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A casa de Ismael ficava numa rua atrás da minha. Menos de cinco minutos à pé e pronto. Não dava nem para suar mesmo que eu saísse correndo desesperada, porém... em passos tão vagarosos quanto os de uma tartaruga com artrite, eu suava como se tivesse corrido a São Silvestre inteira, sem pegar um copinho d’água sequer para me hidratar, de tão aturdida e chocada que eu estava diante do que aconteceu.
Sim, eu era uma mulher adúltera... traí meu marido com um frangote de 18 anos, mas com uma rola que dava duas da dele, e o pior... o safadinho fez gostoso, da preliminar ao gozo... sim... Ismael me deu um prazer jamais pensado, jamais suposto ser possível, mas ao mesmo tempo... me deixou com uma carga de sensações pesadas e brutais, que iam da alegria ao relembrar, até o remorso... ao relembrar também.
Não
senti nojo de mim, não. Não senti nojo de Ismael, não senti nojo de nada, nem
do fedor do esperma seco em meus seios, o qual não lavei até entrar em casa, e
tinha um odor forte e meio desagradável depois de muito tempo, semelhante ao de
água sanitária; não, nem isso me enojou. Não me senti uma vagabunda, puta,
mulher sem valor, não. Já em meu lar, sozinha e diante do espelho, a palidez
era presente em minha pele. Mas se não senti repulsa por nada do que fiz, o que
eu sentia? Difícil explicar, eu só sentia descrença, isso era concreto, apesar
de abstrato. O concreto e palpável eram uma ardência na vagina, seguida de
leves dores, causadas pelo dote do mancebo, o qual era o primeiro em minha
vida.
Meu marido chegou algumas horas após eu tomar um banho e pôr meu vestido de molho para lavar. Exalava a sexo, a infidelidade... e a prazer. Quando ele me viu na lavanderia, procurei ser o mais natural possível, mas por incrível que pareça, sequer senti pena dele por ter lhe devolvido a traição que sofri; o que senti foi pena... por ele, três anos mais velho que eu, e com o dobro da idade do meu comedor mirim... não ter uma piroca como a dele.
Irônico, foi a primeira coisa
que me veio à mente: o tamanho do pau do meu esposo, então, afim de saber e
constatar, se haveria alguma diferença entre o pênis do meu cônjuge, e o daquele
fedelho, além do óbvio calibre, mas sem me ater muito a isso, crendo na máxima
hipócrita de que “tamanho não importa”... propus sexo, não só para fazer essa
comparação... mas também... para tentar expurgar o que fiz, e seguir como antes,
como se nada... tivesse acontecido...
O
fato era que, mesmo antes de trair meu esposo, meu sexo com ele não era mais o
mesmo, eu não me entregava como antes, justamente porque, apesar de tê-lo
perdoado por ter me traído primeiro, eu nunca esqueci. O perdão não nos faz
esquecer, apenas nos dá a chance de eliminar sentimentos de mágoa, ódio e
rancor, mas o cristal está lá, estilhaçado, e mesmo que se tente colar os
cacos, não é mais como antes. Não havia desconfiança, mas também não havia mais
confiança. O embuste estava instalado em minha vida a dois...
Eu me excitava sim com suas carícias, gemia com seus beijos e maneira de me chupar, lubrificava minha vagina o suficiente para que ele a penetrasse... mas tudo isso, todas as preliminares, a penetração e o gozo... tudo se desenrolou diferente de como foi com Ismael.
Eu não senti o mesmo prazer, tampouco um
prazer melhor, mas abaixo, bem abaixo do que eu esperava. Fiquei sim receptiva,
juro que não pensei em minha traição, não pensei no cacete de 21 centímetros do
moleque, e sim no pouco mais de 11 do meu marido, que nem são grossos, e a
diferença foi sentida, e gritante... sendo assim... o pênis do meu marido...
seu jeito de transar... já não serviam mais... então... o que eu deveria fazer
daquele dia em diante?
