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Estaria eu perdendo o controle de meus instintos? Essa foi a questão que fiz diante do espelho após a transa intensa que tive com Fonseca, o encanador casado e fiel, que quebrou sua jura de fidelidade ao me foder deliciosamente. O paradoxo que vai levar muitos de vocês a questionarem a veracidade dos meus relatos, ou os sentenciarem como apenas um amontoado de palavras rebuscadas e bem estruturadas que saíram da cabeça de uma maluca, é justamente esse; o descontrole emocional que se apossava de mim quando eu via um pau grande, ou supunha que o homem tinha um. Se era um distúrbio? De jeito nenhum... jamais.
Sete dias depois, sala dos professores. Aparentemente seria um dia corriqueiro, onde a maioria de nós rezava diariamente em vão, para pelo menos 90% da sala faltar, contudo, nossos murmúrios foram interrompidos quando a diretora da escola, chamada Sueli, uma coroa que aos 47 anos, pareceu ter descoberto a fonte da juventude, casada com um também diretor de escola, loira natural, de cabelos compridos e lisos, pele bem branca, olhos verdes, nariz afilado, boca pequena e lábios finos, seios pequenos e perfeitamente levantados, com quase zero de barriga, quadril do tamanho do meu, uma bunda durinha maior que a minha, acompanhada de um belo e parrudo par de pernas com o mínimo de estrias e celulites, trajada com um vestido de altura até o joelho e bem justo surgiu em nossa sala.
Junto a ela, um homem branco rosado, alto, cabeça comprida, cabelos pretos, bem cortados e penteados, lindos e médios olhos castanhos, nariz largo e um pouco para baixo, boca grande e lábios médios, sem barba. Um corpo bem sarado, mas não como o dos halterofilistas, que são umas aberrações. Tinha braços musculosos e um belo peitoral.
Trajava uma camiseta branca com detalhes em amarelo e preto, bem
apertada, uma calça preta de moletom, com listras brancas na lateral, bem
frouxa e um tênis daqueles bem chiques. Senti um arrepio ao ver aquele homem,
que aparentava estar na casa dos 30. Era lindo, charmoso, gostoso e jovial. As
velhotas que estavam na sala, incluindo Raimunda, também arregalaram seus olhos
quando o viram e os poucos homens, torceram o nariz, é claro, morrendo de
inveja daquele deus grego...
–Prezados, este é o professor Bruno,
de Educação Física! Ele veio substituir temporariamente o professor Caíque, que
se recupera de uma indisposição! Disse Sueli, nos apresentando o gostoso
colega, que discretamente com seu olhar, devorou de uma vez as três únicas professoras
daquela sala que valiam uma boa trepada: Gisele (a qual não sei de nenhuma
aventura sexual), Raimunda, e claro, Euzinha da Silva (risos).
–É um prazer conhecê-los! Disse Bruno, que veio cumprimentar cada um de nós, mostrando simpatia, humildade e um olhar bem safadinho para nossas curvas.
Minha mania de olhar as virilhas dos homens
não poupou o colega, porém, não consegui ver nada de exagerado ali, aliás, o
volume era baixo devido à frouxidão de sua calça. Desencanei, normalmente
homens saradões têm paus pequenos e disfuncionais, pois vivem ingerindo
porcarias em seus corpos, mas seu porte físico não parecia anabolizado...
Não demoraria muito para que a
presença desse docente substituto virasse fofoca na escola inteira, porque o
homem chamava mesmo atenção, de tão bonito e gostoso que era; e não deu outra,
já no primeiro dia, por várias vezes tive que dar bronca em meus alunos, porque
atrapalhavam minha aula com o assunto "Novo professor de Educação
Física".
No segundo dia, eu estava
absorta na sala de aula, era intervalo e eu mexia no meu celular, aguardando a
ligação de Amadeu, pois tínhamos negócios inacabados (risos), então resolvi ir
até a cantina espairecer um pouco, organizar as ideias e não pensar muito em
pauzões, mas era inevitável, a saudade de um caralhão já me torturava. Lá, pedi
um suco de abacaxi com hortelã, o meu preferido. Fiquei mexendo no celular para
esperar o mesmo ficar pronto, quando de repente, uma voz masculina disse:
–Um igual para mim, por favor! Levantei o olhar e vi o professor Bruno, que me fitou com um olhar amistoso e devorador ao mesmo tempo.
