023 - PUTARIAS NO EJA – FINAL – O CICLO DE PRAZER SE RENOVA



 Raimunda gemia e berrava, Cássio castigava seu cu com vontade, respirando ruidosamente, com seu lindo rosto angelical coberto por seus cabelos enormes e molhados. A coroa dava socos na parede, grunhia chorosa, e explodia seu tesão extremo rebolando.

                —AAAIII... aaaiii... isso... aaiii Cássio, aaaiii meu amor! L-Luciana... empresta o Marcos... pelo amor de Deus... minha buceta vai explodir... AAAHHH! Gemeu e pediu a coroa, que literalmente suplicou pela dupla penetração. Cássio continuou socando, e vi seu sorriso.

                —Não deixe uma mulher com fome! Vai Marcos! Falei, e o docente riu.

                Cássio saiu do rabo de Raimunda, Marcos chegou e a coroa avançou em sua boca gostosa, beijando-a com uma tara impressionante, em seguida ela pulou em seu colo, ele a ergueu e a sentou em sua rolona espessa. As pernas da mulher tremeram e ela gemeu chorosa, abraçou desesperadamente o docente de Química e o macho a fez quicar, segurando-a pelas nádegas, as quais ele abriu, então Cássio veio por trás, e meteu seu caralhão. Raimunda urrou e chorou, chorou mesmo, ensanduichada por dois machos, que metiam sem dó.

—Berra, chora, grita sua safada do caralho! Disse Cássio, inebriado de tesão e socando forte no rabo dela. Eu me masturbava freneticamente vendo o entra e sai sincronizado daquelas duas rolonas nos buracos de Raimunda, os quais eram apertados para os calibres dos machos.

—AAAIIII... aaiii... DELÍCIAAA! Gritou Raimunda, recebendo as estocadas da dupla. Castiguei minha buceta sem piedade ao ver os cacetões de Cássio e Marcos arregaçando Raimunda. O do mancebo alargava cada vez mais o cu dela conforme o vai e vem seguia, o estufando, Marcos besuntava mais seu pau grosso da seiva dela à medida que fazia o mesmo.

Após um tempo, ambos saíram de Raimunda, ela puxou Marcos para perto e virou de costas, com seu rabão empinado, o docente veio e socou sua tora no cu da coroa, e ela deu outro berro, Cássio lavou sua rolona e me ajoelhou, em seguida me pôs para mamar, segurando minha nuca e bombando, ensandecido de tesão, mamei, atolando e engasgando, tirei, com finas pontes de saliva e mantive a boca aberta, ele enfiou até onde pode e forçou, engasguei de novo, ele tirou, e as pontes de saliva se espessaram, ofeguei e minha boca foi varada novamente.

—Isso, deixa meu pau bem melado que eu vou arregaçar o seu cu do jeito que você merece sua safada! Vai Luciana, engole essa rola! Disse o filho de Valdo, possuído de tesão.

—Ah... vai é? Então vem... arregaça se você for macho! Respondi, provocando, em seguida dei uma abocanhada feroz naquele caralhão grosso, engasguei, funguei, tirei e cuspi profusamente sobre o mesmo, em seguida recolhi a saliva com os dedos e os meti no meu cu.

—Isso sua gostosa, rebola esse rabão gostoso! Disse Marcos, enrabando Raimunda, dando um tapa estralado em seu rabo excrescente em seguida. A coroa rebolou gemendo.

Lasquei um beijo na boca de Cássio. O macho segurou minhas nádegas e correspondeu. Comedor gostoso do caralho. Eu estava surtada por aquele novinho devasso. Ele tinha a essência da safadeza no sangue, era tão promíscuo quanto o pai e o tio. Segurei e punhetei sua tora grossa, percorrendo tudo aquilo e grunhindo enquanto ele mamava meus seios.

—Isso... mama, mama gostoso, aaaiii... hmmm! Falei, delirando com as chupadas e mordiscadas do jovem, que respirava como se fosse morrer. —Vem meu gostoso, arregaça meu cu! Completei, virando de costas contra a parede do banheiro e provocando.

—É pra já minha tesuda! Disse Cássio, que segurou minhas ancas e meteu.

