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Enquanto meu orgasmo se esvaía, Marcos continuava bombando. Me pôs de ladinho e segurou meu ventre com ternura, e conforme meu corpo foi relaxando, suas estocadas foram parando, ele ergueu minha perna esquerda e continuou na marcha lenta, me deixando mais ofegante e extasiada. O macho tirou sua rola grossa, e a vi besuntada de nosso tesão.
—Você é demais, sem brincadeira! Comentou Marcos, maravilhado.
—Obrigada meu querido! Você também foi uma grata surpresa! Respondi,
olhando para seus 17 centímetros de rola bem grossa. Realmente, uma grata e
deliciosa surpresa.
—Vamos tomar banho, já são 22h20! Precisamos chegar em nossos lares a
tempo! Advertiu Marcos, olhando para seu graúdo relógio de aço no pulso direito.
—Deixe-me ver se meu perfume não está em seu corpo! Falei, e dei-lhe
uma bela farejada em seu peitoral robusto e subi até o pescoço. —É... tudo
certo caro colega, sua esposinha não vai desconfiar quando o receber em casa
com um beijo! Completei.
—Essa fase de me receber em casa com um beijo já passou, hoje em dia ela
procura marcas de batom e resquícios de perfume no meu WhatsApp! Rebateu
Marcos, e gargalhei.
—Nossa... realmente, está desse jeito mesmo! Comentei, rindo, e nos
abraçamos.
Sob o chuveiro e ajoelhada, mamei gostoso seu pauzão grosso. Claro,
fora da água corrente, pois chegar em casa com os cabelos molhados daria morte.
Já o docente, pouco se importou em tomar uma ducha completa, seus cabelos
encharcados, mesmo cobrindo os olhos, me permitiam ver seu semblante tarado com
meu boquete. Minha mão direita massageava sua tora enquanto a boca trabalhava,
estufada e alargada, mas faminta. Fiz o vai e vem até onde podia, e gemi junto
com Marcos, então ele tirou, começou a punhetar e indagou:
—Onde quer que eu goze? Apenas abri minha boca, e ele arregalou os
olhos, mas depois deu aquele sorriso de safado, de comedor promíscuo e preparou
o champanhe.
A porra do macho não era profusa, mas parecia um mingau, de tão densa, porém,
foi uma quantidade satisfatória e bem gostosa, embora um pouco ácida. Engoli
tudo e sorvi o restinho, mamando mais um pouco depois, em seguida finalizamos o
banho e nos vestimos. Nossa partida daquele motel já estava bem atrasada, eram
22h45 quando entramos na rodovia, cantando pneu. Marcos chegou a 80Km em
segundos, e após minha orientação, pegou o trevo que dava acesso a estrada que
ia para o bairro onde moro. Ele dirigia muito bem, foi em alta velocidade, contudo,
com muita prudência, mas também, a BR estava praticamente vazia.
—Ponha seu número de celular aqui na minha agenda e salve com um nome
feminino, amanhã eu quero me encontrar com você de novo! Pedi, entregando o
aparelho a ele, já dentro do bairro onde moro, percorrendo a avenida principal.
Incríveis 10 minutos transcorridos.
—E o seu marido? Indagou Marcos, digitando seu número em meu telefone.
—Só está em casa à noite! Saio às 11h da manhã e tenho a tarde livre
antes de ir para o EJA, então... podemos continuar nossa “interação”! Retruquei,
e nos beijamos.
—Continuar? Interessante! Aqui está, ligue a hora que quiser! Indagou e
disse o docente, me devolvendo o celular. Débora EJA era o nome gravado na
agenda.
O chifrudo estava de guarda no portão quando cheguei, mas exalava
tranquilidade.
—Obrigada seu Marcos, boa noite! Falei, saindo de seu carro “Uber” pelo
banco traseiro. Felizmente o veículo tinha quatro portas, o que deixou toda a
mentira impecável. Marcos fez a manobra rapidamente em um giro só e se mandou,
sem buzinar e levantando poeira.
—Oi meu amor, tava preocupado! Disse o corno, me abraçando, beijando
meu rosto e cheirando rapidamente meu pescoço. Filho de uma puta, destilou
sutilmente sua desconfiança.
—Ai amor, o marido da Raimunda teve um infarto, mas graças a Deus não
foi fulminante, ele está em observação no hospital e eu fiquei dando uma força
para a pobrezinha! Falei, sem nem ao menos saber se o corno de minha amiga
tinha mesmo enfartado. Entramos e ele trancou o portão, em seguida, já dentro
de casa, indagou, acreditando piamente na mentira que falei:
—Nossa, mas... ele corre risco ou tá estável?