Ele vestia uma camiseta de manga curta cinza,
apertada, escrito Educação Física, que delineava bem seu peitoral robusto e uma
bermuda menos frouxa que a calça, de comprimento até pouco antes do joelho. Notei
um volume discreto formado. Para retribuir a simpatia, o cumprimentei
indagando:
–Olá professor Bruno, também
gosta desse sabor?
–Olá professora Luciana! Adoro,
dá uma boa disposição e refresca também, porque hoje está abafado! Respondeu Bruno,
demonstrando simplicidade e muita simpatia.
–Professor Bruno! Quando soube que você tinha voltado não acreditei! Tava com muita saudade! Disse Cristina, minha ex-aluna, e uma das mais piranhas da escola, a qual que não tinha o menor pudor em esconder isso.
Ela era mais baixa que eu, pele morena um pouco mais escura
que a minha, cabelos negros, cacheados e longos, olhos grandes e vivos, com um
óculos retangular, nariz médio, boca média e lábios carnudos, seios pequenos,
quadril grande e uma bunda de igual tamanho e pernas grossas. O uniforme da
escola delineava bem suas curvas. Ela me surpreendeu com esta declaração. Quer
dizer que eles se conheciam e não era a primeira vez do professor Bruno por
essas bandas?
–Oi Cris, que bom rever você! Respondeu Bruno, entusiasmado. Os dois se cumprimentaram, deram um beijo no rosto um do outro e ficaram de mãos dadas, mas foram educados e não me deixaram no vácuo.
Nisso, nossos sucos foram entregues; o docente pegou sua bebida, a
pagou e pediu licença educadamente para mim, saindo com Cristina. Aquilo
acendeu meu sexto sentido, ela o abraçava e encostava sua cabeça em seu ombro,
eles riam, enquanto se dirigiam à quadra, expressando mais que um respeito
entre professor e aluna.
Durante o segundo tempo da aula, passei uma atividade e fiquei em minha mesa, especulando várias coisas sobre esse professor, e a principal delas foi o fato de eu nunca o ter visto nesta escola desde que comecei a lecionar nela (quase uma década já), tampouco no bairro, além do provável envolvimento com Cristina.
Após essas divagações, meu
turno chegara ao fim, então liberei meus alunos cinco minutos antes e fiquei no
pátio, esperando a estudante vagaba, que não teria constrangimento nenhum em
contar se rolou algo com Bruno. O sinal tocou e logo avistei Cristina vindo em
direção ao portão, então a chamei, e ela prontamente veio até mim, pois pode
não parecer, mas sempre fui muito respeitada pelos alunos desta escola. A
garota indagou, simpática e sorridente:
–Oi “Profa”, pode dizer! Aconteceu
alguma coisa?
–Er... Cristina, vou direto ao
ponto: você tem ou teve algum lance com o professor Bruno? Ela me fitou com
olhar surpreso, deu um risinho safado e respondeu, depois indagou:
–Tive e vou ter de novo! Mas por
que perguntou isso professora?
–Ah, nada demais, só vi vocês
tão íntimos ali, fiquei preocupada, você sabe que envolvimento de professor com
aluno dá problema, não é? Eu sei que você já é maior de idade, mas é sempre bom
tomar cuidado! Respondi. A aluna riu e respondeu, excitada:
–Ah professora, relaxa, não vai
dar problema nenhum! Eu nunca prejudicaria um gostoso daqueles! Ai que
delícia... só de lembrar daquela "coisona" dele sinto um arrepio!
Dito isso ela gesticulou um tamanho de pênis com as mãos, e era bem grande, em
seguida deu uma gargalhada. Fiquei ruborizada, então dei corda indagando:
–Como assim Cris? Que
"coisona" é essa que você está falando?
–Ora professora, é o pau dele
né! Parece um cavalo de tão grande! Respondeu em tom baixinho, me deixando
chocada, e excitada.
–Que conversa é essa menina?
Você não toma jeito mesmo hein! Respondi.