Algumas
mulheres convivem com a frustração sexual e até se acomodam, talvez porque não
seja da índole delas trair, ou porque não são fogosas o bastante, ou talvez
porque vejam o sexo como uma obrigação matrimonial; quem sabe até traiam, mas
às vezes não querem levar uma vida regrada de adultério, então seguem a
cartilha padrão, porém, a experiência que tive não podia ser ignorada, porque
eu tirei a prova dos nove... e o pau grande do fedelho fez a diferença, e no
dia seguinte, após um expediente de muita reflexão... esse mesmo pau grande... começou
a fazer falta, as imagens, as sensações, tudo veio de forma fulminante sobre
mim.
O cacetão de
Ismael aparecia em minha mente como um letreiro luminoso, piscava sem parar, a
cena de eu, com uma fita métrica, abobada ao constatar os 21 centímetros
daquele pênis já causavam espasmos em minha xoxota e faziam minha boca salivar,
mas eu tinha um sopro de lucidez, pois era terça-feira, e não haveria aula
particular com ele, então eu poderia fazer um exercício mental, e aprender a
aceitar... que foi uma aventura, uma experiência diferente ao invés de traição,
e que deveria ser sepultada e eu não precisaria repeti-la, eu não queria me
tornar uma ninfomaníaca, então lutei contra meus instintos e tentei suprimi-los...
A péssima noite de sono, seguida do mau-humor no dia seguinte, e pensamentos sexuais constantes, os quais me deixavam excitadas o tempo todo, foram a constatação de que eu simplesmente já não conseguiria mais viver ignorando o que aconteceu.
As
lembranças me torturavam sem piedade, e como eu pari uma safada dois dias
atrás, ela começava a chorar com fome, sendo assim... decidi... que iria
transar com Ismael de novo; sim, iria trair meu marido de novo, porque eu não
podia me privar do prazer, não era justo, eu remaria contra essa maré machista de
boa parte da sociedade, (não sou feminista, que fique bem claro) de que
mulheres são apenas meros receptáculos de piroca e não podem sentir prazer,
porque é vulgar, é feio e profano; nada disso! Eu queria gozar como gozei de
novo, queria experimentar mais sensações novas, porque foi bom, o fedelho me
tratou bem, soube fazer gostoso, porque sentiu tesão por mim, transou com a
alma, e isso contou bastante...
Liguei para a
mãe de Ismael, e pedi que sua aula particular fosse em minha casa. Aleguei
dores nas pernas e dificuldades para andar, e a coroa aceitou sem protesto
algum, disse até que mandaria um remédio caseiro para mim (risos). Passei meu
endereço a ela, e me preparei, claro, com a minha barriga tão gélida quanto a
Antártida, mas ao mesmo tempo muito excitada...
Durante o
tempo em que esperava Ismael, mesmo ansiosa e excitada, me questionei se minha
atitude era correta, se valia a pena trair meu marido de novo, ainda mais com
um garoto, mas logo a voz da safada dentro de mim sussurrava, instigava que eu
deveria mergulhar naquele prazer que jamais seria proporcionado pelo corno;
então sorri, alisei meu corpo nu, gostoso e recém-banhado diante do espelho, e
logo demovi esse dilema, afinal eu estava devolvendo a traição que um dia
sofri, e tenho certeza de que meu cônjuge não fez essa autoanálise diante do
espelho. Eu estava sendo desejada como nunca fui antes; isso me fazia bem, me
excitava. Vesti uma saia xadrez curta, uma camiseta estampada, e aguardei meu
macho mirim chegar.
Às 14h, ouvi
um bater de palmas no portão. Era Ismael, vestido com uma camiseta e um short
de surfista, que já denotava seu volume de longe. O recepcionei abrindo o
portão, e claro, ele me fodeu com os olhos, sequer disfarçou, porém, como fui
meio áspera no final de nossa transa, o garoto ficou ressabiado. Portava uma
bolsa de pano, a qual continha seu livro e caderno, além do remédio caseiro
enviado por sua mãe. Ele me cumprimentou, formal:
—Boa tarde
professora! Ele suspirava ao fitar minhas coxas e tentava disfarçar.
