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Valdo socava
sua picona grossa na boca de Raimunda, que segurava firme e chupava, dando
gemidos de dor, enquanto Claudionor a enrabava, metendo sua rolona quase toda
em seu rabo; ele tirava e eu via como seu cu estava arrombado, vermelho, e eu
ia à loucura com aquilo, o cu dela ia fechando devagar e o faxineiro socava de
novo, fazendo-a largar a rola de Valdo e gritar.
Depois foi a vez de Valdo, que ia enrabar Raimunda de novo. Chupei seu pauzão grosso deixando-o bem babado, então ele foi metendo devagar, Raimunda gritava e gemia, mas adorando aquilo.
Claudionor chegou e meteu seu pau enorme na boca da minha colega, que chupa ensandecida. Era delicioso ver de perto aquela rola grande e bem grossa entrando e saindo do cu dela, alargando suas pregas e fazendo sua buceta tremer e escorrer sem parar o líquido de excitação. Lambi e mordi meus lábios, ansiosa pela minha vez.
Valdo
saiu do cu de Raimunda, a pegou pelo braço tirando-a da cadeira, a virou de
costas e sentou, fazendo-a sentar com o cu em seu tronco de carne, em seguida
ergueu suas pernas e começou a socar. Ela gritava palavrões e olhava para mim,
que estava maravilhada com a visão daquela picona grossa arrombando ainda mais
seu ânus, então Claudionor se aproximou, massageando seu pau enorme, sorrindo e
encarando Raimunda, depois bolinando sua buceta, a hora da dupla penetração
havia chegado, sentei numa cadeira próxima a eles, abri minhas pernas e
continuei minha masturbação. Tudo aquilo era inédito para Raimunda, ela olhava
para ele, principalmente para sua rola enorme e para mim, com um semblante de
medo e dizia, sussurrando, ofegando, com os cabelos e o corpo banhados em suor,
e gemendo de dor, quase chorando, e se tremendo toda. Então comentou:
—AAAIII, aai, Luciana
eu não vou aguentar... são enormes! Se eu ver que não vou suportar... aaiii,
aaahhh p-paro... não quero sentir mais dor ainda! Respondi, excitadíssima:
—Vai aguentar e ter o melhor orgasmo da sua vida, amiga! Vai Claudionor, mete!
O faxineiro
então abriu, levantou e segurou as pernas de Raimunda e foi metendo seu
caralhão em sua buceta, ela fechava os olhos, contraía os lábios e abria ambos,
tentando em vão suprimir um grito de prazer, jogando sua cabeça e cabelos para
trás, depois para frente, mordendo o lábio inferior e encarando a mim e
Claudionor, então os machos começaram a bombar, a safada dentro da minha colega
despertava, e ela se entregava de vez àquela devassidão, gemendo e gritando
como louca, e eu intensificando minha masturbação, gozando deliciosamente e
fazendo Raimunda gemer e gritar mais alto enquanto me via gozar e me contorcer em
êxtase. Acho que meu gozo a encorajou a seguir com nosso bacanal delicioso.
Depois revezaram, mas Claudionor deitou no chão, Raimunda foi sentando com o cu devagar, me enchi de tesão novamente ao ver aquele pauzão do magrelo deslizando no ânus dela e seu semblante que antes era de dor, estava convertido em prazer.
Então Valdo abriu, ergueu suas pernas e meteu em sua buceta, ela deu outro grito
de prazer e ambos continuaram bombando, até fazer Raimunda explodir num orgasmo
ensandecido, mas mesmo assim ela queria mais, então ela se virou, sentou de
frente com a buceta no pauzão grosso de Valdo, que já estava deitado,
Claudionor abriu as nádegas dela, expondo o estrago que havia sido feito em seu
cu, que estava alargado, vermelho e inchado, e meteu aquele pauzão, segurando
Raimunda pelos cabelos enquanto ela gritava e gemia, e eu enlouquecia de novo com
aquela cena.
