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Cinco dias se passaram após a orgia no Laboratório de Ciências. Realmente minha vida sexual entrou numa espiral de eventos inusitados e imprevisíveis, me fazendo às vezes desacreditar do que fiz, de como pude me expor tanto assim para saciar meu tesão.
Por outro lado, Raimunda, uma das protagonistas desse pequeno bacanal, jurou nunca mais repetir tal coisa, mesmo que durante esses dias, seus comentários tenham sido sobre esse evento, sempre enfatizando os dotes de Valdo e Claudionor, o que me fez crer de uma vez que sua jura era uma mentira. Se ela não ficou traumatizada, é claro que vai repetir isso um dia...
O faxineiro e o vigia protegiam nosso
pacto de silêncio, mantendo a relação conosco como se nada tivesse acontecido, mas
nos primeiros três dias foi difícil; eu e Raimunda ficávamos apreensivas, era
só algum aluno do sexo masculino abordar a mim ou ela sozinha, que nós já
imaginávamos que ele sabia de tudo, e então nos chantagearia em troca de sexo.
Esse é o preço de se levar uma vida de infidelidade, a impressão que temos é
que todos ao nosso redor são oniscientes e onipresentes, mas felizmente, tudo
transcorria normal...
Se tem uma coisa que eu gosto de
fazer desde que o serviço se tornou comum em todos os salões de beleza, é a
depilação íntima. Eu sempre tive um grande enjoo de ver minha buceta toda
peluda. E no sexto dia após essa fodelança na escola, eu já estava acesinha,
pois sabia que tinha Valdo e Claudionor para apagar o fogo de minha racha, já
que Ismael e Breno eram apenas deliciosas lembranças. Sendo assim, aproveitei
meu dia de folga para ir ao salão de uma grande amiga, que frequento há muitos
anos, mas que como eu, adora pular a cerca, claro que ela já faz isso muito
antes dessa prática se tornar corriqueira em minha vida.
Seu nome era Priscila, uma
mulher do tipo "cavalona", como se diz por aí. 34 anos, mais alta do
que eu, branca, cabelos lisos e longos, pintados de loiro platinado, olhos
castanhos, nariz grande, boca média e lábios finos, seios pequenos, quadris
largos, barriga estilo tanquinho, pernas grossas e uma baita bunda grande,
maior que a minha. Um corpo belo, como a maioria das cabeleireiras possui,
mesmo após parir duas lindas meninas. Seu marido é um exímio corno que todo o
bairro conhece, do tipo manso.
Após marcar com Priscila o
horário, (14h), fiz as coisas rapidamente em casa, depois almocei e tomei um
belo banho, pus uma tiara de pano branca, um vestido azul de manga curta apertadinho,
de comprimento até a metade da coxa e uma sandália Anabela. Então fui para o
salão de minha amiga, que ficava duas ruas atrás da que eu moro. Lá chegando, fui
recebida com a mesma simpatia que me fez ser sua cliente fiel durante muitos
anos, além de seus serviços que são bem caprichados. Ela estava vestida com uma
camiseta branca curta e um shortinho preto mais curto que o meu, o qual
destacava bem seu belo par de pernas grossas e bem lisinhas. O salão estava
vazio, o que me causou estranheza, então comentei:
—Nossa Priscila, estranho o seu
salão não ter ninguém a essa hora!
—Ah Luciana, hoje o dia começou
bem viu! Minhas duas assistentes faltaram, uma delas se acidentou e a outra foi
pro enterro do pai! Tive que desmarcar tudo, só aceitei fazer duas depilações
hoje, a sua e a de um rapaz, que por sinal já devia ter chegado! Respondeu
Priscila, baixando a porta de aço de seu salão até a metade, e me surpreendendo
com essa novidade. Respondi indagando:
—Desde quando você faz depilação
íntima em homens? Priscila riu de uma forma bem sacana, mexeu em seus longos
cabelos loiros falsificados e logo percebi que o rapaz que viria era um de seus
amantes. Ela me fitou e respondeu de forma mais sacana ainda, rindo alto:
—Não costumo fazer, mas toda
regra tem uma exceção!
—Sei, seus peguetes né sua
safadinha? Indaguei rindo.
