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Conseguimos voltar em tempo hábil. A terceira turma que assumi tinha 12 alunos. Quase a mesma coisa das duas anteriores. Essa tinha mais jovens, entre 20 e quase 40 anos, e os homens eram maioria. Haviam pescadores, “bugueiros”, ambulantes de praia e donas de casa.
Dois machos me chamaram a atenção, um branco e outro negro, pois sob suas bermudas jeans justas, vi pacotes consideravelmente grandes. Mulheres sabem reparar essas coisas sem que o macho perceba, e aqueles caras me devoraram com seus olhares. O branco era um coroa; alto, cheinho, rosto arredondado, nariz grande, olhos estreitos e lábios finos; tinha cabelos cheios e ondulados, e denotava ser um homem simples. O negão era mais magro que o branco, e trabalhava com passeios de bugre, pois estava uniformizado. Cabeça raspada, olhos estreitos, nariz largo, lábios carnudos e boca grande. Feioso, mas se fosse dotado virava galã de cinema...
Após ordem do coordenador, liberei os alunos faltando uns 15 minutos
para as 22h. O negro e o moreno me cumprimentaram, e como safados que se
prezem, não deixaram de me secar, e eu, secar seus volumes, que pareciam sim
grandes, mas apesar da malícia em seus olhares, foram cordiais, educados e
respeitosos comigo. Uau, dois dotados na escola e um professor que eu rogava
ser pirocudo também. As coisas não seriam tão normais como imaginei.
Raimunda, Marcos e Camila estavam fora da escola conversando. Parece
que fui a última das professoras a encerrar a aula, mesmo liberando os
discentes antes do horário previsto. O comedor de Química não poupou um olhar
lascivo para mim quando me avistou. Fiz o mesmo, e após nos despedirmos e
darmos uma paqueradinha rápida, fui para casa com Raimunda.
Durante TODO o percurso de volta, eu e a coroa não parávamos de
especular sobre o pau do professor de Química, e nem me lembrei de dizer a ela
que haviam dois possíveis pauzudos em uma das turmas que assumi. Aquela transa
de Marcos e Camila naquela guarita suja, destruída e escura, cujo teor foi
apenas audível, mas nem por isso deixou de ser palpável as nossas sensações,
era a pauta da fofoca entre nós, que ríamos até passar mal com nosso nível de
sacanagem altíssimo. Quando ela entrou na rua onde eu moro, propôs:
—E aí Luciana, vamos tirar a dúvida se o Marcos é roludo ou não?
—Ah Raimunda, não sei, melhor ficarmos quietas e repartirmos nosso
vigia mesmo! Falei, realmente temerosa de me expor, apesar do tesão gritar para
eu topar essa sandice.
—O Marcos está caidinho por nós duas, especialmente por você. Eu
reparei o jeito que ele te fitava, não creio que aquele homem tenha um pinto
pequeno, sendo que ele bota aquela loiraça para gemer gostoso quando a fode!
Você ouviu os gemidos dela, e mulheres não costumam ter esse tesão todo por
homens de rola mais ou menos, ou pequena, não no caso deles, que são amantes,
porque o professor não é marido dela! Retrucou e explicou Raimunda.
—Bicho safado né mulher? Trai a esposa na maior! Comentei, e Raimunda
riu.
—Mais um motivo para minha aposta não estar errada! Rebateu a coroa, no
exato momento em que chegamos e estacionamos em frente ao portão de minha casa.
—Não sei... eu percebi mesmo os flertes dele, mas... vou deixar correr!
Respondi.
—Eu também notei os SEUS flertes com ele! Tenho uma quilometragem a
mais que você Luciana; eu percebo as coisas e me faço de besta às vezes! Sabe,
a vida é curta demais para vivermos ponderando e relutando. Olha a loucura que
fizemos naquele Laboratório de Ciências, olha a loucura que eu fiz antes dessa
loucura, ao me envolver com um vigia, e não me arrependo de nada, e você me ajudou
a renascer como mulher! Depôs Raimunda, e a fitei, assustada.
—E-Eu? Como assim? Questionei, sem entender onde ela queria chegar.
—É Luciana, você é uma mulher emancipada, resolvida no sexo, não tem
medo, se entrega quando sente tesão, acredita no seu tesão, e isso é algo lindo.
