seu pauzão, o qual eu tirei para abocanhar o do professor, estufando minha boca (como se a de Cássio não tivesse estufado também né, pois perdia em grossura para a de Marcos por pouco).

Raimunda se abaixou e avançou faminta na tora de seu amante novinho, eu beijava, lambia e chupava a cabeçorra do pau de Marcos, em seguida abocanhei, segurando carinhosamente e massageando aquela rola surpreendente, de um homem surpreendente, e que me deu tanto prazer durante essa saga. Marcos tinha seu valor comigo, e notei em seu olhar, o sorriso carregado de remorso por ter sacrificado sua amante em troca daquele momento, mas todos nós fazemos sacrifícios, Raimunda fez o dela, e eu fiz o meu...

—Vem Marcos, me fode bem gostoso! Pedi, me levantando, em seguida beijei sua boca gostosa, afim de expurgar a culpa de seu coração. Momentos... a vida é feita de momentos, sejam duradouros ou efêmeros, felizes ou tristes. —Marcos... aproveite! Não despreze o prazer que você vai ter aqui; com um pau desse você consegue várias Camilas! Completei, sussurrando em seu ouvido. O docente de Química me fitou, e deu seu lindo sorriso de libertação.

—Tomara que esse EJA dure muito tempo! Retrucou Marcos, baixinho, e encostei minha testa na dele, segurando seu rosto, e em seguida nos beijamos,

Virei de costas e empinei bem minha bunda, abri as pernas, o macho veio, pincelou sua tora na minha racha, segurou minhas ancas e meteu, meteu fundo e gostoso, me fazendo gemer alucinada. Olhei para Raimunda e ela estava banhada de saliva, sem parar de chupar a tora do filho do vigia, em seguida ela se levantou e posicionou-se como eu, Cássio se preparou para meter, e meteu... no cu da coroa, e ela berrou ensandecida, toda trêmula e rindo:

AAAIII, ISSO SEU SAFADO, ARROMBA MEU CU! A seguir... o desfecho...

     CONTINUA

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Queridos alunos, como prometido, essa é a segunda postagem do dia de hoje; meio tarde eu sei, mas estive cuidando dos meus afazeres rotineiros e me preparando para receber minha filhota amada na sexta. A saga do EJA está chegando ao fim, e amanhã postarei o grand-finale, junto com outra postagem, onde me despedirei temporariamente de vocês para curtir minhas férias com minha filha.

Prezados discentes, estão gostando do blog? Estão curtindo os relatos? Se sim, por favor comentem, os comentários de vocês são o combustível para eu continuar nessa empreitada. Nossa sala de aula tem potencial para crescer e receber mais aluninhos safadinhos, amantes de uma boa literatura erótica, mas sozinha eu não consigo, então, divulguem o blog, chamem os amigos e amigas, SIGAM o blog, eu nunca vou me cansar de repetir isso e sou bem chata, pego no pé mesmo (risos).

Tenham um resto de dia maravilhoso, com muita paz e um excelente descanso. Beijos e até amanhã, com o final dessa saga épica, e que sempre releio com saudades.

Comentários

  1. excelente conto,como eu ja disse eu ja tinha lido esse conto,mas ja fazia algum tempo,muito bom mesmo.agora um pedido para os meus colegas de classe,meus companheiros de sala eu sei por experiencia propria,que e´impossivel ler esses relatos e nao estar com uma das maos ocupadas,mas vamos opinar um pouco,com certeza a professora vai gostar,dizem que opinar nao doi,algumas mulheres dizem que doi e´da´outra coisa,da´opiniao nao doi.abraço professora guerreira,e ate´ amanha

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    1. Obrigada pelo seu carinho. Fico muito feliz em continuar lhe agradando com meus textos, mesmo em releituras. Um beijo.

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  2. Os relatos de Luciana são incríveis, não tem como não ficar de pau duro!

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    1. Meu maior prazer é dar prazer a vocês através da leitura. Obrigada pelo seu comentário. Beijos no coração.

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