Em um movimento só, porém suave, Cássio enterrou seus 22 centímetros grossos no meu cu, e quando senti o talo de seu meninão, ele parou. Meu corpo todo tremia e eu grunhia chorosa, e chorei, mas claro... chorei de tesão, tesão de ser enrabada por um dotado, chorei faminta por aquele caralhão largo me alargando, do jeito que eu merecia realmente. O jovem começou a bombar devagar, recuando pouco e me fazendo sentir o talo de sua picona, gemendo e respirando com devoção ao manter sob suas mãos, meu rabo grande e faminto.

—AAAIII... aaaiii... vai Cássio... mete... mete gostoso, suave! Falei, ainda chorosa e sentindo o passeio daquele pau enorme e grosso no meu cu guloso.

—Chora minha gostosa, chora gostoso na pica do teu comedor! Disse Cássio, tarado e estapeando minha bunda. Moleque malvadinho, ele tirava quase tudo e metia até o talo, suavemente, e dava leves trancos depois, aí quem chorava mesmo era minha buceta.

—R-Raimunda... e-empresta o M-Marcos, minha xoxota vai explodir! Pedi, fazendo o mesmo que ela, e uma gargalhada irrompeu no banheiro.

—N-Na hora... meu amor! Disse Raimunda, que ainda era enrabada por Marcos.

O docente de Química veio, fiz ele se deitar no chão encharcado do banheiro, que ainda recebia água do chuveiro, lavei sua tora e caí de boca, de quatro e com o rabo empinado, o filho do vigia aproveitou a bobeira dada por mim e varou meu cu de novo, me fazendo tirar o pauzão da boca para gritar e gemer aflita, em seguida abocanhei de novo, mamando até engasgar aquele pau já vermelho de tanto foder Raimunda. 

Meneei a cabeça e os lábios e engasguei de novo, tirei e cuspi, espalhando com as mãos, me virei, Cássio saiu do meu cu, então me acocorei, e fui sentando, conduzindo a tora de marcos para meu ânus; a cabeçorra passou, gemi alto, desci mais, soltei e controlei, quicando suavemente, Cássio me pôs para mamar sua rolona enquanto Raimunda castigava sua buceta encharcada.

Sentei até o talo do pau grosso de Marcos e rebolei, gemendo manhosa. Cássio veio e recuou meu tronco um pouco, ajoelhou-se e conduziu sua tora para minha xoxota, em seguida deixou deslizar, e urrei chorosa e chorei de novo. Senti o ar faltando e arfei, aflita, fitando Cássio com olhar penoso, ele acariciou meu rosto e foi metendo suavemente, Marcos acompanhou, e as duas piconas me curravam deliciosamente. Não tinha como não chorar, duas rolas grandes e grossas nos dois buracos levavam qualquer mulher às lágrimas de tesão alucinado.

—Aaaiii... assim, que delícia... hmmm, me arregaça bem gostoso! Falei, trêmula. Os machos seguiam socando, em ritmo um pouco mais intenso, e eu delirava.

Debrucei-me sobre Marcos, e nos beijamos. Ele seguia bombando. Cássio segurou minhas pernas abertas e as elevou mais, seguindo com suas estocadas igualmente alinhadas com as do docente.

 Não dá para descrever muito, dor e prazer passeavam e dançavam sorrindo, eu só sentia meus buracos alargarem cada vez mais com as espessuras daqueles cacetões. Comecei a acompanhar o ritmo também, alucinada de tesão, louca, e aí foi que gritei mais. Nem prestei atenção no gestual de Raimunda, mas sabia que ela se masturbava freneticamente, pois eu captava o som de seus dedos torturando sua buceta.

Ok, tínhamos de dar o bom exemplo de combate ao desperdício, então desligamos o chuveiro, saímos do banheiro e fomos para a cama, molhados mesmo. Eu e Raimunda resolvemos fazer um 69 com os comedores. Eu, em Cássio, e ela (após agarrá-lo), em Marcos. Abocanhei a tora do jovem com paixão e fui até quase a metade. Engasguei e recuei um pouco, e abri mais ou menos a boca, porque o pauzão era grosso, e o esputo vazou, recuei até tirar e rocei em minha língua, gemendo manhosa enquanto Cássio chupava minha buceta e fodia meu cu com seu dedo médio. Raimunda também pirava mamando o cacete largo de Marcos.