A sua atitude no Laboratório de Ciências me deixou profundamente reflexiva
sobre minha conduta sexual, então eu vi, após experimentar toda aquela
avalanche de prazer, que não devia reprimir meus instintos, que eu não devia me
achar uma vadia por externar minha libido como externo. Nós temos uma história
por trás de nossa sexualidade, e ela não nos permite dar a NINGUÉM, o direito
de nos taxar como putas! Desabafou Raimunda, e chorei de emoção. Ela me abraçou.
—Oh Raimunda... obrigada! Você é uma mulher maravilhosa! Depus, chorando
e aninhada em seu peito. Ela sorriu e afagou meus cabelos. Éramos mesmo MUITO amigas...
Convidei Raimunda para entrar e conhecer meu corno, e ela aceitou. Era
uma medida mais segura para evitar questionários idiotas também, e ela entendeu
minha atitude. Foi um papo rápido, mas bacana; o galhudo sempre foi educado e
cortês com minhas amigas e qualquer visita, sabia se portar e conversar
qualquer assunto. Disso eu não tinha do que me queixar.
No dia seguinte, enquanto eu me arrumava para ir trabalhar na escola
pela manhã, Raimunda me ligou dizendo que faltaria, tanto na instituição onde
somos efetivas, quanto no EJA, pois seu marido passou mal durante a noite e
teve de ser levado ás pressas para o hospital, sendo assim... eu ficaria sem
minha carona para ir e voltar. Pensei em faltar no compromisso noturno, mas também
pensei em Marcos, e a curiosidade me compeliu a ratificar minha presença no
turno escolar da noite, embora eu tivesse medo de ficar sozinha num ponto de
ônibus às 22h, mas tinha o corno, ele havia se prontificado a ir me buscar, e
vejam só como a importância do meu marido estava minguando... eu sequer tinha
lembrado dele a princípio.
Após o expediente, fui para casa, almocei e tirei uma soneca
revigorante. Acordei às 16h para começar os preparativos do meu trabalho
noturno, pois sem a carona de Raimunda, o percurso de ônibus demoraria o DOBRO
do tempo do que se eu fosse de carro, então teria de sair mais cedo de casa.
Tomei um banho, e me masturbei é claro, imaginando a transa do professor de
Química com Camila, e me vendo no lugar dela. Resolvi dar esse voto de
confiança para minha mente e Marcos, e comecei a crer que ele era dotado. Dizem
que a expectativa é proporcional a decepção, mas eu sempre procurei ver a vida
com positividade.
Após a deliciosa ducha, pus uma blusa preta de mangas compridas e
barras rendadas, a qual cobria minha bunda gulosa, pois eu temia assédio, e uma
calça jeans, que como todas as que tenho, são justas, mas pelo menos essa não
me deixou com o corpo tão delineado assim. Finalizei com uma sandália de salto
pequeno e fui para o ponto de ônibus às 17:00. Seria um percurso longo, eu teria
de descer no centro comercial do município onde moro e pegar outra condução
para chegar ao litoral, e à escola, e era aí que a viagem se tornava extensa.
Cheguei à escola precisamente às 18h20. É, eu disse que era uma viagem
longa indo de ônibus, pois o mesmo tem um tempo enorme de espera no terminal,
além disso, dá muitas voltas, faz muitos embarques e desembarques de
passageiros que moram antes da praia, e anda na velocidade de uma tartaruga
paraplégica, sendo assim, demorou muito mesmo.
Cheguei à sala dos professores e vi Marcos... e Camila, além dos demais
docentes. Ela, no maior chiclete com ele. O cafajeste trajava uma camisa gola
polo preta com listras brancas e vermelhas, e gola branca, com uma calça jeans
preta também. Sua amante, uma blusinha sem mangas e estampas floridas,
acompanhadas de um legging preto. Ela era muito gostosona, além de linda. Claro
que o professor de Química me comeu com seu olhar safado, e fiz o mesmo.
—Boa noite pessoal! Cumprimentei, e todos responderam a saudação.
—Boa noite Luciana! Está um deslumbre hoje! Saudou e elogiou Marcos, e
vi Camila entortar a boca e abaixar a cabeça, visivelmente enciumada com a
galinhagem do amante.
—Boa noite Marcos! Obrigada! Respondi, e me sentei ao seu lado. Camila
deu um sorriso embotado e também a cumprimentei para quebrar um pouco o clima
de ciúmes.