—Ah não, o rapaz não é meu peguete
ainda, mas tá me fazendo perder as estribeiras! Respondeu a mulher, da forma
mais safada possível.
—Nossa, ele é tão gostosão
assim? Indaguei, curiosa.
—Gostosão, gato e tem um pau... humm,
pense num cacete enorme, grosso, daqueles que a mão quase não fecha! Atendi ele
uma vez e quando vi mole quase tive um troço, na hora que eu peguei nele pra
depilar, o bicho cresceu e engrossou de uma maneira, que quase não consegui
manter o profissionalismo, logo eu, que piro quando vejo um pirocão! Respondeu
Priscila, fazendo meu queixo cair ao ver que ela pensava da mesma forma que eu...
—Dona Priscila! Chamou uma voz masculina
bonita e grave do lado de fora, interrompendo nosso papo calcinha. Ela foi toda
eriçada atender o homem, nem precisava adivinhar, era seu cliente pauzudo e
atrasado. Como sempre, senti um frio na barriga...
Ela subiu a porta de aço e abriu
o portão, então vi um homem jovem, devia ter uns 30 anos, alto, corpo forte,
mas não sarado, pele morena clara, cabelos negros lisos, bem cortados e
penteados, olhos castanho-escuros, nariz médio e meio largo, lábios médios e
boca média. Barba feita, mostrando uma pele lisinha. Trajava uma camisa polo
preta e uma bermuda jeans, usava um chinelo bem elegante e possuía um relógio
graúdo em seu braço esquerdo. Realmente era um gato gostoso. Olhei logo para
sua virilha afim de notar algo estufado e vi sim um discreto volume, que
cresceu um pouco quando o homem entrou e nos fitou.
—Boa tarde senhor Amadeu, está
um pouco atrasado hein! Disse Priscila cumprimentando-o com um beijo no rosto e
dando batidinhas em seu relógio de pulso.
—Desculpe, é que tive uns
contratempos! Respondeu o homem, que acenou para mim e veio me cumprimentar;
ele tinha um perfume agradável e másculo. Priscila o convidou para sentar, e
quando ele o fez, notei seus olhos se perderem entre meu corpo e o dela, eu
logo dei um jeito de evidenciar bem minhas pernas cruzadas e alisar
discretamente minha bunda.
—Bom senhor Amadeu, só tenho você e... Começou a explicar Priscila, mas ela foi interrompida pelo toque de seu celular; ao ver quem era, fez um semblante preocupado, pediu licença e foi atender no quarto, Amadeu sorriu timidamente para mim e eu fiz o mesmo.
Conversamos
algumas bobagens, ele era bem simpático. Vi Priscila gesticulando para que eu
fosse até o cômodo onde ela estava, pedi licença ao homem e fui; lá, minha
amiga estava aflita, e disse baixinho o motivo de seu desassossego:
—O que aconteceu criatura? Você
está pálida! Indaguei e exclamei. Ela respondeu:
—A coordenação da escola da
Stefany me ligou EXIGINDO que eu fosse lá agora, porque minha filha foi
flagrada praticando "atos libidinosos" na quadra! Levei as mãos à
boca, surpresa ao ouvir aquilo. É... tal mãe... tal filha...
—Meu Deus Priscila, e agora?
Indaguei, preocupada.
—E agora? Não sei o que fazer,
vou ter que cancelar a sua depilação e a do Amadeu, e correr pra saber que
babado é esse! Eu odeio furar com meus clientes! Não é só por causa do
dinheiro, mas é que eu me sinto mal com isso, e eu já furei uma vez com o
Amadeu, com certeza ele vai ficar puto da vida! Ele veio lá de onde o Judas
perdeu as botas! Disse Priscila.
—Se você quiser eu depilo o
Amadeu! Respondi. Priscila me fitou com olhos arregalados, ficamos mudas por
quase um minuto, então ela deu um sorriso safado e indagou:
—Luciana, você teria coragem de
fazer isso?
—Relaxa que não vou transar com
seu cliente! Respondi mentindo. Ela riu alto e retrucou, baixando o tom de voz
para mesmo cochicho de quando começou nossa conversa:
—Não é por causa disso sua
doida, quero saber se você tem coragem de pegar no pau de outro homem! Não
esqueça que Amadeu veio depilar o cacetão dele!