—Boa tarde
Ismael, tudo bem com você? Respondi e cumprimentei.
—Tá sim, tudo
ótimo! Er... trouxe o remédio que a mãe mandou pra senhora! Respondeu e tirou da
bolsa um pote de vidro com um chá feito de plantas medicinais.
—Ah, obrigada,
depois eu ligo para agradecê-la! Vamos, entre, nossa aula será bem gostosa
hoje! Respondi e convidei, já jogando a isca, mas confesso que a medida de
tesão era proporcional a do nervosismo. O mancebo assentiu e entramos.
De soslaio,
notei claramente Ismael com seus olhos fixos em meu rabo, o qual eu rebolava
conforme caminhava. A carinha de tarado que ele fazia era engraçada, e o macho
apertava rapidamente seu pauzão. Pedi a ele que me esperasse no sofá da sala
enquanto eu guardava o remédio caseiro que sua mãe me dera, em seguida voltei e
me sentei ao seu lado, cruzei bem as pernas e ouvi o suspiro aflito do macho ao
fitar minhas coxas grossas, mas ele denotava prudência, mesmo com todo o seu
ser desejando voar em cima de mim e me foder.
A aula foi
transcorrendo normalmente; quer dizer, sem assédio, mas nem por isso os olhos
daquele mancebo deixavam de me assediar. Eu notava o tesão aflorado do guri ao
olhar minhas pernas e seios por entre o decote da minha blusa, a qual era
frouxa, e os meus olhos viam sua excitação, a qual ele tentou ocultar. Minha
atitude grosseira o deixou sem muita coragem, mas também me faltava coragem, na
verdade, durante o tempo em que lecionava aquela aula até então, minha mente
ainda estava embaralhada com tudo.
—Er...
professora! Disse Ismael, ressabiado.
—S-Sim Ismael!
Alguma dúvida? Pergunte à vontade! Respondi e indaguei, simpática.
—Posso usar
seu banheiro? Pediu o jovem, meio acanhado.
—Claro, fica
ali! Respondi, sorrindo e afim de quebrar um pouco a imagem de antipática que
acabei causando ao final de nosso momento sexual inusitado.
Ele sorriu e
se levantou, mas procurou disfarçar sua ereção. A coragem que me faltava veio
ao notar, mesmo sob uma tentativa de ocultação por parte dele, seu caralhão
estufando o short; o macho saiu em passos apressados em direção ao banheiro e
logo adentrou o mesmo, quase batendo a porta. Meu corpo todo foi tomado por um
calor sexual impressionante, e as cenas de tudo que aconteceu, as quais já me
chicoteavam, viraram pauladas ferozes, e o tremor em minha vagina foi o estopim
para minha decisão assertiva de reviver tudo aquilo, então apenas tirei minha
calcinha e ergui a perna esquerda, deixando tudo à mostra, e nervosa...
Achei que o
moleque bateria uma punheta no meu banheiro, mas não, não deu tempo; ouvi
barulho de água e a descarga sendo acionada, e em seguida Ismael saiu, ainda
excitado, mas procurando disfarçar o indisfarçável, e veio até mim ressabiado,
e ao me vir naquela posição, mostrando a xoxota, incendiou ainda mais seu tesão
e tirou sua mão de cima da tora, mostrando-a dura, volumosa, a qual nitidamente
estufou mais o tecido do short.
—Caralho... tá
sem calcinha! Sussurrou Ismael, bestificado. Abri bem as pernas.
—Vem cá
moleque... quero ver sua rola de novo! Chamei. O mancebo abriu um sorriso
largo, e veio rapidamente, desamarrou seu short e o abaixou. Estava sem cueca.
