021 - PUTARIAS NO EJA – PARTE 5 – A DUPLA PENETRAÇÃO ANAL DA ALUNA

Gleiciane, uma mulata BRABA


 —Isso, soca com força, soca, soca, aaaiiii! PAUZÃO GROSSO GOSTOSOO! Disse e bradou Gleice, recebendo as estocadas ferozes do professor de Química e voltando a abocanhar a tora de Afonso. Pouco tempo depois, o docente cedeu a vez ao pescador, e pôs a mulata para mamar.

Meu corpo todo se arrepiava com a chupada de Cássio. Os meus gemidos e os de Gleice ecoavam por aquele quarto. Luxúria pura, Afonso socava sem pena seu picão grosso na racha da mulata, que grunhia chorosa com a boca ocupadíssima pelo caralhão de Marcos.

—Vai Cássio, me fode bem gostoso, vem meu safadinho! Pedi, ensandecida.

O filho do vigia estava mais gamado em mim do que eu imaginava. O macho posicionou sua tora na entrada da minha xoxota, pincelou gostoso, esfregou a pontinha da glande no meu clitóris e deu pancadinhas, me deixando dispneica de tesão. 

Senti a cabeça redonda e larga do cacetão entrar, e dei aquele gemidinho manhoso, o comedor segurou minhas ancas, e enfiou mais, e quase toda sua rolona grossa foi engolida pela banguelinha, e gemi alto, balançando as pernas, sentindo tremores nas mesmas em seguida. Cássio parou um pouco, alisou com veneração meu rabo enorme, debruçou-se sobre minhas costas e deu aquela chupada gostosa na minha orelha, virei o rosto para ele, manhosa, com cara de pidona, ele me deu um beijo na boca, e enfiou o resto de sua rola enorme, me fazendo grunhir chorosa.

Os 22 centímetros grossos do comedor de 20 aninhos atochados na minha buceta, me causaram tremores ainda mais fortes nas pernas; eu ofegava aflita, Gleice já servia sua xoxota a Marcos de novo e mamava Afonso. Cássio deu aquele leve tranco, me fazendo sentir seu pauzão bem fundo dentro de mim, alisou minhas nádegas de novo, e então começou a bombar, tirando quase tudo e enfiando até o talo, dando mais um solavanco gostoso e me fazendo gritar de prazer. 

O filho do vigia mostrou maestria ao me currar, apoiou sua perna direita sobre a cama, e mandou brasa sem piedade, o “plaft, plaft” delicioso já era sentido por mim, minha xoxota melava o caralhão do mancebo e ele metia com mais gosto, respirando ruidosamente.

—Puta que pariu, que gostosa que você é! Meu Deus! Disse Cássio, maravilhado.

—Humm... você também meu gostoso! Isso, me fode, soca tudo meu amor, fode essa buceta que ela está com fome do seu pauzão! Vai, vai, vai... assim, isso! Falei, ensandecida, e pirei mais ainda quando Cássio segurou firme minhas ancas e me puxou contra seu corpo conforme bombava. Putaria pesada meus amores, polícia nenhuma ia atrapalhar nossa orgia...

—Abre esse cuzinho Gleice! Pediu Marcos, que atolava dois dedos no rabo dela.

—Vai devagar, tua rola é muito grossa! Pediu a mulata.

—Soca sem pena professor! Ela gosta de chorar! Rebateu Cássio, me currando com paixão, socando bem fundo seu cacetão delicioso de menino safadinho. Rimos alto.

—Deixa eu abrir o caminho! Pediu Afonso. O curioso é que não tinha pau fino e nem mais ou menos ali. Marcos se sobressaía no exagero, mas Cássio e Afonso não ficavam nadinha atrás, sendo assim, de que adiantaria trocar o macho se as grossuras iam nos arrombar?

—Eu quero saber se a professorinha vai aguentar! Desafiou nossa aluna.

—Me diga você querida... o Marcos já me enrabou, e eu não pedi calma não! Retruquei, e Cássio seguia alimentando minha buceta faminta, metia com gosto, com paixão.

—Nossa... duelo de sexo anal? Interessante! Comentou o docente.

—Vai professor, mete essa tora grossa no meu cu! Pediu a mulata. A mulher era braba, não tinha medo de pica não, agarrou a de Afonso e abocanhou faminta, tarada, surtada.