Aí foi covardia. Estimular dois lugares ao mesmo tempo era chamar o orgasmo, e ele veio, brutal, como um choque violento, atolei mais e quase vomitei, grunhindo alto e tremendo meu corpo, sem tirar o picão de Cássio da boca. Recuei um pouco e tirei, urrando ensandecida num gozo alucinante, punhetando a tora do jovem comedor com força, depois abocanhei de novo, indo até engulhar num movimento só e forçando mais, jorrando saliva, e tirei, ofegante.

Fui para onde minha amiga estava. Ela, ainda chupando o cacetão de Marcos. Pedi licença e a devassa cedeu a rolona babada para eu chupar, e chupei faminta, então novamente, senti o caralhão grosso de Cássio invadir meu cu. Ele odiava ver buracos desocupados.

—Vai Valdinho, arregaça gostoso o cu da Luciana que ela adora! Disse Raimunda, abrindo minhas nádegas e as mantendo bem abertas, e o filho de Valdo socou sem dó.

Grunhi tarada, chorosa e sem parar de mamar o professor de Química. Cássio socava com força, fazendo aquele “plaft, plaft” delicioso, estocando seus 22 centímetros espessos no meu cu arregaçado e faminto por pica, Raimunda apertava minhas nádegas, e não entendi aquilo como uma intenção lésbica, era coisa do momento, do tesão e as mãos dela eram macias.

—Ai que eu quero essa rola grossa no cu agora! Falei, lambendo o pau de Marcos.

—Calma meu amor, quero DP de novo! Disse Raimunda, tarada. Ri alto e assenti.

A coroa sentou-se com o cu na tora de Marcos, e deu aquele grito choroso. Nossa, fiquei impressionada com o rombo causado pela grossura daquele pau. A devassa quicou em seguida, apenas subindo e descendo seu quadril, a visão do entra e sai da picona quase me fez gozar, Cássio veio e dedilhou o clitóris dela, posicionou e pincelou o mesmo com a glande de sua rolona e enfiou, fazendo-a gritar seu tesão, conforme o macho bombava. Marcos estava extasiado.

—Se eu contar que fiz isso, vão me chamar de mentiroso! Disse Marcos.

—Pior que isso, a gente te mata ainda por cima! Comentei, e rimos alto.

—É melhor contar só pro seu reflexo no espelho, ele é seu melhor amigo e sabe guardar segredo! Endossou Cássio, e rimos mais, corroborando.

—Estou brincando, eu jamais faria uma coisa dessa! Rebateu o docente.

—A gente sabe que não, relaxe! Falei, me masturbando.

—Isso, isso... soca com força! Disse a coroa, surtada de tesão. Os comedores obedeceram e continuaram currando impiedosamente Raimunda, que berrava ensandecida.

Fiz Cássio tirar sua rolona da xoxota ensopada de Raimunda, e ao vir o creme revestindo aquele pauzão, caí de boca e mamei tarada, sem me importar. Que néctar delicioso, chupei faminta, deixei bem babadinho e então fiz uma proposta sacana:

—E aí Raimunda? Aguenta os dois ao mesmo tempo no cu?

—Aí você já quer demais né! Vai fazer também por acaso? Retrucou a coroa, assustada.

—Eu... não, não tenho coragem para tanto, mas quem sabe um dia! Respondi, e rimos.

—Bora Raimunda, vai ser gostoso! Disse Cássio, já encostando a glande no cu dela.

—Pode tirar sua pirocona daí! Considere-se feliz por eu fazer essa DP, porque não é qualquer fêmea que topa encarar duas rolas desse tamanho juntas não viu! Rebateu a coroa.

É... cada um sabe de seus limites, e a próxima rodada da DP era comigo.

Sentei de costas, com o cu na tora de Cássio. Sentei até o talo e rebolei, sentindo meu cu ser mais arregaçado ainda; gemi manhosa e chorosa. Aquele pirocão grosso sempre me arrombava o rabo quando entrava. Marcos veio, ajeitou minhas pernas, as elevou e em seguida varou minha xoxota gulosa, e gritei meu tesão novamente, com as pernas trêmulas, o corpo todo arrepiado, buscando o ar e gemendo surtada. 

Que delícia sentir aqueles cacetões me arrombando, me fazendo mulher de verdade. Meu corpo suava sem parar, a janela do quarto estava escancarada, um vento forte invadia o recinto, mas sequer conseguia atenuar o calor do nosso tesão. Acompanhei os movimentos dos machos, e o segundo orgasmo bateu à porta...