Após mais um
tempo de DP, Raimunda gozou novamente, num orgasmo frenético, os corpos dos
três estavam molhados de suor, eles levantaram, se olharam e ela os beijou e
abraçou, os machos ofegavam e olhavam para ela e para mim, que sorria, então
foram lavar suas piconas, pois minha vez havia chegado, minha colega se aproximou
e sentou dizendo, arfando, com um olhar que misturava remorso e prazer:
—Que delícia
amiga, queria mais, mas não aguento, bem que você falou! Nem sei se consigo ir
para casa hoje, meu cu e buceta tão ardendo! Que doideira é essa mulher? Eu,
com 45 anos, mãe de duas filhas, onde na vida que ia fazer putaria tão louca
como essa?
—Pensei a
mesma coisa quando fiz isso pela primeira vez Raimunda, mas quer saber: Nesse momento
sou interrompida pelas duas rolas enormes e grossas de Claudionor e Valdo perto
do meu rosto, vermelhas de tanto foder, segurei ambas e lambi a cabeçorra de
cada uma.—Foda-se, não tem coisa mais deliciosa na vida, prazer mais intenso e
gostoso do que um sexo bem feito, isso faz bem para alma, para o corpo, a gente
só consegue gozar de verdade com rolas assim, enormes e grossas! Quando você
trepar com seu marido de pau pequeno, vai entender o que estou dizendo, e vai
querer esses pauzões de novo! Completei, e ela sorriu.
Chupei a glande
da picona de Claudionor e depois arregacei o prepúcio do pauzão grosso de Valdo
e mamei a cabeça também. Raimunda me fitava sem piscar, eu abocanhava o pauzão
de Valdo, ele metia gostoso, querendo atolar seu pirocão na minha boca, depois
eu tirava e abocanhava o de Claudionor, chegando à metade, ficando com ele
preso pelos meus lábios bem fechados. Quando olhei para Raimunda, dei uma
piscada, ela riu.
Valdo chupava minha buceta enquanto eu mamava o faxineiro, que atolava bombava gostoso em minha boca e tirava, todo salivado, depois ele chupou minha buceta enquanto eu mamava o vigia, da mesma forma, então, na posição que eu estava, Claudionor se ajeitou, ergueu bem minhas pernas e varou seu pau enorme em minha buceta, me fazendo gemer alto, mas sem parar de mamar o vigia de rola gorda. Mexi os olhos para o lado e vi Raimunda se tocando, começando a se masturbar, mesmo depois de dois orgasmos intensos, ela ainda se excitava.
O pauzão de Claudionor entrava
todo em minha xoxota encharcada de tesão, depois foi a vez de Valdo, nossa, fiquei
meio zonza com aquela grossura toda alargar minha buceta além do normal, o picão
deslizou gostoso, o faxineiro seguiu fodendo minha boca, a qual vertia e vazava
saliva, profusa. Ele atolou até me fazer engasgar, depois tirou. Que delícia...
Depois Valdo me pôs de quatro na cadeira, empinou minha bunda e meteu seu pauzão de novo em minha buceta, me fazendo gemer, a sensação daquela rola de grossura anormal preenchendo minha xoxota era deliciosa. Peguei a rola de Claudionor e soquei na boca de novo, sempre tentando em vão engolir, depois foi a vez do faxineiro, que meteu gostoso na minha xoxota e ao mesmo tempo bolinava meu cu.
Raimunda
então se levantou, ficando perto de Claudionor, tirou seu pauzão da minha
buceta e fez um melado boquete, quase engasgando, mas deixando sua rola enorme
bem salivada, em seguida abriu minhas nádegas, deu uma cuspida pesada no meu
cu, passou a picona dele na entrada e ordenou:
—Arromba ela!
Claudionor posicionou a cabeça de seu pauzão no meu cu e deixou que ele
deslizasse, nossa, tirei a rola de Valdo da boca e urrei, dando dois socos na
cadeira, abaixando minha cabeça e sentindo minhas pernas tremerem violentamente.
A rolona do
faxineiro tinha entrado quase toda de uma vez, fazia tempo que eu não dava o
cu, então a dor foi forte, mas não sensibilizou o macho e sequer oscilou meu
tesão. Ele empurrava mais ainda seu pirocão no meu rabo. Meus gritos altos
foram abafados pela rola grossa de Valdo, que a socou na minha boca, enquanto
Claudionor segurava firme minhas ancas e socava cada vez mais seu pauzão no meu
cu, mas não meteu até o talo.