O caralhão curvado para baixo saltou diante dos meus olhos, e me fez gemer manhosa. Segurei e masturbei levemente, fechando minha mão no diâmetro, o qual era largo, expus a glande rosada e dei um cheiro; estava lavadinho e cheiroso, então dei uma abocanhada rápida nela e chupei, causando um tremelique engraçado no mancebo, que gemeu e acarinhou meus cabelos, em seguida segui o boquete, já entregue e aceitando de bom grado, e de uma vez, que o caminho que escolhi trilhar provavelmente não teria mais volta; por mais que dilemas morais me assolassem quando o último suspiro do clímax fosse dado, a vontade de repetir tudo sobreporia qualquer remorso.
Chupei com esmero, atolei até o meio e
engasguei na grossura, o esputo verteu e caiu, em seguida tirei e lambi as
laterais, chupei as bolas médias, e depois abocanhei de novo, meneando a cabeça
até atolar e engasgar de novo. Não daria para engolir um pênis daquele tamanho,
e isso me excitava ainda mais. Ismael confessou, extasiado:
—Aahh... que
delícia professora... que saudade da senhora!
—É? Eu também!
Vem, chupa sua professora! Falei e aticei, em seguida me posicionei quase
deitada, com as pernas bem abertas, e quando alisei minha buceta, ela parecia
uma ferida aberta, de tanto que vertia minha seiva de tesão. O moleque se
ajoelhou e caiu de boca.
Ismael chupava diferente do meu corno. Nisso o galhudo era melhor que ele, mas claro, a pouca experiência de um jovem de 18 anos somada ao seu esforço evidente de me agradar não o desabonaram, foi um oral gostoso sim, um pouco afobado, mas gostoso.
Ele
beijava meu clitóris e cobria bem meus grandes lábios com os seus, depois metia
a língua bem lá dentro e girava, me causando arrepios e contorções em meu
corpo, em seguida foi subindo e beijando minha barriga, ergui a blusa, expus
meus seios pequenos e de bicos eriçados e petrificados, e o garoto mamou
deliciosamente, me levando ao delírio, ao desejo de ter seu pauzão me fodendo.
—Gostosa,
gostosa! Disse Ismael, no auge da tara, me chupando o corpo todo.
—Vem, mete
esse pauzão gostoso na minha buceta! Pedi, igualmente tarada.
Na mesma posição em que fiquei para ser chupada, fui penetrada, e Ismael socou gostoso sua rolona, me fazendo tremer as pernas de novo, meteu suavemente quase a metade e foi bombando o que meteu, mas a fome em minha xoxota era tanta, que logo ela engoliu seus 21 centímetros safadinhos e deliciosos, e ao sentir o talo do pauzão, ele bombou devagar, para que eu me rendesse de vez à luxúria e tesão diferenciados que só um dotado proporciona.
Afobado no oral, prudente na
metida, esse era Ismael, que fazia um vai e vem carinhoso, roubando gemidos
manhosos de mim. O puxei mais para perto e ele gingou, e sentindo a excitação
tremenda de minha vagina, aumentou o ritmo, me fazendo gemer alto.
—Fica de
quatro professora, adoro ver esse rabão! Pediu Ismael.
Claro que
obedeci, apoiei os braços no encosto do sofá e empinei bem minha bunda, o
moleque veio e a alisou com veneração, bateu sua tora nas nádegas e em seguida
enfiou gostoso, me fazendo gemer alto e novamente tremer as pernas, em seguida
ele foi até o talo de novo e recomeçou a estocar, passeando com seus 21
centímetros grossos dentro de mim.
Ismael segurou
minhas ancas e acelerou as bombadas, me causando um pouco de dor, mas nada
insuportável, e logo entendi que não existe transa com pauzudo sem dor, mas era
uma dor diferente; a dor causada por um pau grande, isso se bem usado, vale
salientar e muito, é deliciosa, excitante, e excitação era só o que eu sentia
conforme ele estocava faminto.
—Isso, isso,
isso... assim seu safado, mete bem gostoso! Ordenei, ensandecida, e já me
acostumando com aquele calibre de rola, a qual ele metia com mais vontade
ainda.
