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—Cavalheiro comigo e esnobe com sua amante, olha, isso não é atitude de cafajeste, e sim de um cafajeste! Comentei, meio chateada com o bolo que Marcos deu em Camila.
—A Camila não está sabendo levar nosso caso de forma discreta, não está
sendo adulta, não está ciente dos lugares de cada um numa relação
extraconjugal, e acredite, eu tenho um casamento a zelar, assim como você tem o
seu! Replicou Marcos, vestindo sua camisa.
—Ela... se apaixonou por você! É imatura no final das contas, ok, mas...
tudo se resolve com diálogo, e não dessa forma, não cancelando um compromisso
com ela por minha causa. É uma transa? Sim, e daí, mas é compromisso, ela
moldou seu dia para este momento e ficou a ver navios... deve ter inventado uma
mentira mirabolante para o namorado corno, só para se dedicar a você, então...
aprenda a ser um cafajeste, e não seja um cafajeste! Retruquei, arrumando meus
cabelos e ajeitando minha blusa. Marcos me fitou, contrito, e assentiu.
O docente de Química ligou para sua amante apaixonada, e conseguiu
engabelá-la com uma historinha. Pude captar o choro decepcionado de Camila em
um determinado momento da ligação, enquanto estávamos no carro, de volta para
minha casa. Sim, eu também liguei para o corno e me certifiquei do seu horário
de regresso, o qual seria o de sempre, à noite, então, como eram quase 14h, eu
teria tempo de recarregar um pouco as baterias e ir para meu expediente noturno
menos cansada, e com menos dores no cu, porque o negócio foi literalmente...
foda.
Marcos aportou em meu lar nos mesmos 15 minutos da última vez.
—Gostei mesmo de nossa transa! Você é fenomenal! Elogiou o docente.
—Eu também adorei, espero que possamos repetir um dia, e que você
esteja livre de compromisso! Retruquei, dando-lhe uma leve alfinetada sobre o
bolo dado em Camila.
—A Camila ficou chateada, mas... não vai ficar assim por muito tempo;
eu sei amansar a fera! Comentou Marcos, com aquele sorriso de safado. Sorri de
volta e demos um selinho.
O banho no motel tinha sido o suficiente, então tirei um cochilo e
acordei às 16h20. Entrei na internet e vi a mensagem de Raimunda dizendo que me
buscaria no horário de sempre, e suspirei aliviada, pois fiquei com medo de ela
faltar de novo por conta do esposo. Como o calor estava feroz, tomei outro
banho, pus uma calcinha que não me apertasse muito e um vestido estampado
frouxo, de mangas curtas, decote em “U” médio e comprimento até quase o joelho.
Minha amiga chegou às 17h45. Embrenhei-me em seu carro, e ela também
trajava um vestido, mas este, coladinho ao seu corpo gostoso e guloso por
dotados, assim como o meu.
—Humm... hoje você vai endurecer muitas pirocas na aula hein! Comentei
e ela riu alto.
—A gente ficou só falando só do Marcos, do pau do Marcos, e eu esqueci
de te dizer que tem dois alunos dotados em uma das turmas que dou aula!
Respondeu a coroa.
—Pois é mulher, eu também percebi e acabei esquecendo de comentar com
você! São pirocudos mesmo? Repliquei e indaguei, enquanto ela já manobrava o
retorno e arrancava.
—Eu não costumo me enganar Luciana! Percebi sim uns pacotões na última
vez que dei minha aula, são um branco e um negão! Um é pescador e o outro faz
passeios de bugre na praia e nas dunas! Relatou Raimunda, e minha xoxota melou,
a dela então, devia estar chorando.
—Exatamente esses dois! Também percebi algo a mais ali! Comentei, e ela
riu.
—Ai que horror mulher, a gente só conversa sobre piroca né? Disse
Raimunda e ri alto.
—Ah Raimunda, é gostoso falar de pauzudos, e por falar em pauzudo, tive
meu bis com o professor de Química há pouco! Fiz aquele anal gostoso com ele!
Repliquei e contei.
—Humm... eita 17 centímetros apaixonantes hein! Brincou a coroa, e
gargalhamos.
—Não meu amor, 17 centímetros, por mais que tenham uma grossura
respeitável como a dele, não apaixonam, só dão tesão mesmo! Retruquei, e outra
gargalhada ecoou.