—Estável, mas minha amiga... tadinha amor, ela está com medo, ele é
hipertenso, e acho que isso o deixou propício para essa condição! Respondi e
comentei, com voz chorosa...
No dia seguinte fui trabalhar na escola, rindo de minha atuação, mas
sempre alerta para não vacilar. É... prudência sempre, como bem lembrou Marcos,
e que macho delicioso. Deu saudade assim que acabou a foda, ele fez gostoso com
seu picão grosso, e merecia um bis. Encontrei Raimunda na sala dos professores,
e ela, ao contrário do que imaginei, estava radiante, com um aspecto mais
jovial ainda, então a cumprimentei e perguntei de seu corno:
—Bom dia Mundica, tudo em cima? E o seu esposo? Ela respondeu, afável:
—Bom dia Lulu! Graças a Deus foi só um susto, um pico de pressão
repentino!
—M-Mas... ele é hipertenso? Indaguei, sentando ao seu lado.
—É... foi diagnosticado com hipertensão, mas felizmente ele já se
consultou com a nutricionista e o cardiologista, agora é só mudar seus hábitos
e aceitar que já não é mais um garoto! Explicou Raimunda, que mordiscou uma
fatia de bolo de milho em seguida.
—Agora é um coroa né? Indaguei, troçando, e Raimunda quase engasgou
rindo...
Não pudemos falar sobre Marcos na sala dos professores; era um assunto
muito delicado e íntimo para ser tratado ali, então optei por contar a novidade
no intervalo, e quando já estávamos nos dirigindo a nossas respectivas salas,
uma voz masculina chamou a coroa:
—Raimunda, ei Raimunda! Olhamos em sincronia para trás, e vimos um belo
jovem. Alto, branquinho, cabelos lisos, compridos até os bíceps e quase loiros.
Olhos médios, nariz afilado e meio curvado para baixo no bulbo, lábios médios e
boca pequena. Seu rosto era meio arredondado, com um charmoso queixo meio
quadrado, o corpo era robusto... e gostoso.
—Oi meu amorzinho, vem cá meu tesudinho! Disse a coroa, abrindo os
braços. Tesudinho? Ih, mais um dos machos de minha amiga, e apesar de eu não ir
muito com a cara de homens cabeludos, aquele ali era exceção, o rapaz era
bonito e explodia virilidade.
—O papai mandou te entregar isso aqui, ele não vem hoje! Disse o rapaz.
Ele trajava uma elegante camisa azul-claro de mangas curtas e uma calça jeans
preta e portava uma sacola, a qual foi entregue a Raimunda, que após olhar o
conteúdo, deu um abraço grato no jovem.
—Luciana, vem cá rapidinho para eu te apresentar esse gatinho aqui!
Chamou a coroa. Obedeci e fui, interessada é claro, e ao me aproximar, o belo
macho me comeu deliciosamente com os olhos. —Lulu, esse é o Cássio... filho caçula
do Ariovaldo! Completou a coroa.
—Uau, você é um belo jovem, muito prazer, Luciana! Respondi, o
cumprimentando.
—O prazer é todo meu! Disse Cássio, e trocamos beijos formais no rosto.
O rebento mais novo e pauzudo do vigia... achei que seria um gordinho com a
cara espinhenta e apenas dotado.
—Saudade dessa sua terceira perna meu garotão! Disse Raimunda, baixinho
e o macho corou, mas corou mais que um tomate e riu cabisbaixo e sacudindo a
cabeça.
—Que é isso Raimunda, olha como você deixou o rapaz! Comentei, porque
ele estava bem envergonhado. Achei tão fofo. Humm, minha xoxota melou hein, melou
não, chorou...
—Você não conhece essa peça aqui Luciana, mas vai conhecer! Safado
fino! Rebateu Raimunda, piscando para mim. Cássio me fitou ainda enrubescido e
sorriu acanhado.
—Sua doida, deixe o moço! Falei, e o abracei. Ele exalava a safadeza e
a macheza do pai.
Cássio se despediu de nós e partiu, mas não sem antes explicitar seu
desejo de trepar comigo só no gestual e olhar. CLARO que eu treparia com o
filho do vigia, ÓBVIO. Aguardem.
—Brincadeiras à parte, o Cássio é o filho do qual o Valdo mais se
orgulha! Disse a coroa.
