009 - A MORTE DE UM MARIDO FIEL

 Sete dias após ser deliciosamente currada por Amadeu no salão de minha amiga Priscila, numa das transas mais inusitadas e divertidas de minha vida, fiz uma reflexão (mais uma) e passei a ver que minhas atitudes não eram de uma vagabunda que dá para qualquer um, e sim de uma mulher que redescobriu sua sexualidade, e eu me sentia muito bem com isso. 

Porém, eu ainda custava a acreditar no que eu tinha feito e no que minha vida sexual tinha se tornado. Essa mudança rápida e voraz, não me dava tempo de procurar explicações, e muito menos levantar questionamentos. O momento era bom e gostoso, e quando a saudade de um pauzão começasse a me torturar, o número de Amadeu seria o primeiro a ser lembrado.

       
 
No oitavo dia, uma desagradável e estressante surpresa. Um alagamento no meu banheiro, bem na hora em que eu ia tomar banho para encarar mais um dia exasperante naquela escola. 

Tentei desentupir de todo o jeito, mas a água não descia, e o corno teve a brilhante ideia de deixar o ralo do chuveiro fixado, o que piorou e tornou impossível tentar uma maneira mais eficiente, e ali era o foco do alagamento, o qual já estava para invadir o restante da casa, pois já estava alcançando o batente. Sozinha, pois o galhudo viajava a trabalho, e sem saber o que fazer, o jeito era chamar um encanador, porém, eu não conhecia nenhum, porque raramente tive problemas de encanamento em minha casa.

        Se eu fosse trabalhar, quando chegasse, a situação estaria bem pior, então não tive outra alternativa a não ser faltar. Liguei para a coordenadora e expliquei todo o problema, e como eu dou uma mãozinha para ela às vezes, fazendo serviços que não são de minha competência, a hora de cobrar o favor havia chegado, e felizmente a gorduchinha me cedeu a folga. 

Claro, nem seria descontado, do jeito que ela é preguiçosa, sequer informaria ao setor de RH do estado sobre minha falta, e graças a Deus não existe ponto eletrônico na escola onde trabalho, porque senão aí sim, a pobrezinha não poderia fazer nada por mim.

      Bem irritada ao ver a água já invadindo a cozinha, a coisa ainda piorou quando fui urinar, com meus pés já submersos na pequena lagoa, e na hora de dar descarga, a cereja do bolo: o vaso sanitário também entupiu. Claro que bradei um palavrão a plenos pulmões, e uma medida urgente precisava ser tomada, então fui até a casa da minha vizinha, dona Valdete, na esperança de que ela conhecesse algum profissional disposto a me ajudar.

      Bati palmas no portão de minha vizinha. Eram 7h30 da manhã, e após quase um minuto, seu esposo me atendeu, era um senhor gentil e trabalhava como pedreiro; felizmente, não dava sinais de que tinha sido acordado com meus aplausos furiosos e estridentes.

     —Bom dia Luciana! Tudo bem? Cumprimentou o senhor. Seu nome era Antero.

    —Bom dia seu Antero! Não está nada bem, estou com um vazamento terrível e meu banheiro alagou, e está alagando a cozinha! Respondi, com voz chorosa, e quase chorei.

      —Minha nossa, e desde quando tá desse jeito minha filha? Indagou seu Antero, vindo rapidamente e abrindo o portão para me recepcionar.

     —Acho que foi durante essa madrugada, porque eu tomei banho antes de dormir ontem e não alagou nada, então quando levantei para tomar banho antes de ir trabalhar, vi a lagoa já formada, e para acabar de me lascar, a privada também entupiu! Expliquei, e chorei.

     —Calma Luciana, não chore minha filha, calma, calma! Disse o coroa, me consolando.

     —O que aconteceu Antero? Indagou dona Valdete, saindo, e ao me vir chorando desolada, correu até nós. —Meu Deus! O que foi Luciana? Completou, indagando bem aflita.

      —Foi um vazamento no banheiro dela que alagou tudo! Respondeu seu Antero.