—Só rola sacanagem se eu der
cabimento para ele! Respondi, jogando mais fermento na minha mentira. Priscila
me abraçou agradecida, e prometeu fazer minha depilação de graça e ainda me deu
outro serviço gratuito pelo favor, então ela me levou até o quarto onde eu
faria o trabalho, lá ela me ensinou basicamente como fazer, e não foi tão
difícil. Após uns 15 minutos de aula, fomos à sala de espera, onde Amadeu
estava folheando uma revista, denotando serenidade em seu gestual, e ao nos
vir, lançou novamente um olhar devorador sobre nós. Priscila então anunciou ao
cliente:
—Senhor Amadeu, vou ter que sair
para resolver um problema urgentíssimo, mas a Luciana vai fazer sua depilação!
O senhor aceita, ou quer vir outro dia? O homem me fitou de cima a baixo,
parando seus olhos em meu quadril largo e minhas coxas, então deu um sorriso
malicioso e respondeu, após perceber que meu olhar era exatamente como o dele:
—Claro, aceito sim, sem
problemas! Priscila agradeceu a nós dois, então, com a roupa que estava, se
despediu da gente, saiu apressada e baixou a porta toda de seu salão,
trancando-a. Minha barriga virou um freezer, Amadeu me devorava com seu olhar,
como se já soubesse que me foderia ali mesmo, mas tudo tinha que parecer
profissional, então eu disse, mostrando um nervosismo que não era mentira.
—É... senhor Amadeu, po-pode ir até o qu-quarto por gentileza! Ele sorriu assentindo e foi, mas antes fulminou minhas curvas com seu olhar faminto.
Pior que o homem era gato mesmo, exalava
um erotismo só no olhar e gestual. O segui, sem saber se meu nervosismo tinha
algum tesão, ou se meu tesão tinha algum nervosismo. Fui ao lavabo e lavei bem
minhas mãos. Ao lado havia um par de luvas cirúrgicas, touca e máscara, forte recomendação
de Priscila para fazer a depilação, mas aí eu pensei: pegar num pauzão grosso
usando luvas? Credo, que coisa mais sem graça! Então sequei minhas mãos e
respirei fundo.
Entrei no quarto, o qual estava
bem iluminado e vi Amadeu deitado na maca, relaxado, com as mãos apoiadas na
nuca e claro, só com sua camisa polo. Ele tinha pernas grossas e bonitas, e o
que havia entre as mesmas estava lá, mole, caído para a esquerda de sua coxa e
cheio de pelos. Mesmo em repouso era grande e grosso, com o prepúcio cobrindo a
glande e abaixo testículos médios. Senti minha xoxota melar e os bicos dos
seios endurecerem, olhei para o homem, que sorria, então me aproximei dele,
verifiquei a temperatura da cera, passei um pouco na espátula e comecei a espalhar
em sua virilha, do jeito que Priscila me ensinara.
—Não vai usar as luvas e a
máscara? Indagou Amadeu, antes que eu puxasse a cera.
—Ah, me de-desculpe, vou
pegá-las agora! Respondi, nervosa.
—Não, por favor, faça assim
mesmo! Não tem problema! Respondeu o homem. Sorri, visivelmente tensa e puxei a
cera, arrancando o primeiro tufo. Amadeu fez uma careta e sorriu em seguida,
percebendo que eu não tinha prática nenhuma naquilo. Me desculpei com ele, que
mostrou gentileza e paciência, então prossegui, me sentindo mais confiante. Eu
não conseguia tirar os olhos daquele falo, imaginando-o bem duro. Após um tempo
e muita tensão, terminei a virilha; seu pauzão permaneceu em repouso durante o
processo, e até diminuiu um pouco de tamanho, pois depilar na cera quente dói,
dói muito mesmo...
Chegara a hora de tirar os pelos
que estavam no corpo do pênis. Segurei delicadamente o membro encostando-o
contra sua barriga e já senti minha racha melar, pois ele endureceu um pouco. Apertei
suavemente e ele enrijeceu mais um tanto, então depilei com cuidado, e terminei
aquela região e toda a depilação. Soltei o pauzão e o vi ali, semi-ereto, já
bem maior e peguei o borrifador para lavar o mesmo, e era justamente aí que a
coisa começaria a descambar para o que eu mais queria, e ele também...