Cássio deitou-se na cama, e montei nele por cima com minha buceta. Sentei até sentir o talo de sua rola e comecei a cavalgar, apoiando minhas mãos em seu tórax e trocando olhares com ele enquanto ofegava, tentando domar aqueles 22 centímetros deliciosos. 

Gleice deu um grito e tremeu as pernas, segurando a rolona de Afonso, e quase chorou. Marcos foi metendo devagar, mas de onde eu estava, não podia ver, porém, sabia o rombo que o pau grosso dele estava fazendo no cu da mulata. Ela não conseguia chupar o pau do pescador, ofegava e grunhia, abaixava e levantava a cabeça, com uma expressão de dor real no rosto, mas também de prazer.

—Bora Gleiciane, que daqui a pouco eu vou te foder junto com o professor, vamos fazer aquela DPzinha marota que você ama! Anunciou Cássio, e Marcos arregalou os olhos.

—Humm, agora me deu vontade de fazer também! Comentei, atiçando. Eu queria muita safadeza mesmo, chegar toda arregaçada em casa, mas minha gana era maior em ver nossa aluna padecer naqueles caralhões, isso me impulsionava, aumentava meu tesão ainda mais.

—Putaria só presta se for muita! Comentou o professor de Química, que embalou as estocadas no cu da mulata. Gleice berrou e Afonso socou sua picona na boca dela.

Cássio segurou minhas nádegas e bombou com força, rápido, e gemi alto. O pauzão grosso passeava deliciosamente em minha buceta enquanto a mulata berrava levando no cu e chupava, mas pelos grunhidos, o rabo dela já tinha feito amizade com a tora de Marcos.

Continuei quicando na picona de Cássio por um belo tempo, e foi a vez de Afonso enrabar Gleice, que rebolava tarada, Marcos foi ao banheiro, certamente lavar sua tora e continuar alimentando a boca da mulata, saí de cima da rolona do novinho, e quando a toquei, senti a densidade da mistura de nossas seivas. 

Olhei para trás e parecia um creme, então, ainda montada, direcionei o cacetão para o meu cu, melei dois dedos e meti fundo, bombei, melei mais e meti de novo, em seguida sentei, e gemi bem alto ao sentir boa parte do caralhão deslizar, me arrombando deliciosamente. Arfei e fiquei meio zonza, mas logo me recobrei.

—Aaaaiii... aaaiii, hmmm... g-gostoso! Gemi e grunhi, toda trêmula e bem manhosinha.

—Nossa... que cuzinho apertado e gostoso! Vai safada, pula, pula nessa pica! Comentou e atiçou o filho do vigia. Nisso Marcos voltou, e me pôs para mamar sua rola bem grossa.

Pronto. A partir dali, não dava mais para prestar atenção em Gleiciane. Levando a rola enorme e grossa de Cássio no cu, e engasgando com a tora de Marcos, o mundo para mim se resumiu apenas a nós três, mas eu ouvia os gemidos tarados de nossa aluna sendo enrabada, e eles se sintonizavam com os meus, produzindo uma linda sinfonia de luxúria. 

Soltei o picão do docente e abri bem meu rabo para o caralhão do jovem ir mais fundo, e foi. Senti o talo da pirocona, tirei o pau grosso de Química da boca, a qual escorria saliva como uma ferida aberta, gemi surtada e rebolei, enterrando mais os 22 centímetros deliciosos de Cássio.

Fui posta de quatro à beira da cama. Gleiciane continuava levando ferro no rabo sem parar, mas sentada de costas, com o cu enterrado na pirocona de Afonso, e quicava alucinada. Cássio viu aquilo, viu a xoxota da mulata inchada, trêmula, escorrendo seu tesão e desocupada, então pediu permissão a mim só com o olhar. Que moleque foda, impressionante. 

Claro que autorizei, eu queria ver aquela mulata berrar e chorar, então Marcos veio e varou minha buceta deliciosamente, me fazendo gemer surtada enquanto via o filho do vigia se aprumando para iniciar uma dupla penetração. Gleiciane fitava seu amante com tara nos olhos, o jovem ergueu mais suas pernas, pincelou sua racha ensopada, e a varou. Nossa aluna urrou de tesão.

—A...AAAIII! Aaahhh... delícia meu bebê! Isso, mete! Gritou e gemeu Gleiciane, ao sentir a tora de Cássio penetrar gostoso sua racha. A mulher ofegou e encarou apaixonada seu macho.