—Imagino, a gente vê que ele tem porte, educação e refinamento!
Comentei.
—Esse garoto passou em terceiro lugar no concurso do INSS Luciana!
Terceiro lugar, um concurso federal, o mais concorrido do Brasil, e o pai dele
não pagou cursinho não, o moleque estudou até agora em escola pública, se
preparou em casa e passou! O Valdo teve de ir para o hospital quando soube da
aprovação dele, porque não aguentou a emoção, e é por isso que ele mora com o
pai, porque também cuida dele, e é um menino tão humilde, tão amoroso... e o
melhor: ro-lu-do! Revelou Raimunda, e arregalei os olhos, depois gargalhei. Era
uma doida...
Minha mente estava fervilhando. Além de pensar nas cenas da transa que
tive com Marcos e seu cacetão, ainda me apareceu o filho do vigia, o qual eu já
sabia ser dotado mesmo antes de ter o prazer sexual de conhecer. Apenas 20
aninhos, realmente um amor de pessoa, adorei o jeitinho fofo dele. Quando um
filho se refere aos pais como “papai e mamãe”, mesmo já sendo adulto como
Cássio, é porque os ama, os respeita, e é um filho valoroso e honrado.
No intervalo, fui para a cantina, e Raimunda veio ao meu encontro,
exalando ansiedade no olhar, e eu já sabia o motivo de seu frisson: Marcos, o
professor de Química.
—E aí coroa, veio rápido! Não se aguenta de curiosidade né? Comentei,
troçando.
—Olha Luciana... primeiramente, coroa é o seu cu, tudo bem? Replicou
Raimunda, e gargalhei, chegando a assustar alguns alunos que passavam. —E aí
mulher, descobriu se o Marcos é pauzudo? Completou... a coroa, sussurrando e
sentando-se ao meu lado.
—17 centímetros! Transamos ontem! Respondi, e Raimunda me olhou com
espanto.
—17 é Luciana? Indagou a coroa, com ar de decepção no rosto.
—É grosso como o do Ariovaldo meu bem! Sendo assim, e eu amei a trepada
se você quer saber. Ele se garantiu, fez gostoso mesmo, mas realmente, só rolou
por conta da espessura da rola! Expliquei e justifiquei, de forma bem realista,
aí a cara da coroa mudou.
—É... 17 centímetros não é pequeno, e se é grosso que nem o do vigia
como você diz, no final das contas se torna um pauzão por causa desse detalhe!
Comentou Raimunda, lúcida. Apenas assenti com um sorrisinho bem safado, e
nossos pensamentos convergiram...
—Vamos pôr a virilidade do professor de Química à prova? Propus a minha
amiga.
—Infelizmente hoje não vai dar! Preciso fazer um acompanhamento da
condição do meu marido. Apesar do susto, e de nosso casamento ter tomado esse
rumo, não quero que ele morra, e não vou negligenciar cuidados para preservar
sua vida! Explicou a coroa, séria.
—Claro Raimunda! Eu faria o mesmo no seu lugar, sem dúvida! Respondi,
falando a verdade, pois nunca desejei mal ao meu marido. Deixar de amar nem
sempre quer dizer odiar.
Entretanto, minha realidade não era como a de Raimunda. Meu corno não
era hipertenso e não estava com qualquer enfermidade, sendo assim, após ligar
para “Débora” às 11h20, marcamos de nos encontrar na padaria onde costumo fazer
meu desjejum matinal. Orientei direitinho como o macho chegaria de forma
discreta, e após cerca de 10 minutos, o comedor chegou em seu carro, e entrei
pela porta traseira, após me certificar de que não havia nenhum conhecido meu
ou do corno por perto. Levantamos poeira...
—Quase boa tarde minha gostosa! Saudou Marcos, sorrindo.
—Quase boa tarde meu gostoso! Respondi, e rimos.
Na minha casa nem pensar. Naquele dia em que transei com Valdo e ao
chegar, dei de cara com o corno num horário mais cedo que o de costume, fiquei
muito tensa, então não podia arriscar, sendo assim, fomos para o mesmo motel da
foda anterior. Era o mais perto.
Sentada à beira da enorme banheira de hidromassagem da suíte e com as
pernas bem abertas, Marcos chupava deliciosamente minha buceta, com o mesmo
tesão da primeira vez. Sua boca cobria minha vagina e seu órgão do paladar a
penetrava gostoso, fundo e me causava arrepios, fazendo eu gemer manhosa,
depois passou sua língua malvada em meu clitóris e o torturou, arrancando
gemidos altos e aflitos de mim, com pinceladas rápidas e lambidas suaves.
