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—Amanhã vou
visitar o papai e a mamãe! Quer vir comigo? Propôs o chifrudo, afagando meus
cabelos enquanto eu estava quase dormindo, exausta.
—Não querido, preciso descansar... essa semana foi puxada demais! Respondi, sonolenta, sentindo meu cu latejar. Sim, que estrago os pauzões de Ariovaldo e Edvaldo fizeram, pois não houve tempo para que meu rabo se recuperasse, mas não me arrependi.
—Tudo bem, eu... volto... na segunda à noite! Falou o galhudo, que beijou minha cabeça em seguida. Percebi uma mentira cristalina em sua réplica, porque houve pausa na conclusão da mesma. Casa dos pais porra nenhuma, ele ia curtir com sua amante.
—Mande beijos e abraços para o seus pais! Nas férias talvez eu os visite! Falei.
Sábado de manhã.
Acordei quase às 10h, e foi porque um carro de som vendendo ovos passou
pela rua. Eu estava meio que de ressaca. Os últimos acontecimentos foram
intensos, mas talvez aquela surpresa que tive ao chegar em casa e dar de cara
com o galhudo em um horário fora do normal após trepar com o vigia, tenha sido
o fator que ainda deixava resquícios de tensão pelo meu corpo. Diante do
espelho, meus cabelos estavam armados, como se eu tivesse levado uma descarga
elétrica, então tomei um belo banho, e senti pelo meu corpo, as marcas daquela
transa deliciosa, que foi libertadora não só para Edvaldo, mas para mim também.
Pus uma blusinha de mangas curtas, branca e semitransparente, a qual
expunha minha barriga e uma saia curta godê, com estampas floridas, sem
calcinha, pois queria deixar meus buracos bem ventilados. Preparei meu desjejum
e me sentei à mesa, absorta, fazendo um retrospecto do que minha vida sexual
havia se tornado. Passei a geleia de morango sobre o pão de forma e mordisquei
um pedaço, em seguida sorvi um gole do delicioso suco de abacaxi com hortelã
que eu sempre tomo para repor as energias e deixar meus rins em pleno
funcionamento.
Eu continuava não me reconhecendo. Será que minha verdadeira natureza
era essa? Não a natureza da mulher infiel, mas a da mulher sexual. Eu nunca fui
tarada assim, até me achava um pouco frígida, mas quando entra um pauzudo em
nossa vida, parece que uma cortina se abre, e a redescoberta é realmente
assustadora. Eu precisava de um amante, porque viver refém do acaso era
perigoso, mas... de certa forma eu tinha um amante, ou melhor, amantes;
Ariovaldo e seu irmão, que mesmo vindo uma vez por ano, me teria em sua cama de
novo na próxima visita, porque realmente foi um momento muito gostoso, mas eu
precisava de um fixo.
Por outro lado, juro que não queria estar traindo. Eu devia ter me
separado quando soube da traição do meu marido, mas eu ainda o amava, e
perdoei. Pus na balança suas qualidades, os percalços que passamos juntos, sem
soltar a mão um do outro, e isso me fez perdoá-lo. Pensei em nossa filha, ainda
nova, apegada a ele, e não queria que ela tivesse um crescimento conturbado,
sem a noção de família, de pai e mãe, por isso relevei, dei mais uma chance,
porque ainda o amava, mas cometi o erro de me culpar por ser traída, por achar
que mereci levar o chifre... por não ter sido boa o bastante para ele, pois vim
de uma criação conservadora demais, onde as mulheres de minha família são
resignadas, aceitam aquela de que “homem pode trair, mulher não, porque é
vagabunda”, e isso ficou incrustado em minha mente.
Mas agora minha mentalidade era outra. Resignação não era mais minha
filosofia, eu não podia mais me privar do prazer, e se o adultério fosse a
única forma de me sentir viva, e livre das amarras morais, eu continuaria
traindo, então desencanei, e me lembrei das três razões que nos levam a trair: o
prazer, a infelicidade e a vingança. A terceira era minha filosofia...
Sozinha o fim de semana. Ok, eu odiava, mas o cansaço exigia de mim
quietude, então me deitei no sofá e liguei a TV apenas para ouvir algum
barulho, depois peguei meu celular e fui ver besteiras na minha rede social.
Besteiras demais diga-se de passagem, então mudei para o YouTube e vi alguns
vídeos melosos de cachorrinhos e gatos. Minutos depois, o vídeo novo do canal
de um humorista que sigo, e dei risada de suas piadas, foi quando algo
aconteceu...
A imagem dele, daquele homem, o amigo de Ariovaldo. Ela se materializou
mais uma vez em minha mente, com todos os detalhes perfeitamente vívidos, como
se fosse um chamado, ou o prenúncio de algo que mudaria minha sexualidade ainda
mais. Ah... meu Deus, que macho lindo da porra, e a resposta àquela investida
do meu subconsciente, foi um tremor na xoxota.