–Juro pela vida da minha filha! Mulher, o cara é muito pauzudo! Tem 25 centímetros de pica grossa! Perdi a virgindade do cu com ele, e quero fazer de novo! Respondeu sem firulas, me causando espanto.
Bruno passou por nós, devorou nossos corpos novamente com seu
olhar e nos cumprimentou com um aceno, o qual retribuímos. Cristina o notou e
os dois trocaram um olhar discreto, como se tivessem algo marcado e o fariam o
mais breve possível, então ela se despediu, dizendo:
–Vou indo professora, tenho um
compromisso importantíssimo! Até amanhã! A garota sumiu junto com Bruno na
multidão de alunos que se dirigiam ao portão, então fui para casa, confiando no
que Cristina disse sobre o dote de meu colega, e já planejando como comprovaria
isso no dia seguinte...
No terceiro dia eu fui para o
trabalho com um legging preto bem apertado, o qual só era possível ver minha
calcinha se a pessoa estivesse muito perto. Vi Bruno na sala dos professores,
conversando com alguns colegas e quando ele me viu com aquela roupa tão colada,
avolumou seu suposto caralhão sob a calça que já era mais justa. Cumprimentei a
todos, ele em especial, que devorava meu corpo sem constrangimento algum e eu
fazia o mesmo, percebendo seu volume aumentar. Raimunda havia faltado.
Dei minha aula normalmente, mas
ansiosa para ver Bruno. Eu não podia perder a chance, pois Caíque estava quase
curado de sua mazela e logo retornaria para seu posto de titular. O fim do
expediente chegou, novamente liberei meus alunos mais cedo, pois teria que pôr
meu plano em prática, então esperei no pátio novamente e logo vi meu colega a
caminho da sala dos professores. Quando fui avistada por Bruno, ele acenou
simpático, e eu o chamei gesticulando, ele veio, devorando meu corpo com seu
olhar e mostrando um enorme carisma:
–Diga querida colega! Falou Bruno, com olhos
fixos em minhas pernas e quadril.
–Er... você... tem algum
compromisso... depois que... sair daqui? Indaguei.
–Hoje não! Por quê? Disse e Indagou,
curioso.
–Er... você poderia me dar uma
carona até a cidade? Eu sei que é seu caminho, então... queria aproveitar, pois
tenho umas coisas para resolver por ali! Respondi.
–Sim, claro, será um enorme prazer! Respondeu, gentil e pousando sua mão grande sobre meu ombro. Olhei discretamente seu volume, que parecia maior. Carona até a cidade é? Indaguei em pensamento, e ri. Fomos até o estacionamento da escola, o carro dele era um sedâ prata, grande, bonito, espaçoso por dentro e impecavelmente limpo.
Sentei
no banco da frente, afivelei o cinto de segurança e então nos olhamos por alguns
instantes; seus olhos passearam por cada curva do meu corpo, com paradas em
minhas coxas grossas, as quais estavam bem evidenciadas, também fiz o mesmo,
notando um volume grande se formando sob seu short, então sorrimos um para o
outro e partimos... senti o tradicional frio na barriga, pois eu sabia que
devia ter ficado na minha após ouvir o relato sexual de Cristina, sabia que
tinha que seguir minha vida sem me expor tanto assim, mas desejo não se
explica, se realiza...
Durante o início do percurso,
conversamos coisas triviais, ele me falou um pouco de sua vida, suas
aspirações, sobre a frustração de nossa luta para transformarmos as pessoas
através do conhecimento. Bruno era além de belo e gostoso, um homem inteligente
e culto.
Já na metade do caminho, do lado direito da rodovia, vi um motel, mas não era um motel "pé sujo", como costumam ser esses de beira de estrada, onde os caminhoneiros trazem as putas pé-rapadas; era um lugar bem famoso pelo luxo, a começar pela entrada, com um muro bem alto, ornado com um jardim vertical e pequenas pedras redondas, um declive que dava acesso ao portão de entrada e uma placa enorme do lado de fora, com uma propaganda do mesmo.