Borrifei toda sua genitália com
água e esfreguei rapidamente. Segurei seu picão e meu tesão triplicou ao
senti-lo crescer e engrossar bem mais em minha mão, gemi baixinho e suspirei ao
vê-lo atingir excitantes 23 centímetros, meio inclinados para a esquerda, com
veias salientes pelo meio e nas laterais, uma cabeça grande, larga e rosadinha,
a qual desabrochou conforme ele endureceu. Parei por uns instantes, segurando
aquela rolona morena pelo meio, olhando para ela atônita, tentando fechar minha
mão no diâmetro sem sucesso, sentindo um calor tomar meu corpo, melando mais
minha xoxota. Pus a outra mão na base, e instintivamente movimentei subindo e
descendo, mordendo os lábios, com um olhar tomado de desejo, ao constatar que
ainda sobrava alguns centímetros daquele caralhão, mesmo com minhas duas mãos o
segurando. Soltei uma das mãos e peguei a loção pós depilação, usada para evitar
irritação na pele, pus um pouco e passei, sentindo aquela tora pulsar conforme
eu movimentava, girando suavemente minhas mãos.
—Hmm, nossa... como é enorme! Disse eu, bem baixinho, mesclando minha frase com um suspiro carregado de tesão, sorrindo discretamente e masturbando devagar aquela pirocona espessa. Continuei percorrendo todo aquele comprimento e espessura, revezando as mãos, sob a desculpa de espalhar a loção, arregaçando bem o prepúcio, segurando a base e acariciando a cabeça, subindo e descendo, com movimentos circulares.
Amadeu gemeu baixinho
e contorceu-se na maca, respirando ruidosamente, então meteu sua mão direita
por baixo do meu vestido e apertou firmemente minha bunda, depois resvalou
certeiramente um de seus dedos no meu cuzinho e o bolinou, me fazendo gemer.
Olhei para ele, que sorria, mordendo os lábios, certo de que eu jamais
protestaria por aquele assédio sexual, porque fui eu quem o assediou primeiro. Sua
outra mão alisou meus faróis acesos de tesão. Ele levantou meu vestido, alisou
minha bunda, dedilhou meu cu novamente, e disse, extasiado:
—Humm, que mãos deliciosas você
tem! Vamos, finalize sua gostosa tesuda!
—Fi-Finalizar? Como assim?
Indaguei sussurrando, massageando sua tora grossa sem tirar os olhos dela, e
sem prestar atenção direito no que ele quis dizer.
—Me faça gozar bem gostoso com
uma punheta! Isso é finalizar! Respondeu.
—N-Não p-posso, a Priscila di...
Amadeu me interrompeu dizendo:
—Ela ou as meninas sempre
finalizam! Por isso venho de tão longe pra cá!
—Vem de tão longe e paga uma depilação nessa picona para voltar só com uma punheta? Tem certeza que é só isso o que você quer? Indaguei, chutando o balde e seguindo com minha massagem, a qual virou a punheta que ele queria.
Amadeu sorriu e mais um gostoso aperto em
minha bunda foi o sinal de que ele desejava mesmo era me foder, então sorri, já
com o rosto em cima de sua rola enorme e grossa, abri minha boca e pus minha
língua para fora, dei uma lambida rápida e segui a masturbação, ainda com as
duas mãos. Friccionei a glande de sua tora na minha língua e ele fez o vai e
vem, então abocanhei a glande, movimentando com as mãos, sentindo-a pulsante,
enchendo minha boca. Avancei mais um pouco, soltei uma das mãos, fui descendo e
engasguei quase chegando à metade. Tirei e abocanhei de novo, Amadeu segurou
meus cabelos e bombou suavemente, acompanhei seu ritmo chupando faminta,
deixando a saliva escorrer e abarcando o que conseguia.
Uma de suas mãos puxou minha calcinha com destreza, abri minhas pernas e
seus dedos penetraram minha xoxota encharcada enquanto eu estava em transe
mamando seu caralhão delicioso.