Nossa, como aquele macho chupava gostoso a minha buceta; seus lábios puxavam
suavemente meu clitóris e os chupavam, causando tremores e gemidos chorosos em
mim. Quase gozei.
Tirei o docente da minha xoxota e o pus de pé dentro da banheira. A
hidro estava quase cheia, então despejei os sais e agarrei sua tora grossa,
abocanhando em seguida, mamando faminta, avançando e engasgando com aquela
espessura deliciosa, a boca estufada e já tossindo.
—Isso gulosa, mama gostoso sua tesuda do caralho! Disse Marcos,
taradíssimo.
Claro que mamei gostoso. Segurei a base do cacetão e fiz um vai e vem
rápido, mas sem avançar muito, depois parei e tentei atolar, engasguei, tossi e
segui, meneando meus lábios e grunhindo com aquela grossura gostosa, e que
quase consegui chegar à metade. Tirei, ofegante e com bastante saliva formada,
Marcos ergueu minha cabeça, segurou sua rola e deu batidas em meu rosto,
espalhando o esputo, pus a língua para fora e ele deu mais batidas, depois
roçou, roçou gostoso e enfiou, mantendo minha cabeça elevada, e me fazendo
engasgar de novo ao tentar atolar sua espessura de macho. Que delícia, tirei,
com várias linhas de saliva formadas, cuspi e abocanhei de novo, meneando a
cabeça e os lábios até engulhar e quase vomitar.
A hidro estava quase cheia. Desliguei a água e pus Marcos sentado em um
dos degraus, com seu corpo parcialmente submerso, em seguida montei de frente,
conduzi seus deliciosos 17 centímetros grossos para a entrada da minha buceta e
pincelei, rocei e esfreguei, gemendo tão tarada quanto ele, em seguida sentei
gostoso, e gemi alto, sentindo um tremor pelo corpo seguido de um calafrio, o
calafrio do preenchimento total de minha vagina com sua grossura, respirei
fundo, ofeguei e então iniciei a cavalgada suave, e logo aquela rola acima da
média foi absorvida pela minha xoxota gulosa, Marcos segurou minhas nádegas e
me acompanhou.
—Humm... isso, assim, mete gostoso seu safado! Falei, rebolando e
quicando naquela tora deliciosa. Marcos agarrou com paixão minha bunda grande e
seguiu bombando fundo.
Um tempo depois, o comedor me pôs de pé, me virou de costas, apoiou
minha perna direita sobre a borda da hidro, arrebitou minha bundona e socou sua
rola grossa na minha racha de novo, me fazendo delirar, em seguida estapeou
minhas nádegas, segurou minhas ancas como um macho dominador gostoso e socou
até o talo, dando trancos, fazendo aquele delicioso “plaft, plaft” que eu amo
numa foda, cujos gemidos altos consequentes disso me levavam ao delírio.
—Isso gostosa, rebola, remexe esse rabo gostoso! Disse Marcos,
ensandecido.
—É desse jeito que você fode a Camila? Indaguei, provocando.
—Não, você me inspirou a fazer melhor! Respondeu o docente, que puxou
meus cabelos e cabeça para trás e aumentou o ritmo das bombadas, me fazendo
gritar de tesão.
Não demorou muito para Marcos começar a dedilhar meu cu enquanto
alimentava minha buceta faminta. Ele sabia que tínhamos tempo sobrando dessa
vez, e eu não daria uma de Camila, seria a Luciana que sou, e faria sim anal
com ele, porque um rabo de 102 centímetros como o meu, merecia uma piroca com o
calibre da dele. O macho soube me deixar doidinha com seu sexo cafajeste de
casado infiel. Ele girou o polegar, deu uma cuspida e meteu, sem parar de me
foder a xota, depois enfiou o indicador, o médio, e ambos, e seguiu estocando
com a rola e os dedos, me levando ao delírio, então pirei, tirei sua pica
grossa da minha xoxota e a subi em direção ao meu anelzinho, esfreguei e
pincelei, então dei o presente ao macho:
—Mete seu safado, come com paixão esse cuzinho!
Nem preciso dizer que Marcos pirou, mas manteve seu equilíbrio sexual.