Depois foi a
vez de Valdo, que antes chupou minha buceta deliciosamente e também recebeu um
boquete de Raimunda, que da mesma forma, abriu minha bunda e mandou seu macho
me arrombar. Confesso que fiquei com medo na hora, afinal eu tinha visto o
estrago que aquele pau largão tinha feito no cu de Raimunda, mas já era tarde,
o medo deu lugar à excitação e sem tempo para reflexões, senti o colosso de
Valdo alargando meu cu deliciosamente, entrando aos poucos no meu rabo e
estourando minhas pregas. Ele socava devagar e eu gemia de dor; o faxineiro ia
colocar seu pauzão em minha boca, mas Raimunda tomou a frente abocanhando sua
picona, ela estava tão imersa quanto eu naquele bacanal.
Valdo se excitou com aquilo, segurou minhas ancas e acelerou as bombadas. Nossa, quase desmaiei, dei um grito alto, agudo, sentia nitidamente meu cu sendo arrebentado no vai e vem daquele pauzão grosso, que parecia enterrado em meu ânus. Após um bom tempo sendo enrabada de quatro e chupando o pauzão de Claudionor, Valdo saiu, se deitou no chão e me fez sentar com o cu em sua rolona, ela deslizava no meu cu e aquilo doía deliciosamente, eu gritava, gemia e olhava fixamente para Raimunda, que se masturbava vendo aquilo, então o vigia levantou minhas pernas e foi socando, depois tirou o pauzão, mas manteve minhas pernas levantadas.
Claudionor então se aproximou e
socou seu pau enorme todinho no meu ânus arrombado, e apesar do grito que dei, adorei
aquilo, um macho servindo outro, eles queriam me dilacerar de todo jeito, até pensei
em fazer DP anal, mas depois desisti, certamente eu morreria ali, talvez se
fosse Claudionor e Breno, pudesse rolar, mas com Valdo não, seu pau era muito
grosso, não aceitaria dividir um buraco só com outra rola, isso era fato.
Valdo voltou a
meter no meu cu, o faxineiro chegou perto, segurou minhas pernas e chupou minha
buceta deliciosamente, então socou seu pauzão nela, sem cerimônia, eu já estava
em dupla penetração de novo, urrando, gemendo, quase desmaiando e vendo
Raimunda me olhar, com olhos lascivos, se masturbando intensamente, tomada de
luxúria, vendo aqueles machos roludos me currarem. Depois de um tempo,
revezamos, sentei com o cu no pau de Claudionor e Valdo socou na minha xoxota,
não tinha como não berrar de prazer, o misto de dor e desejo transpassava as
paredes daquele laboratório de ciências.
Mais um tempo passado, Valdo levantou e me suspendeu em seu colo, me tirando da picona de Claudionor, então o faxineiro veio por trás e socou no meu cu, abracei Valdo enquanto eles bombavam e via Raimunda explodir em mais um orgasmo ao ver essa cena.
Depois foi o inverso, o corpo magrelo de Claudionor me segurava suspensa
e com a buceta presa em sua picona, enquanto Valdo varava meu cu com sua pica
grossa, por mais que eu estivesse há mais de duas horas naquela transa
frenética, com sexo anal constante, revezando as picas, o pauzão grosso de
Valdo sempre causava um estrago no meu rabo, ele parecia virgem toda vez que ia
receber aquela rola. Os dois metiam freneticamente, senti um orgasmo delicioso
chegando, então urrei, gritei, gemi e gozei como uma louca, presa àquelas rolas
enormes. Foi um orgasmo tão bom quanto o que tive na DP com Breno e Ismael. Foi
melhor.