Era hora de executar meu plano, então,
pousei minha mão sobre a coxa de Bruno e a alisei, ele se surpreendeu e me
fitou, então, sem tirar meus olhos dos dele, gesticulei para que ele dobrasse à
direita, ele sorriu maliciosamente, sinalizou seu veículo e assim o fez,
parando a poucos metros da descida, onde lá embaixo se encontrava a entrada do
motel.
–A melhor surpresa que tive hoje!
Exclamou Bruno, alisando meus cabelos.
–Aqui podemos conversar melhor! Respondi, tocando com minha mão esquerda seu volume sob o short, sentindo-o crescer, e estufar bem o tecido do mesmo; parecia bem enorme.
Nos encaramos,
sorrindo mutuamente e nos beijamos, seu beijo era molhado, gostoso e carregado
de desejo e luxúria, um ósculo rápido, um aperitivo, então ele prosseguiu,
parou no guichê, onde pedi uma suíte intermediária, a qual atenderia muito bem
nossa necessidade, descemos a ladeirinha e passamos pelo portão. Nossa alcova
estava ao fundo.
Entramos no quarto, que era belo
e espaçoso, com uma cama redonda, uma poltrona em forma de assento de moto, TV
na parede, frigobar, cadeira erótica, uma banheira de hidromassagem, etc. Recursos
que em sua maioria não utilizaríamos, pois eu optei pelo motel para evitar
comentários maldosos. Nos beijamos novamente, suas mãos grandes e firmes
apertavam minha bunda, sua boca chupava meu pescoço enquanto eu sentia seu
cacetão rijo sob o short. Bruno tinha pegada, arrepiou todo meu corpo com sua
boca deliciosa, e já foi abaixando meu legging, então freei suas mãos, sorri
mordendo os lábios e disse, sussurrando:
–Trouxe você aqui para saber se
o que a Cristina me falou ao seu respeito é verdade!
–Se aquela menina linguaruda tiver me acusado de assédio, pode denunciá-la! Respondeu Bruno em tom jocoso, beijando meu pescoço e apalpando minha bunda.
Ri alto com aquela piada, sua mão
acariciava meus seios por cima da blusa, o freei novamente e meti minha mão por
dentro de seu short e alisei seu pau por cima da cueca. Só no tato percebi que
Cristina não tinha mentido, então respondi:
–Não, pelo contrário, ela falou
maravilhas de você! Falou tão bem que fiquei com vontade de conferir! Ele
beijou meu pescoço de novo e o chupou, depois respondeu:
–Então fique à vontade e confira! Sorri e levantei sua camiseta, vendo seu tórax forte, peito cheio, o qual tinha um coração mordido, análogo a uma maçã, tatuado no lado esquerdo do mesmo e uma barriga definida, estilo tanquinho.
Dei-lhe um suave empurrão
jogando-o na cama e vendo aquela tora avolumada sob seu short, ele tirou seu
tênis e eu, me livrei do legging e da calcinha, em seguida tirei seu short e vi
a montanha formada sob uma cueca box branca, depois subi na cama, alisando e
apertando, punhetando por cima do tecido e sentindo minha xoxota tremer. Fiquei
ajoelhada entre as pernas de Bruno, massageando todo seu pau com as mãos, então
sorri e abaixei a cueca... e arregalei os olhos...
O falo de Bruno era depilado,
branco e rosado, meio torto para a esquerda, com poucas veias, glande rosadinha
e larga como o resto, aliás era bem grosso, especialmente no meio; tinha bolas
médias e o tamanho? Exatos 25 centímetros. Um pênis desafiador.
–Nossa, é enorme... e grosso!
Por isso a Cristina estava tão alegrinha! Disse eu, passando aquela rolona em
meu rosto, sentindo o cheiro abafado, massageando-a entre minhas mãos, depois
punhetando levemente abaixo da cabeça.
–Olha, não é querendo me gabar, mas... qualquer mulher fica feliz quando experimenta um pau desse! Disse Bruno, sabendo que sua afirmação era verdadeira e nenhum pouco arrogante, e que eu corroborava totalmente com ela.