Um acidente em determinada altura do percurso fez com que chegássemos
quase às 19h na escola. É... se eu tivesse vindo de ônibus, teria sido bem
pior, mas liguei para o coordenador gay e expliquei o ocorrido, justificando
nosso atraso. Estacionamos na calçada, e vimos Marcos e Camila tendo a famosa
DR do lado de fora, meio afastados do portão.
—Ih, o negócio ali está fervendo! Comentou Raimunda, percebendo o
gestual irritado da professora de História. Marcos estava apenas de braços
cruzados, só ouvindo.
—É... ele deu um bolo nela para ficar comigo! Respondi, e Raimunda me
fitou surpresa.
—O cara é bom de foda mesmo Luciana? Questionou a coroa, duvidosa, mas
excitada.
—Se fosse ruim, não teria rolado nem a primeira vez direito! Repliquei,
saindo do carro.
O destino sabe o que faz. Os dois supostos alunos dotados faltaram
nesse dia. Sabe o que faz porque eu ainda estava em recuperação da surra de
pica que levei do docente de Química, então não poderia me aventurar com esses
discentes roludos como costumo fazer. Raimunda também ficou frustrada, parecia
ter algo em mente e queria executar com um dos dois machos, ou até mesmo os
dois e me envolver no imbróglio. É, a suruba no Laboratório de Ciências causou
um impacto tão brutal na mente da coroa, quanto na minha, e se formos analisar
friamente, foi sim algo impensável na vida de duas, até então, mulheres comuns.
—Ai que merda Luciana, os pirocudos faltaram hoje! Comentou Raimunda,
já no percurso de volta, após um expediente tranquilo, mas entediante. Ela
estava fula.
—Vai descontar seu estresse em quem? No Ariovaldo? Indaguei, troçando.
—Não, amanhã eles vêm, e então a gente vai se divertir um pouco! Disse
a coroa.
—A gente... quer dizer eu também? Indaguei, curiosa.
—Se você quiser, será melhor ainda! Disse Raimunda.
—Raimunda... temos de tomar cuidado, uma coisa é nos envolvermos com um
professor, outra é com alunos! A gente não sabe quem são esses caras, aquele
bairro é muito pequeno e nós podemos cair na boca do povo, e se o diretor da
escola souber, vai ser um efeito dominó, a Sueli vai descobrir e então...
estaremos fodidas! Adverti, realmente temerosa.
—E a acusação de assédio sexual ou tentativa de estupro? A palavra da
vítima é sempre inquestionável! Luciana, a coisa mais fácil do mundo é desgraçar
a vida de um homem, basta um telefonema para o meu cunhado, que é delegado da Civil,
e se, eles espalharem que nos comeram, na mais piedosa das hipóteses, serão
presos! Retrucou a coroa, e fiquei
chocada.
—Você teria coragem Raimunda? Indaguei, atônita. Ela respondeu,
categórica:
—Nossa reputação vale mais que 20 centímetros ou mais de pica meu amor!
No dia seguinte, após um expediente matutino onde achei que ia surtar
de tanta raiva dos meus alunos, eu e Raimunda chegamos ao distrito praiano para
nosso turno da noite no EJA. Eu, trajava uma blusa média e florida, de mangas
curtas e gola careca, acompanhada de um legging azul-marinho bem justo e que
valorizava minhas curvas. Meu estresse estava tão alto, que só seria aplacado
com um roludo, mas um roludo mesmo, 20 centímetros ou mais. Raimunda, que se
vestira quase igual a mim, também estava tão acesa quanto eu...
Passamos de carro pela pracinha e a mesma estava bem movimentada, com muitos
ambulantes vendendo de tudo, desde comida até aquelas pulseiras psicodélicas
feitas pelos maconheiros. Havia um parque improvisado para as crianças
brincarem, e uma quadra onde garotos jogavam futebol. Restaurantes chiques
lotados, pizzarias, barzinhos com música ao vivo, carrões chegando, gringos
desfilando, alguns com suas famílias, e outros, com prostitutas nativas, além
de alguns poucos turistas brasileiros.
—Imagine o faturamento desses empresários! Comentei, enquanto
dobrávamos uma esquina para acessar uma ladeira, e em seguida chegar ao
logradouro da escola.
—Se dinheiro não traz felicidade, pode nos levar até ela! Replicou
Raimunda, e assenti.