Amadeu levantou-se da maca e me abaixou para que eu continuasse meu boquete, e assim o fiz, ele segurou minha cabeça pelos meus cabelos, fitando bem meus olhos enquanto metia sua jeba larga em minha boca, ensandecido de tesão, e eu com mais tesão ainda, gemia chupando seu pauzão, como quem saboreava o sorvete predileto, atolando, torturando-o com minha língua e lábios, fazendo ele gemer loucamente.
Ele então me pôs em cima
da maca, com as pernas bem abertas e chupou deliciosamente minha buceta, que
parecia mais um manancial, de tão molhada que estava, sem se incomodar com o
matagal que a cobria, e me fez gozar ensandecida, me causando espasmos,
arrepios e arrancando gritos e gemidos alucinados de prazer. Um dos melhores
orais que já recebi em minha vida. Macho gostoso...
Vendo que eu já estava bem temperada, Amadeu segurou minhas pernas ainda abertas, e varou minha xana com sua tora de carne, a qual foi engolida facilmente, de tão faminta pelo seu caralhão que ela estava.
Ele baixou o decote de meu vestido, exibindo meus
seios de bicos rijos e os chupou, com um de seus braços fortes, segurou minha
nuca firme, enquanto estufava minha racha com sua picona, movimentando num
ritmo delicioso, chocando sua virilha depilada com a minha, me fazendo gemer
alto e sentir uma dor gostosa, a qual aumentava mais meu tesão, afinal, seus 23
centímetros grossos estavam todinhos dentro de mim, entrando e saindo,
arrombando minha xoxota e me levando ao êxtase.
Amadeu me tirou da maca e fez com que eu chupasse seu pauzão mais uma vez. Nossa, que delícia sentir naquela rolona o gosto de seu tesão misturado com o meu. Chupei vorazmente, virando a cabeça de lado e sentindo sua glande avolumar minha bochecha enquanto minha mão o masturbava ao mesmo tempo e meus lábios e língua saboreavam o resto.
O homem
me virou de costas, em pé, apoiada na maca, arrebitei bem minha bunda, ele
abriu minhas pernas e quando ia meter novamente na minha buceta, o freei e
disse, num manhoso sussurro, possuída de luxúria e tesão, aquele pirocão tinha
que arregaçar o meu cu.
—Mete no meu cu, mete esse
pauzão gostoso no meu cuzinho!!!
—Vai aguentar minha gostosa?
Indagou Amadeu. O pau do homem era brabo mesmo.
—Eu não aguento é ficar sem essa rolona no meu rabo, mete meu gato gostoso! Amadeu riu e então melou bem meu cu com o melado de minha xoxota, meteu um, dois dedos, relaxei bem, sentindo aquele frio delicioso na barriga, o rapaz então esfregou a glande de seu caralhão na entrada do meu rabo, roubando mais gemidos de mim, e deixou a cabeça de seu falo deslizar suavemente, causando um tremor em minhas pernas e fazendo eu jogar a cabeça para trás, dando um grito curto.
O macho segurou firme minhas ancas e foi metendo aos poucos, abrindo caminho com a grossura de seu pau. Mantive a bunda bem empinada e deitei meu dorso na maca, sentindo seu pênis de jegue avançar mais, arregaçando meu cu. Ele parou um pouco e depois fez o vai e vem com o que tinha enfiado, eu estava molhada de suor, respirando forte, gemendo alto enquanto ele socava o resto gradativamente.
Pus as mãos para trás e abri bem minhas nádegas para sentir seu cacetão; ele foi enterrando mais, aumentando o ritmo das bombadas, até meter tudo e parar, encostando sua virilha em minha bunda. Pronto, meu cu também tinha engolido seus 23 centímetros grossos.
Gritei e quase chorei, dando um soco forte na maca,
produzindo um estridente ruído. Amadeu sabia que aquela reação era de puro tesão,
então ele parou de bombar por uns instantes, soltou minhas nádegas, puxou meus
cabelos e os segurou, depois recomeçou, movimentando devagar, mantendo sua tora
atolada no meu ânus, gingando deliciosamente.
Comecei a rebolar e movimentar ao mesmo tempo que ele, gemendo chorosa,
sentindo minha xoxota ter convulsões de tão encharcada. Que macho delicioso, além
de ser um pecado de lindo e com um pauzão delicioso, sabia foder uma mulher,
esse sabia.