Eu sorria masturbando aquela tora, sentindo aquele medinho gostoso, sabendo o quanto ela me causaria dor, mas também muito prazer. Eu esfregava suavemente aquela piroca equina em meu rosto, acarinhando-a e gemendo baixinho, sentindo meu corpo todo queimar de desejo, então comecei a lamber e beijar a glande, a qual já expelia aquele líquido gostoso de tesão.
Passei a língua circularmente pela mesma, salivando e
sorvendo a saliva, abrindo a boca e friccionando-a na língua, depois torturando
a pontinha da cabeça com lambidinhas rápidas e punhetando devagar. Bruno caçou
meus seios de bicos petrificados e os estimulou, então abarquei suavemente a
glande, chupando devagar, sentindo a grossura alargar minha boca, a qual descia
mais a cada vai e vem chegando sequer à metade e como de praxe, me fazendo
engasgar gostoso.
O docente gemia baixinho, melei minha mão com a saliva que vertia como
água da fonte de minha boca e continuei acariciando enquanto a outra mão
segurava a base, depois fui só com uma mão, percorrendo aquele comprimento
todo, apertando firme, como se ainda não acreditasse que um homem pudesse ter
um órgão sexual tão grande e espesso. O maior que conheci até agora. Deixei bem
meladinho e continuei mamando.
Bruno levantou da cama, me
carregando em seus braços viris e me conduziu até a cadeira erótica, lá, ele
levantou minha blusa e abriu bem minhas pernas, apoiando-a no objeto, que tinha
várias ramificações metálicas, possibilitando diversas posições, em seguida
caiu de boca na minha buceta melada de tesão, chupando deliciosamente, me
castigando com sua língua quente e molhada, arrancando gemidos altos de mim, os
quais aumentaram quando senti seus dedos entrando no meu cuzinho enquanto ele
continuava no oral, com uma vontade fervorosa, sugando minha seiva. Ele pegou
um dos meus pés e pôs o dedão na boca o chupando, depois o fez com os outros
dedos enquanto estimulava minha racha. Que covarde, assim eu gozaria fácil,
então o afastei suavemente e disse:
–Calma meu tesudo, sua boca é
maravilhosa, mas eu quero gozar mesmo é nessa sua pica enorme e gostosa! Ele me
acariciou e beijou minha boca, em seguida veio até minha cabeça e socou seu
caralhão grosso em minha boca. Eu mamava como uma bezerrinha faminta enquanto
ele acariciava meus seios com uma mão e me masturbava com a outra. Segurei
firme sua tora e segui chupando, atolando até engasgar novamente, deixando seu
membro todo salivado, e pronto para me foder, e é o que ele faria.
Bruno chupou minha xoxota mais
uma vez, e com sua excitação profusa, esfregou a cabeça de sua rolona nela,
então as palavras de Cristina vieram em minha mente: " Perdi a virgindade do cu com ele, e quero fazer de novo".
Quando ele estava prestes a meter, indaguei:
–É verdade que a Cristina
aguentou seu pauzão todinho no cu? Bruno levantou sua cabeça, deu um sorriso
bem safado, e respondeu:
–Correto, aliás, a Cristina só
faz anal comigo! O cu dela me pertence!
–Pois eu quero que você meta
esse pauzão no meu cu! Respondi, manhosa.
Ele sorriu e então melou meu rabo com a seiva de minha xoxota, meteu um
dedo, depois outro e foi temperando meu anelzinho para que ele recebesse sua
tora.
—Tem certeza? Quer começar pelo anal? Questionou Bruno, antes de meter.
—Presumo que você saiba fazer de um jeito que eu vou suportar esses 25
centímetros sem muito sofrimento! Retruquei, e o comedor deu um lindo sorriso,
assentindo depois.
—Você não tem medo de pau grande né? Brincou Bruno, em tom de desafio.
—Morro de pavor é de pau pequeno! Deus me defenda! Retruquei, e ele riu
alto.
O docente se preparou. Percebi seu caralhão ficar meia vida, mas
funcional, e achei aquilo estranho, então ele lubrificou a cabeça de seu falo
enorme, a posicionou na entradinha do meu ânus e esfregou levemente, meteu dois
dedos, depois deixou a glande deslizar.