   —Oh minha querida, calma! Ei Antero, tu não sabe consertar não? Respondeu e indagou dona Valdete, ao marido. O velho fez um gesto com a cabeça e respondeu, ríspido.

      —Já me viu fazendo encanamento, mulher? Só faço casa, oxe!

      —O senhor não conhece algum encanador? Indaguei, choramingando.

    —Pega meu celular ali Valdete, deixa eu ver se tenho o número do Amauri, e traz uma água pra Luciana se acalmar! Ordenou o coroa, a esposa, que assentiu e foi correndo.

        Dona Valdete trouxe o telefone e um copo d’água para mim. Tomei num gole só, nervosa, trêmula e rezando para que seu Antero, que ajustava os óculos para ver seus contatos, achasse o do tal Amauri entre eles. O velho passava seu indicador para cima e para baixo, atento, e sua esposa ao lado, então indaguei e supliquei, já em desespero:

                —Achou seu Antero? Diga que sim, por favor!

            —Achei, é que eu tava procurando Amauri, mas esqueci que tinha salvado era o sobrenome dele, que é Fonseca! Ele é conhecido por Fonseca! Respondeu o velho, rindo.

                —Ai seu Antero, muito obrigada, Deus lhe pague! Respondi, e o abracei, aliviada, em seguida anotei o número do encanador no meu celular, e voltei para casa imediatamente.

                A situação estava crítica. Que diabos havia acontecido realmente para chegar naquele estágio tão aterrador? Liguei para o tal Amauri, ou Fonseca, e rezei para que seu celular não desse desligado. Para minha sorte, ele atendeu após três toques, e a conversa se desenrolou, e não achei necessário transcrevê-la. 

O homem foi muito cordial e atencioso comigo, e para meu alívio, estava disponível e prometeu vir com a máxima celeridade, pois morava no bairro vizinho. Passei meu endereço e ele tomou nota, depois nos despedimos. Bem, eu estava ensopada de suor, suor que foi causado pelo estresse da situação, então fui tomar um banho no quintal, o qual tinha muros bem altos e ninguém me veria nua.

                Durante o banho, decidi que ligaria para Ariovaldo, pois o estresse extremo em que fiquei, só seria curado com um pauzão grosso e gostoso como o dele, então era só esperar o serviço do encanador acabar, que eu o procuraria. Só de pensar naquela tora deliciosa, me masturbei gostoso no banho improvisado de vasilha. Me enxuguei rapidamente e pus uma blusa de mangas médias, com estampas floridas e uma saia média e justa. Comportada, sem expectativa alguma, só ansiosa para sanar de vez esse transtorno.

                15 minutos depois, uma buzina irrompeu lá fora. Corri para atender, e vi o encanador saindo de um carro popular, já meio desbotado, mas ajeitadinho. Abri depressa o portão, e vi um homem bonito. Era branco, alto, robusto, cabelos pretos ondulados e bem penteados, olhos castanhos, nariz médio, lábios meio carnudos e boca média num rosto sem barba e meio quadrado. Trajava uma camiseta de time de futebol e uma bermuda jeans meio justa, e de cara suspirei. Um belo pacote, denotando estar em repouso, mas mesmo assim, chamativo, entretanto, meu problema hidráulico era mais urgente. O macho me fitou sem desejo algum, sem malícia no olhar, mostrou um sorriso amável e apresentou-se, com voz serena:

                —Bom dia dona Luciana! Sou Amauri, mas pode me chamar de Fonseca!

           —Bom dia seu Fonseca, prazer! Graças a Deus o senhor chegou, olha só a situação, estou desesperada, me ajude! Respondi, o cumprimentando e notando uma graúda aliança em seu dedo anelar esquerdo. Chamativa mesmo. Abaixei os olhos e fitei seu embrulho também...

             —Acalme-se, vai dar tudo certo, cheguei pra resolver o seu problema! Retrucou o homem, denotando serenidade no jeito de falar, e nenhum olhar malicioso para mim.