O comedor besuntou sua tora com saliva, depois encostou na entrada do meu rabo
aquela cabeçorra, forçou um pouco a entrada, e ela deslizou quase toda, me
fazendo dar um suspiro aflito, seguido de uma leve dispneia. Gemi alto e
relaxei, o professor seguiu devagar, e a glande passou, dei outro gemido alto e
minhas pernas tremeram, senti meu cu ser alargado deliciosamente além do
normal, então ele bombou devagar, avançando pouco, apresentando seu pau gordo
ao meu rabo, para ambos serem amiguinhos; ele parou um pouco e retomou as
estocadas leves com o que tinha metido até então, mostrando maestria no sexo
anal.
—Caralho, esse rabo é delicioso demais, meu Deus, olha o tamanho disso!
Comentou Marcos, maravilhado com a largura do meu traseiro. É... eu sei que sou
rabuda e gostosa...
O cacetão foi avançando, roubando mais gemidos altos de mim. Sem
pressa, meu cu ia acolhendo aquela grossura deliciosa de pica. Senti a metade,
pois toquei, o comedor foi bombando o que já tinha conseguido, e o ritmo
embalou deliciosamente, dei uma rebolada sapeca, sorrindo e olhando para trás,
Marcos sorriu e entendeu... que era hora de cessar o cavalheirismo... e me
foder como um macho, então, suavemente, ele meteu até o talo, e gritei.
Com minhas ancas sob suas mãos, me deixando bem presa, o professor de
Química começou a mostrar a força de seu pau grosso, o “plaft, plaft” agora era
anal, igualmente delicioso e viciante como o da xoxota. Meus gemidos e gritos
embalavam a sinfonia de luxúria naquele quarto de motel. Claro que doía, mas
doía gostoso, qual pauzão não dói? Eu já suava profusamente, mas sem vontade de
parar, e Marcos seguia, respirando como um leão faminto e trucidando meu rabo
sem pena. Eu sentia cada prega sendo destruída, e delirava.
—AAAHHH... isso, isso, assim, fode esse cu seu puto do caralho! Safado,
safado! Ordenei, surtada de tesão ao sentir as bombadas ferozes do macho.
Após um tempo, Marcos se sentou à beira da hidro, e me fez sentar de
costas com o cu em sua tora grossa. Apoiei a perna esquerda sobre a borda da
banheira e sentei devagar, sentindo aquela espessura de macho alargar meu rabo
novamente. Naquela posição eu tinha o controle da foda, e não podia exagerar,
pois tinha aula para dar mais tarde, e não arriscaria voltar para casa, então,
prudência sempre. Fiz a gangorra devagar, deixando o pau entrar no meu rabo aos
poucos, gemendo e grunhindo. Marcos deixou que eu conduzisse o ritmo, e assim o
fiz, fui atolando aos poucos, mas uma hora a pica do macho encaixou tão mais
gostoso, que surtei e liguei o foda-se, começando a brincar de gangorra naquela
picona grossa.
Marcos segurou meu ventre e acompanhou meus movimentos, em seguida sua
mão desceu para minha xoxota e a estimulou deliciosamente, afastei seus dedos e
segui quicando, quem decidia a hora de gozar era eu. Apoiei a outra perna sobre
a borda da banheira e pulei com aquele pau bem grosso atolado no cu, gemendo,
grunhindo e gritando ensandecida, suada, surtada, alucinada, descontrolada,
bradando palavrões enquanto meu cu só se alargava.
—Porra, que mulher feroz! Comentou Marcos, que desandou seu ritmo um
pouco, mas logo sintonizou-se novamente. Imaginem só se ele fosse pauzudo de
verdade...
Sentei de frente dessa vez, e aquela posição era o chamariz para o
orgasmo, e como quem decidia a hora de gozar era eu, quiquei gostoso novamente,
sentindo minha vagina friccionar com a virilha do macho. Marcos abriu minhas
nádegas e gritei ao sentir a rolona arregaçar ainda mais meu cu, o abracei e
nos beijamos, então...
—Vai Marcos, vai, vai, não para, não para, não para, vou gozar, vou
gozar filho da puta, mete, mete, mete, vou... vou... gozaAAAAHHHH! Implorei,
surtada mesmo, chorando no final, porque o gozo veio como uma descarga violenta,
e urrei até quase ficar rouca, pulando sem parar no pau grosso do professor de
Química, sentindo o ar daquela suíte se tornar rarefeito.
Sentada sobre meus joelhos, fui parando aos poucos, e Marcos também
diminuiu seu ritmo. Nossos corpos suados e quentes como vulcões em erupção,
praticamente se fundiram num abraço de prazer intenso. As mãos do comedor
envolveram minhas costas e a acariciaram de baixo para cima, cruzando-se em
minha nuca, e um beijo avassalador e cafajeste nasceu ali, o ósculo do adultério
mútuo, de um casal que já não se importava mais com seus companheiros.