Na sala dos professores, o clima entre Marcos e Camila parecia de paz.
Nos cumprimentamos formalmente, e Raimunda passou a observar melhor nosso
colega, já tramando alguma coisa. Minha primeira aula da metade do expediente,
seria com os alunos supostamente dotados, e quando cheguei, o branco, cujo nome
era Afonso, não poupou um olhar devorador para minhas coxas grossas e bunda.
Olhei discretamente para sua bermuda cáqui meio justa, e ela já me convidava
para uma gostosa safadeza. O negão, que se chamava Mauro, e era bugueiro,
também deu aquela secada gostosa no meu corpo, conferi igualmente sua mala, e a
dele parecia maior que a do branco.
No intervalo, me encontrei com
Raimunda e ficamos na cantina. Marcos e Camila não se desgrudaram, e apenas
acenaram com simpatia, mas os olhares do professor de Química para nós duas,
desejavam algo mais, e que talvez ele ganharia. Raimunda ficou toda eriçada.
Ela parecia estar no cio. De repente, Afonso e Mauro vieram até nós, eu e a
coroa prestamos bem atenção nos movimentos de seus quadris, e constatamos, com
quase 100% de certeza, pelo jeito que seus paus estavam acomodados sob suas
bermudas, que ambos eram dotados.
—Professoras, as senhoras não gostariam de conhecer um pouco nosso
bairro? Ofereceu Afonso, com um sorriso cordial, mas safadinho também.
—É, tá bem animado hoje! Reiterou o negão, que parecia mais atirado.
—Nos chame de vocês, meus amores! Ainda somos menininhas! Rebateu
Raimunda, e demos risada. Os machos se entreolharam, é claro, e nos secaram
discretamente.
—Vamos Raimunda, vai ser legal conferir essa animação toda de perto!
Convidei, já sacando, pelo olhar dela, que a mesma desejava fazer uma putaria
de leve com os dois caras. A coroa assentiu, e então fomos, entretanto, ao
chegarmos lá fora, uma mulher chamou o negão:
—Tá indo pra onde Mauro? Ih, pelo tom de voz da fêmea, era a mulher
dele. Eu e minha amiga viramos o rosto para rir. Aquele ali já estava fora, e
olhe lá se não levasse uma surra...
—Só dar uma voltinha ali na praça! Disse o crioulo, com voz mansa. A
mulher era uma gorda branquela, e parecia aquela personagem da novela, a “Dona
Redonda”, sem brincadeira.
Ela usava um top com um decote que quase não cabia seus seios imensos,
fora a pança, que mais parecia um travesseiro, e cobria sua xoxota.
Simplesmente dantesco.
—Misericórdia, esse negão é casado com isso aí? Cochichou Raimunda,
indagando, e tive de pôr a mão na boca e fingir uma tosse para não explodir uma
gargalhada.
—Voltinha na praça? Com essas duas? Indagou a balofa, se aproximando.
Opa, o “essas duas” proferido pela orca cheia de banhas significou, “essas
putas”. Aí perdeu a graça...
—Querida, nós somos as professoras do seu marido, não somos “essas duas”,
e ele apenas queria nos mostrar a praça do bairro, pois não somos daqui!
Retruquei, vermelha de ódio. Nem preciso dizer que o negão não tinha onde
enfiar a cara, de tanta vergonha.
—Meu marido não sai com mulher não, pode ser até uma freira! Que é
isso? Bora Mauro, preciso falar uma parada contigo, depois tu volta pra aula!
Rebateu a balofa.
—Oxe muié, depois a gente conversa, vou ali e pronto! Disse o negão.
—Ah vai não, vai é porra que tu vai seu “fela da puta”! Disse a
gordona, puxando o marido de uma vez pelo braço. Ela tinha um timbre de voz bem
alto, e isso começou a atrair as pessoas, então nosso passeio na praça já era,
pois tanto eu, quanto Raimunda, não nos prestaríamos a uma baixeza daquela, até
Marcos e Camila vieram para fora testificar o “show”.
—“Diabéissaí” (diabo é isso aí) muié? Tá ficando doida é? Solta, solta aí
porra! Disse Mauro, se debatendo em vão. Eu e Raimunda gargalhamos da cena
ridícula daquele casal.