—AAIII... aaahhh... estou gozando, estou gozando... não parem, não parem, vai, vai, soca, aaaiii... AAAAHHHH... CARALHOOO! Urrei, surtada, descontrolada de tesão, chorando de prazer enquanto os machos vibravam e não paravam de me foder. Chorei como uma criança.

—Eita Luciana... chora meu amor, que chorar num pauzão é bom, em dois, o nirvana! Disse Raimunda, me abraçando enquanto meu clímax estilhaçava meu corpo. Minha nossa...

Fiquei deitada, apenas observando. O segundo clímax me deixou exausta. Raimunda servia seu corpo aos dois caralhudos em uma nova etapa da DP. A coroa gritava ensandecida, Cássio arrombava ainda mais seu cu, e Marcos, sua xoxota, a qual a seiva escorria pelas bolas do comedor novinho.

 Devassidão total, o professor de Química segurava o pescoço de minha amiga e trocava olhares possuídos de tara com ela, que chorava, grunhia, contraía os lábios e arfava. Senti minha buceta tremer, e não acreditei; ela queria mais sexo, então ouvi Raimunda explodir seu orgasmo, tão brutal quanto o meu, tão choroso e desesperado quanto o meu, o orgasmo da plenitude, o apogeu do tesão extremo. Não termos feito a DP anal nos tornou menos mulheres que Gleiciane? Éramos tão devassas quanto ela, tão famintas por pauzões quanto ela, e não nos sentimos diminuídas, pois o que vivenciamos naquele sábado... foi antológico...

—Saideira vai! Disse Cássio, pondo Raimunda de quatro à beira da cama. Sim, havia uma reserva de energia para a saideira, e também fiquei de quatro.

Fui enrabada por Marcos, e delirei ao sentir suas mãos fortes segurarem minhas ancas. Cássio abarcou o rabo de Raimunda novamente, e gritamos de tesão, proferindo palavrões em decibéis incalculáveis, balançando nossas pernas e contraindo os dedos de nossos pés, sucumbindo novamente a dor e o prazer. Notei uma oscilação nas bombadas do professor de Química. Os pingos de seu suor profuso pareciam gotas de chuva sobre minhas costas, e se fundiam ao meu suor também abundante. A colcha da cama estava molhada.

Revezamento. Servi meu cu a Cássio, e este, me fodeu e ainda fodia com paixão, como se quisesse eternizar nossa transa, procriar aquele momento. A maior surpresa dessa saga sexual tão excêntrica e intensa, foi o filho do vigia, embora eu já esperasse uma foda com ele, pois sabia que o mesmo era pauzudo como o pai e o tio, porém, o jovem comedor de 20 anos deixou seus parentes comendo poeira, mas ser jovem não significa ser uma máquina, e a respiração ofegante do novinho já era o sinal para terminarmos mais uma memorável suruba.

—AAAIII... isso, me faz gozar gostoso, vai Marcos, assim, AAAHHHHH! Disse e berrou Raimunda, gozando pela segunda vez nos 17 centímetros grossos de Marcos. Orgasmo anal, que fez a coroa se debruçar sobre a cama, levando o comedor junto.

Cássio debruçou-se sobre mim, e me debrucei também, grunhindo manhosa, sentindo seu suor se fundir com o meu, e seus longos cabelos molhados desejarem a mesma fusão, então senti o dedo médio do jovem estimular minha xoxota. O dedo dele tremia, mas foi forte, e me fez gozar pela terceira vez... achei que morreria. Em seguida ele saiu, e deu um longo suspiro.

Olhei e vi Marcos e Raimunda se beijando, deitados e de frente um para o outro. Era aquele beijo que sacramentava a próxima trepada, e o início de uma nova relação extraconjugal na vida do docente de Química. Era a renovação do ciclo de prazer, e o mesmo aconteceria comigo, pois Cássio certamente era forte candidato a ser meu amante fixo. Idade? O que importava para mim era pegada, macheza, e claro, uma bela rola grande e grossa, que me fizesse chorar e implorar por mais... sendo assim, o rebento de Ariovaldo preenchia esses requisitos...