O macho metia devagar, e bombava suavemente, sem pressa e acariciando
meu corpo, especialmente minhas coxas e ventre. Gemi gostoso, o ritmo estava
delicioso, e senti o pintão enorme avançar mais um pouco, ele parou, recuou e
recomeçou. Eu gemia manhosa.
Meu cu era apertado, aliás, apertado para aquela grossura de pau, que já estava com a metade enterrada, avançando mais, suavemente; eu gemia gostoso enquanto mais ia entrando, então senti sua pirocona endurecer novamente dentro do meu botãozinho, e ele aumentou o ritmo das bombadas, agora eu gemia mais alto, sua mão acariciava meus seios, e a outra, dedilhava minha buceta.
Ele tirou sua tora do meu cu e meteu de novo,
sempre suave, tratando meu buraquinho com gentileza, era surpreendente, Bruno
sabia enrabar uma mulher, ele metia mais, com força e meus gemidos aumentavam
de tom, até que senti seus 25 centímetros totalmente atolados no meu cu, e
gritei, mas ele sabia que era um grito de tesão.
O macho elevou minhas pernas até
uma das ramificações mais altas da cadeira, melou meu cu de novo e o varou,
agora metendo vorazmente, como se adivinhasse meu desejo de que as gentilezas
cessassem, eu berrava a cada vai e vem daquele quase antebraço em forma de
rola, que parecia arrombar mais meu cu, ou não arrombá-lo o suficiente; sim,
não estava arrombado o bastante, ele parou, novamente com seu picão cravado em
meu buraco, me fazendo sentir sua virilha, e seguiu metendo, revezando as
estocadas entre suaves e fortes.
Após um tempo, ele me carregou
de novo em seus braços até a cama, lá, ele deitou-se e me mandou sentar de
costas, e assim o fiz. Fui descendo lentamente, sentindo mais uma vez aquele
pedaço enorme de carne arregaçando meu rabo, eu já suava profusamente e minha
xoxota também, a qual usei sua seiva para besuntar mais aquela rolona grossa,
então segurei meus cabelos molhados de suor, empinei a bunda e quiquei devagar,
gemendo alto, até sentar totalmente, cravada naquele falo descomunal. Bruno
elevou minhas pernas puxando meu dorso para trás, e seguiu socando, me causando
até uma ligeira falta de ar, que logo passou, sinal de que meu cu já estava se
adaptando àquele calibre e tamanho.
Depois sentei de frente, eu
queria provar para Bruno e aquela pirralha vadia, que também dava conta de seus
25 centímetros no cu; ele segurou minhas nádegas abertas enquanto eu cavalgava
abraçada a ele, que chupava meus seios enquanto eu rebolava querendo atolar
mais ainda, sentindo a dor, que era o preço cobrado pelo prazer com homens
pauzudos. O ar condicionado da alcova era insuficiente contra nosso calor, estávamos
ensopados de suor, mas isso só mostrava o quão ensandecidos de tesão estávamos.
Abracei Bruno mais forte, ele fez o mesmo, fiz o vai e vem com mais intensidade, rebolando gostoso, gemendo chorosa e sussurrando loucuras em seu ouvido, sentindo a fricção de minha xoxota em sua virilha e sua língua sugando meus seios, até que a euforia, o tremor, o arrepio, o coração que batia freneticamente, o grito que ainda tinha força para ressoar, tudo isso se fundiu e explodiu num clímax que me levou às lágrimas, um dos melhores e mais intensos orgasmos que tive.
Diminuí o ritmo,
rebolando suavemente, gemendo baixinho, cobrindo meu macho de beijos molhados
de saliva e suor, fui parando, até tombar, ainda presa ao seu pauzão, o qual bombava
suavemente, e encostando minha cabeça em seu ombro, exausta, ofegante, mas
plenamente satisfeita... porém, ainda não era o fim...
Fui levada no colo de Bruno para
o banheiro, ele ligou o chuveiro, me pôs de costas, com as mãos apoiadas na
parede, empinou minha bunda, a qual ele percebera ainda estar faminta e me
enrabou novamente; meu cu estava dolorido, inchado, e com certeza bem arrombado,
mas ainda queria mais pica, apesar de todo meu corpo ainda estar sob o efeito
do orgasmo e minhas pernas estarem meio bambas, me mantive firme.