                —Ai, tomara! Venha, vou lhe mostrar o foco do alagamento! Respondi, otimista e o convidei para irmos ao banheiro. Ele assentiu, pediu licença e me seguiu. Portava uma mochila grande e meio surrada, com seus materiais de trabalho. Olhei de soslaio e ele estava cabisbaixo, com olhar perdido, sem fitar minha bunda sob a saia justa. Já eu, fitei seu pacote, e imaginei o tamanho que teria aquilo, pois já chamava a atenção mesmo sem estar duro...

                Chegamos ao banheiro, e Fonseca analisou minuciosamente a situação. Não teve problema de andar sobre a lagoa formada ali e foi direto ao ralo do chuveiro, então disse:

                —Olha dona Luciana, tenho quase certeza de que o que causou isso, foi cabelo acumulado, e como o ralo está fixo, vou precisar quebrar pra tentar desobstruir!

                —Faça o que for preciso seu Fonseca, eu quero é me livrar desse problema! Respondi, e me senti meio envergonhada. Não percebi que meu cabelo estava caindo...

                —Muito bem, então... vamos precisar de um ralo novo, melhor que esse! Sugiro um de metal, assim a senhora pode fechar enquanto toma banho, e, conforme seu cabelo for caindo, ele não vai passar pelos buraquinhos! Explicou o profissional, com olhar simpático.

                —Ok, mas... e o vaso sanitário? Ele também entupiu! Repliquei.

           —Isso é fácil de resolver, mas o ralo é mais urgente! Retrucou. Assenti e fomos até a sala, peguei minha bolsa e lhe dei o dinheiro para comprar o ralo novo. Ele disse que precisaria de cimento também, afim de substituir o sistema antigo e deixar tudo bem feito.

            —Você pode ir no depósito, por favor? Estou sozinha, meu marido está viajando! Pedi e relatei. Ele assentiu e foi, prometendo voltar rápido. Nenhum olhar devorador sobre mim...

                Casado e dotado. Como eu sabia que ele era pauzudo? Ora, o volume que se formava sob aquela bermuda dizia isso, mas ele se portou de maneira ética, sem cantadas e frases dúbias, sequer desceu seu olhar para minhas pernas grossas; parecia fiel a esposa, e essa, certamente devia agradecer a Deus todos os dias por ter se casado com um pirocudo.

                Afim de testar a fidelidade do encanador, troquei de roupa ligeirinho. Pus uma camiseta azul, com um ursinho desenhado, de tamanho pequeno, e um short curto, o qual mostrava parte de minhas nádegas. Queria seduzir mesmo, e ver se aquele homem que me desdenhava com seus olhos fraquejaria diante de uma gostosa, como eu fraquejei diante de um pauzudo. Fonseca chegou em menos de 20 minutos e bateu palmas, mostrando sua educação, corri para atender, e quando ele me viu com as coxas de fora, olhou rapidamente, mas continuou mantendo a compostura, apenas sorriu cordialmente e disse:

                —Desculpe a demora dona Luciana, mas tive de procurar o ralo de metal em outro depósito, lá perto da pista, o daqui não tinha com o recurso de abrir e fechar!

                —Tudo bem meu querido, vamos, que eu quero tomar um banho bem gostoso quando você terminar! Respondi, e o fitei de baixo para cima, quando vi o embrulho um pouco mais saliente. Ele sorriu amável, e fomos; rebolei bem safadinha, e dessa vez o macho me notou...

                —Tudo bem se eu quebrar um pouco seu piso né? Indagou o encanador, no banheiro.

                —Já disse meu amor: faça o que for preciso, mas resolva! Retruquei, e ele assentiu.

                Cuidei de preparar o almoço enquanto Fonseca trabalhava, e não deixei de imaginar que tamanho aquela tora teria. Senti minha xoxota tremer enquanto temperava a carne e deixava um tempo para “curtir” o tempero. Depois puxei a água acumulada que havia na casa.

                —Dona Luciana, venha aqui por favor! Chamou o encanador. Atendi prontamente.