—Grita mais, porque eu vou te esfolar agora! Disse Cássio, bombando e claro, fazendo a mulata berrar de prazer. Ela olhava o filho do vigia e assentia, tarada.

Ela manteve suas pernas erguidas, mas elas tremiam violentamente, então a DP teve seguiu. Cássio metia fundo e Afonso também, e eu me impressionava com aquele alargamento dos dois buracos dela, que grunhia e gemia, de olhos fechados e contraindo os lábios.

—Vai Marcos, soca gostoso no meu cu! Pedi, inspirada.

O professor de Química me chupou deliciosamente antes, queria me deixar o mais relaxada possível, e isso ele fazia muito bem, depois deu aquele beijo melado no meu cuzinho inaugurado por Cássio, despejou seu esputo dentro, cuspiu na cabeçorra de sua tora, encostou, roçou, e a malvada deslizou, me fazendo tremer as pernas e balança-las, sentindo um tremor em seguida. A glande passou, ele alisou minhas nádegas, e começou a meter, suavemente, me arregaçando, alargando meu ânus sem dar tempo de contraí-lo. Uma delícia.

Vi Cássio segurando a nuca de Gleiciane, e socando sem pena em sua xoxota enquanto Afonso castigava seu cu. A mulata ofegava, choramingava, mas não queria parar, Marcos seguia me enrabando, mantendo minhas nádegas abertas e bombando suavemente. Ai que delícia, a rola grossa ia e vinha, meladinha e alargava cada vez mais meu rabo, eu gemia manhosa, quase chorando de tesão, respirando ruidosamente e tentando controlar a respiração.

Revezamento em Gleiciane. A mulata montou de frente com a xoxota no pauzão de Afonso, arrebitou bem a bunda, então Cássio gesticulou para Marcos, que saiu do meu cu para continuar a DP com nossa aluna, e a vez de seguir me enrabando era a do novinho devasso.

—Já estava com saudade! Comentei, instigando.

—Imagine eu quando terminarmos! Sussurrou o filho do vigia, já enfiando sua rola enorme e grossa no meu cu e me fazendo dar aquele gemidinho dengoso. Amei, delirei, pirei.

AAAIIII! QUE PAU GROSSO PROFESSOOR! Caralho, caralho, aaaiii! Berrou e gemeu Gleiciane, sentindo a tora do docente invadir seu rabo sem pena. Marcos segurou as ancas dela e acompanhou o ritmo do pescador, e então a mulatinha berrou chorosa.

Cássio me debruçou sobre a cama, debruçando-se sobre mim em seguida, então seguiu me enrabando e beijando meu cangote, me levando à loucura com suas estocadas suaves, mas que iam até o talo, e eu me tremia toda, com falta de ar, porque o safadinho gingava absurdamente gostoso, fez um encaixe perfeito de sua tora no meu cu e a fez passear deliciosamente, sem pressa, sem afobação. Que macho era aquele meu Deus?

—Aaaiii Cássio... aaahhh, hmmm... malvadinho... menino malvadinho! Fode gostoso meu cuzinho, fode... pauzão gostoso da porra! Sussurrei, pirada, surtada de tesão.

—Do que é que você gosta hein safada? Sussurrou Cássio.

—Pau grande! Respondi, rindo, e a rolona me arrombando.

—É safadinha? Gosta de pau grande aonde? Indagou o novinho. Que devasso.

—Todinho no cuzinho... vai... soca, enfia bem fundo... bem fundo... isso, assim meu amor... AAHHH... hmmm, malvadinho! Respondi e gemi, toda molinha. Cássio seguiu gostoso.

Senti as mãos do jovem envolverem meu ventre e subirem até meus seios. Sua boca média e pouco carnuda, mas de lábios macios, beijavam meu pescoço suavemente e o lambiam. Eu sentia o talo de seu caralhão grosso dentro do meu cu, dando leves cutucadas. Ele recuava pouco e dava leves trancos, e eu, é claro, grunhia e gemia, sentindo aquela dor deliciosa e inevitável. 

O vai e vem dele era sutil, recuava até quase tirar e metia até o talo, dando um leve tranco para sentir meu rabo enorme em sua virilha, e ao sentir, ele fazia o vai e vem quase parando. Rebolei, remexendo gostoso minhas nádegas, e o jovem pirou de tesão.