—E sua amiga Raimunda? Vai se atrasar? Questionou Marcos, me fitando.
—Ela teve um problema pessoal e não pôde vir! Hoje estou sem minha
carona para casa! Respondi, já deixando a sugestão para a certeira oferta do
docente gato em me fazer a gentileza.
—Puxa, que pena... meus votos sinceros para que tudo acabe bem!
Comentou Marcos, e me surpreendi ao sequer ouvi-lo oferecer a carona. Nossa, o
jeito era ligar para o corno...
—É... assim desejo também! Respondi, o encarando. Ele sorriu.
Conversamos bobagens para matar o tempo, então, o coordenador gay veio
nos avisar sobre o início de nosso expediente. Nos levantamos, e então Marcos
sussurrou no meu ouvido enquanto íamos cada um para sua respectiva sala de
aula, Camila estava bem à frente de nós:
—Dou uma carona para você hoje, não se preocupe! Olhei para ele
admirada, e vi seu sorriso de safado, sorri e o fitei de baixo para cima,
mordisquei o lábio inferior e aticei:
—E a Camila?
—O namorado dela vem busca-la hoje! Respondeu o docente gato.
—O corno você quer dizer né? Rebati e acelerei meus passos, deixando-o
para trás, e sem olhar para trás. Imaginar a cara dele era mais divertido, e
certamente ele estava rindo...
Surpreendentemente, os dois alunos que eu suspeitava serem dotados,
faltaram naquele dia, então foi tudo monotonamente tranquilo. No intervalo,
Marcos e Camila não deram sua escapadinha para trepar no estacionamento, e não
era para menos. Aquele lugar parecia um cenário de filme de terror, e só mesmo
estando muito apaixonada para topar transar ali. Percebi seus olhares de longe,
olhares convidativos, lascivos e sedutores. Ele era bonito.
Assim como no dia anterior, o coordenador encerrou as aulas mais cedo,
aliás, mais cedo ainda. Eu só torcia para que esse descumprimento de horário
não fosse refletido em um desconto safado nos nossos proventos no final do mês,
porque aí ia dar merda, pois eu e nenhum dos docentes, pedimos para sair mais
cedo, mas beleza, não achei de todo ruim.
Do lado de fora, vi Marcos, encostado na porta de seu carro, mexendo no
celular.
—A carona ainda está de pé? Indaguei. Ele me fitou rapidamente, e
sorriu.
—Estava lhe esperando, amável colega! Respondeu o safado, que piscou
para mim. Sorri e ele contornou seu veículo, indo para o lado do motorista, em
seguida abriu a porta do carona para mim e entrei, e enquanto afivelava o cinto
de segurança, o macho deu partida no possante.
—Camila já foi? Perguntei, enquanto ele já se posicionava na avenida, e
dava um arranque apressado. Eram 21h, e ele queria aproveitar bem o tempo
comigo... me arrepiei.
—Já, o namorado dela veio busca-la! Respondeu Marcos, enfatizando o
“namorado” e me fitando com aquele olhar cínico e safado. Sorri para ele e
comecei a instigar, então trocei:
—Acho tão engraçado esse seu respeito com o chifrudo! Ele riu alto.
—Como sabe que ele é corno? Eu não sei de nada disso! Retrucou, cínico.
Já estávamos na avenida central, fora do distrito praiano. Marcos era ágil, ou
estava ansioso por algo comigo?
—Se o que aconteceu na guarita daquele cemitério que o povo chama de
estacionamento não foi uma traição mútua, acho que preciso atualizar meus
conceitos sobre infidelidade! Rebati, e o macho deu uma freada brusca próximo a
um semáforo que fechou.
—Você... esteve lá? Perguntou o docente de Química, estupefato.
—Olha... estive, mas não com a intenção de seguir e espionar a transa
de vocês, na verdade eu sequer desconfiava que aquele recinto jogado às moscas
tinha alguma alma viva, apenas... fui dar uma volta para conhecer as
redondezas, e de repente, ao passar por ali, fiquei surpresíssima ao ouvir um
casalzinho infiel pondo a conversa em dia na guarita, e como eu tenho uma boa
memória, pois leciono matemática, reconheci sua voz e a de Camila! Expliquei,
fazendo aquele coquetel de verdade e mentira e oferecendo a ele, que só pelo
sorriso safado ao ouvir minha resposta, tomou tudo num gole só. Ah, homens...
tão espertos, e tão burrinhos.