Ergui a saia, e alisei a mesma. Estava meladinha, em seguida os bicos
dos meus seios enrijeceram. Sim, o tesão, tesão violento, e logo fiquei aflita,
aflita de desejo. Onde aquele homem morava? Aquele instante em que o vi não
parava de se repetir em minha mente. Seu olhar, aqueles olhos, aquela boca,
aqueles lábios carnudos... ele todinho.
Passei o dedo na buceta de novo, e ela já chorava, fiz aquela ponte entre o indicador e a mesma, fiz de novo, e a seiva não parava; oh minha xotinha... queria aquele macho né? Eu sei... o resto do meu corpo também queria, então... da mesma forma que os homens certamente me homenageiam com punhetas vorazes e cheias de desejo, gozando profusamente, ergui minha camiseta.
Com a mão direita, comecei a acariciar meus seios, e com a esquerda, minha
racha cada vez mais melada, passei o dedo médio suavemente sobre o clitóris, em
seguida pelas laterais, até chegar no cuzinho e apenas o pressionar levemente;
ardeu, doeu, mas não incomodou, subi o dedo e penetrei um pouco a vagina,
sentindo ele melar como se tivesse sido mergulhado num pote de mel, tirei e o
vi brilhando, com uma ponte de seiva formada, fiz movimento de pinça com o
indicador e sorri ao ver a viscosidade do meu tesão.
Passei o dedo melado em meus mamilos, e se tivesse os seios maiores,
mamaria neles, depois peguei mais do néctar que vertia de minha xoxota e chupei
meus dedos médio e indicador, sentindo o gosto do tesão brutal que aquele macho
havia me causado. Isso porque eu sequer o vi nu, sequer vi pacotão sob a calça,
pois ela era frouxa, e como dito anteriormente, o tamanho de seu pau não importaria
para mim caso transássemos. Eu só queria ele.
Eu desejava aquele corpo sobre o meu, aquelas mãos grandes segurando
minhas ancas, aqueles braços fortes me pegando e me subjugando, aquela boca
deliciosa fazendo o que meus dedos faziam já em ritmo mais rápido, me deixando
dispneica. Passei o indicador pelo clitóris enquanto o médio me fodia, isso bem
suave, depois meti os dois lá dentro, o mais fundo que pude, e estimulei com o
indicador da outra mão, e comecei a me contorcer no sofá, gemendo gostoso, sentindo
meu corpo todo se arrepiar, vendo e revendo aquele homem delicioso em minha
mente, em seguida tirei os dedos, e os vi besuntados, então ergui a perna e
soquei ambos no meu cu, começando a bombar em seguida, e mais dois dedos da
outra mão na xoxota.
Virei de ladinho no sofá e segui me masturbando, gemendo e grunhindo, e
de repente aquela aflição tomou meu ser, o calor, o arrepio, a falta de ar que
nos faz entrar em desespero, o olhar, o gestual, aquele homem, ele causou tudo
isso, então urrei, gritei, quase rouca, e chorei, de prazer, ficando em posição
fetal e depois me contorcendo, gozando surtada, como se tivesse levado um
choque violento, como... se o pau daquele macho... grande ou pequeno, como se
ele, suas mãos, seu toque, seus lábios tesudos... tivessem me feito gozar. Eu o
senti, senti sim.
Eu chorava e ofegava, gemendo baixinho e fungando, pensando nele, e implorando ao destino encontra-lo mais uma vez, pois eu não tinha esquecido seu rosto, mas o do meu corno... talvez nem por foto eu me lembrasse mais, e eu seguia vivendo assim, nessa ambivalência, sem culpa, sem medo e sem vergonha... desfrutei o final do meu gozo, e adormeci de novo.
FIM
Fetiches
Heterossexual
Leitura Importante
Masturbação
Primeiro Ato
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Traição
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Comentários

gostei,continuepublicandoseuscontos,tu e´guerreira nao sedeixe abater por tao pouco, tem muita gente torcendo por tu
ResponderExcluirMuito obrigada pelo apoio. Ainda estou triste pelo que aconteceu, mas vou superar, vamos em frente, tenho fé que o blog vai dar certo. Beijos.
ExcluirLembra desse dia, em que debatiamos quem era ele? Vc e muito especial continua conosco já estáva desesperado, sem conseguir falar contigo.
ResponderExcluirPois é, agora virou segredo de novo, kkkk. Bom para os leitores novos, que vão adorar o mistério. Obrigada, não vou parar, tem muuuita história para ser contada ainda...
ExcluirTesão de conto minha professorinha preferida…meu primeiro comentário…estou curioso prá saber o que aconteceu lá no site…não me conformo em não te ver mais lá…bjsss
ResponderExcluirSaudação professora (maik)
ResponderExcluirFinal de semana de descanso quem não deseja neh você merece