Ouvi Gleiciane berrando na DP e abri meu olho. Afonso segurava seus longos cabelos e os torcia, mas a posição era outra. Nem vi o revezamento. Marcos estava na xoxota dela de novo, e o pescador a enrabava, então Cássio indagou num sussurro:

—É verdade que você fez uma DP lá na escola com o papai e o faxineiro?

—Chame o Afonso! Respondi, no mesmo sussurro, e Cássio riu maliciosamente.

—Ei Gleice! Chamou Cássio, e a mulata olhou. Ela chorava e ofegava.

—S-Sim m-meu... gostoso! Respondeu a mulata. E as rolonas não paravam de currá-la.

—Empresta o Afonso pra gente um pouco! Pediu o filho do vigia. Ela sorriu.

—Vai aguentar dois professora? A senhora é das minhas! Indagou e comentou Gleice.

Cássio saiu do meu cu e me levantei, gesticulei para o filho do vigia se deitar e montei por cima encaixando seu pauzão em minha xoxota ensopada. Deslizou gostoso, até o talo e gemi manhosa, rebolando em seguida. O pobre Afonso mal tinha me comido direito, então resolvi dar essa moral para ele, que era um macho gostoso também. Ele posicionou sua rolona na entrada do meu cu ardido, melou com saliva e enfiou. 

Vi estrelas... a cabeça rodou, e o grito ficou preso na garganta. Meu corpo todo tremeu, senti uma falta de ar tremenda, e só depois, quando o macho começou a bombar junto com o filho do vigia, é que atinei... estava duplamente penetrada, então gritei como uma louca e me debrucei sobre o jovem, chorando de dor e prazer.

—Caralho, que mulher gostosa da porra! Comentou Afonso, socando gostoso no meu cu e estapeando minhas nádegas. A rolona dele era grossa, e me arrombava cada vez mais.

A sinfonia de gritos e gemidos não parava. Marcos continuava enrabando Gleice sem pena, e a mulata chorava de tesão, a ponto de soluçar. Os dedos de seus pés estavam encolhidos e suas pernas tremiam, o docente tinha pegado o embalo da safadeza, segurava firme as ancas da fêmea para ela não fugir, e castigava seu cu. 

Já eu, também gemia chorosa na DP, mas adorava. As mãos do pescador seguravam minhas ancas e seu cacetão largo já passeava no meu rabo, Cássio socava lá no fundinho, dando aquela cutucadinha no meu útero, e eu pirava.

Trocamos as posições, mas não os buracos. Sentei de costas com o cu na tora do pescador, e dei uma quicada gostosa antes de abrir minhas pernas para Cássio, então o filho do vigia foi rapidamente ao banheiro, Gleice já estava montada de frente em Marcos, debruçada, beijando ferozmente a boca dele e quicando com o cu preenchido pela rola grossa dele.

Afonso recuou meu corpo um pouco, ergueu minhas pernas abertas e seguiu alimentando meu cu faminto, Cássio voltou, com sua tora limpa e socou na minha boca, mamei como uma bezerrinha, babando bastante aquele caralhão grosso e delicioso, grunhindo e gemendo enquanto o pescador me arregaçava. 

Engasguei e o jovem tirou, mostrando linhas de esputo ligando minha boca aberta ao cacetão, depois ele enfiou de novo e chupei, deixei o macho atolar até onde quisesse, engasguei e o esputo vazou, depois ele tirou, e enfim, socou na minha buceta e beijou minha boca para abafar meu gemido doloroso e ensandecido de prazer.

Revezamento e troca, Cássio assumiu meu rabo, e Marcos veio para encher minha buceta com sua grossura, a qual ganhava da do rebento de Ariovaldo por pouco. Sentada de costas com o cu na tora do novinho devasso, o professor de Química deu aquele sorriso de cafajeste, e me fez pirar ao invadir minha racha ensopada, Gleice já seguia sendo enrabada de novo, de quatro, e ria tarada com as estocadas ferozes do pescador.

Eu só lamentava por Raimunda. Essa orgia estava tão épica quanto a do Laboratório de Ciências, mas os dramas da vida real às vezes sufocam nosso tesão. A vida dela com o esposo parecia ter algo indulgente, que a fazia ponderar antes de tomar atitudes impulsivas como a minha, mas... cada um com sua cruz. Encarei Marcos com semblante tarado, e as estocadas da dupla me fizeram chorar desesperada, desesperada de prazer, porque a dor se converteu nisso.