Voltei ao chão, com o cu e buceta ardendo, quase sem equilíbrio, então os machos lavaram suas rolas e voltaram para gozar em mim e Raimunda. Eles nos colocaram de joelhos e logo socaram suas piconas em nossas bocas, Raimunda chupava a do faxineiro enquanto eu tentava engolir a do vigia. Então, após um tempo de boquete, ambos juntaram nossas cabeças, eu e Raimunda abrimos nossas bocas e os machos gozaram deliciosamente, melando mais minha colega do que eu, que ficou com porra no rosto e nos cabelos, fazendo cara de nojinho enquanto eu engolia e chupava ambos os caralhões, sorvendo o resto de seus espermas.
Claudionor socou
sua picona na boca de Raimunda e Valdo na minha, depois vice-versa, caímos
extasiados, suados, nos encarando mutuamente, Raimunda ficou quieta, meio cabisbaixa,
a ficha estava caindo do que ela tinha acabado de fazer e eu entendia sua
confusão mental, porque me senti assim quando fiz aquela mini orgia com Ismael
e Breno.
Olhei pela janela e vi a tarde dando lugar a noite. É, o tempo voou, a maior transa da minha vida e de Raimunda até aquele momento; eu e ela levantamos com dificuldades, a coroa baixou seu vestido e o ajeitou, depois arrumou os cabelos, limpou o rosto e a boca, estava muda, mas com um olhar aparentemente feliz.
Claudionor foi lá fora e trouxe meu short de volta; o vesti, era hora de ir
embora, os machos já se vestiam também, então saímos do laboratório de
ciências, quase sem conseguir andar, amparadas por Valdo e Claudionor, e fomos
até a sala dos professores pegar nossas coisas, e nossos rumos, era hora de ir
para casa e colocar nossos cus em uma bacia de gelo, pois ardiam em brasa.
Nos despedimos
do vigia e do faxineiro, que juraram guardar segredo do que tinha rolado ali,
do lado de fora, vi Raimunda me abraçar e explodir em lágrimas, dizendo:
—Luciana, o
que foi que eu fiz, o que nós fizemos, agora estamos faladas na escola, eu vou
pedir transferência!! Eu sou uma mãe de família, como pude aceitar uma coisa
absurda dessas? E se eles espalharem será nosso fim! Segurei seus ombros,
levantei sua cabeça e olhei fixamente em seus olhos. Tadinha, ela estava
trêmula... como eu estive, então retruquei:
—Mas foi
gostoso não foi? Doeu mas foi uma delícia né? Te arrombaram, mas você gozou
como nunca havia gozado antes né? Antes de eu entrar com o Claudionor naquela
sala, você já estava falada pela sua consciência, estava traindo seu marido e
seus filhos, e depois os traiu de novo, mas garanto que teve a melhor
experiência sexual da sua vida! Eles não vão espalhar nada, isso eu te
asseguro, porque sabem que podemos nos defender, eles estão mais em nossas mãos
do que nós nas deles. Raimunda assentiu e sorriu timidamente respondendo:
—É mesmo né,
não vou negar que foi gostoso, delicioso, foi uma sensação diferente, tive
orgasmos magníficos, foi mesmo inesquecível, mas estou toda arrebentada mulher,
como vou fazer para andar? E sentar então? Respondeu ela, rindo.
—E eu? Acha
que estou inteira depois de levar aquela berinjela do teu macho no cu e depois
aquela mandioca do faxineiro? Meu maxilar dói de tanto chupar aquelas rolas!
—E você hein
sua safada, espiando minha trepada! Como pôde ser tão sem-vergonha assim hein?
Retrucou Raimunda, dando um tapa em meu ombro.
–Ah minha
querida, eu notei seu jeitinho de safada o tempo todo. Desconfiei, fui atrás e
confirmei, mas eu não ia nem tocar nesse assunto com você, juro! Respondi,
sincera.
—Duvido que
você conseguisse ficar calada! Rebateu a coroa, e ri alto.
—Ficaria sim Raimunda! Eu... fiz o mesmo que
você estava fazendo, então não tenho o direito de lhe julgar, porque te
entendo! As coisas só culminaram nesse bacanal, porque o Claudionor me flagrou,
mas se não fosse isso, vocês sequer saberiam que eu sei! Retruquei.