                —Diga meu amor! Respondi, toda sapeca e fazendo pose, evidenciando minhas coxas, mas me surpreendi quando vi a mão do encanador cheia de cabelos... os meus cabelos.

                —Eu não disse? Problema resolvido! Falou o homem, que começou a imaginar possibilidades ao fitar minhas pernas e seios de bicos eriçados, mas se conteve.

                —Nossa... acho que dá para fazer uma peruca com essa cabeleira toda! Respondi, brincando. Ele assentiu sorrindo e jogou os tufos no lixo, em seguida começou a substituição do ralo, e quando ele se agachou, é que vi o tamanho da ferramenta do homem, bem avolumada, e dei um longo suspiro, mordendo o lábio inferior em seguida.

                —Dona Luciana... a senhora não teria um pedaço dessa mesma cerâmica? Se tiver, posso fazer um acabamento mais bonito! Pediu Fonseca, preocupado em caprichar no serviço.

                —Pode me chamar de você, e... só de Luciana, por favor! Falei, mordendo o lábio inferior e alisando minhas coxas. Ele sorriu e as fitou. Era um homem bem charmoso.

                —Tudo bem... Luciana! Respondeu o macho, fitando minhas coxas.

                —É casado há quanto tempo? Indaguei, fitando seu volume excrescente.

                —Sete anos! Respondeu o encanador, que tentava não fitar minhas pernas.

                —Já traiu sua mulher? Indaguei, me aproximando. Ele levantou e recuou um pouco.

                —Não... nunca traí! Eu juro, sou fiel desde o namoro! Respondeu, e me surpreendi.

         —Sério? Mas... você não traiu porque não teve um motivo... ou... porque não teve uma oportunidade? Questionei, me achegando mais e vendo aquele volume estufar. Fonseca deu um sorriso meio nervoso e se afastou, como se lutasse contra a tentação.

             —Motivo minha esposa nunca deu, e oportunidade a gente procura né, e... eu... nunca procurei! Retrucou, sorrindo desconcertado e tentando não olhar para o meu corpo, tentando não se excitar com minhas coxas, mas seu picão bem avolumado o traía, gritava por liberdade.

             —Sua esposa deve ser a mulher mais feliz do mundo ao ter um marido assim! Rebati, enchendo minha mão em sua picona embrulhada rapidamente. O homem arregalou os olhos.

                —Q-Que é isso dona... peraí! Disse Fonseca, bem nervoso e ruborizado. Senti sim o calibre de sua rola em minha mão e apertei mais forte, ele sorria acanhado, e suou frio.

              —Isso tudo é o seu pau, ou você anda armado? Humm! Indaguei, instigando e não soltei a tora, continuei apertando; ele respirou ruidosamente. —Nossa, parece bem grande hein! Comentei, fitando profundamente seus olhos e sorrindo. O macho ia enfartar...

              —P-Por favor dona Luciana, pare com isso, eu não quero trair minha esposa, é sério, a senhora é linda, é muito gostosa, tá me deixando excitado, mas ela não merece ser traída! Suplicou o encanador, tentando inutilmente tirar minha mão de seu pau. Me abaixei e rebati:

—Nem sempre precisamos procurar uma oportunidade... às vezes ela surge!

—Caramba dona... por favor, não atiça assim, não faz isso! Pediu Fonseca, nervoso.

—Seja macho rapaz, todo homem trai, é da natureza de vocês trair, não vem dar uma de santinho com essa rolona dura desse jeito não viu, eu percebi você olhando para mim! Repliquei, ríspida, em seguida puxei o zíper da bermuda para baixo, desabotoei a mesma em seguida, ele suspirava ruidosamente, depois a abaixei, e vi a encrenca embrulhada sob uma cueca box azul, que mais parecia um short, e por fim, a abaixei, e minha xoxota chorou...

20 centímetros de um reto cacetão branco, com veias salientes pelo meio e laterais, prepúcio cobrindo parcialmente uma glande rosada, arredondada e um pouco menor que o resto, grosso (engrossava mais no meio), e com bolas médias, saltaram de alegria diante de mim, com uma fina linha de excitação pendurada. Uma bela rolona, a qual não sairia dali sem me foder bem gostoso, nem que ele se matasse de remorso depois por enfeitar a cabeça de sua mulher pela primeira vez, e claro que não se mataria... olhe lá se não voltasse depois...