—Ah... se a
senhora me desse esse cuzinho, prometo que o trataria com todo o carinho que
ele merece! Disse o canalha mirim, dedilhando meu ânus com seu indicador
melado. Aquilo me deixou ainda mais louca, apesar do medo que senti só de
imaginar...
—É? Então
vamos ver, quero ver se você sabe comer um cuzinho! Falei, decidida mesmo a
tentar, embora não soubesse se iria aguentar, porém, desde o primeiro encontro,
quando ele já me cantou essa bola... e quando tudo acabou, senti muita vontade
sim, e curiosidade...
—A senhora vai
gostar professora, vou com jeitinho! Prometeu Ismael, e assenti.
Confesso que o sexo anal era algo esporádico em minha vida. Nunca fui praticante ferrenha, mesmo o pau pequeno do meu corno, machucava e causava incômodos, mas eu fazia mesmo assim, para não ser tão a ferro e fogo também, pois sabemos que todo homem adora anal, isso não vai mudar e não adianta argumentar, eles não abrem mão; claro, fazem uma concessão aqui e outra ali, mas essa é a tara deles, principalmente de dotados.
As poucas vezes em que fiz com meu marido, não foi
ruim nem bom, foi normal, mas nada que fizesse essa prática ser uma constante e
algo imprescindível em minhas transas com ele, e se já era raro eu dar meu cu
antes de descobrir sua traição, depois, é que isso quase virou uma lenda...
De ladinho tá
gente? É assim que se inicia o anal, embora seja uma posição que eu deteste,
mas aquela excrescência peniana exigia o máximo de cuidado. Eu sabia que ia
doer mais que o graveto do meu marido, mas essa dor não podia extrapolar; assim
como Ismael queria que fosse bom, meu desejo corroborava com o dele, então
chupei bastante sua pirocona, a deixei bem melada, e melei bem meu cu com
saliva, ele ajudou, melou e meteu o indicador e foi bombando, depois o médio,
os dois e foi me deixando mais ou menos relaxada.
O comedor
ergueu minha perna direita e alocou a cabeça de seu pauzão na entrada do meu
rabo, e foi forçando a entrada com jeitinho, até que me fez gemer alto e sim,
sentir uma dor lancinante. A glande e mais um pouco adentraram, ele parou e
começou a bombar, contraí os dedos dos pés e senti uma leve falta de ar, pois a
rola era grossa. Minha xoxota tremeu na hora, e começou a se lubrificar ainda
mais, então ele foi bombando, penetrando mais e conforme conseguia, bombava,
sem pressa, querendo me conquistar pelo cu.
—Aaaiii...
caralho... que pauzão... isso, vai devagar! Comentei e pedi, sentindo o cacetão
avançar mais conforme ele bombava, alargava meu cu e me fazia respirar
ruidosamente.
—Pode deixar
professora, esse cuzinho apertadinho e delicioso vai ser muito bem tratado!
Respondeu o moleque, socando um pouco mais forte, e me arregaçando mais.
Dei um grito
ao sentir a tora quase toda no meu cu, ele enfiou mais, e atolou tudo...
Apesar da dor, estava delicioso. Ainda de ladinho, pude ver o vai e vem gostoso da pirocona, e logo resolvi mudar a posição, fiquei de quatro no sofá, e arrebitei bem meu rabão guloso. Ismael deu uma cuspida no pauzão, melou mais meu cu e meteu, e foi metendo devagar, eu dava gritinhos de dor enquanto a glande entrava; nossa, mesmo já tendo razoavelmente alargado meu cu, eu ainda sentia dor, aquela pirocona entrava rasgando e destruindo minhas pregas, era inevitável o choro que um caralhão daqueles infligia a mim.
Ismael socava devagar, depois foi aumentando o ritmo,
a dor foi sendo sufocada pelo prazer, de repente senti meu cu totalmente
invadido por aquele pauzão enorme, toda aquela rola de jumento estava atolada
no meu ânus e eu gemia e urrava deliciosamente. Uma sensação assustadora... e
deliciosa...