—É... já que você descobriu sem querer... é isso sim! Temos um caso há
um bom tempo! Admitiu Marcos, sorrindo maliciosamente. Fitei bem sua mala, e a
mesma parecia grande.
—E... é um caso monogâmico, ou... aberto? Indaguei, alisando sua coxa.
—Para mim... sempre será aberto! Respondeu Marcos, que beijou minha
boca deliciosamente. Humm... pegada ele tinha, e pegada gostosa. Correspondi na
hora.
O sinal ficou verde, e então o macho arrancou. Trocávamos olhares, mãos
bobas, e ao entrarmos na rodovia, mais à frente, o comedor dobrou à direita, e
entramos num motel.
—Preciso ligar para o meu marido antes e inventar uma história! Falei,
quando estávamos prestes a cruzar o portão automático de alumínio que se abria
diante de nós.
—Prudência sempre! É isso aí! Comentou Marcos, e sorri enquanto
discava.
Moleza. Expliquei ao corno que estava acompanhando Raimunda no hospital
em uma visita ao seu marido, e o galhudo sequer fez perguntas, e para deixar a
mentira ainda mais enfeitada, disse que um Uber viria me deixar em casa, assim,
eu não andaria sozinha tarde da noite pela rua onde moro, pois ali não se pode
vacilar, a morte só espera uma oportunidade...
Primeiro tomei um banho, sozinha, e obviamente não lavei a cabeça. Foi
um asseio rápido, saí do banheiro trajando apenas um roupão do motel, em
seguida Marcos foi se assear, mas antes demos aquele amasso delicioso, e senti
sim algo bem convidativo ao apalpar seu pau. O clima de mistério me deixava
mais excitada ainda. Seria pauzudo? Pelo pacote que percebi, pouca coisa não
havia ali, podia não ser um professor Bruno da vida, mas não decepcionaria.
Esperei Marcos na cama, e o asseio dele foi rápido. Vi o macho sair do
banheiro enrolado na toalha, o que mostrava sua higiene séria em não vestir uma
cueca usada para transar. Trocamos olhares, ele, cada vez mais sedutor, então veio,
e o que havia sob a peça de banho definitivamente não iria me decepcionar,
mordi o lábio inferior, ele subiu na cama redonda e bem arrumada, e me beijou,
em seguida abriu meu roupão, e fitou deslumbrado meu par de seios pequenos, caiu
de boca neles, não me fiz de rogada e puxei sua toalha, então vi...
17 centímetros depilados de rola. Veias salientes e calibrosas saindo
da base até abaixo de uma glande larga, arredondada e rosadinha, sem prepúcio,
pois era circuncidado, as bolas eram médias e o cacete era reto, mas a grossura...
gente do céu, aquele homem seria da família de Ariovaldo? A rola do macho era
grossa como a do vigia, ou mais.
Sim, a piroca era mais grossa que a de Valdo, e aquilo lhe deu a
permissão para foder a sua coleguinha, pois os três centímetros que lhe
faltavam para ter o mínimo que eu tolero num dote, foram compensados de forma
magistral na espessura. A segunda e última exceção que eu teria de abrir... a
primeira vocês já sabem, quer dizer, nem eu sabia, quiçá vocês...
—Uau... por isso a Camila engasgou! Como uma rola dessa grossura vai
caber naquela boquinha dela? Comentei, segurando e vendo minha mão sequer
fechar no diâmetro.
—Na sua será o encaixe perfeito! Disse o comedor, tirando meu roupão, e
ficando embasbacado com meu corpo nu. —Meu Deus, você é um mulherão! Caramba,
que quadril largo e lindo! Completou Marcos, maravilhado, tão bestificado
quanto eu ao não tirar os olhos de seu pauzão. Sim, um pauzão no final das
contas, porque era muito grosso.
Marcos ficou de pé no colchão, e eu me ajoelhei e acarinhei aquela tora
larga, percorrendo aquele comprimento razoável, mas de espessura respeitável
com a mão direita. Acarinhei as bolas com a esquerda, dei um longo cheiro na
base, lambidas pelas laterais até chegar a cabeçorra, onde beijei e lambi,
arrancando gemidos do macho, em seguida, abocanhei, e alarguei minha boca com o
calibre do brinquedo.