Fomos até o
carro de Raimunda, uma segurando a outra, porque estava complicado andar, então
entramos e ela foi direto para minha casa. Tomamos um belo banho, para tirar
todo aquele perfume de sexo intenso de nossos corpos e os resíduos de esperma de
nossos cabelos, ah, e também colocarmos um pouco nossos cus nas tigelas de
gelo. Ardia demais...
Após o banho,
já de pernas arreganhadas no sofá, com os cus besuntados de pomada, olhamos uma
para a outra; Raimunda então me contou como seu caso com Valdo começara, mas de
uma forma bem subjetiva, sem muitos detalhes, sem explicar realmente suas razões
para ter traído seu esposo. Também não dei uma de curiosa e fiquei cutucando
para saber. Ela só disse o que queria dizer, e disse o suficiente, depois comentou,
bestificada:
—Nossa Luciana,
nunca pensei que existissem homens com rolas tão grandes e grossas, achei que
só existiam mesmo nos filmes, o pau do Claudionor era enorme e o do Valdo
então, grande e da grossura do meu antebraço, ah amiga, só quero pau assim
agora!
—Mas e aí, se
eles aparecessem aqui e agora, com aquelas piconas apontando para você! Ainda
teria força para encarar? Ela me fitou com uma carinha de safada...
—Humm,
(pensativa) eu caía de boca, (risos) só não sei se daria o cu, mas que eu daria
uma bela chupada, principalmente na rola daquele faxineiro, isso sim! O garoto
é feio, magrelo e dos dentes deformados, mas tem uma rola de respeito! Eu
mamaria até cansar a boca, só não sei se engoliria a porra dele, achei meio
nojento, aliás falando em engolir, não tem como né! (Fazendo o gesto de tamanho
com as mãos) E você Luciana, encarava?
—Com certeza
amiga, nem que fosse só boquete! E eu engoliria tudo, não deixaria nenhuma
gotinha de esperma daqueles roludos! Ver a porra saindo de paus enormes como aqueles
e não engolir é pecado, mas esse é o gostoso de um pauzudo amiga, não conseguir
engolir a rola toda! E você gamou na rola do Claudionor hein? A do Valdo é
menor pouca coisa, e é mais grossa, mas não deixa de ser grande também, adorei
as duas! Já sei, foi o comprimento né sua safadinha, eu também adoro mais as
rolas compridas!
—Mas é que a do Claudionor não é tão grossona né, dá para tentar engolir, já o do Valdo não chega nem na metade, é grossa demais, mas é uma delícia! Respondeu minha amiga, gesticulando o boquete, então demos as mãos e uma aguda gargalhada, felizes, satisfeitas, eu havia ganhado uma parceira surpreendente de sacanagem, que antes disso, era só uma colega de trabalho e tínhamos uma relação pouco formal, agora tenho uma grande amiga e uma nova experiência, o voyeurismo e confesso que adorei.
FIM
*Tenho um carinho tremendo por essa microssérie. Foi a partir dela que minha vida sexual começou a desabrochar e meu tesão aflorar mais e mais. Sem dúvida esse evento é memorável até hoje para mim, algo que jamais pensei fazer em minha vida, mas fiz, e relendo antes de postar aqui, senti a mesma emoção, a mesma descrença de que fui capaz de fazer isso, e a boa notícia meus amores, é que essa suruba se repetiu no terceiro ato das minhas aventuras sexuais, mas sem Claudionor, e se a releitura dela causou as mesmas sensações da primeira vez, o revival será ainda mais intenso.
**Beijos, obrigada pela sua visita, e lembrem-se: postagem de relatos de segunda à sexta.
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Dupla Penetração
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Primeiro Ato
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Comentários
Parabéns pelos contos. Tesao do inicio ao fim. Esperando ler como foi a sua primeira DP anal.
ResponderExcluirEsse série é muito boa.
ResponderExcluirSaudação professora Lu (maik)
ResponderExcluirEsse claudionor é valdo são Caracas de muita sorte, comeram duas gostosas, pra completa fizeram DP nas duas esse que ganha na Mega sena e depois ganha novamente parabéns pelo conto.