Após um bom tempo naquela posição, Ismael me colocou deitada e de pernas
para cima no sofá, ele queria me enrabar de todas as formas, então pude ver
aquela picona entrando no meu cu, centímetro por centímetro, gemi alto, aquela
rola doía, mas doía gostosa, Ismael mexia na minha buceta e ia me enrabando
gostoso, eu sentia meu cu ser deflorado por aquela rola grande e grossa, senti
de novo aquele pauzão atolado no meu cu, Ismael parou de bombar, agora ele
parecia querer entrar todo em mim, dando bombadas mais fortes, o que me fazia
gritar agudamente, depois ele tirou, lambeu minha buceta e voltou a meter, eu
sentia o pauzão entrar sem problemas, o que denotava meu costume com aquele
calibre, mas o garoto queria mais, ele estava fascinado, tarado, eu via seu
olhar devorador e descrente... como o meu...
—Agora senta com o cu no meu pau sua gostosa safada! Pediu Ismael, após
um bom tempo me enrabando. Ele queria mais, mais... e eu também.
Tomada pela dor, mas com um tesão, obedeci, mas não deixei de comentar:
—Menino do céu, nem acredito que estou aguentando uma rola desse tamanho no cu! Olha só... gente, que pauzão! Quero mais! Dito isso, apoiei minhas pernas no sofá e fui descendo devagar, nossa, eu sentia aquela picona rasgar mais meu rabo, mesmo após um tempão fazendo anal, eu controlava os movimentos, rebolava enquanto sentia o vai e vem gostoso daquele membro grande e grosso.
Inclinei meu corpo para trás e Ismael ia bombando forte, e mexendo na
minha buceta com uma mão e em meus seios com a outra, que sensação deliciosa,
eu gemia alto dizendo obscenidades, estava adorando aquele pau enorme no meu cu
apesar da dor.
Receber uma
pirocona como aquela no cu e ter sua xoxota bolinada, é chamar o orgasmo, e
claro... ele veio como um choque violento, que me fez urrar ensandecida a ponto
de ecoar pela sala. Urrei de prazer, extravasando meu tesão, com aquele falo
atolado no meu cu e as mãos de Ismael mexendo minha buceta, que fervia de
prazer e luxúria. Estávamos suados, ofegantes, passei um bom tempo no colo
dele, com aquela picona presa ao meu ânus, depois nos levantamos (eu com muita
dificuldade) e fomos ao banheiro, Ismael queria gozar.
Enquanto tomávamos banho, Ismael
me virou contra a parede e mandou brasa no meu cu de novo, que tara aquele
menino tinha, meu rabo já estava praticamente esfolado e anestesiado de tanta
rola. Depois de comer meu anelzinho de novo, Ismael me ajoelhou e socou sua
rolona em minha boca, me fazendo mamar, e mamei sim, mamei como uma bezerrinha
faminta, atolando, engasgando e vertendo saliva, ele então anunciou seu gozo,
tarado:
—Vou gozar, vai, nos peitos, nos
peitos! Peitos? Eu queria na boca... pensei, pedindo.
—Dá aqui esse pau, quero que
você goze na minha boca moleque! Ordenei, e ele me olhou surpreso, em seguida
sorriu, e abocanhei o falo novamente, até engasgar.
Com a boca aberta, e a glande
roçando dentro dela, punhetei gostoso aquele pau grande e grosso, o qual minha
quase conseguia fechar no diâmetro. O macho gemia gostoso, apertei com força e
sacudi, e logo a rolona explodiu seu clímax, ele gemeu alto e aflito, e os jatos
densos caíam em minha boca e se espalhavam pelo rosto e melavam meu queixo e
seios. Nunca imaginei na vida que primeiro: trairia meu marido, segundo: faria
o anal delicioso que fiz com macho o qual traí meu marido, e último: deixaria o
comedor gozar na minha boca, e ainda por cima engoliria sua porra, coisa que
meu marido implorava de joelhos... e sempre recusei...