Pronto, a celeuma estava formada. Jarbas, o diretor da escola saiu para
ver o que era aquilo, porque a gritaria da gorda barraqueira chamou a atenção
de todos. Gente nas janelas de suas casas, outras saindo pelos seus portões, carros
e motos parando e cachorros latindo.
—O que está acontecendo? Indagou Marcos. O barraco seguia.
—Nada! Só o resultado de se comer uma mulher sob efeito de drogas!
Respondeu Raimunda, e claro, gargalhamos. Até o diretor, que estava perto e
ouviu, rachou o bico.
Não soubemos mais notícias do negão. Demos nossas aulas do segundo
tempo, e, mais uma vez, terminou antes do horário estipulado. Assim que liberei
os alunos e saí da sala de aula, ás 21h20, vi minha amiga de papinho com Afonso
fora da escola, e já percebi que um esquema sexual estava sendo marcado, e isso
foi constatado pelos gestos da coroa me chamando.
—Oi Raimunda! Falei, e cumprimentei nosso aluno, que me devorou com seu
olhar.
—Vamos dar a voltinha na praça que não pudemos dar? Convidou a coroa,
com um olhar bem lascivo para mim, assim como Afonso. Eles já estavam
mancomunados na safadeza...
—Vamos sim, ainda temos muito tempo! Respondi, rindo sapeca. Eles
sorriram.
A maré estava razoavelmente alta, e o quebrar ruidoso das ondas era o
único som captado pelos nossos ouvidos. Uma praia como aquela, durante a semana
e à noite, assustava um pouco por estar vazia, mas ao mesmo tempo excitava, e
excitada eu estava demais ao sentir os dedos do nosso aluno bolinando minha
xoxota enquanto Raimunda beijava sua boca.
Afonso era um homem charmoso, tinha 44 anos, mas um corpo bem
conservado, apesar de uma barriguinha, mas o que nos interessava estava sob
minhas mãos e as de minha amiga devassa. 20 centímetros deliciosos de um
cacetão branco, com poucos pelos na base, meio torto para a esquerda, com uma
veia grossa e saliente saindo da base até o meio, um prepúcio minguado, que
revelava uma glande rosada e comprida, proporcional a uma bela grossura. Não
como a de Marcos, mas BEM longe de ser fino. Tinha bolas médias. Um caralhão de
respeito.
A “voltinha” na praça tinha sido apenas um chamariz, um atrativo, uma
desculpa. Estávamos em uma barraca de praia, mais afastada da parte central da
mesma, onde as grandes e badaladas barracas estavam, em sua grande maioria,
fechadas. Cerca de cinco metros à frente de onde estávamos, havia o último
poste daquela área demarcada, o qual nos deixava perfeitamente camuflados no
escuro, mas também vulneráveis a alguma ação de malfeitores, porém, quando o
tesão está no comando, os perigos se dissipam.
—Que bela vara de pescar hein! Comentei, punhetando o pauzão de Afonso.
—E fisgou dois peixões! Respondeu o macho, e rimos. Aluninho
safadinho...
Raimunda não perdeu tempo, caiu de boca na rolona de Afonso e alargou
sua boca com a grossura, o macho mamava meus seios enquanto eu massageava sua
tora pela base.
—Dá conta de duas pescador? Indagou Raimunda, dando lambidas na tora.
—Oxe, tenho medo de mulher não! Rebateu o safado, e realmente ele não
tinha mesmo. Homens rústicos como Afonso, criados com pirão, caldo de peixe e
caldo de feijão com farinha, pegando peixões desde criança, não arregariam para
uma, quiçá duas taradas como eu e Raimunda, que vertia o esputo, engasgando ao
atolar a tora do macho até quase a metade.
A coroa recuava até quase tirar e descia chegando onde podia, e repetia
isso várias vezes, melando a cadeira onde o macho estava sentado, me
masturbando deliciosamente. Sem o apoio das mãos, Raimunda chupava meneando a
cabeça e os lábios, levando o pescador ao delírio, depois tirou e bateu o
cacetão melado em sua língua, passou no rosto e abocanhou de novo, mamando
faminta, como se quisesse tirar o atraso, e talvez fosse isso mesmo...