—Meu Deus... isso é loucura! Pense um pouco, a senhora é casada também! Disse Fonseca, tentando manter a sanidade. Masturbei levemente sua tora, sentindo a grossura deliciosa mal me deixar fechar a mão no diâmetro, e não respondi nada, apenas beijei aquela cabeçorra com cheiro abafado e abocanhei gostoso, para não dar tempo de ele relutar mais.

Minha boca estufou, mas não me rendi. Pauzão gostoso de chupar, mamei tentando avançar, e os gemidos do macho já denunciavam seu prazer no meu boquete. Tirei e lambi a ponta da glande, sem parar de massagear, beijei as laterais, puxei bem o prepúcio para cima e dei lambidinhas rápidas, arregacei e abocanhei a cabeça, chupando só ela, depois avancei até quase a metade, onde a grossura era maior, e engasguei, mas não arredei, ele gemeu gostoso e bombou tentando enfiar mais, lágrimas verteram junto com a saliva profusa e tirei, arfando e com uma densa e extensa ponte de esputo formada, em seguida masturbei mais, em movimentos circulares e olhei bem nos olhos do encanador, com a cabeça inclinada, e sorri.

—Humm, que cano enorme e grosso... e delicioso também! Sua esposa deve amar esse caralhão né? Que sortuda, mas ela tem que dividir com as outras! Falei, atiçando, bem safada.

—Por favor... chega, tá bom, agora me deixe terminar o trabalho e ir embora! Pediu Fonseca, resistindo. Me levantei e tirei rapidamente o short, o macho passou a mão no rosto e coçou a cabeça, incrédulo, em seguida virei de costas, apoiei a perna esquerda no vaso, arrebitei bem minha bunda, abri minha nádega esquerda, mostrando minha racha e ordenei:

—Anda, me fode bem gostoso, enfia esse pauzão grosso dentro de mim!

O macho veio, respirando como um leão e alisou minha bunda, em seguida a estapeou e meteu dois dedos em minha xoxota ensopada, meteu gostoso, bem fundo e me fez gemer manhosa, me masturbou deliciosamente, depois pincelou meu clitóris com a glande de sua rolona, segurou minhas ancas e finalmente meteu, me fazendo gemer alto e tremer as pernas. 

Ele foi bombando suavemente, alargando minha vagina com sua grossura gostosa e a deixando muito bem preenchida; o picão avançou, cada vez mais fundo, gemi alto de novo e ofeguei, o comedor atolou sua tora todinha em minha buceta, dando um leve tranco e me fazendo gritar ao sentir sua virilha, mas rebolei gostoso e as estocadas continuaram.

—Porra... não devia tá fazendo isso, mas você é muito gostosa! Comentou Fonseca, metendo com força. Mal pude responder, estava inebriada de tesão, gemendo e grunhindo.

O macho não recuava muito, o vai e vem era sempre chocando sua virilha contra minha bunda, me fazendo sentir o talo de seu pauzão delicioso, e aguentei, gemendo manhosa e pedindo mais, ele estapeou minha bunda e me pôs contra a parede, de costas.

—Isso, me fode com força seu safado, gostoso! Pauzão tesudo de macho! Pedi, ensandecida, tencionando deixar o homem menos tenso e consternado por trair sua mulher.

—O maridinho não tem uma rola assim? Por isso você trai né sua safada? Questionou Fonseca, metendo novamente sua tora grossa na minha buceta e bombando com força. Gritei.

—S-Se... tivesse... um pau... do tamanho do... seu, não era... corno! Respondi, ou melhor, quase não consegui responder, pois as estocadas daquela rolona espessa quase me deixaram sem conseguir falar, eu só gemia alto e grunhia, ofegante, mas me deliciando.