—Deixe eu fazer uma visitinha ali na Gleice minha gostosa! Avisou Cássio.

—C-Certo... m-meu... gostoso! Falei. Marcos saiu, me levantei, passei a mão no cu e o senti deflorado, mas o sangue fervia por mais. Cássio fitou o docente de Química e indagou:

—Será que dois corpos realmente não ocupam o mesmo lugar no espaço?

—Como? Não entendi! Comentou Marcos, e o filho do vigia apenas sorriu.

—Tô com saudade do seu cuzinho Gleice! Disse o moleque, que fez um coque em seu enorme cabelo quase loiro, e ficou parecendo uma mulher. Ele era muito lindo. —E aí Lulu? Pode ser o Afonso de novo? Completou o safado, indagando.

—Só vem! Sem rola é que eu não posso ficar! Retruquei, e todos riram alto.

Afonso saiu do rabo de Gleice. Pedi a ele que lavasse seu pauzão para meter em minha xoxota. O cu precisava descansar um pouco, pois eu tinha o corno me esperando em casa. Marcos deitou-se, Gleice montou nele de costas e sentou com seu cu arregaçado, sentou até o talo, e fiquei impressionada com a cena. 

Ela gemeu alto, tremeu seu corpo e começou a quicar, sua buceta estava brilhosa de tanta seiva que vertia, Cássio pincelou sua tora nela, meteu um pouco e tirou, e então arregalei os olhos, e não acreditei no que vi... o filho de Ariovaldo, tentou enfiar sua rola grossa... no cu da mulata, já ocupado pelo pênis grosso do professor.

—E-Ei C-Cássio... n-não, não! Disse Gleice, aflita, é claro.

—Só um pouquinho... vai, você vai amar! Disse o rapaz, forçando a entrada.

—Você quer me rasgar é? Tua rola é grossa menino... e a do professor também! Retrucou a mulata, com semblante temeroso, mas ao mesmo tempo... desejoso...

—Bora... se você não aguentar a gente para! Insistiu Cássio.

—Rapaz... você não tem limites hein! Comentou Marcos, socando no cu dela. O filho do vigia cochichou algo no ouvido de Gleiciane, e a mulata sorriu... e pelo que entendi, aceitou.

Eu tinha que ver aquilo de perto, e ver de olhos bem abertos para crer. Cássio besuntou sua rolona, encostou no cu de Gleiciane, o qual já estava bem preenchido e enfiou, e quando a glande larga passou, meus olhos quase saltaram das órbitas, a dilatação anal dela foi impressionante, a mulher emudeceu, e seu corpo se contorceu de uma maneira semelhante à quando entramos em trabalho de parto, as lágrimas jorraram, seu rosto enrubesceu, ela começou a respirar como se estivesse sendo asfixiada, e soltou seu urro de dor brutal.

V-VAI C-CÁSSIO... METE, METE, METE! Urrou Gleice, chorando, e fiquei estarrecida.

Afonso voltou e alisou minha bunda, então gesticulei pedindo para ele esperar.

—Meu Deus... que porra é essa? Indagou o pescador, bestificado ao ver boa parte do caralhão de Cássio e o de Marcos, bombando juntos no cu da mulata, que tentava conter seus gritos chorosos. Achei que ela ia colapsar, pois seu corpo tremia, principalmente as pernas.

Eu não conseguia tirar meus olhos daquela cena tão chocante, duas rolas grandes e grossas alargando ainda mais um ânus, se só a do professor de Química ou a de Cássio já faziam um estrago, AS DUAS juntas, iam DILACERAR a coitada, que chorava desesperada... de tesão...

AAAAIIII... AAAAAHHHH! TÁ DOENDOOO! Berrou Gleice, chorando e grunhindo. O coitado do Marcos mal conseguia bombar direito, o filho do vigia também tinha dificuldades.

—Cássio, ela não vai aguentar! Pare! Comentei e pedi, com pena da pobre.

—Você não conhece a Gleiciane... eu sei até onde ela pode ir! Retrucou Cássio.