No banheiro começou, no banheiro terminou. Sob o chuveiro mais uma vez ligado, nossas bucetas foram curradas, mas durou pouco. Foi apenas a segunda saideira, aquela sacanagem gostosa que rola num banho, seja a dois, ou a quatro. Fomos ajoelhadas, uma bem do lado da outra, e abrimos nossas bocas para receber a recompensa, e ela veio gostosa, Marcos e Cássio urraram desesperadamente seus gozos, e espalharam suas porras sobre nossas faces e bocas, sem se importar com pontaria, apenas gozaram gostoso, e sorvemos tudo, em seguida mamamos suas rolonas em revezamento, até elas tombarem... avermelhadas e levemente inchadas de tanto sexo, quentes como pedaços de carvão em brasas escaldantes. Era o fim de mais uma orgia memorável, que deixou a do Laboratório de Ciências para trás...

—Pomadinha pra passar em seus briocos, senão... precisarão de muletas! Disse Cássio, nos entregando o remédio, após nos enxugarmos e nos prepararmos para ir embora. Rimos alto.

—Eu esqueci a minha em casa! Ainda bem que você lembrou meu querido! Comentou Raimunda, passando uma generosa quantidade em seu cu e me entregando em seguida.

—Ah, eu não me separo dessa pomada, é com ela que eu convenço minhas cadelinhas a darem o cu bem gostoso pra mim! Revelou o jovem, e gargalhamos.

—Achei que era com promessas de namoro! Comentou Marcos, troçando.

—Então... depois que elas dão o cu e passam a pomada, a gente promete o namoro pra comer a segunda vez né, e então vai indo, indo! Retrucou Cássio, e rimos alto de novo.

—Aprende aí Marcos! Quando arrumar outra amante e quiser comer o rabo dela, mostre a pomada! Falei, aconselhando, e uma nova gargalhada irrompeu naquele quarto.

Pagamos os 50% restantes da estadia ao gerente da pousada, que foi muito atencioso e gentil conosco. Já fora, vi o entardecer prestes a findar. É... foi uma suruba intensa e longa.

—Vamos para as dunas ver o pôr do sol? Convidei.

—Boa ideia, deve ser lindo ver bem do alto! Concordou Raimunda, radiante. De repente passou uma viatura da polícia em altíssima velocidade, e se as pessoas que estavam à frente não tivessem saído do meio à tempo, teriam levado um “strike” perfeito.

—Olha só Luciana... ainda bem que estávamos na pousada hein! Comentou Raimunda.

—Ué... e o que tem a ver a pousada com a polícia? Indagou Marcos, perdido.

—Nada não meu filho, vamos indo! Disse Raimunda, cortando o assunto. Dei risada, e subimos uma ladeira média, a qual desembocava na escola onde lecionávamos o EJA.

—Quando a polícia passa nesse desespero, é porque alguma desgraça grande aconteceu! Comentou Cássio, pois a viatura passou a milhão e com a sirene ligada.

Não era problema nosso. Queríamos desfrutar o momento de transição da tarde para a noite na duna mais alta daquele lindo bairro. Aquilo suprimia qualquer desgraça...

Haviam crianças brincando, pessoas passeando com seus cachorros, bugueiros correndo do outro lado, e surpreendentemente, gente fazendo caminhada e cooper naquele estacionamento abandonado e tenebroso, além de outros andando de bicicleta. Uma lagoa de água salgada foi avistada por nós enquanto subíamos a duna. Cássio nos disse que alguns pescadores levavam peixes para serem criados ali e depois pescados para subsistência própria.

Após muito caminhar, chegamos ao cume da duna mais alta, e vimos bem abaixo de nós uma pequena floresta, e outra lagoa de água salgada, essa, menor que a anterior. O pico daquela duna era perfeito para a prática do “ski-bunda”, que era basicamente descer a duna inteira sobre uma pequena prancha bem estreita de madeira, em formato de “T”, besuntada com parafina embaixo, para que ela deslizasse e ganhasse mais impulso na descida, desembocando na lagoa. Era chamada de “Tabica” pelos nativos dali, e alguns turistas gringos até pagavam para brincar.

—Tem gente que passa a vida inteira ambicionado abundância, e essas pessoas são felizes com coisas simples como essa! Comentou Marcos, meio emocionado ao ver crianças e adolescentes nativos brincando no ski-bunda, felizes e radiantes, despreocupados com a vida.