Tive ânsia de vômito, sério, mas
não senti nojo e sequer me arrependi. Era difícil explicar, a porra desceu
queimando minha garganta, tinha um gosto meio ácido, meio adocicado, e era
praticamente impossível associar a algo. Foi diferente, e assim como me
assustei ao trair meu corno pela primeira vez, fiquei assustada com o patamar
de safadeza que atingi ao finalizar mais um adultério da forma como finalizei:
dando o cu como louca, e engolindo esperma. Isso não era banal, não era algo
para ser tratado como normal, eu era uma nova mulher...
Meu pico de devassidão ainda era
alto, então peguei todo o resíduo de porra que havia no meu corpo e sorvi, em
seguida mamei a rolona quase mole de Ismael, até ela desfalecer de vez, e mesmo
assim, em repouso, permanecer grande, maior que a do chifrudo dura.
A vida real não era como na informática, onde um “Ctrl + Z” desfaz
coisas das quais nos arrependemos, nossa chance é uma só, então não cabiam
arrependimentos sobre o que fiz, pois eu quis fazer. Eu e o comedor mirim
ofegávamos enquanto nossos olhos se fixavam mutuamente. Levantei, e comecei a
ensaboar meu corpo, de costas para meu aluno, e o sangue foi esfriando, e com
esse resfriamento, a reflexão do que tinha refeito. Quase chorei, assustada.
—Er... gostou professora? Indagou Ismael. Ele tinha uma percepção aguçada das coisas.
—Gostei sim... você se garante moleque! Respondi, sorrindo, depois
terminamos o banho, e nos beijamos, em seguida nos enxugamos e vestimos nossas
roupas. Era o fim...
Continuamos nossa aula, claro, fiquei mexida, e me travei de novo, mas
ele entendeu. Não o tratei mal como da primeira vez, só fiquei fria... e
confusa, mas jamais arrependida...
Ismael foi para casa feliz, satisfeito e eu fiquei envolta em meus pensamentos, olhando no espelho o estrago que aquela piroca de jumento havia feito em meu cu e refletindo novamente se o que fiz era certo, se trair meu marido de novo era justo, mas então pensei em como me senti humilhada pela traição dele.
O momento era de transformação, mudança íntima, e tudo isso assusta, mas não era algo obrigatório. Ismael me fodeu como um macho de verdade, me fez gozar como ninguém, então joguei o remorso no lixo e me convenci de que só mesmo uma rola grande e grossa pode dar prazer de verdade para uma mulher, e me senti felizarda por isso, Ismael me mostrou um lado do sexo que meu marido e seu pauzinho pequeno e fino nunca poderiam mostrar, e agora ele seria um corno pelo resto da vida, porque sua esposinha só iria se satisfazer plenamente apenas com homens e garotos bem dotados. FIM
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Queridos leitores, estou muito entusiasmada com o blog, e tenho certeza de que ele vai bombar e atrair muita gente tarada por uma história gostosa. Aos que me seguiam e estão relendo, fico feliz com o prestígio, pois uma história gostosa, sempre vai ser relida e despertar o mesmo tesão da primeira vez.
Divulguem o blog, vamos fazer esse projeto gostoso crescer, pois aqui, será bem melhor que nos sites de contos eróticos, embora eu não pretenda deixar de dar atenção aos meus perfis criados nos mesmos, contudo, esta nova casa será sempre nossa escolinha principal da sacanagem.
Beijos, e continuem lendo e se deliciando, pois MUITA putaria está vindo. Obrigada pela visita.
Aluno
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fogosa
Heterossexual
Oral
Pau Grande
Primeiro Ato
Professora
Professorinha Fogosa
Traição
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Comentários

É maravilhoso ler seus contos. Você é uma professora maravilhosa
ResponderExcluirSaudação professora Lu (maik)
ResponderExcluirA vingança uma dia quando menos se espera um dia ela flora
MIKE lsmael agora a sorte dele foi em dobro conseguiu ate um anal
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirA sorte de Ismael foi em dobro fez anal com essa linda mulher.
(Mike)