Fonseca segurou meu ventre com a mão esquerda, veio por baixo de minha camiseta e pegou meus seios com a direita, em seguida aumentou o ritmo das estocadas e começou a apertar de leve minhas mamas e estimular os mamilos. Pirei, gritei e gemi mais louca ainda, e meu tesão triplicou ao lembrar que o comedor estava traindo sua mulher, entrando para a estatística a qual pertencia meu corno, só que com uma diferença: ele tinha uma rola de verdade entre as pernas, um pau de homem, de macho, grande e grosso, o qual me levava ao delírio, ao desatino e a pedir mais, e ele metia sem dó, socava com fome, surtado de tesão.

—Vem, ajoelha, mama bem gostoso essa rola! Pediu o encanador, respirando ruidosamente e saindo de minha xoxota após um delicioso tempo. Claro que eu me ajoelhei...

Em uma bocada só, fui até quase a metade e emperrei, mas não recuei. Minha boca estava bem alargada pela grossura de sua pirocona, e delirei, deixando o esputo vazar e ouvindo o macho gemer, em seguida comecei o vai e vem, recuando pouco e avançando, até atolar o que dava e engasgando, ele segurou minha cabeça e forçou mais, gemendo alucinado, meneei os lábios e cheguei à metade, mas quase vomitei e tirei, arfando e com praticamente um litro de saliva ligando minha boca ao cacetão, em seguida besuntei bem e provoquei:

—Quer comer o cuzinho da safadinha aqui, quer? Hum? Vem meu casado gostoso, fode meu rabo com esse pauzão grosso e gostoso! Pauzão de macho!

—Exatamente o que eu vou fazer! Mulher safada como você tem que levar no cu mesmo! Retrucou Fonseca, me pondo de quatro no chão molhado do banheiro.

Dois dedos besuntados de saliva no meu cu. Gemi manhosa, ele meteu devagar, pois apesar de estar visivelmente tenso por trair sua esposa, não queria ser rude no trato comigo. Ele socou gostoso seus dedos, em seguida posicionou a glande de seu caralhão largo na entrada e enfiou, deixando deslizar a mesma e mais uma boa parte, e gritei de dor e tara ao sentir meu cu sendo alargado, e alargado daquela forma. O macho meteu até a metade, que era onde seu pinto, já grosso, engrossava mais. Ele parou um pouco, eu gemia alto e tremia minhas pernas, as balançava, contraía e esticava os dedos dos pés sentindo aquele calibre delicioso no meu cu, em seguida ele recuou um pouco e avançou, foi repetindo isso devagar.

—Isso meu casadinho safado, come bem gostoso meu cu, me arromba com essa rolona, humm, assim, devagarinho, desse jeito! Instiguei, toda dengosinha.

Fonseca seguiu me enrabando, aumentando um pouco seu ritmo de estocadas, avançando mais e arregaçando mais o meu cu. Eu gemia alto, berrava e seguia sem controle de minhas pernas trêmulas, amando aquela sensação, aquele choque gostoso, aquele alargamento delicioso que um pau grande e grosso fazia no meu ânus, então comecei a rebolar, girando aquela tora atochada no meu rabo, ele abriu minhas nádegas e meteu mais forte, avançou mais e quase tirou, bombou mais um pouco e meteu devagar, até atolar sua piroca grossa de 20 centímetros todinha, me fazendo gritar chorosa, dar um soco no chão, e chorar um pouco. Doeu, mas doeu gostoso, e o macho não deixou de provocar:

—Doeu né safada? Rebola, rebola esse rabão gostoso!

—Mete seu puto do caralho, não pare! Ordenei, grunhindo como uma leoa furiosa.

Fonseca obedeceu e mostrou o poder de seu dote, e cessou as gentilezas. Puxou meus cabelos e minha cabeça para trás e meteu com vontade, disposto a me deixar toda esfolada. Gemi ensandecida enquanto ele bombava gostoso, me dando dor e mais tesão. Só de saber que aquele homem era casado e até então fiel, eu mandava ele socar com voracidade, pois se enganar o meu marido já era prazeroso, fazer a esposa de um roludo passar pelo mesmo que eu passei não tinha preço. Eu tinha a mais absoluta certeza, de que a trepada que o encanador estava tendo comigo, seria mais gostosa que TODAS que ele já teve com sua mulher...