Deitamos Afonso em uma das mesas grandes de madeira que haviam na
barraca, deixamos apenas suas pernas semidobradas para fora do móvel, Raimunda
subiu, e sentou com sua buceta na cara do macho, o fazendo chupá-la, sentei
numa cadeira, bem próxima a rolona do pescador e caí de boca, sentindo-a bem
preenchida com a grossura, e como minha boca era maior que a dela, pude
desfrutar um boquete delicioso, melado, tarado, mas claro, não muito longe,
pois a pica era larga. Meneei a cabeça e os lábios, descendo e ouvindo a
respiração ruidosa do pescador, que grunhia e fazia Raimunda gemer alto,
aumentei o ritmo das bombadas orais na rolona e a saliva verteu gostosa, eu
mamava até quase tirar e descia até quase engasgar, na curva onde o pauzão
engrossava mais; recuei, tirei e arfei, rocei a glande na língua e beijei,
abocanhei de novo, subindo e descendo, e quando descia, inclinava a cabeça,
remexendo minha boca para sentir ainda mais a delícia que era chupar uma rola
daquele tamanho e espessura.
Era a vez da minha xoxota ser chupada pelo pescador, e sentei de
frente, quase sufocando o homem e pondo sua macheza à prova. Raimunda mamava de
novo, tão tarada quanto eu, engasgando e engulhando com a grossura, mas sem
arredar. Meu corpo todo tremeu com a língua do coroa pauzudo, ele chupava
deliciosamente bem, segurei sua cabeça e atochei minha buceta em sua cara, e o
macho não se intimidou, meteu sua língua bem fundo e me fez pirar, gemendo como
uma fera no cio, e já pronta para levar pica em meus buracos.
Mas a mais tarada ali era Raimunda. A primeira a levar o cacetão do
pescador seria ela. A coroa debruçou seu tronco sobre a mesa, arrebitou bem seu
rabo enorme e guloso, abriu as pernas, e o comedor veio por trás. Fiquei ao
lado, e mesmo no escuro (não tão escuro assim), podia ver tudo. Afonso se preparou
para meter, mas antes, me abaixei, abocanhei sua tora e mamei gostoso aquele
pauzão grosso de macho, depois conduzi o picão até a racha dela, Afonso deu
aquela pincelada gostosa, e enfiou. Raimunda gemeu alto e rebolou, sua xoxota
absorveu o pênis do pescador, e as bombadas começaram. Fiquei ao lado me
masturbando, vendo aquela picona preencher a vagina de minha amiga todinha e o
macho dedilhou meus seios.
—AAAHHH! Isso, que pauzão gostoso! Mete seu safado! Disse Raimunda,
tarada. Afonso sorriu e seguiu metendo, passeando pela xoxota da coroa com seus
20 centímetros grossos.
Afonso segurou as ancas de Raimunda como um macho segura, e seguiu
socando, fazendo aquele delicioso “plaft, plaft”, e a coroa gemia surtada,
tentava arranhar a mesa de madeira, a qual balançava com os movimentos de
ambos, abaixava e levantava a cabeça com um semblante tomado de tesão, e
grunhia em seguida. O macho caiu de boca no meu seio direito enquanto meus
dedinhos já ensopavam ao torturar minha buceta.
Minha vez de levar vara tinha chegado. Subi na mesa vizinha e me sentei
à beira, abri minhas pernas, o coroa pauzudo veio e pincelou minha xoxota
melada, meteu a cabeça, bombou um pouco me fazendo pirar, em seguida deslizou o
restante, enfiando quase tudo e causando tremores pelo meu corpo. O pescador
elevou um pouco minhas pernas e seguiu socando deliciosamente, Raimunda se
aproximou e sentou-se numa das cadeiras, abriu suas pernas e torturou sua
xoxota numa siririca frenética; a rolona grossa de Afonso foi bem fundo, ele
deu aquele tranco delicioso e diminuiu o ritmo, me fazendo sentir o talo de sua
tora espessa.
—Eita aluninho da rolona gostosa! Mete, pauzudo safado! Falei, surtada
de tesão.
—Porra, num acredito, tô comendo duas mulheres, e minhas professoras!
Comentou Afonso, bestificado com o que estava acontecendo. Eu também estava
(risos)...
—Pois acredite, macho que tem a rola grande e grossa como a sua, come
mulher facinho! Comentou Raimunda, que se aproximou, fez o comedor parar de me
foder e tirar sua pirocona da minha xoxota, em seguida caiu de boca e chupou até
quase vomitar num engasgo.