Humm, que grossura deliciosa; minha boca estufou, mas não me intimidei,
mamei até passar um pouco da glande, meneando e remexendo meus lábios e
avançando até onde dava, e deu até quase a metade, onde emperrei e engasguei.
Recuei um pouco até o cabeção e segui chupando, Marcos gemeu tarado e acariciou
meus cabelos, massageei a piroca enquanto inclinava minha cabeça e cutucava
minha bochecha e torturava com meus lábios, bem naquele lugarzinho onde começa
a glande, e o comedor se arrepiou todo, gemendo aflito, depois recuei, avancei
até engasgar, recuei de novo, tirei e dei uma cuspida no pau, espalhando em
seguida.
—Realmente... foi o encaixe perfeito! Comentei, e Marcos riu tarado.
Havia uma cadeira erótica na suíte, próxima a hidro, e Marcos me suspendeu da cama em seus braços fortes, como aqueles príncipes dos contos de fada fazem, e achei até romântico. O comedor me pôs sobre o exótico objeto cheio de ramificações, as quais davam muitas possibilidades de posições, deixou minhas pernas elevadas, sentou-se numa parte mais baixa, e caiu de boca em minha xoxota, me fazendo gemer alto.
Que delícia, o macho de pica acima da
média sabia chupar uma mulher com maestria, sua língua quente passeava por toda
a minha vagina, suavemente, como uma pluma, e quando chegava ao clitóris, fazia
uma leve pressão, me causando arrepios, depois ele puxou com seus lábios e
chupou carinhosamente, abarcou a racha com sua boca e meteu seu órgão do
paladar lá dentro, fundo, e fez o vai e vem. Pirei...
As duas mãos de Marcos envolveram meus seios e começaram a brincar com
os mamilos petrificados dos mesmos enquanto sua boca não parava de chupar minha
buceta. O cara me chupava com fome, segurei seus cabelos e me contorci,
atochando o rosto dele em minha racha e fiz o vai e vem. Que delícia de oral
aquele roludo fazia, chegava a me dar dispneia.
—No ponto! Disse Marcos, se levantando, na hora certa, perfeita. Ele
queria me fazer gozar levando seu pirocão, e não no oral. A cara do macho
estava melada, a seiva de minha xoxota chegava a pingar de seu nariz médio.
Fitei seu olhar tarado e instiguei:
—Será que eu aguento um pau dessa grossura na buceta? Estou com medo!
—Relaxe, eu sou bem carinhoso! Replicou o comedor, erguendo mais minhas
pernas, me deixando bem abertinha, em seguida ele pincelou sua rola gorda em
toda a minha xoxota, roçou pressionando o clitóris, me levando ao delírio e então
meteu. O cabeção e mais um tanto daquela rola espessa alargaram e preencheram
deliciosamente minha racha.
Gemi alto e grunhi manhosa. Marcos parou um pouco, alisou e massageou
minhas coxas, afim de me fazer relaxar, e relaxei gostoso, massageou as
laterais de minha vagina enquanto retomava suavemente as bombadas, subiu suas
mãos até meus seios e os envolveu, então o picão entrou mais, e delirei. O
macho sabia meter, e conforme avançava, me alargava, causando sensações
inenarráveis, só pude narrar mesmo o quão estava gostoso.
—Humm... que delícia, assim... suave, mete, aaahhh! Falei, inebriada de
tesão.
Marcos meteu mais, e logo escondeu seus 17 centímetros bem grossos em
minha xoxota. Ele deu um leve tranco e me fez gemer surtada de tesão, com as
pernas tremendo. Sim, aquele membro acima da média nacional (a qual não sabia
até então) estava me dando muito prazer, não parava de melar minha racha
gulosa, mas claro, se não fosse a grossura excrescente, talvez uma dorzinha de
cabeça teria posto a foda no lixo. O comedor bombou suave, recuando pouco e me
fazendo sentir o talo de sua rola, depois quase tirou, e socou até encostar a
virilha, repetiu isso várias vezes, e a cada repetição, eu me excitava mais
ainda. Que delícia de homem.
—Temos de ser rápidos, senão seu marido pode desconfiar! Alertou o
comedor.
—E a sua mulher? Não desconfia? Retruquei, provocando, e o ferro
entrando. Delícia.
—Claro que não! Trair é uma arte, mentir faz parte! Rebateu o docente,
e ri alto.