—É verdade... é nessa hora que vemos, que dinheiro não vale tudo isso que pensamos que vale! Ele não compra pequenas felicidades como essa! Endossou Raimunda, com seu braço enlaçadinho no de Marcos... mas vejam só vocês... ela fez pouco dos 17 centímetros do cara, e parecia gamadona nele. É... a boca fala... o cu paga. Ditado mais que verdadeiro...

—Putz... eu brincava muito disso quando era menino e vinha pra cá com meus pais! Comentou Cássio. Um garoto vinha subindo com sua tabica, quase perto de nós. —Ei amigão, posso descer uma vez na sua tabica? Por favor! Completou o jovem, pedindo ao rapaz.

—Na hora “brou”! Disse o jovem, simpático. Cássio sorriu e correu até ele.

—O sol está quase se pondo, queremos estar todos juntos para fazermos uma linda foto! Adverti, e o comedor pirocudo delicioso e devasso, fez aquele gesto do “Hang Loose”. Rimos.

O lindo pôr do sol foi registrado por nossos celulares em vídeo e fotos, e eternizamos aquele momento, pedindo ao garoto que emprestou a Tabica a Cássio, que nos fotografasse. Fiquei emocionada e chorei. O céu tingido de vermelho e laranja, dava as nuvens, o sol e ao céu, uma exuberante pintura que nem mesmo Da Vinci seria capaz de reproduzir numa tela; foi rápido, mas inesquecível, assim como aquela orgia na pousada, e tudo que antecedeu ela naquele EJA. Descemos a duna, e depois cada um foi para seu veículo. Eu, fui com Raimunda.

Nos despedimos de Marcos em determinado trecho do percurso de volta. Ele morava na capital, MUITO longe de mim e da escola onde lecionávamos o EJA. Chegamos ao bairro onde moro em menos de 15 minutos. Raimunda não correu muito, Cássio seguiu o ritmo dela.

—Nossa... Luciana! Que putaria pesada foi essa que fizemos hein? Comentou Raimunda, já estacionada em frente ao portão de minha casa. Ri alto e respondi:

—Agora é tarde para se arrepender!

—Não... não me arrependo de nada! Rebateu a coroa, então, uma ligação em meu celular interrompeu nosso papo calcinha. Olhei e era Jarbas, o diretor da escola do EJA.

—Oi Jarbas, tudo bem? Atendi, simpática, mas ressabiada.

—Luciana, as aulas do EJA foram suspensas, o presidente da ONG foi encontrado morto numa pousada, foi assassinado ontem! Disse o diretor, com um desespero na voz, esbaforido, e o celular caiu de minha mão, sobre minhas coxas. Raimunda viu minha palidez, e indagou:

—O que foi Luciana? Você está descorada!

—Mataram o holandês dono da ONG! O EJA acabou! Respondi, quase catatônica. Jarbas dizia alô do outro lado, aflito, então atinei e pus o celular no ouvido novamente. Raimunda arregalou os olhos e empalideceu como eu. —S-Sim Jarbas... estou te ouvindo, desculpe! Tem certeza? Como foi que isso aconteceu homem? Completei, retomando a conversa, aflita.

—Não sei Luciana, mas estou ligando para todos os professores e comunicando essa tragédia, porém, não se preocupe, o diretor da ONG disse que vai pagar o salário integral do mês a todos os docentes! Um beijo e bom final de semana! Disse o diretor. Me despedi dele e desliguei. Era uma mórbida e inacreditável coincidência, então foi por isso que aquela viatura da polícia passou em disparada pela rua onde ficava a pousada. Dei um longo suspiro.

—E aí Luciana, o que o Jarbas disse? Indagou Raimunda, bestificada.

—O Jarbas está noticiando a todos os docentes, e... vamos receber nossos proventos mesmo sem termos completado o mês! Ai meu Deus, que horror! Respondi, trêmula.

—Olha Lulu, independente de esse gringo ter morrido ou não, eu já estava pensando em pular fora desse EJA! Confessou Raimunda, e a fitei com surpresa no olhar.

—Também cogitei isso, por incrível que pareça, mas depois demovi! Retruquei.