Eu vivi para ver isso. Uma dupla penetração anal. Realmente o corpo humano é fabuloso, os cacetões já conseguiam se movimentar melhor dentro daquele ânus, mas iam suavemente, Cássio cuspiu em seu pauzão, seus cabelos se soltaram, e ele bombou enfiando mais, e fazendo a mulata dar outro grito, jogar sua cabeça para trás e depois para a frente, fitando seu jovem amante com uma fúria lasciva. Ele sorriu e beijou a boca dela, em seguida socou mais, e aumentou o ritmo, Marcos também acompanhou, e o massacre anal seguiu...

Cássio tirou a rolona do cu da mulata, que estava esbaforida. Marcos deve ter ficado com pena e a tirou de cima dele. O docente estava tão incrédulo quanto eu com tanta luxúria, e realmente era inacreditável como eu bem avisei anteriormente. O cu da fêmea estava esfolado, destroçado, mal voltava ao seu estado normal, mas o que ela fez? Pediu mais...

—Vem Afonso, você e o Cássio... quero no cu, os dois! Eu e Marcos arregalamos os olhos.

—Eu disse que você não conhecia a Gleiciane! Comentou o filho de Ariovaldo.

O pescador foi, Gleiciane o deitou e montou de frente, alocou a tora grossa dele em seu cu e sentou, Cássio veio na mesma hora e socou sua rolona, a mulher berrou, tremeu as pernas, o novinho devasso puxou seus cabelos junto com a cabeça para trás e bombou. As duas piconas arregaçavam ainda mais o rabo da mulata. Aquilo jamais sairia da minha memória, até onde o ser humano era capaz de ir em nome do prazer? Me senti uma amadora perto daquela mulata...

—Ainda quer continuar? Indagou Marcos, baixinho. Gleice gemia, os berros deram lugar a gemidos, ela estava perfeitamente imersa naquela luxúria, suportando tudo sorrindo, suportando 42 centímetros de rolas grossas no cu... e sorrindo. Era assustador, perturbador, mas ao mesmo tempo... deslumbrante, fascinante... o prazer a qualquer preço... era lindo...

Apenas olhei para Marcos e não consegui responder a princípio, mas respondi:

—Isso... é loucura, mas é muito gostoso! Vem... me fode! Dito isso, fiquei de quatro, o docente de Química veio e varou minha xoxota, certamente ficou com pena ao ver o rombo formado no cu de nossa aluna e não quis me infligir mais dor. Atitude sensata a dele, gostei.

Marcos fodia gostoso minha buceta, eu gemia tarada, recebia tapas nas nádegas e rebolava. Como Cássio, o docente de Química me fodia com devoção, socava tudo e dava trancos deliciosos, me causando espasmos e bradando palavrões. Olhei para Gleice e a mesma já voltava a berrar de prazer, e anunciou seu orgasmo... orgasmo anal, de uma dupla penetração anal... Marcos fez aquele jeitinho gostoso com seu pau grosso... e não aguentei...      

CONTINUA

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Olá queridos alunos, primeiramente, quero me desculpar com vocês por não ter postado ontem, mas quem depende de Internet precisa aceitar imprevistos, e ontem passei O DIA TODO sem internet, sendo assim, impossibilitada de postar no blog, mas hoje, tudo normal, vou postar DUAS PARTES, a de ontem (terça) e a de hoje. Prometo entregar a saga do EJA completa antes de meu recesso, o qual se dará no dia 08/07/2022, mas farei uma postagem na quinta-feira explicando melhor a todos.

Queridos, peço encarecidamente que comentem o texto, os comentários de vocês são muito importantes e me motivam a continuar postando. Apoiem, divulguem o blog nos sites de contos que vocês seguem, nos grupos de literatura, para os amigos e amigas, vamos aumentar essa comunidade erótica gostosa, aqui é nosso cantinho. 

É chato reler? Para uns talvez sim, mas pensem nos leitores novos, que vêm dos sites de contos, ávidos para saber mais sobre minhas histórias. No ritmo de postagens que me dispus a fazer, rapidinho chegarei nas histórias inéditas do terceiro ato, então tenham paciência por favor, o blog está começando, engatinhando e todo crescimento é um processo, mas sem engajamento, o processo é mais longo...

Beijos, tenham uma quarta maravilhosa, cheia de paz, vida e muito trabalho.

Comentários

  1. Essa Gleice não é fácil não hein!

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    1. Obrigada pelo comentário.
      É... essa mulata é uma tarada como poucas viu...

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