Quando estávamos prestes a mudar
de posição e prosseguir com a deliciosa trepada, ouvi um carro chegar, e vozes
de pessoas conversando, então reconheci a voz de Priscila, bastante alterada,
certamente esculachando sua filha putinha. O clima foi imediatamente cortado;
minha amiga jamais poderia nos flagrar naquela situação, então eu disse a
Amadeu:
—A Priscila chegou, temos que
parar agora! AAAIIII, AHHHH, pare por favor!
—Como é? Não ouvi ninguém
chegando! Disse Amadeu, bombando no meu cu. Ouvi o cadeado da porta de aço
sendo retirado, então me desvencilhei do rapaz e respondi, nervosa:
—Preste atenção homem, a Priscila está abrindo o portão e vai entrar, se ela nos pegar assim vai dar merda! Amadeu saiu do transe sexual e ouviu a voz da mulher, ele correu catando suas roupas e as vestindo, eu vesti minha calcinha, ajeitei meu vestido e me enxuguei com uma pequena toalha que seria usada após a depilação, pois eu estava ensopada de suor, ele fez o mesmo.
Limpei voando a maca, que estava
melada do nosso sexo; ouvi Priscila levantando a porta de aço, ela havia
mandado a menina entrar para casa. No banheiro terminamos de nos recompor, ofegantes,
depois respiramos fundo, nos olhamos por alguns segundos e começamos a rir
baixinho, depois nos abraçamos e continuamos rindo.
Fomos para a sala de espera,
onde Priscila ainda não tinha levantado a porta de aço totalmente, pois estava
emperrada. Ela xingava com a voz furiosa, então Amadeu abriu o portão, e ergueu
sem muito esforço a porta pelo lado de dentro, aliviando a mulher, que sorriu
para ele como tivesse sido salva de um prédio em chamas. Ela o abraçou e encostou
sua cabeça no peito do homem, que a consolou e ouviu seu desabafo:
—Ai Amadeu, obrigada! Hoje meu
dia tá uma merda, só problemas!
—Acalme-se Priscila, não fique
assim! Tome, isso vai te fazer bem! Falei, trazendo rapidamente um copo com água.
Ela tomou e foi se acalmando, normalizando a respiração, então se desculpou
conosco pelo descontrole e entramos. Após nos contar o ocorrido, já mais serena,
ela questionou Amadeu sobre a depilação que me deixou encarregada de fazer.
—Gostou do serviço da Luciana
senhor Amadeu? O homem me fitou e deu um sorriso malicioso; correspondi o
flerte e ele respondeu, exalando profunda satisfação:
—A Luciana não é minha
funcionária! Ela fez um favor pra mim porque as minhas assistentes faltaram
hoje e eu tive esse problema com minha filha!
Amadeu ouviu aquilo surpreso, depois riu, pagou o serviço, despediu-se
de nós e foi embora. Priscila pareceu não suspeitar de nada, ela ainda se
prontificou a fazer minha depilação, mas eu recusei, sabendo que ela ainda não
estava bem o suficiente para fazê-la, em virtude do problema com a filha.
Após me despedir dela, fui para
minha casa, frustrada por ter minha transa com aquele tesudo interrompida, mas
feliz por conhecer mais um dotado. Em um trecho do caminho, um belo carro
encostou perto de mim, o vidro do motorista baixou e eu vi Amadeu, que disse:
—Faltou finalizar! Sorri na
hora, ele também, então pedi seu aparelho celular, ele me deu e logo tratei de
gravar meu número em sua agenda. Sinto muito Priscila...
FIM
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Comentários
Essa história é tão inusitada quanto gostosa.
ResponderExcluirOi querido aluno, que maravilha ler seus comentários. É... bota inusitada nisso, e mesmo sendo tão inusitada e terminando como terminou, foi deliciosa. Por favor, siga o blog para que ele ganhe mais relevância e atraia mais leitores.
ExcluirBeijos meu amorzinho.
Saudação professora Lu (maik)
ResponderExcluirComo sempre aproveitando todas as oportunidades possíveis kkk
Esse número de celular agenda deu ar de continuação... aguarde próximos capítulos kkkk