–Vou encher teu cuzinho gostoso
de porra sua safada! Disse Bruno estocando fundo e com vontade, me fazendo
gemer alto e gritar, então bradei, ensandecida:
–NÃO! GOZA NA MINHA BOCA! Ele
então saiu do meu cu, me pôs de joelhos e lavou seu pauzão na água corrente do
chuveiro, segurou minha cabeça e masturbou sua picona, abri minha boca e ouvi
seu gemido alto e carregado de tesão ao despejar dentro dela seu leite farto;
um néctar quente e delicioso, lambi e chupei até não restar mais nenhuma gota,
até seu membro tombar mole, mas ainda sim imponente. Era o fim... mas o fim daquela
transa, é claro, pois eu não deixaria aquele macho sair de minha vida...
Tomamos banho juntos, e durante
o mesmo, nos beijamos, com o mesmo calor e desejo de quando começamos a transa,
depois nos vestimos e saímos do motel, isso após uma discussão sobre quem
pagaria a conta; o certo seria eu pagar, pois o convite para a foda partiu de
mim, mas após muita argumentação mútua, dividimos a despesa, e assim saímos,
ele me trouxe de volta ao bairro onde moro, num lugar distante da escola e
próximo de minha casa. Em seu carro ainda demos mais alguns amassos, ele
parecia fascinado com a transa que tivera, seu olhar era um misto de plenitude
e descrença.
–Olha que eu vou hein! Sorrimos e nos beijamos, com o desejo renovado,
então olhei ao meu redor para me certificar de que nenhum conhecido me veria
ali, e após tudo ok, saí de seu carro e acenei, ele acenou de volta e partiu
dando uma buzinada rápida, então tentei andar normalmente, mas estava difícil,
meu cu doía, ardia e latejava muito, mas toda essa dor passaria em alguns dias,
e a saudade de fazer tudo outra vez me torturaria novamente...
Após um bom tempo andando cuidadosamente, cheguei em casa e para minha
sorte, meu corno não estava lá, o que me pouparia de ter que responder seu
interrogatório sobre meu estado, que estava indisfarçável, pois Bruno
estraçalhou mesmo meu ânus, do jeito que eu gosto, do jeito que eu mereço.
Tomei mais um belo banho, afinal, banho em motel não é um banho de verdade e
após “purificar” meu corpo, repus as energias com uma bela e gostosa refeição,
depois me deitei... e dormi... rogando ao deus dos sonhos reviver os momentos
lascivos e deliciosos que tive com aquele caralhudo gostoso...
No dia seguinte, para minha tristeza, o professor Caíque estava de
volta, curadíssimo. Bruno já estava em outros ares, talvez substituindo outros
professores, e colecionando mais mulheres. O expediente foi chato, mas no
final, quando eu estava prestes a ir para casa, uma buzina chamou minha
atenção, olhei e o familiar carro que outrora fiz entrar naquele motel estava
lá. Então, ignorando as dores que ainda me incomodavam um pouco, adentrei o
veículo sem pestanejar, e lá vi meu macho, com uma camiseta branca apertadinha
e um short médio também apertado, então nos encaramos e ele disse, alisando seu
pauzão:
–Senti saudades de você minha tesuda!
–Eu também, senti muita saudade! Respondi, metendo minha mão dentro de seu short e sentindo sua jeba dura e cheia de desejo. Então partimos...
FIM
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Não percam a postagem de sábado (18/12) queridos alunos, pois vou tratar de um assunto bem legal com todos vocês.
Beijos e tenham uma sexta-feira cheia de paz.
Anal
Boquete
Corno
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Heterossexual
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Comentários
Os textos são incríveis, as fotos mais perfeitas ainda.
ResponderExcluirAdorei ler a experiência, é raro encontrar uma mulher que adore anal. As fotos são lindas.
ResponderExcluirDeliciosa
ResponderExcluirSaudação professora Lu (maik)
ResponderExcluirComo sempre curioso não deixamos as oportunidades passarem. Bruno cara de sorte começou logo comendo seu cuzinho e por isso que ele volto o mel quando é bom a abelha sempre volta
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