O comedor começou a mexer em minha buceta enquanto continuava trucidando meu cu, e logo a bomba nuclear orgástica explodiu, e urrei surtada, gritei agudamente e mandei que o macho continuasse socando sem parar, e assim ele o fez, se esbaldou no meu cu guloso e tarado por pau grande como o dele enquanto fodia minha xoxota com dois dedos. 

Eu grunhia sem ar, quase implorando por socorro, sentindo a brutalidade daquele clímax somado a tudo que culminou naquilo, então Fonseca foi parando, e então começou a gemer alto, aflito, e logo seus gemidos já expressavam o remorso do adultério enquanto meu ânus era inundado de porra, uma porra abundante, quente como nosso desejo, então ele parou e tirou sua tora do meu rabo, o qual vazou esperma em seguida, caindo no chão. Estávamos ofegantes.

—Meu Deus... o que eu fiz? Comentou Fonseca, passando a mão no rosto.

—Fez seu papel de homem, só isso! Retruquei, e me levantei, toda ardida, mas feliz.

—Você... fala disso com tanta frieza, seu marido sabe que você o trai? Comentou e indagou o encanador, se levantando, esbaforido e atônito com minha atitude.

—Não... não sabe, mas... ele mereceu, e como mereceu! Respondi.

—E minha esposa? Mereceu por acaso? Retrucou o homem, me fitando chocado.

—Eu pus uma arma na sua cabeça e te obriguei a transar comigo? Rebati, indagando.

—N-Não... mas...! Tentou argumentar, mas não conseguiu, e abaixou a cabeça.

—Eu tive meu motivo para trair meu marido, e você... teve a oportunidade de trair sua esposa! A vida é assim, então... agora... termine o trabalho por favor! Retruquei, em seguida peguei meu short e saí do banheiro rapidamente, e ele ficou lá...

Tomei outro banho no quintal, e após o sangue esfriar, pus o almoço no fogo, trajando um vestido comprido e meio frouxo. Fonseca terminou o serviço e me chamou:

—Dona Luciana, venha ver como ficou! Corri até o lavabo e quando cheguei, não havia mais privada entupida e tampouco alagamento. O profissional ligou o chuveiro e a água escoou perfeitamente, depois fechou, e me fitou consternado. Senti pena, mas era tarde...

—Muito bem, ficou perfeito! Adorei seu serviço, meus parabéns! Comentei, tentando quebrar o clima de pesar que estava estampado em sua face. Ele assentiu com um sorriso.

                Paguei o serviço, e o homem recusou meu convite para almoçar, indo embora apressado. Tudo bem, ele tinha seus valores, e os feriu, como eu feri os meus. Assim como não senti remorso por continuar traindo meu corno, não senti remorso por ter feito Fonseca trair sua esposa. Foi o dia da morte de um marido fiel... mais um, dentre tantos que traem...       


FIM

Comentários

  1. Essa história é uma das melhores suas.

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  2. Luciana, você é um sonho de mulher, linda, gostosa e completa, qual homem iria resistir aos seus encantos, a esse corpo maravilhoso, sem falar nessa bunda dos deuses, só de olhar a excitação começa, parabéns, só uma observação particular, além dos contos, publique mais fotos, até mais explícita.

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  3. Prof, realmente estamos com saudades dos seus contos. Bjs Isa e Jocarlos

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  4. Saudação professora Lu (maik)
    Fonseca gozou dentro desse cuzao e ainda batei o arrependimento era sinal que ele era fiel mesmo ainda existem homens assim fiel raro mais existem...

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  5. Delícia de conto ... impregnado de pecado e tesão. Pena que o cara não se sentiu bem. Por outro lado, que bom que vc se saciou com essa brincadeira. Fiquei com inveja do Fonseca sortudo, mas, com peso na consciência ... kkk

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