—Acabamos nos expondo ali ao transarmos com o pescador naquela barraca de praia! Com certeza ele deve ter espalhado, e isso me preocupa! Tudo bem, eu disse que ia armar para ele e tudo, afim de proteger nossa reputação, mas... seria muita maldade... acho que... o que temos de fazer, é aprender a controlar nossos impulsos sexuais! Explicou minha amiga.

—Olha Raimunda... concordo com você, mas... o que foi feito, foi feito, e foi legal, foi gostoso, então... não me arrependo e nem fico com peso na consciência! Repliquei, serena.

—Ah, também não me arrependo não, e você aproveitou bem mais do que eu, fez duas surubas, trepou com dois pauzudos fora o Cássio! Safadona! Rebateu Raimunda, e ri alto.

—Ah amiga... nossas vidas são diferentes! Você tem seus problemas, suas prioridades, seu esposo que precisa de assistência! Você sim aproveitou mais que eu, porque não deixou o tesão sobrepor o amor! Comentei, e Raimunda chorou. Nos abraçamos, e a consolei.

—Ah Luciana... eu amo meu marido, mas...! Tentou se justificar, chorando, mas impedi.

—Não precisa me dizer nada, não me dê justificativas! São seus motivos, a sua vida pessoal, e não cabe a mim julgar suas atitudes, eu... não tenho esse direito! Retruquei, segurando seu rosto triste com as duas mãos e enxugando suas lágrimas com os polegares.

—Obrigada Luciana! Você é uma irmã para mim! Disse Raimunda. Nos abraçamos.

—O importante é sermos felizes, e eu sei que você ganhou um amante novo, o Marcos, pensa que não vi o chamego de vocês hein? Vai fundo amiga, seja feliz! Aconselhei.

—Lulu... que homem é aquele? Meu Deus do céu! Que macho de responsa viu! Confessou Raimunda, e gargalhei. Ela também riu. Éramos felizes, tínhamos de ser felizes.

—Eu não disse? E você de boca torta aí porque ele tinha 17 centímetros! Rebati.

—É... tenho de admitir! Foi um médio bem acima da média! Replicou a coroa, e gargalhamos. O ciclo de prazer se renova... para todos nós...                                                          

FIM

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Olá queridos alunos, é com imensa satisfação que finalizo a primeira minissérie dos meus relatos. A saga do EJA tem um lugar especial no meu coração, por tudo que aconteceu e como aconteceu, e, assim como a do Laboratório de Ciências teve um impacto brutal na minha sexualidade e na de Raimunda, essa também teve um impactante papel, até hoje comento com minha amiga esses eventos, e rimos muito. Quem acompanhou essa saga no contoerotico.com e na Casa dos Contos, sabe do sucesso que ela fez, da incrível repercussão que ela teve, porque foi única.

Gravem bem os nomes Gleiciane e Cássio, principalmente o desse novinho devasso, porque ele vai estar em muitos outros relatos vindouros, é um rapaz adorável que me conquistou não só pelo dote, mas também por ser uma pessoa maravilhosa, amiga e de um coração imenso de bondade; os que leram sabem do que estou falando e sabem da importância que ele tem em minha vida.

A chata aqui vai pedir mais uma vez: por favor comentem, se você ainda não segue o blog, por favor siga, engaje-se, vamos aumentar essa comunidade erótica literária e atrair mais alunos, divulgue o blog em seus grupos, aos amigos e amigas, aqui todos são bem-vindos.

Na próxima postagem, um recadinho especial a todos. Beijos.


Comentários

  1. Lembra daquela história que comentei com você sobre a mulher que abordei jurando que era você e quase fui preso? Olhando essa foto me lembro perfeitamente. O corpo, o corte de cabelo, as luzes nos cachos, o rosto e principalmente essa bundona enorme, igualzinha a você, então digo a todos: esse rabão EXISTE SIM. Beijos de seu eterno fã, Alisson. Melhor escritora do mundo e uma grande amiga também.

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    1. Menino, que loucura, dou risada até hoje sem acreditar nisso, kkkk. Você não foi o único que teve essa confusão hein, outro leitor também disse que viu uma moça idêntica a mim, mas ele não teve essa coragem sua de abordar ela. Beijos e obrigada por comentar.

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  2. Eita será que essas outras Luciana tem o mesmo fogo, da nossa professora?

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    1. Humm... não sei, só posso falar por mim kkkk. Fogosa eu sou e MUITO. Beijos e obrigada pelo comentário.

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