Afonso segurou meu cangote e me empertigou um pouco, então engatou um
ritmo delicioso e pirei, gemi alto, o macho socava com força na minha buceta,
bem fundo, e eu gemia aflita, trêmula e suada, a mesa rangia com nossos
movimentos, então desci e Raimunda subiu, ficando na mesma posição que eu, o
macho veio e a penetrou, socou sua picona grossa inteira na racha da coroa
tarada, em seguida embalou as estocadas, fazendo-a suprimir um grito.
De repente... vi duas luzes, uma vermelha e outra azul, as quais
adentraram a barraca escura, e segundos depois, a sirene irrompeu. Sim, era a
polícia. Quase me mijei.
—Puta que pariu, é os “home”, fudeu! disse Afonso, que saiu imediatamente
da racha de Raimunda, correu subindo sua bermuda e derrubou algumas cadeiras no
percurso.
—Vai Raimunda, desce, desce! Desce porra, e sobe essa calça, a viatura
está bem ali, está chegando! Falei, desesperada, com meu coração a ponto de
explodir e já vestida.
—Vamos, rápido! Disse Raimunda, e corremos, ela, ajeitando seu legging,
e eu, minha blusa. Nossa, a sirene irrompeu de novo e a viatura estacionou na
hora em que saímos da barraca, com luzes altas bem invasivas e de longo alcance,
as quais iluminaram todo o recinto.
Entramos em um beco, o qual havia alguns restaurantes e uma sorveteria.
Estávamos tensas, esbaforidas, suadas e tontas. Ouvimos novamente a sirene, andamos
depressa, sem correr e entramos numa rua mais à frente, a qual tinha mais
restaurantes, então escolhemos um e nos sentamos à uma das mesas, bem recuada e
escondida. Tentamos controlar nossas respirações. Vimos a viatura seguindo
direto pela viela onde estivemos, ainda tocando a sirene. O garçom veio e ao
nos notar tão nervosas, indagou, com profunda preocupação:
—As senhoras estão bem? O que aconteceu?
—Duas águas... pelo amor de Deus! Disse Raimunda. Tive uma crise de riso...
CONTINUA
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Queridos alunos, minha intenção era ter postado esse texto ontem, mas passei o dia todo sem internet, só com os dados móveis do celular, então, após tudo se normalizar, postei hoje, e fazendo um breve comentário sobre essa parte, sem dúvida foi um dos momentos mais cômicos dessas minhas doideiras sexuais; claro, eu e Raimunda ficamos com o cu na mão quando a polícia chegou, mas graças a Deus tudo acabou bem e rimos até hoje. Eu e Raimunda somos duas doidas, e eu amo minha amiga.
Espero que vocês se divirtam, os que lerão pela primeira vez, e os que vão reler, pois essa foi uma das partes mais votadas na época em que postei, o pessoal riu muito. Comentem caso tenham gostado, a participação de vocês é importante, expressem suas opiniões sem medo. Não segue o blog? Por favor, siga, engaje-se nessa comunidade, seu apoio é muito importante.
Farei o possível para entregar o restante das partes semana que vem, faltam quatro, e quero fazê-lo antes do hiato desse mês, por conta da vinda de minha filha, que chega dia 08.
Beijos, tenham um final de semana abençoado, cheio de paz e muitas alegrias. Até segunda.
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Corno
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Comentários

oi professora guerreira,imprevistos acontecem,e quando se trata de internet,pior ainda,mas nao tenha pressa pois quando tu publicar a continuaçao dessa historia,ela vira com mais intensidade e no´s leitores mais ansiosos para ler.cuide-se,ansiosamente ate´ segunda
ResponderExcluirObrigada pelo comentário. Fico feliz com sua empatia e carinho. Vamos em frente que tem muita coisa para ser revelada. Beijos.
ExcluirReli o conto, apesar de ser um tesão de relato Lu, é um tanto engraçado, como vc disse, ficaram com o cu na mão…Boto.
ResponderExcluirObrigada pelo comentário. É... foi uma das maiores loucuras que fiz e senti sim muito medo, mas foi divertido. Precisamos fazer algumas loucuras na vida de vez em quando. Beijos.
ExcluirEita já pensou a professorinha na delegacia, será que essa história teria continuado, ou a Lu, voltaria a ser quietinha?!
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirImagina o susto que vocês levaram kkkk
(Mike)