—Você é um puto safado! Falei, o encarando com um tesão brutal. Ele
sorriu e bombou com força, me fazendo gemer mais alto. —Isso, isso seu safado,
assim que eu gosto, soca, mete! Completei, ensandecida e sentindo meu corpo
balançar junto com a cadeira erótica.
Após um tempo, fui posta de quatro à beira da cama, e Marcos pirou com
meu rabão guloso bem arrebitado. O macho o alisava, apertava e estapeava com
veneração, caiu de boca em minha xoxota de novo, chupou com maestria, e sua
língua também disse “olá” para o meu cu, mas anal naquelas circunstâncias nem
pensar, o relógio era nosso inimigo, e uma grossura daquelas implicaria em
ardências e uma certa dificuldade para sentar e andar, mas isso não significava
que o docente de Química não me enrabaria, só não seria naquele momento...
Marcos meteu gostoso, e me fez balançar as pernas, contraindo os dedos
dos meus pés, deu aquela paradinha para a nova posição se enturmar com seu
calibre, e depois o embalo delicioso seguiu; ele segurou minhas ancas largas, e
apaixonou-se em bombadas carregadas de um tesão indizível, notado só pela
respiração dele. Quem quer bis, tem de fazer bem feito na primeira vez, e disso
eu não tinha queixa, o infiel safado sabia dar prazer a uma mulher com seu pau
grosso, e senti aquele alargamento prazeroso, aquele preenchimento além da
conta me levar às nuvens, causar tremores pelo meu corpo, e gemi tarada,
pedindo mais e mais.
O delicioso “plaft, plaft” produzido pelo choque da virilha do
professor contra minha bunda, dava o tom de que seu picão gordo passeava
livremente em minha xoxota cada vez mais gulosa. Marcos mantinha minhas ancas
sob suas mãos viris e conforme bombava, me puxava para chocar meu rabo contra
sua virilha, com a perna esquerda apoiada na cama. Ele fez um jeitinho, um
gingadinho, que fez meu corpo berrar pelo orgasmo, e ele veio, veio com
brutalidade, explodindo a porta, e urrei chorosa naquele motel.
—Isso, goza, goza gostoso sua safada! Disse Marcos, continuando a socar
sem parar.
—AAAIII, ai, ai, aaaAAHHH... soca, soca, não para, n-não para, mete!
Gritei e implorei, sentindo meu corpo quase colapsar com aquele clímax. Que
surpresa meus amores, a piroca de 17 centímetros bem grossa do professor de
Química me proporcionou um orgasmo avassalador.
Debrucei-me sobre a cama, e Marcos fez o mesmo, sem parar de meter...
CONTINUA
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Surpresa meus amores. É, já estou de férias, e para compensar o atraso, postei mais uma parte hoje e postarei o restante posteriormente,(se a internet não me sabotar, é claro). Nossa, relendo essa saga me arrepiei toda, foi realmente algo surreal e inacreditável, mas delicioso e muito bacana, dá vontade de voltar no tempo e fazer tudo de novo. Espero que gostem, e, caso tenham gostado, por favor comentem, é muito importante a participação de vocês, tem MUITA sacanagem minha e de Raimunda pela frente, apenas aguardem e confiem. Quer bater um papo ou enviar sua história para ser publicada no blog, mande seu e-mail para: lucycontistasexy@gmail.com.
Beijos e até amanhã com a continuação. Fiquem em paz, tenham um dia maravilhoso.
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Comentários

Sempre bom ler suas histórias. Boas férias desde já.
ResponderExcluirObrigada pelo comentário e pelo carinho. Beijos e tenha uma ótima tarde.
Excluirboas ferias guerreira,mas tuas aventuras amorosas,que eu nao sei dizer que pode ser descrita assim,e´sempre um prazer de rele-las,do lado de ca, nos leitores que gostamos de uma boa leitura,estaremos ansiosos pelo dia seguinte.se cuide,bom descanso
ResponderExcluirMuito obrigada pelo seu comentário. Estou muito feliz com a interação de vocês e agradeço pelas boas vibrações e palavras tão carinhosas.
ExcluirBeijos e tenha uma ótima tarde.
A professora mais gostosa do Brasil!
ResponderExcluirOww, obrigada. Adoro essa satisfação que proporciono a você. Beijos.
ExcluirBela bunda hein! Vou bater várias pra ela!
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirO Marcos não conhece o que e vcke2 capaz de fazer
(Mike)