Adentramos a hidro afim de refrescar nossos corpos, e Marcos
recostou-se, fiquei ajoelhada entre suas pernas, apenas com parte de meu tórax
de fora e caí de boca em seu cacete largo e já lavado. Mamei com fome,
engasgando, grunhindo e tossindo, e logo quem urrou foi o docente, enchendo
minha boca de porra quente e densa. Não arredei, engoli tudo, só soltei a rola
quando não havia mais nenhum resquício de esperma. Macho gostoso do caralho.
—Puta que pariu Luciana! Você é braba hein! Comentou Marcos,
esbaforido. Eu ainda continuava chupando sua rola, a qual mesmo meia vida,
ainda me deixava bem preenchida.
—Obrigada meu querido! Você também não mandou recado! Retruquei, e ele
sorriu. Nos entreolhamos, esbaforidos, extasiados e plenos de prazer. O
“dotadinho” marcou outro gol.
Quase extrapolamos a permanência mínima de duas horas. Faltaram 10
minutos, mas conseguimos tomar um belo e revigorante banho. Meu cu ardia e
latejava, mas estava feliz.
—Putz, sete chamadas da Camila! Comentou Marcos, tirando o celular do
silencioso.
—Deve ser algo urgente, retorne! Comentei, terminando de me vestir.
—Não, ela deve estar puta da vida... porque quem era para estar comigo nesta suíte de motel hoje... era ela! Retrucou o cafajeste, rindo. Não acreditei, e sacudi a cabeça.
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Curtindo essa deliciosa minissérie? Espero que sim, pois a putaria está só começando e promete ferver a graus incalculáveis. Quem leu sabe do que estou falando. Quero dizer a todos vocês que estou muito feliz com a interação, estou adorando os comentários e quero mais (risos), isso me empolga a continuar postando. Comentem, expressem-se, e sei que muitos o fazem de forma anônima, mas não precisam ter vergonha, deixem seus nomes ou apelidos no final do comentário para que eu os conheça, isso é bacana, cria um laço legal, fortalece a relação escritora-leitor.
Beijos e boa leitura, e boas gozadas gostosas.
lucycontistasexy@gmail.com - envie sua história para ser postada aqui, ou deixe sua mensagem. Responderei com o maior prazer, assim como respondo a todos os comentários.
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Comentários

ola guerreira,eu nao gosto muito de ser repetitivo nos meus comentarios,mas eu estou sendo,porque e´um prazer reler tuas aventuras ou contos,ou como tu achar melhor dizer.e de uma certa forma pra quem gosta de tu,aqui esta melhor,da pra gente ler aquela historia mais picante mais vezes,e de uma forma mais rapida de achar o conto que a gente quer,me desculpem os erros ortograficos,mas meu teclado e´ antigo,e nem sempre a acentuaçao fica bom pra gente escrever.vou olhar se eu acho um apelido pra mim, se cuida guerreira ate´
ResponderExcluirNão acho seus comentários repetitivos, se você comenta é porque gostou e eu valorizo isso. Fico muito agradecida pelo carinho que você expressa em suas palavras e isso me motiva a seguir. Beijos.
ExcluirSempre gostei de ler contos eróticos, mesmo os fictícios, mas quando me deparei com os seus, lá no contoserotico.com, viciei, apaixonei, porque são inquestionavelmente reais, sem contar a paixão que você coloca na escrita, seu poder de transportar os leitores pra dentro da história. Eu nunca vi isso, nunca vi tanta sinceridade nas sensações descritas, e é isso que te torna a melhor. Reler seus relatos renova o prazer sentido e isso é uma qualidade que poucos possuem. Seu sucesso é merecido e espero que os demais reconheçam isso e comentem. Beijos do seu fã eterno, Cícero.
ResponderExcluirMuito obrigada pelo seu carinho. Fico feliz em ter você como seguidor e admirador, assim como os demais. Beijos.
ExcluirEh Camila não sabe o que tá perdendo hein.
ResponderExcluirDelícia de texto, como eu gostaria de provar dessa bunda gulosa... Quando leio fico me imaginando no lugar do comedor....
ResponderExcluirLeandro (hanjomoreno)
Saudação Lu
ResponderExcluirMarcos se encantou pelo encantos dessa "cavala" sabe de nada inocente kkk
(Mike)